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Medium 9788565852708

Capítulo 18 - Avaliação de Desempenho

Livia de Oliveira Borges; Luciana Mourão Grupo A PDF Criptografado

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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Adriano de Lemos Alves Peixoto

António Caetano

Introdução ....................................................................................................................................529

Uma breve história .......................................................................................................................530

Em que consiste o desempenho?.................................................................................................533

O que é avaliado? .........................................................................................................................535

A personalidade e as competências das pessoas .....................................................................536

Os comportamentos ..................................................................................................................538

Os resultados e o contexto ........................................................................................................538

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Medium 9788582715499

Capítulo 2. Intervenções positivas e pressupostos teóricos

Tayyab Rashid; Martin Seligman Grupo A PDF Criptografado

2

INTERVENÇÕES POSITIVAS

E PRESSUPOSTOS TEÓRICOS

As intervenções psicológicas voltadas para os aspectos positivos são poucas e dispersas. Iniciamos este capítulo revisando brevemente as primeiras intervenções e tratamentos relacionados, os quais servem como precursores das intervenções em psicologia positiva (IPPs) contemporânea e psicoterapia positiva (PPT).

UMA VISÃO HISTÓRICA DAS

INTERVENÇÕES PSICOLÓGICAS

POSITIVAS

Cientistas, filósofos e sábios tentaram descrever felicidade, bem-estar e prosperidade segundo muitas perspectivas. Por exemplo, Confúcio acreditava que o significado da vida residia na existência humana comum combinada com disciplina, educação e relações sociais harmoniosas. Para atingir a felicidade, a busca de uma vida virtuosa é a condição necessária segundo

Sócrates, Platão e Aristóteles. Antes da Segunda Guerra Mundial, a psicologia tinha três missões claras: curar a psicopatologia, tornar as vidas de todas as pessoas mais produtivas e gratificantes e identificar e estimular altos talentos

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Medium 9788582715536

Capítulo 11. Motivação Autocompassiva

Kristin Neff, Christopher Germer Grupo A PDF Criptografado

MOTIVAÇÃO

AUTOCOMPASSIVA

Um dos maiores bloqueios para a autocompaixão é a crença de que ela vai minar a nossa motivação. Tememos que, sendo bondosos conosco, não teremos o ímpeto necessário para fazer mudanças ou atingir nossos objetivos. O pensamento é: “Se eu for muito autocompassivo, não vou acabar ficando sentado o dia inteiro, navegando na internet e comendo

‘porcarias’?”. Bem, uma mãe compassiva que se importa com seu filho adolescente deixa-o fazer o que ele quer (como ficar sentado o dia inteiro, navegando na internet e comendo

A autocompaixão

“porcarias”)? É claro não nos deixa que não. Ela o manda preguiçosos. ir para a escola, fazer seu dever de casa e ir para a cama na hora. Por que seria diferente para a autocompaixão?

E se a mãe quiser motivar seu filho a fazer as mudanças necessárias? Digamos que o seu filho adolescente chega da escola com uma nota baixa em matemática. Ela tem várias opções de como ajudá-lo a melhorar. Uma forma é a crítica severa: “Tenho vergonha de você. Você é um perdedor. Nunca vai conseguir nada”. Isso faz você se retrair, não é?

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Medium 9788582715574

Capítulo 14. Avaliação psicológica em situação de transplante

Claudio Simon Hutz; Denise Ruschel Bandeira; Clarissa Marceli Trentini;Eduardo Remor Grupo A PDF Criptografado

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AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

EM SITUAÇÃO DE TRANSPLANTE

Cristiane Olmos Grings

Márcia Camaratta Anton

Rosemary Inácio Viana

E

ste capítulo tem como objetivo discutir a importância da avaliação psicológica de candidatos a receptores de t­ ransplante de órgãos e tecidos, assim como apresentar o sistema de avaliação desenvolvido pelo grupo de trabalho que atua com esse foco no H

­ ospital de Clínicas de Porto Alegre (RS). Para tanto, apresentam-se o panorama da avaliação psicológica em transplantes, o processo avaliativo e os eixos temáticos que compõem a avaliação.

Aborda-se também o papel do psicólogo junto

à equipe multiprofissional no processo decisório e nos possíveis encaminhamentos do caso.

Por fim, discutem-se o registro em prontuário, aspectos éticos e a elaboração de relatório que possa sintetizar e documentar o resultado da avaliação psicológica.

CONTEXTUALIZANDO A

SITUAÇÃO DE TRANSPLANTE

O transplante de órgãos e tecidos é considerado um tratamento intenso, complexo e de alto custo, utilizado na terapia de doenças graves, terminais e não responsivas a nenhum outro tipo de terapêutica (Fineberg et al., 2016; Killian,

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Medium 9788536313436

15 Enchendo o recipiente vazio: a história de Andy Schauer

Salvador Minuchin, Wai-Yung Lee, George M. Simon Grupo A PDF Criptografado

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Enchendo o recipiente vazio

A história de Andy Schauer*

Wai-Yung Lee

Pedi que Andy escrevesse um título para um tablóide sensacionalista descrevendo seu estilo terapêutico. Sem hesitar, Andy escreveu no quadro-negro: �Terapeuta humano descreve o self como um recipiente vazio�.

Respondi: �Não quero a responsabilidade de encher um recipiente vazio. Eles não têm fundo�.

Assim começou meu encontro com Andy, um processo enriquecedor para nós dois.

Andy foi um dos alunos mais comprometidos que já tive. Ele vinha ao consultório sempre que tinha tempo de assistir às fitas. No final de seu treinamento, havia assistido a centenas de minhas sessões. O dilema de supervisionar um aluno extremamente brilhante e modesto é como não ensinar. Cada afirmação que eu fazia poderia ser transformada em um mantra, em uma estrada a explorar ou uma direção a seguir.

O problema com o trabalho de Andy era que ele era eficiente.

Dominava todas as técnicas sobre as quais escrevi. Então ele foi para

Jay Haley, depois para Whitaker e pôde fazer um fac-símile confiável de cada um de nós. E as famílias, reconhecendo um perito, seguiram sua direção. Em famílias com crianças, ele tinha uma maneira gentil de conversar com as crianças e de encorajar os pais a proporcionar uma

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Medium 9788536311210

20 - Valores organizacionais

Mirlene Maria Matias Siqueira Grupo A PDF Criptografado

20

Valores organizacionais

Álvaro Tamayo

O estudo dos valores organizacionais é de grande relevância, tanto na

área da pesquisa quanto na área do diagnóstico e da gestão organizacionais.

Segundo Deal e Kennedy (1988), os valores definem uma direção comum para todos os trabalhadores de uma empresa e influenciam fortemente o comportamento organizacional. Os valores constituem o componente fundamental da identidade de uma instituição. Na opinião de Katz e Kahn (1978), as normas, os papéis e os valores constam entre os principais componentes de uma organização. Enquanto as normas expressam expectativas coletivas e os papéis prescrevem e definem formas de comportamento, os valores atuam como elementos integradores, já que eles são compartilhados pelo grupo. Apesar da importância dos valores no âmbito organizacional, na literatura internacional encontram-se poucos instrumentos específicos para a sua avaliação. No Brasil, a situação é diferente. Já foram elaborados e validados três instrumentos para a mensuração dos valores organizacionais. O objetivo deste capítulo é de apresentar esses instrumentos.

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Medium 9788536307558

9. A análise funcional: aplicação dos conceitos

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto De Medeiros Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

A análise funcional: aplicação dos conceitos

Se quisermos entender a conduta de qualquer pessoa, mesmo a nossa própria, a primeira pergunta a fazer é: “O que ela fez?”, o que significa dizer identificar o comportamento. A segunda pergunta é: “O que aconteceu então?”, o que significa dizer identificar as conseqüências do comportamento. Certamente, mais do que conseqüências determinam nossa conduta, mas as primeiras perguntas freqüentemente hão de nos dar uma explicação prática. Se quisermos mudar o comportamento, mudar a contingência de reforçamento – a relação entre o ato e a conseqüência – pode ser a chave.

Muitas vezes gostaríamos de ver algumas pessoas em particular mudar para melhor, mas nem sempre temos controle sobre as conseqüências que são responsáveis por sua conduta. Se o temos, podemos mudar as conseqüências e ver se a conduta também muda. Ou podemos prover as mesmas conseqüências para a conduta desejável e ver se a nova substitui a antiga.

Esta é a essência da análise de contingências: identificar o comportamento e as conseqüências; alterar as conseqüências; ver se o comportamento muda. Análise de contingências é um procedimento ativo, não uma especulação intelectual. É um tipo de experimentação que acontece não apenas no laboratório, mas também no mundo cotidiano. Analistas do comportamento eficientes estão sempre experimentando, sempre analisando contingências, transformando-as e testando suas análises, observando se o comportamento crítico mudou... se a análise for correta, mudanças nas contingências mudarão a conduta; se for incorreta, a ausência de mudança comportamental demandará uma abordagem diferente.

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Medium 9788536307558

5. Primeira revisãodo conteúdo

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto De Medeiros Grupo A PDF Criptografado

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Moreira & Medeiros

CAPÍTULO

5

Primeira revisão do conteúdo

Resum

Neste capítulo, revisaremos o que foi visto até então. Como se trata de um capítulo de revisão, os termos e os conceitos são apresentados muito sucintamente. Caso haja dúvidas ou caso não se lembre muito bem de um conceito, volte no capítulo em que foi dado e estude-o mais detalhadamente. Este capítulo destina-se, sobretudo, a esclarecer a distinção entre comportamento operante e comportamento respondente. Antes de começar a leitura, analise a Tabela 5.1.

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7. Esquemas de reforçamento

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto De Medeiros Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Esquemas de reforçamento

Nem todas as respostas são reforçadas quando emitidas. Nem sempre ganhamos uma aposta e nem sempre somos vencedores todas as vezes em que jogamos. Nem todas as vezes que vamos a um bar

é divertido. Não é sempre que encontramos o pão de queijo há pouco saído do forno na cantina. Nem sempre quando estudamos tiramos uma nota boa. Nem todos os nossos pedidos são atendidos. Isso quer dizer que muitos dos nossos comportamentos são apenas intermitentemente reforçados; portanto, um comportamento não precisa ser reforçado todas as vezes em que ocorre para continuar sendo emitido. O conceito de esquema de reforçamento diz respeito, justamente, a que critérios uma resposta ou conjunto de respostas deve atingir para que ocorra o reforçamento. Em outras palavras, descreve como se dá a contingência de reforço, ou seja, a que condições as respostas devem obedecer para ser liberado o reforçador. Existem dois tipos de esquemas de reforçamento, o contínuo e o intermitente.

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Medium 9788536319360

1 As origens da psicoterapia de crianças e adolescentes na psicanálise

Maria da Graça Kern Castro, Anie Stürmer Grupo A PDF Criptografado

30 Maria da Graça Kern Castro, Anie Stürmer & cols.

Esse bom menino, contudo, tinha um hábito ocasional e perturbador de apanhar quaisquer objetos que pudesse agarrar e atirá-los longe, para um canto, sob a cama, de maneira que procurar seus brinquedos e apanhá-los quase sempre dava um bom trabalho. Enquanto procedia assim, emitia um longo e arrastado “o-o-o-”, acompanhado por expressão de interesse e satisfação (...)

O que ele fazia era segurar o carretel pelo cordão e com muita perícia arremessá-lo por sobre a borda de sua caminha encortinada, de maneira que aquele desaparecia por entre as cortinas, ao mesmo tempo que o menino proferia seu expressivo “o-o-o-ó”. Puxava então o carretel para fora da cama novamente, por meio do cordão, e saudava o seu reaparecimento com um alegre “da” (ali). Essa, então, era a brincadeira completa: desaparecimento e retorno Freud (1976/1920).

Essa observação é a pedra inaugural do entendimento do brincar infantil como elemento básico para a compreensão das ansiedades da criança.

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Medium 9788536319360

6 O lugar dos pais na psicoterapia de crianças e adolescentes

Maria da Graça Kern Castro, Anie Stürmer Grupo A PDF Criptografado

6

O lugar dos pais na psicoterapia de crianças e adolescentes

Anie Stürmer

Clarice Kern Ruaro

Lisiane Alvim Saraiva

Na maior parte dos tratamentos de crianças e adolescentes, o contato inicial com o terapeuta é realizado pelos pais ou responsáveis. Principalmente no caso de crianças, a busca não se dá de forma espontânea, mas sim em decorrência de comportamentos desadaptativos ou crises desenvolvimentais que trazem preocupações aos pais, à escola e ao pediatra. Os psicoterapeutas que trabalham com essas faixas etárias, muitas vezes, se veem frente a questões inescapáveis relacionadas com a presença dos pais nos tratamento dos filhos, deixando transparecer a singularidade própria da psicoterapia de orientação psicanalítica. O lugar ocupado pela família é extremamente relevante na psicoterapia de menores. Desde o primeiro contato telefônico, a prática da psicoterapia se mostra indissociável da entrada de muitos discursos, fantasias, ansiedades e conflitos, e a participação dos pais ou responsáveis é fundamental para a consolidação, manutenção e término do processo psicoterápico.

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Medium 9788536327563

Algumas “dicas” sobre as raízes gregas

David Zimerman Grupo A PDF Criptografado

Algumas “dicas” sobre as raízes gregas

Diferentemente do que caracteriza a origem latina, na língua grega existem artigos e acentos nas palavras. Também no grego não existe uma letra específica para o nosso “H”, e a letra “Y” se pronuncia como o “u” francês ou o “ü” alemão, como, por exemplo, a palavra über (algo ou alguém que está acima daquilo que está por baixo). Por outro lado, o “ph” é pronunciado como nosso “f ” (por exemplo: pharmácia). O “ch” é conveniente que pronunciemos como se fosse “k”. Também não existe a letra “C” no alfabeto grego, que é substituído por “ch” ou por “k”.

O grego clássico também suprimiu a letra “V”: por exemplo, a nossa palavra força (ou fuerza, em espanhol); em latim é vis, porém em grego é is. Do mesmo modo, a palavra venter (ventre, em português), no original grego, o “v” foi suprimido e ficou enteron, ou seja, intestino.

A letra “a” no começo de uma palavra indica o contrário do sentido original. Por exemplo, a palavra amoral significa alguém que não tem moral. A letra

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Medium 9788536306209

Capítulo V - O DESPERTAR DE UMA MULHER

Diana Lichtenstein Corso, Mário Corso Grupo A PDF Criptografado

Capítulo V

O DESPERTAR DE UMA MULHER

A Jovem Escrava, Branca de Neve, A Bela Adormecida e Sol, Lua e Tália

Identificação da menina com a mãe – Importância da inveja materna –

Amor e ódio da filha pela mãe – Passividade feminina – Menarca –

Passagem da infância para a adolescência –

Adolescência como período de adormecimento e exílio

s bruxas dos contos de que falamos até agora só queriam saber de comer, de engolir as crias. A face obscura da mãe, discutida nos capítulos anteriores, corresponde à da primeira infância, quando está em jogo o lugar do filho como possessão materna. Essas primeiras histórias revelaram a versão terrífica desse idílio amoroso, lembrando que toda a entrega tem seu preço.

No amor, seja materno-filial ou erótico, quanto mais profundamente alguém se entregar a viver o papel de objeto, menos saberá onde estão os limites, as fronteiras, que assinalam onde termina o eu e onde começa o outro. O preço da entrega absoluta é a dissolução ou a fragilidade do eu, que equivale na fantasia a ser devorado pelo outro ou a viver sob essa ameaça.

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Medium 9788536306209

Capítulo IX - HISTÓRIAS DE AMOR I: QUEM AMA O FEIO, BONITO LHE PARECE

Diana Lichtenstein Corso, Mário Corso Grupo A PDF Criptografado

Capítulo IX

HISTÓRIAS DE AMOR I: QUEM AMA O

FEIO, BONITO LHE PARECE

O Rei Sapo, A Bela e a Fera e O Príncipe Querido

Repulsa infantil ao sexo – Idealização do objeto amado –

Início da vida sexual – Narcisismo infantil – Aspectos agressivos do amor –

Renúncia ao amor dos pais – Crescimento e civilidade

m diversos contos de fadas, há um lapso de tempo entre o primeiro momento em que o príncipe e a princesa se olham e se apaixonam e aquele em que enfim ficam a sós no leito nupcial. Muitas vezes, haverá aventuras interpostas entre o primeiro encontro e a cerimônia de casamento. Depois de descobrirem que desejam um ao outro, ainda lhes faltará lutar por esse amor, perder-se para reencontrar-se, vencer opositores ou enfrentar desafios. Temos analisado algumas dessas histórias nos capítulos anteriores, mas, naqueles casos, a beleza de ambos os consortes garante o mútuo encantamento de que tirarão energia para vencer os obstáculos que os separam.

Analisaremos agora algumas das inúmeras histórias de desencontro inicial. São aquelas em que

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Medium 9788536306209

Capítulo XVII - O PAI ILUSIONISTA

Diana Lichtenstein Corso, Mário Corso Grupo A PDF Criptografado

Capítulo XVII

O PAI ILUSIONISTA

O Mágico de Oz

O novo conto de fadas – Vicissitudes da função paterna a partir da modernidade –

O pai idealizado da primeira infância – Reconhecimento da fragilidade do pai –

A construção da autonomia – Busca da autorização dos pais para crescer

Mágico de Oz foi um dos contos de fadas modernos de maior sucesso de público do século XX, dadas as dimensões do mundo, comparável à chegada de Harry Potter, quase um século depois. Considerando os contos de fadas como variações sobre estruturas básicas, esse clássico norte-americano poderia ser um bom exemplo da sobrevivência do gênero dos contos maravilhosos, já que muitos elementos dos relatos folclóricos tradicionais podem ser encontrados nele. Há uma heroína criança realizando uma jornada de crescimento que inclui perigos, dos quais ela se safa graças ao auxílio de expedientes e seres mágicos, com quem faz aliança em conseqüência de sua boa índole. Há ainda quatro bruxas (duas boas, duas más), objetos mágicos, outras dimensões das quais se entra e se sai, animais falantes,

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