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Medium 9788536702117

Capítulo 5 - Semiologia radiológica

Claudio Fróes de Freitas Grupo A PDF Criptografado

5

Semiologia radiológica

CLAUDIO FRÓES DE FREITAS

THÁSIA LUIZ DIAS FERREIRA

Uma das grandes dificuldades no campo da radiologia e imaginologia odontológica é a interpretação radiográfica, pois esta, além de exigir fatores inerentes à educação continuada do profissional, necessita também de sua experiência, no dia a dia. O profissional precisa saber olhar, constatar e discernir as imagens radiográficas, o que só se torna possível com o passar dos anos.

Quando se está diante de uma imagem radiográfica, independentemente da técnica radiográfica convencional ou do método recente de diagnóstico por imagem utilizado, é extremamente importante coletar o maior número de informações possíveis, procurando-se uma interpretação segura, a fim de que a imagem radiográfica obtida ou adquirida exerça o seu papel na elaboração final do diagnóstico. Salienta-se, ainda, que o exame histopatológico

é conclusivo.

Objetivos de aprendizagem:

• Conhecer os princípios fundamentais para a interpretação das imagens radiográficas

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Medium 9788565837026

As formas das moléculas

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

136

QUÍMICA GERAL

nhos permite a formação de cadeias longas de anéis que apresentam distribuições de probabilidade eletrônica consideravelmente sobrepostas.

AS FORMAS DAS MOLÉCULAS

Os comprimentos de ligação

Os comprimentos de ligação entre um dado par de átomos são aproximadamente constantes para diferentes compostos, para um mesmo tipo de ligação (simples, dupla ou tripla). Se supormos que o comprimento de uma ligação covalente simples é a soma dos raios covalentes dos dois átomos ligantes, poderemos chegar a estimativas rápidas mas confiáveis com base em informações facilmente obtidas, como mostra a Tabela 9-2.

Tabela 9-2 Raios covalentes em ligações simples

Carbono

Silício

Nitrogênio

Fósforo

Antimônio

77 pm

117 pm

70 pm

110 pm

141 pm

Oxigênio

Enxofre

Flúor

Cloro

Iodo

66 pm

104 pm

64 pm

99 pm

133 pm

Com base nos valores medidos com precisão para os comprimentos de ligação em H3C¬CH3, H2C“CH2 e

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Medium 9788521630395

CAPÍTULO 7 - TRABALHO VIRTUAL

James L. Meriam, L. Glenn Kraige Grupo Gen PDF Criptografado

7

Trabalho Virtual

DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO

7/1 Introdução

7/4  Energia Potencial e Estabilidade

7/2 Trabalho

7/5  Revisão do Capítulo

7/3 Equilíbrio

7/1 Introdução

Nos capítulos anteriores analisamos o equilíbrio de um corpo isolando-o com um diagrama de corpo livre e igualando a zero as equações dos somatórios de forças e momentos.

Esse enfoque é normalmente empregado para um corpo cuja posição de equilíbrio é conhecida ou dada e onde uma ou mais das forças externas é uma incógnita a ser determinada.

Existe uma classe diferente de problemas na qual os corpos são compostos de elementos interligados, que podem se mover uns em relação aos outros. Assim, várias configurações de equilíbrio são possíveis e devem ser examinadas. Para problemas desse tipo, as equações de equilíbrio de forças e momentos, embora válidas e adequadas, frequentemente não são o enfoque mais direto e conveniente.

Um método baseado no conceito do trabalho feito por uma força é mais direto. Além disso, o método dá um entendimento mais profundo sobre o comportamento de sistemas mecânicos e nos permite examinar a estabilidade de sistemas em equilíbrio. Esse método é chamado de método do trabalho virtual.

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Medium 9788522445332

22 - Auditoria de imagem na mídia

Jorge Duarte, Antônio Barros Grupo Gen PDF Criptografado

Auditoria de imagem na mídia

!"#

Auditoria de imagem na mídia

Wilson da Costa Bueno

... Alguém viu Nasrudin procurando alguma coisa no chão. �O que é que você perdeu, Mullá�?, perguntoulhe. �Minha chave�, respondeu o Mullá.

1

A imagem corporativa

A Comunicação Empresarial brasileira experimentou, na última década, um grande desenvolvimento, caminhando em direção a novos patamares de excelência. Esta realidade se deve a inúmeros fatores, dentre os quais o reconhecimento da importância da comunicação para as organizações e a qualificação dos profissionais da área. É necessário, também, destacar a contribuição da Academia e do mercado no sentido de propor e construir novas metodologias para a avaliação da eficácia das ações e estratégias de comunicação empreendidas pelas organizações modernas.

Neste cenário remodelado, os chamados ativos intangíveis passaram a ocupar o primeiro plano, agora entendidos como atributos importantes para mensurar o valor de uma empresa, distintos dos tradicionais vinculados a fatores eminentemente físicos (número de funcionários, prédios, equipamentos etc.).

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Medium 9788584291267

Capítulo 6 - Realidade aumentada e realidade virtual

Rui Fava Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Realidade aumentada e realidade virtual

Gravar pensamentos e sonhos é o próximo passo para realidade virtual e realidade aumentada.

Mark Elliot Zuckerberg

2016

Durante séculos, a tradição cultural ocidental esteve assentada na robusta valorização da palavra e no prestígio da literatura e da filosofia. Entretanto, com o advento das tecnologias de comunicação digital, a imagem adquiriu uma importância sem precedentes na vida cotidiana, com ênfase no processo de ensino e de aprendizagem.

Quando se discute o sequenciamento de aprendizagem, é fato que cada geração traz consigo suas características intrínsecas, mas procura moldá-las, adaptá-las e integrá-las aos novos arquétipos de tecnologia digital e às redes sociais interativas e participativas. Os jovens contemporâneos preferem

FAVA - Inteligencia Artificial.indb 74

29/06/18 16:21

Capítulo 6 | Realidade aumentada e realidade virtual

75

aprender imagem em movimento, imagem fixa, som e texto. Quando se pensa em imagem em movimento, realidade aumentada (RA) e realidade virtual

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Medium 9788520429754

Capítulo 34 - Conceitos e Medições de Satisfação no Saneamento Básico

Jr. Arlindo Philippi Editora Manole PDF Criptografado

34

Conceitos e Medições de Satisfação no Saneamento

Básico

Monique Menezes

Cientista social, FGV Opinião

Marcelo Caetano Correa Simas

Cientista social, Iuperj

INTRODUÇÃO

O aperfeiçoamento do atendimento ao usuário com o uso de indica‑ dores pode ser realizado a partir de duas abordagens. Primeiro, através de indicadores objetivos de desempenho, que refletem, principalmente, a vi‑ são da própria organização sobre o que é a qualidade da prestação de servi‑

ço. Segundo, por meio de indicadores da percepção dos usuários sobre a prestação de serviço que ele recebeu; nesse caso, é o usuário que define o que é um serviço de qualidade, tendo em vista as suas expectativas quanto ao serviço. Essa distinção é importante, do ponto de vista gerencial, porque

é comum que determinado aspecto de serviço alcance plenamente a sua meta de desempenho objetivo e, mesmo assim, seja considerado insatisfa‑ tório pelos usuários que recebem de fato o serviço.

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Medium 9788582712085

Capítulo 22 - Biologia de Sistemas

James D. Watson; Tania A. Baker; Stephen P. Bell; Alexander Gann; Michael Levine; Richard Losick Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

22

SUMÁRIO

Biologia de Sistemas

Circuitos Reguladores, 776

Autorregulação, 776

O

natureza da biologia molecular. Hoje, é possível identificar cada componente – cada gene e proteína – envolvido em um processo celular complexo como a diferenciação de uma célula-tronco em músculo cardíaco. Antes do advento das tecnologias de sequenciamento de DNA em larga escala e métodos de proteômica, os biólogos moleculares buscavam obter princípios gerais a partir da dissecação sistemática de apenas um subconjunto dos componentes totais – os considerados agentes reguladores limitantes cruciais do processo em estudo. A capacidade para identificar e caracterizar cada componente de um processo fornece a oportunidade para uma nova linha de pesquisa: quais são os princípios de design subjacentes? Neste capítulo, será discutida a disciplina emergente da biologia de sistemas, que surgiu da união entre a biologia molecular experimental tradicional e a análise computacional.

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Medium 9788527733502

27 - Imuno-hematologia

VAZ, Adelaide José et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 27

Imuno-hematologia

Elvira Maria Guerra-Shinohara, Elza Regina Manzolli Leite e Amauri Antiquera Leite

Introdução

A imuno-hematologia é uma parte complexa das Ciências

Biológicas que estuda a importância dos antígenos eritrocitários, plaquetários e leucocitários (HLA) nas incompatibilidades transfusional e materno-fetal. Está relacionada, portanto,

à imunologia, hematologia, genética, biologia molecular e bioquímica. Neste capítulo, serão abordados apenas os antígenos eritrocitários e plaquetários, uma vez que os leucocitários foram apresentados no Capítulo 26.

Antígenos eritrocitários

São estruturas apresentadas na superfície das hemácias humanas (membranas eritrocitárias), constituídas de açúcares (carboidratos em glicolipídios ou glicoproteínas) ou proteínas

(peptídios em proteínas inseridos na membrana).

Essas moléculas são denominadas antígenos porque podem induzir à produção de anticorpos específicos quando injetados por via parenteral, por meio de transfusões sanguíneas, ou pela passagem de hemácias fetais para a circulação da gestante ou parturiente. Para que haja a imunização, é necessário o paciente ou a gestante não ter em seus eritrócitos os antígenos que estão sendo apresentados ao seu sistema imunológico.

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Medium 9788582710654

Capítulo 27 - Síntese de Proteínas

Donald Voet; Judith G. Voet; Charlotte W. Pratt Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 27

Síntese de

Proteínas

Sumário

1 O código genético

A Códons são trincas lidas sequencialmente

B O código genético foi decifrado de forma sistemática

C O código genético é degenerado e não randômico

2 RNA transportador e sua aminoacilação

A Todos os tRNA têm estrutura semelhante

B Aminoacil-tRNA-sintases ligam aminoácidos aos tRNA

C Um tRNA pode reconhecer mais do que um códon

3 Ribossomos

A O ribossomo procariótico é constituído por duas subunidades

B O ribossomo eucariótico é maior e mais complexo

Vários tipos de organismos, incluindo a Acetabularia (enorme alga de uma única célula cujo cap tem cerca de 1 cm de diâmetro), utilizam variações do código genético padrão, inspirando os biólogos a elaborar novas explicações de como um aspecto tão fundamental da biologia molecular pode permitir mudança evolutiva. (© Laurent

Piechegut/Peter Arnold, Inc.)

4 Tradução

A O início da cadeia requer um tRNA iniciador e fatores de iniciação

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Medium 9788565837026

A constante de velocidade e a ordem da reação

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 20

As Velocidades das Reações

Você deve ter percebido que, nas discussões apresentadas até agora sobre equilíbrios químicos, direção das reações, espontaneidade e outros tópicos a velocidade das reações não é mencionada. O assunto não foi estudado sequer no capítulo sobre termodinâmica. Na verdade, muitos livros são enfáticos ao afirmar que a velocidade de uma reação não está vinculada a qualquer consideração de ordem termodinâmica. O ramo da química dedicado ao estudo das velocidades das reações é a cinética química. Este capítulo tem dois objetivos principais. O primeiro é apresentar uma abordagem sistemática para o tratamento de dados sobre a relação de dependência entre as velocidades das reações e variáveis controláveis. O segundo é demonstrar a relação entre velocidade de uma reação e o mecanismo molecular atuante nela.

A CONSTANTE DE VELOCIDADE E A ORDEM DA REAÇÃO

Reações homogêneas são aquelas que transcorrem em uma única fase (estado físico), sobretudo em uma fase líquida ou gasosa. Por sua vez, as reações heterogêneas ocorrem, ao menos em parte, na interface entre duas fases, como entre uma fase sólida e uma fase líquida, ou uma fase líquida e uma fase gasosa, por exemplo. A discussão e os problemas apresentados neste capítulo tratam de reações homogêneas, a menos que afirmado o contrário. É importante observar que o termo velocidade indica o envolvimento da grandeza tempo, normalmente expresso em segundos (s), minutos (min) ou horas (h).

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Medium 9788582710722

Capítulo 26 - Metabolismo de RNA

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

26

Metabolismo de RNA

26.1 Síntese de RNA dependente de DNA 1058

26.2 Processamento de RNA 1069

26.3 Síntese de RNA e DNA dependente de RNA 1085

A

expressão da informação em um gene geralmente envolve a produção de uma molécula de RNA transcrita a partir de um molde de DNA. À primeira vista, fitas de RNA e DNA podem ser muito semelhantes, diferindo apenas pelo fato do RNA ter um grupo hidroxila na posição 29 da aldopentose e uracila em vez de timina. No entanto, ao contrário do DNA, a maioria dos RNA desempenha suas funções como fitas simples, que se dobram sobre si mesmas e têm o potencial para uma diversidade estrutural muito maior do que o DNA (Capítulo 8). O RNA é, portanto, adequado para uma variedade de funções celulares.

O RNA é a única macromolécula conhecida que tem um papel tanto no armazenamento da informação quanto na catálise, o que levou a muita especulação a respeito do seu possível papel como intermediário químico no desenvolvimento da vida neste planeta. A descoberta de RNAs catalisadores, ou ribozimas, alterou a própria definição de uma enzima, estendendo-a além do domínio das proteínas.

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Medium 9788563308047

Química Nuclear

Raymond Chang Grupo A PDF Criptografado

Química Nuclear

21.1 Natureza das Reações Nucleares 686

Balanceamento de Equações Nucleares

21.2 Estabilidade Nuclear 688

Energia de Ligação Nuclear

21.3 Radioatividade Natural 693

Cinética do Decaimento Radioativo • Datação com Base em Decaimento

Radioativo

21.4 Transmutação Nuclear 697

Elementos Transurânicos

21.5 Fissão Nuclear 699

Bomba Atômica • Reatores Nucleares

21.6 Fusão Nuclear 704

Reatores de Fusão • Bomba de Hidrogênio

21.7 Aplicações dos Isótopos 706

Determinação Estrutural • Estudo da Fotossíntese • Isótopos na Medicina

21.8 Efeitos Biológicos da Radiação 709

Conceitos Essenciais

Estabilidade Nuclear Para manter a estabilidade nuclear, a proporção entre nêutrons e prótons deve variar dentro de um certo intervalo de valores. Uma medida quantitativa da estabilidade nuclear é a energia de ligação nuclear, que é a energia necessária para separar prótons e nêutrons de um núcleo. A energia de ligação nuclear pode ser calculada por meio das massas dos prótons, nêutrons e núcleo, pela relação de equivalência massa-energia de Einstein.

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Medium 9788582603406

Capítulo 10 - Movimento de Projéteis e de Satélites

Paul Hewitt Grupo A PDF Criptografado

10

C A P Í T U L O

1

1 0

Movimento de Projéteis e de Satélites

2

3

10.1

Movimento de projéteis

10.2

Projéteis velozes – satélites

10.3

Órbitas circulares de satélites

10.4

Órbitas elípticas

10.5

As leis de Kepler do movimento planetário

10.6

Conservação da energia e movimento de satélites

10.7

4

Rapidez de escape

1 A atmosfera da Terra corresponde a uma pequena fração da largura dos dedos de Emily Abrams, com a Estação Espacial Internacional orbitando a uma altura correspondente a distância até a unha do dedo mínimo! 2 Ben Thoma e Tenny Lim na “sala limpa” livre de poeira do Laboratório de Jato Propulsão, junto ao módulo de descida que baixou o Curiosity sobre a superfície de Marte, em 6 de agosto de

2012. 3 Tenny de pé junto a modelos de robôs-viajantes marcianos que revelam o grande tamanho da Curiosity. 4 Shruti Kumar pede à sua classe para prever onde o projétil aterrissará para uma dada velocidade e um dado ângulo de lançamento.

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Medium 9788527729369

Capítulo 17 - Anelídeos e Táxons Relacionados

Cleveland P. Hickman Jr, Larry S. Roberts, Susan Keen, David J. Einsenhour, Allan Larson, Helen Anson Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍT ULO

17

Anelídeos e Táxons

Relacionados

• FILO ANNELIDA, INCLUINDO

POGONÓFOROS (SIBOGLINIDAE)

E EQUIURÍDEOS

• FILO SIPUNCULA

Annelida

Sipuncula

Chloeia sp., um poliqueta errante com grandes feixes de cerdas.

Divisão do corpo

Embora a presença de um celoma preenchido por fluido tenha oferecido um esqueleto hidrostático eficiente para a escavação, o controle preciso dos movimentos do corpo foi provavelmente difícil para os primeiros celomados. A força da contração muscular em uma área era transferida para todo o corpo pelo fluido do celoma não dividido. Por sua vez, existiam distintos compartimentos celômicos dentro do corpo dos anelídeos ancestrais. Os compartimentos chamados de segmentos ou metâmeros foram separados dos vizinhos por paredes denominadas septos. Os septos permitiam que cada um dos segmentos preenchidos por fluido respondesse individualmente a uma contração muscular local – um segmento poderia estar longo e estreito, enquanto outro curto e largo. Os anelídeos ilustram a segmentação, ou metamerismo; seus corpos são compostos por unidades repetidas de forma serial. Cada unidade contém componentes da maioria dos sistemas de órgãos, como os sistemas circulatório, nervoso e excretor.

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Medium 9788582712160

Capítulo 21 - Genomas e Sua Evolução

Jane B. Reece; Steven A. Wasserman; Lisa A. Urry; Michael L. Cain; Peter V. Minorsky; Robert B. Jackson Grupo A PDF Criptografado

21

Genomas e Sua Evolução

CONCEITOS-CHAVE

21.1

21.2

O Projeto Genoma Humano promoveu o desenvolvimento de técnicas de sequenciamento mais rápidas e mais baratas

Os cientistas utilizam a bioinformática para analisar genomas e suas funções

21.3

Os genomas variam em tamanho, número de genes e densidade gênica

21.4

Eucariotos multicelulares têm grande quantidade de

DNA não codificante e diversas famílias multigênicas

21.5

Duplicação, rearranjo e mutação do DNA contribuem para a evolução dos genomas

21.6

A comparação de sequências de genomas fornece evidências sobre a evolução e o desenvolvimento

Figura 21.1 Quais informações genômicas distinguem um ser humano de um chimpanzé?

Lendo as folhas da árvore da vida

O

s chimpanzés (Pan troglodytes) são nossos parentes vivos mais próximos na árvore evolutiva da vida. O menino na Figura 21.1 e o chimpanzé que o acompanha estão observando atentamente a mesma folha, mas apenas um deles é capaz de falar sobre ela. Qual é o fator responsável por essa diferença entre os dois primatas, que compartilham diversas características na sua história evolutiva? Com o desenvolvimento das técnicas recentes de sequenciamento rápido de genomas, começamos a abordar as bases genéticas de questões como essa.

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