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Capítulo 10 - O sistema-mundo e o colonialismo

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O SISTEMA-MUNDO

E O COLONIALISMO

O sistema-mundo

O surgimento do sistema-mundo

Industrialização

Causas da Revolução Industrial

Efeitos socioeconômicos da industrialização

Estratificação industrial

Colonialismo

Colonialismo britânico

Colonialismo francês

Colonialismo e identidade

Estudos pós-coloniais

Embora o trabalho de campo em pequenas comunidades tenha sido a marca registrada da antropologia, é impossível encontrar grupos isolados hoje. É provável que nunca tenham existido sociedades verdadeiramente isoladas. Por milhares de anos, os grupos humanos têm estado em contato uns com os outros. As sociedades locais sempre participaram de um sistema maior, que hoje tem dimensões globais – que chamamos de sistema-mundo moderno, ou seja, um mundo no qual as nações são econômica e politicamente interdependentes.

O SISTEMA-MUNDO

O sistema-mundo e as relações entre os países que o compõem são moldados pela

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Capítulo 12 - Aplicando a antropologia

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APLICANDO A ANTROPOLOGIA

O papel do antropólogo aplicado

As primeiras aplicações

Antropologia acadêmica e aplicada

Antropologia aplicada hoje

Antropologia do desenvolvimento

Equidade

Estratégias para a inovação

Inovação exagerada

Aplicando a antropologia à cultura popular: Coca-Cola

Como vimos no Capítulo 1, a antropologia aplicada é a utilização de dados, perspectivas, teoria e métodos antropológicos para identificar, avaliar e resolver problemas contemporâneos (ver Ervin, 2005). Os antropólogos aplicados ajudam a tornar a antropologia relevante e útil para o mundo além dela própria. Os antropólogos médicos, por exemplo, têm atuado como intérpretes culturais em programas de saúde pública, ajudando esses programas a corresponderem à cultura local.

Os antropólogos do desenvolvimento trabalham em agências internacionais de desenvolvimento, ou com elas, como o Banco

Mundial e a U. S. Agency for International

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Capítulo 9 - Religião

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RELIGIÃO

Expressões da religião

Seres espirituais

Poderes e forças

Magia e religião

Incerteza, ansiedade, conforto

Rituais

Ritos de passagem

Totemismo

Controle social

Tipos de religião

Religiões mundiais

Dada a dimensão variada e mundial de crenças e comportamentos rotulados como

“religiosos”, os antropólogos sabem como é difícil definir religião. Em seu livro Religion: An Anthropological View, Anthony F.

C. Wallace ofereceu a seguinte definição:

“crença e ritual relacionados a seres, poderes e forças sobrenaturais” (1966, p. 5). Com a palavra “sobrenatural”, ele queria dizer um reino imaterial, além do mundo observável (mas que o influencia). Essa esfera não pode ser empiricamente verificada nem refutada e é inexplicável em termos normais. Deve ser aceita “com base na fé”. Os seres sobrenaturais – deidades, fantasmas, demônios, almas e espíritos – fazem suas casas fora do nosso mundo material, embora possam visitá-lo de vez em quando. Também há forças sobrenaturais ou sagradas, algumas das quais exercidas por deidades e espíritos e outras que simplesmente existem. Em muitas sociedades, as pessoas acre-

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Capítulo 11 - Etnicidade e raça

Conrad Phillip Kottak Grupo A PDF Criptografado

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ETNICIDADE E RAÇA

Etnias e etnicidade

A mudança de status

Diversidade biológica humana e o conceito de raça

Explicando a cor da pele

Raça e etnia

A construção social da raça

Hipodescendência: raça nos

Estados Unidos

Raça no censo

“Não nós”: raça no Japão

Fenótipo e fluidez: raça no Brasil

Grupos étnicos, nações e nacionalidades

Nacionalidades e comunidades imaginadas

Tolerância étnica e acomodação

Assimilação

A sociedade plural

Multiculturalismo e identidade étnica

Aplicando a antropologia à cultura popular: diversidade na TV

As raízes do conflito étnico

Preconceito e discriminação

Os cacos no mosaico

Consequências da opressão

Antropologia hoje: de Embalos de sábado à noite a Jersey Shore

A etnia se baseia em semelhanças e diferenças culturais em uma sociedade ou nação. As semelhanças são com os membros do mesmo grupo étnico; as diferenças se dão entre o grupo e outros. Os grupos ét-

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Capítulo 3 - A PSICOLOGIA DA RELIGIÃO

Dalgalarrondo, Paulo Grupo A PDF Criptografado

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A PSICOLOGIA DA RELIGIÃO

Não apenas no interior da psicanálise ou por ela inspirados, diversos autores têm buscado a análise psicológica da religião lançando mão de outros referenciais teóricos. Não há espaço, aqui, para cobrir a vasta literatura concernente. Em nosso meio, a psicologia da religião foi revista recentemente de forma cuidadosa por

Edênio Valle (1998).

Pode-se divisar, entretanto, dois grandes campos, o da psicologia européia, mais marcado pelas correntes fenomenológicas e existenciais, e o da psicologia norteamericana, de forte extração empírica. Esta última, desde o início, deu maior ênfase

às possíveis “dimensões da experiência religiosa”, à conversão e às “atitudes” dos sujeitos envolvidos, muitas vezes com perspectivas relacionadas à psicologia social.

Na Europa, a tradição hermenêutica, fenomenológica e psicanalítica influenciou autores como Girgensohn (1930) e Külpe, na Alemanha; Vergote (1966), na

Bélgica; Penido, na França; e Fizzotti (1992), na Itália. Eles enfatizaram perspectivas originais com base em métodos introspectivos, na psicanálise e na especificidade psicológica da vida religiosa (Quadro 3.1). Apesar das importantes contribuições européias, a psicologia da religião desenvolveu-se de forma mais vigorosa no meio anglo-saxão, em particular nos Estados Unidos.

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