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Medium 9788520431238

12. Indicadores de desempenho das atividades logísticas

GONÇALVES, Paulo Sérgio Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 12

Indicadores de desempenho das atividades logísticas

Introdução

Há uma máxima na gestão de negócios que diz: “o que não pode ser medido não pode ser controlado”.

Logo, não há dúvidas quanto à necessidade da criação de indicadores de desempenho. Eles são essenciais para uma boa gestão dos negócios, pois permitem avaliar os diversos elos da cadeia ou os processos.

Um primeiro aspecto que se apresenta, visto que os indicadores de desempenho não se destinam exclusivamente ao acompanhamento de performance do setor, do processo ou da cadeia de suprimentos como um todo, é o fato de que eles também permitirão visualizar os pontos fracos do sistema de forma que a priorização dos investimentos na busca de melhorias poderá ocorrer com uma análise mais detalhada desses indicadores.

Indicadores de desempenho

Para garantir o sucesso e a competitividade em um mercado cada vez mais agressivo na competição global, uma empresa precisa entregar produtos e serviços que efetivamente atendam às expectativas de seus clientes dentro de uma conceituação mais global, que envolve a percepção do valor, dos prazos e das condições gerais de fornecimento por parte do cliente final.

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Medium 9788520430514

7. Schopenhauer: o conhecimento brota da compaixão

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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capítulo 7

Schopenhauer: o conhecimento brota da compaixão

7.1 O saber do corpo

O antídoto ao monstro Kant-Sade, delineado por

Adorno e Horkheimer, é Schopenhauer. Ele não está explicitamente no Dialektik der Aufklärer, mas, nas entrelinhas, dá várias ordens ao roteiro do livro. Ou seja, ainda que tenham Marx em alta conta, os dois frankfurtianos não confiam de todo no materialismo marxista para o projeto de combate ao monstro Kant-Sade. Entendem que o marxismo, em vários aspectos, está comprometido com a insensibilidade do projeto iluminista tanto quanto estão comprometidos os seus “apologetas”.

Algumas observações de Schopenhauer são bem-vindas para dar o contrapeso ao materialismo marxista.

A maneira como Horkheimer e Adorno fazem Schopenhauer colaborar com o projeto que têm em mente é bem específica. Remetem a ele para acentuar o papel do corpo e da sensibilidade física, da relevância da dor física

7/20/16 7:40 PM

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Medium 9788520438930

21. Prática da interdisciplinaridade na gestão de recursos hídricos no semiárido brasileiro

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

21

Prática da interdisciplinaridade na gestão de recursos hídricos no semiárido brasileiro

Maria do Carmo Sobral, Engenheira civil, UFPE

Renata Maria Caminha Carvalho, Engenheira agrônoma, IFPE

Günter Gunkel, Limnólogo, TU-Berlin

Gustavo Lira de Melo, Biólogo, UFPE

Introdução

A gestão de recursos hídricos pode ser compreendida como a implementação de medidas para promover o uso múltiplo e sustentável desses recursos, sejam eles naturais ou artificiais, de modo a propiciar melhoria na qualidade de vida dos seres vivos, atendendo aos requisitos ambientais estabelecidos como parte de um planejamento territorial, no qual outros recursos naturais estão presentes.

Segundo Mota (2006), esse planejamento territorial considera a bacia hidrográfica como unidade de gestão, incluindo os componentes do meio físico, biótico e antrópico, garantindo a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. Portanto, a interação da Política Nacional de Meio Ambiente

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Medium 9788520416808

20. De Nietzsche a Wittgenstein: os estertores da filosofia moderna

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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De Nietzsche a

Wittgenstein: os estertores da filosofia moderna

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ietzsche chega a uma crítica do sujeito a partir de uma visão particular da história da cultura no Ocidente. Ele desenvolve sua argumentação oposicionista com os instrumentos da crítica da linguagem. Resumidamente, a crítica da linguagem começa com sua análise das palavras “bom”, “mau” e “ruim”. Ele as observa no interior do quadro de sua teoria da divisão entre

“fortes” e “fracos”.

Segundo ele, o “forte” possui em seu vocabulário o par

“bom”- “ruim”, enquanto o “fraco” possui o par “bom”- “mau”.

Isto é, o forte qualifica o fraco não como “mau”, em um sentido moral, mas apenas como “ruim”, em um sentido técnico: aquilo ou aquele que não funciona; aquilo ou aquele contra o qual nem vale a pena lutar, pois é de qualidade técnico-funcional desprezível.

No entanto, não é assim que age o “fraco”. Ele utiliza para si próprio a palavra “bom”, como aquele que perdoa, que não revida ao ataque; e o contrário de “bom”, para ele, é “mau” – na verdade, para o fraco, o “mau”, em um sentido moral portanto, é o forte, aquele que poderia conter sua espada mas opta por não fazê-lo.

“Mau”, aqui, não é uma palavra utilizada em sentido meramente

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Medium 9788520429990

23. FOTOGRAFIA NA ATIVIDADE TURÍSTICA: INFLUÊNCIA E REPRESENTAÇÃO

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

23. FOTOGRAFIA NA ATIVIDADE

TURÍSTICA: INFLUÊNCIA E

REPRESENTAÇÃO

Rubiane Sipp

Bruna Marquardt

Mirian Teresinha Pinheiro

Introdução

Neste capítulo apresenta-se um dos trabalhos produzidos na disciplina de Técnica de Pesquisa em Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). No trabalho em questão, discutem-se alguns aspectos éticos do uso da fotografia na atividade, uma vez que o turismo se utiliza de alguns recursos imprescindíveis para a sua realização, dentre eles a imagem.

A imagem é um instrumento fundamental da construção do homem contemporâneo. Todas as impressões e informações vivenciadas pelo homem e que se fixam na memória de forma indissociável são captadas pelo mais sutil dos sentidos: a visão.

A imagem, e em especial a fotografia, é um dos principais meios de compartilhamento de informações e portadora de um valor quase absoluto e singular no que tange à relação entre realidade aparente e realidade interna. Conforme afirma Neiva Jr. (2002, p. 66):

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Medium 9788520416808

24. Quine e o mito do museu

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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Quine e o mito do museu

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lguns manuais se referem à escola filosófica dos positivistas lógicos como uma escola derrotada. No entanto, mesmo que se considerem os seus impasses como um fim de linha, há de se observar que a maneira como filosofam é em grande medida aquela como uma boa parte dos filósofos, hoje, discute problemas mais técnicos em filosofia. Os filósofos analíticos são os heróis de uma revolução no conceito de filosofia. Uma revolução que gerou uma contra-revolução. Dentro dos próprios domínios da filosofia analítica, surgem os germes que formam uma parte dessa tradição mais vinculada ao positivismo lógico, e os herdeiros desse estilo geram então uma filosofia que casa a tendência analítica com o pragmatismo norte-americano clássico, principalmente o de John Dewey. Essa nova tendência aparece com o filósofo

Willard Van Orman Quine (1908-2000).

Um ponto central na investigação de Quine é comum ao que positivistas lógicos e outros filósofos analíticos procuram. Ele quer responder à pergunta “O que vêm a ser o significado e as condições de verdade das declarações lingüísticas?”.

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Medium 9788520439647

1. Ecoempreendedorismo

AMATO NETO, João Editora Manole PDF Criptografado

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Ecoempreendedorismo

Introdução

Neste primeiro capítulo, a discussão sobre gestão sustentável será introduzida do ponto de vista das potencialidades do desenvolvimento de um modelo de economia de mercado apto a sustentar negócios que não apenas tenham impacto ambiental reduzido, mas também ampliem as formas de tratamento produtivo dos recursos naturais e expandam as oportunidades de produção e consumo. O ecoempreendedorismo revelará chances de negócio em que antes se viam apenas crises e problemas, mas negócios sustentáveis dependem de uma revisão do que costumamos entender como economia.

Meio ambiente, desenvolvimento E oportunidades

Para começarmos a pensar o problema da sustentabilidade nos negócios e nas empresas, precisamos partir de um diagnóstico do mundo em que vivemos. Comecemos por alguns dados. Segundo a Organização das Nações

Unidas (ONU, 2014):

A população mundial é de aproximadamente 7 bilhões de pessoas.

Quase metade da população mundial – mais de 3 bilhões de pessoas – vive com menos de 2,50 dólares por dia; 80% da população mundial vive com menos de 10 dólares por dia.

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Medium 9788520430460

18. Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da UFG

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

18

Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Ciências

Ambientais da UFG

Selma Simões de Castro | Geógrafa, Ciamb-UFG

Leandro Gonçalves Oliveira | Biólogo, Ciamb-UFG

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s experiências multi e interdisciplinar do Programa de Doutorado em

Ciências Ambientais (Ciamb) da Universidade Federal de Goiás (UFG) desde sua implantação, em 2002, até os dias atuais, incluindo os ajustes e as atualizações, são fruto da evolução do curso e da experiência adquirida pela equipe envolvida, a partir de sua proposta de criação, construída pouco a pouco, desde 1998, e aprovada pela Capes em 2001. A proposição teve por base dois pilares: no campo epistemológico, a multidisciplinaridade como concepção de pesquisa na área ambiental; e no institucional, a desvinculação de qualquer unidade acadêmica, sendo diretamente subordinado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação.

O contexto histórico do momento da concepção e da criação e as bases epistemológicas adotadas, bem como as ações prévias adotadas pela equipe, visando promover a multidisciplinaridade por meio de um conjunto de pesquisas e princípios, traduziram-se na matriz curricular adotada e atualizada a cada quatro anos aproximadamente e nas práticas acadêmicas selecionadas; entre elas, a composição docente multidisciplinar, porém convergente, ou seja, de áreas afins.

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Medium 9788520416808

7. Aristóteles e Platão

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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Aristóteles e Platão

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latão busca solucionar o problema dos pré-socráticos, em especial o da disputa entre Heráclito, que acredita no movimento como sendo o que é o real, e Parmênides, que, desenvolvendo o “teoria do ser” dentro de um argumento lógico, nega estatuto ontológico ao movimento. Com a teoria dos dois mundos, o mundo inteligível e o mundo sensível, Platão acredita que o problema está solucionado.

Aristóteles de Estagira (384-322 a.C.) aprende a teoria platônica na Academia. Torna-se o principal discípulo de Platão.

Quando funda sua própria escola, o Liceu, desenvolve o ensino da filosofia de Platão, da qual inicia uma revisão crítica. Paulatinamente, volta ao problema da disputa entre Heráclito e Parmênides, acreditando então que a solução de Platão não é suficiente.

O impasse que se cria entre a idéia defendida por Heráclito

– que trata-se de ilusão acreditar que as coisas são estáveis – e aquela sustentada por Parmênides – que a mutabilidade é uma ilusão – parece a Aristóteles não poder ser solucionada pela linguagem platônica de que o mundo mutável (apreendido pelos sentidos) é uma imitação, uma cópia do mundo imutável (apreendido pela razão).

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Medium 9788520438930

19. Contribuições da pesquisa interdisciplinar à gestão compartilhada de uma bacia hidrográfica experimental

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

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Contribuições da pesquisa interdisciplinar à gestão compartilhada de uma bacia hidrográfica experimental

William B. Rauen, Engenheiro mecânico, Ufes e UP

Edmilson C. Teixeira, Engenheiro civil, Ufes

Gisele Girardi, Geógrafa, Ufes

Marcos E. P. A. Lopes, Agrônomo, Ufes

Introdução

Pesquisas e ações no âmbito da gestão de recursos hídricos e de bacias hidrográficas normalmente demandam uma abordagem interdisciplinar ou transdisciplinar para a consecução de metas abrangentes e socioambientalmente relevantes. Isso se deve à natureza e à extensão dos problemas e temas envolvidos.

Apesar disso, nota-se uma prevalência de abordagens compartimentadas

(multidisciplinares, na melhor das hipóteses) em muitos projetos envolvendo os recursos hídricos (Tucci, 2000), muitas vezes com consequências catastróficas para os mais necessitados (Abbott, 2001). Ademais, ainda ocorre uma defasagem significativa entre a obtenção de avanços científicos e o seu uso efetivo na gestão, como em melhorias no atendimento das necessidades sociais. Reestruturações institucionais e legislativas identificadas como necessárias à implementação de tais avanços raramente ocorrem, ou são feitas tardiamente. Em parte, isso se deve a entraves burocráticos e interesses políticos de curto prazo, mas também à complexidade dos sistemas de gestão, diversidade

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Medium 9788520431238

3. Logística e tecnologia da informação

GONÇALVES, Paulo Sérgio Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 3

Logística e tecnologia da informação

Introdução

Em um mercado turbulento, a agilidade organizacional, que pode ser definida como a capacidade de identificar captura de oportunidades de negócios mais rapidamente do que os seus concorrentes, é indispensável.

De acordo com uma pesquisa realizada pela McKinsey (Sull, 2009), nove em cada dez executivos consultados em grandes organizações colocam a agilidade como fator crítico para o sucesso da organização, assim como indispensável para a empresa crescer em grau de importância.

Uma capacidade organizacional para explorar, respectivamente, melhorias nas receitas e oportunidades de redução de custos como vantagem competitiva intrínseca, com maior rapidez, efetividade e consistência em condições melhores do que o seu concorrente, acaba por transformar essa capacidade em uma força operacional de agilidade.

Uma demonstração cabal dessa força operacional de agilidade pode ser vista no exemplo da Zara, uma empresa varejista espanhola que transformou a sua cadeia de suprimentos em uma busca da excelência em face da sua habilidade de expedir novos itens para as lojas de forma bastante rápida.

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Medium 9788520439647

2. Redes de cooperação e ecoinovação

AMATO NETO, João Editora Manole PDF Criptografado

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Redes de cooperação e ecoinovação

Introdução

A sustentabilidade forma um novo cenário, que amplia as possibilidades de negócio, suas estratégias, tecnologias e ferramentas de gestão. Nesse cenário, como estratégia competitiva e modelo de organização, atuam as redes de cooperação produtiva. A criação e exploração dos novos nichos de mercado demanda inovação: em produtos, processos produtivos, formas de acesso a matérias‑primas e a consumidores. Sobretudo, requer inovação nas formas de organização empresarial – entre essas formas, os diversos tipos de redes de cooperação interorganizacionais. Neste capítulo, veremos como conjugar as três palavras‑chave da dinâmica econômica contemporânea: cooperação, inovação e sustentabilidade.

Da corresponsabilidade à cooperação

Embora conte com antecedentes mais longínquos, a sustentabilidade tem suas origens nas experiências de reflexão e prática ecológica da década de 1960 e nas primeiras investigações que apontaram o desequilíbrio entre a produção agrícola e a preservação do meio ambiente natural. A partir da deflagração do tema ambiental nas agendas dos movimentos sociais, ele tomou corpo no campo das organizações internacionais, notadamente na

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Medium 9788520430460

9. Interação interdisciplinar: a experiência da Pós-Graduação em Ecologia Aplicada da USP

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

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Interação interdisciplinar: a experiência da Pós-Graduação em Ecologia Aplicada da USP

Antônio Ribeiro de Almeida Júnior | Sociólogo, Esalq-USP

Silvia Maria Guerra Molina | Ecologia Humana, Esalq-USP

Laura Alves Martirani | Comunicação, Esalq-USP

Maria Victoria Ramos Ballester | Bióloga, Cena-USP

Maria Elisa de Paula Eduardo Garavello | Antropóloga, Esalq-USP

Luciano Martins Verdade | Engenheiro agrônomo, Esalq-USP

Reynaldo Luiz Victoria | Engenheiro agrônomo, Cena-USP

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ste capítulo relata a experiência do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ecologia Aplicada (PPGI-EA) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) e do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da Universidade de São Paulo (USP), diante do desafio de promover a cooperação entre cientistas oriundos de diversas áreas do conhecimento e de formar mestres e doutores dentro de um espírito interdisciplinar.

Trata-se de uma reflexão sobre o modo como os participantes do PPGI-EA têm se relacionado com o processo de construção de conhecimentos que ultrapassam as barreiras disciplinares. Essa interação tem resultado em uma colaboração crescente e desafiadora entre pesquisadores das ciências humanas e das ciências da natureza. Além disso, o PPGI-EA traz elementos que permitem aprofundar a reflexão sobre interações interdisciplinares e seu papel no desenvolvimento da ciência.

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Medium 9788520430460

8. Construção de problemática de pesquisa interdisciplinar na Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural da UFRGS

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

8

Construção de problemática de pesquisa interdisciplinar na pós-graduação em

Desenvolvimento Rural da UFRGS

Fábio de Lima Beck | Pedagogo, FA-UFRGS

Jalcione Pereira de Almeida | Agrônomo, FCE-UFRGS

Roberto Verdum | Geógrafo, IG-UFRGS

Magda Zanoni | Bióloga, CNRS-Paris

Carlos Guilherme Adalberto Mielitz Netto | Engenheiro agrônomo, FCE-UFRGS

Tatiana Engel Gerhardt | Enfermeira e obstetra, EE-UFRGS

Claude Raynaut | Antropólogo, UVS-Bordeaux II

Marta Julia Lopes | Enfermeira, EE-UFRGS

Lovois de Andrade Miguel | Agrônomo, FCE-UFRGS

Gabriela Coelho de Souza | Bióloga, FCE-UFRGS

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Programa de Pesquisa Interdisciplinar (Prointer) teve origem no agrupamento espontâneo de pesquisadores que, em determinadas ocasiões, procuravam dialogar com especialistas de outras disciplinas, cujo centro de interesse era o rural. Buscavam, assim, ultrapassar os limites de suas abordagens disciplinares, notadamente para examinar as questões do desenvolvimento, sem, todavia, negar seus méritos. Essa iniciativa se desenvolveu e se institucionalizou através de um Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural concebido para considerar essas preocupações. A fim de tirar proveito de experiências anteriores, procurou-se integrar professores universitários brasileiros e franceses, sendo que estes últimos já tinham em sua bagagem acadêmica várias experiências interdisciplinares, especialmente no Brasil

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23. Os positivistas lógicos e Wittgenstein

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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Os positivistas lógicos e Wittgenstein

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s positivistas lógicos ou empiristas lógicos, como foi dito, formam o Círculo de Viena. Em geral, são professores com formação científica, que desejam trazer a filosofia para um campo que eles entendem como menos vago, o da ciência. Deixam-se inspirar nos trabalhos de Russell (e nos primeiros trabalhos de Wittgenstein e outros) e se propõem a filosofar considerando menos a história da filosofia e mais alguns pontos fixados por filósofos determinados, como Hume e Kant. Fugidos do nazismo, vários se refugiam nos

Estados Unidos a partir dos anos 30 do século xx, onde exercem grande influência nos departamentos de filosofia, chegando quase a nublar a tradição filosófica nativa dos norte-americanos, a do pragmatismo. Pode-se dizer que os principais filósofos do Círculo de Viena foram Rudolf Carnap (1891-1970), Moritz Schlick

(1882-1936), Otto Neurath (1882-1945), Hans Reichenbach

(1891-1953) e A. J. Ayer (1910-1989).

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