32 capítulos
Medium 9788536321004

Apêndice geral

Ana Karina C. R. De-Farias Grupo A PDF Criptografado

Apêndice Geral

Gabarito dos Exercícios Propostos no

Capítulo 2 (J. V. S. Marçal)

Item 1 – Perfeccionismo a) Aquisição, história de vida

Variáveis Independentes (VIs)

Variáveis Dependentes (VDs)

Tirava as melhores notas da escola.

Pais muito exigentes quanto ao desempenho.

Estudou em colégios exigentes.

Premiada por elevado desempenho.

Valorizada pelos pais apenas em função do desempenho.

• Ambiente familiar competitivo e comparativo.

Muito acostumada a fazer tudo bem feito.

Sempre gostou de ser a melhor em tudo.

Preferia atividades que exigiam muito.

Sempre sentiu necessidade de fazer bem feito.

Muito autoexigente.

b) Condições atuais que ajudariam a manter o padrão comportamental

Variáveis Independentes (VIs)

Variáveis Dependentes (VDs)

• É proprietária e gerencia uma empresa que sofre grande concorrência.

• Têm grande prestígio entre os colegas de profissão; estes esperam muito dela.

• Mãe reforça-a diferencialmente pelo desempenho.

• Pensa que só quem faz bem feito progride na vida.

• Incomoda-se quando vê algo malfeito.

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Medium 9788536324272

Capítulo 1. Visão Geral

Robert Plomin, John C. DeFries, Gerald E. McClearn, Peter McGuffin Grupo A PDF Criptografado

1

A

Visão geral

lgumas das descobertas recentes mais importantes sobre o comportamento envolvem a genética. Por exemplo, o autismo (Capítulo 12) é um transtorno raro, porém grave, que inicia cedo na infância e no qual a criança se isola socialmente, não se envolve no contato visual nem físico, e apresenta acentuados déficits de comunicação e comportamento estereotipado. Até a década de 1980, achava­‑se que o autismo tinha causas ambientais por conta de pais frios e rejeitadores ou por danos cerebrais. Entretanto, estudos genéticos comparando o risco em gêmeos univitelinos, que são geneticamente idênticos (como clones), e em gêmeos fraternos, que são apenas 50% iguais geneticamente, indicam uma in­fluência genética substancial. Se um membro de um par de gêmeos idênticos for autista, o risco de que o outro gêmeo também seja autista é muito alto, em torno de 60%. Em contraste, entre gêmeos fraternos o risco é muito baixo. Os estudos de genética molecular estão tentando identificar genes individuais que contribuam para a suscetibilidade genética ao autismo.

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Medium 9788536315058

Capítulo 1: Introdução e visão geral

Eve Caligor, Otto F. Kernberg, John F. Clarkin Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução e visão geral

E

ste livro descreve uma técnica psicoterápica para o tratamento das patologias de personalidade. Nosso objetivo é apresentar uma abordagem de psicoterapia que seja de utilidade para os clínicos mais experientes e que também possa ser usada para o treinamento clínico. Embora este seja principalmente um livro-texto de técnica psicoterápica, dedicado ao clínico psicodinâmico, nosso objetivo é apresentar uma abordagem psicoterápica que seja suficientemente sistemática, clara e específica para que também seja útil como um manual de tratamento (Caligor, 2005) num contexto de pesquisa.

Apresentamos uma abordagem psicodinâmica contemporânea para a compreensão e tratamento dos traços de personalidade inflexíveis e mal-adaptativos que caracterizam as patologias leves de personalidade. Estamos descrevendo um tratamento psicodinâmico de duas sessões semanais e de duração relativamente longa (1-4 anos). Um tratamento deste tipo não pode ser reduzido a uma série de passos a serem seguidos de maneira padronizada por qualquer terapeuta que esteja tratando qualquer paciente. Ao contrário, definimos e explicamos uma série de princípios clínicos que podem ser aplicados em diferentes situações clínicas; o tratamento que estamos descrevendo inclui as diferenças individuais, assim como as similaridades que caracterizam nossos pacientes e os terapeutas que os tratam.

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Medium 9788536324272

Capítulo 8. Habilidade cognitiva geral

Robert Plomin, John C. DeFries, Gerald E. McClearn, Peter McGuffin Grupo A PDF Criptografado

8

Habilidade cognitiva geral

A

habilidade cognitiva geral é um dos domínios mais bem estudados na genética do comportamento. Quase toda a pesquisa genética envolvendo esse tema está ­baseada em um modelo em que as habilidades cognitivas estão organizadas hierarquicamente (Carroll, 1993; 1997), dos testes específicos para fatores amplos até a habilidade cognitiva geral (frequentemente chamada de g; Figura 8.1).

Existem centenas de testes para diversas habilidades cognitivas. Eles medem vários fatores amplos (habilidades cognitivas específicas), tais como habilidade verbal, habilidade espacial, memória e velocidade de processamento. Tais testes são amplamente utilizados em escolas, na indústria, no exército e na prática clínica.

Esses fatores gerais, até certo ponto, se inter­‑relacionam. Em geral, as pessoas que se saem bem nos testes de habilidade verbal tendem a se sair bem nos

Figura 8.1

Modelo hierárquico das habilidades cognitivas.

de habilidade espacial. O fator g, que é comum entre esses três fatores amplos, foi descoberto por Charles Spearman há mais de um século, mais ou menos na mesma época em que as leis da herança de Mendel foram descobertas (Spearman, 1904). A expressão habilidade cognitiva geral para descrever g é preferível

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Medium 9788536321806

1. Visão Geral da Esquizofrenia

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

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Visão Geral da Esquizofrenia

Sendo a pessoa mais conhecida a ter esquizofrenia, John Forbes Nash serve como ponto de partida natural para um livro sobre o transtorno. Nash tinha 30 anos quando suas dificuldades se tornaram visíveis para os outros. Até então, ele poderia parecer estranho e socialmente incapaz, mas era bem-sucedido profissionalmente, tendo recebido havia pouco uma oferta para ser professor titular no Massachussetts Institute of Technology (MIT). Todavia, o próprio Nash fala da decepção por sua carreira não cumprir as suas expectativas (Beck e Nash, 2005). A perturbação profunda do transtorno psicótico de Nash foi captada pelo pesquisador

Michael Foster Green (2003, p. 87):

Seus colegas lembram que, em 1959, ele entrou um dia em uma sala no MIT e comentou que a matéria de capa do New York

Times continha mensagens criptografadas de habitantes de outra galáxia, que somente ele poderia decifrar. As três décadas seguintes,

Nash passou entrando e saindo de hospitais psiquiátricos. Quando não estava no hospital, era descrito como um “fantasma triste”, que assombrava os corredores de Princeton,

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