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Capítulo 12. Avaliação de talentos nas organizações

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O contexto organizacional é um dos espaços onde se pode observar, de forma mais explícita, as intensas mudanças de paradigmas, protocolos e processos impostos pela globalização (Pereira, 2017), pela aceleração no fluxo de inovações em tecnologia, pela rapidez de acesso às informações e pelo aumento da competitividade entre as empresas (Ramos & Marques, 2014). Todo esse processo de evolução da área, associado ao ambiente cada vez mais competitivo, demandou da psicologia organizacional e do trabalho (POT) uma conduta mais dinâmica, tecnológica e contextualizada às necessidades do mercado de trabalho atual (Gontijo, 2005), envolvendo, principalmente, a adoção de técnicas relacionadas à gestão da empresa e de seus recursos humanos.

Entre as atuais demandas, o maior desafio enfrentado para assegurar condições de competitividade da organização tem sido a gestão de talentos (Ramos & Marques, 2014), uma vez que “[...] as empresas que implantarem estratégias que atraiam, desenvolvam e retenham profissionais em potencial terão maiores chances de enfrentar a concorrência e ganhar o mercado” (Ramos & Marques, 2014, p. 90). As empresas buscam identificar e atrair os talentos do mercado externo e reter os existentes em seu quadro de funcionários, e, assim, estão voltando seus olhares, cada vez mais e de maneira mais criteriosa, para o capital intelectual presente dentro e fora da organização, em busca de talentos que possam agregar valor e impulsionar o crescimento organizacional (Becker & Nicácio, 2012).

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Capítulo 16. Avaliação do engajamento no trabalho

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A valiar o engajamento no trabalho é uma medida que muitas organizações estão implantando em suas práticas na gestão de pessoas, principalmente pelo componente motivacional desse construto. Não obstante, alguns cuidados precisam ser tomados para que essa mensuração atinja as finalidades a que se propõe. Primeiro, é preciso compreender de modo aprofundado o conceito de engajamento e diferenciá-lo de outros construtos que tratam de outras facetas do vínculo do trabalhador com seu trabalho.

Schaufeli (2018), em seu capítulo sobre o que é o engajamento no trabalho, discute suas diferentes definições e apresenta sua evolução conceitual, demonstrando que o modelo teórico Job-Demand Resources (RDT, Recursos e Demandas de Trabalho) é a base epistemológica que apresenta evidências científicas mais robustas, com verificação de suas proposições em 24 países, incluindo o Brasil. Com base na psicologia positiva, a teoria RDT caracteriza o engajamento no trabalho como um estado mental positivo de direcionamento da energia laboral das pessoas em prol de atuar produtivamente naquilo que mais as realiza e que lhes gera o mais elevado prazer (Schaufeli & Bakker, 2004; Schaufeli, Djistkra, & Vazquez, 2013; Vazquez, 2018). A compreensão clara desse construto, de sua fundamentação teórica e dos avanços científicos na área é o fator primário para que sua avaliação seja efetiva no cotidiano das práticas profissionais e organizacionais.

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Capítulo 9. Cartografando: uma alternativa teórico-metodológica para o mapeamento de competências

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Se perguntas onde fui,

devo dizer: o mar.

Estive sempre ali,

mesmo estando a mudar.

Foi ali que escrevi

tua pele, teu suor.

Ao tempo, seus faróis.

Não mudei de mudar.

O que mudou em mim,

senão andar mudando

sem nunca mais mudar?

Quem mudará em mim,

se não sei mudar? [...]

(Nejar, 1977)

E ste capítulo, em certa medida, ­sintetiza grande parte de minhas reflexões ­sobre a relação entre o trabalho, as pessoas e a noção de competência. Nessas reflexões, o tema desenvolvimento de pessoas é ­transversal. De certa forma, ele retrata muito minha trajetória como docente pesquisadora ao longo dos anos.

Embora a temática central deste capítulo seja o mapeamento de competências nas organizações, as ideias e as reflexões aqui apresentadas veiculam implicitamente tudo o que fui vivenciando e apreendendo sobre o mundo do trabalho durante minha trajetória profissional, com colegas, alunos e organizações, e ao longo de minha formação, da graduação em Psicologia ao doutorado em Administração.

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Capítulo 57. Por que existem pessoas preconceituosas? entenda por que julgamos o outro

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Imagine uma criança que acabou de nascer e, sem experiências anteriores, começa a interagir com o meio ambiente. Como se sua mente fosse ainda um papel em branco, sem qualquer registro anterior, as vivências vão, aos poucos, criando um pequeno rastro de experiências, que vai sendo registrado. É dessa forma que a vida compila as primeiras memórias no cérebro infantil.

Obviamente, a consciência, como a entendemos na idade adulta, está longe de existir, e apenas as impressões do que estamos passando são vagarosamente catalogadas. Como estamos em pleno crescimento, ainda não enxergamos bem, não ouvimos corretamente e nossa coordenação motora ainda não é satisfatória.

Apenas próximo aos 2 anos de idade é que a nossa autoconsciência surge e, com ela, seguimos a passos largos, aprendendo e aprimorando as experiências de vida pelas quais vamos nos submetendo.

É assim que adquirimos repertórios dos mais variados comportamentos, como, por exemplo, como reagir frente às pessoas conhecidas, como interagir com os estranhos, como obter o que desejamos de nossos pais (p. ex., fazendo “gracinhas” ou birra), e compomos, assim, um esquema mental maior de ações, sempre à disposição para ser consultado quando uma nova situação se apresenta.

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Capítulo 50. Controle sua raiva, antes que a raiva controle você

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Aqui está um sentimento frequente em nosso cotidiano – mais do que deveria, acredito. Mas, por várias razões, é ainda uma questão desconhecida pela maioria das pessoas, mesmo que quase todos experimentem essa reação vez ou outra.

Creio que vale a pena saber um pouco mais a respeito. Acompanhe-me.

A raiva é uma emoção básica produzida pela nossa amígdala cerebral – o centro identificador do perigo –, e, uma vez disparada, pode variar de intensidade, começando em uma leve irritação, passando por uma frustração mais intensa e até mesmo atingindo um grande estado de fúria.

Assim como nas outras emoções mais primitivas – a tristeza e o medo –, sua manifestação é acompanhada por importantes mudanças fisiológicas, como frequência cardíaca aumentada, pressão sanguínea elevada e intensa liberação de alguns hormônios.

Proveniente de vários estímulos, ela pode ser “acionada” por fatores externos, como uma exaltação causada por alguém que nos trata de maneira desrespeitosa, ou por fatores internos, como nos recordarmos de um evento passado do qual nos arrependemos por ter agido de “cabeça quente”.

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Capítulo 15. Ano novo, vida nova: a psicologia da virada do ano

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Curioso observar o que ocorre com a maioria das pessoas na entrada do ano novo, já percebeu?

De fato, somos tomados por um sentimento de novidade e vigor, que nos faz, por algum tempo, acreditar que, efetivamente, as coisas no ano que se inicia serão diferentes do passado recente e que, “desta vez”, teremos força suficiente para enfrentar os obstáculos que nos fizeram escorregar nos anos anteriores.

Assim, seguimos nos primeiros dias, confiantes e esperançosos, fazendo promessas, planos e cheios de energia, nos preparando para a nova fase que se inicia. As primeiras semanas trazem uma determinação pessoal pouco comum, se comparadas às outras restantes do ano.

Tamanha é a força dessa disposição interna, que até a imagem refletida no espelho, costumeiramente cheia de imperfeições, sofre sutis alterações, e nossos velhos parceiros – os defeitos – começam a exibir uma outra perspectiva, digamos, menos “repugnantes” aos nossos olhos.

É um estado de espírito diferente, e você, que já deve ter passado por isso tudo, percebe a nova dimensão em que entramos.

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Capítulo 2. Avaliação de fatores psicossociais no trabalho

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A avaliação de fatores psicossociais no trabalho ganhou importância devido às robustas evidências científicas sobre os impactos de tais fatores na saúde laboral das pessoas e, mais recentemente, à sua relação com o bem-estar dos trabalhadores e os resultados organizacionais (Schaufeli, 2017a; Vazquez, Efrom, & Hutz, 2018). Desde 1980, os fatores psicossociais no trabalho (FPTs) são um tema de destaque na área. Em 1984, a Orga­nização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) trabalharam em um comitê conjunto, em Genebra, e publicaram, em seguida, um dos primeiros relatórios sobre o tema (International Labour Office [ILO], 1986). Já nesse documento, FPTs são definidos como um fenômeno complexo de interação entre variáveis psicológicas e sociais no contexto laboral, em suas diferentes formas de organização em processos de trabalho e na gestão destes. O conceito centra-se não apenas nos fatores psicossociais em si, mas em sua relação interativa com o ambiente laboral, constituída na troca das pessoas com as organizações e destas com os processos de trabalho desenhados na sociedade em que atuam. A definição enfatiza que:

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Capítulo 38. O açúcar consumido durante a gravidez pode causar impactos severos nas crianças

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Não é de hoje que algumas pesquisas se debruçam sobre os efeitos que certos alimentos consumidos pelas mães durante a gestação podem criar na saúde do feto. Cafeína, gordura, alguns queijos não pasteurizados (como camembert e brie) e carne crua, entre outros, já foram objetos de estudos e de reiterados avisos sobre os impactos na formação do bebê.1

Também é de amplo conhecimento que uma alimentação desbalanceada durante a gravidez pode privar o organismo de cálcio, ferro, iodo e outras vitaminas, o que, após o nascimento, leva a deficiências significativas na capacidade de aprendizagem da criança, cria problemas comportamentais que provocam atraso no desenvolvimento da linguagem e causa piora expressiva no desenvolvimento de certas habilidades motoras, se comparadas às de crianças que foram bem nutridas e alimentadas.2

Um novo estudo, no entanto, procurou examinar a possível associação entre o consumo de açúcar (sacarose, frutose, bebidas adoçadas, refrigerantes dietéticos e sucos de frutas) e as habilidades futuras de raciocínio, exibidas após o nascimento da criança.3 Embora isso já tenha sido pesquisado anteriormente, os achados agora vão um pouco mais além. Ainda que o material não tenha sido publicado, já podemos analisar com mais cuidado os resultados.

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Capítulo 2. Estresse na gravidez? o trauma pode ser herdado pelos filhos?

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Já se tornou um clássico, em praticamente todas as narrativas de saúde mental, associar experiências de privação e de abuso vividas nos primeiros anos de vida à (quase) inevitável ocorrência de dificuldades na vida adulta.

Existe muitos textos e investigações científicas a esse respeito e, se eu fosse listá-los, ainda que de maneira genérica, levaria alguns meses para explicá-los por completo.

Claro, desde cedo, a costumeira má relação com algum membro da família, que se arrasta por toda uma existência, é, possivelmente, apontada como a base das mazelas e das inquietudes pessoais da maturidade. Prato cheio para terapeutas e analistas de todos os gostos e espécies.

Pois bem, para além das teorias mais atuais, entretanto, há certas pesquisas que têm analisado alguns elementos que fogem dessa “paisagem psicológica” mais tradicional e que merecem sua atenção: existiriam fatores que podem impactar na saúde mental antes mesmo do nascimento do bebê?

Descobriu-se que o período pré-natal do desenvolvimento humano é, na verdade, um momento em que o meio ambiente exerce uma influência significativa na modelação da fisiologia do feto.

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Capítulo 61. Dinheiro traz felicidade? e casamento? entenda o que pode influenciar nessa busca

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Não é de hoje que a felicidade é perseguida por todos nós, sem exceção. Você, leitor, por acaso, também quer ser feliz? Saiba que durante muito tempo acreditou-se que a felicidade dependia dos desígnios dos deuses. Essa concepção religiosa da felicidade foi presente durante muitos séculos e em várias culturas. Entretanto, no século IV a.C., Sócrates inaugurou uma concepção a partir da qual buscar a felicidade se tornou uma tarefa de responsabilidade do próprio indivíduo.

A Revolução Francesa, por exemplo, também estabeleceu que o objeti­vo da sociedade devesse ser a obtenção da felicidade de seus cidadãos. E, nos tempos atuais, a felicidade é considerada um valor tão precioso que a Declaração de Independência dos Estados Unidos registra que “todo homem tem o direito inalienável à vida, à liberdade e à busca da felicidade”.

No entanto, se a felicidade depende de nós, para buscá-la é preciso primeiro saber o que ela é. Para sanar a dúvida, consultei o dicionário Aurélio e encontrei o seguinte: “s.f. Estado de perfeita satisfação íntima; ventura. / Beatitude; contentamento, grande alegria, euforia, grande satisfação. / Circunstância favorável, bom êxito, boa sorte, fortuna”.

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Capítulo 69. Por que às vezes temos crises psicológicas? entenda mais sobre elas

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Tão velha como a história da humanidade, talvez seja a história da crise psicológica. Desde o momento em que nos tornamos inteligentes, a consciência de que “algo” dentro de nós não vai bem sempre nos acompanhou. Registros na Bíblia, bem como no Alcorão, já apontam, junto aos primeiros seres humanos, a manifestação de questões que teriam assolado nosso espírito e nos colocado em estado de desequilíbrio.

Ter comido o fruto proibido fez Adão e Eva serem expulsos do Jardim do Éden, e, assim, ao que tudo indica, ter se tornado mais lúcido criou uma consequência impactante.

Embora existam algumas centenas de explicações derivadas das teorias da psicologia moderna, creio que aprender a manejar os momentos de crise seja uma das habilidades mais importantes para assegurar nosso equilíbrio emocional.

Mas, em primeiro lugar, o que é uma crise? A palavra “crise” deriva do grego krisis, que, em português, significa: decisão, distinção, separação. Isto é, a crise se manifesta sempre que há necessidade de mudança ou alguma decisão a ser tomada.

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Capítulo 6. O estresse e a perda de memória

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Já não é de hoje que ouvimos que há centenas de consequências decorrentes dos estados de estresse junto ao nosso organismo: arritmias, infarto e AVC, hipertensão arterial, aumento da glicemia e do colesterol, depressão, queda do sistema imune, além de vários outros.

O que possivelmente você ainda desconhece é o fato de que o estresse contínuo – aquele ao qual você “naturalmente” se acostuma – pode levar também a problemas mais sérios de memória.

Um estudo publicado demonstrou a relação entre a memória de curto prazo e o estresse prolongado.1

Em uma pesquisa utilizando modelos animais (ratos) em um labirinto experimental, cientistas introduziram em um ambiente tranquilo, um rato intruso bem maior e, para aumentar o desconforto, fizeram-no de maneira repetida com a passagem do tempo.

Aqueles ratos que foram constantemente expostos ao intruso agressivo apresentaram um comportamento bastante curioso: eles, na tentativa de fuga, levavam muito mais tempo dentro do labirinto para lembrar onde estava o buraco de fuga (se comparado ao tempo anterior, sem a presença do predador no ambiente).

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Capítulo 39. A atenção dos pais pode influenciar no desenvolvimento do bebê

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Não é novidade para nenhum de nós que a primeira infância é de vital importância para o desenvolvimento do cérebro de uma criança.

Investigações já comprovaram que ser criado em um ambiente familiar com mais tranquilidade e equilíbrio tem o poder de transmitir uma dose positiva de segurança emocional às crianças, o que favorece a construção de uma autoestima mais fortalecida e uma melhor capacidade para lidar com o estresse à medida que se desenvolvem, além de boas habilidades para o manejo das situações interpessoais futuras.

Assim, aqueles filhos que são criados em ambientes com mais atenção parental se sentirão mais seguros, aumentando progressivamente a construção da autonomia e da independência, que ainda estão em formação nas fases iniciais da vida.

E o oposto é igualmente verdadeiro: crianças criadas em ambientes caóticos e desorganizados desenvolvem maiores vulnerabilidades emocionais, o que resulta em uma infância e adolescência mais problemáticas; em uma grande parcela dos casos, essas dificuldades ainda são perceptíveis na vida adulta.1

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Capítulo 9 - Resiliência e parentalidade preventiva

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Evelyn Eisenstein, Tito De Morais e Emmalie Ting

A questão de quão cedo é considerado realmente prematuro para crianças e adolescentes usarem dispositivos tecnológicos e redes sociais na internet ainda é um tema muito controverso para muitas famílias, para profissionais de saúde e outros profissionais. Envolve considerações éticas, educacionais e de segurança, bem como todas as repercussões comportamentais que têm consequências positivas ou negativas para a saúde mais tarde na vida. Ainda não há pesquisas longitudinais suficientes, embora os relatos e as evidências tenham começado a aparecer e estejam sendo publicados em bibliografias científicas e gerais. Essa questão continua sendo preocupante para muitos especialistas e até para alguns pais, que estão preocupados com os limites e os critérios para a definição de uma simples distração durante as brincadeiras versus uma dependência precoce de internet e que esperam descobrir maneiras de reconhecer os sinais e sintomas de dependência de internet durante a infância e a adolescência (Carr, 2011).

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Capítulo 9 - A análise funcional: aplicação dos conceitos

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Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Definir análise funcional;

2Justificar a importância das análises funcionais para a predição e o controle do comportamento;

3Listar, descrever e exemplificar os três níveis de seleção;

4Realizar análises funcionais em contextos controlados de experimentação, utilizando os paradigmas operante e/ou respondente quando for o caso;

5Realizar análises funcionais de comportamentos em contexto aplicado utilizando os paradigmas operante e/ou respondente quando for o caso.

Se quisermos entender a conduta de qualquer pessoa, mesmo a nossa própria, a primeira pergunta a fazer é: “O que ela fez?”. O que significa dizer identificar o comportamento. A segunda pergunta é: “O que aconteceu então?”. O que significa dizer identificar as consequências do comportamento. Certamente, mais do que consequências determinam nossa conduta, mas essas primeiras perguntas frequentemente hão de nos dar uma explicação prática. Se quisermos mudar o comportamento, mudar a contingência de reforçamento – a relação entre o ato e a consequência – pode ser a chave.

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