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Medium 9788582710470

Capítulo 19 - Tecnologia Social de Capacitação Profissional para Intervenção com Adolescentes Vítimas de Violência Sexual

Luísa Fernanda Habigzang; Eva Diniz, Sílvia H. Koller Grupo A PDF Criptografado

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TECNOLOGIA SOCIAL DE

CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL PARA

INTERVENÇÃO COM ADOLESCENTES

VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL

CLARISSA PINTO PIZARRO DE FREITAS

LUÍSA FERNANDA HABIGZANG

Este capítulo objetiva apresentar a tecnologia social de capacitação profissional para intervenção com adolescentes vítimas de violência sexual aos profissionais de psicologia e serviço social dos serviços públicos de atendimento às vítimas desse tipo de violência do

Rio Grande do Sul. A capacitação constitui-se uma proposta para auxiliar os profissionais a ampliar seu conhecimento e enfrentar as dificuldades associadas às suas demandas de trabalho. Neste capítulo, apresenta-se a definição de violência sexual e discute-se seu impacto no desenvolvimento das vítimas, bem como a utilização da terapia cognitivo-comportamental no tratamento de adolescentes que sofreram esse tipo de violência.

Por fim, apresentam-se a estrutura da tecnologia social de capacitação profissional para intervenção com adolescentes vítimas de violência sexual e as estratégias utilizadas para avaliar sua efetividade.

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Medium 9788582715055

Capítulo 22. A linguagem e suas alterações

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

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A linguagem e suas alterações

Temos à escolha um ou outro dos hemisférios cerebrais; mas vamos por este, que é onde nascem os substantivos. Os adjetivos nascem no da esquerda. Descoberta minha, que, ainda assim, não é a principal, mas a base dela, como se vai ver. Sim, meu senhor, os adjetivos nascem de um lado, e os substantivos de outro, e toda a sorte de vocábulos está assim dividida por motivo da diferença sexual...

– Sexual?

Sim, minha senhora, sexual. As palavras têm sexo. Estou acabando a minha grande memória psico-léxico-lógica, em que exponho e demonstro esta descoberta. Palavra tem sexo.

– Mas, então, amam-se umas às outras?

Amam-se umas às outras. E casam-se. O casamento delas é o que chamamos estilo. Senhora minha, confesse que não entendeu nada.

Machado de Assis

DEFINIÇÕES

A linguagem, particularmente na sua forma verbal, é uma atividade especificamente humana, talvez a mais característica de nossas atividades mentais. É o principal instrumento de comunicação dos seres humanos. Além disso, é fundamental na elaboração e na expressão do pensamento e das emoções.

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Medium 9788565852708

Capítulo 20 - Diagnóstico e Promoção da Saúde Psíquica no Trabalho

Livia de Oliveira Borges; Luciana Mourão Grupo A PDF Criptografado

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DIAGNÓSTICO E PROMOÇÃO DA

SAÚDE PSÍQUICA NO TRABALHO

Livia de Oliveira Borges

Liliana A. M. Guimarães

Sandra Souza da Silva

Introdução ....................................................................................................................................581

Conceitos básicos e fundamentação...........................................................................................585

Abordagens individualistas ......................................................................................................590

Psicodinâmica do trabalho .......................................................................................................591

Abordagens psicossociológicas.................................................................................................594

O agir do psicólogo ......................................................................................................................599

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Medium 9788582714775

Capítulo 49. Instrumento de Avaliação Neuropsicológica Breve – NEUPSILIN

Malloy-Diniz, Leandro F.; Leandro F.; Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

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Instrumento de Avaliação Neuropsicológica

Breve – NEUPSILIN

JERUSA FUMAGALLI DE SALLES

JULIANA BURGES SBICIGO

LUCIANE DA ROSA PICCOLO

Na avaliação neuropsicológica, podem ser utilizados instrumentos do tipo: 1) screening, que são aplicados rapidamente e não têm o objetivo de fornecer diagnóstico, mas sim de identificar características suspeitas de determinada condição clínica; 2) baterias breves, que também não são utilizadas com finalidade diagnóstica, mas avaliam de maneira mais abrangente as funções cognitivas, demandam relativamente pouco tempo em sua aplicação (em torno de uma sessão) e, em geral, não possuem muitas tarefas para avaliação de uma mesma função; e 3) baterias completas, que têm o objetivo de elucidar com bastante clareza as funções cognitivas preservadas e as prejudicadas, incluindo tarefas diferentes para uma mesma função. Cada um desses instrumentos pode ser utilizado em contextos específicos, preferencialmente associados a outras tarefas ou outros testes, considerando local de aplicação, idade/escolaridade do examinando, realidade cultural, entre outros aspectos. A simples tradução de instrumentos de outras línguas acarreta sérios problemas em sua aplicação, incluindo o fato de não serem considerados aspectos específicos, como os psicolinguísticos, por exemplo, na elaboração dos itens.

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Medium 9788520430026

Codependência – Se a relação está ruim, por que não se separam?

BALLONE, Geraldo José Editora Manole PDF Criptografado

Codependência

Se a relação está ruim, por que não se separam?

Algumas pessoas que sofrem com o ciúme de outra se queixam da situação de constrangimento ou mesmo sofrimento que lhes é imposta, e só não se queixam mais porque receiam a pergunta óbvia:

“Então, por que não se separa?”. A situação não é assim tão simples.

O amor, entre tantas características curiosas, exige uma espécie de rendição ao outro. Entretanto, essa rendição não deve ser compreendida como privação imposta da liberdade, já que a convivência com o outro deve ser espontânea, e ambas as pessoas escolhem livremente estar juntas e se renderem reciprocamente.

O amor sadio não produz um cárcere da posse. Ele deve ser, sobretudo, compreensivo e generoso. O amor patológico, entretanto, apoia-se na obsessão, no desejo de controlar, possuir, manipular e, invariavelmente, é acompanhado de ciúme patológico. As características do amor patológico são tão diferentes das do amor sadio que seria preferível chamar este último de amor verdadeiro e o outro de falso-amor, uma vez que, por meio do domínio, ele deixa de reconhecer o outro como pessoa livre e senhora de seus sentimentos.

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