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Medium 9788536307442

Capítulo 1 - Trabalho e qualificação: questões conceituais e desafios postos pelo cenário de reestruturação produtiva

Jairo E. Borges-Andrade, Gardênia da Silva Abbad, Luciana Mourão Grupo A PDF Criptografado

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Trabalho e qualificação: questões conceituais e desafios postos pelo cenário de reestruturação produtiva

Antonio Virgílio Bittencourt Bastos

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Descrever o processo de reestruturação produtiva, problematizando os desafios postos às organizações e trabalhadores na contemporaneidade.

• Identificar os principais marcos na trajetória de construção da vertente de estudo sobre qualificação do trabalhador.

• Discutir o conceito de qualificação no trabalho, identificando as suas dimensões constituintes e as principais perspectivas teóricas que contribuíram para as definições desse conceito.

• Comparar as diferentes teses sobre a qualificação no capitalismo contemporâneo, considerando o processo de reestruturação produtiva.

• Analisar a realidade brasileira em termos do processo de reestruturação produtiva e qualificação no trabalho.

• Refletir sobre as implicações dos debates sobre qualificação no trabalho para as ações de TD&E em contextos organizacionais.

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Medium 9788582715055

Capítulo 10. Aspecto geral do paciente e comunicação não verbal

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

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Aspecto geral do paciente e comunicação não verbal

Os movimentos expressivos do rosto e do corpo, qualquer que seja sua origem, são por si mesmos muito importantes para o nosso bem-estar. Eles são o primeiro meio de comunicação entre a mãe e seu bebê: sorrindo, ela encoraja seu filho quando está no bom caminho; se não, ela franze o semblante em sinal de desaprovação. Nós facilmente percebemos simpatia nos outros por sua expressão; nossos sofrimentos são assim mitigados, e os prazeres, aumentados, o que reforça um sentimento mútuo positivo. Os movimentos expressivos conferem vivacidade e energia às nossas palavras. Eles revelam os pensamentos e as intenções alheias melhor do que as palavras, que podem ser falsas.

Charles Darwin

Em um trabalho importante sobre o diagnóstico em saúde mental, Sandifer, Hordern e Grenn

(1970) observaram por meio de pesquisas empíricas que, em profissionais com alguma experiência clínica, a entrevista em saúde mental não funciona como uma máquina de somar simples, na qual o passar do tempo vai acrescentando informações, em progressão linear. De fato, esses pesquisadores verificaram que os primeiros três minutos da entrevista são extremamente significativos, sendo muitas vezes úteis tanto para a identificação do perfil predominante de sintomas do paciente como para uma primeira formulação da hipótese diagnóstica.

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Medium 9788527731546

12 - Perversão na Visão de Freud, Klein e Seus Seguidores

Roberta Payá Grupo Gen PDF Criptografado

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Perversão na Visão de Freud,

Klein e Seus Seguidores

Berenice Ferreira Leonhardt de Abreu

Introdução

A falta de amor é a mola propulsora de tudo aquilo que é contrário ao que deveria fazer parte da natureza humana: o amor. Porque vai contra todos os princípios que se acredita serem benéficos: inteligência, justiça, diplomacia, riqueza, docilidade, beleza, autoridade, trabalho, simplicidade, oração, lei, fé, vida, afeto. Todos, contraponto ao que nos leva à falta de sensibilidade para com o Outro: perverso, implacável, hipócrita, avaro, servil, orgulhoso, ridículo, tirano, escravo, depreciativo, introvertido, egoí­sta, fanático, torturador e cruel.

Segundo André Green, perverso não é aquele que é sadomasoquista, fetichista, voyeurista ou exibicionista, porque todos nós, na relação com o objeto, lançamos mão de um ou outro tipo de funcionamento, com permissão do objeto, para nos satisfazer sexualmente. Porém, o perverso

é aquele que usa desse tipo de funcionamento com a finalidade de “gozar”, sem se importar com a condição do Outro, sem se importar com o desejo do Outro. Para ele, o perverso é desde o que não segue as éticas de conduta com o Outro, como aquele que se despe na frente de uma criança com a finalidade de se excitar, por exemplo. Nesse sentido, o perverso é aquele que passou pelo processo de castração, curvou-se a ele mas recusa-se a aceitá-lo.1

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Medium 9788582715475

Capítulo 1. Introdução

Robert D. Friedberg, Jessica M. McClure Grupo A PDF Criptografado

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Introdução

Este livro oferece um guia completo sobre como fazer terapia cognitiva com crianças em idade escolar e com adolescentes. Além de ensinar muitas técnicas, também enfatiza os princípios orientadores que moldam a terapia cognitiva de Beck. Ao longo do texto, este livro leva em consideração as questões de desenvolvimento e multiculturais. A sensibilidade desenvolvimentista é fundamental para o trabalho cognitivo-comportamental bem-sucedido com crianças (Ronen, 1997; Silverman & Ollendick, 1999). Assim, questões desenvolvimentistas sociais são delineadas adiante, neste capítulo introdutório.

Aplicar técnicas cognitivo-comportamentais na ausência de uma conceitualização de caso é um dos principais erros clínicos (J. S.

Beck, 2011). Além disso, técnicas desvinculadas de teoria fracassam. Nesse sentido, a conceitualização de caso é um esquema básico para o sucesso na terapia cognitiva (J. S. Beck,

2011; Persons, 1989); os aspectos básicos que usamos para construir uma formulação de caso são apresentados no Capítulo 2.

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Medium 9788536325484

9. A FILEIRA DOS NÚMEROS

Ramon M. Cosenza, Leonor B. Guerra Grupo A PDF Criptografado

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A FILEIRA DOS NÚMEROS

Neste capítulo, veremos as bases da numeracia, ou seja, a capacidade que tem o cérebro de trabalhar com números.

A NUMERACIA OU A CAPACIDADE DO CÉREBRO

EM LIDAR COM NÚMEROS

De forma semelhante ao que ocorre com a linguagem, o cérebro humano tem características programadas geneticamente que o habilitam a lidar com números.

Para isso, ele é capaz de processar, muito precocemente, o conceito de quantidade.

Crianças com poucos meses conseguem discriminar quantidades e até mesmo realizar cálculos simples, ao contrário do que se pensava até recentemente.

Essa capacidade encontrada nos bebês humanos foi evidenciada em experiências nas quais eles observam bonecas que podem ser ocultas por um anteparo. Os bebês veem uma, duas ou três bonecas serem escondidas atrás do anteparo, que depois é retirado. Nesse momento, se o número de bonecas corresponde ao que eles viram sendo escondidas, o interesse é relativamente pequeno. Contudo, se houver uma boneca a mais ou a menos, observa-se que eles fitam demoradamente a cena, intrigados com o resultado inesperado.

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