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Capítulo 11 - Espiritualidade no trabalho

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Espiritualidade no trabalho

Mirlene Maria Matias Siqueira

Maria do Carmo Fernandes Martins

José Carlos Zanelli

Elaine Lima de Oliveira

Espiritualidade é um conceito cada vez mais pesquisado na área dos estudos organizacionais, marcadamente a partir dos anos de 1990, e, portanto, pode ser considerada uma ideia ainda bastante nova dentro dos ambientes de trabalho. No entanto, como afirmam Ashmos e Duchon (2000, p. 135), “[...] certamente não é uma ideia nova em outro lugar na experiência humana [...]”, uma vez que todas as grandes tradições religiosas incentivam não apenas a vida contemplativa como também a busca de seu significado e propósito, colocando como meta o viver em harmonia com os outros e com a natureza.

Parece haver consenso entre os estudiosos de que a espiritualidade se constrói nos contextos socioculturais e históricos, estruturando e atribuindo significado a valores, comportamentos e experiências humanas, materializando-se, por vezes, na prática de um credo religioso específico, como afirmam

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17 Neuroses

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C A P Í T U L O

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Neuroses

No início de sua obra, Freud dividiu os transtornos emocionais, que então ele denominava psiconeuroses, em três categorias psicopatológicas:

1) As neuroses atuais (que estavam em desuso na psicanálise, mas que recentemente voltam a ocupar, com esse mesmo nome, um lugar de destaque, principalmente a partir dos estudos com pacientes somatizadores). 2) As neuroses transferenciais, também conhecidas como psiconeuroses de defesa (que eram as histerias, as fobias e as obsessivas). 3) As neuroses narcisistas (que constituem os atuais quadros psicóticos). Freud afirmava então que somente as neuroses transferenciais poderiam ser tratadas pelo método psicanalítico, visto a transferência ser a matéria-prima da psicanálise, e, na época, a psicanálise não reunia condições para perceber a existência da transferência naqueles pacientes que estavam em um estado de encapsulamento narcisístico próprio das psicoses.

De lá para cá, muita coisa modificou substancialmente na ciência da psicanálise e na da psiquiatria: as síndromes da psicopatologia foram ganhando uma crescente compreensão genético-dinâmica e paralelamente os autores foram ampliando, subdividindo, diversificando, construindo novos modelos e, portanto, aumentando a complexidade nosológica, tal como aparece nas modernas classificações diagnósticas, como o DSM ou o CID. Seguindo o planejamento do presente livro, fica evidente que este capítulo não ficará reduzido à simplória (vista de hoje) classificação original de

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Capítulo 11 - Terapia cognitivo-comportamental em grupo para crianças e adolescentes com transtorno de déficit de atenção/hiperatividade

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TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL EM

GRUPO PARA CRIANÇAS

E ADOLESCENTES COM

TRANSTORNO DE DÉFICIT

DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE

LUZIA FLAVIA COELHO

DEISE LIMA FERNANDES BARBOSA

ORLANDO F. A. BUENO

MÔNICA C. MIRANDA

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transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), conforme denominado na quinta edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-5), da American Psychiatric

Association (APA, 2013), tem como característica essencial um padrão persistente de impulsividade, desatenção e hiperatividade. Os sintomas surgem na infância e, com frequência, persistem na adolescência e na vida adulta, embora sua natureza possa mudar, assim como o indivíduo, que passa por estágios de desenvolvimento (Efron, Hazell, & Anderson, 2011).

Trata-se de um problema de saúde mental bastante frequente em crianças, adolescentes e adultos em todo o mundo. Dados mundiais (incluindo brasileiros) apontam para uma incidência de 6 a 9% em crianças e adolescentes e de

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7 - A Resiliência Familiar e a Equipe Multiprofissional de Dor

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A Resiliência Familiar e a

Equipe Multiprofissional de Dora

Rosane Raffaini Palma

A crise em novo enfoque

Na China, a palavra crise é formada por dois ideogramas, que simbolizam perigo e oportunidade. Uma crise, portanto, pode trazer como possibilidade a atenção ao que de fato importa na vida e alavancar direções anteriormente impensadas. A doença vista como crise leva à descontinuidade no curso de desenvolvimento, acarretando mudanças qualitativas no funcionamento familiar. A mudança dependerá da capacidade de transformação, tendo por base o significado atribuído à situação vivida, buscando adaptação.

Novos horizontes para a pesquisa nas áreas de ciências humanas e sociais têm sido privilegiados, diante do enfoque que a psicologia vem adotando ao estudar processos e percepções das experiências da vida e de desenvolvimento, com ênfase na compreensão do que seja saudável no ser humano, em oposição à psicologia tradicional com enfoque nos desajustes e conflitos. Na perspectiva sistêmica, o conceito de resiliência traz o desafio do conhecimento que justifique os aspectos da saúde familiar.

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Capítulo 12. Avaliação psicológica de pacientes com doenças crônicas não transmissíveis

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AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA DE

PACIENTES COM DOENÇAS

CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

Ariane de Brito

Bruno Luis Schaab

Eduardo Remor

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s doenças crônicas não transmissíveis

(DCNT) têm-se constituído um desa-­ fio e grave problema de saúde ­pública com magnitude mundial, principalmente nos países de baixa e média renda (Macinko,

Dourado, & Guanais, 2001; Organização Mundial da Saúde [OMS], 2017; Schmidt et al., 2011).

Em uma perspectiva biopsicossocial, sabe-se que não apenas fatores biológicos, como a predisposição genética, estão relacionados com o surgimento e o crescimento das DCNT; fatores de risco psicossociais são também importantes preditores. No campo da psicologia da saúde, tem-se procurado conhecer e investigar não só os fatores de risco ou aqueles associados

à progressão de doenças, mas também os fatores de proteção e os comportamentos ­preditores de saúde voltados à manutenção, e promoção de saúde e à prevenção de doenças, além de tratar, reabilitar e paliar as consequências dessas doenças em pacientes já acometidos (Straub, 2014).

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Capítulo 1. Elaboração ou adaptação de instrumentos de avaliação psicológica para o contexto organizacional e do trabalho: cuidados psicométricos

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T rabalhar com instrumentos de avaliação psicológica é um constante desafio, já que pressupõe necessariamente a atualização de conhecimentos por parte do psicólogo. A todo momento, novos testes são lançados, exigindo envolvimento do psicólogo com esses novos instrumentos, seja por meio de estudo, supervisão ou cursos práticos. Além disso, o uso de testes demanda conhecimentos básicos sobre medida em psicologia, ou seja, psicometria, área muitas vezes vista com preconceito por psicólogos, uma vez que envolve certo conhecimento lógico-matemático. Ao conhecer a psicometria, o profissional tem mais condições de avaliar o quanto pode ou não confiar no resultado do teste.

Essa necessidade de atualização não está relacionada somente ao usuário do instrumento, mas também aos responsáveis por sua construção ou adaptação. Devemos nos preocupar com os fundamentos psicométricos dos instrumentos que construímos/adaptamos, pois é preciso que estes gerem interpretações válidas. Além disso, o desenvolvimento da ciência proporciona novas formas de análise estatística dos dados de um teste, obrigando o desenvolvedor a atualizar-se também.

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Capítulo 3 - O querer fazer moral: a dimensão afetiva

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O querer fazer moral: a dimensão afetiva

Assim como o fiz para a dimensão intelectual, e pelas mesmas razões, vou, na apresentação da dimensão afetiva, restringir-me ao tema da moralidade. Penso ser uma escolha justificada porque, por um lado, as variadas forma de “vida boa” concebíveis implicam um amplo leque de investimentos afetivos que é impossível analisar aqui, e, por outro, interessa-nos o vínculo entre moral e

ética, e que esse vínculo, como visto no primeiro capítulo, encontra-se na dimensão afetiva por intermédio do auto-respeito. É, portanto, a progressiva construção do auto-respeito que devemos privilegiar. Quanto ao título que dou ao presente capítulo, ele se justifica se lembrarmos que o dever corresponde a um querer e que, portanto, o sentimento de obrigatoriedade é, ele mesmo, uma forma de querer. Tudo o que vimos no capítulo anterior a respeito da dimensão intelectual depende, para tornar-se ação, desse “querer fazer moral”, da vontade de agir e da intenção com a qual se age. Falta dizer que o sentimento moral de obrigatoriedade é despertado por ou composto de outros sentimentos. Ou seja, para compreender a gênese, a presença e a força do sentimento de obrigatoriedade, é preciso conhecer outros, que, como dito anteriormente, alimentam-no ou o compõem.

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Capítulo 13. Estratégias de Manejo de Caso: Interagircom a Comunidade

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ESTRATÉGIAS DE MANEJO

DE CASO: INTERAGIR

COM A COMUNIDADE

s estratégias de manejo de caso dizem respeito à maneira como o terapeuta reage e interage com o ambiente externo da relação paciente-terapeuta. Essas estratégias concentram-se em como o terapeuta responde a outros profissionais (inclusive outros consultores para paciente, bem como orientadores do terapeuta); familiares e pessoas importantes para a paciente; e outros indivíduos que trazem demandas cotidianas à paciente. As estratégias de manejo de caso não envolvem nenhuma estratégia de tratamento nova. Ao invés disso, elas proporcionam diretrizes de como aplicar estratégias dialéticas, de validação e de solução de problemas a problemas relacionados com o manejo de caso. Existem três grupos de estratégias de manejo de caso, que se equilibram: estratégias de orientação à paciente, estratégias de intervenção ambiental, e estratégias de supervisão/consultoria ao terapeuta.

O “manejo de caso” refere-se a ajudar a paciente a lidar com o seu ambiente físico e social, para promover o seu funcionamento geral e seu bem-estar, facilitar seu progresso rumo a objetivos de vida

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Capítulo 35. Terapia cognitivo-comportamental do transtorno de pânico

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Terapia cognitivo-comportamental no transtorno de pânico

Gisele Gus Manfro

Elizeth Heldt

Carolina Blaya Dreher

O transtorno de pânico é uma condição crônica e recorrente que prejudica a qualidade de vida e o funcionamento psicossocial dos pacientes. Embora os medicamentos sejam considerados efetivos em bloquear os ataques de pânico, frequentemente não são eficazes em diminuir as complicações dessa condição, como a hipervigilância, os comportamentos evitativos e as interpretações distorcidas das sensações físicas. A terapia cognitivo-comportamental

(TCC) tem sido eficaz no tratamento de tais sintomas residuais, tornando-se uma importante modalidade de tratamento para esse transtorno. Neste capítulo, é feita uma breve descrição do quadro clínico do transtorno de pânico, dos conhecimentos atuais sobre sua etiologia e do uso de técnicas cognitivo-comportamentais em seu tratamento. Também são discutidos os alcances e os limites da TCC no transtorno de pânico, as evidências de eficácia, bem como as questões em aberto, os desafios e as perspectivas futuras.

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Capítulo 1. Behaviorismo: definição e história

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Behaviorismo: definição e história

A ideia central no behaviorismo pode ser formulada de maneira simples: uma ciência do comportamento é possível. Os behavioristas têm opiniões diversas sobre o que essa proposição significa e particularmente sobre o que é ciência e o que é comportamento, mas todos concordam que pode haver uma ciência do comportamento.

Muitos behavioristas acrescentam que a ciência do comportamento deve ser a psicologia. Isso é motivo de controvérsia, pois muitos psicólogos rejeitam a ideia de que a psicologia seja uma ciência, e outros, que a tomam como ciência, consideram que seu objeto é algo diferente do comportamento. A maioria dos behavioristas passou a chamar a ciência do comportamento de análise do comportamento. O debate continua sobre se a análise do comportamento faz parte da psicologia, é o mesmo que psicologia ou é independente da psicologia, mas organizações profissionais, como a Association for Behavior Analysis, e revistas, como The Behavior Analyst,

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CAPÍTULO 28 - Aprender a aprender: cuidando da família Aldeia SOS – crianças e mães sociais: um projeto no qual todos os participantes são aprendizes e ensinantes

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CAPÍTULO

28

Aprender a aprender: cuidando da família Aldeia SOS – crianças e mães sociais: um projeto no qual todos os participantes são aprendizes e ensinantes

Selma de Freitas Leitão Torres

Este projeto nasceu de um pedido de uma Instituição social que acolhe em casas-lar crianças cujas famílias estão, temporariamente, impossibilitadas de mantê-las consigo, ao

Instituto FAMILIAE para que houvesse atendimento às crianças que apresentavam dificuldades escolares.

Formamos um grupo de cinco terapeutas familiares sócios colaboradores do Instituto, dos quais dois têm também espe­ cialização em psicopedagogia e propusemos aten­dimentos quinzenais, em grupo, a ser realizado na sede do Instituto. As crianças seriam acompanhadas por uma mãe social que assistiria ao trabalho que ia ocorrendo, pela televisão em outra sala, acompanhada por uma das terapeutas.

Tínhamos como objetivos em relação às crianças:

• Implicá-los no processo de aprendizagem por meio da percepção do que já sabiam e do que necessitam aprender.

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Capítulo 12 - Grade de participação baseada no processo (proceso III)

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GRADE DE PARTICIPAÇÃO

BASEADA NO PROCESSO

(PROCESSO III)

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Resumo de tópicos

• Grade de participação baseada no processo (GPBP, ou Processo III)

• Ilustração de caso

Grade de participação baseada no processo (GPBP, ou Processo III)

A GPBP ou Processo III é uma modificação da torta de responsabilidade (Greenberger & Padesky, 1995). Embora sejam procedimentos muito semelhantes, em minha experiência, a grade de participação parece permitir uma exposição mais progressiva à situação evitada ou considerada vergonhosa. Além disso, ela pode ser particularmente útil para pacientes que não gostam ou que sentem-se desconfortáveis quando solicitados a desenhar. A GPBP geralmente traz um elemento de surpresa quando os pacientes calculam a soma de todas as porcentagens dadas às circunstâncias e às pessoas que participaram do acontecido, e sentem-se menos culpados ou envergonhados ao descobrir que sua participação ou responsabilidade foi mínima ou inexistente. A grade de participação pode ser usada precocemente na terapia, especialmente quando a culpa é uma queixa clara. Por exemplo, uma paciente se sentia culpada por ter sido estuprada, pois concluiu que não deveria ter retornado do trabalho para casa a pé tarde da noite. Ademais, ela não aceitou a carona oferecida por seu chefe para levá-la de carro. Com tais pacientes, essa abordagem pode ser usada precocemente, como uma preparação, mas também como um complemento para o Processo I.

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Capítulo 7. Estratégias e técnicas para mudança em terapia do esquema

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Presságio

O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p’ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar, E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!

Fernando Pessoa

A terapia do esquema (TE) com casais visa o rompimento do ciclo destrutivo da relação, focando na compreensão e no enfraquecimento dos esquemas iniciais desadaptativos (EIDs). Para isso, o terapeuta utiliza ferramentas técnicas (cognitivas, experienciais, comportamentais e interpessoais) a fim de ajudar os parceiros a identificar e reprocessar as emoções relacionadas aos EIDs. O objetivo principal é o desenvolvimento de estratégias saudáveis para suprir necessidades emocionais infantis e adultas na relação conjugal (Behary & Young, 2011).

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Capítulo 9 - Avaliação neurolinguística do idoso

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Avaliação neurolinguística do idoso

LETICIA LESSA MANSUR

ELIANE SCHOCHAT

MARCELA LIMA SILAGI

CAMILA MAIA RABELO

A neurolinguística ocupa-se do estudo da linguagem e suas bases neurobiológicas, em condições patológicas, como nas afasias, mas também em normais, como nos processos de envelhecimento.

O estudo do envelhecimento tem merecido amplo destaque na literatura mundial, impulsionado pelas mudanças de perfis populacionais, que se expressam tanto pelo aumento do número de idosos quanto pelo aumento de expectativa de vida (Mansur & Radanovic, 2004).

Assim, a necessidade de se conhecer o envelhecimento tem se manifestado em seus múltiplos aspectos e também na neurolinguística. O objetivo deste capítulo é analisar o envelhecimento do ponto de vista da neurolinguística, situá-lo no cenário da população brasileira, levantar métodos de avaliação e resultados disponíveis aplicados a dois casos clínicos e, finalmente, esboçar tendências na avaliação neurolinguística do idoso.

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Capítulo 30 - Reabilitação cognitiva na infância: questões norteadoras e modelos de intervenção

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Reabilitação cognitiva na infância: questões norteadoras e modelos de intervenção

CLAUDIA BERLIM DE MELLO

Déficits cognitivos e comportamentais são consequências frequentes de lesões encefálicas adquiridas e demandam intervenções em reabilitação cognitiva. Reabilitação cognitiva é definida como um programa sistemático e funcionalmente orientado de atividades cognitivas terapêuticas, organizadas para que se obtenham mudanças funcionais, seja por meio de estimulação de habilidades previamente desenvolvidas, seja pelo estabelecimento de mecanismos compensatórios (National Academy of Neuropsychology [NAN], 2014). O planejamento das intervenções requer o estabelecimento de metas comportamentais a serem alcançadas e uma investigação contínua dos efeitos obtidos, entre outros critérios (Mateer, Kerns, & Eso, 1996).

Dois modelos principais de reabilitação orientam as intervenções: aqueles baseados em treino cognitivo e aqueles de rea­bilitação neuropsicológica holística (para revisão, ver Abrisqueta-Gomez, 2006).

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