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Medium 9788536311180

2 - FILOGÊNESE

Francisco B. Assumpção Jr. Grupo A PDF Criptografado

Psicopatologia evolutiva

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FILOGÊNESE

Mas que o que foi dito aqui não seja tomado por uma tentativa de polimorfizar humanos. Humanos são o que são por causa de sua humanidade. Humanos em liberdade são muito, muito, diferentes de chipanzés.

A organização social humana pode ser impressionantemente complexa quando vista através das lentes da pesquisa científica, mas, sem isso, os fatos crus são brutais. Humanos em geral se juntam – e conseqüentemente se acasalam – por toda a vida! Em vez de resolver conflitos de maneira simples, de acordo com as hierarquias dominantes, a sociedade humana parece terrivelmente anárquica; bandos de humanos se juntam para propagar seus próprios “modos de vida” (talvez formas primitivas de ideologia) entre seus iguais.

(Grandes símios, de Will Self)

MECANISMOS DE EVOLUÇÃO

O conceito de filogênese corresponde ao da evolução da vida sobre a terra, e, para tal, procura-se estudar os mecanismos que permearam essa evolução no decorrer do tempo. Entretanto, o modo como essa evolução ocorreu no decorrer do tempo ainda não pode ser visualizado de maneira uniforme pelos estudiosos.

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Medium 9788536309200

Capítulo 1. Breve histórico das terapias grupais a partir da psicanálise

Luiz Carlos Osorio Grupo A PDF Criptografado

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Breve histórico das terapias grupais a partir da psicanálise

O grupo como um espaço terapêutico remonta a tempos imemoriais.

Pode-se imaginar seres primevos intercambiando cuidados, seja no contexto das famílias primordiais ou nos arcaicos clãs que esboçaram a ordem social, quando a linguagem verbal não passava de grunhidos para veicular emoções ou para tentar expressar conteúdos fragmentários de pensamento e mais se valia do não-verbal para comunicar as necessidades uns aos outros.

Dê-se agora um salto por muitos milênios do processo de civilização até o século XX, para encontrar aquele que se considera o protótipo de um grupo com objetivos explicitamente terapêuticos, na experiência de Pratt com seus pacientes tuberculosos. Ele observou que esses pacientes, reunidos na sala de espera de um dispensário enquanto aguardavam suas consultas, interagiam e estabeleciam relações emocionais que melhoravam seu estado de ânimo. Isso o estimulou a reuni-los, inicialmente para dar-lhes um curso de higiene pessoal, e logo mais com o propósito de que trocassem suas experiências na maneira como enfrentavam a enfermidade. Mais adiante, introduziu no grupo o testemunho de pacientes que se haviam curado, para animá-los com esperança em relação aos resultados do tratamento, prática que foi retomada depois pelos chamados “grupos de auto-ajuda”. Assim, ele estabeleceu um setting grupal que consistia em reuniões semanais de uma hora e meia de duração com a presença de aproximadamente 20 pacientes, sentando-se a seu lado aqueles que haviam mostrado progressos e podiam se constituir em exemplos a ser seguido pelos demais.

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Medium 9788582715475

Capítulo 16. Terapia familiar cognitivo-comportamental

Robert D. Friedberg, Jessica M. McClure Grupo A PDF Criptografado

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Terapia familiar cognitivo-comportamental

O renomado terapeuta familiar Salvador

Minuchin (Minuchin & Fishman, 1981) ressaltou: “Os pacientes buscam a terapia porque a realidade, como eles a construíram, é impraticável” (p. 71). Pantalone, Iwamasa e

Martell (2010) observaram que as convenções eurocêntricas separam a terapia individual da terapia familiar. As influências sistêmicas nas famílias desencadeiam crenças individuais.

Dattilio (1997) destacou quatro suposições principais na terapia familiar cognitivo-comportamental. A primeira diz respeito à existência de um impulso compartilhado entre familiares no sentido de manter a homeostasia familiar, buscando o status quo e um equilíbrio para satisfazer suas necessidades emocionais.

A segunda refere-se ao fato de as cognições e os comportamentos de cada familiar influenciarem esse equilíbrio homeostático. A terceira suposição é a de que os problemas surgem quando cognições e comportamentos de um membro individual da família ameaçam a homeostasia. Por fim, a quarta suposição é a de que a intervenção com procedimentos cognitivo-comportamentais é considerada uma forma eficaz de corrigir problemas.

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Medium 9788536326955

24. O lúdico na adolescência: Winnicott e o brincar adolescente

Rosa Maria Lopes Affonso Grupo A PDF Criptografado

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O lúdico na adolescência

Winnicott e o brincar adolescente

Yvette Piha Lehman

N

a teoria de Winnicott, a habilidade do brincar é uma realização do desenvolvimento emocional. Ao brincar, o bebê/criança/ adulto faz pontes do mundo interior com o mundo de fora e de dentro, através do espaço transicional. Para Winnicott (1975), a qualidade do brincar na terceira área – fenômeno transicional – é sinônimo de um viver criativo e constitui a matriz da experiência do self através da vida. Transposto para a relação analítica, o brincar é uma derradeira realização de psicoterapia, porque só através do brincar o self pode se descobrir e se fortalecer.

O brincar vai se ressignificando no decorrer da vida. Primeiro há um brincar para assumir o corpo, depois o brincar torna­‑se interativo e incorpora o olhar do outro, surgindo daí a relação “olhar­‑existir”. A operação simbólica é um processo, nela há uma verdadeira significação subjetiva.

A princípio, constituir o corpo a partir da díade materna simboliza a angústia de separação.

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Medium 9788582715536

Capítulo 20. Autocompaixão e Raiva nos Relacionamentos

Kristin Neff, Christopher Germer Grupo A PDF Criptografado

AUTOCOMPAIXÃO

E RAIVA NOS

RELACIONAMENTOS

Outro tipo de dor relacional é a desconexão, que ocorre sempre que existe uma perda ou ruptura em um relacionamento. A raiva é uma reação comum à desconexão. Podemos ter raiva quando nos sentimos rejeitados ou excluídos, mas também quando a desconexão

é inevitável, como quando alguém morre.

A reação pode não ser racional, mas ainda assim acontece. A raiva tem uma forma de surgir de repente em torno da desconexão e algumas vezes pode durar anos, até muito tempo depois que o relacionamento terminou.

Embora a ira tenha má reputação, ela não é necessariamente ruim. Como todas as emoções, a raiva tem funções positivas. Por exemplo, ela pode nos dar a informação de que alguém transpôs as nossas fronteiras

A raiva pode ser ou nos magoou de uma resposta alguma maneira e emocional pode ser um sinal perfeitamente poderoso de que saudável, mas nosso alguma coisa prerelacionamento com cisa mudar. A ira ela com frequência também pode nos não é saudável. dar energia e determinação para nos protegermos em face de ameaças, tomarmos uma atitude para interromper o comportamento prejudicial ou terminarmos um relacionamento tóxico.

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Medium 9788582710869

Capítulo 1 - As Origens da Psicologia Positiva e os Primeiros Estudos Brasileiros

Claudio Simon Hutz Grupo A PDF Criptografado

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AS ORIGENS DA PSICOLOGIA

POSITIVA E OS PRIMEIROS

ESTUDOS BRASILEIROS

Juliana Cerentini Pacico e Micheline Roat Bastianello

Este capítulo apresenta um panorama sobre como a psicologia positiva surgiu, quais são seus antecedentes históricos e qual é o objetivo dessa nova

área. Ao longo dele, será apresentada uma definição sobre o que é a psicologia positiva e seu objeto de estudo, bem como será abordado com o que ela está comprometida e feita uma breve revisão sobre a área no Brasil.

COMO A PSICOLOGIA POSITIVA SURGIU?

Essa é uma questão controversa e tem gerado bastante polêmica. No ano

2000, Seligman e Csikszentmihalyi publicaram, na American Psychologist, um artigo intitulado “Positive Psychology: an introdution”. Nesse artigo, os autores afirmaram que desde a Segunda Guerra Mundial o foco da psicologia tem sido curar e reparar os danos. Esse foco, quase exclusivamente curativo, fez com que se olhasse pouco para os aspectos positivos que também são parte do sujeito e das comunidades. Assim, tais aspectos foram negligenciados por um longo período, tornando a visão da psicologia incompleta. Com base nisso, esses autores propuseram que o objetivo da psicologia positiva é promover um ajuste no foco da psicologia para que aspectos saudáveis também recebam atenção. Dessa maneira, percebe-se que tanto a psicologia voltada à cura e à reparação do que precisa ser mais bem ajustado quanto a psicologia que se volta ao estudo das qualidades e das características positivas do ser humano são aspectos importantes e merecem atenção. Se fosse possível comparar a situação a uma balança, a proposta da psicologia positiva seria o equilíbrio entre os dois pratos.

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Medium 9788582713952

Capítulo 5 - Atenção e desempenho

Michael W. Eysenck, Mark T. Keane Grupo A PDF Criptografado

Atenção e desempenho

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INTRODUÇÃO

A atenção é absolutamente valiosa na vida diária. Usamos a atenção para evitar sermos atropelados pelos carros quando atravessamos a rua, para procurar objetos perdidos e para realizar duas tarefas ao mesmo tempo. A palavra “atenção” tem vários significados.

Entretanto, ela normalmente se refere à seletividade do processamento, como foi enfatizado por William James (1890, pp. 403-4).

Atenção é [...] a posse pela mente, de forma clara e vívida, de um entre vários objetos ou sequências de pensamentos que parecem simultaneamente possíveis.

Sua essência é constituída pela focalização, pela concentração e pela consciência.

William James (1890) distinguiu entre os modos de atenção “ativos” e “passivos”.

A atenção é ativa quando controlada de forma top-down pelos objetivos ou pelas expectativas do indivíduo. Todavia, a atenção é passiva quando controlada de forma bottom-up por estímulos externos (p. ex., um ruído alto). Essa distinção ainda é importante na teorização recente (p. ex., Corbetta & Shulman, 2002; Corbetta et al., 2008) e será discutida mais adiante neste capítulo.

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Medium 9788582712757

Capítulo 43. O transgeracional - entre a dor e o alívio

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

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O TRANSGERACIONAL –

ENTRE A DOR

E O ALÍVIO

A luta por encontrar fatores orgânicos para explicar emoções pode estar atrelada à necessidade de afastar a dor psíquica. Parece desejar dizer que a dor vem do aumento ou da diminuição de substâncias ou de um punhado de aminoácidos. Não que esteja errado; afinal, somos um corpo feito de matéria, mas não só disso. Temos um código genético, ele é importante, mas não nos define inteiramente. Também somos feitos de afetos (cultura e mistério, inclusive) em doses suficientes para não abrigarmos certezas.

Tem quem ache que um amor pode vencer um gene. Eu acho.

Mas quem quer conviver com incertezas? Desconfio de que daí venha a luta, a ânsia da definição. E, no fundo, todo sofrimento se relaciona com outro sofrimento. Está em Hamlet, em Édipo, nos mitos, nas lendas e, sobretudo, na realidade, em que as pessoas enlouquecem umas às outras, e também podem salvá-las. O outro sempre me salva, como disse

Ernesto Sábato salvo pelo outro. Ninguém sofre isoladamente, ninguém se alivia sozinho. Haveria sempre uma trama repleta de personagens que ora ajudam, ora atrapalham, e sempre fazem os dois. Difícil aceitar essa realidade – mais fácil preconizar que não é assim, mas assado, e sozinho.

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Medium 9788536307374

Capítulo 12 - O grupo avançado

Irvin D. Yalom, Molyn Leszcz Grupo A PDF Criptografado

PSICOTERAPIA DE GRUPO

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O grupo avançado

Quando um grupo atinge um grau de maturidade e estabilidade, ele deixa de apresentar estágios de desenvolvimento familiares e facilmente descritos. Inicia-se o rico e complexo processo de trabalho, e os principais fatores terapêuticos que descrevi anteriormente atuam com maior força e efetividade. Gradualmente, os membros envolvem-se de maneira mais profunda no grupo e usam a interação do grupo para abordar as questões que os trouxeram à terapia. O grupo avançado caracterizase pela capacidade crescente de reflexão, autenticidade, auto-revelação e feedback dos membros.1 Assim, é impossível formular diretrizes metodológicas específicas para todas as contingências. De um modo geral, o terapeuta deve tentar estimular o desenvolvimento e a operação dos fatores terapêuticos. A aplicação dos princípios básicos do papel e da técnica do terapeuta a eventos específicos do grupo e à terapia de cada paciente (conforme discutido nos Capítulos 5, 6 e 7) constitui a arte da psicoterapia e, por isso, não existe substituto para a experiência clínica, leitura, supervisão e intuição.

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Medium 9788580554595

Parte Um | Introdução

Jess Feist, Gregory J. Feist, Tomi-Ann Roberts Grupo A PDF Criptografado

PARTE UM

Introdução

CAPÍTULO 1 Introdução à Teoria da

Personalidade 2

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CAPÍTULO 1

Introdução à Teoria da

Personalidade

♦ O que é personalidade?

♦ O que é uma teoria?

Definição de teoria

A teoria e suas relações

Por que diferentes teorias?

As personalidades dos teóricos e suas teorias da personalidade

O que torna uma teoria útil?

♦ Pesquisa em teoria da personalidade

♦ Dimensões para um conceito de humanidade

♦ Termos-chave e conceitos

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TEORIAS DA PERSONALIDADE

P

or que as pessoas agem da forma como agem? Elas têm alguma escolha ao moldarem a própria personalidade? O que justifica as semelhanças e diferenças entre as pessoas? O que as faz agirem de maneiras previsíveis? Por que elas são imprevisíveis? Forças ocultas inconscientes controlam o comportamento das pessoas? O que causa os transtornos mentais? O comportamento humano

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Medium 9788527718516

Capítulo 4- Atuação do Psicólogo em uma Unidade de Transplante de Fígado: Características do Trabalho e Relato de Caso

BAPTISTA, Makilim Nunes; DIAS, Rosana Righetto Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

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Atuação do Psicólogo em uma

Unidade de Transplante de Fígado:

Características do Trabalho e

Relato de Caso

M. Cristina O.S. Miyazaki

Randolfo Santos Junior

Neide A.M. Domingos

Nelson I.Valerio

Transplante de fígado é a opção terapêutica para prolongar e melhorar a qualidade de vida de pacientes portadores de doenças hepáticas crônicas (Santos Jr. e cols., 2008).

Com diferentes etiologias (ex.: viral, alcoólica), a hepatopatia crônica é progressiva e irreversível. O transplante representa, portanto, para muitos pacientes, a possibilidade de sobreviver com qualidade de vida, retornar ao trabalho e reintegrar-se socialmente (Felicio, 2007).

Muitos pacientes sobrevivem mais de 20 anos após a realização de um transplante de fígado. Com o avanço do conhecimento e modificações constantes nos estilos de tratamento, além da sobrevida, a qualidade de vida (QV) desses pacientes pode melhorar cada vez mais (Kroon, Drent, van den Berg e Haagsma, 2007; Cetingok,

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Medium 9788582714423

Capítulo 2 - Metodologia da pesquisa

Michael Gazzaniga, Todd Heatherton, Diane Halpern Grupo A PDF Criptografado

Metodologia da pesquisa

ADMITA. MESMO QUE VOCÊ SOUBESSE que provavelmente seria uma má ideia naquele momento, teria usado o celular para falar ou enviar uma mensagem de texto quando fosse imprudente fazê-lo. Talvez você estivesse em sala de aula e não conseguisse resistir a dar uma olhada em um Snapchat que alguém acabara de enviar. Ou poderia estar andando a caminho da sala de aula e atravessando vias movimentadas enquanto falava por chat com seu pai ou sua mãe. Ou, ainda,

é possível que enviasse uma mensagem de texto enquanto dirigia o carro, para avisar que iria se atrasar. Você não é o único. O uso arriscado de celulares é comum. Vários estudos constataram que 80 a 90% dos estudantes universitários admitiram ter enviado mensagens de texto enquanto dirigiam o carro em pelo menos uma ocasião (Harrison, 2011). Infelizmente, enviar mensagens de texto ou conversar ao celular ao dirigir o carro pode ser desastroso.

Em 2009, em Boston (EUA), um condutor de bonde que digitava uma mensagem de texto para a namorada durante o serviço bateu na traseira de outro bonde, enviando 49 pessoas para o hospital e gerando um custo de quase 10 milhões de dólares ao sistema de trânsito. Em 2007, morreram cinco alunos do colegial em um acidente ocorrido no Norte de Nova York. Minutos antes do acidente, a motorista inexperiente conversava ao celular e possivelmente respondia a uma mensagem de texto segundos antes de atravessar uma via e colidir de frente com um reboque. Em janeiro de 2010, Kelsey Raffaele (FIG. 2.1), de

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Medium 9788582712832

Capítulo 13 - Dislexia do desenvolvimento: contribuições das teorias para o diagnóstico e a intervenção

Jerusa Fumagalli de Salles, Vitor Geraldi Haase, Leandro F. Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

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Dislexia do desenvolvimento: contribuições das teorias para o diagnóstico e a intervenção

SIMONE APARECIDA CAPELLINI

GISELI DONADON GERMANO

A dislexia do desenvolvimento vem sendo descrita na literatura desde meados de 1600 e é caracterizada como um atraso na aquisição na aprendizagem da leitura (Critchley, 1967). Desde essa primeira descrição, a dislexia vem sendo estudada sob a perspectiva de seus subtipos, e mesmo séculos depois, apesar dos avanços tecnológicos, ainda existem controvérsias sobre as manifestações desses subtipos e as possíveis etiologias que possam explicar a ocorrência da dislexia.

A primeira caracterização dos subtipos da dislexia foi realizada por Boder (1973) e confirmada com estudos de neuroimagem realizados por Galaburda e Cest­nick

(2003), sendo, portanto, referidos os seguintes subtipos: dislexia auditiva ou fonológica (caracterizada por dificuldade na leitura oral de palavras pouco familiares, que se encontra na conversão letra-som, normalmente associada a uma disfunção do lóbulo temporal); dislexia visual ou diseidética (caracterizada por dificuldade na leitura relacionada a um problema visual, ou seja, inabilidade de reconhecer palavras como um todo – decorrente de déficit no processamento visual e de disfunções do lóbulo occipital); e dislexia mista (caracterizada por leitores que apresentam problemas dos dois subtipos, associados às disfunções dos

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Medium 9788597019032

10. Avaliação do talento

BERGAMINI, Cecília Whitaker Grupo Gen PDF Criptografado

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Avaliação do talento

“Fazemos o que for possível para evitar esse sentimento de estar sozinho no mundo [...]

Muitos de nós temos receio de ficar sozinhos por medo de encarar os próprios demônios”

(Gottlieb, D., 2015, p. 55).

Avaliação do talento

Não há quem deixe de se preocupar com o próprio talento, embora cada um faça isso de maneira pessoal. No âmbito das organizações, essa preocupação aumenta exponencialmente tanto por parte de quem tem essa qualidade, como também por parte da organização que o abriga.

No procedimento que atrai e seleciona os talentos necessários para as diferentes

áreas. A seguir, preparar e desenvolver ao máximo o potencial que preencherá os vários setores também é alvo de cuidados especiais. A avaliação de desempenho representa uma medida de controle das duas atividades anteriores, bem como oferece informações para tornar possível o planejamento de diretrizes para a gestão futura dos recursos com os quais já conta. Como se conclui, a área de Recursos

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Medium 9788582715055

Capítulo 31. Síndromes ansiosas e síndromes com importante componente de ansiedade

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

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Síndromes ansiosas e síndromes com importante componente de ansiedade

SÍNDROMES ANSIOSAS

Neste capítulo, serão abordados os transtornos mentais nos quais sintomas ansiosos configuram formas “puras” ou “quase puras” de transtornos de ansiedade (transtorno de ansiedade generalizada [TAG] e transtorno de pânico) ou aqueles nos quais a ansiedade tem importância central ou muito relevante

(fobias, ansiedade social, estresse pós-traumático, quadros dissociativos e conversivos, quadros hipocondríacos e de somatização e transtorno obsessivo-compulsivo [TOC]).

As síndromes ansiosas representam os transtornos mentais mais frequentes e apresentam, mundo afora, prevalência na vida em torno de até 17 a 30% e, no último ano, em torno de até 11 a 18% (Somers et al., 2006; Kessler et al., 2007; Remes et al., 2016).

No Brasil, estudos epidemiológicos nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro revelaram pelo menos algum transtorno de ansiedade e/ou fobias, nos últimos 12 meses, em 18,8 a 20,8% da população e pelo menos uma vez na vida em 27,7 a 30,8% (Andrade et al., 2012;

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