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5. Reflexões sobre princípios de uma prática interdisciplinar na pesquisa e no ensino superior

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

5

Reflexões sobre princípios

de uma prática interdisciplinar na pesquisa e no ensino superior

Claude Raynaut | Antropólogo, Centre National de la Recherche Scientifique

Magda Zanoni | Bióloga, Centre National de la Recherche Scientifique

Introdução

A terceira reunião dos coordenadores de programas de pós-graduação da

Área Interdisciplinar da Capes, que reuniu, de 18 a 20 de novembro de 2008,

250 representantes vindos de universidades de todo o Brasil, mostrou o dinamismo intenso que a ideia de interdisciplinaridade gera neste país. Os debates que ocorreram durante esse evento evidenciaram a multiplici­dade das experiências atualmente em andamento e, ao mesmo tempo, revelaram a grande diversidade das concepções às quais se faz referência quando se usa essa mesma noção. A interdisciplinaridade é uma ideia que apresenta uma multiplicidade de facetas, de modo que práticas muito distintas podem ser aplicadas em seu nome. Tal heterogeneidade não traduz necessariamente confusão – ainda que esta esteja pronta a se manifestar cada vez que uma ideia nova exerce uma fascinação. Antes, representa uma riqueza que se pode aproveitar, contanto que as condições, nas quais se operam as escolhas, sejam claramente discutidas e os objetivos, explicitados. A confusão não nasce da diversidade, mas sim da imprecisão e da ambiguidade.

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11. A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

11 A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

Ailton dos Santos Júnior

Introdução

O crescimento do turismo, em termos de fluxos de pessoas e capitais, está diretamente atrelado ao desenvolvimento capitalista e é por este impulsionado.

Dito de outra forma, a lógica do capitalismo como modo de produção provocou transformações profundas nas relações sociais particularmente no que se refe‑ re ao uso do tempo social, que passou a ser dividido em tem­po de trabalho e tempo de não trabalho, ou tempo livre. Uma parcela do tempo livre metamor‑ foseou‑se em tempo de lazer, promovendo, entre outras coisas, mudanças no cotidiano de um número crescente de pessoas, que passaram a ver na viagem uma maneira de escapar da rotina do trabalho repetitivo, de recuperar‑se física e mentalmente do desgaste causado pelo meio urbano, de desfrutar momen‑ tos de liberdade, de entrar em contato com a natureza, enfim, de viver novas experiências em outros territórios diferentes do seu.

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13. Políticas públicas e direitos do idoso ao lazer

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

13 Políticas públicas e direitos do idoso ao lazer

Evandro da Costa

Eduardo Alexandre Martins

Mariza Farias de Liz

Introdução

O rápido crescimento previsto para a população idosa no Brasil, que vem passando por transformações sociais e econômicas que influenciam suas vidas, indica a necessidade de estimular estudos a respeito dos direi‑ tos que assistem à terceira idade.

Buscando saber de que forma pode ser aplicado o Estatuto do Idoso, principalmente no que tange ao direito do lazer, surgiu a necessidade de procurar mais subsídios para complementar informações importantes a esse assunto. Dessa forma, foram analisados e inseridos dados de uma pesquisa mercadológica feita na cidade de Balneário Camboriú-SC, bem como de notícias veiculadas na imprensa a respeito de problemas familia‑ res e sociais encontrados por esse público.

Neste capítulo, duas temáticas serão abordadas. A primeira justifica-se pela falta de aplicabilidade dos direitos fundamentais previstos no Estatu‑ to do Idoso, dos quais se trata, dentre eles, do direito ao lazer, que vem de forma gradativa mobilizando a sociedade organizada e o poder público.

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6. Aspectos da alimentação – o ser humano social e viajante

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

6 Aspectos da alimentação –

o ser humano social e viajante

Rodolfo Wendhausen Krause

Luciana Wendhausen Krause Bernardes

Introdução

A comida é para qualquer ser vivo uma necessidade a ser atendida para permitir a sobrevivência e a perpetuação da espécie. Para o ser huma‑ no, a alimentação tem um significado diferenciado da alimentação dos ou‑ tros animais. Franco (2001, p.37), em relação ao significado da alimentação para o homem, diz que:

O início das civilizações está intimamente relacionado com a pro‑ cura dos alimentos, com os rituais e costumes de seu cultivo e pre‑ paração, e com o prazer de comer. O prazer de comer é a sensação de satisfazer uma necessidade que temos em comum com os ani‑ mais. Comer, o instinto que mais cedo desperta, constitui a base da vida animal. Fome é a carência biológica de alimento que se mani‑ festa em ciclos regulares. Apetite é fundamentalmente um estado mental, uma sensação que tem muito mais de psicológico do que de fisiológico. É impossível precisar quando o alimento, necessidade humana sempre presente, se transformou em prazer da mesa. Os animais comem até se saciarem. O homem logo inventou o ritual

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17. Interdisciplinaridade na pesquisa: lições de uma experiência concreta

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

17

Interdisciplinaridade na pesquisa: lições de uma experiência concreta

Claude Raynaut, Antropólogo, CNRS

Introdução

Apesar de tão discutido, o assunto da interdisciplinaridade fica com muitas questões abertas. Montar programas interdisciplinares dentro do meio acadêmico tem, até hoje, algo de uma aventura. Chegar à interdisciplinaridade na prática científica não se dá pelo simples fato de reunir várias disciplinas dentro de um mesmo grupo. É o resultado de um processo de construção rigoroso e metódico. A dimensão teórica desse processo de construção é fundamental, e já se tentou trazer contribuições à reflexão no Capítulo 1 deste mesmo livro e em Raynaut (2011).

No entanto, o trabalho a se fazer sobre os princípios gerais e os conceitos, por fundamental que seja, não é suficiente para permitir passar de uma visão teórica a uma prática concreta. A questão é particularmente crucial quando o objetivo é inovar nos processos de produção do conhecimento por meio de pesquisas sobre assuntos cuja complexidade e cujo caráter híbrido, conjugando aspectos heterogêneos, exigem a participação de disciplinas científicas diversi-

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10. Desafios metodológicos na formação em gestão ambiental: operacionalizando a interdisciplinaridade

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

10

Desafios metodológicos na formação em gestão ambiental: operacionalizando a interdisciplinaridade

Cíntia Mara Ribas de Oliveira, Química, UP

Maurício Dziedzic, Engenheiro Civil, UP

Valdir Fernandes, Cientista Social, UP

INTRODUÇÃO

As relações que o homem estabelece com o ambiente alteram-se a partir das concepções e demandas sociais. Estruturas e posturas sociais têm passado, assim, por constantes revisões, e o meio ambiente configura-se cada vez mais como um tema discutido nas diferentes esferas sociais. Sob essa ótica, contemplar o conceito de sustentabilidade representa uma necessidade no planejamento de cada interferência antrópica sobre o ambiente, a fim de que condições de vida sejam garantidas para todas as espécies e suas futuras gerações.

Segundo Luzzi (2005), os problemas ambientais não se resolvem apenas com assepsia cientificista, seja ela no âmbito da ecologia, biologia ou tecnologia. Sua efetiva resolução deve ser estruturada em aspectos culturais, sociais, de valores, da organização política e da economia global.

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2. Interdisciplinaridade: mundo contemporâneo, complexidade e desafios à produção e à aplicação de conhecimentos

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

2

Interdisciplinaridade: mundo contemporâneo, complexidade e desafios

à produção e à aplicação de conhecimentos

Claude Raynaut | Antropólogo, Centre National de la Recherche Scientifique

Introdução

O pensamento racional científico e os instrumentos conceituais e metodológicos que utilizamos para conhecer melhor o mundo nunca deixarão de evoluir, de se transformar no decorrer da nossa história. Longe de ser doutrina ou ideologia, a interdisciplinaridade se caracteriza por gerar constante dúvida e estar em permanente reconstrução. As mudanças pela quais a evolução do conhecimento científico passa variam de amplitude e de ritmo segundo os períodos da história. Pode-se dizer que estamos atravessando hoje um momento de reconstrução radical, que pode ser comparado àquele que, na Europa, deu impulso à explosão de descobertas, redescobertas e ideias novas nos séculos XIV e

XV, período que se costuma chamar de Renascença. O movimento atual, dessa vez em âmbito mundial, apela por novos paradigmas, novas categorias de pensamento, novas metodologias de pesquisa e novas formas de ensino.

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2. Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade nas tramas da complexidade e desafios aos processos investigativos

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

2

Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade nas tramas da complexidade e desafios aos processos investigativos

Augusta Thereza de Alvarenga, Cientista social, USP

Aparecida Magali de Souza Alvarez, Psicóloga, USP

Américo Sommerman, Filósofo, Cetrans

Arlindo Philippi Jr, Engenheiro civil e sanitarista, USP

Introdução

A discussão sobre a crescente complexidade da realidade e as relações que ela mantém com preceitos, princípios ou fundamentos da ciência clássica ou moderna ganha expressão na segunda metade do século XX como crítica à fragmentação e ao reducionismo dos fenômenos investigados na produção do conhecimento no mundo contemporâneo, crítica essa que aponta para os limites e desafios da ciência clássica para o enfrentamento de problemas complexos, tendo em vista que fundamenta-se no pensamento disciplinar e na perspectiva positivista de ciência.

Muito embora as raízes de tal crítica se encontrem já na primeira metade do século XX, como decorrência dos avanços no campo das ciências naturais – notadamente da física e da biologia –, seus desdobramentos mais relevantes

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4. Turismo e grupos de convivência: uma abordagem metodológica

RUSCHMANN, Doris van de Meene; SOLHA, Karina Toledo Editora Manole PDF Criptografado

4 Turismo e grupos de convivência: uma abordagem metodológica

Doris van de Meene Ruschmann

Edna Mello de Liz

Introdução

A visibilidade alcançada pela terceira idade nas últimas décadas foi marcada pela criação de novos espaços voltados para a congregação da po‑ pulação de mais idade, como os grupos de convivência de idosos, as escolas abertas para a terceira idade e as universidades direcionadas.

Esses programas estimulam a busca de autoexpressão e a valorização de identidades, abrindo espaços para que uma experiência inovadora possa ser vivida coletivamente e indicam que a sociedade brasileira está mais sensível às necessidades e desejos da pessoa idosa.

Algumas das atividades empenhadas em promover um envelheci­ men­to bem‑sucedido surgiram nos anos de 1960, como é o caso dos programas do Serviço Social do Comércio (Sesc), que abriram um espa‑

ço para que associados de mais idade pudessem fazer uma série de ativi‑ dades, predominando aquelas com enfoque no lazer e no turismo. Mas foi nos anos de 1980 que essas iniciativas proliferaram. Conselhos, co‑ mitês e comissões de atendimento da população idosa têm sido criados em âmbito municipal, estadual e federal. Programas estatais e de orga‑ nizações privadas de atenção direta a idosos carentes ou com níveis mais

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3. Epistemologia crítica, metodologia e interdisciplinaridade

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

3

Epistemologia crítica, metodologia e interdisciplinaridade

José Henrique de Faria, Economista, UFPR

Introdução

O objetivo deste estudo é mostrar que toda a construção do conhecimento científico interdisciplinar, do ponto de vista da epistemologia crítica e da metodologia que lhe corresponde, se dá em fases ou momentos distintos, não lineares, sequenciais ou etapistas, da relação do sujeito pesquisador com o objeto (da consciência com a matéria). São momentos que se diferenciam por suas características na relação objeto-sujeito e não por serem estruturas do pensamento sequencialmente predefinidas. Esses momentos podem ser classificados em três categorias de análise: a primeira corresponde a uma aproxima­

ção precária do sujeito pesquisador com o objeto de sua pesquisa no campo empírico definido, ou seja, é uma fase pré-sincrética; a segunda corresponde a uma aproximação deliberadamente construída, na qual se encontra o conhecimento valorizado pela relação entre o sujeito pesquisador e o objeto, ou seja, é uma fase sincrética; a terceira corresponde à apropriação do objeto

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8. Enfim, Freud e Disney na Ilha de Ítaca

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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capítulo 8

enfim, Freud e Disney na

Ilha de Ítaca

8.1 Ítaca após a Odisseia

Quando Ulisses chega a Ítaca e promove o banho de sangue que elimina os concorrentes, há o anúncio do telos de uma razão que negou todo e qualquer telos.

A razão instrumental, que per se é a que se importa exclusivamente com meios e não discute fins, uma vez sendo a rainha da única racionalidade sob a qual

Ulisses se fez sujeito, mostra que ele tem um telos: a eliminação da competitividade. Ou seja, sem uma componente racional que faça a discussão de valores, o valor da violência pode se impor mecanicamente – automaticamente.

A violência impede a vida liberal por completo.

A ordem subjacente desse tipo de racionalidade seria esta: que não exista a vida liberal pela qual e na qual

Ulisses se fez astucioso. A vida liberal é a da troca,

é a que se faz no percurso da viagem de Ulisses. Ele

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1. Alertas e conceitos iniciais

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

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capítulo 1

alertas e conceitos iniciais

1.1 Leituras com tropeços

O leitor do livro Dialektik der Aufklärung deve evitar certos direcionamentos. Primeiro: a tentação de buscar, nesse livro, informações sobre a sociedade, como se tivesse em mãos uma obra de sociologia, uma espécie de coroamento da teoria social iniciada por Marx,

Durkheim e Weber. Segundo: a impressão de que está diante de um produto neomarxista, ou seja, uma forma de renovação e ampliação do pensamento de Marx e Engels, dedicado a avaliar fenômenos da cultura de massas, não vividos pelos fundadores do marxismo.

Essas expectativas, um tanto grosseiras, às vezes fazem que o leitor não apenas não compreenda o livro, mas realmente perca a chance definitiva de entrar no mundo dos filósofos da Escola de Frankfurt. Não é frutífero acreditar que o capítulo sobre a “indústria cultural” é o centro do livro, ou o que há de melhor nele.

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4. Importância do sujeito e da subjetividade na epistemologia e na avaliação da interdisciplinaridade

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

4

Importância do sujeito e da subjetividade na epistemologia e na avaliação da interdisciplinaridade

Patrick Paul, Médico, USP

Introdução

A interdependência do objeto e do sujeito é afirmada em numerosas correntes atuais de pensamento. Qualificada como teoria ativa do conhecimento por Raymond Boudon (1986), parece ter sido Hume quem propôs esse termo.

Pierre Bourdieu (1979) afirma igualmente que os objetos não são objetivos por serem dependentes das características sociais e pessoais dos indivíduos que os observam. Numerosas correntes filosóficas, já na época de Kant e de Hegel, contestam a existência de um mundo e de uma realidade puramente exteriores ao sujeito. Com essa observação, não se trata de oferecer uma lista exaustiva das correntes filosóficas, das ciências humanas, médicas, ou mesmo de certas correntes da física (a quântica, por exemplo) que valorizam uma abordagem geralmente qualificada como fenomenológica. Mas uma coisa é certa: se as ciências positivistas, muito vinculadas às evidências concretas, materiais, são suficientes para explicar certos fatos, outros tipos de dados devem ser compreendidos a partir do sentido que os indivíduos lhes dão no contexto de seu

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11. PAISAGEM, TURISMO E EDUCAÇÃO

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

11. PAISAGEM, TURISMO E

EDUCAÇÃO

Josildete Pereira de Oliveira

Introdução

O reconhecimento da importância da paisagem no contexto do turismo tem suscitado o aprofundamento da análise e o desenvolvimento de pesquisas sobre a influência da paisagem como indicador da qualidade ambiental, atrativo turístico relevante das destinações e do cenário e que possibilita uma articulação entre o lazer e a educação, especialmente a educação ambiental. Nesse contexto, a abordagem dessa temática nas disciplinas Turismo e Meio Ambiente e Ordenamento do Espaço Turístico procura dar ênfase aos métodos de análise e suas aplicações no planejamento e gestão desse espaço, bem como ao desenvolvimento de aplicativos para a sensibilização e educação das comunidades envolvidas: residentes e turistas. Dessa forma, este capítulo procura proporcionar ao leitor reflexões acerca desse tema, com base em uma abordagem descritiva, fundamentada em dados secundários sobre a relação paisagem, turismo e educação.

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6. Complexidade, inter e transdisciplinaridade: organizações latino-americanas no contexto da crise civilizatória

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

6

Complexidade, inter e transdisciplinaridade: organizações latino-americanas no contexto da crise civilizatória

Sérgio Luís Boeira, Comunicador social, UFSC

Introdução e aspectos metodológicos

Este estudo tem como objeto organizações que ainda são muito pouco conhecidas pelo público não acadêmico (e, inclusive, por grande parte do público universitário), situando-se no contexto latino-americano, mais especificamente em cinco países: Brasil, Argentina, México, Chile e Peru1. São pouco conhecidas porque seus perfis culturais e organizacionais não apontam para uma popularidade, ainda que também não tenham o propósito de isolar-se das realidades sociais a que pertencem. Embora tratem de temas controversos (como inter, transdisciplinaridade e complexidade), com méto1

Este estudo constitui-se como parte de um projeto de pesquisa intitulado “Análise da contribuição de Edgar Morin à teoria das organizações”.

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