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Medium 9788527725996

42 Farmacologia dos Eicosanoides

David E. Golan, Armen H. Tashjian Jr, Ehrin J. Armstrong, April W. Armstrong Grupo Gen PDF Criptografado

42

Farmacologia dos Eicosanoides

David M. Dudzinski e Charles N. Serhan

Introdução e Caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 745-746

Fisiologia do metabolismo dos eicosanoides. . . . 745

Produção de ácido araquidônico e ácidos graxos ômega-3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 746

Via da ciclo-oxigenase . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 747

Prostaglandinas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 749

Tromboxano e prostaciclina. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 749

Via da lipo-oxigenase. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750

Leucotrienos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750

Lipoxinas, resolvinas, protectinas e maresinas. . . . . 753

Via das epoxigenases. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788521635482

23 - Lipídios

SOLOMONS, T.W. Graham; FRYHLE, Craig B.; SNYDER, Scott A. Grupo Gen PDF Criptografado

CAP Í TU LO

23

Lipídios

S

e você já trabalhou com fios elétricos, sabe que um fio desencapado conduzindo eletricidade provocará um curtocircuito se ele tocar outro condutor, com risco de causar incêndio ou ferimento em um eletricista. Para se ter certeza de que isso não ocorra, os fios são sempre isolados com um material não condutor semelhante ao plástico. Os sinais elétricos em nosso corpo ocorrem da mesma maneira através de conexões entre as células nervosas. Aqui, o isolamento provém de células ricas em lipídios por meio da chamada bainha de mielina, que circunda em camadas em torno das longas e finas fibras nervosas chamadas axônios. Células da bainha da mielina se assemelham muito a anéis de um tronco de uma árvore cortada, e através do isolamento dos axônios a bainha de mielina aumenta a velocidade dos sinais elétricos, ou impulsos, no sistema nervoso (onde as velocidades podem atingir até 100 metros por segundo). A bainha de mielina também é crucial para uma adequada função neurológica. Por exemplo, uma baixa mielinização das fibras nervosas, conhecida como desmielinização, pode resultar de uma doença autoimune chamada esclerose múltipla; essa condição normalmente leva a sérios problemas no movimento muscular, dentre outros distúrbios. O excesso desses lipídios também provoca problemas, alguns encontrados na doença de Tay-Sachs, fatal em crianças com menos de três anos. Como veremos neste capítulo, os lipídios desempenham os mais variados papéis biológicos, e eles são frequentemente obtidos de fontes naturais juntamente com outra classe especial de moléculas chamadas de esteroides, que regulam diversas funções críticas.

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Medium 9788527729208

1. Protozoa

Adilson Fransozo, Maria Lucia Negreiros-Fransozo Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Protozoa

Fabio Trindade Maranhão Costa, Wanessa Christina de Souza Neiras e Stefanie Costa Pinto Lopes

Introdução

O termo Protozoa (do grego, proto = “primeiros” + zoon = “animais”) foi introduzido em 1820. Desde então, Protozoa, que já foi considerado um táxon, é tratado como um aglomerado de organismos unicelulares, coloniais ou filamentosos com organização celular, mas sem a diferenciação te­ci­dual encontrada em animais e plantas, e que não apresentam nenhuma relação filogenética entre si. Neste capítulo será abordada grande parte dos organismos antigamente inseridos no reino Protista (organismos unicelulares que não são bactérias ou fungos), com ênfase aos grupos heterotróficos. Para maior facilidade didática, esses organismos serão uniformemente referenciados como protozoá­rios.

Como eucariotos (do grego, eu = “verdadeiro” + karyon =

“noz” ou “amêndoa”), os protozoá­rios apresentam seu material genético (ácido desoxirribonucleico – DNA) compartimentado por uma membrana (envelope celular), além de elevado nível de organização estrutural e complexidade, principalmente devido à existência de citoesqueleto e de organelas celulares (como mitocôndria, plastídeos, retículo endoplasmático, complexo de Golgi, vacúo­los). Em função dessa complexidade celular, embora a maioria seja unicelular, os protozoá­rios apresentam morfologia diversa, além de habitat e modos de vida bem variados.

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Medium 9788582710722

Capítulo 28 - Regulação da Expressão Gênica

David L. Nelson, Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

28

Regulação da Expressão Gênica

28.1 Princípios da regulação gênica 1156

28.2 Regulação da expressão gênica em bactérias 1165

28.3 Regulação da expressão gênica em eucariotos 1175

D

os aproximadamente 4.000 genes no genoma bacteriano típico, ou talvez dos 25.000 genes no genoma humano, apenas uma fração é expressa em uma célula em dado momento. Alguns produtos gênicos estão presentes em grandes quantidades: os fatores de alongamento necessários à síntese proteica, por exemplo, estão entre as mais abundantes proteínas em bactérias, e a ribulose-1,5-bifosfato-carboxilase/oxigenase (rubisco) de plantas e bactérias fotossintéticas é, até onde se sabe, a enzima mais abundante na biosfera. Outros produtos gênicos ocorrem em quantidades muito menores; por exemplo, uma célula pode conter apenas poucas moléculas de enzimas que reparam lesões raras do DNA. As necessidades de certos produtos gênicos mudam ao longo do tempo. A necessidade de enzimas em certas vias metabólicas aumenta ou diminui à medida que as fontes de alimentos mudam ou se esgotam.

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Medium 9788582603550

Capítulo 16 - Outros Efeitos Climáticos do Desmatamento Inicial

William F. Ruddiman Grupo A PDF Criptografado

Outros Efeitos

Climáticos do

Desmatamento Inicial

16

A

s evidências resumidas no Capítulo 8 demonstraram que o desmatamento inicial das florestas na Eurásia e nas Américas foi muito mais extensivo do que os cientistas antes imaginavam. A vegetação florestal queimada durante o lento processo de desmatamento nessas regiões contribui com grandes quantidades de CO2 à atmosfera na era pré-industrial, tornando o clima pré-industrial mais quente do que o normal, mas as emissões de CO2

(e de CH4) não foram as únicas consequências climáticas do desmatamento inicial. A transformação de florestas em lavouras e pastagens alterou a maneira como grandes áreas da superfície terrestre respondiam à radiação solar de entrada, modificando assim o clima regional. A remoção da cobertura florestal também pode ter injetado mais poeira na atmosfera, alterando ainda mais o clima.

Efeitos do desmatamento sobre a radiação solar de entrada

Em condições naturais, grandes áreas dos continentes da Terra estariam cobertas por florestas (Figura 16-1), salvo a tundra nas latitudes altas setentrionais e pastagens e desertos nas baixas latitudes. Quando essas florestas escuras são substituídas por pastos ou lavouras mais claros, mais radiação solar de entrada é refletida pelas superfícies agora brilhantes, em vez de ser ab-

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Medium 9788582713662

Capítulo 11 - Translocação no Floema

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

11

Translocação no Floema

A

sobrevivência no ambiente terrestre impôs sérios desafios às plantas, principalmente quanto à necessidade de obter e de reter a água.

Em resposta a essas pressões ambientais, as plantas desenvolveram raízes e folhas. As raízes fixam as plantas e absorvem água e nutrientes; as folhas absorvem luz e realizam as trocas gasosas. À medida que as plantas crescem, as raízes e as folhas tornam-se gradativamente separadas no espaço. Assim, os sistemas evoluíram de forma a permitir o transporte de longa distância e a tornar eficiente a troca dos produtos da absorção e da assimilação entre a parte aérea e as raízes.

Os Capítulos 4 e 6 mostraram que, no xilema, ocorre o transporte de

água e sais minerais desde o sistema de raízes até as partes aéreas das plantas. No floema, dá-se o transporte dos produtos da fotossíntese – particularmente os açúcares – das folhas maduras para as áreas de crescimento e armazenamento, incluindo as raízes.

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Medium 9788520431320

9. Gestão ambiental dos serviços de saneamento

Anjos Jr., Ary Haro dos Editora Manole PDF Criptografado

9

Gestão ambiental dos serviços de saneamento

Introdução

Neste capítulo, a gestão ambiental dos serviços de saneamento será discutida nos termos dos seus objetivos gerais e específicos e das estratégias de gestão aplicáveis. Os requisitos das normas ISO 14.001 (ABNT, 2004) serão apresentados – particularmente aqueles mais aproveitáveis ao contexto das empresas de saneamento, considerando-se que tais normas são genéricas para a implantação e a operacionalização de sistemas de gestão ambiental e que constituem padrões mundiais de referência para qualquer tipo de organização.

Objetivos da gestão ambiental dos serviços de saneamento

O objetivo geral estratégico da gestão ambiental, em qualquer organização, é o de conciliar a obtenção de resultados econômicos e financeiros com a preservação dos recursos naturais sujeitos ao seu controle e à sua influência. Essa conciliação é facilitada, e até obrigatória, no caso dos serviços de saneamento, pelo fato de que estes lidam com os próprios recursos naturais

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Medium 9788580555943

4. Proteínas: determinação da estrutura primária

Victor W. Rodwell, David A. Bender, Kathleen M. Botham, Peter J. Kennelly, P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

4

C A P Í T U L o

Proteínas: determinação da estrutura primária

Peter J. Kennelly, Ph.D. e Victor W. Rodwell, Ph.D.

O B J e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

os múltiplos métodos cromatográficos comumente empregados para o isolamento de proteínas a partir de materiais biológicos.

�� Descrever como a eletroforese em gel de poliacrilamida pode ser utilizada para determinar a pureza da proteína, a massa relativa e o ponto isoelétrico.

�� Descrever a base na qual os espectrofotômetros quadrupolo e por tempo de voo determinam a massa molecular.

�� Fornecer três motivos pelos quais a espectrometria de massa (MS, do inglês, mass spectrometry) suplantou, em grande parte, os métodos químicos para a determinação da estrutura primária das proteínas e para a detecção das modificações pós-traducionais.

�� Explicar como a MS pode identificar modificações pós-traducionais indetectáveis pelo sequenciamento de Edman ou pelo sequenciamento de DNA.

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Medium 9788521631255

APÊNDICE A

Annibal Hetem Junior, Calvin Gregorio Hetem Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice A

A.1 Respostas dos Exercícios do Capítulo 1

A.5 Respostas dos Exercícios do Capítulo 5

A.2 Respostas dos Exercícios do Capítulo 2

A.6 Respostas dos Exercícios do Capítulo 6

A.3 Respostas dos Exercícios do Capítulo 3

A.7 Respostas dos Exercícios do Capítulo 7

A.4 Respostas dos Exercícios do Capítulo 4

A.8 Respostas dos Exercícios do Capítulo 8

A.1 Respostas dos exercícios do Capítulo 1

1.1

Figura A.1.1 Resposta do Exercício 1.1.

1.2 f = 20/ π Hz = 6,37 Hz

T = π/20 s = 0,157 s

ω = 40 rad/s

φ = 5 rad

A = 12 y¯ = 6

1.3

v

=

1.4

Hetem_Anexo A.indd 209

y (t ) =2, 25 +

dy

= 480 cos(40t + 5) (A.1.3) dt

1 sen ( 8t + arctan18 ) =

1,51 sen ( 8t + 1,52 ) (A.1.4)

64

23/03/2016 13:01:58

210

Apêndice A

1.5

 3, 5  π o

φ= arcsen  =

 = 30 (A.1.5)

 7  6

1.6

y (t ) =

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Medium 9788582710654

Capítulo 23 - Metabolismo de Nucleotídeos

Donald Voet, Judith G. Voet, Charlotte W. Pratt Grupo A PDF Criptografado

PARTE V

Replicação e Expressão Gênica

Capítulo 23

Metabolismo de

Nucleotídeos

Sumário

1 Síntese de ribonucleotídeos de purina

A A síntese de purinas produz monofosfato de inosina

B O IMP é convertido em ribonucleotídeos de adenina e de guanina

C A biossíntese dos nucleotídeos de purina é regulada em várias etapas

D As purinas podem ser recuperadas

2 Síntese de ribonucleotídeos de pirimidina

A O UMP é sintetizado em seis etapas

B O UMP é convertido em UTP e CTP

C A biossíntese dos nucleotídeos de pirimidina é regulada em nível da ATCase ou da carbamoil-fosfato-sintase II

3 Formação de desoxirribonucleotídeos

Quando as células de mamíferos são danificadas, elas liberam urato, produto do metabolismo de nucleotídeos. Os glóbulos brancos, como este aqui representado, respondem ao urato ativando outras defesas imunológicas e aumentando sua atividade fagocitótica, de forma a engolfar e eliminar a célula danificada. (David Scharf/Photo

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Medium 9788580556070

Capítulo 11 - Turbomáquinas

Frank M. White Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Turbomáquinas

Motivação.  A aplicação de engenharia mais comum na mecânica dos fluidos é o projeto de máquinas de fluidos. Os tipos mais numerosos são máquinas que adicionam energia ao fluido (a família de bombas), mas também são importantes aquelas que extraem energia (turbinas). Ambos os tipos usualmente estão conectados a um eixo rotativo, razão pela qual se denominam turbomáquinas.

A finalidade deste capítulo é estabelecer os cálculos básicos de engenharia sobre o desempenho das máquinas de fluidos. A ênfase será no escoamento aproximadamente incompressível: líquidos ou gases a baixas velocidades. São discutidos os princípios fundamentais do escoamento, mas não a construção detalhada das máquinas.

11.1  Introdução e classificação

As turbomáquinas dividem-se naturalmente naquelas que adicionam energia (bombas) e naquelas que extraem energia (turbinas). O prefixo turbo é uma palavra latina que significa rotação ou giro, apropriado para dispositivos rotativos.

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Medium 9788582714508

Capítulo 3 - Anemias hipocrômicas

A. Victor Hoffbrand, Paul A.H. Moss Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Anemias hipocrômicas

Tópicos-chave

QQ

Aspectos nutricionais e metabólicos do ferro

28

QQ

Absorção de ferro

30

QQ

Deficiência de ferro

32

QQ

Causas de deficiência de ferro

32

QQ

Achados laboratoriais

33

QQ

Tratamento

36

QQ

Anemia de doenças crônicas

37

QQ

Anemia sideroblástica

38

28  /  Capítulo 3: Anemias hipocrômicas

O ferro é um dos elementos mais comuns na crosta terrestre; ainda assim, a deficiência de ferro é a causa mais comum de anemia, afetando cerca de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. É especialmente frequente em populações de baixa renda, como as da África Subsaariana ou da Ásia Meridional, onde a dieta pode ser pobre e parasitoses

(p. ex., ancilostomose ou esquistossomose) são disseminadas, causando perda de ferro por hemorragia crônica. Além disso, o organismo tem limitada habilidade para absorver ferro. É a causa predominante de anemia microcítica e hipocrômica, na qual os dois índices eritrocitários, volume corpuscular médio (VCM) e hemoglobina corpuscular média (HCM) estão diminuídos, e a microscopia da distensão de sangue mostra eritrócitos pequenos (microcíticos) e pálidos (hipocrômicos). Esse aspecto decorre de defeitos na síntese de hemoglobina (Figura 3.1). Os principais diagnósticos diferenciais em casos de anemia microcítica e hipocrômica são a talassemia, abordada no Capítulo 7, e a anemia de doença crônica, discutida neste mesmo capítulo.

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Medium 9788565837774

Capítulo 3 - Materiais da Terra: Minerais e Rochas

John Grotzinger, Tom Jordan Grupo A PDF Criptografado

3

Materiais da Terra:

Minerais e Rochas

O que é um mineral? � 58

A estrutura da matéria � 59

A formação dos minerais � 61

Classes de minerais formadores de rochas � 65

Propriedades físicas dos minerais � 69

O que é uma rocha? � 74

O ciclo das rochas: interação dos sistemas da tectônica de placas e do clima

Concentrações de recursos minerais valiosos � 81

79

N

o Capítulo 2, vimos como a tectônica de placas pode explicar a dinâmica e as estruturas de grandes proporções da Terra, mas pouco foi visto sobre a imensa variedade de materiais que aparecem nos ambientes geotectônicos. Neste capítulo, vamos dirigir nossa atenção a esses materiais: os minerais e as rochas. Os minerais são os constituintes básicos das rochas, que, por sua vez, são os registros da história geológica. As rochas e os minerais ajudam a determinar a estrutura da Terra, da mesma forma como o concreto, o aço e o plástico identificam a estrutura, o design e a arquitetura dos grandes edifícios.

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Medium 9788521621737

PARTE I - CAPÍTULO 2 - Propriedades das Substâncias

Luiz Roberto Terron Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 

2

Propriedades das

Substâncias

The structural engineer cannot design a bridge without knowing the properties of steel and concrete. Similarly, scientists and engineers often require the properties of gases and liquids. The chemical or process engineer, in particular, finds knowledge of physical properties of fluids essential to the design of many kinds of products, processes, and industrial equipment. Even the theoretical physicist must occasionally compare theory with measured properties1

(Poling et al., Introduction, 2001).

2.1  I� mportância das Propriedades das Substâncias

2.2  C

� omo Obter Dados de Propriedades das Substâncias

2.3  F

� ontes de Informações Impressas de

Dados de Propriedades das Substâncias

2.4  D

� ados de Propriedades das Substâncias

– Fontes de Informações na Internet

2.5  Estimativa de Propriedades

2.6  P

� ropriedades Necessárias para o

Estudo das Operações Unitárias

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Medium 9788527729628

Capítulo 3 - Adaptações aos Ambientes Terrestres

Robert Ricklefs, Rick Relyea Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Adaptações aos Ambientes

Terrestres

003Ricklefs.indd 56

13/01/16quarta-feira 19:38

A Evolução dos Camelos

Quando você pensa a respeito dos camelos, pode imaginar os animais icônicos dos desertos africanos e asiáticos. Na verdade, o ancestral de todas as espécies de camelos teve origem na América do Norte, há cerca de 30 milhões de anos, e os camelos vagaram por diversas partes da América do Norte até cerca de 8.000 anos atrás. Evidências atuais sugerem que alguns desses ancestrais cruzaram o estreito de Bering pelo Alasca há cerca de 3 milhões de anos, e percorreram seu caminho até a Ásia e a

África. Esses indivíduos evoluíram para as duas espécies de camelos dos tempos modernos: o camelo bactriano (Camelus bactrianus), ameaçado, e o camelo dromedário (C. dromedarius), muito mais comum. Ao mesmo tempo, outros indivíduos se dirigiram para a América do Sul e evoluíram em um segundo grupo: guanacos (Lama guanicoe), lhamas (L. glama), vicunhas (Vicugna vicugna) e alpacas (L. pacos).

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