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Medium 9788527727679

13 - Aplicações da Biologia Molecular em Genética de Populações

LIPAY, Monica V. N.; BIANCO, Bianca Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 13

Aplicações da Biologia

Molecular em Genética de

Populações

Érika Cristina Pavarino, Patrícia Matos Biselli Chicote,

Eny Maria Goloni Bertollo

Introdução

Na década de 1990, os avanços na genética molecular causaram grande impacto na área de genética de populações. O desenvolvimento da reação em cadeia da polimerase (PCR), que amplifica segmentos específicos de DNA, a aplicação de conjuntos de iniciadores evolutivamente conservados para PCR, a utilização dos loci de microssatélites hipervariáveis e o advento do sequenciamento de DNA de rotina em laboratórios foram os mais importantes. Essas inovações, com a evolução de análises precisas e relativamente simples de programas computacionais, permitiram que grande parte dos dados genético-moleculares pudesse ser explorada, revelando informações que, de outra maneira, seriam inalcançáveis.

O destino de uma variante genética no tempo e no espaço é influenciado por fatores biológicos e pelas circunstâncias a que são submetidos os indivíduos, incluindo sucesso reprodutivo, migração, tamanho da população, seleção natural e outros eventos evolutivos. A partir da análise de marcadores genéticos que apresentam certa frequência de alteração, podem ser obtidas informações sobre praticamente qualquer população e sobre os processos evolutivos aos quais foram submetidas. As taxas de variação da distribuição de diferentes marcadores genéticos entre populações variam em virtude da ação diferencial de processos fundamentais, incluindo recombinação e mutação.1

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Medium 9788582604434

Capítulo 6 - As circulações atmosférica e oceânica

Robert Christopherson; Ginger H. Birkeland Grupo A PDF Criptografado

6

As circulações atmosférica e oceânica

CONCEITOS-CHAVE DE

aprendizagem

Após a leitura deste capítulo, você conseguirá:

• Definir pressão atmosférica e descrever os instrumentos empregados para medi-la.

• Definir vento e explicar como ele é medido, como é determinada sua direção e como os ventos recebem seus nomes.

• Explicar as quatro forças principais que controlam a atmosfera – gravidade, força do gradiente de pressão, força de Coriolis e força de fricção – e localizar as áreas de alta e baixa pressão e os ventos principais.

• Descrever a circulação atmosférica superior e definir as correntes de jatos.

• Explicar as monções regionais e os diversos tipos de ventos locais.

• Esboçar os padrões básicos das principais correntes oceânicas superficiais da Terra e a circulação termohalina.

• Resumir as oscilações multianuais da temperatura do ar, pressão atmosférica e circulação associadas aos Oceanos Ártico, Atlântico e Pacífico.

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Medium 9788521618867

Capítulo 3 - Aplicações da Equação de Schrödinger

MAHON, José Roberto Pinheiro Grupo Gen PDF Criptografado

“z” — 2011/7/14 — 16:52 — page 50 — #50

Capítulo

3

Aplicações da Equação de Schrödinger

Do mesmo modo que os processos abordados pela mecânica clássica são calculados através de modelos que permitem a determinação de suas soluções, em mecânica quântica ocorre o mesmo. Assim, neste capítulo faremos um estudo das soluções de modelos abordados pela mecânica quântica ondulatória, i.e., pelas aplicações da equações de Schrödinger. Iremos mostrar modelos matematicamente simples, usando potenciais constantes em uma dimensão.

3.1 A Função Delta

Normalmente a normalização da função ψ é realizada em todo o espaço, mas os modelos utilizados em mecânica quântica podem apresentar degraus, como a barreira de potencial ou mesmo o poço de potencial retangular. Além disso, não podemos esquecer que a função ψ é contínua e bem-comportada. Assim, uma ferramenta conveniente em nossa discussão é a função delta de Dirac, ou simplesmente função delta.

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Medium 9788582715451

Capítulo 8 - Vitaminas

Srinivasan Damodaran; Kirk L. Parkin Grupo A PDF Criptografado

Vitaminas

8

Jesse F. Gregory III

CONTEÚDO

8.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 540

8.1.1 Objetivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 540

8.1.2  Resumo da estabilidade das vitaminas . . 540

8.1.3  Toxicidade das vitaminas . . . . . . . . . . . . 541

8.1.4  Fontes das vitaminas . . . . . . . . . . . . . . . . 541

8.2  Adição de nutrientes aos alimentos . . . . . . . 542

8.3  Recomendações dietéticas . . . . . . . . . . . . . . 545

8.4  Métodos analíticos e fontes de dados . . . . . . 548

8.5  Biodisponibilidade das vitaminas . . . . . . . . 548

8.6  Causas gerais de variação/perdas de vitaminas em alimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 549

8.6.1  Variação inerente ao conteúdo de vitaminas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 549

8.6.2  Alterações pós-colheita . . . . . . . . . . . . . . 550

8.6.3  Tratamentos preliminares: limpeza, lavagem e moagem . . . . . . . . . . . . . 550

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Medium 9788527731461

18 - Glicogenólise e Glicogênese

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF Criptografado

18

Glicogenólise e

Glicogênese

Glicogenólise

retiradas uma a uma, a partir desses terminais não redutores; como existem cerca de 2 mil terminais em cada molécula de glicogênio, as enzimas atuam de maneira bastante eficaz na conversão de glicogênio em monômeros de glicose. As enzimas atacam os terminais, fazendo com que o glicogênio seja rapidamente degradado. O fígado e o músculo esquelético apresentam grandes reservas de glicogênio; no caso do fígado, as reservas de glicogênio respondem por cerca de 7% da massa desse órgão, enquanto, no músculo esquelético, representam cerca de 2%. O glicogênio é armazenado na forma de grandes grânulos citosólicos de cerca de 20 nm de diâmetro, intimamente relacionados com as enzimas responsáveis por sua síntese e degradação. Esses grânulos tendem a se associar formando uma estrutura chamada de roseta α, composta por cerca de 40 grânulos.

O glicogênio é um homopolímero formado por unidades de glicose ligadas entre si por ligações glicosídicas do tipo α-1,4 com ramificações em α-1,6. Essa estrutura assemelha-se à amilopectina, razão pela qual o glicogênio é chamado de amido animal. No entanto, o glicogênio é mais ramificado que a molécula da amilopectina – em média uma ramificação a cada cerca de 8 a 12 unidades osídicas. Cada ramificação do glicogênio termina com um açúcar não redutor* (extremidade não redutora); sendo assim, existe uma extremidade não redutora para cada ramificação (Figura 18.1). Quando o glicogênio é utilizado como fonte de energia, suas unidades de glicose são

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Medium 9788527729369

Capítulo 25 - Primeiros Tetrápodes e Anfíbios Modernos

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍT ULO

25

Primeiros Tetrápodes e Anfíbios Modernos

• FILO CHORDATA

• CLASSE AMPHIBIA

Uma rã, Rana palustris, durante a metamorfose.

Amphibia

Chordata

Da Terra para a água na ontogenia e na filogenia

Um coro de rãs ao lado de uma lagoa, na primavera, anuncia o início de um novo ciclo de vida. Durante a reprodução, as rãs produzem massas de ovos dos quais mais tarde eclodem girinos muito semelhantes a peixes, desprovidos de membros e com respiração branquial, que se alimentam e crescem. Então uma transformação fantástica acontece. As pernas posteriores aparecem e gradualmente crescem. A cauda encurta e, finalmente, desaparece. Os dentes larvais e as brânquias são perdidos. As pálpebras se desenvolvem.

Os membros anteriores emergem. Em umas poucas semanas, o girino aquático completou sua metamorfose em uma rã adulta.

A transição evolutiva da água para a terra não ocorreu em semanas, mas ao longo de milhões de anos. Uma extensa série de alterações cumulativamente adaptou o plano corporal dos vertebrados

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Medium 9788521632108

43 Energia Nuclear

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

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3

Energia Nuclear

43‑1

FISSÃO NUCLEAR

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

43.01 Saber a diferença entre a geração de calor por meio de

reações químicas e de reações nucleares, embora os dois casos envolvam uma perda de massa.

43.02 Saber o que é o processo de fissão.

43.03 Descrever o processo de fissão de um núcleo de 235U por

um nêutron térmico e explicar o papel do núcleo composto intermediário.

43.04 No caso da absorção de um nêutron térmico, calcular a

variação de massa do sistema e a energia transferida para as oscilações do núcleo composto intermediário.

43.05 Calcular o valor de Q de um processo de fissão a partir das energias de ligação por núcleon antes e depois da fissão.

43.06 Conhecer o modelo de Bohr‑Wheeler da fissão nuclear.

43.07 Explicar por que o núcleo de 238U não pode ser fissionado por nêutrons térmicos.

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Medium 9788521630357

1 Medição

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

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Medição

1-1

MEDINDO GRANDEZAS COMO O COMPRIMENTO

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

1.01 Citar as unidades fundamentais do SI.

1.02 Citar os prefixos mais usados no SI.

1.03 Mudar as unidades nas quais uma grandeza (comprimento,

1.04 Explicar de que forma o metro é definido em termos da velocidade da luz no vácuo.

área ou volume, no caso) é expressa, usando o método de conversão em cadeia.

Ideias-Chave zz A física se baseia na medição de grandezas físicas. Algumas grande-

zas físicas, como comprimento, tempo e massa, foram escolhidas como grandezas fundamentais e definidas a partir de um padrão; a cada uma dessas grandezas foi associada uma unidade de medida, como metro, segundo e quilograma. Outras grandezas físicas são definidas a partir das grandezas fundamentais e seus padrões e unidades. zz O sistema de unidades mais usado atualmente é o Sistema Internacional de Unidades (SI). As três grandezas fundamentais que aparecem na Tabela 1-1 são usadas nos primeiros capítulos deste livro.

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Medium 9788584290994

Capítulo 8. Diferenças entre três ou mais condições

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

8

Diferenças entre três ou mais condições

Panorama do capítulo

Neste capítulo, serão observadas estatísticas que apontam se três ou mais condições ou grupos diferem entre si em uma ou mais variáveis. Trata-se de uma continuação dos testes de duas condições do capítulo anterior. As duas condições podem ser:

99 O mesmo grupo de pessoas testadas em todas as condições; ou

99 Grupos diferentes de pessoas testadas em apenas uma condição.

Este capítulo irá ilustrar como os pesquisadores testam as suas hipóteses, baseadas nas questões de pesquisa por eles formuladas. Os testes abordados aqui são os paramétricos, a Análise da Variância

(ANOVA) e seus equivalentes não paramétricos, como o teste Kruskal-Wallis e a ANOVA de Friedman.

Serão apresentados um conceito básico do entendimento dos testes e o modo como os pesquisadores relatam seus achados, executam os testes no SPSS e interpretam o resultado. Também serão abordados os intervalos de confiança e os tamanhos do efeito.

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Medium 9788582713808

Capítulo 40 - Doenças relacionadas ao SNC

Heinz Lüllmann; Klaus Mohr; Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

334

40.1 Doença de Parkinson

40 DOENÇAS RELACIONADAS AO SNC

Fármacos antiparkinsonianos

Ao desejar realizar um movimento, impulsos originados no córtex motor se deslocam por meio da medula espinal até os músculos correspondentes. Ao mesmo tempo, são encaminhados impulsos por meio de diversos segmentos cerebrais para a coordenação do padrão de movimento e que enviam respostas de volta ao córtex cerebral. Um desses entroncamentos motores desloca-se por meio do cerebelo e outro pelos gânglios da base. Um distúrbio localizado nos gânglios da base é denominada doença de

Parkinson (“paralisia vacilante”). Os sinais e sintomas dessa doença, que ocorre geralmente em uma idade avançada, são tremores em repouso, rigidez muscular (rigor), sedentarismo (acinesia) e crescente comprometimento da qualidade de vida.

O distúrbio primário é a degeneração de células ganglionares na substância negra, cujos neurônios dopaminérgicos se projetam

(via nigro-estriatal) para o corpo estriado (especificamente o núcleo caudado e o putame) e exercem influência inibidora. É nesse ponto também que terminam os neurônios colinérgicos estimulantes.

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Medium 9788521631927

4 - Alcanos e Cicloalcanos

KLEIN, David Grupo Gen PDF Criptografado

4

4.1 Introdução aos Alcanos

4.2 Nomenclatura dos Alcanos

4.3 Isômeros Constitucionais de Alcanos

4.4 Estabilidade Relativa de Alcanos Isoméricos

4.5 Fontes e Usos de Alcanos

4.6 Representação das Projeções de Newman

4.7 Análise Conformacional do

Etano e do Propano

4.8 Análise Conformacional do Butano

4.9 Cicloalcanos

4.10 Conformações do Ciclo-hexano

4.11 Representação das

Conformações em Cadeira

4.12 Ciclo-hexano Monossubstituído

4.13 Ciclo-hexano Dissubstituído

4.14 Estereoisomerismo cis-trans

4.15 Sistemas Policíclicos

Alcanos e

Cicloalcanos

VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU?... por que os cientistas ainda não descobriram uma cura para a AIDS?

C

omo você provavelmente sabe, a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) é causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Embora os cientistas ainda não tenham desenvolvido uma maneira de eliminar o HIV em pessoas infectadas, eles desenvolveram fármacos que retardam significativamente o progresso do vírus e da doença. Esses fármacos interferem nos vários processos pelos quais o vírus se replica. No entanto, os fármacos anti-HIV não são 100% eficazes, principalmente porque o HIV tem a capacidade de sofrer mutação em formas que são resistentes aos fármacos. Recentemente, os cientistas desenvolveram uma classe de fármacos que mostram uma grande promessa no tratamento de pacientes infectados com o HIV.

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Medium 9788521632061

16 Ondas – I

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

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Ondas – I

16‑1

ONDAS TRANSVERSAIS

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

16.01 Conhecer os três tipos principais de ondas.

16.02 Saber qual é a diferença entre ondas transversais e ondas

16.07 Descrever o efeito de uma variação da constante de fase 

16.03 Dada a função deslocamento de uma onda transversal,

tância percorrida pela onda e o tempo necessário para percorrer essa distância.

longitudinais.

determinar a amplitude ym, o número de onda k, a frequência angular , a constante de fase  e o sentido de propagação, além de calcular a fase kx 6 vt 1  e o deslocamento para qualquer valor da posição e do tempo.

16.04 Dada a função deslocamento de uma onda transversal, c­ alcular o intervalo de tempo entre dois deslocamentos conhe‑ cidos.

16.05 Desenhar um gráfico de uma onda transversal em uma corda

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Medium 9788582713532

Respostas das questões para estudo, conhecimento e compreensão

Gerard J. Tortora; Christine L. Case; Berdell R. Funke Grupo A PDF Criptografado

Múltipla escolha

Capítulo 1

Revisão

1. As pessoas acreditavam que os organismos vivos surgiam de matéria não viva por verem moscas surgindo do estrume e larvas surgindo de animais mortos e por observarem microrganismos em líquidos depois de um ou dois dias.

2.

a. Certos microrganismos causam doenças em insetos. Microrganismos que matam insetos podem ser agentes de controle biológicos efetivos, pois são específicos para o controle da peste e não persistem no ambiente. b. Carbono, oxigênio, nitrogênio, enxofre e fósforo são requeridos por todos os organismos vivos. Os microrganismos convertem esses elementos em formas que são úteis para outros organismos.

Muitas bactérias decompõem materiais e liberam dióxido de carbono na atmosfera, o qual é utilizado pelas plantas. Algumas bactérias podem capturar o nitrogênio da atmosfera e convertê-lo em uma forma que pode ser utilizada por plantas e outros microrganismos. c. Microbiota normal são os microrganismos encontrados no interior e na superfície do corpo humano. Em geral, não causam doença e podem ser benéficos. d. A matéria orgânica de esgotos é decomposta por bactérias em dióxido de carbono, nitratos, fosfatos, sulfato e outros compostos inorgânicos em unidades de tratamento de águas residuais. e. Técnicas de DNA recombinante resultaram na inserção do gene para a produção de insulina em bactérias. Essas bactérias podem produzir insulina humana a um baixo custo. f. microrganismos podem ser utilizados como vacinas. Alguns micróbios podem ser geneticamente modificados para a produção de componentes vacinais. g. Biofilmes são agregados de bactérias aderidas umas às outras e a uma superfície sólida.

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Medium 9788582715130

Capítulo 14 - Crescimento do cérebro

Scott F. Gilbert; Michael J. F. Barresi Grupo A PDF Criptografado

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Crescimento do cérebro

As complexidades do ser humano: o quão profundamente elas se multiplicam?

“O QUE TALVEZ SEJA A PERGUNTA MAIS INTRIGANTE ENTRE TODAS é se o cérebro é poderoso o suficiente para resolver o problema de sua própria criação”, declarou

Gregor Eichele, em 1992. Determinar como o cérebro – um órgão que percebe, pensa, ama, odeia, lembra, muda, engana-se e coordena todos os nossos processos corporais conscientes e inconscientes – é construído é, sem dúvida, o mais desafiante de todos os enigmas do desenvolvimento. Uma combinação de abordagens genéticas, celulares e ao nível de sistemas está, agora, nos dando uma compreensão muito preliminar de como a anatomia básica do cérebro se torna ordenada.

A diferenciação do tubo neural nas várias regiões do cérebro e da medula espinal ocorre simultaneamente de três formas diferentes. No nível anatômico grosseiro, o tubo neural e seu lúmen projetam-se e contraem-se para formar as vesículas do cérebro e a medula espinal. No nível do tecido, as populações celulares na parede do tubo neural organizam-se nas diferentes regiões funcionais do cérebro e da medula espinal. Finalmente, no nível celular, as células neuroepiteliais se diferenciam nos numerosos tipos de células nervosas (neurônios) e células associadas (glia) presentes no corpo. Neste capítulo, nos concentraremos no desenvolvimento do cérebro de mamíferos em geral, bem como no cérebro humano, em particular, considerando o que nos torna humanos.

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Medium 9788521634621

CAPÍTULO 8 Teoria quântica do movimento

ATKINS, Peter; PAULA, Julio de Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Teoria quântica do movimento

Os três modos básicos de movimento – translação (movimento através do espaço), vibração e rotação – têm importante papel na química, pois são as formas pelas quais moléculas armazenam energia. As moléculas em fase gasosa, por exemplo, efetuam movimentos de translação, e as respectivas energias cinéticas são uma contribuição à energia interna da amostra de gás. As moléculas também armazenam energia na forma de energia cinética de rotação, e as transições entre os estados de energia de rotação podem ser observadas nos espectros correspondentes. A energia também é armazenada nas vibrações das moléculas, e as transições entre os estados de vibração permitem identificações espectroscópicas. Neste capítulo, vamos utilizar os princípios da teoria quântica para calcular as propriedades de partículas microscópicas em movimento.

8A  Translação

Nesta seção veremos que, de acordo com a teoria quântica, uma partícula restrita a se mover em uma região finita do espaço é descrita apenas por certas funções de onda e suas energias correspondentes. Deste modo, a quantização surge como uma consequência natural da resolução da equação de

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