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Medium 9788536326467

1 - Intergeracionalidade familiar

Makilim Nunes Baptista, Maycoln Leôni Martins Teodoro Grupo A PDF Criptografado

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Intergeracionalidade familiar

Makilim Nunes Baptista

Hugo Ferrari Cardoso

Juliana Oliveira Gomes

Introdução

O objetivo deste capítulo é o de abordar, mesmo que de forma introdutória, o conceito de intergeracionalidade e seus desdobramentos, bem como sua importância primordial para a compreensão do histórico e da dinâmica familiares. A intergeracionalidade não é

A intergeracionalidade um constructo recennão é um constructo recente nem pouco es‑ te nem pouco estudatudado na literatura in‑ do na literatura interternacional, sendo in‑ nacional, sendo incluclusive abordado por sive abordado por didiferentes teorias psi‑ ferentes teorias psi­ cológicas. cológicas, como, por exemplo, aquelas mais relacionadas aos princípios da aprendizagem, tais como a modelagem, a modelação, o reforçamento, entre outras.

Inicialmente, conceituaremos a expressão intergeracionalidade, com base nos estudos de Albert Bandura, a teoria da aprendizagem social, que se pauta no princípio da modelação para a aprendizagem da criança, a partir da qual há transmissão de conhecimentos não só de modo formal, mas também pautado na observação do comportamento de adultos tidos como modelo. Posteriormente, são apresentadas algumas características nas quais a transmissão geracional apresenta­‑se como fator de risco ou de proteção, como é o

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Medium 9788527732932

28 - Transtornos Psicológicos Tratados com Terapias Comportamental e Cognitivo-Comportamental

MARTIN, Garry; PEAR, Joseph Grupo Gen PDF Criptografado

28

Transtornos Psicológicos

Tratados com Terapias

Comportamental e

Cognitivo-Comportamental

Objetivos do aprendizado

Descrever brevemente os tratamentos comportamentais comuns para:

Fobias específicas

Transtorno do pânico e agorafobia

Transtorno de ansiedade generalizado

Transtorno obsessivo-compulsivo

Transtorno do estresse pós-traumático

Depressão

Problemas com ál­cool

Obesidade

Angústia de casal

Baixo desejo sexual

Transtornos de hábito.

Introdução

Dos anos 1900 até agora, muitos tipos de psicoterapia foram desenvolvidos. Cada proponente de um tipo par­ticular de psicoterapia, de Freud em diante, argumentou que seu tratamento

é efetivo e que os outros são menos efetivos ou inefetivos. Com o tempo, questões persistentes foram levantadas com relação a quais tratamentos psicológicos (se houver algum) são efetivos, para quais tipos de transtorno são efetivos, e para quais tipos de cliente. Para abordar estas questões, a American Psychological Association (APA) começou a promover a política de que as decisões relacionadas com as atividades profissionais dos psicólogos deveriam ser ba­sea­das em dados cientificamente comprovados. Em 2005, a APA estabeleceu uma força-tarefa para fazer recomendações e fornecer diretrizes sobre qual a melhor manei-

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Medium 9788521625216

Parte III - Capítulo 12 - Aspectos da Emoção

Johnmarshall Reeve Grupo Gen PDF Criptografado

208

Capítulo Doze

Capítulo

12

Aspectos da Emoção

ASPECTOS BIOLÓGICOS DA EMOÇÃO

Teoria de James-Lange

Perspectiva Contemporânea

Circuitos neurais específicos

Ativação neural

Teoria Diferencial das Emoções

Hipótese do Feedback Facial

Musculatura facial

Teste da hipótese do feedback facial

As expressões faciais de emoção são universais em todas as culturas?

Podemos controlar voluntariamente as emoções?

ASPECTOS COGNITIVOS DA EMOÇÃO

Avaliação

Da percepção à avaliação

Da avaliação à emoção

Da emoção sentida à ação

Tente parecer triste — procure produzir uma expressão facial de tristeza. Enquanto tenta, preste atenção às mudanças de sensações que você sente a partir dos movimentos da musculatura facial.

Se você apenas fez um beicinho com o lábio inferior e repuxou para baixo os cantos da boca, provavelmente não se sentiu muito triste. Então, tente outra vez.

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Medium 9788530949372

CAPÍTULO V - “O FILHO DA NOITE DE IDUMEIA”

Joseph Attié Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO V

“O FILHO DA NOITE DE IDUMEIA”

T

ratar-se-á, pois, de interrogar o savoir-faire de Mallarmé entre símbolo e sintoma. Tal como ele próprio é pego, como todo ser humano, nesse tipo de disputas. Mas nem todo ser humano é capaz de usar seus símbolos em relação a seus sintomas. O neurótico, por exemplo, não sabe quais são seus símbolos. E, supondo que ele tenha conseguido nomear alguns, ele só tem uma pressa: a de tentar lhes dar um sentido. A experiência

é quotidiana sob esse ponto de vista, e nada resultará para o sujeito, que vai continuar frequentemente a obstinar-se em suas próprias explicações.

O escritor, o poeta, é mais inocente no assunto. Sua preocupação não é encontrar uma explicação a suas desgraças. Ele vai em frente, antes, com uma ideia única na cabeça, ele quer escrever, e, quando alinha suas palavras, o que o salva é que ele não sabe exatamente o que isso quer dizer, no sentido do que isso representa em seu inconsciente. O que lhe é próprio é poder trabalhar com seu inconsciente sem que haja suspensão do recalque. O que importa, nessas condições, é integrar o significante às leis da escrita, sem levar em conta justamente seu valor significante para o sujeito. O uso do significante se torna habilidade com as palavras, que se faz, então, ciência da linguagem. Não ciência linguística, mas a do prático da língua. Foi o que Freud chamou de “sublimação”.

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Medium 9788573074826

2 Psicoterapia e Psicanálise: Semelhanças e Diferenças

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

2

Psicoterapia e Psicanálise:

Semelhanças e Diferenças

As semelhanças e diferenças entre o que se costuma denominar “psicanálise” e “psicoterapia”, assim como as suas convergências, divergências, tangências e superposições, têm sido muito estudadas e discutidas, principalmente a partir da década de 40, sendo que, na atualidade, tais questionamentos continuam plenamente vigentes, controvertidos e polêmicos.

A relevância deste tema pode ser medida por dois tipos de parâmetros: os objetivos e os subjetivos. Os primeiros manifestam-se por meio de uma relativamente grande quantidade de trabalhos que se dedicam ao assunto, assim como também a efetivação, em diferentes épocas, de mesas-redondas, inclusive em congressos internacionais, reunindo psicanalistas de renome, sendo que as opiniões deles em relação às diferenças e semelhanças entre psicoterapia e psicanálise tanto são convergentes como também aparecem essencialmente diferentes entre si. Da mesma forma, tem crescido o número de projetos de pesquisa relativos a este polêmico assunto, por parte de instituições sérias, enquanto, ao mesmo tempo, não é difícil perceber a existência de um clima algo constrangedor entre aqueles que praticam a “psicanálise oficial” e aqueles que fazem, ou fizeram, uma paralela formação de base psicanalítica.

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Medium 9788521634263

Capítulo 21 Adultez: Desenvolvimento Cognitivo

Kathleen Stassen Berger Grupo Gen PDF Criptografado

2 1

C A P Í T U L O

Adultez:

Desenvolvimento Cognitivo n O

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Por que cada geração acredita ser mais inteligente que as anteriores?

2. Por que as gerações mais velhas sempre acham que sabem mais que as gerações mais novas?

3. Quais aspectos do raciocínio melhoram durante a adultez?

4. Todo mundo é expert em alguma coisa?

Uma de minhas filhas fazia parte do comitê que procurava um novo diretor para sua faculdade e estava extasiada com o novo líder escolhido. Ele veio de fora da instituição, aceitou uma enorme redução de salário para assumir o novo cargo e está melhorando a faculdade de diversas formas.

“Você deve estar feliz que selecionaram o candidato que você queria”, eu disse.

“Ele não era quem eu queria. Eu nem cheguei a entrevistá-lo. Outros membros do comitê votaram nele; e estou feliz que o fizeram.”

Ela não estava impressionada com o currículo dele porque era pesquisadora e ele tinha poucas publicações. Mas ela ouviu a opinião de outros, pensou novamente sobre seus critérios de seleção e agora está entusiasmada com o desempenho dele à frente da instituição.

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Medium 9788582715277

Capítulo 13. Terapias contextuais comportamentais: mindfulness, terapia de aceitação e compromisso, terapia comportamental dialética, terapia metacognitiva e terapia focada na compaixão

Aristides Volpato Cordioli, Eugenio Horacio Grevet Grupo A PDF Criptografado

Terapias contextuais comportamentais:

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mindfulness, terapia de aceitação e

compromisso, terapia comportamental

dialética, terapia metacognitiva e terapia focada na compaixão

Marianna de Abreu Costa

Tiago Pires Tatton-Ramos

Leandro Timm Pizutti

Este capítulo aborda a definição e a base teórica das chamadas terapias contextuais e

­mind­fulness. Também apresenta, de forma mais detalhada, a terapia de aceitação e compromisso (ACT) e, de forma mais resumida, a terapia comportamental dialética (DBT) e as técnicas de terapia metacognitiva e a terapia focada na compaixão. Ainda, este capítulo revisa, de forma sucinta, as principais indicações dessas técnicas baseando-se na literatura atual e traz alguns exemplos práticos.

Nas últimas décadas, vimos o surgimento das chamadas “terapias de terceira onda”, “terapias contextual-comportamentais” ou simplesmente “terapias contextuais”.1 Apesar de elas emergirem associadas às tradições comportamental

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Medium 9788536302393

24 Resistência-Contra- resistência

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

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DAVID E. ZIMERMAN

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Resistência-Contra-resistência

Conquanto os termos “resistência” e “contra-resistência” não apareçam com muita freqüência nos textos de Bion, é inegável que ele foi um dos autores que mais contribuíram com concepções originais acerca do entendimento e do manejo técnico do fenômeno resistencialcontra-resistencial que, em formas e graus variáveis, está presente em qualquer análise.

O título deste capítulo une com um hífen os conceitos de resistência e contra-resistência

– embora, por conveniência didática, eles possam ser abordados separadamente – a fim de mantermos uma fidelidade ao espírito analítico de Bion, que não concebia qualquer fenômeno do campo da análise sem uma reciprocidade interativa entre analisando e analista.

Não é difícil depreender dos escritos de

Bion que, embora ele reconheça o caráter obstrutivo e maligno que representa para a evolução de alguma análise o emprego de certas formas resistenciais, sua maneira prioritária de encará-las é considerando que as resistências manifestas no curso da análise reproduzem a estrutura caracterológica do ego do paciente e são um indicador fiel de como esse paciente se defende e se comporta na vida real. Isso fica bem claro na analogia que Bion traça com o fato de que se pode reconhecer com facilidade qual a natureza de uma determinada árvore não-identificada, a partir do aparecimento dos seus frutos. Essa posição de Bion em relação à importância positiva do surgimento das resis-

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Medium 9788582713389

Capítulo 81 - O Dano Emocional da Infidelidade

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A PDF Criptografado

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O DANO EMOCIONAL DA

INFIDELIDADE

Atualmente, quando tudo se tornou relativo, creio ser uma das tarefas mais difíceis ter opinião conclusiva a respeito de várias questões que permeiam nosso cotidiano, desde como educar os filhos, passando por compreender as distintas práticas religiosas ou políticas e, finalmente, ter uma ideia formada a respeito dos relacionamentos afetivos.

Nesse mar de ambiguidades, em que aparentemente tudo se tornou permitido, adotar uma conduta ou um comportamento claro não é nada fácil.

É exatamente nesse cenário que muitos parceiros traem seus cônjuges, tornando-se infiéis. A partir de pseudodesculpas, o adultério toma seu assento e vira um verdadeiro fantasma para a relação a dois.

Uma publicação intitulada Descobrimento sexual do Brasil revelou dados alarmantes sobre o perfil de infidelidade dos brasileiros, homens e mulheres.

A prevalência de um caso entre 6.846 participantes da pesquisa mostrou que 50,6% dos homens brasileiros admitiram ter tido um envolvimento com outra mulher, enquanto 25,7% das mulheres admitiram tê-lo com

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Medium 9788582715277

Capítulo 38. Terapia cognitivo-comportamental no tratamento dos transtornos relacionados a trauma e a estressores

Aristides Volpato Cordioli, Eugenio Horacio Grevet Grupo A PDF Criptografado

Terapia cognitivo-comportamental no tratamento dos transtornos relacionados a trauma e a estressores

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Saulo Gantes Tractenberg

Gustavo Ramos Silva

Christian Haag Kristensen

Rodrigo Grassi-Oliveira

Neste capítulo, são discutidos os critérios diagnósticos dos transtornos de estresse agudo

(TEA) e estresse pós-traumático (TEPT), bem como as modificações que ocorreram no Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, quinta edição (DSM-5), em relação à quarta edição (DSM-IV). São apresentados os principais modelos teóricos explicativos desses transtornos, como a teoria do processamento emocional e o modelo cognitivo de Ehlers e Clark.

As evidências de eficácia dos protocolos de terapia mais indicados (incluindo terapia de exposição, reestruturação cognitiva e dessensibilização e reprocessamento por movimentos oculares [EMDR]) são discutidas, e um protocolo de terapia cognitivo-comportamental (TCC) focada em trauma é exposto detalhadamente, com atenção para as particularidades do atendimento de crianças. São descritas outras intervenções focadas em trauma: EMDR e exposição com realidade virtual. Por fim, são debatidas as questões em aberto e áreas de pesquisa atuais.

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Medium 9788582712153

Capítulo 3 - “Nada dá certo”: como superar a sua falta de esperança

Robert L. Leahy Grupo A PDF Criptografado

“N ada dá cer to” : co m o su pera r a sua falta de espera nça

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Jenny e Bill se separaram um mês antes de Jenny vir consultar comigo.

Durante nosso encontro, ela me contou que estava tão triste, deprimida e devastada pelo rompimento que acreditava que nunca mais seria feliz de novo. “Nada parece dar certo para mim”, disse. “Eu achava que Bill e eu tínhamos uma chance, mas ele simplesmente perdeu o interesse.

Além disso, estou envelhecendo. Minhas chances são cada vez menores.”

Jenny tinha 29 anos.

A falta de esperança é um dos sintomas mais graves da depressão. Você sente que o futuro parece sombrio, que nada vai dar certo e que o jogo não está a seu favor. Pode achar que está amaldiçoado pelo destino, que tem má sorte ou que simplesmente não tem o que é necessário para ser feliz. Pode olhar para trás e ver a sua vida como uma sucessão de fracassos que predizem um futuro de fracasso e tristeza. Em seu estado mental de desespero, você não consegue acreditar que um dia voltará a se sentir bem.

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Medium 9788582712351

Capítulo 1. O que é avaliação psicológica – métodos, técnicas e testes

Claudio Simon Hutz, Denise Ruschel Bandeira, Clarissa Marceli Trentini Grupo A PDF Criptografado

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O QUE É AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA –

MÉTODOS, TÉCNICAS E TESTES

Claudio Simon Hutz

A avaliação psicológica é um processo, geralmente complexo, que tem por objetivo produzir hipóteses, ou diagnósticos, sobre uma pessoa ou um grupo. Essas

hipóteses ou diagnósticos podem ser sobre o funcionamento intelectual, sobre as características da personalidade, sobre a aptidão para desempenhar uma ou um conjunto de tarefas, entre outras possibilidades. Às vezes, a expressão testagem psicológica é usada como sinônimo de avaliação psicológica. Aqui, é necessário cuidado. A testagem psicológica é parte (e nem sempre ou não necessariamente) da avaliação psicológica. Embora uma avaliação psicológica possa ser feita, em certos casos específicos, usando apenas testes psicológicos, essa não é a regra.

Antes de avançar, é importante mencionar que a avaliação psicológica tem uma longa história na psicologia, sendo uma de suas áreas mais antigas (Anastasi & Urbina, 2000; Primi, 2010). Testagens em larga escala começaram a ser usadas na China, há mais de 2.200 anos, durante a dinastia Han (206 a.C.), quando se iniciou um sistema imperial de seleção (Bowman, 1989), mas foi efetivamente no fim do século XIX, na França, que a testagem psicológica moderna começou.

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Medium 9788582710258

Capítulo 16 - Neuropsicologia das doenças cerebrovasculares no idoso

Leonardo Caixeta, Antonio Lucio Teixeira Grupo A PDF Criptografado

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Neuropsicologia das doenças cerebrovasculares no idoso

MÁRCIA RADANOVIC

A doença cerebrovascular (DCV) é frequente na população em geral, constituindo a segunda causa de mortalidade no mundo – 9,7% dos óbitos em 2004, de acordo com a World Health Organization

([WHO], 2008). Estudos brasileiros listam a DCV ­como a primeira causa de óbito em nosso País, sendo responsável por 10% deles, ou 51,1 óbitos/100 mil habitantes (Brasil, 2009). Estima-se que a incidência de acidentes vasculares encefálicos (AVEs) no

Brasil situe-se entre 138 e 167/100 mil habitantes (Oliveira-Filho et al., 2012).

Algumas incertezas dificultam a precisão do diagnóstico de alterações neuropsicológicas decorrentes da DCV. Primeiramente, devemos ter em mente que infartos cerebrais são comuns em idosos: estudos populacionais demonstram que cerca de 25% dos indivíduos com 65 anos apresentam infartos silenciosos à ressonância magnética (RM).

(DeCarli et al., 2005). Estudos epidemiológicos em idosos cognitivamente preservados revelam que existe um aumento da ocorrência de ­infartos silenciosos e lesão de substância com o avançar da idade (Vermeer, Longstreth, & Koudstaal, 2007). Embora tenha sido encontrada associação entre o aumento de evidência de DCV em exames de neu­ roimagem e declínio em funções neuropsicológicas ligadas ao lobo frontal (atenção,

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Medium 9788536326467

4 - Família, depressão e terapia cognitiva

Makilim Nunes Baptista, Maycoln Leôni Martins Teodoro Grupo A PDF Criptografado

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Família, depressão e terapia cognitiva

Maycoln L. M. Teodoro

Makilim Nunes Baptista

Aline Abreu e Andrade

Mayra Silva de Souza

Gisele Alves

introdução

A cada ano vem sendo mais debatida nas universidades e na mídia a importância do diagnóstico e do tratamento das alterações do humor, especialmente a depressão. A gravidade desse transtorno torna­‑se mais dramática quando levamos em consideração as suas consequências, como o risco de suicídio do paciente. É comum que o episódio depressivo apareça após um fator estressante, que é considerado por amigos e parentes como o fator causador da depressão. Mas por que nem todas as pessoas reagem da mesma forma ao mesmo evento estressor? Por que algumas pessoas se deprimem após uma separação e outras não? Neste capítulo, abordaremos a relação entre família e depressão juntamente com a importância das relações com os pais para a aprendizagem das crenças disfuncionais, um constructo central na explicação da depressão para a terapia cognitiva.

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Medium 9788582715192

Capítulo 9. Psicoeducação e tratamento da depressão

João Quevedo, Antonio Egidio Nardi, Antônio Geraldo da Silva Grupo A PDF Criptografado

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Psicoeducação e tratamento da depressão

Fernando Portela Câmara

Antônio Geraldo da Silva

PSICOEDUCAÇÃO E

PRÁTICA MÉDICA

A medicina atual se alicerça na relação médico-paciente, uma relação interpessoal entre duas ou mais pessoas (no caso de participação de familiares ou responsáveis), em que o valor do indivíduo, o respeito, a confiança e a qualidade de vida são os focos essenciais.

A tarefa do médico não se restringe apenas ao diagnóstico, ao tratamento e à profilaxia; ela deve fundamentar-se na ética social, na cultura e nas características pessoais do paciente. A atitude do profissional, outrora impositiva e autoritária, é hoje colaborativa e educativa, procurando obter a cooperação do paciente e de pessoas próximas a ele, bem como garantir seus direitos humanos.

De nada vale a prática médica se o paciente não confia em seu médico ou não aceita as diretrizes do tratamento. O profissional precisa fazer o indivíduo confiar nos procedimentos, por meio do esclarecimento, comunicando-se na linguagem dele e levando em consideração sua cultura. O médico inicia informando o que o paciente tem, a razão de seus sintomas, o que pode acontecer se ele não realizar o tratamento adequado; em seguida, propõe o manejo e faz as observações necessárias para tornar a terapia eficaz. Com

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