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Medium 9788527731546

76 - Transtornos de Ansiedade na Visão Cognitiva

Roberta Payá Grupo Gen PDF Criptografado

76

Transtornos de Ansiedade na Visão Cognitiva

Hewdy Lobo Ribeiro e

Ana Carolina Schmidt de Oliveira

Histórico da abordagem cognitiva nos transtornos de ansiedade

A partir da década de 1960, o esforço de pesquisadores como Aaron Beck e Michael Mahoney fez a terapia cognitiva dar passos efetivos para a abordagem da depressão por meio dos aspectos cognitivos. Depois, houve a extensão para indicação da terapia cognitiva para outros transtornos mentais, como os transtornos de ansiedade: transtorno de ansiedade generalizada, agorafobia, fobia social, fobias específicas e pânico.1

Os trabalhos pioneiros de Aaron Beck2 na década de 1960 possibilitaram uma fundamentação empírica e conceitual da terapia cognitiva nos EUA.

A terapia cognitiva e a terapia cognitivo-comportamental (TCC), abordagem combinada com a terapia comportamental, no tratamento dos transtornos de ansiedade, são bem descritas na literatura internacional, tendo sua eficácia estabelecida.

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Medium 9788582715277

Capítulo 26. Transtornos neurocognitivos maiores (demências)

Aristides Volpato Cordioli, Eugenio Horacio Grevet Grupo A PDF Criptografado

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Transtornos neurocognitivos maiores (demências)

Claudia Godinho

Letícia M. K. Forster

Analuiza Camozzato de Padua

As intervenções psicoterápicas para os transtornos neurocognitivos visam a redução dos sintomas comportamentais, a preservação das funções cognitivas pelo maior tempo possível, a melhora da qualidade de vida e da capacidade funcional e o alívio da sobrecarga do cuidador.

O foco deste capítulo são as principais técnicas psicoterápicas utilizadas nesses transtornos: psicoeducação para familiares e/ou cuidadores, intervenções cognitivas e terapia comportamental. Todas envolvem o paciente e o cuidador em virtude das limitações cognitivas que caracterizam a doença. As abordagens psicoterápicas estão sempre indicadas no tratamento dos pacientes com transtornos neurocognitivos em conjunto com o tratamento farmacológico para os sintomas cognitivos e funcionais. Além disso, são a primeira opção no tratamento dos sintomas comportamentais, considerando as limitações, os riscos e os potenciais efeitos colaterais dos psicofármacos.

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Medium 9788582715499

Capítulo 20. Sessão catorze: Altruísmo

Tayyab Rashid, Martin Seligman Grupo A PDF Criptografado

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SESSÃO CATORZE

Altruísmo

Na sessão catorze, os clientes aprendem como ser altruísta ajuda a si mesmos e aos outros.

A prática central da psicoterapia positiva (PPT) abordada nesta sessão é o Presente do Tempo.

ESBOÇO DA SESSÃO CATORZE

Conceitos Centrais

Atividade na Sessão: Vídeo Capturando a

Prática do Presente do Tempo

Reflexão e Discussão

Vinheta

Adequação e Flexibilidade

Considerações Culturais

Manutenção

Recursos

CONCEITOS CENTRAIS

Altruísmo é beneficiar os outros, por vontade própria, sem ser solicitado e sem nenhuma compensação financeira. Em PPT, o significado envolve o uso das forças de assinatura para pertencer e servir a alguma coisa que o indivíduo considera maior do que ele mesmo. O desejo é viver uma vida que seja importante para o mundo e faça a diferença para melhor. Os benefícios psicológicos do altruísmo são significativos:

•• Linhas convergentes de evidências mostram que o voluntariado está associado a aumento da longevidade, melhor habilidade de executar atividades da vida diária, melhor comportamento para lidar com a saúde, hábitos de vida mais saudáveis, melhora na qualidade de vida, suporte social confiável, maior

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Medium 9788536307787

Capítulo 9. Entrevista motivacional

Jurema Alcides Cunha Grupo A PDF Criptografado

Entrevista motivacional

Margareth da Silva Oliveira

A

Entrevista Motivacional (EM) é uma técnica descrita originalmente pelo psicólogo americano William Miller (1983), na Universidade do Novo México (EUA), amplamente difundida na Europa, na Austrália e, mais recentemente, no Brasil. O objetivo principal é auxiliar nos processos de mudanças comportamentais, trabalhando a resolução da ambivalência.

Basicamente, foi delineada para ajudar aos clientes na decisão de mudança nos comportamentos considerados aditivos, tais como transtornos alimentares, tabagismo, abuso de

álcool e drogas, jogo patológico e outros comportamentos compulsivos.

A técnica é breve, podendo ser realizada numa única entrevista, ou, como um processo terapêutico, é comumente desenvolvida em quatro a cinco entrevistas. Inspira-se em várias abordagens, principalmente na terapia cognitivo-comportamental, terapia sistêmica, terapia centrada na pessoa, combinando elementos diretivos e não-diretivos. As estratégias da

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Medium 9788582712757

Capítulo 35. O papa e a psicanálise

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

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O PAPA E A PSICANÁLISE

Entusiasmam a latinidade e a simplicidade do Papa Francisco. Também a sua humildade e proximidade com os pobres. Precisamos dessas sonoridades e intenções. Entusiasmam menos as suas ideias sobre o aborto, o casamento gay e a adoção por homossexuais. É possível que ainda não tenha chegado a hora de a Igreja abrir-se a um novo mundo, com mais diálogo e negociação. O engessamento de ideias é humano e não poupa papas, pastores, rabinos ou pais.

Só não impede o entusiasmo. A chegada de um líder traz esperança, mais ainda se ele for o representante máximo da fé. Precisamos dele.

Precisamos de fé. Não importa o deus, não importa o credo – precisamos.

Os mais céticos, no fundo, acreditam. O crente pastor Oscar Pfister tornou-se amigo do cético psicanalista Sigmund Freud depois de acolher a sua descrença. Com o tempo, mostrou que Freud tinha fé na ciência. Fés são fés, e se equivalem. Freud consentiu com a amizade.

Há quem acredite na música como deus ou deusa, tanto faz. Conheci um faxineiro que acreditava no Criador não menos do que em Zeca Pagodinho. Afinal, era ele que animava as suas longas jornadas de trabalho.

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Medium 9788536302065

Capítulo 26 - A Interpretação em Psicanálise

R. Horacio Etchegoyen Grupo A PDF Criptografado

FUNDAMENTOS DA TÉCNICA PSICANALÍTICA

195

26

A Interpretação em Psicanálise

No capítulo anterior, fizemos fundamentalmente duas coisas: situamos a interpretação no lugar que lhe cabe, entre os vários instrumentos da psicoterapia, e depois tentamos chegar a ela pelos caminhos díspares da comunicação, da semiologia e do operacionalismo, pensando que, no ponto de sua convergência, devem forçosamente se encontrar as notas definidoras.

Falamos, então, situados intencionalmente no campo amplo da psicoterapia e agora nos cabe uma tarefa diferente – complementar, porém distinta – que é o estudo da interpretação em psicanálise.

A psicanálise é, por certo, um método entre outros da psicoterapia maior, mas possui pautas que a singularizam, como o lugar privilegiado que concede à interpretação. Com razão, Laplanche e Pontalis dizem, no Vocabulário (1968, p. 207), que a psicanálise pode ser caracterizada pela interpretação.

A INTERPRETAÇÃO NOS ESCRITOS FREUDIANOS

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Medium 9788527731546

12 - Perversão na Visão de Freud, Klein e Seus Seguidores

Roberta Payá Grupo Gen PDF Criptografado

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Perversão na Visão de Freud,

Klein e Seus Seguidores

Berenice Ferreira Leonhardt de Abreu

Introdução

A falta de amor é a mola propulsora de tudo aquilo que é contrário ao que deveria fazer parte da natureza humana: o amor. Porque vai contra todos os princípios que se acredita serem benéficos: inteligência, justiça, diplomacia, riqueza, docilidade, beleza, autoridade, trabalho, simplicidade, oração, lei, fé, vida, afeto. Todos, contraponto ao que nos leva à falta de sensibilidade para com o Outro: perverso, implacável, hipócrita, avaro, servil, orgulhoso, ridículo, tirano, escravo, depreciativo, introvertido, egoí­sta, fanático, torturador e cruel.

Segundo André Green, perverso não é aquele que é sadomasoquista, fetichista, voyeurista ou exibicionista, porque todos nós, na relação com o objeto, lançamos mão de um ou outro tipo de funcionamento, com permissão do objeto, para nos satisfazer sexualmente. Porém, o perverso

é aquele que usa desse tipo de funcionamento com a finalidade de “gozar”, sem se importar com a condição do Outro, sem se importar com o desejo do Outro. Para ele, o perverso é desde o que não segue as éticas de conduta com o Outro, como aquele que se despe na frente de uma criança com a finalidade de se excitar, por exemplo. Nesse sentido, o perverso é aquele que passou pelo processo de castração, curvou-se a ele mas recusa-se a aceitá-lo.1

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Medium 9788582710210

Capítulo 13 - Gerenciamento de impressões nas organizações

Mirlene Maria Matias Siqueira Grupo A PDF Criptografado

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Gerenciamento de impressões nas organizações

Anderson Magalhães Lula

Ricardo Mendonça

Tem crescido o interesse de pesquisadores em relação ao entendimento do processo por meio do qual os indivíduos, em situações sociais, buscam controlar o ambiente, seu modo de vestir e até seus gestos, no sentido de corresponder às expectativas de seus observadores e às imagens que eles buscam criar ou manter. Esse processo tem sido denominado “gerenciamento de impressões” (GI). Segundo Rosenfeld, Giacalone e Riordan (1995), estudos sobre o GI podem ser encontrados nos campos da sociologia, da psicologia social, do comportamento organizacional, da comunicação, da ciência política, para citar apenas alguns.

Os pressupostos teóricos do GI advieram do interacionismo simbólico.

Este representa uma das principais escolas do pensamento da sociologia e tem como característica incorporar a reflexividade, que está associada ao caráter reflexivo da razão, na análise da ação (Mead, 1934). O interacionismo simbólico foi assimilado posteriormente pelo pensamento sociológico e por parte do pensamento da Psicologia Social, sendo, assim, representado de forma ampla nos estudos sobre o cotidiano e também ao se pesquisar a interação face a face (Giddens, 1997). Essa abordagem sociológica do ser humano propõe que é por meio da interação e do desenvolvimento de significados compartilhados (simbologia) que os indivíduos se conduzem no mundo social.

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Medium 9788536302065

Capítulo 57 - A Reversão da Perspectiva (I)

R. Horacio Etchegoyen Grupo A PDF Criptografado

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R. HORACIO ETCHEGOYEN

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A Reversão da Perspectiva (I)

RECAPITULAÇÃO BREVÍSSIMA

PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES

Estamos estudando as vicissitudes do processo analítico e alinhamos os fatores que o influenciam em bons e maus com um critério um tanto maniqueísta, que pode servir-nos, entretanto, se os tomamos como uma orientação que não nos isenta de reconhecer a inatingível complexidade do fato clínico. Assim, pusemos em uma coluna honrosa e única o insight acompanhado da elaboração e, na outra, o acting out, a reação terapêutica negativa e o que agora estudaremos, a reversão da perspectiva. Esses três fenômenos estão juntos, porque pertencem a uma mesma classe, já que procuram impedir o desenvolvimento do insight ou, o que é o mesmo, evitar a dor mental que o insight inevitavelmente provoca. Como já vimos no devido momento, na medida em que nos obriga a mudar o que pensávamos de nós mesmos, o insight é sempre acompanhado de dor.

O estudo do acting out, da reação terapêutica negativa e da reversão da perspectiva permite-nos compreender e grosso modo situar o comportamento dos pacientes durante o processo analítico. Há aqueles que desenvolvem sua análise (e sua vida) utilizando como instrumento principal de adaptação ou, melhor dito, de desadaptação, o acting out; outros recorrem à reação terapêutica negativa e outros, por fim, à reversão da perspectiva.

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Medium 9788582710081

Capítulo 4 - Sessão de Avaliação

Judith S. Beck Grupo A PDF Criptografado

Ca p í t u l o 4

SESSÃO DE AVALIAÇÃO

N

este capítulo, você vai aprender sobre os objetivos e a estrutura da sessão de avaliação. Vai aprender a conduzir a avaliação, relatar seu diagnóstico provisório, desenvolver os objetivos iniciais do tratamento e moldar as expectativas do paciente para o tratamento. Você também vai aprender o que fazer após a sessão de avaliação, incluindo a construção de uma conceituação provisória do paciente.

Uma terapia cognitivo-comportamental efetiva requer que você avalie o paciente inteiramente, de forma a poder formular o caso de forma adequada, conceituar aquele paciente e planejar o tratamento. Embora exista uma sobreposição entre os tratamentos de vários transtornos, também existem variações importantes, baseadas nas cognições principais e estratégias comportamentais de um transtorno específico. A atenção aos problemas presentes do paciente, ao seu funcionamento atual, aos sintomas e à sua história auxiliará o desenvolvimento de uma conceituação inicial e a formulação de um plano geral para a terapia. Mesmo que um paciente já tenha sido avaliado por um profissional diferente, você vai precisar complementar a avaliação com mais uma coleta de dados. Há muitas tarefas a serem realizadas no seu primeiro contato com um paciente além do estabelecimento do diagnóstico.

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Medium 9788582713976

Capítulo 5 - Terapia Racional-Emotivo-Comportamental com Adolescentes

Carmem Beatriz Neufeld Grupo A PDF Criptografado

TERAPIA RACIONAL-EMOTIVO-COMPORTAMENTAL

COM ADOLESCENTES

MARIA CELESTE AIRALDI

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INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS TEÓRICOS FUNDAMENTAIS

A terapia racional-emotivo-comportamental (TREC) foi desenvolvida pelo psicólogo norte-americano Albert Ellis (1913-2007), em 1955, primeiramente sob o nome terapia racional, para logo ser chamada terapia racional-emotiva, em

1961, até sua denominação atual, que é usada desde 1993 (Ellis, 1962). As mudanças no nome se devem, sobretudo, à intenção de que fossem contemplados todos os pilares da TREC em sua identificação.

A TREC é a primeira das terapias cognitivo-comportamentais, tendo influenciado no desenvolvimento das abordagens posteriores. Isso fez que Ellis fosse reconhecido como o segundo psicoterapeuta mais influente do século XX, sendo superado apenas por Carl Rogers (Smith, 1982).

A TREC diferencia-se de outras psicoterapias cognitivo-comportamentais em vários aspectos. Alguns de seus atributos mais característicos são (Lega,

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Medium 9788582715499

Capítulo 4. A centralidade das forças de caráter e como usá-las na psicoterapia positiva

Tayyab Rashid, Martin Seligman Grupo A PDF Criptografado

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A CENTRALIDADE DAS FORÇAS

DE CARÁTER E COMO USÁ-LAS

NA PSICOTERAPIA POSITIVA

PONTOS FORTES DE CARÁTER –

TÃO CENTRAIS QUANTO OS SINTOMAS

A obra Character strengths and virtues (CSV), de Peterson e Seligman (2004), foi o primeiro esforço abrangente, coerente e sistemático em psicologia para classificar as forças humanas essenciais (veja a Tabela 4.1: Valores em Ação:

Classificação das Forças). As forças de caráter são definidas como traços universais que são valorizados por si só e não necessariamente levam a resultados instrumentais. Em sua maior parte, as forças de caráter não diminuem; ao contrário, indivíduos com tais forças elevam aqueles que testemunham essa força, produzindo admiração em vez de ciúme. São tremendas as variações nos padrões das forças que possuímos. As instituições sociais tentam cultivar essas forças de caráter por meio de rituais. No entanto, a classificação das CSV é descritiva, e não prescritiva, e as forças de caráter podem ser estudadas como outras variáveis comportamentais.

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Medium 9788573075991

Capítulo 21 Actings

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

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DAVID E. ZIMERMAN

CAPÍTULO 21

Actings

A definição de acting (ou atuação) é muito imprecisa pelo fato de que os autores emprestam significados distintos a este fenômeno de surgimento muito comum nos processos terapêuticos.

No sentido estrito do termo, acting out designa uma determinada conduta que se processa como substituta de sentimentos que não se manifestam no consciente. Isso costuma ocorrer devido a uma das seguintes quatro condições: quando os sentimentos represados correspondem às fantasias que estão reprimidas e que não são recordadas (como ensinou Freud), ou não são pensadas

(segundo Bion), ou não são comunicadas pela verbalização, ou não conseguem ficar contidas dentro do indivíduo.

Conforme o seu tipo e grau, os actings podem ser classificados como normais ou patológicos ou, ainda, como benignos e malignos.

CAUSAS

Em qualquer das possibilidades a seguir enumeradas, o acting sempre representa uma forma de comunicação não-verbal, de natureza primitiva, como uma tentativa de preencher vazios e acalmar ansiedades que se formam a partir das seguintes vertentes:

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Medium 9788521625216

Parte IV - Capítulo 13 - Características de Personalidade

Johnmarshall Reeve Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

13

Características de Personalidade

FELICIDADE

Extroversão e Felicidade

Neuroticismo e Sofrimento

Os Extrovertidos São Geralmente Felizes, os Neuróticos São

Geralmente Infelizes

ATIVAÇÃO

Desempenho e Emoção

Estimulação Insuficiente e Subativação

Estimulação Excessiva e Superativação

Credibilidade da Hipótese do U Invertido

Busca de Sensações

Procurando novas experiências

Você é feliz? Se um pesquisador acompanhasse você o dia inteiro, durante dias seguidos, iria observar alguém que é freqüentemente feliz? Veria uma pessoa que tem experiências de emoção positiva com freqüência, ou somente de modo raro?

Quando você está feliz, que tipo de felicidade é: um sentimento intenso e profundo de alegria ou alguma coisa mais parecida com contentamento?

Você é infeliz? Tem um sofrimento emocional? Com que freqüência, durante o dia, você costuma ficar infeliz? Se esse mesmo pesquisador acompanhasse você diariamente por mais alguns dias, veria alguém que está sempre sofrendo de angústia emocional, ou apenas raramente e somente como resposta a circunstâncias especiais? Quando você sofre as “pedradas e as flechas”1 da emocionalidade negativa, suas emoções negativas são muito intensas? Suas emoções negativas afetam você apenas superficialmente, e apenas por um breve período, ou o afetam profundamente e por um período longo? Seu dia típico é um sobee-desce de uma montanha-russa de emoções negativas como ansiedade, estresse e irritabilidade? Ou o dia típico de experiência de emoções negativas lhe parece mais como estar dirigindo pelo Planalto Central?

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Medium 9788536323091

2. Avaliação Clínica de Esferas Relevantes

Lizabeth Roemer, Susan M. Orsillo Grupo A PDF Criptografado

2

Avaliação Clínica de Esferas Relevantes

O primeiro passo para se trabalhar com o cliente de uma perspectiva comportamental baseada na aceitação é realizar uma avaliação abrangente da natureza e extensão dos problemas apresentados, status psicológico, atitudes em relação às experiências internas (como emoções e sensações físicas), estratégias comuns de manejo (incluindo evitação experiencial), qualidade de vida e experiências prévias de tratamento. Uma avaliação cuidadosa e sistemática não só

é essencial para uma conceitualização de caso adequada e um plano de tratamento informado, como também ajuda a validar a experiência do cliente e a criar uma aliança terapêutica sólida.

Neste capítulo, focalizamos principalmente as estratégias de avaliação a serem usadas nas sessões iniciais, mas uma avaliação constante durante toda a terapia

(discutida no Capítulo 9) é indispensável, pois fornece informações importantes sobre a possível eficácia da intervenção, incentiva uma rápida resposta a estratégias improdutivas, facilita a mudança ao dar um retorno, motiva tanto o cliente quanto o terapeuta, aumenta a responsabilidade e demonstra a efetividade do tratamento para terceiras pessoas relevantes (Woody,

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