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22 - É Possível Fazer a Diferença Sendo Diferente

CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF Criptografado

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É Possível Fazer a

Diferença Sendo

Diferente

A

gora que você terminou de ler as páginas deste livro, assista ao filme Happy Feet: o Pinguim e comece a escrever sua caminhada nas áreas de Psicologia do Trabalho, Psicologia Organizacional, Recursos Humanos ou Gestão de Pessoas, porque é possível, sim, sendo um, fazer a diferença, e tudo se inicia com

Dinael Corrêa de Campos

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Capítulo 22

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INTRODUÇÃO

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INTRODUÇÃO

... E o moleque Cupido resolveu voltar ao Brasil, país que há tantos anos não revia.

Arrumou as setas de ouro, do amor, e as setas de chumbo, do ódio e do desprezo, no novo bornal, tipo Reebok.

Desceu numa reunião de jovens, pois sempre trabalhara com eles. Estavam defronte a uma escola.

Estranhou-os, mas achou-os interessantes, alegres e comunicativos.

Como de costume, lançou sobre eles algumas setas do amor... Estranho, elas não produziram o efeito desejado. Talvez o líquido da ponta das setas estivesse com o prazo vencido.

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RELAÇÕES HUMANAS

– Não é possível, disse, o Procom, órgão protetor do consumidor, não tinha dito nada e aprovado o controle de qualidade.

Resolveu conversar com os jovens. Apresentou-se e disse:

– Sou Cupido, o moleque do Amor.

Como ninguém mostrasse sinal de aprovação ou rejeição, estranhou a frieza, mas continuou:

– Vocês sabem o que é amor, o que é ódio? Vocês sabem como se define gostar de... o que é atrair?

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14 OS GRUPOS E AS RELAÇÕES HUMANAS

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OS GRUPOS E AS

RELAÇÕES

HUMANAS

Todos vivemos em grupos: de família, de trabalho, de diversão, de clube, de igreja e outros.

Pode-se dizer que existe um grupo quando duas ou mais pessoas possuem: a. certa interdependência; b. certa unidade que pode ser reconhecida.

Fala-se de interdependência, quando umas pessoas dependem das outras, em seu relacionamento, na interação.

Num grupo há interação sempre que cada um dos elementos reage ante o comportamento de cada um dos outros.

Os elementos do grupo não só atuam uns sobre os outros reciprocamente como também atuam juntos de uma forma mais ou menos uniforme.

Pessoas juntas por si sós não formam um grupo. Há famílias que vivem juntas, mas não convivem juntas. O grupo forma um sistema aberto de interação. Há operários que trabalham juntos numa mesma seção, mas não formam grupo.

GRUPO

interdependência entre os elementos sistema de interação unidade reconhecível

Nos grupos, os elementos têm um objetivo comum. Assim:

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5 VOCÊ SABE OUVIR?

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VOCÊ SABE

OUVIR?

Ouvir é uma das mais importantes ferramentas de comunicação. Seria natural perguntarmos:

– Você é capaz de repetir o que as outras pessoas lhe disseram?

– Você já ouviu você mesmo?

O certo é que todos ouvimos, mas poucos ouvem bem. Poucos aprendem a arte de entrevistar.

– O que é uma entrevista? Como ela se caracteriza? Vejamos: a. b. c. d.

ouvir deliberada e ativamente o outro; descobrir o que realmente a outra pessoa deseja dizer; levar a outra pessoa a responder o que perguntamos; dar a ela uma oportunidade de expressar-se livremente.

A entrevista não acontece apenas em pedido de emprego, mas em qualquer diálogo, na família, na escola ou no trabalho.

Vamos perguntar:

– Quando você está conversando com alguém (aluno, empregado ou filho) você deixa o entrevistado dirigir a conversação?

Se a resposta foi positiva, você está no caminho certo, pois as questões diretas levam a respostas, às vezes, falseadas.

– Foi você quem fez isto?

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12 - Deficiência e Trabalho: Desafios e Possibilidades à Atuação da Psicologia Organizacional e do Trabalho

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Deficiência e Trabalho:

Desafios e Possibilidades

à Atuação da Psicologia

Organizacional e do Trabalho

Mário Lázaro Camargo

Dinael Corrêa de Campos

M

uito se tem falado sobre a importância do traba‑ lho na vida da pessoa e da sociedade como um todo. Tornou‑se central e delineador de condições de qualidade para o existir e o conviver individual e coletivo na história da humanidade e principalmente na pós‑modernidade. Estar trabalhando ou não – ou, noutras palavras, estar “empregado” ou não – pode im‑ plicar, para o indivíduo, uma paralela experiência de inclusão ou de exclusão social. Considerando o modo capitalista de organização de nossa sociedade e as con‑ sequências produzidas por esse modelo (político, social e econômico) na dinâmica de vida das pessoas, uma vez que regula identidades e define status para indiví‑ duos, grupos familiares, comunidades e estados, sabe‑ mos que a condição de partícipe nos modos de produ‑

ção e de consumo implicam a construção de variáveis diretamente ligadas ao nível de inclusão, qualidade de vida e senso de realização pessoal e profissional. Mas se o trabalho tem essa centralidade e essa importância na e para a vida das pessoas e sociedade, podemos nos perguntar então sobre como isso se dá em relação às pessoas com deficiência (PcD), normalmente vitima‑ das por processos de discriminação que culminam com situações de exclusão ou de marginalização social.

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