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9 TRANSAS E TRANSAÇÕES NA COMUNICAÇÃO

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Figura 9.1

TRANSAS E

TRANSAÇÕES NA

COMUNICAÇÃO

Um diálogo entre juiz e bandeirinha.

TRANSAS E TRANSAÇÕES NA COMUNICAÇÃO

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Na Figura 9.1 há um diálogo entre um juiz de futebol e um bandeirinha, isto é, aquele que corre pelas laterais do campo. Vamos ver o que eles dizem.

Que times jogam hoje?

Palmeiras e Corinthians.

Os quadros jogam com todos os titulares?

Sim.

Então vamos começar, que está na hora.

Se você se lembra dos Estados do Eu, vai ver que eles estão usando o Estado ADULTO (A). Não há emoções, sentimentos. Há apenas informações.

Quando duas pessoas dialogam, elas enviam mensagens. Assim, o juiz enviou uma mensagem ao bandeirinha, que respondeu.

Essa comunicação se chama transação. Numa relação interpessoal, de envio e recebimento de mensagem, há ações que passam de uma pessoa para outra. Essa ação se chama transação, isto é, ação que passa de um para outro

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7 COLECIONANDO FIGURINHAS E TROCANDO SELOS

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COLECIONANDO

FIGURINHAS E

TROCANDO SELOS

A criança é capaz de expressar os sentimentos de amor, raiva, medo, inadequação e outros, de maneira natural e espontânea.

No início de sua vida, reage naturalmente com comportamentos típicos:

Medo

Fuga

Raiva

Choro

Amor

Riso

As crianças, no entanto, vão aprendendo sentimentos sociais e adaptados.

Assim:

fugir da dor. procurar o prazer. esconder as emoções. temer o estranho.

A criança vai aprendendo a colecionar certos tipos de sentimentos, como se estivesse colecionando selos, isto é, selos psicológicos. Marcos vive numa família, em que sempre lhe dizem:

– Tira a mão daí, se não tirar, apanha. (Selo de medo.)

– Vou lhe dar uma surra. (Selo de medo.)

– Eu te soco na parede. (Selo de medo.)

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RELAÇÕES HUMANAS

Essa criança formou um álbum de selos psicológicos de medo.

Selos = Sentimentos

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Capítulo 7. Comunidades terapêuticas: ponto de mutação no atendimento dos hospitais psiquiátricos

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Comunidades terapêuticas: ponto de mutação no atendimento dos hospitais psiquiátricos

O movimento de humanização dos hospitais psiquiátricos, iniciado por

Philippe Pinel em fins do século XVIII, teve seu apogeu com o surgimento das comunidades terapêuticas a partir de meados do século XX.

A expressão “comunidade terapêutica” foi pela primeira vez empregada incidentalmente por Sullivan (1931) para designar a ação benéfica que uma coletividade poderia ter sobre o doente mental. Foi com Maxwell Jones que se popularizou e passou a ser empregada na sua acepção atual, a partir de seu livro, considerado um clássico na literatura psiquiátrica, publicado em 1953 com o título A comunidade terapêutica. Por sua vez, segundo Rodrigué (1965), foi Maine, em um artigo intitulado “O hospital como instituição terapêutica”

(1946), quem propôs de maneira explícita a participação tanto da equipe técnica como dos pacientes na estruturação da rotina hospitalar com objetivos terapêuticos.

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Capítulo 19. Grupoterapeutas: com que “formação” (ou aprendizagem)?

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Grupoterapeutas: com que

“formação” (ou aprendizagem)?

“FORMAÇÃO” OU APRENDIZAGEM?

A expressão “formação”, referindo-se ao treinamento e à especialização de profissionais da área “psi”, surgiu com a psicanálise, a partir do modelo tripartite (análise pessoal, supervisão e seminários teóricos) criado por

Eitington a pedido de Freud. Essa expressão, consagrada pelo uso, estendeuse a outras áreas e sistemas teóricos, e hoje identifica especializações distintas tais como a “formação” em psicodrama psicanalítico, Gestalt-terapia, dinâmica de grupo, terapia familiar sistêmica, grupoterapias, etc.

Como não julgo inocente a escolha das palavras para identificar aquilo a que se propõem, penso que a opção, no caso presente, trai a intenção precípua de quem a propôs ou adota: caracterizar um processo de ensino calcado na idéia de “pôr em uma forma desejável e preconcebida” os desígnios profissionais dos discípulos dessas correntes ou escolas psicoterápicas, consoante postulação e interesses de seus mestres. Por discordar dessa postura, optei por utilizar a expressão “referenciação” para caracterizar o processo de aprendizagem que preconizo e proponho nos cursos de capacitação ou especialização que ministro. Seu objetivo primordial é apresentar os marcos referenciais teóricos preexistentes que possam balizar ou guiar o trabalho com grupos; deixar os alunos livres para escolher os que lhes pareçam mais adequados para preencher suas expectativas pessoais quanto à orientação que possam lhes fornecer; e estimulá-los a buscar um caminho próprio que evite adesões acríticas ao pensamento alheio e que se alicerce antes na criatividade que exercitem do que na imitação a que se habituem.

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Capítulo 20. O futuro das grupoterapias

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O futuro das grupoterapias

Há algum tempo as grupoterapias deixaram de ser consideradas uma forma menor de abordagem terapêutica ou uma alternativa para as psicoterapias individuais. Hoje, e cada vez mais, assumem a posição de relevo que lhes corresponde no universo das práticas psicoterápicas.

Houve época em que se atribuía valor e importância às abordagens grupais apenas por suas vantagens quanto ao custo por paciente. Se ainda restassem dúvidas quanto à eficácia das grupoterapias, bastaria que se fizesse menção a esta observação feita por Yalom (2006), cujas credenciais como pesquisador e professor de uma das mais respeitadas universidades norteamericanas o tornam indiscutível referência na área “psi”:

Em uma revisão de 32 estudos experimentais controlados que comparam as terapias de grupo e individual, a terapia de grupo foi mais efetiva do que a individual em 25% dos estudos; nos outros 75% não houve diferenças significativas entre elas.

Não seria possível falar no futuro das abordagens grupais sem considerálo à luz de suas origens e levar em conta as vicissitudes de sua evolução até o presente.

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Capítulo 4. As formas híbridas de terapia grupal

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As formas híbridas de terapia grupal

PSICODRAMA PSICANALÍTICO

Prenunciando a vertente interdisciplinar que nas últimas décadas tem nutrido os avanços do conhecimento humano em todas as suas dimensões, as teorias que, até meados do século XX, sustentavam o trabalho com grupos e que eram referenciadas pelo paradigma linear foram acopladas por alguns autores, seja pela percepção de suas limitações na abordagem terapêutica a que se destinavam, seja pelo desejo de ampliar seu espectro de opções técnicas quando se tratava de pacientes que eram de difícil acesso com os recursos disponíveis para cada metodologia isoladamente.

O psicodrama surgiu, como vimos, contemporaneamente à psicanálise e com ela estabeleceu liames interdisciplinares, dando origem ao denominado psicodrama psicanalítico. Assim, inicialmente na França nos anos de 1950 com Lebovici e Farreau (que propuseram a denominação para esta técnica híbrida) e mais tarde, na década de 1960, na Argentina, tomou significativo impulso esta modalidade de terapia grupal, também empregada com pacientes individuais, tendo o terapeuta como diretor da cena dramática e os egos auxiliares, o que caracteriza um setting grupal mesmo no atendimento a pacientes isolados.

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Capítulo 1. Breve histórico das terapias grupais a partir da psicanálise

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Breve histórico das terapias grupais a partir da psicanálise

O grupo como um espaço terapêutico remonta a tempos imemoriais.

Pode-se imaginar seres primevos intercambiando cuidados, seja no contexto das famílias primordiais ou nos arcaicos clãs que esboçaram a ordem social, quando a linguagem verbal não passava de grunhidos para veicular emoções ou para tentar expressar conteúdos fragmentários de pensamento e mais se valia do não-verbal para comunicar as necessidades uns aos outros.

Dê-se agora um salto por muitos milênios do processo de civilização até o século XX, para encontrar aquele que se considera o protótipo de um grupo com objetivos explicitamente terapêuticos, na experiência de Pratt com seus pacientes tuberculosos. Ele observou que esses pacientes, reunidos na sala de espera de um dispensário enquanto aguardavam suas consultas, interagiam e estabeleciam relações emocionais que melhoravam seu estado de ânimo. Isso o estimulou a reuni-los, inicialmente para dar-lhes um curso de higiene pessoal, e logo mais com o propósito de que trocassem suas experiências na maneira como enfrentavam a enfermidade. Mais adiante, introduziu no grupo o testemunho de pacientes que se haviam curado, para animá-los com esperança em relação aos resultados do tratamento, prática que foi retomada depois pelos chamados “grupos de auto-ajuda”. Assim, ele estabeleceu um setting grupal que consistia em reuniões semanais de uma hora e meia de duração com a presença de aproximadamente 20 pacientes, sentando-se a seu lado aqueles que haviam mostrado progressos e podiam se constituir em exemplos a ser seguido pelos demais.

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Capítulo 2. Psicodrama: uma terapia grupal desde suas origens

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Psicodrama: uma terapia grupal desde suas origens

Método psicoterápico de grupo por excelência, o psicodrama, desde seus primórdios, estabeleceu um setting basicamente grupal, com a presença do terapeuta (diretor de cena), seus egos auxiliares e os pacientes (tanto como protagonistas como público). Aliás, a expressão “psicoterapia de grupo” foi utilizada pela primeira vez por Moreno, médico vienense criador do psicodrama.

Moreno vincula a criação do psicodrama como método psicoterápico de abordagem de conflitos interpessoais ao seguinte episódio, ocorrido em 1922, quando, segundo ele, houve a passagem do teatro da espontaneidade que criara anteriormente para o teatro terapêutico, e que vai logo a seguir transcrito com suas próprias palavras:

Tínhamos uma jovem atriz, Bárbara, que se sobressaía em papéis de ingênua e que se enamorou de Jorge, um espectador que se sentava na primeira fila, com o qual desenvolveu um romance. Casaram-se e nada mudou, continuando ela a ser a principal atriz e ele o principal espectador, por assim dizer. Um dia Jorge me procurou dizendo que não podia mais suportar este ser tão angelical e doce nas apresentações, mas que na convivência privada com ele se comportava como um ser endemoniado, ofendendo-o e até mesmo o agredindo fisicamente.

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Capítulo 6. Grupos terapêuticos experimentais

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Grupos terapêuticos experimentais

Neste tópico incluímos aquelas modalidades de terapia grupal que não se sustentam em referenciais teórico-técnicos definidos e foram criados um tanto aleatoriamente, a partir da intuição de seus criadores ou do desejo de prospectar novas aplicações dos contextos grupais com objetivos de mobilizar emoções e obter resultados supostamente terapêuticos.

GRUPOS DE AJUDA RECÍPROCA (“AUTO-AJUDA”)

Os grupos de ajuda recíproca na área de saúde (impropriamente chamados de auto-ajuda, já que a proposta neles implícita é que uns ajudem aos outros) surgiram como desdobramentos dos AA (Alcoólicos Anônimos).

Os grupos AA surgiram nos Estados Unidos em 1935, a partir do encontro de dois alcoólatras tentando superar seus problemas com a bebida, um corretor da bolsa de Nova York e um cirurgião de uma cidade de Ohio. Depois expandiram sua experiência de mútua ajuda para outros alcoólatras e assim criaram um programa que hoje alcança milhares de dependentes do álcool em inúmeros países do mundo.

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Capítulo 8. O impacto dos novos paradigmas sobre as terapias grupais

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O impacto dos novos paradigmas sobre as terapias grupais

Por novos paradigmas entende-se uma maneira sintética e conveniente de aludir

às mudanças pelas quais passaram a teoria e a prática científicas nas últimas décadas

Dora Schnitman

Nas últimas décadas, ocorreram significativas mudanças de paradigma no pensamento científico e trouxeram como inevitáveis conseqüências não só a necessidade de se revisar, atualizar e transformar conceitos e teorias que davam substrato às psicoterapias em geral, como também a promoção de importantes modificações na práxis clínica com o surgimento de novas abordagens psicoterápicas. As psicoterapias, especialmente as grupoterapias – como e por que se verá logo adiante – foram significativamente influenciadas por tais mudanças.

O pensamento científico pautou-se, até meados do século XX, pelo denominado paradigma linear, padrão causa-efeito. Procuravam-se causas para explicar os fenômenos que a natureza nos apresentava. A cena, real ou fantasiada, de Newton presenciando a queda da maçã e formulando a lei da gravidade é emblemática desses tempos.

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Capítulo 9. Terapia familiar sistêmica: a expressão clínica dos novos paradigmas

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Terapia familiar sistêmica: a expressão clínica dos novos paradigmas

Enquanto as modalidades de terapias grupais provenientes do contexto do paradigma linear originaram-se no seio de uma única disciplina ou referencial teórico-prático (ainda que posteriormente vindo constituir formas híbridas, como mencionamos), a Terapia Familiar Sistêmica (TFS) nasceu sob a égide da interdisciplinaridade. Para todos os efeitos, considera-se ter ela nascido com o grupo constituído em torno da figura do antropólogo George

Bateson, em Palo Alto, na Califórnia, nos idos dos anos de 1950. Recorde-se que este grupo era marcadamente heterogêneo quanto à procedência profissional de seus membros constituintes. Participavam da constituição inicial, além de Bateson, Jay Haley, estudante de comunicação que analisava filmes de ficção; John Weakland, engenheiro químico (que se “converteu” à antropologia, tendo sido aluno de Bateson); Don Jackson, psiquiatra. A eles depois vieram agregar-se, entre outros, o filósofo e lingüista Paul Watzlawick e a assistente social Virginia Satir.

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Capítulo 14. Grupos heterogêneos e homogêneos

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Grupos heterogêneos e homogêneos

GRUPOS HETEROGÊNEOS

No auge do trabalho com grupos analiticamente orientados entre as décadas de 1950 e 1970, a noção de heterogeneidade era dada pela diversificação dos elementos psicopatológicos apresentados pelos participantes do grupo. Dizia-se que quanto maior fosse o espectro da sintomatologia e dos traços de caráter dos pacientes mais adequada era a composição do grupo.

Assim, procurava-se evitar que em um mesmo grupo houvesse dois ou mais pacientes com um mesmo quadro depressivo, fóbico ou obsessivo-compulsivo. Da mesma maneira, entendia-se que as indicações e contra-indicações para um atendimento grupoterápico não diferia das referidas para uma psicoterapia individual psicanalítica, ou seja, neuróticos em geral eram considerados aceitáveis para compor um grupo, mas pacientes com traços marcadamente paranóides, esquizóides, maníacos ou com sérios transtornos de conduta eram rejeitados. Da mesma forma, pacientes psicóticos não eram selecionados, mesmo fora de surtos, por se enquadrarem na categoria dos incapazes de estabelecer transferências e de obter insight das motivações inconscientes de seus atos. Enfim, os critérios continuavam circunscritos aos da psicanálise como método psicoterápico.

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Capítulo 3. A contribuição da dinâmica de grupos

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A contribuição da dinâmica de grupos

A dinâmica de grupos, expressão criada por Kurt Lewin para o estudo dos fenômenos grupais a partir da teoria da Gestalt, não se constitui em uma proposta de abordagem terapêutica para os grupos; no entanto, por ter sido seu autor quem primeiro estudou o grupo como tendo sua própria identidade como sistema, com fenômenos que lhe são peculiares e princípios gerais que regem seu funcionamento, é imperioso que se considere a dinâmica de grupo como um dos pilares das terapias grupais.

Para Lewin os fenômenos grupais só se tornam inteligíveis ao observador que consente em participar da vivência grupal. Segundo ele, tais fenômenos não podem ser observados “do exterior”, assim como também não podem ser estudados como fragmentos para ser examinados a posteriori, como preconizavam os atomistas em sua época. Isto o levou a formular a aproximação metodológica denominada pesquisa-ação, em que não só o observador era incluído no grupo como não se escotomizava o fato de que tal inclusão o modificava, o que, no entanto, não invalidava a proposta investigatória.

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Capítulo 17. Laboratórios de relações interpessoais

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Laboratórios de relações interpessoais

Os laboratórios de relações interpessoais são espaços de convivência grupal em que se exercitam práticas interativas que visam, primordialmente, a mudar pautas estereotipadas de relacionamentos interpessoais.

Mesmo que a maior parte dos laboratórios não tenham propósitos explicitamente terapêuticos, são inegáveis os benefícios dessa natureza que aportam a seus participantes. Como afirmava Pichon-Rivière, ao estabelecer analogias entre as funções pedagógicas e terapêuticas, quando estamos aprendendo, estamos abandonando outras maneiras de ver o mundo ou a realidade, e os propósitos de uma terapia são justamente que os pacientes abandonem suas maneiras estereotipadas e dilemáticas de lidar com suas questões existenciais.

Para o grupo familiar, criamos uma modalidade de atendimento que emprega a metodologia dos laboratórios, e que passamos a descrever.

Em princípio, tais laboratórios objetivavam proporcionar um enquadre no qual pudéssemos melhor investigar e compreender as peculiaridades de novas estruturas familiares emergentes no contexto sociocultural do mundo ocidental contemporâneo: as chamadas famílias reconstituídas a partir de casais provindos de casamentos anteriores e que haviam tido filhos nesses casamentos.

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Capítulo 18. Avaliação de resultados em grupoterapias

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Avaliação de resultados em grupoterapias

Não obstante a grupoterapia analítica ter sido introduzida no Brasil há mais de 50 anos, e desde então outras modalidades de atendimento grupal terem aparecido e se desenvolvido entre nós, temos uma significativa carência de estudos que se proponham a avaliar seus resultados. Ao que parece, a primeira tentativa de fazê-lo foi a de David Zimmermann, em um trabalho apresentado no IV

Congresso Internacional de Psicoterapia de Grupo em Viena (1968) e publicada no ano seguinte como capítulo de seu livro Estudios de psicoterapia analítica de grupo (1969), cuja edição original foi em espanhol e publicada na Argentina.

Nesse relato, o autor apresenta os resultados de sua experiência de 15 anos com a grupanálise de grupos heterogêneos, com uma casuística de 110 pacientes.

Tanto quanto é de nosso conhecimento, não houve outra avaliação similar até a que apresentamos como capítulo do livro Grupos: teorias e práticas, publicado pela Artmed em 2000 e atualmente esgotado. Nesse relato apresentamos a avaliação dos resultados em 180 pacientes atendidos ao longo de 25 anos de prática grupoterápica com grupos heterogêneos. Pela escassez de estudos similares em nosso meio, entendemos que seria útil reproduzilo na íntegra e tal qual foi publicado anteriormente.

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