3611 capítulos
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 16. O ciclo vital familiar

PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

O ciclo vital familiar

Monica McGoldrick

Tazuko Shibusawa

A

té recentemente, terapeutas e pesquisadores prestavam pouca atenção ao ciclo vital familiar e seu impacto no desenvolvimento humano (McGoldrick, Carter &

Garcia-Preto, 2011a). A maioria das teorias psicológicas têm focado no indivíduo ou, no máximo, na família nuclear, ignorando o contexto multigeracional das conexões familiares que moldam nossas vidas ao longo do tempo. No entanto, é essencial uma perspectiva do ciclo vital da família porque isto possibilita que os clínicos prevejam o desenvolvimento futuro dos indivíduos e das famílias, incluindo os riscos, o que por sua vez facilita a prevenção. É útil levar em conta toda a avaliação clínica dentro de uma estrutura do ciclo familiar que oferece um conceito flexível dos estágios vitais previsíveis e reconhece as tarefas emocionais das pessoas e membros da família, dependendo da sua estrutura, tempo de vida, momento cultural e histórico. O antigo modelo da família nuclear é insuficiente porque, como assinalam Dilworth-Anderson,

Ver todos os capítulos

19. O lúdico no consultório: análise do ludodiagnóstico na demanda da saúde suplementar

PDF Criptografado

19

O lúdico no consultório

Análise do ludodiagnóstico na demanda da saúde suplementar

Marisa Cintra Bortoletto

A

saúde suplementar apareceu no cenário nacional para suprir as deficiências da saúde pública brasileira. É composta pelas operadoras de saúde, as quais administram e comercializam os diversos planos de saúde.

A Agência Nacional de Saúde (ANS), conjuntamente com as operadoras, é responsável pela regulamentação do rol de procedimentos médicos, odontológicos e psicológicos, entre outros. Recentemente, em 2008, a psicologia clínica foi contemplada com 12 sessões/ano de psicoterapia, para qualquer tipo de plano de saúde, o que significa que um número cada vez maior de pessoas agora tem acesso aos serviços psicológicos.

Quando pensamos nas famílias e seus dependentes, sabemos que as crianças são as principais beneficiadas, pois a partir da sintomatologia serão submetidas ao ludodiagnóstico e encaminhadas para os tratamentos mais adequados. Os resultados oferecerem uma contribuição substancial aos pais, à família e à criança.

Ver todos os capítulos

3. Avaliação e formulação

PDF Criptografado

Aprendendo a terapia cognitivo-comportamental

3

45

Avaliação e formulação

O

processo de avaliação dos pacientes para a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e de realização de conceitualizações de caso baseiase em um modelo abrangente de tratamento.

Embora os elementos cognitivos e comportamentais para a compreensão do transtorno do paciente recebam a maior ênfase, também as influências biológicas e sociais são consideradas características essenciais da avaliação e formulação. Neste capítulo, discutiremos as indicações para a TCC, as características dos pacientes que são associadas a uma afinidade com essa abordagem e elementos principais que avaliam a adequação para a terapia. Também apresentamos um método pragmático para organizar as conceitualizações de caso e desenvolver planos de tratamento.

AVALIAÇÃO

A avaliação para a TCC começa com os aspectos fundamentais utilizados em qualquer forma de psicoterapia: uma anamnese completa e um exame do estado mental. Deve-se dar atenção aos sintomas atuais do paciente, suas relações interpessoais, sua base sociocultural e seus pontos fortes pessoais, além de levar em consideração o impacto da história de seu desenvolvimento, da genética, dos fatores biológicos e das doenças médicas. A avaliação detalhada das influências desses múltiplos domínios permitirá produzir uma formulação de caso

Ver todos os capítulos

9 Maus-tratos na infância e o rompimento do ciclo intergeracional da violência

ePub Criptografado

9

O bebê humano é o mais frágil de todas as espécies animais e é aquele que depende integralmente de um adulto cuidador para sobreviver. A criança também precisa de um adulto cuidador capaz de suprir suas necessidades físicas e emocionais e de proporcionar um ambiente seguro e que estimule seu desenvolvimento. Nesse sentido, destaca-se a importância da família como a instituição social que geralmente oferece um ambiente favorável ao desenvolvimento humano. Vale salientar que não basta que esse ambiente oferecido pelos cuidadores seja fisicamente seguro, ele precisa ser emocionalmente seguro para que a criança possa se desenvolver de forma saudável (Biglan, 2015). Nesse sentido, é necessário refletir sobre o que ocorre quando os adultos, que deveriam garantir o bem-estar da criança, são justamente aqueles que geram alto nível de estresse no ambiente. Sabe-se que as experiências de maus-tratos sofridas dentro de casa, sendo um dos pais o agressor ou ambos, podem ser devastadoras ao longo de todo o desenvolvimento do indivíduo.

Ver todos os capítulos

CAPÍTULO II Atenção Psicológica e Aprendizagem Significativa

PDF Criptografado

II

CAPÍTULO

ATENÇÃO PSICOLÓGICA E

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

Henriette Tognetti Penha Morato

Compreender como a pessoa percebe a si e ao mundo era uma questão que sempre perpassou a Psicologia, fazendose presente em autores que percorreram o campo do Aconselhamento Psicológico. Para Rogers, tal questionamento manifestou-se por uma disposição fenomenológica para a compreensão de como era o referencial interno daquele que procura pelo psicólogo.

Segundo Rosenberg (1977), foi essa investigação que abriu uma nova maneira de se enfocar a personalidade e sua adequação, denominada por Rogers de congruência interna. Para Gomes (1983), em um estudo minucioso da teoria da experienciação de Gendlin, basicamente foi a partir do conceito rogeriano de congruência que Gendlin sugeriu reformulações à Terapia Centrada no Cliente.

Segundo esse autor, Rogers (1959) já havia levantado dúvidas se sua maneira de enfocar os fenômenos da subjetividade ainda estaria impregnada de uma orientação lógicopositivista, mas não havia levado adiante tal reflexão.

Ver todos os capítulos

Capítulo 7. Questões cruciais para o início, o curso e o término da psicoterapia

PDF Criptografado

Questões cruciais para o início, o curso e o término da psicoterapia

7

Katiane Silva

Marianna de Barros Jaeger

Lucia Helena Machado Freitas

Aristides Volpato Cordioli

Neste capítulo, são discutidas as questões essenciais do início, do curso e do término da psicoterapia, considerando-se as principais abordagens terapêuticas, com o objetivo de sistematizar as informações encontradas na literatura e identificar os procedimentos recomenda­dos. Os aspectos comuns e as especificidades das diferentes abordagens são descritos em cada uma das fases, sem perder de vista a compreensão do processo terapêutico como um todo.

A origem da psicoterapia, se considerada como um tipo especial de interação humana, remete a civilizações bastante remotas. Os curandeiros, figuras presentes em diversas culturas primitivas e reconhecidos por sua empatia, sabedoria e maturidade, ofereciam alívio ao sofrimento por meio da palavra falada.1 Posteriormente, Freud descreveu a “cura pela fala”, e esse conceito de proporcionar alívio para problemas psíquicos por meio da palavra pode ser considerado como nuclear para as diferentes modalidades de psicoterapia.

Ver todos os capítulos

Módulo XI - Inventário Multifásico Minnesota de Personalidade | Capítulo 30. Administração e orientação geral para o manejo do MMPI

PDF Criptografado

MÓDULO XI – Inventário Multifásico Minnesota de Personalidade

Administração e orientação geral para o manejo do MMPI

Jurema Alcides Cunha

Problemas na administração

A versão mais conhecida e mais usada do MMPI

é a do caderno. Criada originalmente para uso com grupos, o fato de ser auto-administrada permite sua utilização tanto na forma coletiva como individual.

Em princípio, qualquer pessoa, com 16 anos ou mais e escolaridade equivalente ao ensino fundamental, pode ser testada. Eventualmente,

é possível a administração com adolescentes de menos idade e, até, com crianças inteligentes de cerca de doze anos, desde que o sujeito seja capaz de ler e compreender os itens – o que supõe um campo vasto de interesse e certo grau de cultura geral – e persistência suficiente para levar a cabo a tarefa. Cabe lembrar, entretanto, que não há normas brasileiras para essas faixas etárias. Por outro lado, não se recomenda a administração em sujeitos cujo QI seja inferior a 80, a não ser com muita supervisão, que envolve, às vezes, a necessidade de fornecer algumas definições comuns de dicionário sobre certos termos (Dahlstrom, Welsh &

Ver todos os capítulos

Parte V: Aplicações específicas

PDF Criptografado

Parte

Aplicações específicas

Leahy.indd 303

V

3/11/2009 11:26:20

Leahy.indd 304

3/11/2009 11:26:20

16 integraNDo a terapia cognitivo-comportamental e a farmacoterapia

Jesse H. Wright

A farmacoterapia e a terapia cognitivo-comportamental (TCC) são as duas formas de tratamento mais largamente pesquisadas no que diz respeito aos transtornos do Eixo I. Ambos os tratamentos estabeleceram-se bem como terapias eficazes para a depressão, para transtornos da ansiedade, para transtornos alimentares e para outras doenças não psicóticas (Marangell, Silver, Goff e Yudsofsky,

2002; Dobson, 1989; Robinson, Berman e Neimeyer, 1990; Wright, Beck e Thase,

2002). Embora a psicofarmacologia seja geralmente aceita como o tratamento-padrão para as psicoses, a TCC recentemente demonstrou ter efeitos significativos na redução dos sintomas da esquizofrenia (Drury, Birchwood, Cochrane e Macmillan, 1996; Kuipers et al., 1997; Tarrier et al., 1998; Pinto, La Pia, Mannella, Domenico e De Simone, 1999; Sensky et al.,

Ver todos os capítulos

Capítulo 6 - Bases Conceituais do Programa

PDF Criptografado

6

BASES CONCEITUAIS DO PROGRAMA

Os pressupostos que orientam nossas concepções teóricas, de bases sociocognitivas, à semelhança das postulações de Blustein (1987) e Osipow (1990), estão voltados para as habilidades e atitudes envolvidas nos processos de decisão inerentes às carreiras. Por pretender mudanças de atitudes, as mudanças dos participantes do Programa evoluem em um processo de tomada de consciência, assunção de valores, retomada de emoções e disposições comportamentais. Isso significa aprender ou desenvolver padrões apropriados a uma nova etapa de vida. Guiamo-nos pelos postulados construcionistas sociais, ao entendermos que a realidade na qual se encontram inseridos os aposentados resulta do processo histórico das suas interações sociais. Influenciam a edificação de tal realidade, ao mesmo tempo em que são influenciados por ela. Portanto, compreendemos que o fenômeno da aposentadoria é consequência de uma realidade que é socialmente construída

(Berger e Luckman, 1985; Goffman, 1985; Zanelli e Silva, 2008). Apoiamo-nos nos pressupostos humanistas, em especial ao considerar as necessidades e as expectativas dos seres humanos e a ideia de que estamos em busca constante de vir a ser o que ainda não somos (Maslow, 2000, 2003). Também nos apoiamos em Frankl (1984), no que se refere à necessidade de encontrarmos propósito para a nossa existência. Por fim, na formatação e na condução do

Ver todos os capítulos

Capítulo 4 - Cognição Social

PDF Criptografado

4

Cognição social

Bartholomeu T. Tróccoli

Cognição social refere­‑se aos processos cognitivos por meio dos quais as pessoas compreendem e explicam as outras pessoas e a si mesmas. Essa compreensão ocorre de forma instantânea, quase automática, mas também pode envolver considerações e análises detalhadas e lentas. Quando consideramos a complexidade das pessoas, a primeira característica que chama a atenção na cognição social é a rapidez com a qual compreendemos e julgamos os outros. Essa rapidez de julgamento tem seu preço: embora sejamos bons avaliadores em geral, também cometemos inúmeros erros quando julgamos o que são os outros e o que somos nós. Talvez o estudo da cognição social possa ajudar­‑nos a diminuir esses erros melhorando nosso autoconhecimento e nossa capacidade perceptiva e interpretativa dos outros.

Plano do capítulo

Este capítulo começa pela definição e evo­ lução da inteligência social humana e introdução aos componentes básicos (schemas e atribuições) dos processos da cognição social. A inteligência social humana surgiu junto com o aumento do número de membros dos primeiros grupos de hominídeos.

Ver todos os capítulos

Capítulo 1 - Um novo começo

PDF Criptografado

UM NOVO COMEÇO

1

Todos sabemos como é sentir medo quando somos confrontados por um desconhecido ameaçador na rua, ou ficar ansioso antes de uma prova importante ou de uma entrevista para emprego, ou preocupar-se com o resultado de um exame de saúde. É difícil imaginar viver em um estado de perpétua calma e segurança, livre de incertezas, riscos, perigos ou amea­

ças. O medo e a ansiedade fazem parte da

O medo e a ansiedade são tão normais vida – e, além disso, uma parte útil. O medo quanto comer, dormir e respirar. Como nos avisa de um perigo iminente, como o necessitamos deles para a sobrevivência, que sentimos quando um carro derrapa em seria perigoso eliminar todo medo e uma estrada molhada ou coberta de gelo, ansiedade da vida. ou quando um desconhecido suspeito parece estar nos seguindo. Sentir-se ansioso pode motivar uma pessoa a preparar-se melhor para uma importante reunião de negócios ou tomar medidas especiais ao viajar para um lugar desconhecido. O fato é que precisamos de um pouco de medo e ansiedade em nossas vidas.

Ver todos os capítulos

28 - Dependência Química segundo a Psicologia Analítica

PDF Criptografado

28

Dependência Quí­mica segundo a Psicologia

Analítica

Dartiu Xavier da Silveira Filho e Victor Palomo

Introdução

O consumo de substâncias psicoativas constitui um fenômeno frequente. Um considerável contingente de pessoas experimenta tais produtos, e uma parcela delas passa a fazer uso dessas substâncias de modo ocasional sem conse­quências danosas, na maioria das vezes. Uma pequena proporção desses usuá­rios ocasionais parte para padrões de uso de risco e alguns deles tornam-se dependentes.

O que faz com que alguns in­di­ví­duos experimentem substâncias psicoativas ou as consumam apenas ocasionalmente, enquanto outros se tornam usuá­rios de risco ou mesmo dependentes?

Existe ampla variabilidade de padrões de consumo de substâncias, envolvendo distintos graus de risco e correspondendo a diversos graus de dano potencial. O padrão de consumo decorre da interação de diferentes fatores, entre os quais se destacam o tipo de droga utilizada, as características biológicas e psicológicas do usuá­ rio e o contexto em que acontece o uso.

Ver todos os capítulos

Capítulo 16. Encontrando resistência

PDF Criptografado

16

Encontrando resistência

Na maioria das entrevistas, dois indivíduos trabalham em conjunto para chegar a uma compreensão comum. A vasta maioria dos pacientes coopera, tem informações para contar e (até um certo grau) demonstra ter insight. Porém, todos os pacientes têm suas agendas próprias e,

às vezes, elas entram em conflito com os objetivos usuais da entrevista inicial. É por isso que muitos pacientes, de algum modo, resistem a dar informações completas. O resultado pode ser comportamentos que frustrem sua tentativa de obter um banco de dados completo enquanto constrói o rapport.

A resistência é qualquer tentativa consciente ou inconsciente de evitar um tópico de discussão. Como quase todos se sentem desconfortáveis com um ou outro tema, a resistência talvez seja o comportamento problemático mais frequente que os clínicos enfrentam. Por diversas razões,

é importante abordar a resistência quando surge, e não apenas avançar sem tentar determinar (e remediar) as suas causas.

Ver todos os capítulos

Capítulo 18 - Sofrimento referido, mas não sentido (Caso Marlene e Luiz Antõnio)

PDF Criptografado

18

SOFRIMENTO REFERIDO,

MAS NÃO SENTIDO

(Caso Marlene e Luiz Antônio)

Gley P. Costa e Gildo Katz

R ESUMO

Estudo sobre relacionamentos conjugais em que um ou ambos cônjuges apresentam sintomas psicossomáticos e/ou   manifestações de fúria e violência,   ilustrado por um caso em que predomina um vínculo tóxico fusional e adesivo, o qual sustenta uma frágil ilusão de existência.

Para abordar psicanaliticamente os vínculos tóxicos, faz-se necessário estabelecer de início uma diferença entre os conceitos de intersubjetividade e transubjetividade.

A intersubjetividade faz referência à transcrição subjetiva do que se intercambia entre os sujeitos. Implica um espaço de transformação e, ao mesmo tempo, o reconhecimento de uma espécie de barreira que sustenta a diferença entre duas pessoas.

Em troca, no caso da transubjetividade, o que se produz é uma abertura máxima, de modo tal que ficam parcial ou totalmente abolidos os limites que diferenciam os sujeitos. Assim sucede, por exemplo, nos casos de pânico ou histeria coletiva, quando se produz um atravessamento que borra os limites do self e do objeto. Trata-se, portanto, de um funcionamento narcisista que gera relacionamentos fusionais e adesivos, nos quais as individualidades se tornam indefinidas ou desaparecem. Não configuram uma relação, que implica duas individualidades, mas vínculos que se caracterizam por um verdadeiro aferramento a um parceiro indiferenciado, do qual não pode se separar porque esse tipo de ligação permite sustentar uma frágil ilusão de existência.

Ver todos os capítulos

Capítulo 14 - Raciocínio e testagem de hipóteses

PDF Criptografado

Raciocínio e testagem de hipóteses

14

INTRODUÇÃO

Por centenas de anos, os filósofos distinguiram entre dois tipos de raciocínio. Um deles

é o raciocínio indutivo, que envolve tirar uma conclusão geral a partir de premissas (afirmações) que se referem a episódios particulares. Uma característica-chave do raciocínio indutivo é que as conclusões de argumentos válidos no âmbito indutivo são provavelmente (mas não necessariamente) verdadeiras.

O filósofo Bertrand Russell deu o seguinte exemplo. Um peru pode utilizar o raciocínio indutivo para chegar à seguinte conclusão: “a cada dia sou alimentado”, porque sempre foi assim no passado. Entretanto, não há certeza de que o peru será alimentado amanhã. De fato, se amanhã for Natal, é provável que essa conclusão se revele falsa.

Como veremos, os cientistas muito frequentemente fazem uso do raciocínio indutivo de uma maneira muito parecida com a do peru hipotético de Russell. Por exemplo, um psicólogo pode realizar vários experimentos e descobrir consistentemente que o reforço é necessário para a aprendizagem. Isso pode levá-lo a utilizar o raciocínio indutivo para propor a hipótese de que o reforço é essencial para a aprendizagem. Entretanto, essa conclusão não é necessariamente verdadeira, pois ele não tem certeza de que experimentos futuros produzirão resultados semelhantes aos anteriores.

Ver todos os capítulos

Carregar mais