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5 Tendências contemporâneas: o que pode ter acontecido à terapia familiar?

Salvador Minuchin, Wai-Yung Lee, George M. Simon Grupo A PDF Criptografado

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Tendências contemporâneas

O que pode ter acontecido

à terapia familiar?

À medida que a terapia familiar ingressa em um novo milênio, as revoluções na biologia, na tecnologia e na genética estão mudando a configuração e a natureza da área. A polêmica entre as ideologias dos terapeutas intervencionistas e dos moderados, que tanto dominou os anos de 1990, está dando lugar a uma atitude mais aceita de uma nova geração de líderes clínicos que estão mais preocupados em estudar áreas específicas do funcionamento e do tratamento da família.

Os terapeutas nessa nova era foram além de diferenças ideológicas e redirecionaram sua atenção para o desenvolvimento de práticas sustentadas por um corpo de conhecimento empírico. No lugar do pós-modernismo, o novo termo-chave é baseado em evidências.

ENFOQUES BASEADOS EM EVIDÊNCIAS NA TERAPIA FAMILIAR

Por volta da década passada, vários fatores convergiram para direcionar a terapia familiar a enfoques terapêuticos baseados em evidências ou sustentados empiricamente. A eficácia de tais enfoques foi demonstrada em estudos de pesquisa bem projetados e bem controlados.

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Medium 9788582713389

Capítulo 36 - Você Está Dependendo de Seu Telefone Celular ?

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A PDF Criptografado

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VOCÊ ESTÁ DEPENDENTE

DE SEU TELEFONE CELULAR?

A dependência de celular tem sido tema recorrente na mídia nos últimos anos e vem atraindo a atenção de clínicos e pesquisadores no mundo todo. Você já deve ter percebido que, atualmente, um simples aparelho celular se aproxima muito mais de um computador pessoal do que de um telefone propriamente dito, na forma como originalmente o conhecíamos.

Veja que um simples aparelho pode servir como máquina fotográfica, filmadora, acesso a redes sociais, despertador, calculadora, rádio, arquivo das músicas preferidas, GPS e serviço de e-mails. Isso sem falar nos inúmeros jogos e aplicativos para entretenimento; ou seja, um verdadeiro portal pessoal.

Para se ter uma ideia do quanto esse aparelho entrou em nossas vidas, segundo algumas pesquisas, é o objeto mais oferecido por pais a bebês

(para acalmá-los), antes, inclusive, da mamadeira e da chupeta. Atualmente, estima-se que o número de assinantes de telefonia móvel tenha atingido a marca de 5,9 bilhões no mundo, sendo que a população é de 7 bilhões

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Medium 9788536322124

Capítulo 1. Vínculos e Configurações Vinculares

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

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Vínculos e

Configurações Vinculares

Vínculos

Etimologia e conceituação

O termo vínculo tem sua origem no étimo latino “vinculum”, o qual significa uma união, com as características de uma ligadura, uma atadura de características duradouras. Da mesma forma, vínculo provém da mesma raiz que a palavra “vinco” (com o mesmo significado que aparece, por exemplo, em ‘vinco’ das calças, ou de rugas, etc.), ou seja, este termo alude a alguma forma de ligação entre as partes que estão unidas e inseparáveis, embora elas permaneçam claramente delimitadas entre si.

Assim, cabe a afirmativa de que “vínculo” também significa um estado mental que pode ser expresso através de distintos modelos e com variados vértices de abordagem.

A noção de “vínculo” é de fundamental importância no desenvolvimento da personalidade da criança, sendo que essa afirmativa está baseada na inquestionável sentença de que “o ser humano constitui-se sempre a partir de um outro”. Isso não impede que, conforme a qualidade do vínculo, todo sujeito possa voltar toda sua libido para o seu próprio eu

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Medium 9788582711040

Capítulo 7 - Desenvolvimento normal no período escolar

Gustavo M. Estanislau, Rodrigo Affonseca Bressan Grupo A PDF Criptografado

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Desenvolvimento normal no período escolar

Andrea P. Jacowski

Maura Regina Laureano

Gustavo M. Estanislau

Luciana Monteiro de Moura

O desenvolvimento humano é um processo extraordinariamente complexo que tem início assim que o embrião é concebido. A partir desse momento, uma sucessão incontável de eventos transforma uma única estrutura celular em um ser humano completo, capaz de pensar, sentir e interagir com o mundo a sua volta. Durante essa longa trajetória, observam-se parâmetros – também chamados de marcos do desenvolvimento – que, mesmo admitindo variações de uma pessoa para outra, permitem uma compreensão global e esquematizada desse conjunto de transformações.

Compreender o desenvolvimento nos dá a oportunidade de estimular o crescimento, identificar fatores de risco, reconhecer “falhas de percurso” e diferenciar com mais segurança uma criança que tem um funcionamento dentro do esperado de outra que apresenta um quadro merecedor de um cuidado maior.

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Medium 9788536322124

Capítulo 2. O Vínculo do Amor

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

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O Vínculo do Amor

Etimologia e conceituação

Gosto de iniciar a feitura de algum texto importante declinando a etimologia da palavra-chave do assunto em pauta. No entanto, confesso que, não obstante eu tenha consultado uma grande quantidade de dicionários e de outras fontes etimológicas, nenhuma preencheu o meu desejo de conhecer a evolução histórica, através da etimologia, da palavra “amor”, designadora deste sentimento universal, presente em todas as épocas e latitudes. Assim, o máximo que consegui em todas minhas pesquisas é que praticamente a totalidade das minhas fontes de consulta se limitavam a dizer que a palavra “amor” vem do latim amore o que, dito assim, isoladamente, não me acrescentava em nada.

Assim, peço permissão ao leitor para que – sem o rigor de uma confirmação linguística amparada por uma totalidade de pesquisa séria – eu arrisque uma cogitação pessoal, de que o termo “amor” – pelo menos no vernáculo português e demais idiomas latinos – possa proceder do prefixo latino a (ausência, ou exclusão de...) e de mors que, em latim, tem um significado ligado à “morte” (o genitivo de mors é mortis, e daí, creio, derivam as palavras “morte”, “morgue”, “mortalha”, “mórbido”, “moribundo”, “mortuária” (câmara), “mortal” ou “imortal”), “mortífero”, “mortandade”...

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