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Medium 9788520429372

15. Idosos, turismo e gerontologia: diálogos possíveis

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

15 Idosos, turismo e gerontologia: diálogos possíveis

Lívia Morais Garcia Lima

Olga Rodrigues de Moraes von Simson

Introdução

Foi pensando no turismo enquanto meio propulsor de experiências no

âmbito do lazer e da cultura que decidimos desenvolver esta pesquisa, que buscou analisar as formas diversas utilizadas pelos espaços históricos e de visitação para criar e incentivar as atividades socioculturais voltadas para idosos.

A presente pesquisa propõe discutir perspectivas para melhorar a quali‑ dade de vida do cidadão idoso voltadas para o uso cultural do lazer, por meio de propostas de atividades de educação patrimonial não formal e turismo cultural, no contexto das fazendas históricas paulistas selecionadas pelo pro‑ jeto em políticas públicas em andamento denominado “Patrimônio Cultural

Rural Paulista: espaço privilegiado para pesquisa, educação e turismo” (Oita‑ va Chamada para o Programa de Pesquisa em Políticas Públicas – PPPP). O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São

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Medium 9788520429990

15. ANTROPOLOGIA E TURISMO: NOTAS PARA UM DEBATE SOBRE A PESQUISA ETNOGRÁFICA NO BRASIL

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

15. ANTROPOLOGIA E TURISMO:

NOTAS PARA UM DEBATE SOBRE

A PESQUISA ETNOGRÁFICA

NO BRASIL1

Yolanda Flores e Silva

Felipe Borborema Cunha Lima

Luana de Sousa Oliveira

Introdução

Falar de turismo com base na Antropologia pode parecer um pouco abusivo, no entanto, essa ciência vem, nos últimos anos, organizando uma série de estudos sobre o turismo e tem algumas considerações bastante pertinentes nessa área.

Antes de tudo é importante delimitar o corpus denominado turismo.

Muitos autores enfocam os primeiros momentos da história do turismo nos roteiros de viajantes como Marco Polo e outros desbravadores. Esse tipo de viagem, entretanto, não pode ser qualificado como viagem turística. Autores como Löfgren (1999), Withey (1997), Boyer (1996) e Feifer

(1985) apontam que o turismo organizado inicia seu desenvolvimento em meados do século XIX, sendo os Estados Unidos e alguns países da

Europa os precursores dos primeiros empreendimentos voltados para o turismo como uma atividade de massa.

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Medium 9788578681074

8. TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS PARA O TRATAMENTO OU A DISPOSIÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

TONETO JÚNIOR, Rudinei; SAIANI, Carlos César Santejo; DOURADO, Juscelino Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Sonia Valle Walter Borges de Oliveira

Marcio Mattos Borges de Oliveira

TECNOLOGIAS

DISPONÍVEIS PARA

O TRATAMENTO

OU A DISPOSIÇÃO

ADEQUADA

DE RESÍDUOS

SÓLIDOS URBANOS

INTRODUÇÃO

A humanidade vem desenvolvendo diversas formas para destinação dos resíduos sólidos, algumas sem o devido processo de tratamento, realizando somente seu afastamento dos locais geradores. Esse procedimento apenas diminui a possibilidade de contato das pessoas com os resíduos, que, em muitos casos, são agentes causadores de doenças.1

A incineração de resíduos era praticada na Inglaterra desde

1876, com a instalação do primeiro incinerador com aproveitamento para a iluminação das ruas.2

O aumento da população em centros urbanos trouxe características de concentração de volumes de resíduos, fortalecendo a necessidade de criar formas mais eficientes e eficazes de coletar, transportar, tratar e efetuar a disposição final de todos os tipos de resíduos gerados nesses centros. É importante frisar que a geração de quantidades excessivas de resíduos pela sociedade resulta de processos de produção ineficientes e da baixa durabilidade dos produtos, em relação ao aspecto industrial, e de padrões de consumo insustentáveis, pelo lado do consumidor. Embora as grandes quantidades de resíduos sejam um problema, a determinação das prioridades e dos desafios para as estratégias eficazes

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Medium 9788520429990

14. O PROJETO PEDAGÓGICO EM TURISMO: MODELO CONCEITUAL E DESENHO CURRICULAR

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

14. O PROJETO PEDAGÓGICO

EM TURISMO:

MODELO CONCEITUAL

E DESENHO CURRICULAR

Cássia Ferri

Regina Célia Linhares Hostins

Introdução

As discussões em torno das mudanças curriculares dos cursos de graduação tomaram corpo, no Brasil, após a promulgação da Lei de

Diretrizes e Bases – LDBEN/96 e das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação (DCNs) nos anos 1990. Desde então, nos diversos espaços que se ocupam dessas discussões – tanto no âmbito do poder oficial, das diretrizes e orientações nas diferentes instâncias, como no âmbito da gestão das políticas nas instituições de ensino superior

(IES) e nos cursos – a redefinição da organização curricular ocupa lugar central.

Tendencialmente, quando se pensa em mudanças qualitativas em educação centram-se discussões no currículo. Isso se justifica porque a qualidade de ensino está estreitamente relacionada aos seus conteúdos e formas, mas também porque se descobre a importância de mecanismos mais sutis de ação que configuram a prática. “É difícil mudar a estrutura, e é inútil fazê-lo sem alterar profundamente seus conteúdos e seus ritos internos” (Sacristán, 1998, p. 9).

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Medium 9788520429372

10. A pessoa idosa no ambiente natural

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

10 A pessoa idosa no ambiente natural

Paulo dos Santos Pires

Marcelo Valente Ramos

Introdução

No bojo da presente obra, a abordagem a seguir, basicamente, pretende mostrar de que forma esse segmento social, na condição de sujeito‑turista, pode apreciar, conhecer e interagir com o ambiente natural, representado pelos ecossistemas naturais do Brasil ainda não modificados ou com poucas alterações decorrentes das atividades humanas. Trata‑se de uma abordagem com viés técnico e operacional na perspectiva do planejamento do turismo, tendo como pano de fundo, de um lado, a natureza, seus atributos, ocorrên‑ cias e manifestações, e, de outro, o contato e a integração da pessoa idosa, na condição de turista, com esse cenário.

Uma vez identificada a abordagem do conteúdo deste texto e estabele‑ cidos os devidos recortes para seu alcance, deve-se reconhecer a sua inser‑

ção em um amplo contexto disciplinar, a partir do qual o próprio título que sugere, instiga, para que seja descortinado em distintas abordagens, no

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Medium 9788520429372

5. Satisfação do consumidor de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

5 Satisfação do consumidor

de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

Cláudia Gomes Carvalho

Anete Alberton

Introdução

O tema Satisfação do Consumidor é de relevante interesse e importân‑ cia para o sucesso em vendas de bens ou serviços, pois influencia na leal‑ dade à marca por meio da recompra e comunicação boca a boca, resultando em maior participação no mercado e aumento da lucratividade.

Diante do crescimento demográfico do público da terceira idade, tanto as universidades como as empresas têm procurado reconhecer, mensurar e con‑ trolar os processos para conquistar esses consumidores, em busca de solu‑

ções para reduzir os efeitos da sazonalidade no trade turístico e de estratégias para manter e gerenciar o fluxo de turistas nos meses de baixa temporada.

Os levantamentos estatísticos no Brasil e outros países evidenciam a importância do segmento, configurada nos projetos implementados pelo

Instituto Brasileiro de Turismo, a partir de 1994, que culminou na cria‑

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Medium 9788520439968

7. Modelo estratégico de comunicação sem complicação

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

MODELO ESTRATÉGICO

DE COMUNICAÇÃO SEM

COMPLICAÇÃO

7

Ao pesquisar a cultura de grandes e pequenas organizações, há mais de 20 anos, identificamos como causas imediatas de fracasso dois fatores, pouco conscientizados, que, numa análise mais profunda, resultam de um sistema de liderança desintegrado:

• Comunicações deficientes.

• Relacionamentos conflituosos.

As comunicações falham não só como sistema (falta de unidade informacional, fluxo assistemático, falta de feedback), como também na linha tecnológica (canais deficientes de informações), mas, principalmente, humana (reuniões assistemáticas, informais e mal lideradas).

O problema das comunicações precárias vai se refletir seguramente em dificuldades no relacionamento humano. Uma má comunicação, pela insegurança que gera e pela sensação de perda de controle, estimula os estilos de gestão centralizadora e autoritária. O clima decorrente fomenta relações conflituosas e tende a transformar a competitividade em disputas predatórias.

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Medium 9788520430460

28. Primórdios da Área Multidisciplinar da Capes e suas influências na Pós-Graduação e na Graduação

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

28

Primórdios da Área Multidisciplinar da Capes e suas influências na Pós-Graduação e na Graduação

Luiz Bevilacqua| Engenheiro civil, UFRJ

H

onrado com o convite e convencido de que preservar a história é essencial para a formação da nossa cultura e da nossa tradição, aceitei fazer este breve relato sobre a criação do Comitê Multidisciplinar da Capes, embo‑ ra seja limitado em tempo, pelas múltiplas tarefas que costumo assumir, e em desembaraço nesse tipo de relato pela falta de treinamento apropriado. Mas como parte do grupo que fecha o primeiro ciclo da criação sistemática e insti‑ tucionalizada da pós‑graduação no Brasil e, portanto, a quem cabe agora lançar a semente da tradição, não posso deixar de registrar alguns dos fatos que podem ser úteis para os que agora têm o encargo de levar adiante uma das iniciativas mais importantes e delicadas na história da pós‑graduação no Brasil.

Perdoem‑me o estilo, a forma e a ausência de moldura literária que pode‑ riam deixar o texto mais elegante e a leitura mais agradável. Creio que a falta de consulta a registros e documentos possa ser compensada pela participação viva e ativa no processo de implantação do Comitê Multidisciplinar. Em al‑ guns aspectos até mais que compensada, pois existem fatos que não têm registro formal e fazem parte de uma tradição não escrita, que dificilmente

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Medium 9788520416808

11. Descartes e o sujeito epistemológico

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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Descartes e o sujeito epistemológico

T

odos os três – Descartes, Rousseau e Kant – afirmam que o homem deve exercer a condição de sujeito autêntico; pois se o homem consegue tal façanha, isto é, participa dessa instância chamada subjetividade autêntica, ele se põe no real e fica com a verdade – este

é o objetivo típico da filosofia humanista e da educação humanista, nas suas versões iluminista e romântica.

Como um típico filósofo moderno, Renné Descartes (15961650) segue de perto a pergunta “Como conhecemos a realidade?” através de uma investigação da certeza – o evidente, aquilo que, em suas palavras, era o “claro e distinto”. Como relata em suas Meditações, a “uma altura da sua vida”, acredita que tudo que lhe foi ensinado nos seus anos de formação careciam de solidez. Convence-se, então, que é preciso abandonar tudo e começar um processo de busca do conhecimento verdadeiro. O filósofo francês toma como ponto de partida o que lhe parece uma necessidade imperiosa: encontrar o que são as “bases sólidas do conhecimento”. Não quer ficar com o conhecimento das ciências que, afinal, pode ser falso

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Medium 9788520416808

21. A filosofia analítica e o trabalho de Frege

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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A filosofia analítica e o trabalho de Frege

O

s historiadores da filosofia batizaram o século xviii como o “século da razão”. Foi a época em que Kant fez a crítica da razão, estabelecendo os limites do conhecimento, ou seja, o campo de atuação da razão teorética, e o deslocamento do ponto arquimediano metafísico para o âmbito da razão prática, da moral. Os historiadores também dizem que o século xix foi o

“século da história”. O tempo em que Hegel insistiu em que a razão não era apenas uma faculdade da alma ou da mente, mas o verdadeiro tecido do Universo, e que este, como um grande pensamento – o Espírito –, tinha na história sua manifestação, condicionando com sua racionalidade maior a razão humana finita. Em ambos os casos, os historiadores da filosofia estão conscientes de que esses dois séculos deram guarida ao império da filosofia do sujeito.

Após as críticas e desconstruções da filosofia do sujeito, o século xx, nos seus últimos trinta anos, apareceu aos historiadores como a época em que alguns pensadores procuraram continuar a investigação filosófica secundarizando a filosofia do sujeito. Aos olhos de hoje, é possível dizer que esses pensadores fizeram do

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Medium 9788520430460

13. Desafios e experiências do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Modelagem Computacional da UERJ

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

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Desafios e experiências do

Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Modelagem Computacional da UERJ

João Flávio Vieira de Vasconcellos | Engenheiro mecânico, IPRJ-UERJ

Ivan Napoleão Bastos | Engenheiro metalúrgico, IPRJ-UERJ

Hermes Alves Filho | Engenheiro eletricista, IPRJ-UERJ

Roberto Aizik Tenenbaum | Engenheiro mecânico, IPRJ-UERJ

O

Instituto Politécnico do Rio de Janeiro (IPRJ), localizado na cidade de

No­va Friburgo, foi incorporado à Universidade do Estado do Rio de

Janeiro (UERJ) no ano de 1993; em 1995, foi implantado o Programa de Pós-Graduação em Modelagem Computacional (PPGMC). O curso de mestrado do referido programa foi recomendado pela Capes em 1996 e o de doutorado em 1999, tendo formado 122 mestres e 34 doutores1. No triênio

2004-2006, quando da última avaliação realizada pela Coordenação de

Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o programa obteve conceito cinco para os cursos de mestrado e doutorado. No triênio anterior,

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Medium 9788520429990

21. COMUNICAÇÃO E GLOBALIZAÇÃO: PARADOXOS DA ALDEIA TURÍSTICA

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

21. COMUNICAÇÃO E

GLOBALIZAÇÃO:

PARADOXOS DA ALDEIA

TURÍSTICA

Eduardo Hack Neto

Sueli Maria Stoll

Introdução

A comunicação pode ser entendida como o processo social básico, visto que ela torna possível a própria vida em sociedade – o que seria dos seres humanos sem comunicação? Este ato significa intercâmbio de informações entre sujeitos e/ou objetos e, assim, direta ou indiretamente, preside e rege as relações humanas. O que é produzido e vendido pela comunicação se mostra, cada vez mais, como mercadoria imaterial: informação, isto é, notícias, dados, ideias, conhecimento, ficção, cultura e arte (Pereira, 2005).

O processo de redução das distâncias do globo – denominado globalização – é provocado por diversos elementos que se norteiam basicamente pela evolução tecnológica dos transportes e dos meios de comunicação. A atividade turística, por sua vez, está sintonizada e na “ponta da lança” dessa realidade que é bastante competitiva. Por meio dos websites, oferece-se um mundo de possibilidades, adquirem-se pacotes turísticos, realizam-se passeios virtuais, pesquisam-se preços ofertados por agências e operadoras, e comunica-se com usuários das demais nações com apenas alguns cliques (Mantovani, 2005).

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Medium 9788578681678

Conclusões

METZNER, Talita Dayane; MATIAS, Alberto Borges Editora Manole PDF Criptografado

Conclusões

O objetivo deste livro foi analisar as mudanças que ocorreram no Sistema Financeiro Nacional (SFN) durante o período de 1994 a

2010, sob a ótica dos indicadores financeiros do modelo E2S Bancos.

Para sustentar os resultados, foi realizada uma pesquisa sobre o período anterior ao objeto do estudo, com o propósito de entender as características do mercado financeiro brasileiro e as medidas políticas, econômicas e legais que respaldaram os momentos econômicos e sociais, e de que forma essa bagagem anterior afetou a configuração das instituições financeiras ao longo do período estudado.

O exame da economia brasileira de 1990 a 2010 foi fundamental para apoiar as análises por porte e origem de capital, pois permitiu relacionar o movimento das principais variáveis econômicas relativas às políticas monetária, fiscal, cambial e de rendas, e as estratégias e decisões dos bancos.

Mesmo em um ambiente econômico adverso, as instituições financeiras se fortaleceram ao longo da década de 1990 e realizaram mudanças em suas estruturas funcionais para que tivessem sucesso em um

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Medium 9788520429990

6. PLANO DE MARKETING

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

6. PLANO DE MARKETING

Aline Tiagor

Eduardo Hack Neto

Marielle Picarelli Mafalda

Introdução

As várias áreas do conhecimento necessárias ao exercício da profissão nos campos do Turismo e Hotelaria estão presentes na formação dos turismólogos, sobretudo com ênfase na elaboração de projetos. O curso contempla disciplinas que interatuam com outros campos de formação, visto que o turismo pode ser entendido como um fenômeno inter, trans e multidisciplinar (Beni, 2001). Tal integração vincula teoria e prática, possibilitando o contato do acadêmico com a realidade mercadológica e um

“saber-fazer” distinto dos cases comumente trabalhados em salas de aula.

As atividades práticas são vivenciadas, por exemplo, durante as disciplinas que contemplam o marketing turístico, uma das áreas mais associadas ao turismo, uma vez que, antes da oferta turística, é necessária a investigação do que e para quem será ofertado, ou seja, as características tangentes à oferta e demanda.

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Medium 9788520416808

15. Kant e o sujeito epistemológico

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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Kant e o sujeito epistemológico

A

“metafísica da subjetividade”, ou, pode-se dizer, a “filosofia como epistemologia” enquanto pensamento filosófico moderno típico, alcança um momento extraordinariamente sofisticado com

Immanuel Kant (1724-1804).

Preocupado com as demandas levantadas por Rousseau, que insiste no lado moral do sujeito, levando em conta a metafísica tradicional, cujo papel não poderia deixar de ser o de insistência na elaboração de uma descrição do mundo que dispensasse o que é

“sensível” e oferecesse uma concepção completamente racional do mundo, e, por fim, atento para o choque empirista que David

Hume dá à metafísica moderna, Kant procura costurar toda essa variedade de idéias que chegam à pacata Königsberg de seu tempo.

São, respectivamente, as idéias francesas, as dos próprios alemães

(a metafísica tradicional de Christian Wolff) e, é claro, as dos britânicos. Kant procura salvar cada uma dessas aparentemente inconciliáveis demandas. Fazendo assim, também traz à baila sua noção de sujeito – talvez a noção que mais tenha perdurado na filosofia desde sua criação, uma vez que se torna uma base para a gravura

– que a filosofia, pelo menos até Donald Davidson, Rorty e Dennett,

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