3233 capítulos
Medium 9788536313436

15 Enchendo o recipiente vazio: a história de Andy Schauer

Salvador Minuchin, Wai-Yung Lee, George M. Simon Grupo A PDF Criptografado

�#

Enchendo o recipiente vazio

A história de Andy Schauer*

Wai-Yung Lee

Pedi que Andy escrevesse um título para um tablóide sensacionalista descrevendo seu estilo terapêutico. Sem hesitar, Andy escreveu no quadro-negro: �Terapeuta humano descreve o self como um recipiente vazio�.

Respondi: �Não quero a responsabilidade de encher um recipiente vazio. Eles não têm fundo�.

Assim começou meu encontro com Andy, um processo enriquecedor para nós dois.

Andy foi um dos alunos mais comprometidos que já tive. Ele vinha ao consultório sempre que tinha tempo de assistir às fitas. No final de seu treinamento, havia assistido a centenas de minhas sessões. O dilema de supervisionar um aluno extremamente brilhante e modesto é como não ensinar. Cada afirmação que eu fazia poderia ser transformada em um mantra, em uma estrada a explorar ou uma direção a seguir.

O problema com o trabalho de Andy era que ele era eficiente.

Dominava todas as técnicas sobre as quais escrevi. Então ele foi para

Jay Haley, depois para Whitaker e pôde fazer um fac-símile confiável de cada um de nós. E as famílias, reconhecendo um perito, seguiram sua direção. Em famílias com crianças, ele tinha uma maneira gentil de conversar com as crianças e de encorajar os pais a proporcionar uma

Ver todos os capítulos
Medium 9788536307558

9. A análise funcional: aplicação dos conceitos

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto De Medeiros Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

A análise funcional: aplicação dos conceitos

Se quisermos entender a conduta de qualquer pessoa, mesmo a nossa própria, a primeira pergunta a fazer é: “O que ela fez?”, o que significa dizer identificar o comportamento. A segunda pergunta é: “O que aconteceu então?”, o que significa dizer identificar as conseqüências do comportamento. Certamente, mais do que conseqüências determinam nossa conduta, mas as primeiras perguntas freqüentemente hão de nos dar uma explicação prática. Se quisermos mudar o comportamento, mudar a contingência de reforçamento – a relação entre o ato e a conseqüência – pode ser a chave.

Muitas vezes gostaríamos de ver algumas pessoas em particular mudar para melhor, mas nem sempre temos controle sobre as conseqüências que são responsáveis por sua conduta. Se o temos, podemos mudar as conseqüências e ver se a conduta também muda. Ou podemos prover as mesmas conseqüências para a conduta desejável e ver se a nova substitui a antiga.

Esta é a essência da análise de contingências: identificar o comportamento e as conseqüências; alterar as conseqüências; ver se o comportamento muda. Análise de contingências é um procedimento ativo, não uma especulação intelectual. É um tipo de experimentação que acontece não apenas no laboratório, mas também no mundo cotidiano. Analistas do comportamento eficientes estão sempre experimentando, sempre analisando contingências, transformando-as e testando suas análises, observando se o comportamento crítico mudou... se a análise for correta, mudanças nas contingências mudarão a conduta; se for incorreta, a ausência de mudança comportamental demandará uma abordagem diferente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536307558

5. Primeira revisãodo conteúdo

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto De Medeiros Grupo A PDF Criptografado

85

Moreira & Medeiros

CAPÍTULO

5

Primeira revisão do conteúdo

Resum

Neste capítulo, revisaremos o que foi visto até então. Como se trata de um capítulo de revisão, os termos e os conceitos são apresentados muito sucintamente. Caso haja dúvidas ou caso não se lembre muito bem de um conceito, volte no capítulo em que foi dado e estude-o mais detalhadamente. Este capítulo destina-se, sobretudo, a esclarecer a distinção entre comportamento operante e comportamento respondente. Antes de começar a leitura, analise a Tabela 5.1.

enten der nã o só bém suas o conte xto em conseqüên anali samos cias, que oc mas que, o ref orrem tamde orço

. No

é apres pendendo

Capít do org da for ulo 7, entad anism ma co o, o o mu divers mo da. An padrão de os cri res ali térios que po samos tam postas bém dem

Esquem

enten der nã o só bém suas o conte xto em conseqüên anali samos cias, que oc mas que, o ref orrem tamde orço

. No

é apres pendendo

Capít do org da for ulo 7, entad an ma co divers ismo muda o, o padrã mo o de os cri

Ver todos os capítulos
Medium 9788536307558

7. Esquemas de reforçamento

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto De Medeiros Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Esquemas de reforçamento

Nem todas as respostas são reforçadas quando emitidas. Nem sempre ganhamos uma aposta e nem sempre somos vencedores todas as vezes em que jogamos. Nem todas as vezes que vamos a um bar

é divertido. Não é sempre que encontramos o pão de queijo há pouco saído do forno na cantina. Nem sempre quando estudamos tiramos uma nota boa. Nem todos os nossos pedidos são atendidos. Isso quer dizer que muitos dos nossos comportamentos são apenas intermitentemente reforçados; portanto, um comportamento não precisa ser reforçado todas as vezes em que ocorre para continuar sendo emitido. O conceito de esquema de reforçamento diz respeito, justamente, a que critérios uma resposta ou conjunto de respostas deve atingir para que ocorra o reforçamento. Em outras palavras, descreve como se dá a contingência de reforço, ou seja, a que condições as respostas devem obedecer para ser liberado o reforçador. Existem dois tipos de esquemas de reforçamento, o contínuo e o intermitente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536326498

17. Grupoterapia cognitivo-comportamental para crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual: descrição do modelo de intervenção

Luísa Fernanda Habigzang, Sílvia H. Koller Grupo A PDF Criptografado

17

Grupoterapia cognitivo-comportamental para crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual descrição do modelo de intervenção

Luísa F. Habigzang, Fernanda Helena Stroeher,

Roberta Hatzenberger, Rafaela Cassol da Cunha e Silvia H. Koller

O objetivo deste capítulo é apresentar o modelo de grupoterapia cognitivo-comportamental para crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual desenvolvido por Habigzang (2010), descrevendo o processo a partir de cada sessão terapêutica. O abuso sexual contra crianças e adolescentes é definido como o envolvimento de uma criança ou adolescente em atividade sexual que essa não compreende totalmente, para a qual é incapaz de dar consentimento, ou não está preparada devido ao estágio de desenvolvimento. O abuso sexual viola as leis ou tabus da sociedade, e se expressa em qualquer atividade entre uma criança e um adulto ou outra criança, que, pela idade ou estágio do desenvolvimento, está em uma relação de responsabilidade, confiança ou poder. A atividade sexual é destinada para gratificação ou satisfação das necessidades dessa outra pessoa. Isso pode incluir, mas não se limita, à indução ou coerção de uma criança para se engajar em qualquer atividade sexual, à exploração de uma criança em sexo comercial ou outra prática sexual ilegal, ao uso de crianças em performances ou materiais pornográficos (OMS, 1999).

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos