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Capítulo 5. O paciente e a escolha da terapia

Aristides Volpato Cordioli (Org.), Eugenio Horacio Grevet (Org.) Grupo A PDF Criptografado

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O paciente e a escolha da terapia

Aristides Volpato Cordioli

Stefania Pigatto Teche

Fabiano Alves Gomes

Este capítulo descreve como é feita a escolha da psicoterapia com maior chance de resultados positivos baseando-se na questão: “Para quem e em quais circunstâncias?”. Nessa perspectiva, aborda a avaliação do paciente para esclarecer os aspectos decisivos nessa escolha, que incluem o diagnóstico, as características pessoais e o contexto social. Além disso, apresenta as evidências de eficácia e de resultados das pesquisas em psicoterapia que auxiliam na tomada de decisão.

As psicoterapias constituem, assim como os psicofármacos, um dos principais recursos dos quais dispõem os profissionais da saúde para o tratamento de transtornos mentais e problemas emocionais. Em algumas situações, a terapia é o método mais efetivo e de escolha preferencial; em outras, é um importante coadjuvante de outros tratamentos, como os medicamentos.

A eficácia das psicoterapias foi muito questionada no passado, mas, na atualidade, está bem estabelecida para várias modalidades e é utilizada, cada vez mais, nos cenários mais diversificados. Ensaios clínicos bem conduzidos e metanálises recentes têm confirmado a referida eficácia1-3 e mostrado redução de custos na saúde pública em países que implementaram a terapia em larga escala.4

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Capítulo 1 - Introdução à Psicologia Social

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Introdução à

Psicologia Social

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ra uma vez um homem cuja segunda esposa era uma mulher vaidosa e egoísta. As duas filhas dessa mulher eram igualmente vaidosas e egoístas. A própria filha do homem, contudo, era

humilde e altruísta. Essa filha meiga e bondosa, que todos conhecemos como Cinderela, aprendeu cedo que deveria ser obediente, aceitar maus-tratos e ofensas e evitar fazer qualquer coisa que fizesse sombra às meias-irmãs e à madrasta.

Entretanto, graças à fada madrinha, Cinderela conseguiu fugir desse contexto por uma noite e ir a um grandioso baile, no qual atraiu a atenção de um lindo príncipe. Quando posteriormente o príncipe apaixonado reencontrou Cinderela em seu lar aviltante, ele não a reconheceu.

Implausível? O conto de fadas exige que aceitemos o poder da situação. Na presença da opressiva

madrasta, Cinderela era humilde e pouco atraente. No baile, sentia-se mais bonita – e caminhava, conversava e sorria como se assim fosse. Em uma situação, ela se encolhia. Em outra, encantava.

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Capítulo 11 - Atração e Intimidade

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C A P Í T U LO

Atração e Intimidade

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GOSTAR E AMAR OS OUTROS

Eu consigo com uma pequena ajuda dos meus amigos.

—John Lennon e Paul McCartney, Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band, 1967

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ossa dependência uns dos outros, que dura a vida toda, coloca as relações no centro de nossa existência. No início da sua existência, muito provavelmente houve uma atração – a atração

entre um determinado homem e uma determinada mulher. Aristóteles chamou os seres humanos de “animais sociais”. Na verdade, temos o que os psicólogos sociais de hoje chamam de uma necessidade de pertencimento – de se conectar com os outros em relacionamentos próximos e duradouros.

Os psicólogos sociais Roy Baumeister e Mark Leary (1995) ilustram o poder dos vínculos sociais:

• Para os nossos antepassados, os vínculos mútuos permitiram a sobrevivência do grupo. Ao caçar ou construir abrigos, 10 mãos eram melhores do que duas.

O que leva à amizade e à atração?

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Capítulo 2 - O Self em um Mundo Social

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C A P Í T U LO

O Self em um

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Mundo Social

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“Existem três coisas extremamente duras; aço, diamante e conhecer a si mesmo.”

—Benjamin Franklin

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o centro de nossos mundos, mais crucial do que tudo o mais, estamos nós mesmos. Enquanto pilotamos nossas vidas diárias, nosso self constantemente engaja o mundo.

Considere este exemplo: certa manhã, você acorda com os cabelos espetados de uma maneira

esquisita. É tarde demais para pular para o banho e você não encontra um boné, de modo que você alisa os tufos de cabelos espetados e sai apressado para a aula. Você passa a manhã inteira intensamente autoconsciente de seu dia de cabelo muito feio. Para sua surpresa, seus colegas não dizem nada. Será que eles estão rindo por dentro de sua aparência ridícula ou estão preocupados demais consigo mesmos para notar seu cabelo espetado?

1

Nesta décima edição, este capítulo tem a coautoria de Jean Twenge, professor de psicologia na San Diego State University. As pesquisas do professor Twenge sobre rejeição social e sobre mudanças geracionais na personalidade e o self foram publicadas em muitos artigos e livros, incluindo Generation Me: Why Today’s Young Americans are More Confident, Assertive, Entitled – and More

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Capítulo 6 - Conformidade e Obediência

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Conformidade e

Obediência

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“Tudo que esmaga a individualidade é despotismo, qualquer que seja o nome que se lhe chame.”

—John Stuart Mill, Sobre a liberdade, 1859

“As pressões sociais que a comunidade exerce são um pilar de nossos valores morais.”

—Amitai Etzioni, O espírito de comunidade, 1993

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ocê certamente já experimentou o fenômeno: quando um orador polêmico ou um concerto de música chega ao fim, os fãs apaixonados sentados na fila da frente se levantam rapidamente,

aplaudindo. As pessoas atrás deles seguem o exemplo e juntam-se à ovação de pé. Então, a onda de pessoas aplaudindo de pé atinge aqueles que, espontaneamente, apenas aplaudiriam educadamente, permanecendo sentados em seus confortáveis assentos. Ainda em sua poltrona, uma parte de você quer permanecer sentado (“esse orador absolutamente não representa a minha opinião”).

O que é conformidade?

Quais são os estudos clássicos de conformidade e obediência?

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Capítulo 3 - Crenças e Julgamentos Sociais

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Crenças e

Julgamentos Sociais

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uando eram senadores dos Estados Unidos, o republicano John McCain e o democrata Barack

Obama adotaram posições de aparente consciência. Em 2001, McCain votou contra o corte

nos impostos proposto pelo presidente Bush, dizendo “eu não posso em sã consciência apoiar um corte de impostos em que muitos dos benefícios vão para os mais afortunados”. Em 2008, quando

McCain estava em campanha pela indicação republicana e depois para presidente, ele apoiou e favoreceu o aumento dos cortes aos quais antes tinha se oposto.

Em 2007, Barack Obama declarou-se “há muito defensor” do financiamento público das eleições presidenciais e prometeu aceitar o financiamento público caso vencesse a indicação para presidente pelo partido democrata. Mas quando foi indicado para concorrer à presidência, apoiado por contribuições sem precedentes para a campanha, ele rejeitou o financiamento público de sua própria campanha.

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Capítulo 8 - Influência do Grupo

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C A P Í T U LO

Influência do

Grupo

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“Nunca duvide de que um pequeno grupo de cidadãos preocupados e comprometidos possa mudar o mundo.”

—Antropóloga Margaret Mead

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awna está chegando ao fim de sua corrida diária. Sua mente a estimula a continuar; seu corpo implora para caminhar os seis blocos restantes. Ela faz um meio-termo e corre lentamente até

chegar em casa. As condições no dia seguinte são idênticas, exceto que dois amigos a acompanham.

Tawna percorre sua rota dois minutos mais rápido. Ela se pergunta: “Será que eu corri melhor só porque Gail e Sonja estavam junto? Será que eu sempre correria melhor se estivesse em grupo?”.

Em quase todas as ocasiões, estamos envolvidos em grupos. Nosso mundo não contém apenas

6,8 bilhões de indivíduos, mas 193 estados-nações, 4 milhões de comunidades locais, 20 milhões de organizações econômicas e centenas de milhões de outros grupos formais e informais – casais jantando, pessoas dividindo o mesmo teto, soldados armando uma estratégia. Como esses grupos influenciam os indivíduos?

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Capítulo 5 - Genes, Cultura e Gênero

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C A P Í T U LO

Genes, Cultura e Gênero

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“Por nascimento, iguais; por costume, diferentes.”

—Confúcio, Os Analectos

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proximando-se da Terra após percorrerem anos-luz de distância, cientistas alienígenas designados a estudar o Homo sapiens sentem sua emoção aumentar. Seu plano: observar dois seres

humanos escolhidos ao acaso. Seu primeiro sujeito, Jan, é um advogado de defesa verbalmente combativo que cresceu em Nashville, mas se mudou para o oeste em busca de um “estilo de vida californiano”. Depois de um caso amoroso e um divórcio, Jan está desfrutando de seu segundo casamento. Amigos o descrevem como um pensador independente, autoconfiante, competitivo e um pouco dominador.

Seu segundo sujeito, Tomoko, vive com o marido e seus dois filhos em um vilarejo rural japonês, a pouca distância dos pais de ambos. Tomoko sente orgulho de ser uma boa filha, uma esposa fiel e uma mãe protetora. Amigos a descrevem como bondosa, gentil, respeitosa, sensível e apoiadora de toda a família.

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Capítulo 4 - Comportamento e Atitudes

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Comportamento e Atitudes

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“O ancestral de toda ação é um pensamento.”

—Ralph Waldo Emerson, Ensaios, Primeira Série, 1841

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ual é a relação entre o que somos (por dentro) e o que fazemos (por fora)? Filósofos, teólogos e educadores há muito especulam sobre as ligações entre atitude e ação, caráter e conduta, palavra

privada e ação pública. Subjacente à maior parte do ensino, do aconselhamento e da criação de filhos encontra-se uma suposição: nossas crenças e sentimentos privados determinam nosso comportamento público, e assim, se quisermos mudar nosso comportamento, primeiro devemos mudar nossos corações e mentes.

No início, os psicólogos sociais concordavam: conhecer as atitudes das pessoas é prever suas

ações. Como demonstrado por assassinos genocidas e por homens-bomba suicidas, atitudes radicais podem produzir comportamento extremado. Mas em 1964, Leon Festinger concluiu que as evidências indicavam que mudar as atitudes das pessoas dificilmente afeta seu comportamento.

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Capítulo 7 - Persuasão

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C A P Í T U LO

Persuasão

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“Engolir e seguir, seja a velha doutrina ou a nova propaganda, é uma fraqueza que ainda domina a mente humana.”

—Charlotte Perkins Gilman, O trabalho humano, 1904

“Lembre-se de que mudar vossa mente e seguir aquele que vos corrige é ser mesmo assim um agente livre.”

Marco Aurélio, Meditações, VIII. 16, 121-180

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oseph Goebbels, ministro para a Iluminação Nacional e Propaganda da Alemanha de 1933 a

1945, compreendia o poder da persuasão. Tendo recebido o controle das publicações, dos pro-

gramas de rádio, dos filmes e das artes, ele se comprometeu a convencer os alemães a aceitarem a ideologia nazista em geral e o antissemitismo em especial. Seu colega Julius Streicher publicava um jornal antissemita semanal, o Der Stürmer, o único jornal lido do começo ao fim por Adolf Hitler.

Que caminhos levam à persuasão?

Quais são os elementos da persuasão?

Persuasão extrema: Como os cultos doutrinam?

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Capítulo 14 - Psicologia Social na Clínica

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Psicologia Social na Clínica

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“A vida não consiste, principalmente, ou até mesmo em grande parte, de fatos e acontecimentos. Consiste sobretudo da tempestade de pensamentos que está sempre soprando em nossas mentes.”

—Mark Twain, 1835–1910

S

e você é um estudante universitário típico, pode se sentir levemente deprimido de vez em quando. Talvez você já tenha se sentido insatisfeito com a vida, desencorajado em relação ao

futuro, triste, sem apetite e energia, incapaz de se concentrar, talvez mesmo se perguntando se vale a pena viver. Talvez notas decepcionantes tenham parecido por em risco suas metas de carreira.

Talvez o rompimento de um relacionamento o tenha deixado desesperado. Nesses momentos, você pode se deixar cair em uma ruminação autocentrada que apenas piora seus sentimentos. Em um levantamento de 90 mil estudantes norte-americanos, 44% relatou que durante o último ano de escola tinha se sentido em determinado momento “tão deprimido que era difícil funcionar” (ACHA,

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Capítulo 9 - Preconceito

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C A P Í T U LO

Preconceito

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DESGOSTAR DOS OUTROS

“Preconceito. Uma opinião errante, sem meios visíveis de sustentação.”

—Ambrose Bierce, O dicionário do diabo, 1911

O

preconceito aparece em muitas formas – para com o nosso próprio grupo e contra algum outro: os “liberais do nordeste” ou “caipiras brancos do sul” dos Estados Unidos, “terroristas” árabes

ou “infiéis” norte-americanos, contra pessoas que são baixas, gordas ou simples.

Examinemos alguns exemplos interessantes:

• Religião. Depois do atentado de 11 de setembro de 2001 e da Guerra do Iraque, 4 em cada

10 norte-americanos admitiam ter “alguns sentimentos de preconceito contra muçulmanos”, e cerca de metade dos não muçulmanos na Europa Ocidental percebia os muçulmanos negativamente e como “violentos” (Pew, 2008; Saad, 2006; Wike & Grim, 2007). Os muçulmanos

Quais são a natureza e o poder do preconceito?

Quais são as origens sociais do preconceito?

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Capítulo 15 - Psicologia Social no Tribunal

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Psicologia Social no Tribunal

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“Um tribunal é um campo de batalha onde advogados competem pelas mentes dos jurados.”

—James Randi, 1999

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oi o caso criminal com maior divulgação na história da humanidade: o herói do futebol, ator e comentarista O. J. Simpson fora acusado de assassinar brutalmente sua ex-mulher e seu compa-

nheiro. As evidências eram convincentes, argumentou a acusação. O comportamento de Simpson se ajustava a um antigo padrão de abuso da esposa e ameaças de violência. Os testes sanguíneos confirmaram que seu sangue estava na cena do crime e o sangue de sua vítima estava em sua luva, em seu carro e mesmo em uma meia encontrada em seu quarto. Sua viagem na noite do crime e a forma como ele fugiu quando a prisão era iminente constituiam, segundo os promotores, indicadores adicionais de sua culpa.

Quão confiável é o testemunho ocular?

Quais outros fatores influenciam a decisão dos jurados?

O que influencia o jurado individualmente?

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Capítulo 16 - Psicologia Social e o Futuro Sustentável

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Psicologia Social e o

Futuro Sustentável

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“Podemos guiar as nações e as pessoas na direção da sustentabilidade? Esse movimento seria uma modificação da sociedade em escala comparável a apenas duas outras mudanças: a Revolução Agrícola e a Revolução Industrial dos últimos dois séculos. Aquelas revoluções foram graduais, espontâneas e largamente inconscientes. Esta terá de ser uma operação totalmente consciente... Se nós realmente a realizarmos, o empreendimento será absolutamente único na vida da humanidade na Terra.”

—William D. Ruckelshaus, Ex-diretor da Agência de Proteção Ambiental “Toward a

Sustainable World”, 1989

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despeito da recente recessão econômica norte-americana, a vida para a maioria das pessoas nos países ocidentais é boa. Hoje, o norte-americano médio desfruta de luxos desconhecidos

até da realeza em séculos passados: chuveiros quentes, vasos sanitários, ar condicionado central, fornos de micro-ondas, aviões a jato, frutas frescas no inverno, televisão digital de tela grande, e-mail

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Capítulo 10 - Agressividade

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C A P Í T U LO

Agressividade

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MACHUCAR OS OUTROS

Nosso comportamento em relação uns aos outros é o mais estranho, mais imprevisível e mais inexplicável de todos os fenômenos com os quais somos obrigados a conviver. Em toda a natureza, não há nada tão ameaçador para a humanidade quanto a própria humanidade.

—Lewis Thomas (1981)

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mbora a previsão irônica de Woody Allen de que, “em 1990, o sequestro será o modo dominante de interação social” não tenha se cumprido, os anos desde então não foram muito serenos. O

horror do 11 de setembro de 2001 pode ter sido a mais dramática violência recente, mas, em termos de vidas humanas, não foi a mais catastrófica. Mais ou menos na mesma época, estima-se que a carnificina humana da guerra tribal no Congo estava tirando 3 milhões vidas, com algumas das vítimas sendo agredidas até a morte com facões e muitas outras morrendo de fome e doenças depois

O que é agressividade?

Quais são algumas das teorias da agressividade?

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