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Medium 9788520431238

2. Logística e estratégia

GONÇALVES, Paulo Sérgio Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Logística e estratégia

Introdução

Um estudo realizado pela Oracle (2006) mostrou cifras surpreendentes nas transações internacionais. A Figura 2.1 apresenta esse verdadeiro paradoxo global já em 2004, comparativamente a 1970.

Não é sem razão que executivos de diversos países têm se valido de uma máxima que se tornou um verdadeiro mantra das transações: “seja focado, porém antenado na globalização!”

A logística é uma das atividades econômicas mais antigas e um conceito gerencial dos mais atuais. Nele se apoiam todas as estratégias logísticas que buscam maximizar a utilidade para o cliente final com menores tempo e custos possíveis.

O panorama mundial, hoje, se apresenta com um elevado grau de competitividade, em que a conquista de novos mercados não fica subordinada aos ditames

1970

US$ 10 bilhões por dia

2004

US$ 10 bilhões por segundo

Figura 2.1 Volume de transações nos mercados internacionais.

Fonte: Oracle (2006).

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Medium 9788520430460

22. Papel da Pós-Graduação do Naea-UFPA na formação interdisciplinar para o desenvolvimento sustentável

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

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Papel da Pós-Graduação do

Naea-UFPA na formação interdisciplinar para o desenvolvimento sustentável

Ana Paula Vidal Bastos | Psicóloga, Naea-UFPA

Edna Castro | Socióloga, Naea-UFPA

Nírvia Ravena | Socióloga, Naea-UFPA

Este capítulo tem como objetivo avaliar a relevância dos programas de pós‑graduação do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (Naea) para a discus‑ são interdisciplinar do desenvolvimento sustentável. A longa história do Naea, que há mais de 35 anos (mais antigo, portanto, que o Comitê Interdisciplinar da Capes) forma recursos humanos no nível de pós‑graduação, é percorrida a fim de ilustrar a sua importância para a Pan‑Amazônia como um todo. A in‑ terdisciplinaridade é estruturante da pós‑graduação dessa instituição, pois sua inserção regional fez dela e de seus programas elementos fundadores do de‑ senvolvimento regional no sentido amplo desse conceito, ou seja, pensar a

Amazônia brasileira como região e sociedade e, ao mesmo tempo, suas rela‑

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Medium 9788520439968

6. Política de comunicação: uma questão de ordem

MATOS, Gustavo Gomes de Editora Manole PDF Criptografado

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO:

UMA QUESTÃO DE ORDEM

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Falta de visão estratégica

Uma grande empresa do setor de varejo – Super Melhor –, com tradição de

50 anos de atuação no segmento, resolveu fazer mudanças de caráter logístico, mudando desde o layout de suas lojas, trocando os locais das seções de gêneros dos produtos e a forma de disponibilizá-los para seus clientes, até a estratégia de relacionamento com os fornecedores. Além disso, foram promovidas mudanças também no estilo de atendimento, que passou a privilegiar o autosserviço – o consumidor escolhe o produto, embala, pesa e coloca o selo com o código de barras para pagar nos caixas. Nos dois primeiros meses após a sua reinauguração, houve uma queda acentuada nas compras e grande aumento das reclamações da clientela. Os Serviços de Atendimento aos Clientes (SAC) registraram queixas expressivas – cerca de 65% –, relacionadas com a dificuldade de encontrar os produtos desejados e a de ser bem orientado pelos funcionários com relação às mudanças. A organização contou com a consultoria de uma das melhores empresas de marketing e logística do mercado internacional, porém, esqueceu de elaborar um plano de comunicação e divulgação para os seus funcionários (público interno) e clientes (público externo). Ambos ignoravam os novos preceitos e normas das alterações resultantes das mudanças logísticas. Os poucos que sabiam de algo, com alguma antecedência, apuraram informações por meios informais (rádio-corredor) ou por notas publicadas nos jornais.

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Medium 9788578681678

O mercado bancário por porte e origem de capital

METZNER, Talita Dayane; MATIAS, Alberto Borges Editora Manole PDF Criptografado

O mercado bancário por porte e origem de capital

Em seus relatórios sobre o sistema financeiro, o Banco Central do Brasil (Bacen) disponibiliza, por segmentos, informações sobre a evolução do número de instituições presentes no mercado financeiro nas décadas de 1990 e 2000 (Tabela 1). A partir desse panorama geral, é possível analisar profundamente as mudanças que ocorreram no período relativas aos ambientes externo e interno, as quais proporcionaram fortes modificações na dinâmica competitiva e tornaram essenciais uma gestão eficiente e uma visão de futuro bem consolidada para o bom desempenho das instituições financeiras bancárias.

217

218

Sociedade Corretora de TVM

e Empréstimo

Associação de Poupança

Sociedade de Crédito Imobiliário/

Financiamento e Investimento (CFI)

Sociedade de Crédito,

mento Mercantil

Sociedade de Arrenda-

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42

77

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43

80

-

240 240 227

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Medium 9788520429372

11. A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

11 A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

Ailton dos Santos Júnior

Introdução

O crescimento do turismo, em termos de fluxos de pessoas e capitais, está diretamente atrelado ao desenvolvimento capitalista e é por este impulsionado.

Dito de outra forma, a lógica do capitalismo como modo de produção provocou transformações profundas nas relações sociais particularmente no que se refe‑ re ao uso do tempo social, que passou a ser dividido em tem­po de trabalho e tempo de não trabalho, ou tempo livre. Uma parcela do tempo livre metamor‑ foseou‑se em tempo de lazer, promovendo, entre outras coisas, mudanças no cotidiano de um número crescente de pessoas, que passaram a ver na viagem uma maneira de escapar da rotina do trabalho repetitivo, de recuperar‑se física e mentalmente do desgaste causado pelo meio urbano, de desfrutar momen‑ tos de liberdade, de entrar em contato com a natureza, enfim, de viver novas experiências em outros territórios diferentes do seu.

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Medium 9788520430460

19. Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da UFSC

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

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Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da UFSC

Roberto Carlos dos Santos Pacheco | Engenheiro civil, EGC-UFSC

Patrícia de Sá Freire | Pedagoga, EGC-UFSC

Kelly Cristina B. T. Tosta | Administradora, EGC-UFSC

E

ste capítulo tem por objetivo descrever a trajetória de implantação de um programa de pós-graduação interdisciplinar no Brasil por meio do relato dos processos de concepção e constituição do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa

Catarina (EGC-UFSC). Para tanto, apresenta-se uma reflexão sobre sua estruturação, interdisciplinaridade e os elementos que fazem da construção e consolidação do EGC um processo de múltiplos desafios.

No plano cronológico, apresenta-se a criação do Programa considerando sua gênese, sua proposta original e sua estrutura atual. Procura-se verificar como seu ambiente original, o Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da UFSC (PPGEP-UFSC), estabeleceu bases para seu crescimento e de que modo a consciência sobre a multidisciplinaridade (na primeira fase) e a interdisciplinaridade (na fase atual) contribuiu para a constituição do EGC.

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Medium 9788520416808

24. Quine e o mito do museu

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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Quine e o mito do museu

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lguns manuais se referem à escola filosófica dos positivistas lógicos como uma escola derrotada. No entanto, mesmo que se considerem os seus impasses como um fim de linha, há de se observar que a maneira como filosofam é em grande medida aquela como uma boa parte dos filósofos, hoje, discute problemas mais técnicos em filosofia. Os filósofos analíticos são os heróis de uma revolução no conceito de filosofia. Uma revolução que gerou uma contra-revolução. Dentro dos próprios domínios da filosofia analítica, surgem os germes que formam uma parte dessa tradição mais vinculada ao positivismo lógico, e os herdeiros desse estilo geram então uma filosofia que casa a tendência analítica com o pragmatismo norte-americano clássico, principalmente o de John Dewey. Essa nova tendência aparece com o filósofo

Willard Van Orman Quine (1908-2000).

Um ponto central na investigação de Quine é comum ao que positivistas lógicos e outros filósofos analíticos procuram. Ele quer responder à pergunta “O que vêm a ser o significado e as condições de verdade das declarações lingüísticas?”.

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Medium 9788520439647

3. Do lean ao clean: da produção enxuta à produção sustentável

AMATO NETO, João Editora Manole PDF Criptografado

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Do lean ao clean: da produção enxuta

à produção sustentável

Introdução

A sustentabilidade representa uma mudança de paradigma. Essa frase é mais que um lugar comum: é um desafio às nossas crenças e práticas mais enraizadas sobre as possibilidades e formas de produzir, de consumir e de descartar. Após discutir como esse desafio se apresenta em relação ao modelo de produção que emergiu e se tornou dominante nas últimas décadas, este capítulo mostra como a empresa precisa ser reorganizada em termos sustentáveis, em seus diversos departamentos – da gestão da qualidade ao marketing, da gestão da cadeia de suprimentos à gestão de pessoas.

Mudança de paradigmas

Há uma verdade que se manifesta em diferentes situações no nosso cotidiano: vemos e analisamos as coisas e os acontecimentos segundo nossos paradigmas pessoais, ou seja, nossos valores, crenças, princípios, hábitos e até mesmo desejos, que nos guiam e moldam nossas atitudes e comportamento de forma geral.

Permanentemente, filtramos da realidade aquilo que nos convém entender e enxergar, e eliminamos aquilo que não nos convém ou que acreditamos não ser importante. Quando, por exemplo, um arquiteto entra na casa

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Medium 9788520429990

16. HOTELARIA E AS INTERFACES ENTRE O ENSINO E A PRÁTICA

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

16. HOTELARIA E AS INTERFACES

ENTRE O ENSINO E A PRÁTICA

Celia Denise Uller

Marli Cardoso Blehm

Introdução

Ao contratar os serviços oferecidos pelos hotéis, o cliente busca o atendimento às suas necessidades e desejos. Para cumprir suas expectativas, é importante que o empreendimento ofereça uma estrutura física e de pessoal voltada a essas exigências. Na situação mercadológica atual, que envolve competitividade, a prestação de serviços pode ser um fator diferencial na escolha do cliente, promovendo uma relação de parceria entre ele e o meio de hospedagem.

Para estar preparado para essa relação, o meio de hospedagem necessita tanto de planejamento físico como de estrutura e gestão, estratégias e serviços diferenciados, bem como de um quadro de recursos humanos atualizados e capacitados para atender a essa demanda.

Este capítulo apresenta inicialmente a contextualização da hotelaria, na qual se resgatam marcos históricos e estabelecem-se conceitos, tipologias e caracterização do mercado. Em seguida, descreve uma dessas práticas pedagógicas, denominada Projeto Interdisciplinar de Meios de

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Medium 9788520430460

12. Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica da PUCRS

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

12

Experiência multi e interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em

Gerontologia Biomédica da PUCRS

Irênio Gomes | Médico neurologista, PUCRS

Carla Helena Augustin Schwanke | Médica geriatra, PUCRS

Denise Cantareli Machado | Bióloga, PUCRS

Geraldo Attilio DeCarli | Farmacêutico químico, PUCRS

Rodolfo Herberto Schneider | Médico geriatra, PUCRS

O

Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica está inserido na Área Interdisciplinar da Capes e possui uma trajetória que busca sempre desenvolver métodos e técnicas que integrem diferentes áreas do conhecimento para o estudo do envelhecimento. Por se tratar de um processo extremamente complexo, é imprescindível uma atuação interdisciplinar para tratar desse objeto. Desse modo, neste capítulo os autores buscam, inicialmente, defender essa ideia. A seguir, descrevem como se organiza o Programa, seu histórico, como se entende sua interdisciplinaridade, sua atuação em formação e pesquisa e sua estrutura de funcionamento. Para finalizar, fazem considerações sobre a perspectiva do estudo do envelhecimento.

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Medium 9788578682002

Subversão da ordem e repressão

CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

O sentido primitivo da palavra “subverter” é de origem latina. Subvertere significava, originalmente, “fazer voltar de baixo”. A força natural que permite dar a volta de baixo para cima propiciou a sinonímia de derrubar presente nos Salmos da Bíblia, C. Cat. 13,1, nos quais a expressão subvorsi montes se referia ao poder da fé capaz de derrubar montanhas. Até então, subversão encerrava sentido conceitual positivo, pois supunha ascensão construtiva de uma nova realidade. Com o passar do tempo, as classes dominantes identificaram o potencial revolucionário do termo e associaram-no às rebeliões sanguinárias oriundas das massas oprimidas. Veio daí o sentido figurado do vocábulo, que se tornou de uso corrente e caráter pejorativo.

Passou-se a entender, como consequência, o verbo subverter como o ato de destruir, arruinar. A utilização do novo significado, oriundo da cultura opressiva da ordem prevalecente, incorporou-se à sua linguagem como única versão para a chocante palavra. Converteu-a em uma sorte de condenação a todo e qualquer movimento que contrariasse os interesses das classes superiores na escala socioeconômica da sociedade. Como os afortunados não abrem mão de seus privilégios, são radicais nos conceitos e preconceitos em que fundamentam o poder exercido em benefício de si próprios.

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Medium 9788520438930

14. Tecnologia, cultura e educação em perspectiva interdisciplinar para enfrentamento de desafios contemporâneos

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

14

Tecnologia, cultura e educação em perspectiva interdisciplinar para enfrentamento de desafios contemporâneos

Vânia Gomes Zuin, Química, UFSCar

Introdução

As águas se modificam, assim como nossas compreensões acerca delas.

Podemos monitorá-las por meio de satélites e outros aparatos tecnológicos, saber de suas vazões e demais parâmetros que as caracterizam, inclusive interferir e sermos modificados pelas suas novas condições e meandros.

As questões controversas atuais ligadas à água e sua governança se colocam como desafios pouco delimitados que, em geral, conduzem a várias “soluções alternativas”, como ocorre nos casos da construção do Porto das Lajes, em

Manaus, ou da transposição do Rio São Francisco a outras bacias hidrográficas do Nordeste brasileiro. Essas são também situações sociocientíficas polêmicas – consideradas relevantes por um grande número de pessoas e que vinculam a ciência e a sociedade – e exigem não apenas a análise de evidências (dados empíricos), mas também reflexões de ordem ética, moral e valorativa de temas sociais com os aspectos conceituais, metodológicos e tecnológicos ligados à ciência (Zuin e Freitas, 2007). Na sociedade contemporânea,

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Medium 9788520438930

12. O "Neocosteiro": lições de uma experiência de pesquisa e formação doutoral interdisciplinar em meio ambiente e desenvolvimento

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

12

O "Neocosteiro": lições de uma experiência de pesquisa e formação doutoral interdisciplinar em meio ambiente e desenvolvimento

José Milton Andriguetto Filho1, Oceanógrafo, UFPR

Cristina Teixeira, Socióloga, UFPR

Naína Pierri, Socióloga, UFPR

Carlos Alberto Cioce Sampaio, Administrador, PUC-PR

Natália Tavares de Azevedo, Socióloga, UFPR

Luiz Francisco Ditzel Faraco, Biólogo, ICMBIO

Thiago Zagonel Serafini, Oceanógrafo, Unifesp

Juliana Lima Spínola, Bióloga, UFPR

Introdução1

Este capítulo analisa a experiência de construção coletiva de pesquisa interdisciplinar de um grupo formado pelos autores, todos professores ou egressos do Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento da

Universidade Federal do Paraná (PPGMADE-UFPR). O processo se desenvolveu entre 2008 e 2012 e, seguindo a metodologia do programa, teve por objetivo levar à elaboração das teses de doutoramento, tendo como tema geral os sistemas produtivos da pesca na costa Sul-Sudeste do Brasil e as práticas e políticas de gestão ambiental associadas.

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Medium 9788520429372

13. Políticas públicas e direitos do idoso ao lazer

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

13 Políticas públicas e direitos do idoso ao lazer

Evandro da Costa

Eduardo Alexandre Martins

Mariza Farias de Liz

Introdução

O rápido crescimento previsto para a população idosa no Brasil, que vem passando por transformações sociais e econômicas que influenciam suas vidas, indica a necessidade de estimular estudos a respeito dos direi‑ tos que assistem à terceira idade.

Buscando saber de que forma pode ser aplicado o Estatuto do Idoso, principalmente no que tange ao direito do lazer, surgiu a necessidade de procurar mais subsídios para complementar informações importantes a esse assunto. Dessa forma, foram analisados e inseridos dados de uma pesquisa mercadológica feita na cidade de Balneário Camboriú-SC, bem como de notícias veiculadas na imprensa a respeito de problemas familia‑ res e sociais encontrados por esse público.

Neste capítulo, duas temáticas serão abordadas. A primeira justifica-se pela falta de aplicabilidade dos direitos fundamentais previstos no Estatu‑ to do Idoso, dos quais se trata, dentre eles, do direito ao lazer, que vem de forma gradativa mobilizando a sociedade organizada e o poder público.

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Medium 9788520439883

6. Custos da certificação florestal na indústria

ALVES, Ricardo Ribeiro; JACOVINE, Laércio Antônio Gonçalves Editora Manole PDF Criptografado

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Custos da certificação florestal na indústria

Introdução

Para se obter um acompanhamento mais completo do investimento realizado, a empresa candidata à certificação florestal deve fazer um levantamento dos custos de implementação (preparação, auditoria e manutenção), bem como avaliar o impacto desse investimento no preço e nas quantidades vendidas dos produtos certificados.

Neste capítulo será abordada uma aplicação prática de levantamentos de custos de implementação da certificação florestal no ramo industrial. No capítulo seguinte serão abordados os diversos cenários econômicos envolvendo preço e quantidade de produtos certificados.

O levantamento dos custos apresentado neste capítulo foi feito com base em um trabalho realizado junto a uma empresa moveleira situada em um dos principais polos moveleiros do Brasil. Trata‑se da mesma empresa apresentada no capítulo anterior, a qual optou por certificar apenas duas de suas nove linhas de produtos: a linha de armários de cozinha Paris e a linha de dormitórios Barcelona. Para manter o anonimato da empresa, adotou-se o nome fictício de Móveis “A”, no entanto, todos os dados apresentados são reais.

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