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Medium 9788582714850

Capítulo 21. Aminoácidos: conversão em produtos especializados

Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

Aminoácidos: conversão em produtos especializados

I.

VISÃO GERAL

Além de servirem como blocos constitutivos das proteínas, os aminoácidos são precursores de muitos compostos nitrogenados que apresentam importantes funções fisiológicas (Fig. 21.1). Essas moléculas incluem porfirinas, neurotransmissores, hormônios, purinas e pirimidinas. (Nota: ver pág. 151 para a síntese de óxido nítrico a partir da arginina.)

II.

21

Dieta proteica de

100 g/dia (típica de uma dieta norte-americana).

A síntese de aminoácidos não essenciais

é variável.

Proteína corporal

~400 g/dia.

METABOLISMO DAS PORFIRINAS

Porfirinas são compostos cíclicos que ligam facilmente íons metálicos, geralmente de ferro, na forma ferrosa (Fe2+) ou férrica (Fe3+). A metaloporfirina mais abundante em humanos é o heme, que consiste em um átomo de Fe2+ coordenado no centro de um anel tetrapirrólico de protoporfirina IX (ver pág.

279). O heme é o grupo prostético da hemoglobina (Hb), da mioglobina, dos citocromos, do sistema citocromo P450 (CYP)-monoxigenase, da catalase, da óxido nítrico-sintase e da peroxidase. Essas hemeproteínas são rapidamente sintetizadas e degradadas. Por exemplo, 6 a 7 g de hemoglobina são sintetizados por dia para substituir o heme perdido na renovação normal dos eritrócitos. A síntese e a degradação das porfirinas associadas e a reciclagem do ferro são coordenados com a renovação das hemeproteínas.

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Medium 9788521635017

27 - Movimento Circular Uniforme

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

351

UNIDADE

27

Movimento

Circular Uniforme

SUMÁRIO

OBJETIVOS

Depois de estudar esta unidade, você será capaz de:

• converter graus em radianos

• calcular a frequência e velocidade angular de um objeto em movimento circular uniforme a partir do período

27.1

Medidas angulares

27.2

Aceleração centrípeta

27.3

Brinquedos de parques de diversão

• calcular a velocidade escalar a partir do período e do raio de rotação

• explicar por que um objeto em movimento circular uniforme está sujeito a

Resumo

Questões de revisão

uma aceleração centrípeta

• calcular a aceleração centrípeta de um objeto em movimento circular uniforme a partir da velocidade escalar e do raio de rotação

• analisar o movimento de um objeto em movimento circular uniforme em termos das forças a que está submetido

27.1

Medidas angulares

Ângulos e arcos

• O radiano (cuja abreviação é rad) é uma unidade usada para medir ângulos, definida pela rela-

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Medium 9788521635604

Capítulo 14 Radiação de Cargas Elétricas em Movimento

Nilson Antunes de Oliveira Grupo Gen ePub Criptografado

No Capítulo 13, estudamos o campo eletromagnético e a radiação eletromagnética emitida por densidades de cargas elétricas e correntes elétricas variáveis no tempo. Neste capítulo, estudaremos o campo eletromagnético gerado por cargas elétricas pontuais em movimento. Mostraremos que a radiação eletromagnética emitida (isto é, a energia que se desprende da carga e se propaga no espaço) pela carga elétrica está diretamente relacionada com a sua aceleração.

O desenvolvimento matemático deste capítulo é extremamente entediante. Com a finalidade de facilitar a leitura e permitir uma melhor compreensão dos princípios físicos envolvidos na radiação eletromagnética emitida por uma carga elétrica, muitos detalhes dos cálculos matemáticos foram omitidos no texto principal e apresentados em forma de exercícios resolvidos no final do capítulo.

Na Seção 13.2, foram apresentadas as soluções das equações de onda para os potenciais escalar elétrico e vetor magnético, no caso de distribuições contínuas de cargas elétricas. Nesta seção, vamos particularizar os resultados obtidos no capítulo anterior para o caso de uma carga elétrica pontual. Para essa finalidade, vamos considerar uma carga pontual em um meio de permissividade elétrica descrevendo com velocidade uma trajetória representada pelo vetor conforme mostra a Figura 14.1.

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Medium 9788536508702

6.5 Valorização dos recursos naturais

Rildo Pereira Barbosa, Viviane Japiassú Viana Editora Saraiva PDF Criptografado

Esse planejamento é feito pela prefeitura e conta com a participação de biólogos, técnicos e engenheiros florestais para a elaboração e a execução do projeto.

Sempre que possível, é interessante envolver a população, realizando campanhas de educação ambiental e reforçando os benefícios da arborização urbana. Quando os moradores se envolvem no processo, eles se tornam importantes parceiros para o sucesso do projeto.

6.5 Valorização dos recursos naturais

Como vimos neste capítulo, os recursos naturais são fundamentais não só para a nossa subsistência, mas também para alimentar todos os processos produtivos e movimentar a economia de cada país.

Precisamos gerenciar com cautela os nossos recursos, controlando a sua exploração e incentivando a produção local sustentável.

Os economistas desenvolveram métodos para estimar o valor que um recurso ambiental tem para a sociedade, mas o conhecimento e a utilização dessa valoração no dia a dia ainda são limitados.

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Medium 9788521617105

CAPÍTULO 9 - Rotação

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

9

C A P Í T U L O

Rotação

9-1

9-2

9-3

9-4

9-5

9-6

Cinemática Rotacional: Velocidade Angular e Aceleração Angular

Energia Cinética Rotacional

Cálculo do Momento de Inércia

O OLHO DE LONDRES (THE LONDON EYE)

É UMA RODA GIGANTE PANORÂMICA

DE 135 METROS DE ALTURA QUE

TRANSPORTA UM MÁXIMO DE 800

PASSAGEIROS.

(Cortesia do Engenheiro Ricardo Martins Nery.)

?

Qual é o torque necessário para frear a roda, até parar, de modo que os passageiros percorram no

Segunda Lei de Newton para a Rotação

máximo uma distância de 10 m?

Aplicações da Segunda Lei de Newton para a Rotação

(Veja o Exemplo 9-15.)

Corpos que Rolam

N

os Capítulos 4 e 5, exploramos as leis de Newton. Nos Capítulos 6 e 7 examinamos a conservação da energia e, no Capítulo 8, estudamos a conservação da quantidade de movimento. Descobrimos, nesses capítulos, ferramentas (leis, teoremas e técnicas de resolução de problemas) que são úteis na análise de novas situações e na solução de novos problemas. Continuamos, agora, a usar essas ferramentas para explorar o movimento de rotação.

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Medium 9788582712085

Capítulo 14 - Processamento do RNA

James D. Watson, Tania A. Baker, Stephen P. Bell, Alexander Gann, Michael Levine, Richard Losick Grupo A PDF Criptografado

14

CAPÍTULO

5'

3'

A

A

5'

3'

3'

SUMÁRIO

Processamento do RNA

A

é uma série de códons, compostos por três nucleotídeos (trincas), que especifica a sequência linear dos aminoácidos no produto polipeptídico. Até aqui, assumiu-se que a sequência codificadora é contínua: o códon correspondente a um aminoácido está imediatamente adjacente ao códon do aminoácido seguinte na cadeia polipeptídica. Isso é verdadeiro para a grande maioria das bactérias e seus fagos. No entanto, raramente isto é verdade para os genes eucarióticos. Nestes casos, em geral, a sequência codificadora é periodicamente interrompida por segmentos com sequências não codificadoras.

Muitos genes eucarióticos são, portanto, mosaicos compostos por blocos com sequências codificadoras separadas entre si por blocos com sequências não codificadoras. As sequências codificadoras são chamadas éxons e as sequências intercaladas, não codificadoras, são os íntrons. Ao serem transcritos em uma molécula de RNA, os íntrons devem ser removidos e os éxons, unidos para criar um mRNA para o gene. Na verdade, tecnicamente, o termo éxon aplica-se a qualquer região mantida em um RNA maduro, sendo ou não codificadora. Éxons não codificadores incluem as regiões 5Ј e 3Ј não traduzidas de um mRNA; todas as porções de RNAs não codificadores estáveis e removidos, como o regulador da inativação do cromossomo X, Xist (Cap. 20); e regiões que dão origem a RNAs funcionais, como os micro-RNAs que serão encontrados no Capítulo 20.

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Medium 9788527724821

Capítulo 2 - Controle Neuroendócrino do Exercício

Sharon A. Plowman, Denise L. Smith Grupo Gen PDF Criptografado

Controle Neuroendócrino do Exercício

21

Unidade Introdutória

Capítulo 2

Controle Neuroendócrino do Exercício

Ao término deste capítulo, você será capaz de

• Identificar e descrever resumidamente o papel dos dois sistemas envolvidos na manutenção da hemostasia.

• Identificar as mudanças que podem ocorrer em uma célulaalvo como resultado da ligação de um neurotransmissor ou hormônio ao receptor celular (ativação por receptor).

• Descrever a estrutura do sistema nervoso.

• Identificar as regiões de um neurônio e discutir a importância de cada uma delas.

• Descrever os papéis dos sistemas nervosos somático e autônomo em relação ao movimento e à regulação da resposta ao exercício.

• Identificar os hormônios primários envolvidos na regulação da resposta ao exercício e descrever a resposta desses hormônios ao exercício.

• Identificar as adaptações que ocorrem no sistema hormonal como resultado do treinamento com exercícios.

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Medium 9788580551020

19 Os oceanos e as relações humanas

Peter Castro, Michael E. Huber Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

19

Os oceanos e as relações humanas

Staiches, uma vila de pescadores no norte da Inglaterra.

F

echamos a nossa revisão da vida nos oceanos com uma síntese de como os oceanos moldaram, afetaram ou influenciaram as culturas humanas. O Capítulo 17 voltou-se para nossos usos dos recursos marinhos, o Capítulo 18 examinou como estamos afetando a saúde dos oceanos. Agora vamos ver o outro lado da moeda, para perceber como os oceanos têm nos influenciado, uma questão global com amplas consequências.

OCEANOS COMO BARREIRAS E AVENIDAS

Uma vez, as pessoas acreditavam que o nosso planeta era plano e que velejar para além do horizonte significava cair nas bocas abertas dos monstros do mar (Fig. 19.1). Os povos do mundo foram separados uns dos outros por massas continentais desconhecidas ou por grandes

extensões de águas inexploradas. Os oceanos serviram como barreiras entre as culturas. Até mesmo os poucos quilômetros do canal que separa a Inglaterra do continente europeu tiveram um efeito isolador e ajudaram a definir e a caracterizar a cultura inglesa. As culturas da

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Medium 9788527714068

Pranchas

Luís Rey Grupo Gen PDF Criptografado

Pranchas

Prancha I O macrófago destaca-se entre as células mais importantes para a proteção do organismo contra os parasitos que invadem o homem ou outros vertebrados e que, eventualmente, produzem doenças. A. Macrófago visto em microscopia eletrônica de varredura, observando-se pseudópodes filamentares (pf) e laminares (pl) com que se fixa ao suporte ou a outras estruturas (24.000 aumentos). B. Macrófago examinado ao microscópio eletrônico pela técnica de congelamento e fratura; gs, grânulos de secreção; m, mitocôndrias; n, núcleo (18.000 aumentos).

(Documentação original da Dra. Regina Milder, Dep. de Parasitologia do ICB/USP, São Paulo.)

Prancha II Macrófago visto em corte, à microscopia eletrônica (75.000 aumentos). ag, Aparelho de Golgi; gs, grânulos de secreção; m, mitocôndrias; n, núcleo do macrófago, envolvido por sua membrana dupla; p, prolongamentos celulares; r, retículo endoplásmico; e v, vacúolo digestivo. (Documentação original da Dra. Regina Milder, Dep. de Parasitologia do ICB/USP, São Paulo.)

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Medium 9788573076295

Capítulo 12 - Sucessão Ecológica

Ricardo Motta Pinto-Coelho Grupo A PDF Criptografado

c a p í t u l o

12

Sucessão Ecológica

CONCEITOS BÁSICOS

Uma das mais interessantes características observadas nas comunidades é o fato de que elas mudam continuamente de estado, como, por exemplo, a sua composição específica.

Esse fato é muito evidente quando há um distúrbio externo, como fogo ou enchente. Mesmo quando as comunidades estão em equilíbrio, tal estado é dinâmico. Há uma constante troca de espécies, que estão continuamente saindo e entrando no sistema.

A sucessão ecológica refere-se a uma seqüência de mudanças estruturais e funcionais que ocorrem nas comunidades, mudanças essas que, em muitos casos, seguem padrões mais ou menos definidos. O conceito de sucessão foi inicialmente desenvolvido pelos botânicos, dentre eles Clementes e Warming, este último naturalista dinamarquês que trabalhou em Lagoa Santa, Minas Gerais, no final do século XIX. Trata-se de uma mudança que se superpõe a flutuações e ritmos mais breves, com progressiva ocupação do espaço e aumento da complexidade estrutural. À medida que avança a sucessão, a intensidade dos ritmos e flutuações tende a diminuir.

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Medium 9788536530475

4.2 NR-06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI)

Eduardo Cesar Alves Cruz, Larry Aparecido Aniceto Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Segurança em

Eletricidade

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Capítulo 4   Segurança em Eletricidade

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4.1  Normas sobre Segurança em Eletricidade

Há no Brasil diversas normas técnicas - conhecidas como Normas Regulamentadoras (NR) - que abordam de forma direta ou indireta o tema segurança em eletricidade. Elas são voltadas principalmente para a segurança dos trabalhadores e dos usuários, mas também versam sobre a segurança das próprias instalações elétricas.

Se o trabalhador é funcionário de uma empresa que atua na área de instalações elétricas ou que necessita de trabalhadores que atuem nessa área, ele deve ter acesso às normas, uma vez que a empresa deve manter sempre o seu acervo de normas atualizado. Mas se o trabalhador é um profissional autônomo da área de instalações elétricas, é muito importante que ele tenha o seu próprio acervo de normas atualizado.

As principais NR de segurança em eletricidade são as seguintes: yy  NR-05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA); yy  NR-06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI); yy  NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade; yy  NR-23 – Proteção contra Incêndios; yy  NR-26 – Sinalização de Segurança.

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Medium 9788582715130

Capítulo 17 - Mesoderma paraxial: Os somitos e seus derivados

Scott F. Gilbert, Michael J. F. Barresi Grupo A PDF Criptografado

PARTE V    Construindo o mesoderma e o endoderma

Organogênese

17

Mesoderma paraxial

Os somitos e seus derivados

O quê, quando, onde e quantos?

A SEGMENTAÇÃO DO PLANO CORPORAL é uma característica altamente conservada entre todas as espécies de vertebrados. A repetição da forma através de segmentação forneceu um mecanismo de desenvolvimento para a evolução de funções cada vez mais sofisticadas. Por exemplo, ainda que humanos e girafas tenham o mesmo número de vértebras cervicais, os tamanhos desses segmentos são profundamente diferentes e adaptados às suas pressões ambientais. As vértebras torácicas são os únicos segmentos que possuem costelas, que funcionam em parte para fornecer proteção aos órgãos.

O número de vértebras torácicas difere drasticamente entre um humano, um camundongo e uma cobra. O número e tamanho de segmentos e seus derivados ósseos e musculares são decididos por modificações na fissão do mesoderma ao longo do eixo anteroposterior. Como é possível que durante o desenvolvimento um tecido seja cortado em segmentos de tamanhos precisos? Como é possível que cobras tenham cerca de

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Medium 9788536510897

1. Introdução aos Processos Industriais

Nathalia Motta de Carvalho Tolentino Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução aos Processos

Industriais

1

Para começar

Este capítulo tem como objetivo mostrar os conceitos básicos sobre os processos industriais, bem como alguns equipamentos utilizados nas indústrias, e os controles necessários durante a produção e o tratamento de água e efluentes.

1.1 Conceitos básicos

1.1.1 Definição de processo

Um processo é caracterizado por um conjunto de operações (químicas, físicas ou bioquímicas) que tem como objetivo transformar a matéria-prima no produto desejado, de forma econômica e em grande escala.

1.1.2 Operações unitárias

Todos os processos industriais podem ser divididos em etapas, as quais são chamadas de operações unitárias. Essas operações são caracterizadas por reações químicas, operações mecânicas

(transporte, moagem, mistura, separação mecânica, fragmentação, peneiração etc.), operações de trocas de calor (aquecimento e resfriamento de fluídos, condensação, evaporação, ebulição) e operações de transferência de massa (destilação, extração, cristalização, adsorção etc.).

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Medium 9788536326252

Capítulo 31 - Síntese Proteica

Richard A. Harvey, Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

31

Síntese Proteica

DNA

I. VISÃO GERAL

A informação genética, armazenada nos cromossomos e transmitida para as células-filhas por meio da replicação do DNA, é expressa pela transcrição ao

RNA e, no caso do RNAm, pela tradução subsequente em proteínas (cadeias polipeptídicas, Figura 31.1). A via de síntese proteica é chamada de tradução porque a “linguagem” da sequência nucleotídica no RNAm é traduzida para a linguagem de uma sequência de aminoácidos. O processo de tradução necessita de um código genético, por meio do qual a informação contida na sequência de ácidos nucleicos é expressa para produzir uma sequência específica de aminoácidos. Qualquer alteração na sequência de ácidos nucleicos pode resultar na inserção de um aminoácido incorreto na cadeia polipeptídica, causando potencialmente doenças ou até mesmo a morte do organismo. Proteínas recém-sintetizadas sofrem vários processos até atingirem a sua forma funcional. Elas precisam dobrar-se apropriadamente, sendo que o dobramento incorreto pode resultar na degradação da proteína. Muitas proteínas são modificadas covalentemente para serem ativadas ou para alterar as suas atividades. Por fim, as proteínas são direcionadas para seus destinos finais, intracelulares ou extracelulares, por sinais presentes nelas próprias.

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Medium 9788521617112

CAPÍTULO 21 - O Campo Elétrico I: Distribuições Discretas de Cargas

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

P A R T E

I V

ELETRICIDADE

E MAGNETISMO

21

C A P Í T U L O

O Campo Elétrico I:

Distribuições Discretas de Cargas

21-1

21-2

21-3

21-4

21-5

21-6

Carga Elétrica

O COBRE É UM CONDUTOR, UM

MATERIAL QUE POSSUI PROPRIEDADES

ESPECÍFICAS QUE CONSIDERAMOS ÚTEIS,

POIS TORNAM POSSÍVEL TRANSPORTAR

ELETRICIDADE.

(Brooks R. Dillard/www.yuprocks.com.)

?

Qual é a carga total de todos os elétrons de uma moeda de cobre?

(Veja o Exemplo 21-1.)

Condutores e Isolantes

Lei de Coulomb

O Campo Elétrico

Linhas de Campo Elétrico

Ação do Campo Elétrico em Cargas

E

nquanto há apenas um século atrás tínhamos nada mais do que poucas lâmpadas elétricas, hoje em dia somos extremamente dependentes da eletricidade em nossa vida diária. Contudo, apesar da difusão do uso da eletricidade ter ocorrido apenas recentemente, o estudo sobre a eletricidade tem uma história muito mais antiga do que o acendimento da primeira lâmpada elétrica. Observações sobre a atração elétrica podem ser rastreadas à época dos antigos gregos, que perceberam que, depois de ter sido atritado, o âmbar atraía pequenos objetos, tais como fragmentos de palha e penas. De fato, a origem da palavra elétrico é a palavra grega para âmbar, elektron.

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