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Medium 9788580553345

Capítulo 38 - Doenças virais transmitidas por artrópodes e roedores

Geo. F. Brooks, Karen C. Carroll, Janet S. Butel, Stephen A. Morse, Timothy A. Mietzner Grupo A PDF Criptografado

38

C A P Í T U L O

Doenças virais transmitidas por artrópodes e roedores

Os vírus transmitidos por artrópodes (arbovírus) e os vírus transmitidos por roedores representam um grupo ecológico de vírus com ciclos de transmissão complexos que envolvem artrópodes ou roedores. Esses vírus têm características físico-químicas variadas e são classificados em famílias virais diversas.

Os arbovírus e os vírus transmitidos por roedores estão classificados entre as famílias Arenaviridae, Bunyaviridae,

Flaviviridae, Reoviridae e Togaviridae. Os vírus da febre hemorrágica africana são classificados na família Filoviridae

(Quadro 38.1, Fig. 38.1). Várias das doenças aqui descritas são consideradas doenças infecciosas emergentes (ver Cap. 29).

Os arbovírus são transmitidos por artrópodes hematófagos de um hospedeiro vertebrado para outro. O vetor adquire infecção por toda a vida pela ingestão de sangue de um vertebrado virêmico. Os vírus multiplicam-se nos tecidos do artrópode, sem qualquer sinal de doença ou lesão. Alguns arbovírus são mantidos na natureza por transmissão transovariana nos artrópodes.

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Medium 9788582713808

Capítulo 5 - Distribuição no organismo

Heinz Lüllmann, Klaus Mohr, Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

38

5.1 Barreiras externas do organismo

5 DISTRIBUIÇÃO NO ORGANISMO

Barreiras externas do organismo

Antes de chegar à corrente sanguínea (i.e., durante a absorção), o fármaco precisa ultrapassar barreiras que delimitam o organismo do meio, isto é, que separam o meio interno do meio externo. Essas barreiras são formadas pela pele e por membranas mucosas.

Quando a absorção ocorre no intestino

(absorção enteral), a barreira é o epitélio intestinal. Esse epitélio de uma única camada é formado por enterócitos com microvilosidades

(borda em escova) para aumentar a superfície e por células caliciformes secretoras de muco.

No lado luminal, essas células são unidas entre si pelas zônulas de oclusão (indicadas pelos pontos pretos no esquema apresentado na figura inferior esquerda da página seguinte).

A zônula de oclusão, ou junção estreitada, é uma região onde as membranas fosfolipídicas das duas células estabelecem um contato bem-estreito e unem-se por uma proteína integrada de membrana. A região de fusão circunda cada célula como um anel, fusionando cada célula com suas vizinhas. Assim, forma-se uma barreira contínua entre os dois espaços separados pela camada celular – no caso do intestino, o lúmen intestinal e o espaço intersticial.

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Medium 9788521626633

8 Redução e oxidação

Catherine E. Housecroft, Alan G. Sharpe Grupo Gen PDF Criptografado

Tópicos

Reações redox

Estados de oxidação

Potenciais de redução

Equação de Nernst

Desproporcionamento

Diagramas de potenciais

Diagramas de

Frost–Ebsworth

Diagramas de Ellingham

8.1 Introdução

Este capítulo é dedicado aos equilíbrios envolvendo os processos de oxidação e redução. Em primeiro lugar, vamos rever conceitos que provavelmente são familiares para a maioria dos leitores: as definições de oxidação e redução, e o uso de estados de oxidação

(números de oxidação).

Oxidação e redução

Os termos oxidação e redução são aplicados de diversas manei‑ ras e o estudante tem que estar preparado para acompanhar as suas diferentes utilizações.

A oxidação se refere ao ganho de oxigênio, a perda de hidrogênio ou a perda de um ou mais elétrons. A redução se refere a perda de oxigênio, ao ganho de hidrogênio ou o ganho de um ou mais elétrons.

As etapas de oxidação e redução complementam uma a outra, por exemplo, na reação 8.1, o magnésio é oxidado, quando o oxigênio é reduzido. O magnésio é o agente de redução ou o redutor, enquanto O2 atua como o agente oxidante ou o oxidante.

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Medium 9788521631064

21 - Ácidos Carboxílicos e Seus Derivados

David Klein Grupo Gen PDF Criptografado

21

21.1 Introdução aos Ácidos Carboxílicos

21.2 Nomenclatura dos Ácidos Carboxílicos

21.3 Estrutura e Propriedades dos

Ácidos Carboxílicos

Ácidos

Carboxílicos e

Seus Derivados

21.4 Preparação de Ácidos Carboxílicos

21.5 Reações dos Ácidos Carboxílicos

21.6 Introdução aos Derivados de

Ácidos Carboxílicos

21.7 Reatividade dos Derivados de Ácidos Carboxílicos

21.8 Preparação e Reações de Cloretos Ácidos

21.9 Preparação e Reações de Anidridos Ácidos

21.10 Preparação de Ésteres

21.11 Reações dos Ésteres

21.12 Preparação e Reações de Amidas

21.13 Preparação e Reação de Nitrilas

21.14 Estratégias de Síntese

21.15 Espectroscopia de Ácidos

Carboxílicos e Seus Derivados

KLEIN - Vol 2 - 21.indd 306

VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU…

como a aspirina é capaz de reduzir a febre?

E

ste capítulo vai explorar a reatividade dos ácidos carboxílicos e seus derivados.

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Medium 9788577802753

12. Ondas e Som

Paul G. Hewitt Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 12

Ondas e Som

12.1 Oscilações e ondas

12.7 Interferência

12.8 Efeito Doppler

12.2 Movimento ondulatório

12.9 Barreiras de ondas e ondas de proa

12.3 Ondas transversais e longitudinais

12.10 Ondas de choque e estrondos sônicos

12.4 Ondas sonoras

12.11 Sons musicais

12.5 Reflexão e refração do som

12.6 Oscilações forçadas e ressonância

I

Diane Riendeau usa um gerador de ondas didático e demonstra a seus alunos como uma vibração produz uma onda.

númeras coisas no mundo ao nosso redor balançam e se agitam – a superfície de um sino, a corda de uma guitarra, a palheta de um clarinete, os lábios quando alguém toca um trompete e as cordas vocais de sua laringe quando você fala ou canta. Todas essas coisas oscilam. Enquanto vibram no ar, elas fazem com que as moléculas do ar oscilem também, exatamente da mesma maneira, e estas vibrações se espalham em todas as direções, tornando-se mais fracas, perdendo energia em forma de calor até cessarem por completo.

Mas se, em vez disso, essas vibrações atingissem o seu ouvido, elas seriam transmitidas até uma parte de seu cérebro, e com isso você escutaria um som.

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Medium 9788563308047

Cinética Química

Raymond Chang Grupo A PDF Criptografado

Cinética Química

14.1 Velocidade de uma Reação 439

14.2 Leis de Velocidade 443

Determinação Experimental das Leis de Velocidade

14.3 Relação entre a Concentração do Reagente e o Tempo 447

Reações de Primeira Ordem • Reações de Segunda Ordem

14.4 Energia de Ativação e Dependência das Constantes de

Velocidade em Relação à Temperatura 455

Teoria das Colisões • Equação de Arrhenius

14.5 Mecanismos de Reação 460

Leis de Velocidade e Etapas Elementares

14.6 Catálise 464

Catálise Heterogênea • Catálise Homogênea • Catálise Enzimática

Conceitos Essenciais

Um fio de platina aquecido incandesce quando mantido sobre uma solução concentrada de amônia.

A reação de oxidação da amônia gerando óxido nítrico, catalisada pela platina, é altamente exotérmica.

Velocidade de uma Reação A velocidade de uma reação mede quão rápido um reagente é consumido ou quão rápido um produto é formado.

A velocidade é expressa como a razão entre a variação na concentração

(do reagente ao do produto) e o tempo decorrido.

Leis de Velocidade Medidas experimentais das velocidades conduzem

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Medium 9788580553345

Capítulo 39 - Ortomixovírus (vírus influenza)

Geo. F. Brooks, Karen C. Carroll, Janet S. Butel, Stephen A. Morse, Timothy A. Mietzner Grupo A PDF Criptografado

39

C A P Í T U L O 

Ortomixovírus

(vírus influenza)

As doenças respiratórias são responsáveis por mais de metade das doenças agudas que ocorrem anualmente nos EUA.

Os vírus Orthomyxoviridae (vírus influenza) constituem um importante determinante de morbidade e mortalidade causadas por doenças respiratórias, e algumas vezes ocorrem surtos de infecção em forma de epidemia mundial. A influenza já foi responsável por milhões de mortes no mundo inteiro.

A mutabilidade e a elevada frequência do rearranjo genético, bem como as consequentes alterações antigênicas nas glicoproteínas da superfície viral, tornam os vírus influenza um verdadeiro desafio em termos de controle. Do ponto de vista antigênico, o vírus influenza tipo A é altamente variável, sendo responsável pela maioria dos casos de influenza epidêmica.

O vírus influenza tipo B pode exibir alterações antigênicas, e por vezes provoca epidemias. O vírus influenza tipo C é antigenicamente estável e só provoca doença leve em indivíduos imunocompetentes.

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Medium 9788582713662

Capítulo 24 - Estresse Abiótico

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

24

Estresse Abiótico

A

s plantas crescem e se reproduzem em ambientes adversos, que contêm uma multiplicidade de fatores abióticos (não vivos) químicos e físicos, que variam conforme o tempo e a localização geográfica. Os parâmetros ambientais abióticos primários que afetam o crescimento vegetal são luz (intensidade, qualidade e duração), água (disponibilidade no solo e umidade), dióxido de carbono, oxigênio, conteúdo e disponibilidade de nutrientes no solo, temperatura e toxinas (i.e., metais pesados e salinidade). As flutuações desses fatores ambientais fora de seus limites normais em geral têm consequências bioquímicas e fisiológicas negativas para as plantas. Por serem sésseis, as plantas são incapazes de evitar o estresse abiótico simplesmente pelo deslocamento para um ambiente mais favorável. Como alternativa, elas desenvolveram a capacidade de compensar as condições estressantes, mediante alteração dos processos fisiológicos e de desenvolvimento para manter o crescimento e a reprodução.

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Medium 9788527724821

Capítulo 15 - Termorregulação

Sharon A. Plowman, Denise L. Smith Grupo Gen PDF Criptografado

392

Termorregulação

Unidade do Sistema Cardiovascular-Respiratório

C a p í t u l o 15

Termorregulação

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Identificar os fatores ambientais que afetam a termorregulação humana e utilizar os índices do estresse térmico e da queda de temperatura (esfriamento) induzida pelo vento (windchill) para determinar o risco associado ao exercício em várias condições.

• Descrever o equilíbrio térmico e discutir os fatores que contribuem para o ganho e a perda de calor.

• Enumerar e definir os mecanismos pelos quais o corpo perde calor.

• Identificar os fatores que influenciam a troca (permuta) de calor entre o indivíduo e o meio ambiente.

• Descrever os desafios enfrentados pelo sistema cardiovascular quando o exercício é realizado em um ambiente quente e em um ambiente frio.

• Estabelecer a diferença entre os diversos tipos de enfermidade induzida pelo calor em termos de sintomas, causas e primeiros socorros.

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Medium 9788536530475

13.2 Etapas de um Projeto de Instalações Elétricas

Eduardo Cesar Alves Cruz, Larry Aparecido Aniceto Editora Saraiva PDF Criptografado

256

Instalações Elétricas   Fundamentos, Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais

Quadro 13.1  Potência em função da natureza da carga

Carga resistiva cos j = 1

Carga indutiva (exceto motor) cos j < 1

Equipamento a motor cos j < 1 e h < 1

yy  lâmpada incandescente yy  chuveiro e torneira elétrica yy  forno elétrico etc.

yy  lâmpada de descarga (reator) yy  ar-condicionado etc.

yy  motor de portão automático yy  motor de elevador yy  bombas em geral

S =P

S=

em que:

em que:

carga monofásica e bifásica:

P =V . I

carga monofásica e bifásica:

P = V . I. cosϕ

P cos ϕ

S=

P

η·cos ϕ

em que: motor monofásico ou bifásico:

P = V . I. cos ϕ . η

motor trifásico:

P = 3.V . I. cosϕ . η

Observação: 1 CV = 736 WN  e  1 HP = 746 W

Exercícios Resolvidos

Acervo pessoal

13.1 Considere uma lâmpada a vapor metálico e o seu reator com ignitor incorporado a serem instalados em um jardim residencial com as especificações: 220 V, 150 W e cos j = 0,90.

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Medium 9788527730815

Capítulo 13 - Bioquímica do Periodonto

Ana Carolina Magalhães, Rodrigo Cardoso de Oliveira, Marília Afonso Rabelo Buzalaf Grupo Gen PDF Criptografado

13

Bioquímica do

Periodonto

Rodrigo Cardoso de Oliveira, Ana Carolina Magalhães e Marília Afonso Rabelo Buzalaf

Periodonto sadio

O periodonto é constituído por diversos tecidos que apresentam, em conjunto, as funções de sustentação e proteção dos dentes (Figura 13.1). Os tecidos que compõem o periodonto

são: gengiva, ligamento periodontal, cemento e osso alveolar

(Figura 13.1) (Nanci, 2008; Nicolau, 2008).

Gengiva

A gengiva é composta por dois tipos de tecido: epitelial e conjuntivo. A camada epitelial é mais externa, pode ser dividida em região oral, sulcular e juncional, e varia no grau de queratinização e no número de células. As principais células do epitélio

Gengiva

Cemento

Ligamento periodontal

Osso alveolar

Figura 13.1 Componentes do periodonto.

Periodonto

periodonto é o conjunto de tecidos de suporte/sustentação e proteção aos dentes. Pode ser dividido basicamente em dois tipos: de proteção e de sustentação. O periodonto de proteção é composto pela gengiva (com diferentes classificações: papilar, livre, inserida e marginal); o de sustentação é constituído por cemento, ligamento periodontal e osso alveolar. Todos esses tecidos, com ressalva ao cemento, são remodelados (reabsorvidos e sintetizados) constantemente durante toda a vida do indivíduo, apresentando frequentes modificações na sua estrutura. Em condições normais, o cemento é sintetizado em velocidade menor e poucas vezes é reabsorvido.

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Medium 9788563308047

Química Nuclear

Raymond Chang Grupo A PDF Criptografado

Química Nuclear

21.1 Natureza das Reações Nucleares 686

Balanceamento de Equações Nucleares

21.2 Estabilidade Nuclear 688

Energia de Ligação Nuclear

21.3 Radioatividade Natural 693

Cinética do Decaimento Radioativo • Datação com Base em Decaimento

Radioativo

21.4 Transmutação Nuclear 697

Elementos Transurânicos

21.5 Fissão Nuclear 699

Bomba Atômica • Reatores Nucleares

21.6 Fusão Nuclear 704

Reatores de Fusão • Bomba de Hidrogênio

21.7 Aplicações dos Isótopos 706

Determinação Estrutural • Estudo da Fotossíntese • Isótopos na Medicina

21.8 Efeitos Biológicos da Radiação 709

Conceitos Essenciais

Estabilidade Nuclear Para manter a estabilidade nuclear, a proporção entre nêutrons e prótons deve variar dentro de um certo intervalo de valores. Uma medida quantitativa da estabilidade nuclear é a energia de ligação nuclear, que é a energia necessária para separar prótons e nêutrons de um núcleo. A energia de ligação nuclear pode ser calculada por meio das massas dos prótons, nêutrons e núcleo, pela relação de equivalência massa-energia de Einstein.

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Medium 9788527731812

5 - Tecido Conjuntivo

L. C. Junqueira, José Carneiro, Paulo Abrahamsohn Grupo Gen PDF Criptografado

5

Tecido Conjuntivo

Introdução, 88

Células do tecido conjuntivo, 88

Fibras do tecido conjuntivo, 97

Substância fundamental, 106

Tipos de tecidos conjuntivos, 111

Bibliografia, 116

Junqueira 05.indd 87

20/04/17 19:28

88

Histologia Básica | Texto e Atlas

Introdução

Células do tecido conjuntivo

Os tecidos conjuntivos são responsáveis pelo estabelecimento e pela manutenção da forma do corpo. Este papel mecânico é determinado por um conjunto de moléculas – matriz extracelular (MEC) – que conecta as células e os órgãos, dando, dessa maneira, suporte aos tecidos, órgãos e ao corpo como um todo.

Diferentemente dos demais tipos de tecidos (epitelial, muscular e nervoso), que são formados principalmente por células, o principal componente do tecido conjuntivo

é a MEC. Ela consiste em diferentes combinações de proteínas fibrosas e em um conjunto de macromoléculas hidrofílicas e adesivas, as quais constituem a substância fundamental.

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Medium 9788582604380

Capítulo 2 - Propriedades das Substâncias Puras

Merle C. Potter, Craig W. Somerton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Propriedades das

Substâncias Puras

2.1

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, serão apresentadas as relações entre pressão, volume específico e temperatura para uma substância pura. Uma substância pura é homogênea. Ela pode existir em mais de uma fase, mas cada fase deve ter a mesma composição química. A água é uma substância pura. As diversas combinações das suas três fases possuem a mesma composição química. O ar não é uma substância pura, e o ar líquido e o vapor de ar têm composições químicas diferentes. Além disso, será considerada apenas uma substância compressível simples, ou seja, uma substância essencialmente livre de efeitos magnéticos, elétricos e de tensão de superfície. Uma substância pura, simples e compressível será extremamente útil em nossos estudos sobre termodinâmica. Um capítulo posterior incluirá alguns efeitos reais que fazem com que as substâncias desviem do estado ideal apresentado neste capítulo.

2.2

A SUPERFÍCIE P- -T

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Medium 9788582713808

Capítulo 34 - Doenças tropicais

Heinz Lüllmann, Klaus Mohr, Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

292

34.1 Antimaláricos

34 DOENÇAS TROPICAIS

Antimaláricos

A malária é causada por plasmódios, que são organismos unicelulares (protozoários).

Os agentes são transmitidos ao homem na forma de esporozoítos pela picada de mosquitos do gênero Anopheles infectados (► Fig. 34.1A).

Os esporozoítos invadem as células parenquimatosas hepáticas, onde se desenvolvem em esquizontes (lesão tecidual primária), que dão origem a inúmeros merozoítos que entram no sangue. Esse ciclo pré-eritrocitário é assintomático. No sangue, os parasitas entram nas hemácias (ciclo eritrocitário). Os merozoítos resultantes do eritrócito infectado são liberados com hemólise e crise febril, e mais hemácias são infectadas. O tempo para formar a próxima “safra” de merozoítos determina o intervalo entre as crises febris. Nos casos de Plasmodium vivax e P. ovale, alguns esporozoítos podem se tornar latentes no fígado como “hipnozoítos” e podem permanecer nesse estado durante meses ou anos antes de iniciarem a esquizogonia.

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