1367 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788565837026

A isomeria

Jerome L. Rosenberg, Lawrence M. Epstein, Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

140

QUÍMICA GERAL

A ISOMERIA

Um número razoável de moléculas e íons tem uma mesma fórmula química (números e tipos de átomos), mas estruturas tridimensionais diferentes e/ou disposições distintas dos átomos que os formam. Essas substâncias são chamadas de isômeros e podem diferir em termos de propriedades físicas (ponto de fusão, ponto de ebulição, densidade, cor, etc.) e químicas. Existem três categorias de isômeros, descritas abaixo.

Isômeros estruturais

Uma das maneiras de descrever um composto químico ou íon consiste em listar o número de cada tipo de átomo ligado ao composto formando ligações covalentes. Os isômeros que diferem nesses aspectos são chamados de isômeros estruturais.

A Figura 9-15 mostra as duas estruturas possíveis para o butano, C4H10, que obedecem à regra do octeto para o carbono e o hidrogênio. No n-butano, dois dos carbonos estão ligados a um carbono cada e dois estão ligados a dois carbonos. No iso-butano, três dos carbonos estão ligados a um carbono e o quarto carbono está ligado a três carbonos. O n-butano tem ponto de fusão −135°C e de ebulição 0°C, enquanto o iso-butano tem ponto de fusão −145°C e de ebulição −10°C.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536508702

3.5 Pampas

Rildo Pereira Barbosa, Viviane Japiassú Viana Editora Saraiva PDF Criptografado

Cifotart/Shutterstock.com

Figura 3.17 - Com uma população de mais de 40 milhões de habitantes, a cidade de São Paulo ocupa uma área de quase 250 mil quilômetros quadrados, que anteriormente era coberta pela Mata Atlântica. Essa é a cidade que concentra o maior número de habitantes no país. Esta foto mostra claramente como as florestas vêm sendo substituídas pelos prédios nos grandes centros urbanos brasileiros.

No ano 2000, por exemplo, um grande vazamento de óleo em um duto da Petrobras resultou na contaminação da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, prejudicando a sobrevivência de muitas famílias que vivem da pesca artesanal. Esse acidente ambiental resultou em uma multa de mais de

30 milhões de reais para a Petrobras e em novas exigências nos processos de licenciamento ambiental.

3.5 Pampas

O termo pampa tem origem indígena e significa região plana. Esse bioma ocupa 63% do território do Rio Grande do Sul, estendendo-se por 170 mil quilômetros quadrados, cerca de 2% do território brasileiro. No Brasil, os Pampas, também conhecidos como Campos Sulinos ou Pampa

Ver todos os capítulos
Medium 9788536702155

Capítulo 1 - Introdução ao estudo da Fisiologia Oral

Cláudia Herrera Tambeli Grupo A PDF Criptografado

1

Introdução ao estudo da Fisiologia Oral

Cláudia Herrera Tambeli

A fisiologia (do grego physis = natureza e logos = palavra ou estudo) é o ramo da biologia que estuda o funcionamento dos seres vivos, ou seja, os fatores físicos, químicos e mecânicos responsáveis pela origem, pelo desenvolvimento e pela manutenção da vida. Dada sua importância, o estudo da fisiologia é fundamental em todas as áreas da saúde.

A fisiologia moderna surgiu na época da Renascença, quando os médicos tentavam compreender o funcionamento do corpo humano pelo estudo sistemático de sua anatomia. No entanto, o estudo da anatomia não é suficiente para explicar como o corpo funciona. Para isso, é necessário associar o conhecimento da estrutura dos componentes do corpo com a observação dessas estruturas vivas durante seu funcionamento.

Saiba mais

A descoberta da anatomia foi representada nas artes, como pode ser observado nos quadros de

Michelangelo, que explorou o corpo humano enfatizando a musculatura corporal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625797

18 Espectroscopia vibracional

J. Mendham, R. C. Denney, J. D. Barnes, M. J. K. Thomas Grupo Gen ePub Criptografado

Usa-se o termo “espectroscopia vibracional” para descrever as técnicas da espectroscopia de infravermelho e da espectroscopia de Raman. Estes dois tipos de espectroscopia dão o mesmo tipo de informação molecular e um método pode ser usado para complementar o outro.

A região do infravermelho do espectro eletromagnético pode ser dividida em três partes principais [1]:

Infravermelho próximo (região das harmônicas) 0,8–2,5 μm (12 500–4000 cm–1)

Infravermelho médio (região de vibração–rotação) 2,550 μm (4000–200 cm–1)

Infravermelho distante (região de rotação) 50–1000 μm (200-10 cm–1)

A região mais interessante para fins analíticos está entre e 25 μm (micrômetros), isto é, cujos números de ondas estão entre 4000 e 400 cm–1. O número de ondas, como o nome diz, é o número de ondas por centímetro. Os materiais ópticos normais como o vidro e o quartzo absorvem fortemente no infravermelho e, por isso, os instrumentos de medida nesta região diferem dos usados na região do espectro eletrônico (ultravioleta/visível). No infravermelho, os espectros têm origem nos diferentes modos de vibração e rotação das moléculas. Em comprimentos de onda inferiores a 25 μm, a radiação tem energia suficiente para alterar os níveis de energia vibracional das moléculas e o processo é acompanhado por mudanças nos níveis de energia rotacional. Os espectros rotacionais puros das moléculas ocorrem na região do infravermelho distante e são usados para a determinação das dimensões das moléculas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536514406

4.2 Biodefensivos

Fernanda Savacini Sagrillo, Vanessa da Gama Oliveira, Nathalia Motta de Carvalho Tolentino, Flaviana Rodrigues Fintelman Dias Editora Saraiva PDF Criptografado

Figura 4.9 – Frascos T e placas utilizadas para o cultivo de células.

Figura 4.10 – Biorreator de bancada.

Uma vez terminado o processo de cultivo e obtida a proteína desejada, a próxima etapa será a purificação, para separar a proteína de todos os resíduos gerados e do meio de cultivo. O processo escolhido para a purificação será determinado pela natureza do produto final. Se a purificação for por métodos baseados em características físico-químicas, realiza-se a separação por:

»»

solubilidade ou hidrofobicidade (cromatografia em papel ou fase reversa)

»»

tamanho, massa ou densidade (centrifugação, diálise, cromatografia de gel-filtração)

»»

carga elétrica (cromatografia de troca iônica, eletroforese)

Se a purificação for por método baseado em afinidade biológica faz-se por cromatografia de afinidade, explorando a interação entre duas moléculas.

Por fim, o produto final passará por processos de formulação e envase, e então serão realizados os ensaios clínicos para o tratamento terapêutico. Para que o produto final obtenha a indicação terapêutica, é importante que todas as etapas do processo sejam validadas e controladas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788565837026

As leis dos gases

Jerome L. Rosenberg, Lawrence M. Epstein, Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

64

QUÍMICA GERAL

exercida por uma coluna de mercúrio com 760 mm de altura, a 0°C e ao nível no mar. A unidade mm Hg também

é conhecida como torr (1 mm Hg = 1 torr) e 1 atm de pressão é, portanto, 760 torr. A unidade bar e utilizada com frequência na mensuração de pressão (1 bar = 105 Pa = 1 atm).

1 atm = 760 mm Hg = 760 torr = 101 · 325 Pa e 1 bar = 105 Pa (valor exato)

Observe que há um pequeno erro de conversão quando igualamos 1 atm a 1 bar (1325 em 100.000 ou 1,3%).

A MENSURAÇÃO DA PRESSÃO

A pressão de um gás é medida instalando um manômetro no recipiente que o contém. Um manômetro é um tubo

(em forma de U, nos exemplos apresentados) contendo um líquido, normalmente o mercúrio. A altura do líquido é lida em mm Hg (isto é, torr).

O manômetro de ramo fechado, Figura 5-1 (a), é totalmente preenchido, para que a diferença em níveis de mercúrio represente o valor absoluto da pressão do gás. Por sua vez, um manômetro de ramo aberto mostra a diferença entre a pressão do gás no recipiente e a pressão barométrica – na Figura 5-1 (b), a pressão do gás é menor que a pressão atmosférica, mas, na Figura 5-1 (c), a pressão do gás é maior.

Ver todos os capítulos
Medium 9788565837026

A lei de Dalton para pressões parciais

Jerome L. Rosenberg, Lawrence M. Epstein, Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

66

QUÍMICA GERAL

A LEI DE DALTON PARA PRESSÕES PARCIAIS

A lei de Dalton afirma que a pressão total de uma mistura de gases é igual à soma das pressões dos gases que a compõem – com volume e temperatura constantes (Ptotal = P1 + P2 + P3 + · · ·). A pressão de um gás na mistura

é chamada pressão parcial deste gás. Assim como as outras leis, esta é valida apenas para os gases ideais; contudo, ela pode ser aplicada a exercícios neste livro para prever resultados.

A COLETA DE GASES EM UM LÍQUIDO

Um gás pode ser coletado por borbulhamento em um líquido. Uma vez que os líquidos tendem a evaporar, o vapor do líquido se mistura ao gás sendo coletado, contribuindo com a pressão total do sistema (lei de Dalton). A coleta do gás muitas vezes é executada em água, cuja pressão de vapor, embora relativamente baixa, precisa ser subtraída da pressão total para se obter a pressão do gás coletado. Esta subtração gera como resultado a pressão do gás

“seco”.

Pgás = Ptotal — Págua

Ver todos os capítulos
Medium 9788565837026

Os cristais

Jerome L. Rosenberg, Lawrence M. Epstein, Peter J. Krieger Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Os Sólidos e os Líquidos

INTRODUÇÃO

Sólidos são substâncias que tendem a apresentar uma forma definida, indicativo de uma estrutura muito bem organizada e regular (a estrutura cristalina). A estrutura cristalina é estudada com base em diversas abordagens, como o uso de raios X, por exemplo. Esses estudos são utilizados na elaboração de previsões sobre a estabilidade da estrutura quando exposta a estresse, no exame das alterações que ocorrem com a adição de outras substâncias e na previsão das características de outras substâncias cristalinas.

OS CRISTAIS

O arranjo das partículas mais simples em um retículo cristalino é chamada de rede. Essa rede é composta por um empilhamento tridimensional de blocos de construção idênticos, chamados de células unitárias. As propriedades de um cristal, inclusive sua simetria, podem ser entendidas em termos da célula unitária. Essas células (14 ao todo) são dispostas lado a lado, acima e abaixo de outras células, formando uma estrutura espacial, a exemplo de caixas empilhadas em um depósito. A Figura 10-1 mostra esquemas de três células unitárias, as únicas discutidas neste livro.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580550948

Capítulo 3 - Movimento em Duas e Três Dimensões

Wolfgang Bauer, Gary D. Westfall, Helio Dias Grupo A PDF Criptografado

Movimento em

Duas e Três Dimensões

3

O QUE APRENDEREMOS

72

3.1 Sistema de coordenadas tridimensional

3.2 Velocidade e aceleração em um plano

3.3 Movimento ideal de projéteis

72

73

74

75

76

Exemplo 3.1 Atire no macaco

Forma da trajetória de um projétil

Dependência do tempo em relação ao vetor velocidade

3.4 Altura máxima e alcance de um projétil

Problema resolvido 3.1 Arremessando uma bola de beisebol

Exemplo 3.2 Rebatendo uma bola de beisebol

Problema resolvido 3.2 Tempo suspenso

Exemplo 3.2 Aeronave em um vento transversal

Exemplo 3.4 Dirigindo na chuva

79

81

82

83

84

86

87

O QUE JÁ APRENDEMOS |

G U I A D E E S T U D O PA R A E X E R C Í C I O S

87

3.5 Movimento realista de projéteis

3.6 Movimento relativo

Guia de resolução de problemas

Problema resolvido 3.3 Tempo de voo

Problema resolvido 3.4 Veado em movimento

Ver todos os capítulos
Medium 9788536530475

Capítulo 9

Eduardo Cesar Alves Cruz, Larry Aparecido Aniceto Editora Saraiva PDF Criptografado

436

Instalações Elétricas   Fundamentos, Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais

6.4 Reconstrua o esquema multifilar dos circuitos representados na planta baixa da Figura 6.5, a partir do seu esquema unifilar:

QM

2

3

4

2

3

3

QD

-4-

1

-2-

-3-

1b

4

a

1a

a

4

-1-

1b

-1-

b

b

1

b

4

-4-

1a

-4-

-4-

4

-1-

4

a

1a c

1

4

1c

-1-

a

c

-44

-4-

-4-

Figura 6.5  Esquema unifilar em planta baixa.

Capítulo 7 

7.1 Modifique o esquema multifilar da Figura 6.2, substituindo os interruptores por um comando por dimmer digital.

7.2 Implemente o esquema unifilar a partir do esquema multifilar obtido no exercício anterior.

7.3 Modifique o esquema multifilar da Figura 6.2, substituindo os interruptores por um comando por relé de impulso.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536326252

Capítulo 18 - Colesterol e Metabolismo dos Esteroides

Richard A. Harvey, Denise R. Ferrier Grupo A PDF Criptografado

18

Colesterol e

Metabolismo dos Esteroides

Principais fontes do colesterol hepático

I. VISÃO GERAL

O colesterol é o esteroide característico dos tecidos animais e desempenha várias funções essenciais no organismo. Por exemplo, o colesterol é componente estrutural de todas as membranas celulares, modulando sua fluidez, e, em tecidos especializados, o colesterol é o precursor dos ácidos biliares, dos hormônios esteroides e da vitamina D. Portanto, é muito importante que as células tenham um suprimento apropriado de colesterol.

Para manter esse suprimento, existem complexos sistemas de transporte, de biossíntese e mecanismos de regulação. O fígado tem papel central na regulação da homeostasia do colesterol. Por exemplo, o conjunto hepático de moléculas de colesterol é formado a partir de várias fontes, que incluem a dieta, a síntese de novo pelos tecidos extra-hepáticos e a síntese local.

O colesterol é eliminado do fígado pela bile no lúmen intestinal sem sofrer modificações ou é convertido em sais biliares. Ele também é enviado para os tecidos periféricos como componente das lipoproteínas plasmáticas. Em humanos, o equilíbrio entre o influxo e o efluxo de colesterol não é perfeito, resultando em deposição gradual de colesterol nos tecidos, particularmente no endotélio vascular. Quando a deposição de lipídeos leva à formação de placas, causando o estreitamento dos vasos (aterosclerose), significa que há um fator potencial de risco à saúde, aumentando a incidência de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares e vasculares periféricas. A

Ver todos os capítulos
Medium 9788565848886

Capítulo 4 - Cinco abordagens qualitativas de investigação

John W. Creswell Grupo A PDF Criptografado

4

Cinco abordagens qualitativas de investigação

Gostaria de apresentar dois cenários. No primeiro, o pesquisador qualitativo não identifica uma abordagem específica que esteja usando em sua pesquisa qualitativa; talvez a sua explicação da metodologia adotada seja curta e simplesmente limitada à coleta de entrevistas face a face. Os achados do estudo são apresentados como um trabalho temático das principais categorias das informações coletadas durante as entrevistas. Contraste esse primeiro caso com um segundo cenário. O pesquisador adota uma abordagem específica para a sua pesquisa qualitativa, como uma abordagem de pesquisa narrativa. Agora, a sua seção de metodologia é detalhada, descrevendo o significado dessa abordagem, por que ela foi usada e como ela se relacionaria com os procedimentos do estudo. Os achados nesse segundo estudo reúnem a história específica de um indivíduo, contada cronologicamente e destacando alguns de seus principais pontos de tensão. Ela é definida a partir

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555943

45. Radicais livres e nutrientes antioxidantes

Victor W. Rodwell, David A. Bender, Kathleen M. Botham, Peter J. Kennelly, P. Anthony Weil Grupo A PDF Criptografado

45

C A P Í T U L o

Radicais livres e nutrientes antioxidantes

David A. Bender, Ph.D.

OBJ e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

os danos causados pelos radicais livres ao DNA, aos lipídeos e às proteínas, bem como as doenças associadas aos danos por radicais livres.

�� Descrever as principais fontes de radicais de oxigênio no organismo.

�� Descrever os mecanismos e os fatores da dieta que protegem o organismo contra danos por radicais livres.

�� Explicar como os antioxidantes podem atuar como pró-oxidantes e o motivo por que os estudos clínicos de intervenção com nutrientes antioxidantes geralmente têm produzido resultados decepcionantes.

IMpORTÂNCIA BIOMÉDICA

Os radicais livres são produzidos no organismo em condições normais. Esses radicais livres provocam dano aos ácidos nucleicos, às proteínas, aos lipídeos da membrana celular e às lipoproteínas plasmáticas. A sua ação pode causar câncer, aterosclerose, doença arterial coronariana e doenças autoimunes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625797

3 Aparelhagem comum e técnicas básicas

J. Mendham, R. C. Denney, J. D. Barnes, M. J. K. Thomas Grupo Gen ePub Criptografado

O desenvolvimento de instrumentação avançada e de procedimentos analíticos modernos faz com que muitos acreditem que as técnicas científicas básicas e as aparelhagens simples são pouco importantes quando se deseja obter resultados exatos, reprodutíveis e confiáveis. Nunca é demais enfatizar, para os analistas que buscam manter um alto padrão de trabalho profissional, como é importante ser capaz de manipular corretamente os equipamentos quantitativos simples e de seguir as rotinas e procedimentos bem estabelecidos para que o trabalho seja limpo e bem-feito. Os seguintes pontos devem fazer parte da postura do analista profissional:

1. As bancadas devem estar sempre limpas e arrumadas e todos os resíduos de sólidos e líquidos devem ser imediatamente removidos.

2. A vidraria deve estar escrupulosamente limpa (Seção 3.8). Se ela não tiver sido usada por longo período, lave-a com água destilada ou desionizada antes do uso. A parte externa dos recipientes deve estar sempre seca. Use, para isto, um pedaço de pano que não solte fibras, reservado exclusivamente para esta finalidade. Lave este pano com freqüência e, sobretudo, nunca o use pare secar o interior dos recipientes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520459850

11. Compreender o cérebro

Jane Nelsen, Kristina Bill, Joy Marchese Editora Manole ePub Criptografado

11

Louise chega em casa depois de um longo dia ensinando na escola onde trabalha e vai direto para a cozinha preparar o jantar para sua família. Ela gosta de cozinhar e está ansiosa pelo jantar em família com seus filhos e marido, no qual podem compartilhar sobre o dia agitado de todos. Mas, assim que eles se sentam para comer, começam as queixas e brigas. Kelly, de 9 anos, começa a reclamar da refeição, sobre não gostar disso ou daquilo, e “por que eles sempre têm que comer frango?” Emma, de 13 anos, começa a reclamar de Kelly por ser tão exigente e estar sempre choramingando. Frank teve outro dia estressante no tribunal e ignora todo mundo. Louise está se sentindo desvalorizada. Enquanto as queixas e brigas continuam, ela sente o sangue ferver. Ela perde o controle e grita: “Se você não gosta do que cozinhei, pode ir para o seu quarto com fome. E nem pense em sobremesa! Frank, você pode, por favor, falar alguma coisa para as meninas?” Frank engole o último pedaço e entra em seu escritório para ter um pouco de paz e sossego. Kelly começa a chorar, e Emma continua a chamá-la de bebê. Louise manda as duas meninas para seus quartos enquanto limpa a mesa, tentando se acalmar.

Ver todos os capítulos

Carregar mais