3563 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788541202930

8. ÁGUA E REGULAÇÃO OSMÓTICA

SCHMIDT-NIELSEN, Knut Grupo Gen PDF Criptografado

8

água e REGULAÇÃO osmótica

A grosso modo, os seres vivos podem ser descritos como uma solução aquosa envolta por uma membrana, a superfície do corpo. O volume do organismo e a concentração dos solutos devem ser mantidos dentro de limites bastantes estreitos.

A razão é que o funcionamento ótimo de um animal requer uma composição relativamente constante e bem definida de seus fluidos corpóreos e desvios substanciais são geralmente incompatíveis com a vida.

O problema é que as concentrações adequadas dos fluidos corpóreos do animal invariavelmente diferem daquelas do meio ambiente. Os animais precisam manter concentrações apropriadas, porém as diferenças de concentração tendem a diminuir, alterando o estado de equilíbrio das condições internas. Os animais podem minimizar as dificuldades pela redução (1) da permeabilidade e (2) dos gradien­tes de concentração entre os flui-

dos cor­póreos e o meio, sendo que ambas estratégias podem ser utilizadas.

Mesmo uma permeabilidade muito reduzida não resolve todos os problemas, pois sempre haverá algum grau de perda por difusão. Logo, as condições internas de equilíbrio podem apenas ser mantidas se o organismo gerar um fluxo contrário que seja exatamente igual à perda por difusão; tal contrafluxo necessita de energia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521632061

16 Ondas – I

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

1

6

Ondas – I

16‑1

ONDAS TRANSVERSAIS

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

16.01 Conhecer os três tipos principais de ondas.

16.02 Saber qual é a diferença entre ondas transversais e ondas

16.07 Descrever o efeito de uma variação da constante de fase 

16.03 Dada a função deslocamento de uma onda transversal,

tância percorrida pela onda e o tempo necessário para percorrer essa distância.

longitudinais.

determinar a amplitude ym, o número de onda k, a frequência angular , a constante de fase  e o sentido de propagação, além de calcular a fase kx 6 vt 1  e o deslocamento para qualquer valor da posição e do tempo.

16.04 Dada a função deslocamento de uma onda transversal, c­ alcular o intervalo de tempo entre dois deslocamentos conhe‑ cidos.

16.05 Desenhar um gráfico de uma onda transversal em uma corda

Ver todos os capítulos
Medium 9788527727730

Parte 3 - 18 - Nutrição — Os Substratos das Vias Metabólicas

MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista Grupo Gen PDF Criptografado

18 Nutrição — Os Substratos das Vias Metabólicas

Os alimentos ingeridos pelos seres humanos, após digestão e absorção, originam uma grande diversidade de substâncias que são distribuí­das às células, fornecendo os substratos das vias metabólicas oxidativas e biossintéticas, além de vitaminas e sais minerais. O funcionamento global do organismo depende da quantidade e da qualidade dos nutrientes ingeridos. O objetivo deste capítulo é fornecer noções básicas sobre a composição de uma dieta balanceada, indispensável para a manutenção de um estado saudável.

18.1 Nutrição proteica

As proteí­nas constituintes dos organismos, quaisquer que sejam as suas funções, estão sempre sendo degradadas e sintetizadas. A reciclagem de proteí­nas alimenta e utiliza um conjunto de aminoá­cidos, que deve ser entendido como moléculas “em trânsito” entre os processos de degradação e síntese. Este conjunto precisa ser con­ti­nuamente suprido por aminoá­cidos exógenos, por várias razões:

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555943

52. Proteínas plasmáticas e imunoglobulinas

Victor W. Rodwell; David A. Bender; Kathleen M. Botham; Peter J. Kennelly; P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

52

C A P Í T U L o

Proteínas plasmáticas e imunoglobulinas

Peter J. Kennelly, Ph.D., Robert K. Murray, M.D., Ph.D., Molly Jacob, M.B.B.S.,

M.D., Ph.D. e Joe Varghese, M.B.B.S., M.D.

OBJ e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Citar

as principais funções do sangue. as principais funções da albumina sérica.

�� Explicar como a haptoglobina protege o rim contra a formação de precipitados de ferro nocivos.

�� Descrever os papéis da ferritina, da transferrina e da ceruloplasmina na homeostasia do ferro.

�� Descrever o mecanismo pelo qual a transferrina, os receptores de transferrina e a proteína HFE interagem para regular a síntese de hepcidina, um regulador fundamental da homeostasia do ferro.

�� Explicar como a homeostasia de ferro pode ser perturbada pelas deficiências nutricionais ou determinados distúrbios.

�� Detalhar as estruturas gerais e as funções das cinco classes de imunoglobulinas e o uso de anticorpos monoclonais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731461

24 - Bioquímica do Transporte de Gases

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF Criptografado

Bioquímica do

Transporte de Gases

Introdução

O aparecimento de O2 na Terra primitiva possibilitou um grande salto na eficiência de produção de energia por parte dos organismos vivos pelo fato de o O2 ser um poderoso agente oxidante. Contudo, a distribuição de O2 para todas as células dos organismos vertebrados torna-se um problema, já que a simples dissolução de O2 no plasma não é capaz de suprir as necessidades metabólicas de todos os tecidos com a devida eficiência. Assim, a natureza desenvolveu nos vertebrados um eficiente sistema destinado a distribuir o O2 aos tecidos, o sistema circulatório.

Um homem adulto de 70 kg apresenta aproximadamente

6  de sangue, um tecido formado por diferentes tipos celulares, incluindo o eritrócito. Os eritrócitos são células discoidais côncavas nas quais está presente uma proteína especializada em interagir com o O2, a hemoglobina. O tecido muscular esquelético, por sua alta taxa metabólica, dispõe de uma proteína de reserva de O2 similar à hemoglobina, a mioglobina.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521623441

Capítulo 5 - Teorias de gauge e QCD

ANSELMINO, Mauro; CARUSO, Francisco; MAHON, José Roberto; OGURI, Vitor Grupo Gen PDF Criptografado

✏◗❈❉❴✷✵✶✷✑ ✖ ✷✵✶✸✴✺✴✷ ✖ ✶✼✿✷✺ ✖ ♣❛❣❡ ✶✸✺ ✖ ★✶✺✶

Capítulo 5

Teorias de gauge e QCD

A QED, bem como a QCD, teoria das interações fortes entre quarks e glúons, são formuladas como teorias de gauge.

Este capítulo apresenta a ideia básica da simetria de gauge e, de forma heurística, em analogia com a QED, as regras de Feynman correspondentes à QCD.

A espectroscopia hadrônica e a interpretação do espalhamento profundamente inelástico, a partir do modelo a pártons, reforçaram a ideia de que os núcleons seriam estados ligados de quarks e glúons coloridos. A partir de então, procurou-se estabelecer uma teoria das interações entre esses objetos que permitisse compreender tanto o sucesso do modelo a pártons quanto não manifestação de quarks e glúons livres.1

Três das quatro teorias das interações fundamentais da Natureza são teorias de gauge: a Eletrodinâmica Quântica, a Unificação Eletrofraca e a Cromodinâmica Quântica. Essencialmente, essas teorias se baseiam na chamada simetria de gauge, ou simetria de calibre. Mas a situação no início da década de 1960 não era assim tão clara. Salam e Ward, por exemplo, em um artigo datado de 1961, afirmam:

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555905

Capítulo 13 - Gestão de resíduos sólidos urbanos

Mackenzie L. Davis; Susan J. Masten Grupo A PDF Criptografado

Gestão de resíduos sólidos urbanos

Estudo de caso: Muito lixo para pouco espaço . . .652

13-1 INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .653

A magnitude do problema. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 654

13-2 CARACTERÍSTICAS DOS RESÍDUOS SÓLIDOS . . .655

13-3 GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS . . . . . . . . . . . .658

13-4 COLETA DE RESÍDUOS SÓLIDOS. . . . . . . . . . . . .659

13-5 RESÍDUOS SÓLIDOS COMO RECURSO . . . . . . . .660

O histórico e as perspectivas . . . . . . . . . . . . . . . . . 660

Química e engenharia verdes . . . . . . . . . . . . . . . . 661

Redução na fonte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 662

Reúso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 662

Reeducação e a legislação . . . . . . . . . . . . . . . . . . 663

Reciclagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 663

A compostagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 667

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714850

Capítulo 13. Via das pentoses-fosfato e nicotinamida-adenina-dinucleotídeo fosfato (NADPH)

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

13

Via das pentoses-fosfato e nicotinamida-adenina-dinucleotídeo fosfato

(NADPH)

6-P-Gliconato

Glicogênio

Ribulose-5-P 6-P-Gliconolactona

I.

VISÃO GERAL

Ribose-5-P

II.

Galactose-1-P

Glucose 1-P

UDP-Galactose

Glicose-6-P

Xilulose-5-P

Glicose

Frutose-6-P

Sedoeptulose-7-P

Eritrose-4-P

A via das pentoses-fosfato (ou desvio das hexoses-monofosfato) ocorre no citosol. Ela consiste em uma fase oxidativa irreversível, seguida de uma série de interconversões reversíveis de oses-fosfato (Fig. 13.1). Na fase oxidativa, o carbono 1 da molécula de glicose-6-fosfato é liberado na forma de CO2, uma molécula de pentose-fosfato e duas moléculas de nicotinamida-adenina-dinucleotídeo fosfato reduzidas (NADPH) são produzidas por molécula de glicose-6-fosfato que entra na via. A velocidade e o sentido das reações reversíveis são determinados pela oferta e demanda de intermediários da via. A via das pentoses-fosfato proporciona a maior parte do NADPH do organismo; o NADPH atua como redutor bioquímico. A via também produz ribose-5-fosfato, necessária para a biossíntese de nucleotídeos (ver pág. 293), e fornece um mecanismo de conversão das pentoses-fosfato para intermediários de três e seis carbonos da glicólise. Nenhum ATP é diretamente consumido ou produzido na via.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521635017

Unidades e Medidas

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

1

Unidades e Medidas

U.1 Filosofia e prática na ciência

SUMÁRIO

U.1 Filosofia e prática na ciência

U.2 O sistema SI de unidades

U.3 Símbolos e equações na Física

U.4 Medições na Física

U.5 Margem de erro e precisão

Resumo

Questões de revisão

© ibuxa | iStockphoto.com

Os experimentos desempenham um papel vital em todos os ramos da ciência. Há mais de quinhentos anos, a teoria de Nicolau Copérnico de que a Terra e os planetas giram em volta do Sol foi rejeitada pela Igreja porque não era compatível com a ideia de que a Terra era o centro do

Universo. Como Copérnico não dispunha de provas experimentais, não havia razão para mudar a teoria proposta pelos antigos gregos. Muitos anos depois de Copérnico, Galileu (veja a Figura U.1) usou o recém-inventado telescópio para observar o movimento das luas de Júpiter e percebeu que o movimento dos planetas em torno do Sol é semelhante ao movimento das luas de

Júpiter em torno de Júpiter. Galileu foi preso quando publicou as provas favoráveis à teoria de

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625834

APÊNDICE G - UNIDADES SI, PREFIXOS E FATORES DE CONVERSÃO

FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.; McDONALD, Alan T. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

G

Unidades SI, Prefixos e

Fatores de Conversão

Tabela G.1

Unidades SI e Prefixosa

Unidades SI

Unidades básicas do SI:

Unidades complementares do SI:

Unidades derivadas do SI:

Prefixos do SI

Grandeza

Unidade

Comprimento

Massa

Tempo

Temperatura

Ângulo plano

Energia

Força

Potência

Pressão

Trabalho

metro quilograma segundo kelvin radiano joule newton watt pascal joule

Fator de Multiplicação

1 000 000 000 000  10

1 000 000 000  109

1 000 000  106

1 000  103

0,01  102

0,001  103

0,000 001  106

0,000 000 001  109

0,000 000 000 001  1012

12

Símbolo SI

Fórmula

m kg s

K rad

J

N

W

Pa

J

N·m kg · m/s2

J/s

N/m2

N·m

Prefixo

Símbolo SI

tera giga mega quilo centib mili micro nano pico

Ver todos os capítulos
Medium 9788563899576

Capítulo 6. Inferência estatística: Testes de sgnificância

Alan Agresti; Barbara Finlay Grupo A PDF Criptografado

6

INFERÊNCIA ESTATÍSTICA:

TESTES DE SIGNIFICÂNCIA

O objetivo de muitos estudos é verificar se os dados concordam com certas previsões.

As previsões geralmente resultam da teoria que leva à pesquisa. Essas previsões são hipóteses sobre a população em estudo.

Hipótese

Na estatística, uma hipótese é uma afirmação sobre a população. Ela é geralmente uma previsão na qual um parâmetro que descreve uma característica de uma variável assume um valor numérico particular ou está em certo intervalo de valores.

Exemplos de hipóteses são os seguintes:

“Para prestadores de serviço, a renda média é a mesma tanto para mulheres quanto para homens”, “Não existe diferença em termos probabilísticos entre Democratas e

Republicanos em relação ao voto seguindo a liderança do seu partido” e “A metade ou mais dos adultos canadenses está satisfeita com seu serviço nacional de saúde”.

Um teste de significância usa dados para resumir a evidência sobre uma hipótese, comparando as estimativas por pontos dos parâmetros aos valores previstos pela hipótese. O seguinte exemplo ilustra os conceitos por trás dos testes de significância.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521635543

2 - Nomenclatura de compostos orgânicos segundo as normas da IUPAC

SILVA, Raphael Salles Ferreira et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Nomenclatura de compostos orgânicos segundo as normas da IUPAC

Rodrigo da Silva Ribeiro

Os compostos químicos possuem uma nomenclatura sistemática regida por normas estabelecidas pela International Union of Pure and Applied

Chemistry — IUPAC (União Internacional de

Química Pura e Aplicada). O objetivo das regras de nomenclatura é permitir que cada composto químico tenha um nome que represente sua estrutura e composição química de modo inequívoco. Neste capítulo serão explicitadas as regras de nomenclatura aplicada a compostos orgânicos.

2

Capítulo 2

As regras básicas de nomenclatura visam a identificar um composto por meio de um nome, onde estão inseridas informações como a classe funcional a que ele pertence, os substituintes (grupamentos ligados à cadeia principal) e as possíveis insaturações (ligações π entre átomos de carbono), de modo que um mesmo nome não possa levar a duas ou mais estruturas diferentes, ou seja, não haja ambiguidades. Apesar de seguirem um processo sistemático, essas regras de nomenclatura também permitem a incorporação de nomes triviais, como ácido acético, naftaleno, ácido fórmico, piridina, entre outros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582601198

Capítulo 6 - Estatística aplicada à Topografia: aspectos básicos

Marcelo Tuler; Sérgio Saraiva Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Estatística aplicada à

Topografia: aspectos básicos

Ao ser executada, uma medição pode estar sujeita a erros inerentes ao método, ao equipamento e ao operador. Neste capítulo, discutimos como aplicar estatística para tratamentos de dados de campo, buscando precisão e acurácia.

Objetivos

Conhecer fundamentos básicos de estatística, aplicados à

Topografia.

Aplicar conceitos de estatística em práticas topográficas.

Tuler_topografia_06.indd 277

23/07/13 16:59

Generalidades e definições

Nos capítulos anteriores, observou-se que, durante as operações topográficas, faz-se a coleta de várias grandezas, especificamente de distâncias e ângulos. Como vimos, medir uma grandeza consiste em compará-la com uma definida como padrão e analisar quantas vezes ela é maior ou menor do que esse padrão. Um exemplo de padrão é a medida real de 1 metro. No entanto, ao se medir uma grandeza com um número finito de vezes, um dos problemas a ser resolvido é estimar o melhor valor que represente a medida. Essa resposta é desenvolvida no ajustamento de observações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521628675

10 Comentários finais

FERREIRA, Manuel Portugal Grupo Gen PDF Criptografado

10

Comentários finais

Não tive neste livro a pretensão de dar resposta a todas as possíveis questões que o estudante coloca quando confrontado com a tarefa de escrever um trabalho, um artigo, uma dissertação ou tese, nem às de um pesquisador júnior que começa a escrever o seu primeiro artigo para publicação. Também não pretendi estabelecer os critérios (normas de estrutura e organização, e sugestões de redação) para satisfazer todos os tipos de trabalhos. É evidente que diferentes tipos de trabalho terão diferentes exigências. Por exemplo, sugiro que nos trabalhos para as disciplinas o estudante siga sempre o normativo definido pelo professor. Nas dissertações ou teses importa seguir as normas específicas da universidade. Por outro lado, os artigos qualitativos e estudos de caso têm estruturas distintas. Em suma, o fundamental é seguir sempre o normativo específico para cada situação.

No entanto, pretendi sistematizar um pouco do que li e aprendi nesta prática da pesquisa, do pensamento, da escrita e da organização do texto, com a expectativa, ou o desejo, de que seja útil aos meus futuros alunos. Talvez o objetivo de proporcionar-lhes um guia sobre questões de organização, de estilo e de forma seja ambicioso e algo pretensioso. Não se ensina um estudante a pensar a pesquisa nem a escrever com este livro. A minha

Ver todos os capítulos
Medium 9788527729369

Capítulo 18 - Ecdisozoários Menores

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍT ULO

18

Ecdisozoários

Menores

°

°

°

°

°

Filo Nematoda | Lombrigas

Filo Nematomorpha

Filo Loricifera

Filo Kinorhyncha

Filo Priapulida

Macho de Trichinella spiralis, um nematódeo.

Nematoda

Nematomorpha

Loricifera

• CLADO PANARTHROPODA

° Filo Onychophora

° Filo Tardigrada

Kinorhyncha

Priapulida

Onychophora

Tardigrada

Um mundo de nematódeos

Sem dúvida nenhuma, os nematódeos são os mais importantes animais pseudocelomados, tanto em termos numéricos quanto devido a seu impacto sobre os seres humanos. Os nematódeos são abundantes na maior parte do mundo, embora a maioria das pessoas tome conhecimento deles como parasitas de humanos ou de seus animais de estimação somente ocasionalmente. Não temos ciência dos milhões de vermes nos solos, nos oceanos e ambientes de água doce, nas plantas e em todos os tipos de animais. Sua abundância extraordinária levou N. A. Cobb1 a escrever em 1914:

Ver todos os capítulos

Carregar mais