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Medium 9788520433089

9. Extensões para costas fortes

ISACOWITZ, Rael; CLIPPINGER, Karen Editora Manole PDF Criptografado

EXTENSÕES PARA

COSTAS FORTES

P Í T UL

9

O

C

A

E

ste capítulo se concentra na melhora da força, da resistência muscular e da ativação habilidosa dos extensores da coluna vertebral. Os capítulos anteriores enfatizaram o uso dos músculos abdominais primariamente para produzir a flexão da coluna ou o uso dos músculos abdominais com o auxílio dos extensores da coluna vertebral para produzir flexão lateral ou rotação. Este capítulo enfatiza a utilização dos extensores da coluna vertebral para produzir ou manter a hiperextensão da coluna, enquanto os músculos abdominais atuam como estabilizadores para reduzir as forças potencialmente prejudiciais suportadas pela parte lombar da coluna. Esse uso da extensão da coluna vertebral é vital para a manutenção do equilíbrio muscular, porque muitos exercícios do método pilates enfatizam a flexão da coluna. Além disso, a força e a resistência adequadas dos extensores da coluna vertebral podem reduzir o risco de osteoporose e lesões nas costas. No entanto, a hiperextensão da coluna também é um mecanismo comum para a produção de lesão da parte lombar da coluna vertebral. A técnica ideal e a progressão cuidadosa de exercícios menos exigentes para os mais exigentes são essenciais para aprimorar os potenciais benefícios e reduzir os riscos desses exercícios.

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Medium 9788527720786

1 - Introdução: Visão Panorâmica sobre a Estrutura, as Funções e a Evolução das Células

Junqueira, Luiz Carlos Uchoa Grupo Gen PDF Criptografado

1 | Introdução: Visão Panorâmica sobre a Estrutura, as Funções e a Evolução das Células

1

Introdução:

Visão Panorâmica sobre a Estrutura, as Funções e a

Evolução das Células

■ Vírus são parasitos intracelulares obrigatórios, 3

■ Riquétsias e clamídias são células incompletas e, por essa razão, só proliferam no interior de uma célula completa, 3

■ Há apenas dois tipos básicos de células: procariontes e eucariontes, 3

■ Células procariontes são “pobres” em membranas, 3

■ Células eucariontes são compartimentadas, 5

■ O citoplasma é constituído por matriz, organelas e depósitos diversos, 5

■ Membrana plasmática, 5

■ Mitocôndrias, 5

■ Retículo endoplasmático, 5

■ Endossomos, 6

Junqueira 01.indd 1

1

Aparelho de Golgi, 6

Lisossomos, 6

Peroxissomos, 8

Citoesqueleto, 9

Depósitos citoplasmáticos, 9

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Medium 9788521632009

Apêndices

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Grupo Gen PDF Criptografado

apêndice A

Potências de Dez e Notação Científica

Em ciência, números decimais muito grandes e muito pequenos são expressos de forma conveniente em termos de potências de dez, algumas das quais estão listadas a seguir:

O fator de dez elevado a menos onze indica que a vírgula decimal no termo 5,29 deve ser deslocada onze posições para a esquerda a fim de se obter o raio como um número sem potências de dez. Quando números estão expressos com o auxílio de potências de dez, diz-se que eles estão em notação científica.

Cálculos que envolvem a multiplicação e a divisão de potências de dez são efetuados nos exemplos a seguir:

Usando potências de dez, podemos escrever, por exemplo, o raio da

Terra da seguinte maneira:

As regras gerais para tais cálculos são

Raio da Terra 5 6 380 000 m 5 6,38 3 106 m

O fator de dez elevado à sexta potência é igual a dez multiplicado por ele mesmo seis vezes, ou um milhão, logo o raio da Terra é igual a 6,38 milhões de metros. Outra forma de interpretar o fator de dez elevado

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Medium 9788582603406

Capítulo 27 - Cor

Paul Hewitt Grupo A PDF Criptografado

27

C A P Í T U L O

1

2 7

Cor

2

FPO

3

27.1

A cor em nosso mundo

27.2

Reflexão seletiva

27.3

Transmissão seletiva

27.4

Misturando luzes coloridas

27.5

Misturando pigmentos coloridos

27.6

Por que o céu é azul

27.7

Por que o pôr do sol é vermelho

27.8

Por que as nuvens são brancas

27.9

Por que a água é azul-esverdeada

4

5

1 Carlos Vasquez mostra uma variedade de cores ao ser iluminado por somente três lâmpadas, uma vermelha, uma verde e outra azul.

2 A cor azul do céu deve-se ao espalhamento da luz solar pelo ar; e a cor ciano da água, à absorção de porções infravermelhas e vermelhas da luz solar pelo líquido. 3 Foto da autora de livros de ciência

Suzanne Lyons, com seus filhos Tristan e Simone. 4 Negativo da mesma foto em suas cores complementares. 5 O colorista e professor de física Jeff Wetherhold (da Parkland High School, em

Allentown, EUA) tem duas paixões – pintar e ensinar física.

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Medium 9788521634225

CAPÍTULO 19 - Espectroscopia: rotações e vibrações moleculares

ATKINS, Peter Grupo Gen PDF Criptografado

19

Espectroscopia: rotações e vibrações moleculares

A espectroscopia é a análise da radiação eletromagnética emitida, absorvida, ou espalhada pelas moléculas. Vimos no Capítulo 13 que fótons agem como mensageiros de dentro dos

átomos, e que podemos utilizar espectros atômicos para obter informações detalhadas sobre estrutura eletrônica. Fótons de radiação que vão desde ondas de rádio até o ultravioleta também nos trazem informações a respeito das moléculas. A diferença entre a espectroscopia molecular e a atômica, no entanto,

é que a energia de uma molécula pode mudar não apenas como resultado de transições eletrônicas, como também porque essa energia pode fazer transições entre seus estados rotacionais e vibracionais. Os espectros moleculares são mais complicados, mas contêm mais informações, incluindo os níveis de energia eletrônica, comprimentos das ligações, ângulos das ligações e forças das ligações. A espectroscopia molecular também é utilizada para analisar materiais e para monitorar variações de concentração em estudos cinéticos (Seção 10.1).

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Medium 9788527719711

5. Biofísica das Soluções

MOURÃO Jr., Carlos Alberto; ABRAMOV, Dimitri Marques Grupo Gen PDF Criptografado

5

Biofísica das Soluções

Objetivos de estudo, 76

Conceitos-chave do capítulo, 76

Introdução, 76

Soluções, 78

Dinâmica de partículas nas soluções, 84

Tensão superficial, 91

Difusão de solutos entre os capilares e os tecidos, 93

Resumo, 95

Autoavaliação, 95

Moura o 05.indd 75

18.11.11 12:03:18

76

Biofísica Essencial

Objetivos de estudo

Conceituar solução e suspensão e diferenciar uma da outra

Diferenciar mistura homogênea de mistura heterogênea

Conhecer e diferenciar as propriedades das soluções interativas e difusivas

Compreender a importância da energia para as soluções difusivas

Compreender a importância da afinidade química para as soluções interativas

Definir o que é difusão

Explicar como ocorre a osmose

Definir pressão osmótica

Compreender o que é a pressão parcial de um gás

Entender o conceito de tensão superficial

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Medium 9788582712979

Capítulo 13 - Diversidade metabólica dos microrganismos

Michael T. Madigan; John M. Martinko; Kelly S. Bender; Daniel H. Buckley; David A. Stahl Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

13

Diversidade metabólica dos microrganismos

microbiologiahoje

Desvendando os metabolismos microbianos

Uma vez que uma bactéria é cultivada em laboratório, geralmente

é simples determinar o que ela faz para sobreviver, ou seja, determinar suas capacidades metabólicas. Mas quando os organismos ainda não podem ser cultivados, também podemos descobrir o que eles fazem? Sim, podemos, porém estudando os seus genes em vez dos metabolismos.

Com o objetivo de investigar quais processos metabólicos microbianos ocorrem em um aquífero anóxico perto do Rio Colorado

(foto à direita), ecologistas microbianos isolaram o DNA total da comunidade microbiana do aquífero diretamente no campo (foto

à esquerda) e a partir dele, sequenciaram e reconstituíram quase

1

50 genomas. Por meio de análises das sequências, os cientistas desvendaram o metabolismo da comunidade microbiana do aquífero e analisaram outros aspectos importantes da biologia dessa comunidade. Para sua surpresa, eles descobriram que as principais estratégias catabólicas sendo empregadas eram fermentações e metabolismo de H2 em vez de respiração anaeróbia. Além disso, certos metabolismos que se pensava serem restritos às arqueias também foram detectados em bactérias do aquífero.

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Medium 9788597010121

7 - Variáveis

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Grupo Gen PDF Criptografado

7

Variáveis

1 CONCEITO

Segundo Lipset e Bendix (In: TRUJILLO FERRARI, 1974, p. 144), variável é um conceito operacional; salientam, porém, que a recíproca não é verdadeira, visto que nem todo conceito operacional constitui-se em variável. Para ser definida, a variável precisa conter valores.

Portanto, uma variável pode ser considerada como uma classificação ou medida; uma quantidade que varia; um conceito operacional, que contém ou apresenta valores; aspecto, propriedade ou fator, discernível em um objeto de estudo e passível de mensuração. Os valores que são adicionados ao conceito operacional, para transformá-lo em variável, podem ser quantidades, qualidades, características, magnitudes, traços etc., que se alteram em cada caso particular e são totalmente abrangentes e mutuamente exclusivos. Por sua vez, o conceito operacional pode ser um objeto, processo, agente, fenômeno, problema etc.

2

VARIÁVEIS NO UNIVERSO DA CIÊNCIA

Gil (2016, p. 79) identifica uma fase essencialmente teórica na pesquisa social, que é constituída pela formulação do problema e sua inserção em uma

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Medium 9788521632665

12 - Aplicações de Fotoelasticidade

SCIAMMARELLA, Cesar A.; SCIAMMARELLA, Federico M. Grupo Gen PDF Criptografado

12

Aplicações de Fotoelasticidade

O Capítulo 11 descreveu a instrumentação necessária para observar as franjas fotoelásticas e derivou a equação básica da fotoelasticidade. Este capítulo apresenta as aplicações da técnica fotoelástica. Por um longo período de tempo antes de os métodos numéricos como o Método dos Elementos Finitos (MEF, ou FEM, Finite Element

Method) terem sido desenvolvidos, a fotoelasticidade era utilizada como um método analógico para solucionar problemas elásticos de estática e dinâmica. Hoje, o papel da fotoelasticidade mudou. A fotoelasticidade ainda é utilizada para analisar problemas de estática e dinâmica que apresentam dificuldades em sua formulação – como a mecânica de fraturas. Existe uma área de aplicação em que a fotoelasticidade ainda é amplamente utilizada – a medição das tensões em estruturas reais ou em componentes simulados de estruturas.

As superfícies dos corpos a serem analisados são revestidas com material fotoelástico e por meio da birrefringência do revestimento são medidas as deformações da superfície. Existem muitas outras aplicações possíveis da fotoelasticidade; por exemplo, na área de biomateriais, no campo das nanociências e em todas as aplicações em que a birrefringência pode fornecer informações valiosas sobre as propriedades dos materiais e sobre os processos que ocorrem e que provocam alterações na birrefringência.

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Medium 9788565837026

Ácidos e bases

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 17

Ácidos e Bases

Os princípios gerais do equilíbrio químico (Capítulo 16) se aplicam a reações de moléculas neutras e a reações de

íons. O equilíbrio químico desperta interesse especial, não apenas porque ele é usado em processos comerciais, mas também porque muitas das reações envolvidas nos processos biológicos são na verdade reações de equilíbrio.

Como no Capítulo 16, as concentrações serão expressas em mol/L e serão representadas por colchetes, nas relações matemáticas. Além disso, estes capítulos são dedicados à discussão envolvendo soluções aquosas. Em outras palavras, se o solvente não é identificado, entende-se que é água.

ÁCIDOS E BASES

O conceito de Arrhenius

A definição clássica formulada por Arrhenius define um ácido como uma substância capaz de gerar H+ em solução aquosa. Ácidos fortes são aqueles que ionizam por completo em água, como o HClO4 e o HNO3. Esses ácidos ionizam de acordo com as reações

HClO4 → H+ + ClO−

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Medium 9788580555806

Capítulo 22. Os xenoturbelídeos: deuterostômios, afinal?

Jan A. Pechenik Grupo A PDF Criptografado

22

Os xenoturbelídeos: deuterostômios, afinal?

Filo Xenoturbellida

“Xenoturbella é apenas uma bolsa ciliada com epiderme e gastroderme, um plexo nervoso subepidérmico e uma boca ventral, mas sem um ânus ou quaisquer outros órgãos.”

O. Israelsson e G. E. Budd (2005)

A ideia de que um pequeno verme ciliado (geralmente de 7 a

30 milímetros de comprimento) com poucas características distintivas tenha um filo exclusivo para si pode parecer estranha, mas esse realmente parece ser o caso dos xenoturbelídeos. Uma única espécie, Xenoturbella bocki, foi descrita pela primeira vez em 1949 como um platelminto acelo (Capítulo 8) e, posteriormente, identificada ou como uma ramificação precoce metazoária ou como um deuterostômio primitivo

– possivelmente um hemicordado neotênico (Capítulo 21).

As relações filogenéticas entre Xenoturbella e outros grupos animais permanecem controversas. Recentemente, ele foi considerado filogeneticamente próximo de moluscos bivalves, baseado em estudos de desenvolvimento de gametas (oogênese) e, na análise de dados de sequências de genes mitocondriais e de 18S rRNA. Parece, porém, que as sequên­cias genéticas dos bivalves utilizadas estavam contaminadas – Xenoturbella aparentemente se alimenta de bivalves e de embriões de bivalves.1 Diversas análises de sequências gênicas, com as sequências dos bivalves ignoradas, identificaram os animais como deuterostômios e os posicionaram em um filo separado, como o grupo-irmão de equinodermas e hemicordados (Ambulacraria; Fig. 22.1).

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Medium 9788536324999

10. Mecanismo de inativação do cromossomo X e alterações cromossômicas

Maluf, Sharbel Weidner Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Mecanismo de inativação do cromossomo X e alterações cromossômicas

Introdução

A inativação do cromossomo X é o processo que permite a equalização da dosagem gênica entre os sexos através da expressão de somente um dos cromossomos X, para a maioria dos genes. Os homens possuem apenas um cromossomo X (46,XY) e, dessa maneira, são considerados hemizigotos para os genes localizados nesse cromossomo. Por outro lado, as mulheres (46,XX) podem ser heterozigotas para os genes presentes no cromossomo X.

Este processo de inativação do cromossomo X ocorre em etapas precoces do desenvolvimento embrionário de várias espécies. Em camundongos, a inativação do cromossomo X ocorre no final do estágio de blastocisto (cerca de quatro a cinco dias após a fertilização).1 Em humanos, a inativação pode ser observada durante a gastrulação (ao redor da segunda semana após a fertilização), quando o embrião

é composto de uma massa de células que dará origem aos três folhetos embrionários.2-4

O cromossomo X inativo nos mamíferos, devido à conformação que adquire nas células somáticas durante a intérfase, é chamado de corpúsculo de Barr ou cromatina sexual.

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Medium 9788582604618

Respostas

Peter Atkins; Loretta Jones; Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos

F.2B

A.1B

A.2B

AgNO3: (107,87 g·mol21) 1 (14,01 g·mol21) 1

3(16,00 g·mol21) 5 169,88 g?mol21; % Ag 5

(107,87 g?mol21)/(169,88 g·mol21) 3 100% 5

63,498%

F.3B

A.3B

A.4B

1:1:2 razão, a fórmula empírica é SOF2.

A.5B

F.4B

B.1B

número de átomos de Au 5 m(amostra)/m(um átomo) 5

B.2B

(a) 8, 8, 8;  (b) 92, 144, 92

B.3B

(a) Sn; (b) Na;  (c) iodo;  (d) ítrio

C.1B

(a) O potássio é um metal do Grupo 1. Cátion, 11, logo

K1.

(b) O enxofre é um não metal do Grupo 16. Ânion, 16

2 18 5 22, logo S22.

G.1B

G.2B

ácido oxálico

G.3B

(2,55 3 1023 mol HCl)/(0,358 mol HCl/L) 5

7,12 3 1023L 5 7,12 mL

G.4B

Vinicial 5 (cfinal 3 Vfinal)/cinicial 5 (1,59 3

1025 mol·L21) 3 (0,02500 L)/(0,152 mol·L21) 5

2,62 3 1023 mL

C.2B

(a) Li3N;  (b) SrBr2

D.1B

(a) di-hidrogeno-arsenato; (b)

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Medium 9788582715338

Capítulo 16 - Ciclo do ácido cítrico

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

16

Ciclo do ácido cítrico

16.1 Produção de acetil-CoA (acetato ativado)  619

16.2 Reações do ciclo do ácido cítrico  624

16.3 Regulação do ciclo do ácido cítrico  640

C

omo foi visto no Capítulo 14, algumas células obtêm energia (ATP) pela fermentação, degradando a glicose na ausência de oxigênio. Para a maioria das células eucarióticas e muitas bactérias, que vivem em condições aeróbicas e oxidam os combustíveis orgânicos a dióxido de carbono e água, a glicólise é apenas a primeira etapa para a oxidação completa da glicose. Em vez de ser reduzido a lactato, etanol ou algum outro produto da fermentação, o piruvato produzido pela glicólise é posteriormente oxidado a H2O e CO2. Essa fase aeróbica do catabolismo é chamada de respiração. No sentido fisiológico ou macroscópico mais amplo, respiração alude à captação de O2 e à eliminação de CO2 por organismos multicelulares. Bioquímicos e biólogos celulares, entretanto, utilizam esse termo em um sentido mais estrito para referirem-se ao processo molecular por meio do qual as células consomem O2 e produzem

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Medium 9788521626886

Capítulo 3 - Quantização da Carga, Luz e Energia

TIPLER, Paul A.; LLEWELLYN, Ralph A. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Quantização da Carga,

Luz e Energia

3-1

Quantização da Carga Elétrica

3-2

Radiação de Corpo Negro

3-3

Efeito Fotelétrico

3-4

Raios X e o Efeito Compton

3-1 Quantização da Carga

Elétrica

Primeiras Medições de e e e/m

A

ideia de que a matéria é composta de pequenas partículas, ou átomos, foi proposta pela primeira vez pelo filósofo grego Demócrito1 e seu mestre Leucipo, por volta de 450 a.C.

Entretanto, até o século XVII não houve tentativas sérias de confirmar esta especulação através de observações experimentais. Pierre Gassendi, na metade do século XVII, e Robert

Hooke, alguns anos mais tarde, tentaram explicar os estados da matéria e as transformações entre esses estados usando um modelo segundo o qual a matéria era composta por objetos sólidos indestrutíveis, de pequenas dimensões, que estavam em movimento constante. Entretanto, foi a hipótese de Avogadro, formulada em 1811, de que todos os gases a uma dada temperatura contêm o mesmo número de moléculas por unidade de volume, que levou à interpretação correta das reações químicas e, mais tarde, por volta de 1900, à teoria cinética dos gases. Além disso, a hipótese de Avogadro permitiu explicar quantitativamente muitas propriedades da matéria e levou a uma aceitação geral (embora não unânime) da teoria molecular da matéria. Assim, ficou estabelecido que a matéria não é contínua, como parece à primeira vista, e sim quantizada, ou seja, formada por partículas distintas. O fato de que a matéria parece ser contínua foi atribuído ao pequeno tamanho dessas partículas.

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