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Medium 9788521632665

22 - Holografia Digital e Dinâmica

SCIAMMARELLA, Cesar A.; SCIAMMARELLA, Federico M. Grupo Gen PDF Criptografado

22

Holografia Digital e Dinâmica

22.1 Holografia Digital

O registro holográfico das imagens de um sensor eletrônico apresenta problemas especiais por causa da resolução diferente entre as placas holográficas e a resolução existente nos sensores [1, 2]. As placas holográficas conseguem atingir resoluções de 10.000 1/mm. Isso implica elementos sensores com um tamanho de 100 nm. O tamanho atual da tecnologia de sensores eletrônicos é 2,2 × 2,2 mícrons, por isso a resolução é 1/22. Esse fato tem implicações pertinentes ao espaçamento das franjas portadoras que capturam a informação espacial em três dimensões. Por causa da gravação offline, deve haver um ângulo entre o feixe do objeto e o feixe de referência (Figura 22.1). Esse ângulo pode ser relacionado com a resolução do sensor da seguinte maneira.

Em determinado ponto Pi imagem do ponto P0, no meio de gravação o passo das franjas portadoras formadas δ(P) é igual a

(P )

2 Sen

(P )

2

(22.1)

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Medium 9788565837026

A elevação do ponto de ebulição

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 14 • AS PROPRIEDADES DAS SOLUÇÕES

219

Na segunda forma, a pressão de vapor da solução foi identificada com a pressão de vapor do solvente sobre a solução, pois entende-se que o soluto é não volátil.

Além disso, a lei de Raoult pode ser aplicada quando dois componentes voláteis são misturados. Em sistemas de líquidos que se misturam em proporções quaisquer, formando soluções ideais, a segunda equação é válida para a pressão parcial de cada componente volátil, individualmente.

Pressão parcial de qualquer componente em solução

= (pressão de vapor do componente puro) × (fração molar do componente)

A lei de Raoult é explicada com base na hipótese de que as moléculas do soluto na superfície do líquido interferem com o escape das moléculas do solvente para a fase vapor. Devido à redução da pressão de vapor, o ponto de ebulição da solução se eleva e o ponto de congelamento diminui, em comparação com os pontos de ebulição e congelamento do solvente puro.

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Medium 9788520431672

8. Tornozelos e pés

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

C

8

O

TORNOZELOS E PÉS

P Í T U

L

A

P

és fortes e equilibrados servem como base para todo o corpo. O aprendizado sobre o alinhamento da perna associado à força do core e da pelve proporcionará a seus pés a potência de que você precisa para ser rápido e audaz. Como dançarino, é necessário que você tenha um conhecimento básico sobre o alinhamento preciso e a ação muscular para melhorar sua técnica. Existem 26 ossos e 34 articulações em seu pé, criando, portanto, muitas possibilidades de movimento. Ao suportar peso, qualquer movimento articular tem relação direta com outras articulações do pé. Você deve ser capaz de dançar como uma unidade, em que todas as articulações trabalham em harmonia.

O jazz, as danças moderna e de salão e a maior parte das danças folclóricas requerem movimentos similares de pés e tornozelos. Você deve ser capaz de se deslocar rapidamente com os pés e elevar-se sobre a cabeça dos metatarsais (“bola dos pés”) e na ponta dos dedos dos pés. Talvez você precise correr e pular usando sapatos de salto ou girar e dar impulsos com os pés descalços. Praticantes de sapateado, clog1 e flamenco realizam muitos movimentos difíceis de percussão com os pés que exigem potênca intensa. Girar, saltar, ficar na ponta, executar relevés e pliés são habilidades básicas necessárias para todas as técnicas de dança. Cada estilo requer posições incomuns dos pés, sem mencionar os calçados específicos, utilizados mais como efeito estético que para sustentação. O balé clássico requer amplitude extrema de movimento para o trabalho na ponta, mas este capítulo é dedicado a todos os estilos de dança e à importância do conhecimento de anatomia. É importante conhecer as estruturas de sustentação que mantêm seus arcos

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Medium 9788527729208

25. Onychophora

FRANSOZO, Adilson Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 25

Onychophora

Alexandre Vasconcellos e Waltécio de Oliveira Almeida

Apresentação geral do grupo

Os onicóforos atuais compreendem um grupo de invertebrados terrestres de corpo mole e aparência aveludada, com tamanho variando de 2,5 a 20 cm de comprimento. Ainda são bem semelhantes aos fósseis do Cambriano e geralmente difíceis de serem encontrados nos ecossistemas em que vivem. A primeira espécie de Onychophora foi descrita para as Antilhas, em 1826, pelo reverendo britânico Lansdown Guilding (1797-1831). O exemplar foi descrito como um molusco, um tipo de lesma com pernas. Quando vivos, os onicóforos são mais facilmente confundidos com lagartas ou miriápodes, devido à presença de vários pares de pernas ao longo do seu corpo (Figura 25.1). No entanto, a existência de pernas não articuladas (lobópodes), com duas garras distais, demons­tra a singularidade morfológica destes organismos, características es-

sas que foram utilizadas na redescrição desses animais em 1853 pelo zoólogo alemão Adolph Eduard Grube (1812-1880). O nome

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Medium 9788584290994

Capítulo 15. Análise de sobrevivência: uma introdução

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

15

Análise de sobrevivência: uma introdução

Panorama do capítulo

Neste capítulo, introduziremos uma perspectiva levemente diferente da análise de dados, chamada de análise de sobrevivência. Nas técnicas que apresentaremos aqui, estamos interessados no tempo de um determinado evento para os participantes. Iremos apresentar os conceitos fundamentais da análise de sobrevivência, como as funções de sobrevivência e de risco. Mostraremos como apresentar esses dados em formas gráficas por intermédio das curvas de risco e de sobrevivência acumuladas, além de como dizer se duas curvas de sobrevivência são significativamente diferentes uma da outra. Por fim, ensinaremos a executar as análises de sobrevivência usando o SPSS.

Neste capítulo, você irá:

99 Aprender sobre as funções de sobrevivência e de risco;

99 Obter um conhecimento das bases conceituais das curvas e tabelas de sobrevivência;

99 Aprender sobre a diferença entre as funções de sobrevivência e de risco;

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Medium 9788527733182

CAPÍTULO 9 - Bacilos Gram Negativos Fastidiosos Diversos

PROCOP, Gary W. et al. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Bacilos Gram‑Negativos

Fastidiosos Diversos

Introdução à família

Pasteurellaceae, 484

Espécies de Haemophilus, 485

Taxonomia, 485

Haemophilus influenzae, 487

Outras espécies de Haemophilus, 492

Haemophilus ducreyi, 493

Diagnóstico laboratorial das infecções por Haemophilus, 493

Haemophilus ducreyi | Diagnóstico laboratorial do cancroide, 497

Sensibilidade de espécies de

Haemophilus a agentes antimicrobianos, 498

Gênero Aggregatibacter, 500

Taxonomia, 500

Importância clínica, 500

Características das culturas e identificação de espécies de

Aggregatibacter, 501

Sensibilidade das espécies de

Aggregatibacter a agentes antimicrobianos, 502

Espécies de Cardiobacterium, 503

Taxonomia, 503

Importância clínica, 503

Características de cultura e identificação, 504

Sensibilidade a agentes antimicrobianos, 504

Eikenella corrodens, 505

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Medium 9788597008111

3 - Polo Teórico

MARTINS, Gilberto de Andrade; THEÓPHILO, Carlos Renato Grupo Gen PDF Criptografado

3

Polo Teórico

3.1  O que é Teoria?

O termo teoria tem sido empregado de diferentes maneiras para indicar distintas questões. Ao revi­sar a literatura, para construção de um trabalho científico, encontram-se expressões contraditórias e ambíguas: conceitos como teoria; orientação teórica; marco teórico; esquema teórico; referencial teórico; plataforma teórica; utilizados como sinônimos. Em outras situações, o termo teoria serve para indicar uma série de ideias que uma pessoa tem a respeito de algo (eu tenho minha própria teoria para o relacionamento com sujeitos rebeldes). Outra concepção é considerar as teorias como conjuntos de ideias incompreensíveis e não comprováveis, geralmente verbalizadas por professores e cientistas: ele é muito teórico! Frequentemente as teorias são vistas como algo totalmente desvinculado do cotidiano. São entendidas como ideias que não podem ser verificadas, nem tampouco medidas, evidenciando uma concepção que se aproxima da mística. Outro uso do termo

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Medium 9788527732925

CAPÍTULO 1 Bioquímica no Mundo Moderno

BROWN, T.A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Bioquímica no Mundo

Moderno

Objetivos do estudo

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

 Entender o que significa o termo ‘bioquí­mica’

 Reconhecer a posição central que a bioquí­mica ocupa nas ciên­cias biológicas

 Perceber que para o entendimento da bioquí­mica também é necessário entender os princípios básicos da quí­mica

 Saber que quatro tipos de grandes moléculas – proteí­ nas, ácidos nucleicos, lipídios e polissacarídios – são par­ticular­mente importantes na bioquí­mica

 Perceber que o metabolismo desempenha um papel vital em todos os organismos vivos

 Reconhecer que o metabolismo inclui processos cata­ bólicos, que degradam moléculas para produzir ener­ gia, e anabólicos, que formam moléculas maiores a par­ tir das menores

 Saber que a informação biológica está armazenada no

DNA e torna-se disponível para a célula pelo processo denominado expressão gênica

 Ver que a bioquí­mica é uma ciên­cia experimental e que o entendimento do método usado nos projetos de pes­ quisa é fundamental para tornar-se um bioquí­mico.

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Medium 9788521623496

Capítulo 20 - Prevenção através do Projeto e da Segurança do Sistema

SHAMMAS, Nazih K.; WANG, Lawrence K. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

20

Prevenção através do

Projeto e da Segurança do Sistema

A

prevenção através do projeto (PaP) é uma iniciativa colaborativa nos Estados Unidos baseada na crença de que a melhor maneira de evitar lesões e doenças associadas ao trabalho é prever e “conceber” os perigos e riscos potenciais na “prancheta” ou o mais cedo possível na fase de concepção dos novos processos, estruturas, instalações, equipamentos ou ferramentas, e organizar o trabalho levando em consideração a construção, manutenção, produção e desativação das operações. A iniciativa PaP é um catalisador positivo para a criação e disseminação das ferramentas de negócio, estudos de casos, projetos de demonstração e boas práticas de engenharia centradas em soluções de projeto que reduzem as lesões, doenças e custos do trabalhador.

Muitos profissionais de engenharia encaram as ideias oriundas da PaP como uma necessidade no ambiente empresarial altamente competitivo hoje e os conceitos da PaP estão amadurecendo em uma série de empresas no mundo inteiro. Esses líderes compreendem que é mais barato prever e minimizar os perigos e riscos no local de trabalho ainda na fase de concepção do que fazer alterações conceituais após os trabalhadores serem atingidos. Além do custo de reformulação, não projetar pensando na prevenção pode levar a exposições maiores a produtos químicos, riscos ergonômicos, explosões, incêndios, quedas, amputações, etc. A PaP ajuda a planejar para o sucesso integrando as soluções de segurança e saúde ocupacional com os processos de negócio fundamentais. Ela também aumenta a eficiência e a economia de recursos.

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Medium 9788565837026

A lei dos gases ideais

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6 • A LEI DOS GASES IDEAIS E A TEORIA CINÉTICA

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O VOLUME MOLAR

Se um mol de um gás tem o mesmo número de moléculas, NA, que 1 mol de qualquer outro gás (Capítulo 2), e se números iguais de moléculas ocupam volumes iguais nas CNTP (a hipótese de Avogadro), então 1 mol de um gás tem o mesmo volume nas CNTP que qualquer outro gás. Este volume molar padrão corresponde a

22,414 L.

Mas é importante deixar claro para o leitor que, naturalmente, a hipótese de Avogadro e as leis dos gases pressupõem que os gases sejam sempre ideais. Contudo, os gases no mundo real não são ideais. O volume molar nas

CNTP muitas vezes é um pouco menor que os 22,414 L definidos acima. No restante deste capítulo, usaremos o valor arredondado 22,4 L/mol para todos os gases e, a menos que seja dito o contrário, todos os gases são ideais.

A LEI DOS GASES IDEAIS

Examinemos a lei dos gases combinada (Capítulo 5), com os parâmetros das CNTP, para 1 mol de gás. O zero subscrito indica as condições padrão.

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Medium 9788521615057

CAPÍTULO 10: SUPERCONDUTIVIDADE

KITTEL, Charles Grupo Gen PDF Criptografado

10

Supercondutividade

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

O fenômeno da supercondutividade

Destruição da supercondutividade por campos magnéticos

O efeito Meissner

Capacidade térmica

Banda proibida

Conseqüências da existência de uma banda proibida

O efeito isotópico

RESULTADOS TEÓRICOS

Termodinâmica da transição supercondutora

A equação de London

Comprimento de coerência

A teoria BCS

O estado fundamental na teoria BCS

Quantização do fluxo magnético em um anel supercondutor

Duração das correntes persistentes

Supercondutores tipo II

O estado de vórtices

Estimativas de Hc1 e Hc2

Tunelamento de uma partícula isolada

Tunelamento de Josephson

Efeito Josephson contínuo

Efeito Josephson alternado

Interferência quântica macroscópica

SUPERCONDUTORES DE ALTA

TEMPERATURA

RESUMO

PROBLEMAS

1. Penetração do campo magnético em uma placa supercondutora

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Medium 9788521627654

6 - Trabalho e Energia

KESTEN, Philip R.; TAUCK, David L. Grupo Gen PDF Criptografado

(Jean Paul Ferrero/Auscape/The Image Works.)

6

Trabalho e Energia

Os animais utilizam uma quantidade significativa da energia obtida nos alimentos para locomoção. Os cangurus estão entre os mamíferos mais eficientes no uso da energia metabólica para gerar movimento. À medida que um canguru volta ao solo a cada salto, a energia associada ao movimento é armazenada como energia elástica nos tendões das suas patas traseiras. Da mesma maneira que a mola comprimida de um pula-pula empurra para cima os pés de uma criança, a energia elástica armazenada nos tendões dos cangurus é transferida de volta em energia de movimento. Este retorno da energia transforma o salto em um meio eficiente dos cangurus se moverem.

6-1 Trabalho

6-2 O Teorema da Energia

6-3

6-4

Cinética

Aplicações do Teorema da

Energia Cinética

Trabalho Realizado por uma Força Variável

Energia Potencial

Conservação de Energia

Forças Não Conservativas

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Medium 9788536306605

Capítulo 6. Divisão Euglenozoa, classe Euglenophyceae

Bruno de Reviers Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

6

Divisão Euglenozoa, classe Euglenophyceae

Número de táxons

Enumera-se cerca de 40 a 50 gêneros e 650 a 1.050 espécies, segundo diferentes autores.

Caráter derivado próprio

A estrutura pericelular é denominada película.

Estrutura vegetativa

GENERALIDADES. Essas algas são unicelulares, flageladas, raramente coloniais, às vezes formando colônias dendróides, como no gênero Colacium (Fig. 6.1k). Nas formas coloniais, os organismos perderam seus flagelos*. No pólo anterior da célula, situa-se uma ampulla (invaginação) constituída de um canal e de um reservatório

(Fig. 6.1a, d, j) e um vacúolo pulsátil (contrátil), que se esvazia no reservatório da ampulla. Esse vacúolo contrátil tem função de osmorregulação.

■ RESERVAS. O paramilo (glicano β 1-3, semelhante à crisolaminarina, mas mais ramificado e insolúvel), extraplastidial, não se colore em presença do lugol, mas, como o amido, apresenta o fenômeno da cruz negra sob luz polarizada. Ele forma grãos;

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Medium 9788565848282

Capítulo 16 - Relatório de resultados do processo qualitativo

Roberto Hernández Sampieri; Carlos Fernández Collado; María del Pilar Baptista Lucio Grupo A PDF Criptografado

16

Relatório de resultados do processo qualitativo

Processo de pesquisa qualitativa

Passo 5 Elaborar o relatório de resultados qualitativos

• Definição do usuário.

• Seleção do tipo de relatório a ser a­ presentado de acordo com o usuário: contexto acadêmico ou não acadêmico, formato e narrativa.

• Elaboração do relatório e do material adicional correspondente.

• Apresentação do relatório.

Objetivos da aprendizagem

Ao concluir este capítulo, o aluno será capaz de:

1. reconhecer os tipos de relatórios de resultados na pesquisa qualitativa;

2. compreender os elementos que integram um relatório de pesquisa qualitativa;

3. visualizar a maneira de estruturar o relatório de um estudo qualitativo.

Síntese

Neste capítulo comentamos sobre a estrutura comum de um relatório qualitativo e os elementos que a compõem. Por outro lado, mostramos que os relatórios qualitativos podem ser, assim como os quantitativos, acadêmicos e não acadêmicos. Além disso, fazemos diversas recomendações para sua elaboração.

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Medium 9788521632023

28 - Relatividade Especial

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

28

Relatividade Especial

28.1 Eventos e Referenciais Inerciais

Na teoria da relatividade especial, um evento, como o lançamento do ônibus espacial na Figura 28.1, é um “acontecimento” que ocorre em determinado lugar e em determinado instante de tempo. Nesse desenho, dois observadores estão assistindo à decolagem, um na superfície da Terra e o outro dentro de um avião que está voando com velocidade constante em relação à Terra. Para registrar o evento, cada observador usa um sistema de referência que é formado por um conjunto de eixos x, y, z (chamado de sistema de coordenadas) e um relógio.

Os sistemas de coordenadas são usados para estabelecer onde ocorre o evento e os relógios para especificar quando. Cada observador está estacionário em relação ao seu próprio sistema de referência. No entanto, o observador na superfície da Terra e o observador a bordo do avião estão se movendo um em relação ao outro e, portanto, o mesmo acontece com seus sistemas de referência ou referenciais.

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