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Capítulo 4 - Linguagem e comunicação

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LÍNGUA E COMUNICAÇÃO

Língua

Comunicação de primatas não humanos

Sistemas de chamamento

Língua de sinais

A origem da língua

Comunicação não verbal

Aplicando a antropologia à cultura popular: Facebook e

Twitter

A estrutura da língua

Sons da fala

Os norte-americanos têm certos estereótipos sobre como falam as pessoas de diversas regiões. Alguns desses estereótipos, difundidos pelos meios de comunicação de massa, são mais generalizados do que outros. A maioria das pessoas acha que sabe imitar o

“sotaque sulista” dos Estados Unidos. Estereotipam a fala de Nova York (a pronúncia de coffee, p. ex.), de Boston (“I pahked the kah in Hahvahd Yahd”) e do Canadá (“oot” para “out”).

Às vezes se pensa que o Meio-Oeste dos Estados Unidos não tem sotaque. Essa crença vem do fato de que os dialetos dessa região não têm muitas variantes linguísticas estigmatizadas – padrões de fala que as pessoas em outras regiões reconhecem e menosprezam, como não pronunciar o ‘r’ e dizer ‘d’ em lugar de ‘th’, como em dem, dese e dere (em vez de them, these e there).

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Capítulo 5 - PSICOPATOLOGIA E RELIGIÃO

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Religião, psicopatologia e saúde mental

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PSICOPATOLOGIA E RELIGIÃO

LOUCURA E RELIGIÃO: UMA ANTIGA E ÍNTIMA RELAÇÃO

Hem? Hem? O que mais penso, testo e explico: todo-o-mundo é louco. O senhor, eu, nós, as pessoas todas. Por isso é que se carece principalmente de religião: para se desendoidecer, desdoidar. Reza é que sara da loucura. No geral. Isso é que é a salvação-da-alma...

Guimarães Rosa, Grande sertão: veredas.

Ackerknecht (1985) afirma, em sua breve história da psiquiatria, que a noção de transtorno, doença mental ou “loucura” que o Ocidente hoje admite difere muito das noções dos povos indígenas, seja da atualidade ou do passado remoto. Nesses povos, quase todas as doenças e, sobretudo, as formas de alteração mental e comportamental que designamos “transtorno mental grave” são concebidas como produtos de forças sobrenaturais: maus espíritos, deuses, roubos espirituais, possessões, obra de bruxas ou de feiticeiros. Descontada a grande variação em termos do que se considera “anormal” entre povos não-ocidentais, quando a “loucura” ocorre e é reconhecida nesses povos, quase sempre são acionadas percepções e representações que a localizam no âmbito do sagrado, do demoníaco, da possessão, enfim, ela ganha uma acepção plenamente religiosa.

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Capítulo 9 - DOIS ENTREATOS: A COMPLEXIDADE DOS CONTEXTOS E A RELIGIÃO COMO OBJETO DE ESTUDO CIENTÍFICO

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Paulo Dalgalarrondo

Se Deus está morto,142 afirma Dostoievski, através de seu personagem Ivan

Karamazov,143 então tudo é permitido. Para o homem moderno, sobretudo os “mais modernos”, eruditos, cientistas, não só tudo é permitido, mas, pior, a morte, limite maior de nossa existência, não tem mais qualquer sentido. Jacques Lacan (2005), entretanto, acrescenta, novamente, um paradoxo a esse debate. Ele confronta Ivan

Karamazov evocando outra vez o Édipo freudiano: se “Deus está morto, [aí então é que] nada mais é permitido”. O luto do pai produz esta seqüela duradoura, esta identificação que se chama supereu. Ou seja, o assassinato do pai cometido pelos homens do mercado de Nietzsche não torna tudo permitido, mas talvez faça com que eles se identifiquem uma vez mais com o pai não amado. De toda forma, Deus vivo ou morto, o paradigma da modernidade parece que não mais vige, pelo menos completamente. Vislumbram-se novos tempos.

Como entender, então, o religioso e as formas de sofrimento nesta contemporaneidade intensamente fugidia, na qual as formas de sociabilidade, os valores, os modos de organização do trabalho, os símbolos culturais, a subjetividade, tudo enfim, muda muito rápida e radicalmente? O desafio é acertar o foco em um cenário que parece resistir a ele.

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Capítulo 13 - O papel da antropologia em um mundo globalizado

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O PAPEL DA ANTROPOLOGIA

EM UM MUNDO GLOBALIZADO

Globalização: seus significados e sua natureza

Mudança climática global

Antropologia ambiental

Ataques globais à autonomia local

Desmatamento

Contato interétnico

Imperialismo cultural

Fazendo e refazendo cultura

Indigenizando a cultura popular

Este capítulo aplica uma perspectiva antropológica a questões globais contemporâneas. Começamos examinando diferentes significados do termo globalização. O fato de que certos riscos agora têm implicações globais leva a uma discussão das mudanças climáticas, ou seja, do aquecimento global.

A seguir, retomamos questões de desenvolvimento, dessa vez, junto com uma filosofia de intervenção que pretende impor a moralidade ecológica global sem a devida atenção à variação e à autonomia culturais.

Também se examina a ameaça que o desmatamento representa para a biodiversidade global. A segunda metade deste capítulo passa da ecologia aos fluxos contemporâneos de pessoas, tecnologia, finanças, informações, imagens e ideologia, que contribuem para uma cultura global de consumo.

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Capítulo 9 - Religião

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RELIGIÃO

Expressões da religião

Seres espirituais

Poderes e forças

Magia e religião

Incerteza, ansiedade, conforto

Rituais

Ritos de passagem

Totemismo

Controle social

Tipos de religião

Religiões mundiais

Dada a dimensão variada e mundial de crenças e comportamentos rotulados como

“religiosos”, os antropólogos sabem como é difícil definir religião. Em seu livro Religion: An Anthropological View, Anthony F.

C. Wallace ofereceu a seguinte definição:

“crença e ritual relacionados a seres, poderes e forças sobrenaturais” (1966, p. 5). Com a palavra “sobrenatural”, ele queria dizer um reino imaterial, além do mundo observável (mas que o influencia). Essa esfera não pode ser empiricamente verificada nem refutada e é inexplicável em termos normais. Deve ser aceita “com base na fé”. Os seres sobrenaturais – deidades, fantasmas, demônios, almas e espíritos – fazem suas casas fora do nosso mundo material, embora possam visitá-lo de vez em quando. Também há forças sobrenaturais ou sagradas, algumas das quais exercidas por deidades e espíritos e outras que simplesmente existem. Em muitas sociedades, as pessoas acre-

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Capítulo 8 - Gênero

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GÊNERO

Sexo e gênero

Padrões de gênero recorrentes

Papéis de gênero e estratificação por gênero

Redução de estratificação por gênero – sociedades matrilineares-matrilocais

Matriarcado

Maior estratificação de gênero – sociedades patrilinearespatrilocais

Por estudar biologia, sociedade e cultura, os antropólogos estão em uma posição única para comentar a questão da natureza (predisposições biológicas) e da criação (ambiente) como determinantes do comportamento humano. As atitudes, os valores e o comportamento humanos são limitados não apenas por nossas predisposições genéticas – as quais, muitas vezes, são difíceis de identificar – mas também por nossas experiências durante a enculturação. Nossos atributos como adultos são determinados tanto por nossos genes quanto por nosso ambiente durante o crescimento e o desenvolvimento.

SEXO E GÊNERO

Na discussão sobre papéis de sexo/gênero e sexualidade humanos surgem questões relacionadas a natureza e criação. Homens e

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Capítulo 5 - Ganhando a vida

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GANHANDO A VIDA

Estratégias adaptativas

Forrageio

Estratégias adaptativas baseadas na produção de alimentos

Horticultura

Agricultura

A intensificação agrícola: homem e meio ambiente

Pastoreio

Sistemas econômicos

A produção nas sociedades não industriais

Meios de produção

No mundo globalizado de hoje, as comunidades e as sociedades estão sendo incorporadas, em ritmo acelerado, a sistemas maiores. A origem (cerca de 10 mil anos atrás) e a difusão da produção de alimentos (cultivo de plantas e domesticação animal) levaram

à formação de sistemas sociais e políticos maiores e mais poderosos. A produção de alimentos gerou mudanças importantes na vida humana. O ritmo da transformação cultural aumentou muito. Este capítulo oferece um quadro para a compreensão de várias estratégias adaptativas humanas e sistemas econômicos.

ESTRATÉGIAS ADAPTATIVAS

O antropólogo Yehudi Cohen (1974) usou a expressão estratégia adaptativa para descre-

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Capítulo 6 - PESQUISAS EPIDEMIOLÓGICAS EM SAÚDE FÍSICA E MENTAL E RELIGI ÃO

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Religião, psicopatologia e saúde mental

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PESQUISAS EPIDEMIOLÓGICAS

EM SAÚDE FÍSICA

E MENTAL E RELIGIÃO

SAÚDE FÍSICA E RELIGIÃO

A relação entre saúde física e religião tem sido estudada de forma sistemática desde o início do século XX (Levin; Larsen, 1997). Um volume consistente de pesquisas, segundo Jeffrey Levin e Harold Vanderpool (1987) tornou evidente uma crescente área de investigação; eles propuseram, então, denominá-la “epidemiologia da religião”. Nas últimas três décadas, Jeffrey Levin tem se tornado o principal expoente desse campo, publicando não só estudos empíricos com dados originais, mas também análises críticas em relação ao uso do constructo religião em epidemiologia, sobretudo no periódico Social Science and Medicine, caracterizado pelo rigor e pela abertura crítica.

Em 1987, Levin e Schiller revisaram mais de 200 estudos que envolviam a relação entre dimensões da religião e a saúde em geral, estudos esses que apareceram na literatura médica no século XX. Depois disso, muitas outras revisões foram publicadas sobre as relações entre religião e taxas de mortalidade e morbidade específicas. De modo geral, tem-se encontrado associações estatísticas significativas entre maior envolvimento e crenças religiosas e menor freqüência de condições como doença cardiovascular, hipertensão, doença cerebrovascular, câncer e doenças gastrintestinais, assim como associações com indicadores gerais do estado de saúde (boa saúde auto-relatada, sintomas gerais, disfunções e incapacidades, longevidade, etc.).

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Capítulo 3 - A PSICOLOGIA DA RELIGIÃO

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A PSICOLOGIA DA RELIGIÃO

Não apenas no interior da psicanálise ou por ela inspirados, diversos autores têm buscado a análise psicológica da religião lançando mão de outros referenciais teóricos. Não há espaço, aqui, para cobrir a vasta literatura concernente. Em nosso meio, a psicologia da religião foi revista recentemente de forma cuidadosa por

Edênio Valle (1998).

Pode-se divisar, entretanto, dois grandes campos, o da psicologia européia, mais marcado pelas correntes fenomenológicas e existenciais, e o da psicologia norteamericana, de forte extração empírica. Esta última, desde o início, deu maior ênfase

às possíveis “dimensões da experiência religiosa”, à conversão e às “atitudes” dos sujeitos envolvidos, muitas vezes com perspectivas relacionadas à psicologia social.

Na Europa, a tradição hermenêutica, fenomenológica e psicanalítica influenciou autores como Girgensohn (1930) e Külpe, na Alemanha; Vergote (1966), na

Bélgica; Penido, na França; e Fizzotti (1992), na Itália. Eles enfatizaram perspectivas originais com base em métodos introspectivos, na psicanálise e na especificidade psicológica da vida religiosa (Quadro 3.1). Apesar das importantes contribuições européias, a psicologia da religião desenvolveu-se de forma mais vigorosa no meio anglo-saxão, em particular nos Estados Unidos.

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Capítulo 11 - Etnicidade e raça

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ETNICIDADE E RAÇA

Etnias e etnicidade

A mudança de status

Diversidade biológica humana e o conceito de raça

Explicando a cor da pele

Raça e etnia

A construção social da raça

Hipodescendência: raça nos

Estados Unidos

Raça no censo

“Não nós”: raça no Japão

Fenótipo e fluidez: raça no Brasil

Grupos étnicos, nações e nacionalidades

Nacionalidades e comunidades imaginadas

Tolerância étnica e acomodação

Assimilação

A sociedade plural

Multiculturalismo e identidade étnica

Aplicando a antropologia à cultura popular: diversidade na TV

As raízes do conflito étnico

Preconceito e discriminação

Os cacos no mosaico

Consequências da opressão

Antropologia hoje: de Embalos de sábado à noite a Jersey Shore

A etnia se baseia em semelhanças e diferenças culturais em uma sociedade ou nação. As semelhanças são com os membros do mesmo grupo étnico; as diferenças se dão entre o grupo e outros. Os grupos ét-

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Capítulo 3 - Fazendo antropologia

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FAZENDO ANTROPOLOGIA

Métodos de pesquisa em antropologia cultural

Etnografia: a estratégia distintiva da antropologia

Aplicando a antropologia à cultura popular: Bones

Técnicas etnográficas

Observação e observação participante

Conversação, entrevistas e roteiros de entrevista

O método genealógico

Interlocutores culturais-chave

Histórias de vida

“Você tem feito escavações ultimamente?”

Pergunte ao seu professor quantas vezes ele ouviu essa pergunta. Em seguida, pergunte quantas vezes ele de fato participou de uma escavação. Lembre-se de que a antropologia tem quatro subcampos, dos quais apenas dois (arqueologia e antropologia biológica) exigem muita escavação, pelo menos no solo. É claro que os antropólogos culturais “desenterram” informações sobre estilos de vida variados, como fazem os antropólogos linguistas com as características da linguagem. Tradicionalmente, os antropólogos culturais têm executado uma variante sobre o tema de Jornada nas estrelas ao procurar, quando não

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Capítulo 1 - O que é antropologia?

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O QUE É ANTROPOLOGIA?

Adaptabilidade humana

Adaptação, variação e mudança

Antropologia geral

As forças culturais formam a biologia humana

As subdisciplinas da antropologia

Antropologia cultural

Antropologia arqueológica

“É apenas natureza humana.” “As pessoas são praticamente as mesmas em todo o mundo.” Esse tipo de opinião, que ouvimos em conversas, nos meios de comunicação de massa e em muitas cenas na vida cotidiana, promove a ideia equivocada de que as pessoas de outros países têm os mesmos desejos, sentimentos, valores e aspirações que nós. Essas afirmações proclamam que, como são em essência as mesmas, as pessoas estão ávidas por receber ideias, crenças, valores, instituições, práticas e produtos de uma cultura norte-americana que se dissemina em todas as partes do globo terrestre.

Muitas vezes, esse pressuposto acaba se revelando equivocado.

A antropologia oferece uma visão mais ampla – uma perspectiva comparativa diferenciada e intercultural. A maioria das pessoas pensa que os antropólogos estudam as sociedades não industriais, e eles o fazem.

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Capítulo 8 - REFLEXÕES SOBRE ESTUDOS EMPÍRICOS

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REFLEXÕES SOBRE

ESTUDOS EMPÍRICOS

Neste capítulo, serão feitas, inicialmente, reflexões sobre trabalhos empíricos realizados pelo grupo de pesquisa coordenado por mim, na UNICAMP, grupo esse que investigou, nos últimos 15 anos, diversas relações entre saúde, transtorno mental e religião. Alguns trabalhos empíricos desse grupo estão disponíveis no endereço eletrônico: www.artmed.com.br. Posteriormente (Capítulos 9, 10 e 11), busco refletir de forma um pouco mais ampla sobre o campo de investigação “religião e saúde mental”, tanto a partir de alguns autores já apresentados na Parte I deste livro como em relação ao panorama sociocultural contemporâneo.

LIMITAÇÕES DE ESTUDOS EMPÍRICOS SOBRE RELIGIÃO E SAÚDE MENTAL

Cabe aqui assinalar algumas das principais limitações dos estudos científicos empreendidos na linha de pesquisa “religião e saúde mental”, particularmente dos nossos próprios estudos. Assim como em outras pesquisas nessa área, em nossas investigações buscamos identificar algumas relações específicas entre religião, saúde e transtornos mentais, porém, ao executar os recortes que constituíram os objetos empíricos, estabeleceu-se determinado contorno para a religião e para o sofrimento mental, assim como se definiram amostras e instrumentos de coleta de dados. Todo esse processo, deve-se reconhecer, estabelece limites, determina um alcance específico e reduz necessariamente a abrangência dos resultados e das interpretações.

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Capítulo 7 - Famílias, parentesco e casamento

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FAMÍLIAS, PARENTESCO E CASAMENTO

Famílias

Famílias nucleares e extensivas

Industrialismo e organização familiar

Alterações no parentesco norte-americano

Aplicando a antropologia à cultura popular: famílias televisivas

A família entre os forrageiros

Descendência

Grupos de descendência

Linhagens, clãs e regras de residência

Casamento

Exogamia e incesto

O incesto é uma realidade

Endogamia

Direitos conjugais e o casamento entre pessoas do mesmo sexo

O casamento em diferentes culturas

Dote e preço ou riqueza da noiva

Alianças duradouras

Divórcio

Casamentos plurais

Poliginia

Poliandria

Antropologia hoje: cinco esposas e

55 filhos

Embora ainda seja uma espécie de ideal em nossa cultura, a família nuclear (pais e filhos) responde atualmente por menos de um quarto de todos os lares nos Estados

Unidos. Expressões tradicionais no país, como “amor e casamento”, “casamento e família” e “mamãe e papai”, já não se aplicam à maioria dos lares norte-americanos.

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Capítulo 6 - Sistemas políticos

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SISTEMAS POLÍTICOS

O que é “o político”?

Tipos e tendências

Bandos e tribos

Bandos de forrageio

Cultivadores tribais

O chefe de aldeia

Os “grandes homens”

Aplicando a antropologia à cultura popular: super-heróis

Irmandades pantribais

Política nômade

Chefias

Sistemas políticos e econômicos

Sistemas de status

O surgimento da estratificação

Os antropólogos têm em comum com os cientistas políticos o interesse em organização e sistemas políticos, mas, nesse caso, mais uma vez, a abordagem antropológica é global e comparativa e inclui os não Estados,* enquanto os cientistas políticos tendem a trabalhar com Estados-nação contemporâneos e recentes. Estudos antropológicos têm revelado uma variação substancial em poder, autoridade e sistemas jurídicos em diferentes sociedades. (O poder é a capacidade de exercer a própria vontade sobre a dos outros; autoridade é o uso formal, socialmente aprovado, do poder, por exemplo, por funcionários do governo.) (Ver Gledhill, 2000; Kurtz,

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