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Medium 9788577804788

24. Instrumentos Ópticos

Randall D. Knight Grupo A PDF Criptografado

Instrumentos Ópticos

24

A maior coleção de telescópios do mundo encontra-se no cume do Monte

Mauna Kea, na Ilha Grande do Havaí, que se eleva 4200 m (13.800 pés) acima do Oceano Pacífico. Aqui vemos o telescópio de 10,4 m de diâmetro do Caltech Submillimeter Observatory

(Observatório Submilimétrico do

Caltech), que funciona na região do infravermelho distante.

᭤ Olhando adiante

De óculos e binóculos a microscópios e telescópios, nosso cotidiano está repleto de instrumentos ópticos, aparelhos que auxiliam nossos sentidos, por meio de lentes e

espelhos, a formar imagens que não conseguiríamos ver, ou ver tão bem, apenas a olho nu. Os instrumentos ópticos variam desde bens de consumo produzidos em massa a instrumentos científicos de precisão. E nascemos com dois dos mais impressionantes instrumentos ópticos entre todos – nossos olhos.

A maior parte da análise deste capítulo será baseada no modelo de raios luminosos.

O traçado de raios e a equação das lentes delgadas serão ferramentas poderosas para compreendermos como funcionam os instrumentos ópticos. Mesmo assim, não poderemos ignorar inteiramente o fato de a luz ser uma onda. Ocorre que, de forma talvez surpreendente, é a natureza ondulatória da luz que, em última análise, determinará o limite de desempenho dos instrumentos ópticos.

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Medium 9788582715451

Capítulo 14 - Características do leite

Srinivasan Damodaran, Kirk L. Parkin Grupo A PDF Criptografado

14

Características do leite

David S. Horne

CONTEÚDO

14.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 905

14.1.1  Alguns fatos e percepções . . . . . . . . . . . 906

14.2  Lactação, evolução e síntese do leite . . . . . 907

14.2.1  Biossíntese do leite . . . . . . . . . . . . . . . . 909

14.3  Composição do leite de vaca . . . . . . . . . . . 911

14.3.1  Proteínas do leite . . . . . . . . . . . . . . . . . 911

14.3.1.1  Caseínas e micelas de caseína . . . . . 912

14.3.1.2  Estrutura primária da caseína e interações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 913

14.3.1.3  Estrutura e organização da micela de caseína . . . . . . . . . . . . . . . . . . 916

14.3.1.4  Proteínas do soro . . . . . . . . . . . . . . . 918

14.3.2  Lipídeos e glóbulos de gordura do leite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 920

14.3.2.1  Lipídeos do leite . . . . . . . . . . . . . . . 920

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Medium 9788527721103

Capítulo 4 - Enzimas

José A. Garcia Sanches, Mariane B. Compri Nardy, Mercia Breda Stella Grupo Gen PDF Criptografado

4

Enzimas

INTRODUÇÃO

Textos escritos há milhares de anos atestam a antiguidade do uso da fermentação na produção de pães, vinagres, bebidas alcoólicas, bebidas lácteas etc. Experimentos do século XIX utilizando suco gástrico na digestão de alimentos despertaram a curiosidade sobre se as fermentações eram produzidas pelo fermento como ser vivo ou determinadas por alguma substância por ele produzida. Essa ideia despertou tanto interesse que, em 1876, o fisiologista alemão W. F. Kühne propôs a palavra enzima (do grego en-,

“dentro de”, e zyn, “fermento”) para designar a substância. A questão foi resolvida pelos irmãos Buchner, mestres cervejeiros que, em 1896, com um experimento simples e elegante, demonstraram que a fermentação do açúcar era causada por substâncias produzidas pelo fermento e que, portanto, a presença deste era dispensável.

Em 1926, a uréase obtida em estado cristalino tornou-se a primeira enzima a ser isolada em estado puro, fato que abriu caminho para a separação e purificação de muitas outras. O desenvolvimento de técnicas apuradas de isolamento e purificação de enzimas possibilitou o estudo da natureza química dessas substâncias, permitindo constatar que, em sua imensa maioria, eram proteínas.

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Medium 9788582713808

Capítulo 40 - Doenças relacionadas ao SNC

Heinz Lüllmann, Klaus Mohr, Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

334

40.1 Doença de Parkinson

40 DOENÇAS RELACIONADAS AO SNC

Fármacos antiparkinsonianos

Ao desejar realizar um movimento, impulsos originados no córtex motor se deslocam por meio da medula espinal até os músculos correspondentes. Ao mesmo tempo, são encaminhados impulsos por meio de diversos segmentos cerebrais para a coordenação do padrão de movimento e que enviam respostas de volta ao córtex cerebral. Um desses entroncamentos motores desloca-se por meio do cerebelo e outro pelos gânglios da base. Um distúrbio localizado nos gânglios da base é denominada doença de

Parkinson (“paralisia vacilante”). Os sinais e sintomas dessa doença, que ocorre geralmente em uma idade avançada, são tremores em repouso, rigidez muscular (rigor), sedentarismo (acinesia) e crescente comprometimento da qualidade de vida.

O distúrbio primário é a degeneração de células ganglionares na substância negra, cujos neurônios dopaminérgicos se projetam

(via nigro-estriatal) para o corpo estriado (especificamente o núcleo caudado e o putame) e exercem influência inibidora. É nesse ponto também que terminam os neurônios colinérgicos estimulantes.

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Medium 9788580555943

39. Genética molecular, DNA recombinante e tecnologia genômica

Victor W. Rodwell, David A. Bender, Kathleen M. Botham, Peter J. Kennelly, P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

Genética molecular,

DNA recombinante e tecnologia genômica

39

C A P Í T U L o

P. Anthony Weil, Ph.D.

O B J e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Explicar

os procedimentos básicos e os métodos envolvidos na tecnologia do

DNA recombinante e na engenharia genética.

�� Reconhecer a base lógica contida nos métodos utilizados para sintetizar, analisar e sequenciar o DNA e o RNA.

�� Explicar como identificar e quantificar proteínas individuais, tanto solúveis quanto insolúveis (i.e., ligadas à membrana ou compartimentalizadas intracelularmente), bem como as proteínas ligadas a sequências específicas do DNA e do RNA genômicos.

IMpORTÂNCIA BIOMÉDICA*

O desenvolvimento do DNA recombinante, dos microarranjos de DNA de alta densidade, dos rastreamentos de alto rendimento, das análises em escala genômica de baixo custo, do sequenciamento de DNA e de outras metodologias de genética molecular revolucionou a biologia e tem apresentado impacto crescente na medicina clínica. Embora se tenha aprendido muito sobre as doenças genéticas humanas por meio da análise genealógica e do estudo das proteínas afetadas, essas abordagens não podem ser utilizadas em muitos casos em que o defeito genético é desconhecido. As novas tecnologias contornam essas limitações, buscando informações diretamente nas moléculas de DNA e RNA celulares. A manipulação de uma sequência de DNA e a construção de moléculas quiméricas – a chamada engenharia genética – proporcionam meios de estudo sobre o funcionamento de um segmento específico de DNA. Novas ferramentas bioquímicas e de genética molecular permitem que os pesquisadores possam consultar e manipular sequências genômicas, bem como examinar todo o complemento do RNA celular, a proteína e o estado de PTM da proteína no nível molecular.

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Medium 9788521618768

3 - Energia Hidrelétrica

HODGE, B. K. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTU LO

3

Energia

Hidrelétrica

3.1

INTRODUÇÃO

As hidrelétricas estão entre as estruturas mais conhecidas feitas pelo homem. Essas barragens têm uma longa e bem-sucedida história nos Estados Unidos. Nas primeiras décadas do século XX, foram construídas muitas hidrelétricas. Nos anos 1930, os Estados Unidos geravam cerca de 40% da sua eletricidade por meio da energia hidrelétrica. Em 2007, conforme indicado nas Figuras 1.9 e 1.14, esse número diminuiu para cerca de 3%. Noruega, Nepal,

Nova Zelândia e Canadá geram mais de 50% da sua eletricidade por meio da hidreletricidade.

Durante anos a energia hidrelétrica tem sido encarada como a mais ecológica de todas as fontes de energia elétrica. Entretanto, nos últimos tempos, os impactos ambientais da energia hidrelétrica têm sido encarados como menos benignos e mais inoportunos. Livros recentes de Leslie (2005) e Scudder (2005) abordam os problemas ambientais associados com as grandes barragens.

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Medium 9788577804702

2. Cinemática em uma Dimensão

Randall D. Knight Grupo A PDF Criptografado

2

Cinemática em uma

Dimensão

Uma velocista de nível internacional desenvolve uma tremenda aceleração na arrancada de uma corrida.

᭤ Olhando adiante

O objetivo do Capítulo 2 é que você aprenda a resolver problemas sobre o movimento em linha reta. Neste capítulo, você aprenderá:

■ Entender a matemática da posição,

da velocidade e da aceleração para movimentos em linha reta.

■ Usar uma representação gráfica de um movimento.

■ Usar uma estratégia específica para resolução de problemas de cinemática.

■ Compreender o movimento de queda livre e o movimento em planos inclinados.

᭣ Em retrospectiva

Cada capítulo deste livro foi elaborado com base em idéias e técnicas desenvolvidas nos capítulos anteriores.

Cada Em Retrospectiva despertará sua atenção para seções específicas que são de importância maior para o presente capítulo. Uma breve revisão destas seções o ajudará em seu estudo do capítulo. Revise:

■ Seções 1.4-1.5 Velocidade e

aceleração

■ Seção 1.6 Movimento em uma

dimensão

■ Seção 1.7 Resolução de problemas

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Medium 9788521619086

6 - Entrando em Guerra Contra Esse Mar de Problemas

RICHTER, Burton Grupo Gen PDF Criptografado

6

Entrando em Guerra Contra Esse

Mar de Problemas

6.1

INTRODUÇÃO

Este capítulo começa a discussão sobre como podemos sair da armadilha da mudança climática na qual o mundo se encontra em decorrência do crescimento econômico, do crescimento populacional e da falta de compreensão sobre como as nossas ações afetam o nosso ambiente. Embora os mais pobres estejam melhores do que estavam um século atrás, o aquecimento global irá reverter a melhoria nas vidas de todos, a menos que façamos algo a respeito. A origem do problema está no uso da energia para alimentar a economia mundial e nas práticas agrícolas que empregamos para alimentar a população mundial. O problema é solucionável, mas a solução exige uma ação global.

Todos os grandes emissores de gases do efeito estufa agora concordam que o problema é real, mas não chegaram a um acordo sobre como dividir o ônus de limpar as coisas. Será difícil conceber um sistema de ação que permita às nações em desenvolvimento continuar a melhorar o bem-estar dos seus cidadãos enquanto também reduzem as emissões. As consequências estão no futuro, enquanto a ação tem de começar no presente, e isso cria problemas políticos difíceis para todas as nações porque os custos existem agora, enquanto os benefícios virão mais tarde

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Medium 9788521620464

CAPÍTULO 22 - CARBOIDRATOS

SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton; JOHNSON, Robert G. Grupo Gen PDF Criptografado

22

�Carboidratos

RESUMO DE ALGUMAS REAÇÕES DE MONOSSACARÍDEOS

195

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18/11/11 16:13:53

196  Capítulo 22

SOLUÇÕES DOS PROBLEMAS

Problemas de Revisão

(c) Existiriam quatro estereoisômeros (dois conjuntos de enantiômeros) para cada estrutura geral: 22 = 4.

022solomonsvol2.indd 196

18/11/11 16:13:53

Carboidratos  197

  22.5 Dissolva a d-glicose em etanol e então borbulhe HCl gasoso.

  22.6 A a-d-Glicopiranose dará um teste positivo com solução de Benedict ou de Tollens porque ela é um hemiacetal cíclico. O a-d-glicopiranosídeo de metila, por ser um acetal cíclico, não fornecerá um teste positivo.

(g) O ácido aldárico obtido a partir da d-eritrose é um ácido meso-tartárico; o ácido aldárico obtido da d-treose é o ácido d-tartárico.

  22.9 Uma forma de se prever os produtos de uma oxidação de periodato é colocar um grupo OH em cada átomo de carbono no ponto onde ocorreu a clivagem da ligação CC:

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Medium 9788527723855

12 - Núcleo

De Robertis Grupo Gen PDF Criptografado

Núcleo

12

12.1 O núcleo é um dos compartimentos essenciais da célula eucarionte

A existência do núcleo é a principal característica que distingue as células eucariontes. O núcleo ocupa cerca de 10% do volume total da célula e, em seu interior, está o DNA, exceto o das mitocôndrias. É delimitado pela carioteca, ou envoltório nuclear, composta por duas membranas concêntricas que são contínuas à membrana do retículo endoplasmático (RE) (Figura 12.1).

Figura 12.1 Representação gráfica do núcleo celular. Observe a lâmina nuclear (constituída por laminofilamentos) e o envoltório nuclear como parte integrante do sistema de endomembranas.

A carioteca tem inúmeros orifícios – denominados poros –, que fazem a comunicação entre o interior do núcleo e o citosol. É reforçada por duas redes de filamentos intermediários, uma sobre a superfície interna do envoltório – a lâmina nuclear descrita na Seção 5.3 – e outra sobre a superfície externa (Figura 12.1).

No compartimento nuclear, encontram-se:

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Medium 9788584291885

Capítulo 13. Robótica mole: o estado da arte e um roteiro para makers

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

o estado da arte e um roteiro para makers

Alexandre Brincalepe Campo

Nos últimos 10 anos, ganhou forma um novo paradigma sobre o que pode vir a ser um robô. Em geral, esses dispositivos são associados a estruturas rígidas, grandes, com motores e sensores individualizados, além de a um sistema central microprocessado para o planejamento e controle dos movimentos (VERL et al., 2015). Essa visão associada aos robôs corresponde à realidade que ainda se observa na indústria e em diversas outras aplicações na atualidade, no entanto, uma nova abordagem inspirada em elementos observados na natureza surgiu no início do século XXI e possibilitou a criação de uma nova área, que vem sendo chamada de robótica mole (em inglês, soft robotics) (RUS; TOLLEY, 2015).

Robótica mole é uma possível tradução para o português – diversas outras podem estar associadas à palavra soft quando ligada a robot, como robôs maleáveis ou robôs flexíveis –, mas, neste capítulo, optou-se pela tradução robôs moles, pois é aquela que já vem sendo usada em áreas em que a pesquisa básica teve início. O Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, possui uma de suas áreas de pesquisa definida como o estudo da matéria mole, particularmente ligada à biofísica.

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Medium 9788573076295

Capítulo 6 - Classificação de Comunidades

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

6

Classificação de

Comunidades

INTRODUÇÃO

No capítulo anterior foi ilustrado como podem ser estudados os tipos e o grau de associação existentes em um par de espécies. No entanto, ao considerar mais de três espécies, a situação torna-se bem mais complexa. A análise multiespecífica envolvendo toda a estrutura da comunidade tem sido muito criticada na literatura. No entanto, mesmo os críticos mais consistentes admitem que o estudo quantitativo das abundâncias multiespecíficas pelo menos possui uma grande conveniência metodológica. Nesse tipo de abordagem não é importante o fato de que as comunidades podem ser vistas como unidades discretas ou não. Seu ponto de partida são os modelos multidimensionais (geométricos ou não) que sintetizam os dados em uma escala bi ou tridimensional.

CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DE

COMUNIDADES

Na natureza, as comunidades ecológicas são unidades muito complexas. Podem abran-

ger de várias dezenas a centenas de espécies com os mais variados modos e formas de vida.

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Medium 9788536701875

Capítulo 3 - Terapêutica medicamentosa

Eduardo Dias de Andrade; Francisco Carlos Groppo; Maria Cristina Volpato, Pedro Luiz Rosalen, José Ranali Grupo A PDF Criptografado

3

Terapêutica medicamentosa

EDUARDO DIAS DE ANDRADE

A farmacologia está intimamente relacionada com a terapêutica medicamentosa, por oferecer os fundamentos científicos para o uso de medicamentos na prevenção ou no tratamento das doenças nas áreas da medicina e da odontologia.

Na clínica odontológica, a terapêutica medicamentosa muitas vezes exerce apenas um papel coadjuvante em relação aos procedimentos de ordem local. Por exemplo, diante de uma pulpite irreversível, a simples prescrição de um analgésico pelo cirurgião-dentista colabora muito pouco para o alívio da dor, caso não seja removida a causa por meio de pulpectomia. Da mesma forma, no tratamento das infecções bacterianas que não apresentam sinais de disseminação, a descontaminação do local é muito mais importante do que apenas a prescrição de antibióticos.

Em odontologia, são executados dois tipos de procedimentos básicos:

• Procedimentos eletivos – são aqueles pré-agendados pelo profissional, após ter estabelecido o plano de tratamento inicial

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Medium 9788521632061

14 Fluidos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl Grupo Gen PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

1

4

Fluidos

14‑1

MASSA ESPECÍFICA E PRESSÃO DOS FLUIDOS

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

14.01 Saber a diferença entre fluidos e sólidos.

14.02 Conhecer a relação entre massa específica, massa e volume

14.03 Conhecer a relação entre pressão hidrostática, força e a área em que a força é aplicada.

para um material homogêneo.

Ideias‑Chave zz A massa específica  de um material homogêneo é definida

como a massa m de uma amostra do material dividida pelo volume

V do material:

5

m

.

V

zz Um fluido é uma substância que pode escoar. Os fluidos assumem

a forma do recipiente que os contém e exercem sobre uma parede

plana do recipiente de área A uma pressão dada por

F

,

A em que F é o módulo da força normal que o fluido exerce sobre a parede. zz A força associada à pressão de um fluido em um dado ponto tem o mesmo módulo em todas as direções.

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Medium 9788527730952

GLOSSÁRIO

GULLAN, P.J.; CRANSTON, P.S. Grupo Gen PDF Criptografado

Glossário

Cada campo científico e técnico tem um vocabulário específico: a entomologia não é uma exceção. Não se trata de uma tentativa dos entomólogos de restringir o acesso à sua ciência; isso resulta da necessidade de precisão na comunicação, ao evitar, por exemplo, termos antropocêntricos mal utilizados derivados da anatomia humana. Muitos termos são derivados do latim ou do grego; quando ter a capacitação nessas línguas era um pré-requisito da formação escolar (incluindo as ciências naturais), esses termos eram compreendidos pelas pessoas instruídas, não importando seu idioma de origem. A utilidade desses termos continua, embora já não haja fluência nos idiomas dos quais eles derivam.

Neste glossário, tentamos definir os termos de uma maneira direta, a fim de complementar as definições usadas na primeira vez que o termo é mencionado no corpo principal do livro. Os termos ressaltados em negrito no texto principal estão neste glossário. O glossário não contém definições de todas as palavras (p. ex., nomes de inseticidas) ou frases que os entomólogos podem utilizar; por favor, consulte o índice se uma palavra não estiver no glossário.

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