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Medium 9788522478392

Parte I - 6 Partes que compõem um trabalho de graduação

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

6

Partes que compõem um trabalho de graduação

6.1 Folha de rosto

A capa do trabalho de graduação é perfeitamente dispensável, mas a folha de rosto é parte absolutamente indispensável em qualquer tipo de trabalho. Ela deve conter as informações essenciais que identificam o trabalho, o autor, bem como a

Faculdade, o ano de curso etc. e são as mesmas que constariam da capa.

Nos trabalhos de graduação, o cabeçalho da folha de rosto indica a Universidade, a Faculdade, o curso, a disciplina e o professor da disciplina. Essas indicações devem ser centralizadas, guardando um espaço de 5 cm da borda superior da página e um espaço duplo entre as indicações.

O título aparece no meio da página, centralizado, em maiúsculas, de preferência em duas linhas.

Abaixo, cerca de 5 cm à direita, indica-se o ano do curso e o nome do aluno

(ou alunos) autor(es) do trabalho.

Embaixo, centralizado, indica-se o local e a data, abreviada, da entrega do trabalho, à distância de 3 cm da borda inferior da página.

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Medium 9788527727679

14 - Técnicas de FISH e CGH nas Análises Clínicas e Toxicológicas

LIPAY, Monica V. N.; BIANCO, Bianca Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 14

Técnicas de FISH e CGH nas

Análises Clínicas e

Toxicológicas

Bianca Bianco, Denise Maria Christofolini

Hibridação in situ fluorescente

A citogenética tem sido utilizada para detectar alterações cromossômicas numéricas e estruturais, as quais constituem uma parcela significativa das doenças genéticas, respondendo por parte relevante dos insucessos reprodutivos, das malformações congênitas, da deficiência motora e do atraso intelectual. No entanto, algumas alterações citogenéticas, como rearranjos envolvendo múltiplos cromossomos encontrados em tumores sólidos e leucemias, podem escapar da detecção das técnicas de cariotipagem tradicionais.

Nas últimas duas décadas, observou-se uma explosão de avanços metodológicos nas técnicas de citogenética molecular, que adicionaram cores ao até então mundo preto e branco da citogenética convencional, melhorando o diagnóstico das aberrações cromossômicas. A hibridação in situ por fluorescência (FISH) é uma técnica de citogenética molecular que utiliza sondas de DNA marcadas com fluorescência para detectar a presença ou ausência de uma sequência particular de DNA ou para avaliar o número ou a organização de um cromossomo ou de uma região cromossômica. É possível detectar sequências específicas de ácidos nucleicos pela formação de um duplex de um fragmento de ácido nucleico de fita simples modificado (sonda ou probe) e sua sequência complementar (sequênciaalvo) no espécime fixado. A sonda de DNA reconhece e se pareia (hibridação) com sua sequência complementar no cromossomo. Atualmente, como é marcada com um corante fluorescente (fluorocromo), o local em que se hibrida pode ser visualizado ao microscópio de fluorescência (Figura 14.1).

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Medium 9788522499052

15 Método Delphi

vERGARA, Sylvia Constant Grupo Gen PDF Criptografado

15

Método Delphi

O método Delphi é aquele que visa obter o consenso de opiniões de especialistas sobre o que está se investigando. É baseado na aplicação de um questionário, durante sucessivas rodadas, a um grupo de especialistas, preservando-lhes o anonimato. A cada rodada, os participantes recebem feedback sobre os resultados da rodada anterior, os quais são submetidos a tratamento estatístico. O questionário pode ser modificado durante o processo de pesquisa, tendo questões incluídas ou suprimidas.

O Delphi se insere nos chamados métodos prospectivos, de cunho qualitativo (GRISI e BRITTO, 2003). Pode-se dizer que o nome dado a esse método tem origem na Grécia Antiga, inspirado no oráculo de Delfos (ZACKIEWICZ e

SALLES-FILHO, 2001). Sua introdução se deu, nos anos 50 do século XX, por

Olaf Helmer e Norman Dalker, pesquisadores da Rand Corporation, nos Estados

Unidos (LINSTONE e TUROFF, 1975). A aplicação do método estava voltada, inicialmente, para a previsão tecnológica (WRIGHT e GIOVINAZZO, 2000). Com o tempo, seu escopo foi ampliado, sendo utilizado, também, como método de apoio à decisão e à definição de políticas. Trata-se da versão conhecida como

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Medium 9788584290994

Capítulo 14. Intervenções e análise de mudanças

Christine P. Dancey; John G. Reidy; Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

14

Intervenções e análise de mudanças

Panorama do capítulo

Neste capítulo, iremos medir e analisar a mudança; mostraremos como delinear uma pesquisa que pode medir a mudança em uma variável de saída e como analisar os dados de delineamentos desse tipo; e explicaremos também a importância de um relato apropriado de intervenção e pesquisa da mudança. Nosso objetivo é apresentar ensaios controlados aleatorizados e delineamentos de um único caso, bem como fazê-lo entender como são executadas as análises no SPSS.

Assim, neste capítulo, você aprenderá sobre:

99 Intervenções;

99 Ensaios controlados aleatorizados (ECAs);

99 Orientações CONSORT para relatar os ECA;

99 Análises dos ECA;

99 Delineamentos de caso único;

99 Análises visuais de delineamentos de caso único;

99 Execução da análise usando o SPSS;

99 Para entender melhor nossas discussões, leia os capítulos sobre mensuração de associações (Cap. 9), diferenças entre dois grupos (Cap. 7) e diferenças entre três grupos (Cap. 8).

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Medium 9788527729086

Capítulo 2 Filogenética Molecular e Estimativa de Tempos de Divergência

CARVALHO, Claudio J. B. de; ALMEIDA, Eduardo A. B. Grupo Gen PDF Criptografado

Filogenética Molecular e

Estimativa de Tempos de

Divergência

2

Marcio R. Pie

Introdução

As últimas décadas têm sido marcadas por mudanças profundas no campo da inferência filogenética. Essas mudanças resultaram não só da velocidade cada vez maior (e do custo cada vez menor) na aquisição de dados moleculares, mas também da incorporação de novas ferramentas metodológicas e conceituais. Termos novos, como algoritmo de Metropolis-Hastings, inferência Bayesiana, máxima verossimilhança e teoria coalescente, começaram a povoar a literatura, levando pesquisadores da á­ rea a uma mistura de empolgação, ansiedade e perplexidade.

O objetivo deste capítulo é fornecer uma breve introdução ao estado atual da filogenética molecular. Tendo em vista a diversidade de abordagens e métodos propostos recentemente, uma revisão exaustiva do estado da arte da sistemática molecular em formato enciclopédico seria não só inviá­vel como também pouco útil. Ao contrário, serão aqui apresentados os elementos principais da inferência filogenética e sua aplicação para a estimativa de tempos de divergência. Por limitações de espaço, não serão abordados os temas de obtenção de dados moleculares ou seu alinhamento em re­giões homólogas.

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Medium 9788536306605

Capítulo 3. Divisão Rhodophyta

Bruno de Reviers Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

Divisão Rhodophyta

Número de táxons

Calcula-se cerca de 700 gêneros (Kraft, 1981). Existem mais de 10.000 espécies descritas, mas, devido à grande quantidade de sinônimos, estima-se, em geral, um número efetivo de espécies situado entre 4.000 e 6.000 (Woelkerling, 1990).

Definição

As algas vermelhas formam um grupo homogêneo, bem-definido. São as únicas algas eucariontes a possuírem, simultaneamente, plastídios endossimbióticos primários com ficobilissomos comparáveis aos das cianobactérias, um tipo de amido formando grãos citoplasmáticos (amido das florídeas ou rodamilo) e uma ausência total de células flageladas. Efetivamente, as células das algas vermelhas são sempre desprovidas de flagelos, mesmo os gametas masculinos: não existem espermatozóides, mas espermácias. Os corpúsculos basais dos flagelos das demais algas eucariontes são centríolos; nas algas vermelhas, esses centríolos estão ausentes, sendo substituídos por dois anéis, durante a mitose (ver Mitose). Esse fato destaca ainda mais a ausência total de estrutura flagelar.

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Medium 9788521634478

CAPÍTULO 13 Os Recursos Oceânicos

PINET, Paul R. Grupo Gen PDF Criptografado

Teu pai repousa em paz a trinta pés;

De seus ossos coral se fez

Aquelas pérolas que vês

Foram seus olhos uma vez;

Nada que é dele se perdeu

Metamorfose o reverteu

Em algo estranho e nobre.

Sereias tangem o seu dobre

Dlin-dlão

Silêncio! O sino agora,

Dlin-dlão, ora.

~ William Shakespeare,The Tempest, 1611

Tradução de Augusto de Campos

Os Recursos

Oceânicos

13

Apresentação

Os oceanos são vastos e dominam a Terra. Sua água e seu solo contêm um sortimento abundante de recursos que são ou estão se tornando vitais para os empreendimentos econômicos do homem. Na parte principal deste capítulo, fornecemos uma visão geral de alguns recursos marinhos vitais — petróleo, hidratos gasosos, areia e cascalho, nódulos de manganês, crostas cobaltíferas, depósitos de fosfato e peixe (pescados e cultivados) — e revemos sua distribuição geral, abundância e esquemas de gerenciamento. Uma questão-chave pertencente aos recursos marinhos é a propriedade legal dos materiais naturais que estão localizados longe da costa e fora da jurisdição de uma nação. Alguns materiais valiosos encontrados no fundo do mar profundo do oceano aberto pertencem, na visão de algumas pessoas, a toda humanidade. Se assim for, qual o direito que alguma companhia privada ou país tem de reclamar para si um recurso do mar profundo? Esses problemas legais são discutidos na primeira seção do capítulo, onde a base para o Direito do Mar e de Zonas Econômicas Exclusivas

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Medium 9788565837026

O método da análise dimensional

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

4

QUÍMICA GERAL

substitua valores e resolva-a para a incógnita, em vez de passar tempo memorizando duas equações que em essência envolvem cálculos idênticos.

O USO E O MAU USO DAS UNIDADES

É muito comum vermos valores associados a medidas sem as respectivas unidades (por exemplo, cm, kg, g/mL, pés/s). Contudo, ao omitirmos unidades, teremos dificuldade para solucionar problemas. Manter as unidades em um problema e prestar a devida atenção a elas à medida que os cálculos evoluem ajuda a verificar se a resposta está apresentada do modo correto. Quando quantidades físicas são submetidas a operações matemáticas, as unidades são transportadas acompanhando os números e passam pelas mesmas operações que eles. Lembre-se de que quantidades não podem ser adicionadas ou subtraídas de modo direto, a menos que sejam da mesma ordem de dimensão e tenham as mesmas unidades. Além disso, as unidades se cancelam reciprocamente em operações de multiplicação e/ou divisão. As unidades da resposta precisam equivaler à natureza das dimensões (por exemplo, comprimento não pode ser expresso em gramas).

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Medium 9788527731461

30 - Metabolismo das Porfirinas

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF Criptografado

Metabolismo das

Porfirinas

30

Introdução

Distribuição das cadeias laterais nas porfirinas

As porfirinas são compostos orgânicos cíclicos tetrapirrólicos, ou seja, formados por quatro anéis pirrólicos que interagem entre si por meio de ligações metenil. Os anéis pirrólicos das porfirinas (porfirinogênios) são tradicionalmente numerados de I a IV. As porfirinas diferem entre si por suas cadeias laterais, por exemplo, a uroporfirina (porfirinas excretadas na urina) apresenta os grupos acetato (-CH2-COOH-) e propionato (-CH2-CH2-COOH-) como cadeias laterais, enquanto a coproporfirina (porfirina excretada nas fezes) tem como cadeias laterais os grupos metil (-CH3) e propionato.

O centro da porfirina pode albergar um íon metálico, sendo chamadas, nesse caso, de metaloporfirina. A metaloporfirina mais relevante em humanos é o heme presente como grupo prostético da hemoglobina, da mioglobina, do citocromo P450 e da enzima catalase. Outra metaloporfirina bastante presente na natureza é a clorofila, em que o metal é o íon magnésio (Figura 30.1).

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Medium 9788527727679

9 - Aplicações da PCR e suas Variações na Microbiologia Clínica

LIPAY, Monica V. N.; BIANCO, Bianca Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 9

Aplicações da PCR e suas Variações na

Microbiologia Clínica

Patricia Xander, Wagner Luiz Batista

Introdução

A detecção, a identificação e a determinação da suscetibilidade a medicamentos constituem a missão primordial dos laboratórios de microbiologia clínica. Além disso, a realização de testes de resistência/suscetibilidade a medicamentos é de fundamental importância para a adequada tomada de decisões antes e durante o tratamento de pacientes. Contudo, pela frequente demora entre a coleta das amostras e o resultado das culturas, muitas vezes o tratamento do paciente é iniciado com antibioticoterapia empírica, pelo menos até a liberação do laudo laboratorial.

Apesar dos esforços que têm sido realizados para o desenvolvimento de métodos de identificação mais rápidos, confiáveis e de adequada relação custo/benefício, atualmente o tempo requerido para identificação dos patógenos, em especial bactérias, tem sido de 24 a 72 h. Nesse sentido, a implantação de métodos moleculares, os quais têm por objetivo captura e/ou amplificação do material genético dos microrganismos, é um campo promissor para a microbiologia clínica, já que essas técnicas são facilmente realizadas, de baixo custo e proporcionam identificação do patógeno de maneira mais rápida que os métodos clássicos ainda hoje utilizados.

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Medium 9788582603406

Capítulo 13 - Líquidos

Paul Hewitt Grupo A PDF Criptografado

13

C A P Í T U L O

1

1 3

Líquidos

2

3

13.1

Pressão

13.2

Pressão em um líquido

13.3

Empuxo

13.4

O princípio de Arquimedes

13.5

Por que um objeto afunda ou flutua?

13.6

Flutuação

13.7

O princípio de Pascal

13.8

Tensão superficial

13.9

Capilaridade

4

1 A altura da água em relação ao solo garante uma pressão da água substancialmente grande e disponível para muitos lares aos quais ela abastece. 2 Enquanto Tsing Bardin mostra seus vasos de Pascal em aula, ela indaga a turma sobre como se relacionam os diversos níveis de água colorida, afirmando então que “a água procura seu próprio nível”. 3 A Roda de Falkirk, na Escócia, ergue com facilidade barcos em até 18 m a partir de um corpo de água abaixo. Enquanto um recipiente cheio de água gira para cima, o outro gira para baixo, sempre equilibrados a despeito dos pesos dos barcos que eles podem, ou não, carregar. 4 Ray Serway, autor de livros didáticos de física, se diverte com a tensão superficial.

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Medium 9788582604403

Capítulo 22 - A química organometálica dos metais do bloco d

Mark Weller; Tina Overton; Jonathan Rourke; Fraser Armstrong Grupo A PDF Criptografado

A química organometálica dos metais do bloco d

A química organometálica é a química dos compostos que contêm ligações metal-carbono. Grande parte dos fundamentos da química organometálica dos metais dos blocos s e p foi compreendida na primeira parte do século XX, já tendo sido discutida nos Capítulos 11 a 16. A química organome‑ tálica dos elementos dos blocos d e f foi desenvolvida muito mais recentemente. Desde meados da década de 1950, esse campo tem crescido, transformando-se numa área que se expande e apresenta novos tipos de reações, estruturas incomuns e aplicações em síntese orgânica e catálise industrial.

Discutiremos a química organometálica dos elementos dos blocos d e f separadamente, abordando os metais d neste capítulo e os metais f no próximo. O grande uso dos compostos organometálicos em síntese será abordado no Capítulo 25 (que trata dos processos catalíticos).

Apenas uns poucos compostos organometálicos do bloco d foram sintetizados e parcialmente caracterizados no século XIX. O primeiro deles (1), um complexo de platina(II) com eteno, foi preparado por W.C. Zeise em 1827, e as duas primeiras carbonilas metálicas, [PtCl2(CO)2] e [PtCl2(CO)]2, foram relatadas por P. Schützenberger em 1868.

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Medium 9788536324999

7. Alterações cromossômicas numéricas

Maluf, Sharbel Weidner Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Daniela Duarte de Fraga

Fillipo Pinto Vairo

Sharbel Weidner Maluf

Alterações cromossômicas numéricas

Introdução

A estabilidade do número e da estrutura dos cromossomos é fundamental para que o desenvolvimento ocorra de maneira correta.

Como os genes estão dispostos nos cromossomos, qualquer modificação em sua estrutura ou número pode alterar a expressão gênica, produzindo um indivíduo fenotipicamente inviável ou anormal. Como descrito no Capítulo

3, cada cromossomo é uma fita de DNA linear e contínua que contém um número variável de genes. A partir desse conhecimento, pode­‑se supor que uma alteração no número de cromossomos deva trazer consequências graves ao fenótipo do portador, pelo aumento ou pela diminuição do número de cópias dos genes presentes no cromossomo envolvido. Desta forma, poucas alterações no número de cromossomos são compatíveis com a vida, quando presentes em todas as células do indivíduo.

As alterações cromossômicas são responsáveis por 42% dos abortos espontâneos e ocorrem em 1 em cada 160 nativivos (Tabela

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 33 - RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF Criptografado

RESSONÂNCIA

MAGNÉTICA NUCLEAR

capítulo

1  2  3  4  5  6  7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32  33 34 35

A ressonância magnética nuclear (RMN) aproveita o fato de que os núcleos podem absorver energia e trocar de estados de spin, tal como os elétrons. Como e quando eles trocam, quando representados graficamente, pode dar muita informação sobre a natureza do composto em que os núcleos estão e pode levar à identificação daquele composto.

Os experimentos mais antigos de RMN eram feitos com átomos de hidrogênio nos compostos, e ainda hoje se alguém diz “Mostre sua RMN”, ou “Faça uma RMN de sua amostra”, está falando sobre a instrumentação e a obtenção de um espectro de RMN dos hidrogênios em seu composto, ainda que outros núcleos possam ser analisados dessa forma. O carbono-13 também pode trocar o spin e pode ser analisado por RMN, sendo sempre chamado de “RMN de C-13”. Para o fósforo-31 é

“RMN de P-31”, para fluorina-19 é “RMN de F-19”, e assim por diante. Na linguagem de RMN, os hidrogênios são quase sempre chamados de prótons; logo, embora você possa dizer “RMN de hidrogênio-1”, ou mesmo “RMN de 1H”, entenda que “RMN do próton” ou “RMNP”, todos se referem

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Medium 9788521625834

CAPÍTULO 12 - INTRODUÇÃO AO ESCOAMENTO COMPRESSÍVEL

FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.; McDONALD, Alan T. Grupo Gen PDF Criptografado

12

Introdução ao Escoamento Compressível

657

Introdução ao Escoamento

Compressível

12.1 Revisão de Termodinâmica

12.2 Propagação de Ondas de Som

12.3 Estado de Referência: Propriedades de Estagnação Isentrópica Local

12.4 Condições Críticas

12.5 Resumo e Equações Úteis

Estudo de Caso em Energia e Meio Ambiente

Energia Eólica: Turbina Eólica Axial de Eixo Vertical

A maioria dos dispositivos que vimos nos

Estudos de Casos em Energia e Meio Ambiente

é destinada à produção em larga escala de energia. No entanto, muitos trabalhos têm sido realizados em dispositivos em escala residencial. Scott Weinbrandt é o diretor executivo de uma companhia chamada Helix Wind.

Sua formação é em tecnologia de computadores; ele viveu a experiência na indústria de computadores, que migrou dos mainframes* aos computadores pessoais.

Scott diz que está vendo a mesma tendência emergente

*Mainframes são computadores de grande porte, utilizados, em geral, no processamento de milhares de dados. (N.T.)

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