3 capítulos
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4. Logística e serviço ao cliente

GONÇALVES, Paulo Sérgio Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

Logística e serviço ao cliente

Introdução

O serviço ao cliente é um aspecto essencial para qualquer empresa. Ele é o grande responsável pelo sucesso ou fracasso de um empreendimento.

Se, por um lado, o serviço ao cliente é um dos aspectos mais importantes dos negócios; por outro, há muita dificuldade em descrevê-lo.

No contexto da logística, o serviço ao cliente está diretamente relacionado com a captura dos pedidos e a distribuição física. Ele representa cerca de 20% dos custos totais, porém tem um impacto de 80% nos negócios das empresas

(Rushton et al., 2006). Assim, rapidez no processamento do pedido, transporte especial, disponibilidade de estoque, ausência de danos ao produto, eficiência no atendimento e acurácia no pedido são fundamentais.

Há várias definições para o serviço ao cliente, mas em sua maioria, os autores preferem definir o que é nível de serviço prestado ao cliente.

Nesse contexto, Ballou (2006) o define como “a qualidade com que o fluxo de bens e serviços é gerado”; Bowersox e Closs (1996), por sua vez, consideram que a competição logística deve ser tratada como um recurso estratégico para o planejamento da prestação do serviço ao cliente; enquanto Lalonde e Zinszer

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4. O Todo é o falso

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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capítulo 4

o Todo é o falso

Hegel diz que “o Todo é o verdadeiro”. Em um aforismo do livro Minima moralia, Adorno diz que “o Todo

é o falso”. Essa contraposição diz muito da filosofia dos dois frankfurtianos, explicitando que tipo de dívida há deles para com Hegel.

Hegel trabalha com a noção de totalidade: não há separações do tipo das de Kant, como, por exemplo, a divisão entre fenômeno e coisa-em-si. É claro que assim tem de ser, pois, para Hegel, tudo é da ordem do espiritual. A totalidade é verdadeira na medida em que não deixa nada “para fora”, não descarta nada, e todas as afirmações sobre o mundo e o mundo propriamente dito se colocam de uma maneira não apartada. Caso deixasse algo “para fora”, não seria uma totalidade. Não seria verdadeira. Ora, para Horkheimer e Adorno, esse tipo de uso da noção de totalidade tem duas consequências graves: uma no âmbito da filosofia e outra no âmbito da política.

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4. Platão e a “alegoria da caverna”

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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4

Platão e a

“alegoria da caverna”

P

latão (427-347 a.C.) é o mais importante discípulo de Sócrates.

Mais do que isso: Platão, de certo modo, pode ser considerado aquele que inaugura um tipo de conversação que chamamos de

Filosofia, com inicial maiúscula. Na sua prática de filósofo não reproduz uma relação com os seus discípulos à maneira de Sócrates.

Diferentemente, funda uma instituição, a Academia. Ali os estudantes empreendem, entre outras tarefas, os estudos dos textos platônicos – os diálogos nos quais Sócrates, em geral, é o personagem principal.

Sócrates faz filosofia como uma investigação – em geral no campo ético –, Platão trabalha de forma mais sistemática. Ainda que tenha escrito em forma de diálogo, sua filosofia compõe o que pode ser reescrito em forma de tratados.Além disso, Platão não se fixa apenas no campo moral, mas volta ao debate com os sofistas e pré-socráticos a respeito de ontologia, teoria do conhecimento, cosmologia e metafísica. O termo “platonismo” é sinônimo para

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