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Medium 9788580552164

Capítulo 5 - Desenvolvimento cognitivo nos três primeiros anos

Diane E. Papalia; Ruth Duskin Feldman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5

pontos principais

pontos principais

Estudando o desenvolvimento cognitivo: seis abordagens

Desenvolvimento

Cognitivo nos

Três Primeiros Anos

Abordagem behaviorista: os mecanismos básicos da aprendizagem

Abordagem psicométrica: testes de desenvolvimento e de inteligência

Abordagem piagetiana: o estágio sensório-motor

Abordagem do processamento de informações: percepções e representações

Abordagem da neurociência cognitiva: as estruturas cognitivas do cérebro

Abordagem sociocontextual: aprendendo nas interações com cuidadores

você sabia?

Desenvolvimento da linguagem

você sabia que...

Uma intervenção logo no começo da infância pode aumentar o QI de crianças de risco?

Recém-nascidos com 2 dias preferem ver cenas novas a cenas familiares?

Assim é meu sonho; mas o que eu sou?

Um bebê que chora à noite;

Um bebê a chorar pedindo luz,

E sem outra linguagem, senão o choro.

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Medium 9788541202749

CAPÍTULO 14 - Atendimento às família sem contexto de grande complexidade

SEIXAS, Maria Rita D'Angelo; DIAS, Maria Luiza (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Atendimento às famílias em contexto de grande complexidade*

Liana Fortunato Costa**

Maria Aparecida Penso

Eika Lôbo Junqueira

Fernanda Figueiredo Falcomer Meneses

Lucy Mary Cavalcanti Stroher

Cassio Setubal Bravin

Este capítulo tem por objetivo propor forma de atendimento a famílias que são atendidas em CREAS, instituição que viabiliza a política de governo de atendimento a famílias e indivíduos em situação de risco pessoal e social, em função de abandono, maus-tratos físico/psíquicos, abuso sexual, uso de substâncias psicoativas, cumprimento de medidas socioeducativas, situação de rua e situação de trabalho infantil.

Nosso interesse em apresentar e discutir essa realidade se faz pelo grande número de psicólogos que está atuando nesse contexto, sendo, então, desafiados a adaptar seu conhecimento, às vezes adquirido de forma muito teórica, sobre a família e a terapia de família, em intervenções possíveis para serem oferecidas a essa população carente de recursos materiais.

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Medium 9788536315607

8. A terapia cognitiva do TOC

Cordioli, Aristides Volpato Grupo A PDF Criptografado

Vencendo o transtorno obsessivo-compulsivo

| 85

Capítulo 8

A TERAPIA COGNITIVA DO TOC

A

terapia cognitiva se baseia na premissa de que os pensamentos influenciam o comportamento e as emoções. Da mesma forma, emoções podem influenciar os pensamentos e o comportamento. As obsessões geralmente são acompanhadas de pensamentos catastróficos que, por sua vez, provocam medo e aflição, devido a crenças distorcidas ou erradas. O medo e a aflição decorrentes de tais pensamentos levam o paciente a fazer rituais ou a evitar situações e objetos considerados “perigosos”, com a finalidade de proteger-se, reduzir ou eliminar os riscos de que possam ocorrer desastres futuros ou de cometer falhas, os quais imagina existir. A terapia cognitiva no TOC tem por objetivo identificar tais crenças e pensamentos distorcidos e corrigi-los, utilizando técnicas específicas para tal fim.

Tais técnicas ajudam a diminuir medos e angústias que acompanham as obsessões, pois possibilitam uma maior compreensão dos fenômenos OC, e a separar o que são perigos reais de avaliações distorcidas. O usual, na atualidade, é associá-la às técnicas de exposição e prevenção de rituais, pois acredita-se que facilitem a adesão do paciente aos exercícios. Iremos conhecer as crenças e os pensamentos distorcidos ou errados mais comuns em portadores de TOC, aprender a identificá-los, fazer o seu registro para, posteriormente, podermos usar as técnicas apropriadas para corrigi-los, que serão vistas no próximo capítulo. Nos capítulos seguintes veremos aplicações dessas técnicas no tratamento dos diferentes sintomas OC, as quais serão sempre incorporadas aos exercícios de EPR.

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Medium 9788573074826

25 Entrevista Inicial: Indicações e Contra-Indicações – O Contrato

Zimerman, David E. Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

25

Entrevista Inicial: Indicações e Contra-Indicações –

O Contrato

Antes de assumir a responsabilidade formal de tomar uma pessoa para um tratamento psicanalítico – portanto, fica previamente sabido que este deverá ser de duração de muitos anos e de uma trajetória que inevitavelmente passará por períodos difíceis, de muitos imprevistos, incertezas e sofrimentos –, o psicanalista deverá ter uma idéia razoavelmente clara das condições psíquicas e pragmáticas que tanto ele como o pretendente à análise possuem antes de enfrentar uma empreitada de tamanha envergadura.

Caso contrário, isto é, se não houver um mínimo necessário de medidas cautelatórias preliminares, paralelamente aumentará o risco de que, mais cedo ou mais tarde, surja um fracasso do processo psicanalítico, o que representa uma séria frustração não só para o analista, mas, principalmente, para o paciente, com todas as conseqüências imagináveis.

O objetivo do presente capítulo consiste justamente em enaltecer a importância da, assim chamada, “entrevista inicial”, considerando separadamente a sua conceituação, finalidade, projeto terapêutico e o procedimento do analista. Pelo fato de estarem intimamente conectados com esses mencionados aspectos, também serão enfocadas as indicações e contra-indicações para um tratamento psicanalítico de escolha, bem como as condições e peculiaridades que cercam a feitura do “contrato analítico” entre o paciente e o psicanalista.

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Medium 9788582714720

Capítulo 22. Psicoterapia comportamental pragmática aplicada a um caso de dores de cabeça psicossomáticas

Ana Karina C. R. de-Farias; Flávia Nunes Fonseca; Lorena Bezerra Nery Grupo A PDF Criptografado

22

Psicoterapia comportamental pragmática aplicada a um caso de dores de cabeça psicossomáticas

Carlos Augusto de Medeiros

Os sintomas corporais de origem psicológica sempre se constituíram em um intrigante assunto dentro da Psicologia Clínica e da Psiquiatria.

Desde as chocantes demonstrações feitas por

Freud de analgesias, paralisias, cegueiras, entre outros sintomas sem etiologia fisiológica, os interessados em Psicologia são fascinados com a chamada psicossomática. A relação entre o corpo e a psique/mente é particularmente misteriosa quando se presume o corpo como sendo de natureza física, e a mente, de natureza metafísica.

Daí surge o problema filosófico acerca de como eventos físicos e metafísicos afetam um ao outro se são de naturezas distintas.

De acordo com Skinner (1953/1994), muitas explicações em Psicologia sugerem uma relação causal entre eventos metafísicos e físicos, o que ele considera mentalismo. Explicar uma cegueira sem comprometimento no aparato fisiológico por uma histeria representa um exemplo de mentalismo. Para Skinner (1953/1994), esse tipo de explicação, além de não acrescentar informações úteis à análise, pode encerrar a investigação e, consequentemente, impedir a identificação dos fatores realmente relevantes quanto à determinação do evento comportamental em questão.

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