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Medium 9788527729680

CAPÍTULO 6 - Tegumento

Kenneth V. Kardong Grupo Gen PDF Criptografado

c a p í t u l o

6

Tegumento

Origem embrionária, 213

Características gerais do tegumento, 214

Derme, 214

Epiderme, 215

Filogenia, 217

Tegumento dos peixes, 217

Peixes primitivos, 218

Chondrichthyes, 218

Peixes ­ósseos, 219

Tegumento dos tetrápodes, 221

Anfíbios, 221

O tegumento (ou pele) é um órgão composto. Na superfície está a epiderme; abaixo dela, a derme; e, entre ambas, a membrana basal (lâmina basal e lâmina re­ticular). A epiderme é derivada da ectoderme e produz a lâmina basal (Figura 6.1 A).

A derme se desenvolve do mesoderma e do mesênquima, originando a lâmina re­ticular. Entre o tegumento e a m

­ usculatura corporal profunda está uma região subcutâ­nea de transição constituí­da por tecido conjuntivo muito frouxo e tecido adiposo. Ao exame microscópico, a região é denominada hipoderme. À dissecção anatômica macroscópica, a hipoderme é vista como fáscia superficial (Figura 6.1 B).

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Medium 9788582603901

Capítulo 2 - Identificação dos ânions mais comuns

Silvio Luis Pereira Dias, Júlio César Pacheco Vaghetti, Éder Cláudio Lima, Jorge de Lima Brasil, Flávio André Pavan Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Identificação dos ânions mais comuns

Neste capítulo você estudará:

Os procedimentos para identificar os ânions mais comuns.

Comparativos das reações entre fluoreto, cloreto, brometo e iodeto, bem como

entre sulfeto, sulfito e tiossulfato.

Os valores dos efeitos das diferentes concentrações de hidrônio e do íon amônio na precipitação de sulfetos e de hidróxidos, respectivamente.

2–

Carbonato (CO3 )

Coloque uma porção de carbonato sólido em um tubo de ensaio. Verta um pequeno volume de água de barita em outro tubo de ensaio. Ligue os dois tubos com uma conexão de vidro, conforme a figura a seguir. Adicione uma porção de HCl 3,0 mol/L ao tubo contendo carbonato e feche-o imediatamente.

A reação que ocorre é

2–

CO3

(aq)

+2H

+

(aq)

U CO2(g) + H2O

O CO2 liberado difunde para o outro tubo e turva a água de barita (solução saturada de Ba(OH)2) pela formação de um precipitado branco de BaCO3.

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Medium 9788582712085

Capítulo 16 - Código Genético

James D. Watson, Tania A. Baker, Stephen P. Bell, Alexander Gann, Michael Levine, Richard Losick Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

SUMÁRIO

Código Genético

O Código é Degenerado, 573

O

na cadeia polinucleotídica, escrita em um alfabeto de quatro letras para a linguagem de 20 aminoácidos da cadeia polipeptídica, está no âmago do Dogma Central. Como já foi visto, a tradução da informação genética em sequências de aminoácidos ocorre nos ribossomos e é mediada por moléculas adaptadoras especiais chamadas RNAs transportadores (tRNAs).

Esses tRNAs reconhecem grupos de três nucleotídeos consecutivos, conhecidos como códons. Como existem quatro nucleotídeos possíveis para cada posição, o número total de permutações para essas trincas é 64 (4 ϫ 4 ϫ 4), um valor excessivo em relação ao número de aminoácidos. Quais desses códons são responsáveis pela especificação de quais aminoácidos, e quais são as regras que controlam seu uso? Neste capítulo, os tópicos discutidos serão a natureza do código genético e a lógica subjacente, como o código foi “decifrado” e os efeitos das mutações sobre a capacidade codificadora do

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Medium 9788565837026

A lei dos gases ideais

Jerome L. Rosenberg, Lawrence M. Epstein, Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6 • A LEI DOS GASES IDEAIS E A TEORIA CINÉTICA

79

O VOLUME MOLAR

Se um mol de um gás tem o mesmo número de moléculas, NA, que 1 mol de qualquer outro gás (Capítulo 2), e se números iguais de moléculas ocupam volumes iguais nas CNTP (a hipótese de Avogadro), então 1 mol de um gás tem o mesmo volume nas CNTP que qualquer outro gás. Este volume molar padrão corresponde a

22,414 L.

Mas é importante deixar claro para o leitor que, naturalmente, a hipótese de Avogadro e as leis dos gases pressupõem que os gases sejam sempre ideais. Contudo, os gases no mundo real não são ideais. O volume molar nas

CNTP muitas vezes é um pouco menor que os 22,414 L definidos acima. No restante deste capítulo, usaremos o valor arredondado 22,4 L/mol para todos os gases e, a menos que seja dito o contrário, todos os gases são ideais.

A LEI DOS GASES IDEAIS

Examinemos a lei dos gases combinada (Capítulo 5), com os parâmetros das CNTP, para 1 mol de gás. O zero subscrito indica as condições padrão.

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Medium 9788582713808

Capítulo 15 - Vasodilatadores

Heinz Lüllmann, Klaus Mohr, Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

136

15.1 Vasodilatadores: aspectos gerais

Vasodilatadores: aspectos gerais

15 VASODILATADORES

O calibre do vasos sanguíneos regula a distribuição de sangue na corrente circulatória. O diâmetro do leito venoso determina a oferta de sangue ao coração, isto é, o volume sistólico e o débito cardíaco por minuto (DCM). O diâmetro dos vasos arteriais determina a resistência periférica.

O DCM e a resistência periférica são decisivos na manutenção da pressão arterial (p. 322).

Na ► Figura 15.1A, são apresentados os vasodilatadores importantes do ponto de vista terapêutico. Esses fármacos têm diferentes graus de eficácia na forma de interferir sobre os ramos venoso e arterial da circulação (largura das barras).

► Usos possíveis. Os vasodilatadores do ramo arterial são administrados para: reduzir a pressão arterial na hipertensão (p. 322) e diminuir o trabalho cardíaco na angina de peito (p. 324) e a pós-carga ventricular na insuficiência cardíaca

(p. 330). Os vasodilatadores do ramo venoso são utilizados para: reduzir a oferta de sangue ao coração na angina de peito (p. 324) ou na insuficiência cardíaca (p. 330). O emprego terapêutico prático é apresentado a seguir para cada fármaco individualmente.

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Medium 9788577804023

11. SEM: Análise Fatorial Confirmatória

Joseph F. Hair Jr., William C. Black, Barry J. Babin, Rolph E. Anderson, Ronald L. Tatham Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

SEM: Análise Fatorial Confirmatória

Objetivos de aprendizagem

Ao concluir este capítulo, você deverá ser capaz de:

Diferenciar entre análise fatorial exploratória e análise fatorial confirmatória.

Avaliar a validade de construto de um modelo de mensuração.

Saber como representar um modelo de mensuração usando um diagrama de caminhos.

Entender os princípios básicos de identificação estatística e conhecer algumas das principais causas dos problemas de identificação de SEM.

Compreender o conceito de ajuste da forma como se aplica em modelos de mensuração e ser capaz de avaliar o ajuste de um modelo de análise fatorial confirmatória.

Saber como a SEM pode ser usada para comparar resultados entre grupos, incluindo validação cruzada de um modelo de mensuração ao longo de amostras distintas.

Apresentação do capítulo

O capítulo anterior introduziu os fundamentos de modelagem de equações estruturais. Ele descreveu as duas partes básicas para um modelo de equações estruturais convencional. Este capítulo aborda a primeira parte, demonstrando como processos confirmatórios podem testar uma teoria proposta de mensuração. A teoria de mensuração pode ser representada com um modelo que mostra como variáveis medidas se unem para representar construtos. A análise fatorial confirmatória (CFA) nos permite testar o quão bem as variáveis medidas representam os construtos. A principal vantagem é que o pesquisador pode testar analiticamente uma teoria conceitualmente fundamentada, explicando como diferentes itens medidos descrevem importantes medidas psicológicas, sociológicas ou de negócios.

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Medium 9788565837026

A calorimetria

Jerome L. Rosenberg, Lawrence M. Epstein, Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

A Termoquímica

O CALOR

Dentre todas as formas de energia, o calor pode ser considerado a mais básica. As outras, como a energia química, a luz, as ondas de rádio e a energia elétrica, tendem a se converter em calor por meio de processos naturais. Quando algum tipo de energia é convertido em calor ou quando o calor é convertido em algum tipo de energia, não há perda na quantidade total de energia. Além disso, a quantidade de energia térmica necessária para elevar a temperatura de uma substância é exatamente igual à energia perdida quando a substância esfria, até sua temperatura original. A quantidade de energia requerida por uma alteração de estado físico, como a fusão ou a evaporação, é igual à energia liberada no processo inverso (solidificação ou condensação).

Os conceitos citados acima abrem caminho para os conceitos de mensuração de energia, tipos de energia, conversões e efeitos das perdas e ganhos de energia. As unidades mais utilizadas são listadas na Tabela 6-1. O uso do joule (J), a unidade padrão do SI, permite a conversão entre as diversas unidades de energia. Por muito tempo os químicos utilizaram a caloria e a quilocaloria (kcal), mas o joule e a quilocaloria tornaram-se as unidades preferidas. Em contrapartida, os engenheiros adotam a Btu.

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Medium 9788582604618

Fundamentos

Peter Atkins, Loretta Jones, Leroy Laverman Grupo A PDF Criptografado

que o levará ao centro da ciência. Se olhar em uma direção, a da Física, verá que os princípios da Química baseiam‑se no comportamento de átomos e moléculas. Se olhar em outra direção, a da Biologia, verá como os químicos contribuem para a com‑ preensão da propriedade mais impressionante da matéria, a vida. Por fim, você será capaz de observar os objetos comuns do dia a dia, imaginar sua composição em ter‑ mos de átomos e compreender como ela determina suas propriedades.

Introdução e orientação

A química é a ciência da matéria e das mudanças que ela sofre. O mundo da química inclui, portanto, todo o mundo material que nos rodeia – o chão que o suporta, a comida com que você se alimenta, os tecidos biológicos dos quais você é feito e o silício com que o seu computador foi fabricado. Nenhum material independe da química, seja vivo ou morto, vegetal ou mineral, seja na Terra ou em uma estrela distante.

A química e a sociedade

Nos primórdios da civilização, na passagem da Idade da Pedra à Idade do Bronze e, depois,

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Medium 9788527725996

49 Descoberta e Desenvolvimento Pré-clínico de Fármacos

David E. Golan, Armen H. Tashjian Jr, Ehrin J. Armstrong, April W. Armstrong Grupo Gen PDF Criptografado

49

Descoberta e Desenvolvimento

Pré-clínico de Fármacos

John L. Vahle, David L. Hutto, Daniel M. Scott e Armen H. Tashjian Jr.

Introdução e Caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 852-853

Processo de descoberta do fármaco. . . . . . . . . . . 853

Delineamento de fármacos centrado no composto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 854

Compostos naturais e sintéticos . . . . . . . . . . . . . . . 854

Análogos de ligantes naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . 855

Delineamento de fármacos centrado no alvo. . . . 856

Triagem de alto desempenho . . . . . . . . . . . . . . . . . 856

Quí­mica combinatória. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 857

Delineamento de fármacos com base na estrutura. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 858

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Medium 9788527729369

Capítulo 2 - A Origem e a Química da Vida

Cleveland P. Hickman Jr, Larry S. Roberts, Susan Keen, David J. Einsenhour, Allan Larson, Helen Anson Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍT ULO

2

A Origem e a

Química da Vida

O suprimento abundante de água na Terra foi fundamental para a origem da vida.

Geração espontânea da vida?

Antigamente, era comum as pessoas pensarem que a vida surgia continuamente pela geração espontânea a partir de matéria não viva, além da reprodução dos genitores. Por exemplo, rãs pareciam surgir da terra

úmida; ratos, de material putrefato; insetos, do orvalho; e moscas-varejeiras, de carne podre. Calor, umidade, luz do Sol, e até das estrelas, frequentemente foram mencionados como fatores estimuladores da geração espontânea de organismos vivos.

Entre os esforços iniciais para sintetizar organismos em laboratório está uma receita para produzir ratos dada pelo nutricionista de plantas belga Jean Baptiste van Helmont (1648): “Se você prensar uma peça de roupa de baixo manchada de suor, junto com um pouco de trigo em um vaso aberto, após 21 dias o odor muda e o fermento... transforma o trigo em rato. Mas o realmente notável é que os ratos que aparecem do trigo e da roupa de baixo não eram ratos pequenos, nem mesmo miniatura de adultos ou ratos abortados; o que emerge

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Medium 9788521634515

0 - O Processo Analítico

Daniel C. Harris Grupo Gen PDF Criptografado

0

O Processo Analítico

COMO UM TESTE DE GRAVIDEZ CASEIRO FUNCIONA?

Urina contendo

Anticorpos ligados hcG a nanopartículas de Au

Membrana de

Anticorpo

Anticorpo nitrocelulose para analito para anticorpo

Bloco de

Bloco amostra conjugado

Linha de teste

Linha de controle

Bloco absorvente

(a) Colocar uma gota de urina no bloco de amostra

(d) O reagente conjugado não ligado ao hcG se liga a um anticorpo na linha de controle

Nanopartícula de Au

Anticorpos ligados a nanopartículas de Au

Analito hcG

Bloco de amostra

(b) hcG se liga a um anticorpo à medida que o líquido é absorvido pelo bloco conjugado

Linha de teste

Linha de controle

(c) Outra parte do hcG se liga a um anticorpo na linha de teste

(e) Teste de gravidez caseiro [Szemeno / iStockphoto.]

Um teste comum de gravidez detecta um hormônio chamado hcG na urina. Esse hormônio começa a ser secretado logo após a concepção.

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Medium 9788582710579

Capítulo 15 - Biologia Molecular do Desenvolvimento

Arnaldo Zaha, Henrique Bunselmeyer Ferreira, Luciane M.P. Passaglia Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 15

Vera Lúcia S. Valente Gaiesky

Biologia Molecular do Desenvolvimento

1. Caixa de ferramentas

320

1.1 Ovos e diferenças nos padrões de clivagem versus conservação dos genes da caixa de ferramentas 323

1.1.1 Genes maternos 324

1.1.2 Genes embrionários (ou zigóticos) 325

Zaha_5ed_15.indd 319

2. Genes da família PAX

327

3. Genes otd/Otx e ems/Emx e a formação das partes do cérebro, genes Dll/Dlx e a formação dos apêndices e genes tinman e NK2 e a formação do coração 328

27/11/13 09:29

Biologia Molecular Básica 320

Durante muito tempo a complexidade dos organismos superiores e as diferenças entre seus planos corporais, seus mecanismos de fecundação e o desenvolvimento embrionário dificultaram o entendimento do conjunto de processos atuantes sobre a ontogenia dos eucariotos. É nesse contexto que organismos modelo tão diferentes quanto o verme Caenorhabditis elegans, a mosca Drosophila, o anfíbio Xenopus, o peixe Danio rerio e o camundongo Mus musculus, entre muitos outros, foram fundamentais para a descoberta dos papéis das famílias de genes codificadores de fatores de transcrição evolutivamente conservadas, que regem o desenvolvimento embrionário dos eucariotos. Essa nova visão da evolução, chamada Evo-Devo, tem revolucionado o pensamento científico, principalmente no que concerne à evolução morfológica.

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Medium 9788527725996

27 Farmacologia da Glândula Tireoide

David E. Golan, Armen H. Tashjian Jr, Ehrin J. Armstrong, April W. Armstrong Grupo Gen PDF Criptografado

27

Farmacologia da Glândula

Tireoide

Ehrin J. Armstrong, Armen H. Tashjian, Jr. e William W. Chin

Introdução e Caso. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 485-486

Fisiologia da glândula tireoide. . . . . . . . . . . . . . . . 485

Síntese e secreção dos hormônios da tireoide . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 485

Metabolismo dos hormônios da tireoide. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 487

Efeitos dos hormônios da tireoide sobre os tecidos-alvo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 487

Eixo hipotálamo-hipófise-tireoide. . . . . . . . . . . . . 488

Fisiopatologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 488

Classes e agentes farmacológicos . . . . . . . . . . . . 490

Tratamento do hipotireoidismo. . . . . . . . . . . . . . . 490

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Medium 9788521635017

30 - Dinâmica Rotacional

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF Criptografado

379

UNIDADE

Dinâmica Rotacional

30

SUMÁRIO

OBJETIVOS

Depois de estudar esta unidade, você será capaz de:

• explicar o que significam velocidade angular e aceleração angular

• explicar o que significa o momento de inércia e qual é a relação entre momento de inércia, aceleração angular e torque

• calcular o momento de inércia em relação a um eixo de um objeto de forma geométrica simples a partir da fórmula apropriada do momento de inércia

• calcular a energia cinética e o momento angular de um objeto em rotação a partir da velocidade angular e da fórmula apropriada do momento de inércia

30.1

Movimento de rotação

30.2 Momento de inércia

30.3 Energia cinética de rotação

30.4 Momento angular

30.5 Comparação entre o movimento retilíneo e o movimento de rotação

Resumo

Questões de revisão

• descrever como é possível medir o momento de inércia de um volante e de um prato giratório

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Medium 9788565837026

A hipótese de avogadro

Jerome L. Rosenberg, Lawrence M. Epstein, Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

A Lei dos Gases Ideais e a Teoria Cinética

A HIPÓTESE DE AVOGADRO

A hipótese de Avogadro afirma que volumes iguais de gases nas mesmas condições de temperatura e pressão contêm números iguais de moléculas. Se a hipótese for válida, 1 L de oxigênio contém o mesmo número de moléculas que 1 L de hidrogênio (ou qualquer outro gás). Da mesma forma, 1 pé3 de hélio contém o mesmo número de moléculas que 1 pé3 de nitrogênio (ou qualquer outro gás). Claro que esses gases precisam ser medidos nas mesmas condições de temperatura e pressão.

A hipótese de Avogadro é válida para o problema de massas relativas de moléculas de dois gases e, se uma dessas massas for conhecida, a outra pode ser determinada, como mostra o Exemplo 1.

Nas condições padrão, 1 L de oxigênio pesa 1,43 g e 1 L de um gás desconhecido, mas que sabemos conter carbono e oxigênio (CxOy), pesa 1,25 g. A aplicação da hipótese de Avogadro permite afirmar que 1 L de

CxOy (CNTP) contém o mesmo número de moléculas que 1 L de O2 (CNTP). Isso também nos diz que uma molécula de CxOy tem peso correspondente a 1,25/1,43 vezes o peso da molécula de oxigênio. De acordo com a Tabela

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