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Capítulo 43. Psicoterapia das disfunções sexuais

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

Psicoterapia das disfunções sexuais

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Carmita H. N. Abdo

Este capítulo descreve a evolução das intervenções psicoterapêuticas para as disfunções sexuais do século XX até os modelos atuais. Apresenta a classificação das disfunções sexuais femininas e masculinas e a avaliação do paciente com disfunção sexual, com vistas à escolha da técnica psicoterápica mais adequada a cada tipo de disfunção e a cada caso. Além disso, diferentes modelos de terapia sexual são detalhadamente descritos e exemplos de intervenção são apresentados, com suas respectivas indicações. Dois exemplos clínicos ilustram os aspectos teóricos do capítulo e sua aplicação prática. O capítulo confirma que a psicoterapia das disfunções sexuais mostra-se, hoje, uma abordagem de primeira linha e parte integrante da perspectiva biopsicossocial para o tratamento das dificuldades sexuais de indivíduos, parceiros e casais.

Do início do século XX até a década de 1960, as disfunções sexuais foram tratadas predominantemente por terapias de base psicanalítica, para as quais os problemas sexuais se originavam de situações não resolvidas que remontavam à infância. O tratamento era focado em esclarecer conflitos intrapsíquicos, muitas vezes inconscientes, determinantes do bloqueio do funcionamento sexual saudável. Portanto, os sintomas não eram abordados diretamente, e a psicoterapia era de longo prazo.

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Capítulo 19. Terapias de famílias e casais

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Terapias de famílias e casais

Luiz Carlos Prado

Adriana Zanonato

O título deste capítulo utiliza a expressão “terapias de famílias e casais” em virtude da grande quantidade de escolas e modelos que são oferecidos hoje em dia para o trabalho com casais e famílias. Entendendo essa diversidade, pretendemos situar os profissionais da área nesse complexo caleidoscópio, mas focando as abordagens sistêmicas e cognitivo-comportamentais, bem como os modelos integrativos e suas principais técnicas, ilustrando com alguns exemplos clínicos. Também são apresentadas as indicações e as contraindicações, algumas evidências empíricas de sua eficácia e reflexões sobre as perspectivas futuras dessas abordagens.

Diferentemente de outras formas de terapia, que se definem pelo tipo de abordagem que fazem dos problemas, as terapias de família se definem pelo campo ao qual dirigem seu trabalho. Fazem, na verdade, um contraponto com a terapia individual, que não é uma modalidade específica de terapia, mas apenas uma definição do campo de atuação – uma pessoa individualmente. Portanto, não podemos comparar terapia familiar com terapia psicanalítica ou cognitivo-comportamental – devemos especificar de que modelo de terapia familiar estamos falando.

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Capítulo 46. Transtornos da personalidade: terapia dos esquemas e terapia comportamental dialética

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Transtornos da personalidade:

terapia dos esquemas e terapia comportamental dialética

Diego dos Santos Alano

Andressa Henke Bellé

Nathália Janovik da Silva

Felix Kessler

Inicialmente, este capítulo apresenta dados gerais e epidemiológicos sobre os transtornos da personalidade (TPs), trazendo dados recentes a partir de uma ampla revisão da literatura com foco nas abordagens terapêuticas disponíveis. A seguir, são abordadas duas das principais intervenções utilizadas na prática clínica para o tratamento desses transtornos: a terapia dos esquemas (TE) e a terapia comportamental dialética (DBT), com suas respectivas características e indicações.

Sabe-se que a estruturação da personalidade do indivíduo é o resultado da interação entre variáveis neurobiológicas inatas, como o temperamento, e experiências psicossociais e emocionais precoces, especialmente as relações parentais na primeira infância e os estressores ambientais. A personalidade corresponde a uma organização interna e dinâmica que determina o modo de relacionamento da pessoa consigo mesma e com o mundo que a cerca, por meio de padrões persistentes e estáveis de comportamentos, pensamentos e emoções.

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Capítulo 24. Deficiências intelectuais e transtorno do espectro autista

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Deficiências intelectuais e transtorno do espectro autista

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Tais Silveira Moriyama

Tiago Zanatta Calza

Ana Soledade Graeff-Martins

Neste capítulo, abordamos os tratamentos propostos para as deficiências intelectuais e o transtorno do espectro autista (TEA). Apresentamos uma breve descrição dos quadros clínicos desses transtornos do neurodesenvolvimento, como são denominados na quinta edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-5), enfatizando as semelhanças entre eles, as quais nos permitem tratá-los conjuntamente. Ilustramos ainda um modelo de compreensão das dificuldades apresentadas pelos indivíduos com deficiência intelectual e/ou TEA, o qual possibilita entender como a abordagem comportamental atua.

Além disso, ressaltamos os objetivos das intervenções psicoterápicas nesses transtornos: a diminuição dos sintomas e a melhora do funcionamento do indivíduo. Também descrevemos as principais técnicas utilizadas para psicoeducação das famílias, as intervenções nos casos identificados precocemente e as abordagens voltadas ao manejo dos comportamentos disfuncionais e ao desenvolvimento dos comportamentos desejados, a maioria delas de terapia comportamental. Por fim, revisamos as evidências disponíveis na literatura sobre intervenções psicossociais para deficiências intelectuais e TEA.

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Capítulo 39. Terapia cognitivo-comportamental no transtorno obsessivo-compulsivo

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Terapia cognitivo-comportamental no transtorno obsessivo-compulsivo

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Aristides Volpato Cordioli

Analise de Souza Vivan

Daniela Tusi Braga

Neste capítulo, são apresentados o histórico e os fundamentos da terapia cognitivo-comportamental (TCC) do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Também são descritas as questões a serem abordadas na avaliação inicial do paciente, a psicoeducação, o início da terapia e as técnicas comportamentais, entre elas a exposição e prevenção de respostas ou rituais (EPR) no tratamento do TOC. São debatidas as técnicas cognitivas utilizadas na abordagem de pensamentos de conteúdo repugnante, assim como a alta e a prevenção de recaídas. São discutidos, ainda, os alcances e os limites da TCC no TOC, as evidências de eficácia, as questões em aberto, os desafios e as perspectivas futuras.

O TOC é um transtorno caracterizado pela presença de obsessões, compulsões ou ambas, que causam ansiedade ou sofrimento, tomam boa parte do tempo ou causam prejuízo no funcionamento social ou profissional do indivíduo.

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Capítulo 33. Intervenções psicoterápicas para o tratamento do transtorno bipolar

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Intervenções psicoterápicas para o tratamento do transtorno bipolar

Ives Cavalcante Passos

Karen Jansen

Luciano Dias de Mattos Souza

Flávio Milman Shansis

O transtorno bipolar (TB) acomete cerca de 2 a 4% da população mundial. As taxas de suicídio em pacientes com esse transtorno são de 7,8% para homens e de 4,9% para mulheres.

Sabe-se que cerca de 30% dos pacientes com TB serão hospitalizados em algum momento da vida. Essas evidências demonstram a importância de um tratamento efetivo. Nesse sentido, o tratamento do transtorno inclui intervenções biológicas, como o uso de medicamentos, bem como o emprego de psicoterapias e estratégias de intervenção psicossocial. Neste capítulo, apresentamos os principais modelos de intervenções psicoterápicas que apresentam evidência empírica de eficácia no TB. Tais intervenções demonstraram eficácia na melhora da adesão ao tratamento farmacológico, na remissão dos sintomas maníacos e depressivos, na melhora do funcionamento social e na diminuição das taxas de recaída. Por fim, o capítulo apresenta perspectivas futuras para o manejo do transtorno.

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Capítulo 27. Psicoterapias em transtornos psicóticos

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Psicoterapias em transtornos psicóticos

André Luiz Schuh Teixeira da Rosa

Juliana Unis Castan

Fernanda Lucia Capitanio Baeza

Este capítulo aborda os principais aspectos teóricos e práticos de duas técnicas psicoterápicas para tratamento de pacientes com transtornos psicóticos: o treinamento de habilidades sociais e a terapia cognitivo-comportamental (TCC). O texto é enriquecido com breves exemplos de aplicação das técnicas descritas.

Os transtornos psicóticos, atualmente classificados pela quinta edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-5) como transtornos do espectro da esquizofrenia e outros transtornos psicóticos, compreendem condições que têm em comum as seguintes características clínicas: delírios, alucinações, desorganização do pensamento, comportamento desorganizado e sintomas negativos (sobretudo diminuição da expressividade verbal e não verbal e envolvimento limitado em atividades construtivas, prazerosas e sociais). Geralmente, esses transtornos manifestam-se na adolescência ou no início da idade adulta e, na maioria dos casos, apresentam curso crônico.

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Capítulo 38. Terapia cognitivo-comportamental no tratamento dos transtornos relacionados a trauma e a estressores

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Terapia cognitivo-comportamental no tratamento dos transtornos relacionados a trauma e a estressores

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Saulo Gantes Tractenberg

Gustavo Ramos Silva

Christian Haag Kristensen

Rodrigo Grassi-Oliveira

Neste capítulo, são discutidos os critérios diagnósticos dos transtornos de estresse agudo

(TEA) e estresse pós-traumático (TEPT), bem como as modificações que ocorreram no Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, quinta edição (DSM-5), em relação à quarta edição (DSM-IV). São apresentados os principais modelos teóricos explicativos desses transtornos, como a teoria do processamento emocional e o modelo cognitivo de Ehlers e Clark.

As evidências de eficácia dos protocolos de terapia mais indicados (incluindo terapia de exposição, reestruturação cognitiva e dessensibilização e reprocessamento por movimentos oculares [EMDR]) são discutidas, e um protocolo de terapia cognitivo-comportamental (TCC) focada em trauma é exposto detalhadamente, com atenção para as particularidades do atendimento de crianças. São descritas outras intervenções focadas em trauma: EMDR e exposição com realidade virtual. Por fim, são debatidas as questões em aberto e áreas de pesquisa atuais.

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Capítulo 31. Transtornos depressivos: terapias cognitivo-comportamentais

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Transtornos depressivos:

terapias cognitivo-comportamentais

Carolina Blaya Dreher

Alice C. M. Xavier

Pedro Beria

Os transtornos depressivos caracterizam um grupo de patologias bastante prevalentes e que estão associadas a prejuízo significativo na qualidade de vida. Tanto os medicamentos quanto as psicoterapias se mostraram eficazes no tratamento desses transtornos. Entre as formas de psicoterapia, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) é a abordagem mais bem embasada em evidências. Neste capítulo, é feita uma breve descrição do quadro clínico da depressão, dos conhecimentos atuais sobre sua epidemiologia, da evidência de eficácia e do uso de técnicas cognitivo-comportamentais em seu tratamento. Também são discutidos os alcances e limites da TCC na depressão, bem como as perspectivas futuras.

Os transtornos depressivos caracterizam patologias que compartilham sintomas comuns, como tristeza e anedonia, acompanhados de sintomas somáticos e cognitivos e que afetam significativamente o funcionamento do indivíduo.

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Capítulo 29. Transtorno do jogo

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Transtorno do jogo

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Mirella Martins de Castro Mariani

Hermano Tavares

O capítulo de transtorno do jogo visa contribuir com a prática clínica de terapeutas e estudantes, fornecendo de modo amplo e prático os subsídios necessários para o tratamento de uma modalidade de dependência comportamental ainda pouco conhecida. Noções e conceitos com base em evidências norteiam condutas para a realização de tratamento psicoterápico com enfoque em um programa de terapia cognitivo-comportamental (TCC) para transtorno do jogo.

O jogo de azar tem raízes históricas que acompanham o início das primeiras civilizações.

Estu­dos arqueológicos encontraram artefatos de jogo da antiga Babilônia de 3 mil anos a.C.

“Azar” é uma palavra de origem árabe e não significa necessariamente má sorte, e sim aleatório ou ao acaso. Por definição, o jogo de azar envolve apostas, ou seja, situação em que se empenha um bem ou valor financeiro na previsão de um evento futuro, no qual o resultado não depende das ações do apostador ou de suas habilidades, e a capacidade de previsão de resultado é limitada pelo acaso.

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Capítulo 5. O paciente e a escolha da terapia

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O paciente e a escolha da terapia

Aristides Volpato Cordioli

Stefania Pigatto Teche

Fabiano Alves Gomes

Este capítulo descreve como é feita a escolha da psicoterapia com maior chance de resultados positivos baseando-se na questão: “Para quem e em quais circunstâncias?”. Nessa perspectiva, aborda a avaliação do paciente para esclarecer os aspectos decisivos nessa escolha, que incluem o diagnóstico, as características pessoais e o contexto social. Além disso, apresenta as evidências de eficácia e de resultados das pesquisas em psicoterapia que auxiliam na tomada de decisão.

As psicoterapias constituem, assim como os psicofármacos, um dos principais recursos dos quais dispõem os profissionais da saúde para o tratamento de transtornos mentais e problemas emocionais. Em algumas situações, a terapia é o método mais efetivo e de escolha preferencial; em outras, é um importante coadjuvante de outros tratamentos, como os medicamentos.

A eficácia das psicoterapias foi muito questionada no passado, mas, na atualidade, está bem estabelecida para várias modalidades e é utilizada, cada vez mais, nos cenários mais diversificados. Ensaios clínicos bem conduzidos e metanálises recentes têm confirmado a referida eficácia1-3 e mostrado redução de custos na saúde pública em países que implementaram a terapia em larga escala.4

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Capítulo 16. Terapia interpessoal: bases para sua prática e resultados dos principais estudos

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Terapia interpessoal:

bases para sua prática e resultados dos principais estudos

Antônio Augusto Schmitt Júnior

Lívia Hartmann de Souza

Neusa Sica da Rocha

Marcelo Pio de Almeida Fleck

Neste capítulo, são apresentadas, inicialmente, as origens da terapia interpessoal (TIP), bem como as bases teóricas que contribuíram para seu desenvolvimento e nas quais ela se fundamenta. A seguir, são descritas as fases do tratamento, a definição de seu foco (área de problema), além das principais técnicas usadas na TIP e o contexto em que são utilizadas. Por fim, são apresentados os resultados dos principais estudos com a TIP.

A TIP é uma forma de psicoterapia breve, inicialmente desenvolvida para tratar a fase aguda da depressão unipolar não psicótica. Foi c­ riada por Gerald Klerman e Myrna Weissman no final dos anos de 1970 e publicada sob a forma de um manual em 1984. Inicialmente, sua eficácia foi demonstrada na depressão maior por meio de vários ensaios clínicos randomizados

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Capítulo 34. Terapia cognitivo-comportamental do transtorno de ansiedade social (fobia social)

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Terapia cognitivo-comportamental do transtorno de ansiedade social (fobia social)

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Daniela Zippin Knijnik

Maria do Céu Salvador

Ligia Ito

Neste capítulo, são descritos os diversos modelos de conceitualização do transtorno de ansiedade social (TAS) no que se refere a genética, temperamento, neurobiologia e fatores psicossociais. Também são apresentados os fundamentos da terapia cognitivo-comportamental (TCC) no TAS e as estratégias e técnicas nos formatos individual e de grupo, incluindo as etapas de avaliação e psicoeducação que antecedem o tratamento. São discutidos, ainda, dentro de uma perspectiva de “terceira onda” dos modelos cognitivo-comportamentais, a terapia de aceitação e compromisso (ACT) e os aspectos do tratamento farmacológico do TAS.

São abordados também as evidências de eficácia, questões em aberto, desafios e perspectivas futuras. Um caso de TAS e outros exemplos clínicos são apresentados ao longo do capítulo para ilustrar o conteúdo apresentado.

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Capítulo 2. As principais psicoterapias: fundamentos teóricos, técnicas, indicações e contraindicações

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

As principais psicoterapias: fundamentos teóricos, técnicas, indicações e contraindicações

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Aristides Volpato Cordioli

Lucas Primo de Carvalho Alves

Lucianne Valdivia

Neusa Sica da Rocha

Este capítulo apresenta um breve panorama da psicoterapia e seus diversos tipos na atualidade, incluindo a origem, a evolução, o conceito e os elementos que caracterizam esse importante método de tratamento de problemas emocionais e transtornos mentais. Aqui, são descritos os principais modelos, os fundamentos teóricos e técnicas, bem como as indicações e as contraindicações da psicoterapia.

Originalmente chamada de cura pela fala, a psi­ coterapia tem suas origens na medicina antiga, na religião, na filosofia, na cura pela fé e no hip­ notismo. Foi, entretanto, no final do século XIX que ela passou a ser usada como método de tra­ tamento dos transtornos mentais, com um re­ ferencial teórico, uma técnica ou um método aplicado por um terapeuta treinado e adepto de um modelo definido. Com base no modelo mé­ dico e nas teorias e nos métodos de tratamento desenvolvidos por Freud, as terapias de orienta­

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Capítulo 30. Dependência de internet

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

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Dependência de internet

Dora Sampaio Góes

Cristiano Nabuco de Abreu

O uso da tecnologia vem se fazendo presente de maneira cada vez mais intensa nos últimos anos. Em virtude de um convívio, quase absoluto, efeitos colaterais começam a ser observados no comportamento de crianças, jovens e adultos, preenchendo os critérios de uma das mais novas propostas diagnósticas do século XXI: a dependência tecnológica. Ainda que a dependência de internet não seja reconhecida como um novo transtorno psiquiátrico, este capítulo se debruça sobre as implicações dessa condição e lança questões importantes de reflexão para construir uma massa crítica de conhecimento e, acima de tudo, consolidar-se como uma importante fonte de consulta e de reflexão dos riscos derivados do uso abusivo de tecnologia e de internet.

A dependência de internet surgiu como uma nova questão de saúde mental na década de

1990. Desde então, tornou-se assunto permanente entre as pessoas em geral. Não raro, as escolas incluem o tema em palestras de outras temáticas de grande preocupação, como sexualidade e drogas. O tema também é abordado cotidianamente nas famílias e até mesmo nas empresas, que, hoje, discutem a problemática como uma das grandes causas de perda de produtividade e ameaça ao sigilo profissional.

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