2 capítulos
Medium 9788520437759

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Valdemar P. da Luz, Sylvio Capanema de Souza Editora Manole PDF Criptografado

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Obrigação  Relação jurídica pela qual alguém se compromete a dar, fazer ou não fazer alguma coisa de valor economicamente apurável. As obrigações provêm dos contratos, das declarações unilaterais de vontade e dos atos ilícitos.

CC: “Art. 180. O menor, entre dezesseis e dezoito anos, não pode, para eximir-se de uma obrigação, invocar a sua idade se dolosamente a ocultou quando inquirido pela outra parte, ou se, no ato de obrigar-se, declarou-se maior. [...] Art.

184. Respeitada a intenção das partes, a invalidade parcial de um negócio jurídico não o prejudicará na parte válida, se esta for separável; a invalidade da obrigação principal implica a das obrigações acessórias, mas a destas não induz a da obrigação principal. [...] Art. 201. Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a obrigação for indivisível”.

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Obrigação alternativa  Obrigação pela qual se estipula ao devedor o cumprimento de uma entre diversas e diferentes prestações. Nesse caso, cabe ao devedor a escolha da prestação que deverá cumprir se não houver estipulação em contrário

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Medium 9788520435755

Bala, o homem da floresta

Gilles Lapouge Editora Manole PDF Criptografado

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Dicionário dos apaixonados pelo Brasil

Bala, o homem da floresta

José Edisto Gonçalves Ribeiro é um homem alto, entusiasmado e com um belo rosto duro. Ele chegou a Machadinho D’Oeste, em Rondônia, há quinze anos. Vinha do litoral, da região da Bahia. Tinha vivido até então como um trabalhador da terra. Recebeu um lote no norte de Rondônia. Levou-me para visitar sua propriedade e a casa que ali construiu. Em pé, de jeans e camiseta, glorioso, mostra-me seu pedaço de terra como um castelão mostra seus domínios, faz admirar seus móveis de época, suas matilhas de cães, seus massacres de cervos, sua árvore genealógica.

Quase não consigo acompanhá-lo quando ele salta sobre os troncos de árvores que abarrotam o solo inclinado; são troncos gigantescos. Há um rio. José colocou uma prancha por cima. Essa prancha não é larga, ela se mexe um pouco e, além do mais, há os jacarés que moram no rio. Ele me espera, encorajando-me e tranquilizando-me. Se tivesse coragem, daria meia-volta, mas não tenho. José é “uma força que vai” e eu vou também.

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