3462 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521626886

Capítulo 1 - Relatividade I

TIPLER, Paul A.; LLEWELLYN, Ralph A. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Relatividade I

1-1

1-2

1-3

1-4

1-5

1-6

Provas Experimentais da Relatividade

Os Postulados de Einstein

A Transformação de Lorentz

A Dilatação dos Tempos e Contração das

Distâncias

O Efeito Doppler

O Paradoxo dos Gêmeos e Outras Surpresas

O

caráter relativístico das leis da física começou a ser reconhecido muito cedo na história da física clássica. Antes de

Galileu e Newton, Nicolau Copérnico1 já havia mostrado que o cálculo dos movimentos dos planetas se tornaria muito mais simples e preciso se o antigo modelo aristotélico, baseado na ideia de que a Terra era o centro do universo, fosse substituído por um modelo no qual os planetas se movessem em torno do

Sol, e não da Terra. Embora Copérnico tenha publicado esse trabalho no fim da vida, ele se tornou largamente conhecido graças a sua correspondência com os contemporâneos. Além disso, ajudou a preparar o caminho para a aceitação geral, um século mais tarde, da teoria heliocêntrica do movimento dos planetas. Embora a teoria de Copérnico tenha gerado uma verdadeira revolução do pensamento humano, o aspecto que nos interessa é que a teoria não considerava a localização da Terra como especial ou privilegiada. Assim, as leis da física descobertas na Terra seriam as mesmas, qualquer que fosse o ponto tomado como centro. Em outras palavras, as mesmas equações seriam obtidas, independentemente da origem do sistema de coordenadas. Essa invariância das equações que expressam as leis da física é conhecida como princípio da relatividade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520435762

11. Sistema nervoso autônomo

MAURER, Martin H. Editora Manole PDF Criptografado

122_173_physiologie_RAFA_10 - 14 Physiologie 10/3/14 4:48 PM Page 130

130

11

Fisiologia humana ilustrada

11.1 Anatomia funcional

O sistema nervoso autônomo é responsável pelo controle nervoso de determinadas funções vegetativas, principalmente das funções circulatórias, do trato gastrintestinal, do metabolismo e das funções genitais. A maioria desses órgãos é inervada concomitantemente pelos dois oponentes: simpático e parassimpático.

Os locais de origem desses dois sistemas nervosos situam-se no SNC. Sua peculiaridade, no entanto, é que as células ganglionares do último neurônio que inerva os órgãos-alvo situam-se em gânglios vegetativos fora do SNC. Por esse motivo, as fibras do penúltimo neurônio provenientes do SNC são chamadas fibras pré-ganglionares, e as fibras situadas após a sinapse são chamadas pós-ganglionares.

Tabela 11.1 As substâncias transmissoras das fibras pré e pós-ganglionares (Fig. 11.1)

Fibra

Simpático

Parassimpático

Ver todos os capítulos
Medium 9788536701875

Capítulo 2 - Anestesiologia

Eduardo Dias de Andrade; Francisco Carlos Groppo; Maria Cristina Volpato, Pedro Luiz Rosalen, José Ranali Grupo A PDF Criptografado

2

Anestesiologia

JOSÉ RANALI

MARIA CRISTINA VOLPATO

OBJETIVOS DE

APRENDIZAGEM

• Selecionar o anestésico local de uso odontológico e as dosagens apropriadas para cada paciente

• Identificar os pacientes que necessitam de cuidados adicionais na administração da anestesia

• Prevenir e tratar possíveis complicações decorrentes da anestesia local

Os anestésicos locais são os fármacos mais comumente empregados na clínica odontológica, constituindo o método mais eficaz para o controle da dor operatória. Embora usados com frequência – estima-se que anualmente sejam realizadas cerca de 250 a 300 milhões de anestesias odontológicas no Brasil –, raramente causam algum tipo de reação adversa grave, sendo, portanto, muito seguros.

Ao serem administrados próximo a terminações nervosas ou nervos periféricos, os anestésicos locais bloqueiam a condução do impulso nervoso para o SNC, impedindo assim a percepção da dor decorrente da estimulação dos nociceptores, como ocorre durante uma incisão cirúrgica ou pela ação de um instrumento rotatório nos canalículos dentinários durante o preparo cavitário em dente vital.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597008111

6 - Polo Técnico - Técnicas de Coleta de Informações, Dados e Evidências

MARTINS, Gilberto de Andrade; THEÓPHILO, Carlos Renato Grupo Gen PDF Criptografado

6

Polo técnico – técnicas de coleta de informações, dados e evidências

6.1 Introdução

Quando a abordagem metodológica ou o tipo de estudo envolver análises de informações, dados e evidências empíricas, o investigador deverá escolher técnicas para coleta necessárias ao desenvolvimento e conclusões de sua pesquisa. Em uma pesquisa com estratégia convencional, a coleta de dados ocorre após a definição clara e precisa do tema-problema, composição da plataforma teórica, abordagem metodológica definida, bem como escolhidas as opções por técnicas para coleta de dados e evidências. Nos casos de investigações orientadas por estratégias não convencionais, como, por exemplo, Estudo de

Caso, Pesquisa-Ação, a coleta de dados poderá ser desenvolvida concomitantemente com outras etapas da pesquisa.

São denominados primários os dados colhidos diretamente na fonte. Em contraste, os dados secundários são aqueles já coletados que se encontram organizados em arquivos, banco de dados, anuários estatísticos, relatórios etc. Neste capítulo é discutido o processo de construção e aplicação das principais técnicas para coleta de informações, dados e evidências.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521618867

Capítulo 1 - Introdução aos Conceitos Fundamentais

MAHON, José Roberto Pinheiro Grupo Gen PDF Criptografado

“z” — 2011/7/14 — 16:52 — page 1 — #1

Capítulo

1

Introdução aos Conceitos Fundamentais

A mecânica quântica é um tratamento teórico na qual podemos descrever, relacionar e prever vasto campo de sistemas físicos, desde partículas através do núcleo, átomos e radiação até moléculas e matéria condensada. Esta disciplina é um dos pilares da física contemporânea.

A mecânica quântica se aplica a sistemas microscópicos, em que a mecânica clássica perde a validade, como, por exemplo, a dualidade onda-partícula ou partícula-onda. A descrição quântica é de tal natureza que dá margem, em particular, a que um mesmo sistema físico tenha comportamento contraditório em situações observáveis diferentes. Novamente usamos o exemplo do comportamento ondulatório e do comportamento corpuscular.

Não é possível deduzir a mecânica quântica de noções ou esquemas clássicos, nem tampouco construí-la como uma extensão da mecânica clássica. O objetivo deste capítulo é apresentar uma introdução aos conceitos fundamentais da mecânica quântica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603901

Capítulo 15 - Espectroscopia de absorção atômica

Silvio Luis Pereira Dias; Júlio César Pacheco Vaghetti; Éder Cláudio Lima; Jorge de Lima Brasil; Flávio André Pavan Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 15

Espectroscopia de absorção atômica

Neste capítulo você estudará:

Os princípios, o funcionamento e os instrumentos da espectroscopia atômica.

O roteiro básico para realizar a espectroscopia atômica com segurança e

precisão.

A espectroscopia de absorção atômica é uma técnica analítica instrumental que visa a mensurar a concentração de metais presentes em matrizes de amostras. Esta técnica

é baseada nas propriedades que os metais possuem de, quando na forma atomizada, absorverem radiações em comprimentos de onda específicos.

Essa absorção de energia é proporcional à quantidade de átomos presentes no caminho óptico da luz. Deste modo, é possível mensurar a concentração dos metais em uma amostra a partir da quantidade de luz absorvida por eles.

A espectroscopia de absorção atômica é importante, pois com ela é possível determinar a concentração de metais em vários tipos de amostras. As aplicações vão desde a determinação de chumbo em sangue humano e mercúrio em peixes, até a análise de cromo em ligas metálicas. Entre as áreas que mais utilizam a espectroscopia atômica, estão a análise de alimentos, metalurgia, exploração de minérios, análise ambiental, medicina e bioquímica, entre outras.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604380

Capítulo 12 - Misturas e Soluções

Merle C. Potter; Craig W. Somerton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Misturas e Soluções

12.1

DEFINIÇÕES BÁSICAS

Por ora, em nossas análises termodinâmicas, consideramos apenas sistemas de um único componente. Neste capítulo, desenvolvemos métodos para determinar as propriedades termodinâmicas de uma mistura para aplicar a primeira lei a sistemas que envolvem misturas.

Começamos definindo dois termos que descrevem e definem uma mistura. A fração molar y é definida como

(12.1) onde Ni é o número de moles do i-ésimo componente e N é o número de moles total. A fração mássica mf é definida como

(12.2) onde mi é a massa do i-ésimo componente e m é a massa total da mistura. Evidentemente, o número de moles total e a massa total de uma mistura são dados, respectivamente, por

(12.3)

Dividindo as equações acima por N e m, respectivamente, vemos que

(12.4)

O peso molecular (médio) de uma mistura é dado por

(12.5)

CAPÍTULO 12 • M ISTURAS

E

S OLUÇÕES

285

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629313

Respostas

KESTEN, Philip R.; TAUCK, David L. Grupo Gen PDF Criptografado

Respostas dos Problemas e Questões Ímpares

Capítulo 16

1. Semelhanças: a força varia com 1/r 2; a força é diretamente proporcional ao produto das massas ou cargas; a força é direcionada ao longo da linha que une as duas partículas. Diferenças: a equação referente a lei de Newton inclui um sinal negativo, enquanto a equação referente a lei de Coulomb não. Da mesma forma que as cargas se repelem, as massas se atraem. A constante gravitacional G é muitas ordens de grandeza menor do que a constante de Coulomb k; a força gravitacional é muitas ordens de grandeza menor do que a força de Coulomb.

3. Não haveria diferença. As cargas foram, inicialmente, arbitradas e definidas como positiva e negativa.

5. A massa diminui, uma vez que os elétrons são removidos do corpo para torná-lo positivamente carregado.

7. Nossa compreensão é que cargas iguais se repelem e cargas opostas se atraem. Se um corpo isolado, carregado, repele ou atrai tanto um vidro carregado (positivo) quanto uma borracha carregada (negativa), então você terá descoberto um novo tipo de carga. Todavia, você também pode observar a polarização (a ser discutida nos capítulos seguintes).

Ver todos os capítulos
Medium 9788536321158

8 Mutações cromossômicas: variações no número e no arranjo dos cromossomos

Klug, William S. Grupo A PDF Criptografado

Cariotipagem espectral dos cromossomos humanos, utilizando sondas de pintura cromossômica marcadas diferencialmente.

8

Mutações

Cromossômicas:

Variações no

Número e no

Arranjo dos

Cromossomos

CONCEITOS

A falha na separação adequada dos cromossomos durante a meiose resulta em variação no conteúdo cromossômico dos gametas e subsequentemente na prole que se origina desses gametas.

Frequentemente, as plantas toleram um conteúdo genético anormal; como consequência, muitas vezes manifestam fenótipos singulares. Essa variação genética foi um importante fator na evolução vegetal.

Nos animais, as informações genéticas se encontram em um delicado equilíbrio segundo o qual o ganho ou a perda de um cromossomo, ou de parte de um cromossomo, em um organismo diploide sob os demais aspectos, causa letalidade ou um fenótipo anormal.

O rearranjo das informações genéticas no genoma de um organismo diploide pode ser tolerado por esse organismo, mas pode afetar a viabilidade dos gametas e os fenótipos dos organismos originados por esses gametas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536323695

Capítulo 7 | Métodos Observacionais

Glynis M. Breakwell; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

7

Métodos

Observacionais

Rudi Dallos

7.1

7.2

7.3

7.4

7.5

7.6

7.7

7.8

7.9

7.10

Breakwell_07.indd 134

Introdução

O que é pesquisa observacional?

Níveis de observação: comportamento e fala

Observação e lentes teóricas

Decisão sobre o que observar – esquemas de codificação

7.5.1 Codificação de sequências de comportamentos

Orientação interpretativa para a observação

Pesquisa de observação participante

7.7.1 Coletando dados

7.7.2 Registro

Validade

Conclusão

Leituras recomendadas

28/05/10 14:18

OBJETIVOS

Este capítulo tenta oferecer uma visão geral dos métodos observacionais. Começa com um resumo de quatro características centrais da pesquisa observacional e as considera dentro de estruturas teóricas afins. Segue, então, delineando com exemplos extraídos de uma variedade de pesquisa psicológica alguns detalhes a respeito de como são feitos os diferentes tipos de observação. A intenção é habilitar os leitores a entender e a conhecer a fundo as técnicas de observação e os modos de codificar diferentes tipos de dados observacionais. O capítulo pretende mostrar que a observação envolve inevitavelmente um processo interpretativo. Daí o fio condutor que o norteia sugerir que a escolha do foco da observação, dos métodos observacionais a empregar e da natureza da análise subsequente são orientados pelas lentes teóricas e pessoais do pesquisador. A pesquisa de observação participante é discutida mediante a exemplificação de aspectos de uma abordagem interpretativa da observação. O capítulo conclui com um exame dos problemas referentes à validade e à confiabilidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630463

PARTE II – 9 - DELINEAMENTO DE LEVANTAMENTO OU SURVEY

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF Criptografado

9

C apítulo

Delineamento de levantamento ou survey

SANDRA LEAL CALAIS

A pesquisa científica exige um conhecimento amplo do cientista (pesquisador) sobre o fazer científico, que se distingue do fazer popular. O método científico avalia as afirmações sobre a natureza do fenômeno, por meio de um conjunto de regras críticas, de maneira que outros possam replicar ou refutar tais asserções (Cozby, 2003).

Sempre que se tem um objeto de pesquisa, há a necessidade de, além da pergunta inicial (o que se deseja pesquisar), utilizar uma forma adequada de coleta de dados. Essa forma deve ser a mais adequada ao objetivo de investigação para que não ocorram distorções ao final do trabalho.

Na investigação científica, encontram-se dados que podem ser quantificados e outros que podem ser analisados de forma qualitativa. Por exemplo, quando se têm medidas fisiológicas de resposta de estresse, como sudorese e diurese, pode-se quantificá-las por meio de aparelhagem específica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597011838

1 - Conhecimento científico e ciência

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Grupo Gen PDF Criptografado

1

Conhecimento científico e ciência

1

CONHECIMENTO CIENTÍFICO E OUTROS TIPOS

DE CONHECIMENTO

Para distinguir o conhecimento científico de outros tipos de conhecimento, vamos analisar uma situação histórica, que pode servir de exemplo.

Desde a Antiguidade, até aos nossos dias, um camponês, mesmo iletrado e/ou desprovido de outros conhecimentos, sabe o momento certo da semeadura, a época da colheita, a necessidade da utilização de adubos, as providências a serem tomadas para a defesa das plantações contra ervas daninhas e pragas e o tipo de solo adequado para as diferentes culturas. Tem também conhecimento de que o cultivo do mesmo tipo de cultura, todos os anos, no mesmo local, exaure o solo. Já no período feudal, o sistema de cultivo era em faixas: duas cultivadas e uma terceira em repouso, alternando-as de ano para ano, nunca cultivando a mesma planta, dois anos seguidos, numa única faixa. O início da

Revolução Agrícola não se prende ao aparecimento, no século XVIII, de melhores arados, enxadas e outros tipos de maquinaria, mas à introdução, na segunda metade do século XVII, da cultura do nabo e do trevo, pois seu plantio evitava o desperdício de se deixar a terra em pousio: seu cultivo “revitalizava” o solo, permitindo o uso constante. Hoje, a agricultura utiliza-se de sementes

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625834

APÊNDICE D - CURVAS DE DESEMPENHO SELECIONADAS PARA BOMBAS E VENTILADORES

FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.; McDONALD, Alan T. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

D

Curvas de Desempenho

Selecionadas para Bombas e Ventiladores

D.1 Introdução

Muitas empresas, em todo o mundo, fabricam máquinas de fluxo em vários tipos e tamanhos-padrão. Cada fabricante publica dados completos de desempenho a fim de permitir a aplicação de suas máquinas em sistemas. Este Apêndice contém dados de desempenho selecionados para uso na resolução de problemas de sistemas de bombas e ventiladores. Dois tipos de bomba e um tipo de ventilador são incluídos.

A escolha de um fabricante pode basear-se na prática, na localização ou no custo.

Uma vez escolhido um fabricante, a seleção da máquina é um processo em três etapas:

1. Selecione um tipo de máquina, adequado à aplicação, a partir de um catálogo completo de um fabricante, que dê as faixas de elevação de pressão (altura de carga) e a vazão para cada tipo de máquina.

2. Escolha um modelo de máquina apropriado e uma velocidade do motor a partir de um diagrama mestre de seleção que superpõe as faixas de altura de carga e de vazão de uma série de máquinas em um só gráfico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521606345

APÊNDICE E RESPOSTAS DOS PROBLEMAS SELECIONADOS

LEVINE, Ira N. Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE

Propriedades Termodinâmicas no Estado-Padrão a 25°C e 1 Bara

493

ap.lene vol 1 493

6/28/11 7:18:27 AM

494

Apêndice

Dados obtidos principalmente pela conversão dos valores em D. D. Wagman et al., Selected Values of Chemical

Thermodynamic Properties, Natl. Bur. Stand. Tech. Notes 270-3, 270-4, 270-5, 270-6, 270-7, e 270-8, Washington,

1968–1981. Para os solutos é usado o estado-padrão na escala de molalidade. a

ap.lene vol 1 494

6/28/11 7:18:28 AM

Respostas dos Problemas

Selecionados

1.1 (a) F; (b) V; (c) V; (d) F; (e) F. 1.2 (a) Fechado e não isolado.

1.3 (a) 3; (b) 3. 1.5 (a) 19300 kg/m3. 1.6 (a) V; (b) F; (c) V; (d) V.

1.7 (a) 32,0; (b) 32,0 u; (c) 32,0; (d) 32,0 g/mol. 1.8 xHCl  0,063.

1.9 (a) 1,99  1023 g. 1.11 (a) V; (b) V; (c) F; (d) V; (e) F; (f) V.

1.12 (a) 5,5  106 cm3; (b) 1,0  104 bar; (d) 1,5 103 kg/m3. 1.13

652,4 torr. 1.14 (a) 33,9 ft; (b) 0,995 atm. 1.16 (a) 2,44 atm; (b)

Ver todos os capítulos
Medium 9788536320557

3. ESCRITA

Gibbs, Graham Grupo A PDF Criptografado

44

n

Graham Gibbs

Independentemente da orientação metodológica de cada um, todas as pessoas que escrevem sobre análise qualitativa concordam quanto à importância de anotar as informações, seja simplesmente jogando ideias, coletando notas de campo ou criando um relatório de seu trabalho. Não há substituto, ao longo de todo o período de análise, para escrever sobre os dados coletados e usar a escrita como forma de desenvolver ideias sobre o que os dados indicam, como podem ser analisados e quais interpretações podem ser feitas.

Consequentemente, este capítulo está no início do livro por duas razões:

1. Não é uma boa ideia deixar todos os aspectos relacionados à redação para o momento de escrever o trabalho final. Comece a escrever assim que puder. Escrever enquanto trabalha na coleta de dados e na análise faz com que você assente suas ideias e percepções, mesmo com uma alta probabilidade de que esses pensamentos venham a ser bastante alterados à medida que você avança no projeto. Você pode se sentir tentado a se limitar a anotações por só ter tempo para isso, mas tente evitar deixar as ideias somente na forma de notas.

Ver todos os capítulos

Carregar mais