193 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520439647

1. Ecoempreendedorismo

AMATO NETO, João Editora Manole PDF Criptografado

1

Ecoempreendedorismo

Introdução

Neste primeiro capítulo, a discussão sobre gestão sustentável será introduzida do ponto de vista das potencialidades do desenvolvimento de um modelo de economia de mercado apto a sustentar negócios que não apenas tenham impacto ambiental reduzido, mas também ampliem as formas de tratamento produtivo dos recursos naturais e expandam as oportunidades de produção e consumo. O ecoempreendedorismo revelará chances de negócio em que antes se viam apenas crises e problemas, mas negócios sustentáveis dependem de uma revisão do que costumamos entender como economia.

Meio ambiente, desenvolvimento E oportunidades

Para começarmos a pensar o problema da sustentabilidade nos negócios e nas empresas, precisamos partir de um diagnóstico do mundo em que vivemos. Comecemos por alguns dados. Segundo a Organização das Nações

Unidas (ONU, 2014):

A população mundial é de aproximadamente 7 bilhões de pessoas.

Quase metade da população mundial – mais de 3 bilhões de pessoas – vive com menos de 2,50 dólares por dia; 80% da população mundial vive com menos de 10 dólares por dia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520438930

20. Interdisciplinaridade em ação na pesquisa e pós-graduação em bioinformática

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

20

Interdisciplinaridade em ação na pesquisa e pós-graduação em bioinformática

Alan Mitchell Durham, Ciências da computação, USP

João Carlos Setúbal, Engenheiro mecânico, USP

Júnior Barrera, Engenheiro elétrico, USP

Introdução

A bioinformática é uma área de pesquisa interdisciplinar que tem ganhado destaque nos últimos anos. Esse campo reúne cientistas que aplicam os conhecimentos de várias áreas de ciência da computação, estatística, matemática, genética, biofísica e bioquímica, entre outras, de maneira integrada, com utilização de informática e de modelos matemáticos com o objetivo de compreender melhor a evolução e o funcionamento dos seres vivos (Mount, 2004;

Setúbal, 2004).

Neste capítulo, analisamos as características do desenvolvimento dessa ciên­cia usando como base nossa experiência na Universidade de São Paulo

(USP) para extrair lições que possam ser utilizadas no desenvolvimento dessa e de outras áreas interdisciplinares com características e contextos semelhantes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788578682002

O poder e a ordem

CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

Com versões diferentes, o princípio conceitual definido nas peças constitucionais das democracias capitalistas resume-se ao conteúdo da frase: “Todo poder emana do povo e em seu nome será exercido”. De concepção utópica, se não ingênua, esse postulado democrático já tão corroído não traduz a realidade. Presta-se a ocultar, da opinião pública, o embuste que representa. Com efeito, nenhum poder emana verdadeiramente do povo. Para tanto, o livre pensar seria requisito insubstituível, condição que não ocorre em nenhuma sociedade. Até porque, segundo o filósofo alemão Ernst Bloch conceitua em seu livro The principle of hope (O princípio esperança), pensar é, antes de tudo, transgredir, postura que o regramento impositivo jamais aceitaria como prática difundida entre as pessoas. Ademais, a estrutura de poder é criada habitualmente em função dos interesses da minoria endinheirada, da classe rica, jamais das necessidades da maioria espoliada, mantida inculta e dependente. Logo, o poder emana diretamente dos grupos privilegiados da sociedade, das instâncias que controlam a economia e detêm, em suas mãos, a maior parte da riqueza dos países a que pertencem.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520430460

30. Construção de uma carreira interdisciplinar

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

30

Construção de uma carreira interdisciplinar

Carlos Afonso Nobre| Engenheiro eletrônico, CCST–Inpe

E tudo começou na adolescência...

Para escrever sobre o processo interdisciplinar de produção do conheci‑ mento, decidi falar um pouco sobre minha trajetória, desde a adolescência até o presente, e de como minhas experiências científicas e profissionais mol‑ daram minha visão sobre a importância da interdisciplinaridade nas ciências, particularmente nas ambientais. Desejando ir fundo na minha memória e tentando capturar o momento em que senti despertar a curiosidade e o dese‑ jo de me dedicar à área de meio ambiente, volto à minha adolescência, na década de 1960.

Embora meu pai não tivesse mais de quatro anos de escolaridade, por falta de oportunidades, ele lia muito e, principalmente, tinha uma visão avançada para a época sobre a importância da natureza, sobre o que ele chamava de

“equilíbrio do mundo natural”, e sobre como a espécie humana o estava per‑ turbando. Recordo‑me das caminhadas que fazíamos, meus irmãos, meu pai

Ver todos os capítulos
Medium 9788520430460

18. Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da UFG

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

18

Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Ciências

Ambientais da UFG

Selma Simões de Castro | Geógrafa, Ciamb-UFG

Leandro Gonçalves Oliveira | Biólogo, Ciamb-UFG

A

s experiências multi e interdisciplinar do Programa de Doutorado em

Ciências Ambientais (Ciamb) da Universidade Federal de Goiás (UFG) desde sua implantação, em 2002, até os dias atuais, incluindo os ajustes e as atualizações, são fruto da evolução do curso e da experiência adquirida pela equipe envolvida, a partir de sua proposta de criação, construída pouco a pouco, desde 1998, e aprovada pela Capes em 2001. A proposição teve por base dois pilares: no campo epistemológico, a multidisciplinaridade como concepção de pesquisa na área ambiental; e no institucional, a desvinculação de qualquer unidade acadêmica, sendo diretamente subordinado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação.

O contexto histórico do momento da concepção e da criação e as bases epistemológicas adotadas, bem como as ações prévias adotadas pela equipe, visando promover a multidisciplinaridade por meio de um conjunto de pesquisas e princípios, traduziram-se na matriz curricular adotada e atualizada a cada quatro anos aproximadamente e nas práticas acadêmicas selecionadas; entre elas, a composição docente multidisciplinar, porém convergente, ou seja, de áreas afins.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429990

23. FOTOGRAFIA NA ATIVIDADE TURÍSTICA: INFLUÊNCIA E REPRESENTAÇÃO

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

23. FOTOGRAFIA NA ATIVIDADE

TURÍSTICA: INFLUÊNCIA E

REPRESENTAÇÃO

Rubiane Sipp

Bruna Marquardt

Mirian Teresinha Pinheiro

Introdução

Neste capítulo apresenta-se um dos trabalhos produzidos na disciplina de Técnica de Pesquisa em Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). No trabalho em questão, discutem-se alguns aspectos éticos do uso da fotografia na atividade, uma vez que o turismo se utiliza de alguns recursos imprescindíveis para a sua realização, dentre eles a imagem.

A imagem é um instrumento fundamental da construção do homem contemporâneo. Todas as impressões e informações vivenciadas pelo homem e que se fixam na memória de forma indissociável são captadas pelo mais sutil dos sentidos: a visão.

A imagem, e em especial a fotografia, é um dos principais meios de compartilhamento de informações e portadora de um valor quase absoluto e singular no que tange à relação entre realidade aparente e realidade interna. Conforme afirma Neiva Jr. (2002, p. 66):

Ver todos os capítulos
Medium 9788578682002

Conceito de ordem

CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

A ordem pode ser definida como um conjunto de configurações estruturais de natureza física, química e biológica, regulares e reprodutíveis, presentes no mundo material como regras naturalmente estabelecidas, ou de natureza sociológica, antropológica, cultural, ética e moral, presentes na sociedade criada pelo homem como princípios limitantes ou norteadores de comportamentos aceitáveis, estereotipados pela necessidade de exercer controle sobre as pessoas.

As primeiras configurações estruturais que permitiram a delimitação desse conceito resultaram de evidências do universo objetivo. Consubstanciaram-se como consequência dos conhecimentos que a ciência passou a produzir mediante a metodologia da experimentação difundida no mundo. Explicitada a lógica cientificamente descoberta na dinâmica dos processos da natureza, o homem não resistiu à tentação de aplicá-la à forma e aos conteúdos das relações humanas nascidas espontaneamente desde os tempos das cavernas.

Um marco filosófico importante que contribuiu para estender tal conceito ao domínio das concepções sociais encontra-se na obra de Augusto Comte (1798-1857). O pensador francês do século XIX esboçou a “lei dos três estados” como uma espécie de metamorfose da sociedade humana. Teve início no estado divino, produto da abstração teísta não científica; evoluiu para o estado teológico, em que a fé passa a ter expressão gramatical; e chegou finalmente ao estado positivo, no qual a percepção científica de atos e fatos supera o subjetivismo para alcançar a concretude da realidade objetiva. É, em síntese, a visão do positivismo, corrente filosófica de referência para muitos pensadores da época. A densidade do conteúdo de sua obra fortaleceu a crença de que a sociedade humana é regida por normas que lhe conferem o estatuto de categoria científica. Exsurge paulatinamente a definição da ordem como verdade científica irrecusável. Expressa-se como elemento estruturador da sociedade, sobre o qual se organizam todos os movimentos que

Ver todos os capítulos
Medium 9788520438930

1. Dicotomia entre ser humano e natureza: paradigma fundador do pensamento científico

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

1

Dicotomia entre ser humano e natureza: paradigma fundador do pensamento científico

Claude Raynaut, Antropólogo, CNRS

Introdução

A noção de prática interdisciplinar aplicada ao campo da pesquisa e da formação implica uma grande diversidade de acepções teóricas e metodológicas. Não há uma, mas sim muitas formas de se praticar a interdisciplinaridade

(Raynaut e Zanoni, 2011). Pode-se dizer que a colaboração entre especialidades científicas e técnicas diferenciadas constitui, hoje, uma exigência imprescindível para resolver a maioria dos problemas com os quais se defronta a ciência.

Impõe-se, entre outros fatores, para explorar a matéria física nas suas escalas mais ínfimas, para entender os processos químicos e biológicos nos quais se origina o próprio movimento da vida orgânica, para forjar hipóteses e conduzir observações a respeito da formação e da evolução do universo. Diante da complexidade das questões que a ciência contemporânea encontra, as fronteiras entre disciplinas institucionalmente estabelecidas tornam-se cada vez mais permeáveis, trocas conceituais e metodológicas acontecem, colaborações científicas instituem-se no âmbito de programas de pesquisa comuns (Repko, 2008).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

5. Satisfação do consumidor de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

5 Satisfação do consumidor

de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

Cláudia Gomes Carvalho

Anete Alberton

Introdução

O tema Satisfação do Consumidor é de relevante interesse e importân‑ cia para o sucesso em vendas de bens ou serviços, pois influencia na leal‑ dade à marca por meio da recompra e comunicação boca a boca, resultando em maior participação no mercado e aumento da lucratividade.

Diante do crescimento demográfico do público da terceira idade, tanto as universidades como as empresas têm procurado reconhecer, mensurar e con‑ trolar os processos para conquistar esses consumidores, em busca de solu‑

ções para reduzir os efeitos da sazonalidade no trade turístico e de estratégias para manter e gerenciar o fluxo de turistas nos meses de baixa temporada.

Os levantamentos estatísticos no Brasil e outros países evidenciam a importância do segmento, configurada nos projetos implementados pelo

Instituto Brasileiro de Turismo, a partir de 1994, que culminou na cria‑

Ver todos os capítulos
Medium 9788520430460

11. Construção interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento da UFPR

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

11

Construção interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento da UFPR

Dimas Floriani | Cientista político e social, UFPR

Alfio Brandenburg | Sociólogo, UFPR

Angela Duarte Damasceno Ferreira | Socióloga, UFPR

Cristina Teixeira | Socióloga, UFPR

Francisco de Assis Mendonça | Geógrafo, UFPR

José Edmilson de Souza Lima | Sociólogo, UFPR

José Milton Andriguetto Filho | Oceanógrafo e biólogo, UFPR

Maria do Rosário Knechtel | Socióloga e pedagoga, UFPR

Paulo da Cunha Lana | Oceanógrafo e biólogo, UFPR

U

m dos objetivos centrais deste capítulo é tentar avaliar o significado das práticas construídas no Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente­ e Desenvolvimento (Made) da Universidade Federal do Paraná ­(UFPR),­ desde sua fundação até o presente. Além disso, busca-se localizar algumas das principais conexões com as teorias e as práticas constitutivas do processo de pesquisa interdisciplinar em meio ambiente e desenvolvimento, assim como a inserção institucional e o significado dessa construção no contexto científico, político e cultural do qual emergem as problemáticas socioambientais contemporâneas, em diversos níveis espaciais e temporais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788578681678

Conclusões

METZNER, Talita Dayane; MATIAS, Alberto Borges Editora Manole PDF Criptografado

Conclusões

O objetivo deste livro foi analisar as mudanças que ocorreram no Sistema Financeiro Nacional (SFN) durante o período de 1994 a

2010, sob a ótica dos indicadores financeiros do modelo E2S Bancos.

Para sustentar os resultados, foi realizada uma pesquisa sobre o período anterior ao objeto do estudo, com o propósito de entender as características do mercado financeiro brasileiro e as medidas políticas, econômicas e legais que respaldaram os momentos econômicos e sociais, e de que forma essa bagagem anterior afetou a configuração das instituições financeiras ao longo do período estudado.

O exame da economia brasileira de 1990 a 2010 foi fundamental para apoiar as análises por porte e origem de capital, pois permitiu relacionar o movimento das principais variáveis econômicas relativas às políticas monetária, fiscal, cambial e de rendas, e as estratégias e decisões dos bancos.

Mesmo em um ambiente econômico adverso, as instituições financeiras se fortaleceram ao longo da década de 1990 e realizaram mudanças em suas estruturas funcionais para que tivessem sucesso em um

Ver todos os capítulos
Medium 9788520416808

22. A filosofia analítica e o trabalho de Bertrand Russell

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

123

22

A filosofia analítica e o trabalho de

Bertrand Russell

A

defesa da tese de Frege, de que toda a aritmética é um campo com uma base à qual ela poderia ser reduzida e que tal base é meramente constituída de princípios da lógica, encontra em

Bertrand Russell (1872-1970) um grande entusiasta. Mas Russell não se limita a um trabalho em lógica com derivações para a filosofia. Ao contrário, ele acredita que pode redefinir a filosofia a partir de sua confiança na lógica e na ciência. Sua idéia é a de que “a ciência é inocente até que se prove o contrário, ao passo que a filosofia é culpada a menos que se prove sua inocência”.

Suas conclusões em filosofia se alteram sucessivamente, de livro em livro, cobrindo uma produção vastíssima. Todavia, a idéia de que a filosofia é filosofia analítica, e não valeria a pena se fosse outra coisa, é sempre mantida.

Russell acredita que construções filosóficas não são inúteis, são apenas parte do trabalho filosófico. O autêntico trabalho filosófico, para ele, é o de criticar e clarear noções que, não raro, geram as chamadas discussões filosóficas – metafísicas – não por conta de serem noções autenticamente polêmicas, e sim porque são noções vagas, que não estão no mesmo nível de exatidão das noções com as quais trabalha a ciência. Seu trabalho a respeito da

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429990

19. ECOTURISMO E TURISMO DE AVENTURA: VIVÊNCIAS DA APRENDIZAGEM

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

19. ECOTURISMO E TURISMO

DE AVENTURA: VIVÊNCIAS

DA APRENDIZAGEM

Paulo dos Santos Pires

Marcelo Valente Ramos

Introdução

A história contemporânea do ambientalismo culminou com a realização, em 1992, da II Conferência Mundial das Nações Unidas sobre Meio

Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro. Não por acaso, nessa mesma época, mas dentro da esfera do turismo, um segmento conhecido por turismo ecológico ganhou destaque por meio de uma geração envolvida ou, no mínimo, que se identificava com o movimento ambientalista.

Para ela, esse tipo de turismo representava, entre outras possibilidades, uma forma de utilização sustentável dos ambientes naturais e de contato com atividades humanas e valores culturais inseridos nesse contexto.

Dessa maneira, a antevisão de novos cenários para o desenvolvimento do turismo e de perspectivas para a atuação do profissional formado na área favoreceu a inserção de disciplinas e práticas de ensino inovadoras em cursos de nível superior, caso da cadeira de “Turismo e

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429990

11. PAISAGEM, TURISMO E EDUCAÇÃO

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

11. PAISAGEM, TURISMO E

EDUCAÇÃO

Josildete Pereira de Oliveira

Introdução

O reconhecimento da importância da paisagem no contexto do turismo tem suscitado o aprofundamento da análise e o desenvolvimento de pesquisas sobre a influência da paisagem como indicador da qualidade ambiental, atrativo turístico relevante das destinações e do cenário e que possibilita uma articulação entre o lazer e a educação, especialmente a educação ambiental. Nesse contexto, a abordagem dessa temática nas disciplinas Turismo e Meio Ambiente e Ordenamento do Espaço Turístico procura dar ênfase aos métodos de análise e suas aplicações no planejamento e gestão desse espaço, bem como ao desenvolvimento de aplicativos para a sensibilização e educação das comunidades envolvidas: residentes e turistas. Dessa forma, este capítulo procura proporcionar ao leitor reflexões acerca desse tema, com base em uma abordagem descritiva, fundamentada em dados secundários sobre a relação paisagem, turismo e educação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520430460

19. Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da UFSC

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

19

Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da UFSC

Roberto Carlos dos Santos Pacheco | Engenheiro civil, EGC-UFSC

Patrícia de Sá Freire | Pedagoga, EGC-UFSC

Kelly Cristina B. T. Tosta | Administradora, EGC-UFSC

E

ste capítulo tem por objetivo descrever a trajetória de implantação de um programa de pós-graduação interdisciplinar no Brasil por meio do relato dos processos de concepção e constituição do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa

Catarina (EGC-UFSC). Para tanto, apresenta-se uma reflexão sobre sua estruturação, interdisciplinaridade e os elementos que fazem da construção e consolidação do EGC um processo de múltiplos desafios.

No plano cronológico, apresenta-se a criação do Programa considerando sua gênese, sua proposta original e sua estrutura atual. Procura-se verificar como seu ambiente original, o Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da UFSC (PPGEP-UFSC), estabeleceu bases para seu crescimento e de que modo a consciência sobre a multidisciplinaridade (na primeira fase) e a interdisciplinaridade (na fase atual) contribuiu para a constituição do EGC.

Ver todos os capítulos

Carregar mais