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Capítulo 8 - Gênero

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GÊNERO

Sexo e gênero

Padrões de gênero recorrentes

Papéis de gênero e estratificação por gênero

Redução de estratificação por gênero – sociedades matrilineares-matrilocais

Matriarcado

Maior estratificação de gênero – sociedades patrilinearespatrilocais

Por estudar biologia, sociedade e cultura, os antropólogos estão em uma posição única para comentar a questão da natureza (predisposições biológicas) e da criação (ambiente) como determinantes do comportamento humano. As atitudes, os valores e o comportamento humanos são limitados não apenas por nossas predisposições genéticas – as quais, muitas vezes, são difíceis de identificar – mas também por nossas experiências durante a enculturação. Nossos atributos como adultos são determinados tanto por nossos genes quanto por nosso ambiente durante o crescimento e o desenvolvimento.

SEXO E GÊNERO

Na discussão sobre papéis de sexo/gênero e sexualidade humanos surgem questões relacionadas a natureza e criação. Homens e

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Capítulo 9 - Religião

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RELIGIÃO

Expressões da religião

Seres espirituais

Poderes e forças

Magia e religião

Incerteza, ansiedade, conforto

Rituais

Ritos de passagem

Totemismo

Controle social

Tipos de religião

Religiões mundiais

Dada a dimensão variada e mundial de crenças e comportamentos rotulados como

“religiosos”, os antropólogos sabem como é difícil definir religião. Em seu livro Religion: An Anthropological View, Anthony F.

C. Wallace ofereceu a seguinte definição:

“crença e ritual relacionados a seres, poderes e forças sobrenaturais” (1966, p. 5). Com a palavra “sobrenatural”, ele queria dizer um reino imaterial, além do mundo observável (mas que o influencia). Essa esfera não pode ser empiricamente verificada nem refutada e é inexplicável em termos normais. Deve ser aceita “com base na fé”. Os seres sobrenaturais – deidades, fantasmas, demônios, almas e espíritos – fazem suas casas fora do nosso mundo material, embora possam visitá-lo de vez em quando. Também há forças sobrenaturais ou sagradas, algumas das quais exercidas por deidades e espíritos e outras que simplesmente existem. Em muitas sociedades, as pessoas acre-

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Capítulo 12 - Aplicando a antropologia

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APLICANDO A ANTROPOLOGIA

O papel do antropólogo aplicado

As primeiras aplicações

Antropologia acadêmica e aplicada

Antropologia aplicada hoje

Antropologia do desenvolvimento

Equidade

Estratégias para a inovação

Inovação exagerada

Aplicando a antropologia à cultura popular: Coca-Cola

Como vimos no Capítulo 1, a antropologia aplicada é a utilização de dados, perspectivas, teoria e métodos antropológicos para identificar, avaliar e resolver problemas contemporâneos (ver Ervin, 2005). Os antropólogos aplicados ajudam a tornar a antropologia relevante e útil para o mundo além dela própria. Os antropólogos médicos, por exemplo, têm atuado como intérpretes culturais em programas de saúde pública, ajudando esses programas a corresponderem à cultura local.

Os antropólogos do desenvolvimento trabalham em agências internacionais de desenvolvimento, ou com elas, como o Banco

Mundial e a U. S. Agency for International

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Capítulo 13 - O papel da antropologia em um mundo globalizado

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O PAPEL DA ANTROPOLOGIA

EM UM MUNDO GLOBALIZADO

Globalização: seus significados e sua natureza

Mudança climática global

Antropologia ambiental

Ataques globais à autonomia local

Desmatamento

Contato interétnico

Imperialismo cultural

Fazendo e refazendo cultura

Indigenizando a cultura popular

Este capítulo aplica uma perspectiva antropológica a questões globais contemporâneas. Começamos examinando diferentes significados do termo globalização. O fato de que certos riscos agora têm implicações globais leva a uma discussão das mudanças climáticas, ou seja, do aquecimento global.

A seguir, retomamos questões de desenvolvimento, dessa vez, junto com uma filosofia de intervenção que pretende impor a moralidade ecológica global sem a devida atenção à variação e à autonomia culturais.

Também se examina a ameaça que o desmatamento representa para a biodiversidade global. A segunda metade deste capítulo passa da ecologia aos fluxos contemporâneos de pessoas, tecnologia, finanças, informações, imagens e ideologia, que contribuem para uma cultura global de consumo.

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Capítulo 2 - Cultura

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CULTURA

O que é cultura?

A cultura é aprendida

A cultura é simbólica

A cultura é compartilhada

Cultura e natureza

A cultura é abrangente

A cultura é integrada

Aplicando a antropologia à cultura popular: canções populares

A cultura é instrumental, adaptativa e mal-adaptiva

A base evolutiva da cultura

O que compartilhamos com outros primatas

Como nos diferenciamos dos outros primatas

No Capítulo 1, vimos que os seres humanos compartilham a sociedade, ou seja, a vida organizada em grupos, com outros animais

– animais sociais, como macacos, lobos e formigas. Os outros animais, sobretudo os grandes símios, têm habilidades culturais rudimentares, mas somente os seres humanos têm culturas completamente elaboradas – tradições e costumes específicos transmitidos pela aprendizagem e pela linguagem ao longo de gerações.

O conceito de cultura foi fundamental para a antropologia. Mais de um século atrás, em seu livro Primitive Culture, o antropólogo britânico Edward Tylor argumentou que as culturas, sistemas humanos

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