1009 capítulos
Medium 9788582715413

6 - Métodos comportamentais I: melhorando o humor, aumentando a energia, concluindo tarefas e solucionando problemas

Jesse H. Wright, Gregory K. Brown, Michael E. Thase, Monica Ramirez Basco Grupo A ePub Criptografado

melhorando o humor, aumentando a energia, concluindo tarefas e solucionando problemas

Energia baixa, capacidade diminuída de desfrutar das atividades e dificuldade de concluir tarefas ou resolver problemas são queixas comuns das pessoas com depressão. Não se envolver em atividades potencialmente prazerosas ou recompensadoras geralmente resulta em um agravamento dos sintomas. Isso pode resultar em um ciclo vicioso, no qual o menor envolvimento em atividades estimulantes ou produtivas é seguido de mais falta de interesse ou prazer, baixo humor (sentimento de tristeza e desespero), maior desamparo ou falta de valor. Tal reação, por sua vez, pode levar ao maior desligamento do indivíduo das atividades prazerosas ou recompensadoras e a uma subsequente piora dos sintomas depressivos. Por fim, uma espiral descendente pode continuar acontecendo até que o indivíduo assumir que é incapaz de sentir prazer, de concluir tarefas ou de resolver problemas. Pacientes com os níveis mais profundos de depressão podem perder a esperança e desistir de fazer qualquer tentativa de mudança.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577260379

Capítulo 7: Abordagens sociocognitiva e comportamental

John W. Santrock Grupo A PDF Criptografado

7

C A P Í T U L O

7

Abordagens sociocognitiva e comportamental

Aprender é um prazer natural.

—Aristóteles

Filósofo grego, século 4 a.C.

Objetivos de aprendizagem

Tópicos do capítulo

O que é aprendizagem?

1

Definir aprendizagem e descrever cinco abordagens para estudá-la.

2

Comparar condicionamento clássico e condicionamento operante.

3

Aplicar a análise do comportamento na educação

4

2

Resumir as abordagens sociocognitivas da aprendizagem

O que é aprendizagem e o que não é

Abordagens da aprendizagem

Abordagens comportamentais da aprendizagem

Condicionamento clássico

Condicionamento operante

Análise do comportamento aplicada na educação

O que é análise do comportamento aplicada?

Aumentando a ocorrência de comportamentos desejáveis

Diminuindo a ocorrência de comportamentos indesejáveis

Avaliando o condicionamento operante e a análise do comportamento aplicada

Ver todos os capítulos
Medium 9788536321011

Capítulo 7 - Antecedentes precedendo as intervenções/procedimentos e as consequências

Jose Carlos Zanelli Grupo A PDF Criptografado

Antecendentes precedendo as intervenções/procedimentos e as consequências

7

Nas sínteses apresentadas no Quadro 7.1, podem ser identificados os antecedentes para as intervenções e os procedimentos que devem estar vinculados à pesquisa (P.1.2). Produtos das investigações, constituem propostas de execução vinculadas ao diagnóstico (C.1.2). Na trajetória profissional de B.1.2, das atividades de tratamento do estresse na clínica, passou-se à prevenção do estresse em organizações de trabalho, com cuidados de caracterização da situação (linha de base). Ainda para P.1.2, intervenções dependem da identificação das exigências e dos recursos específicos de cada contexto de trabalho, enquanto para M.1.2, o diagnóstico é uma fase que deve contemplar a caracterização dos estressores universais, os específicos de cada setor, de cada ocupação e de cada organização, em especial, as variáveis ligadas à cultura organizacional – devem contemplar tanto as variáveis de natureza subjetiva como a realidade objetiva. Complementarmente, para M.1.2, o Modelo Demanda-Controle e o Modelo de Sigrist (esforçorecompensa) têm relativa eficácia na fase diagnóstica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788571440654

PARTE III - TEMASTRANSVERSAIS

Ana Merces Bahia Bock, Odair Furtado, Maria De Lourdes Trassi Teixeira Editora Saraiva PDF Criptografado

07-Cap07.indd 94

09/09/19 09:07

PARTE III

TEMAS

TRANSVERSAIS

08-Cap08.indd 95

09/09/19 09:08

08-Cap08.indd 96

09/09/19 09:08

CAPÍTULO 8

RELAÇÕES HUMANAS

E GRUPOS

Objetivos do capítulo

Você já imaginou viver em um lugar sem se relacionar com nenhuma outra pessoa?

Já pensou se isso é possível? Tarzan e Robinson Crusoé talvez sejam exercícios culturais dessa possibilidade, ou melhor, dessa impossibilidade. É exatamente esta a questão deste capítulo: vivemos em sociedade, convivemos com muitos “sócios”, e talvez tenhamos parado para pensar se poderíamos viver sem eles, mas poucas vezes pensamos por que é tão importante viver com eles. Este capítulo tratará das vivências e dos processos que ocorrem nas relações de convivência mais ou menos duradouras, mais ou menos

íntimas: os grupos sociais.

8.1 Introdução

Leontiev, um autor soviético que viveu durante quase todo o século XX, escreveu:

Ver todos os capítulos
Medium 9788582716021

4 Sistemas e psicodinâmica: uma visão binocular para a terapia de casal

Maycoln L. M. Teodoro, Makilim Nunes Baptista Grupo A ePub Criptografado

4

O objetivo deste capítulo é descrever algumas contribuições das abordagens sistêmica e psicanalítica à terapia de casal, discutindo sua articulação em uma perspectiva epistemológica batesoniana, orientada pelo conceito de dupla descrição. Essa perspectiva tem como metáfora a visão binocular, na qual diferentes descrições, irredutíveis entre si, podem ser articuladas em suas diferenças e semelhanças, levando à emergência de uma nova descrição, com novas informações, irredutíveis às visões anteriores. Aspectos teóricos de ambas as abordagens são delineados, relacionando diferentes perspectivas e posições em seu desenvolvimento histórico. As possibilidades de articulação de diferentes perspectivas e técnicas são discutidas em termos epistemológicos e metodológicos.

A expressão “terapia de casal” refere-se a diversas modalidades de tratamento que buscam modificar o relacionamento conjugal com o objetivo de melhorar a satisfação conjugal e superar dificuldades do relacionamento. Além disso, busca lidar com disfunções conjugais, aumentar a resiliência do casal e oferecer apoio psicológico em momentos de crises conjugais que podem ser previsíveis, como as decorrentes do ciclo de vida familiar, ou imprevisíveis, como adoecimentos e pressões socioeconômicas, entre outras. A disfunção da conjugalidade pode manifestar-se em vários sintomas, como aumento do sofrimento de um ou de ambos os cônjuges, dos filhos ou da família extensa, incluindo somatizações, e o surgimento ou agravamento de quadros clínicos psicológicos ou médicos preexistentes. Esse foco implica que dois indivíduos razoavelmente saudáveis podem formar, apesar disso, um relacionamento conjugal disfuncional. Ou, de outro modo, dois indivíduos diagnosticados com quadros psicopatológicos podem formar casamentos funcionais, até certo ponto, por complementação de suas dificuldades.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos