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Capítulo 7 - Desenvolvimento Cognitivo II: Diferenças Individuais nas Capacidades Cognitivas

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7

Desenvolvimento

Cognitivo II:

Diferenças Individuais nas

Capacidades Cognitivas

Objetivos da Aprendizagem

Medindo o poder intelectual

7.1

Quais eram as abordagens de Binet e Terman para medir a inteligência?

7.2

Que testes de inteligência são usados hoje e como eles diferem dos anteriores?

7.3

O quanto são estáveis os escores de QI durante a infância e a adolescência?

7.4

O que os escores de QI predizem?

Explicando diferenças individuais nos escores de QI

7.5

O que os estudos de gêmeos e de adoção sugerem sobre os efeitos da hereditariedade e do ambiente sobre os escores de QI?

7.6 Como características familiares compartilhadas e não compartilhadas afetam os escores de QI?

7.7

De que formas intervenções precoces afetam os escores de QI e o desempenho escolar?

7.8 De que formas a hereditariedade e o ambiente interagem para influenciar os escores de QI?

O

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Habilidades de tolerância ao mal-estar

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Habilidades de tolerância ao mal-estar

Introdução às fichas explicativas e de tarefas

Tolerância ao mal-estar é a capacidade de tolerar e sobreviver a crises sem piorar as coisas.

A capacidade de tolerar e aceitar o mal-estar é essencial por dois motivos. Primeiro, a dor e o mal-estar fazem parte da vida; eles não podem ser totalmente evitados ou eliminados. A incapacidade de aceitar esse fato imutável aumenta a dor e o sofrimento. Segundo, a tolerância ao mal-estar, ao menos em curto prazo, faz parte de qualquer tentativa de mudar a si próprio.

De outra forma, os esforços para fugir da dor e do mal-estar vão interferir em seus esforços para estabelecer mudanças desejadas. Existem dois principais conjuntos de fichas para habilidades de tolerância ao mal-estar: habilidades de sobrevivência a crises e habilidades de aceitação da realidade. Há um conjunto adicional, especializado, de fichas para habilidades quando a crise é adição. Uma ficha introdutória precede as fichas explicativas e de tarefas sobre esses conjuntos de habilidades:

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Capítulo 12. Avaliação de talentos nas organizações

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O contexto organizacional é um dos espaços onde se pode observar, de forma mais explícita, as intensas mudanças de paradigmas, protocolos e processos impostos pela globalização (Pereira, 2017), pela aceleração no fluxo de inovações em tecnologia, pela rapidez de acesso às informações e pelo aumento da competitividade entre as empresas (Ramos & Marques, 2014). Todo esse processo de evolução da área, associado ao ambiente cada vez mais competitivo, demandou da psicologia organizacional e do trabalho (POT) uma conduta mais dinâmica, tecnológica e contextualizada às necessidades do mercado de trabalho atual (Gontijo, 2005), envolvendo, principalmente, a adoção de técnicas relacionadas à gestão da empresa e de seus recursos humanos.

Entre as atuais demandas, o maior desafio enfrentado para assegurar condições de competitividade da organização tem sido a gestão de talentos (Ramos & Marques, 2014), uma vez que “[...] as empresas que implantarem estratégias que atraiam, desenvolvam e retenham profissionais em potencial terão maiores chances de enfrentar a concorrência e ganhar o mercado” (Ramos & Marques, 2014, p. 90). As empresas buscam identificar e atrair os talentos do mercado externo e reter os existentes em seu quadro de funcionários, e, assim, estão voltando seus olhares, cada vez mais e de maneira mais criteriosa, para o capital intelectual presente dentro e fora da organização, em busca de talentos que possam agregar valor e impulsionar o crescimento organizacional (Becker & Nicácio, 2012).

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Capítulo 10 - Um corpo que cai (Caso Emílio)

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UM CORPO QUE CAI

(Caso Emílio)

Gley P. Costa e Gildo Katz

R ESUMO

Estudo sobre as bases psicanalíticas do ataque de pânico, ilustrado com uma situação – que ocorre frequentemente na clínica – de associação dessa patologia com defesas neuróticas, dificultando a abordagem terapêutica.

Freud (1976c, h, o, r) enfatizou a necessidade de separar a neurose de angústia da neurastenia, as quais, mais tarde, juntamente com a hipocondria, foram enfeixadas no capítulo das neuroses atuais. Estas, diferentemente das psiconeuroses (histeria de conversão, fobia e neurose obsessiva), não resultavam de conflitos psicológicos e acontecimentos passados, mas de distúrbios atuais no funcionamento sexual, particularmente o excesso (neurastenia) e a estimulação não aliviada (neurose de angústia).

As crises, pelas quais se manifestava a neurose de angústia (Angstneurose), foram assim descritas:

• manifestações cardíacas: palpitações, arritmia breve, taquicardia persistente;

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9. Terapia cognitivo‑comportamental da depressão na infância e adolescência

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Terapia cognitivo­‑comportamental da depressão na infância e adolescência

Ricardo Wainer

Neri Maurício Piccoloto

Historicamente e de forma romântica, a infância é vista como um período de grandes descobertas e, por consequência, de alegrias e encantamentos. A realidade, entretanto, se mostra, não raro, muito distinta. Embora, por muito tempo se tenha negado a possibilidade de crianças e mesmo pré­‑púberes sofrerem de quadros depressivos, os dados oriundos de estudos epidemiológicos e mesmo da casuística clínica, apontam para fatos de que a depressão e, inclusive, ideações e tentativas de suicídio são ocorrências mais comuns do que se podia até então imaginar.

Pode­‑se conceber que a ideia da infância feliz é muito mais um mito gerado pelo desejo adulto do que infelizmente uma verdade empírica demonstrada pelas evidências

(Miller, 2003). As pressuposições de que a tristeza e as preocupações infantis e adolescentes são sempre brandas e passageiras, ou que esses indivíduos ainda não apresentam sentimentos de culpa intensos por carecerem de responsabilidades importantes constituem armadilhas aos estudiosos que, por muito tempo, em nada contribuíram no desenvolvimento científico desse campo (Méndez, Olivares e Ros, 2005).

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Capítulo 1 - Moral e ética

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Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas

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Moral e ética

O objetivo deste capítulo é o de apresentar conceitos que sejam úteis para o empreendimento psicológico de compreensão das ações morais. Para tanto, apresentarei definições diferentes e complementares de duas palavras que têm cada vez mais freqüentado nossas conversas cotidianas: moral e ética. Peço, portanto, ao leitor, que faça o esforço de, momentaneamente, se despir das definições que ele habitualmente atribui aos dois vocábulos, e que aceite me seguir nos meandros de minha argumentação. Mas por que falar em argumentação, se se trata apenas de dar definições? Não seria mais simples tão-somente apresentá-las? Não, porque definir implica fabricar conceitos, e conceitos são criados para responder a perguntas. Acho que foi Edgard Morin que disse que o erro da educação (em todos os níveis) é o de ensinar as respostas que a filosofia e a ciência deram, sem deixar claro para os alunos quais eram as perguntas que as motivaram. Não quero aqui cair em erro parecido e me limitar a dar definições sem minimamente demonstrar em que medida são úteis, até necessárias, para tratar o tema deste livro, a saber: dimensões psicológicas da moralidade.

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Capítulo 9. Adolescentes e adultos

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Adolescentes e adultos

A adolescência pode apresentar desafios para as crianças e para seus pais, bem como consistir em um período de mudanças positivas ou, algumas vezes, negativas. Embora os problemas variem com os níveis das habilidades cognitiva e comunicativa, as alterações corporais, a maturação sexual e as emoções envolvem desafios. Trata-se também de uma época em que deve se iniciar o planejamento da transição – para alguns indivíduos, isso pode significar a ida para a universidade ou escola profissionalizante –, com todas as mudanças implicadas no tornar-se independente. Para outros, o objetivo pode ser viver longe dos pais, em um ambiente no qual exista algum nível de supervisão. Algumas vezes, os adultos continuarão morando com os pais, mas têm um emprego, talvez com apoio, durante o dia. Para outros, pode haver uma opção de residência coletiva com emprego com apoio. A assistência médica apresenta desafios especiais para essa população – a pesquisa

é muito limitada, o conhecimento entre os prestadores de serviços para adultos muitas vezes também é limitado, a cobertura do seguro é inconsistente, e o apoio pode ser pouco e disperso. Paradoxalmente, nos Estados Unidos, os indivíduos com funcionamento cognitivo superior podem ser os que estão em maior risco, porque os Estados prestam serviços apenas a adultos com nível intelectual mais baixo. Felizmente, com os melhores resultados e maior conhecimento, isso pode começar a mudar (Burke & Stoddart, 2014;

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1. Teoria interpessoal de Peplau

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Teoria interpessoal de Peplau

Evalda Cançado Arantes

Maguida Costa Stefanelli

Ilza Marlene Kuae Fukuda

PONTOS A APRENDER

1. Discorrer sobre a pioneira do desenvolvimento de teorias de enfermagem.

2. Evidenciar contexto, conteúdo e processo da teoria interpessoal de

Peplau.

3. Apresentar as fases da aplicação da teoria interpessoal de Peplau.

4. Descrever o papel do enfermeiro psiquiátrico segundo a teoria interpessoal de Peplau.

5. Discorrer sobre as principais contribuições da teoria interpessoal de

Peplau para o desenvolvimento da enfermagem.

PALAVRAS-CHAVE

Teorias de enfermagem, teoria interpessoal de Peplau, papel do enfermeiro psiquiátrico, relacionamento enfermeiro-paciente, enfermagem psiquiátrica, saúde mental.

ESTRUTURA DOS TÓPICOS

A teorista Hildegard E. Peplau. Teoria interpessoal de Peplau. Assertivas básicas. Conceitos básicos. Componentes centrais da teoria interpessoal de Peplau. Métodos para estudar enfermagem como processo interpessoal. Modificações na teoria de Peplau. Considerações finais.

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4 - Neurotransmissores e Cognição

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Neurotransmissores e Cognição

José Cipolla-Neto

Introdução

O propósito deste capítulo é tentar traçar alguns correlatos funcionais entre vias com neurotransmissores (NT) bem caracterizados e aspectos da cognição humana.

Após breve introdução sobre alguns aspectos funcionais do sistema nervoso, pretende-se traçar um correlato funcional entre os grandes sistemas de projeção bem caracterizados imuno-histoquimicamente e certos aspectos particulares da cognição humana.

Não há a intenção de abordar e discutir todos os aspectos da cognição humana, até porque muitos serão abordados em capítulos específicos deste livro.

Princípios gerais de funcionamento do sistema nervoso central

O sistema nervoso central (SNC) é constituído por uma miríade de células, basicamente de dois tipos: neurônios e células gliais. Esses dois tipos celulares são igualmente importantes para a expressão adequada da função neural.

Na determinação da função neural, as células constituintes do SNC se comunicam, seja por contato direto, seja por processos mediados por substâncias químicas ou por fenômenos eletrofisiológicos.

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Capítulo 15 - Transferência Precoce: Fase Pré-edípica ou Édipo Precoce

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FUNDAMENTOS DA TÉCNICA PSICANALÍTICA

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Transferência Precoce:

Fase Pré-edípica ou Édipo Precoce

RECAPITULAÇÃO

Nos capítulos anteriores, revisamos o conceito de neurose de transferência, procurando dar-lhe um sentido mais específico ao compará-lo e contrastá-lo com outras formas psicopatológicas. Como o leitor certamente lembrará, há autores que preferem falar de neurose de transferência e formas especiais de transferência, como, por exemplo, Sandler e colaboradores (1973). Para eles, não existe propriamente uma psicose de transferência, mas uma neurose de transferência em que a psicose põe um selo especial. Nós tomamos uma posição oposta e afirmamos que o fenômeno transferencial, na psicose, está baseado em sua psicopatologia especial e autóctone. Se quisermos entender a transferência no psicótico e o próprio psicótico, teremos de descobrir a forma específica de transferência que lhe corresponde.

Esse conceito tarda em se impor; porém, uma vez compreendido, damo-nos conta de que não poderia ser de outra maneira. O que se pode esperar de um adicto, senão que procure manter, com o analista, o vínculo próprio de sua doença, tomando-o por uma droga?

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Capítulo 46 - Quem é Mais Vulnerável à Rejeição Social ?

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QUEM É MAIS VULNERÁVEL

À REJEIÇÃO SOCIAL?

Os seres humanos têm atributos únicos e algumas qualidades que os distinguem de outros seres. As diferenças individuais, por exemplo, são responsáveis pelo fato de alguns reagirem mais positivamente a certas situações de vida, enquanto outros, não conseguindo se sair tão bem, sofrem com interpretações mais negativistas da realidade.

Especificamente, ao se tratar das relações sociais, essas diferenças tornam alguns mais atentos aos comportamentos de acolhimento grupal, fazendo com que desfrutem de um sentimento positivo de inclusão. Entretanto, há aqueles que percebem o contrário, ou seja, julgam que os outros os rejeitam e, portanto, suas interações sociais sempre são percebidas como mais atribuladas.

Apesar dessas diferenças, a maioria das pessoas compartilha um desejo de desenvolver relações positivas e duradouras, mas, quando essa condição não é facilmente atingida, uma variedade de consequências psicológicas

é observada.

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Capítulo 12. Esquemas emocionais nas relações de casal

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C a p í t u l o 12

ESQUEMAS EMOCIONAIS

NAS RELAÇÕES DE CASAL

De almas sinceras a união sincera

Não há nada que impeça. Amor não é amor

Se quando encontra obstáculos se altera

Ou se vacila ao mínimo temor...

– WILLIAM SHAKESPEARE, Soneto 116

Um homem casado descrito no Capítulo 4 veio à terapeuta “porque a minha esposa acha que eu tenho problemas com a raiva”: “Sabe, se ela ao menos prestasse atenção ao que digo, nós não teríamos esses problemas. Quer dizer, quantas vezes eu tenho que lhe pedir para fazer alguma coisa? Sei que não devia gritar com ela, mas parece que essa é a única forma de fazê-la prestar atenção”. Como o homem respondia quando ela falava com ele? “Eu queria que ela fosse direto ao ponto. Eu sou o tipo de cara que resolve as coisas. Você me conta um problema e eu vou encontrar a solução”. Esse indivíduo ilustra inúmeros problemas na comunicação e no seu entendimento da emoção que estimulavam sua raiva, faziam-no se afastar da sua esposa e a levavam a se sentir humilhada e dominada.

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4. Fundamentos em fidedignidade

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Fundamentos da testagem psicológica

[ capítulo

121

4

]

FUNDAMENTOS EM FIDEDIGNIDADE

O termo fidedignidade sugere confiabilidade. Quando decisões de qualquer tipo devem ser tomadas, no todo ou em parte, com base em escores de testes, seus usuários precisam ter certeza de que estes escores são razoavelmente confiáveis.

Quando usada no contexto dos testes e medidas, a fidedignidade se baseia na consistência e precisão dos resultados do processo de mensuração. Para terem um certo grau de confiança nos escores, os usuários de testes exigem evidências de que os escores obtidos seriam consistentes, se os testes fossem repetidos com os mesmos indivíduos ou grupos, e de que são razoavelmente precisos.

Enquanto a fidedignidade na mensuração implica consistência e precisão, a falta de fidedignidade implica inconsistência e imprecisão, ambas resultam em erros de mensuração. No contexto da testagem, um erro de mensuração pode ser definido como qualquer flutuação nos escores resultante de fatores relacionados aos processos de mensuração que são irrelevantes ao que está sendo medido. A fidedignidade, portanto, é a qualidade dos escores de teste que sugere que eles são suficientemente consistentes e livres de erros de mensuração para serem úteis.

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Capítulo 26 - Direito autoral e o mito de que “caiu na rede é de graça”

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DIREITO AUTORAL E O MITO DE

QUE “CAIU NA REDE É DE GRAÇA”

DEBORAH FISCH NIGRI

VIVENDO ESSE MUNDO DIGITAL

C A P Í T U L O 2 6

A internet revolucionou o mundo! Clichê! Isso todos já sabem. A grande questão

é saber como tratar e lidar e, mais importante, diferenciar quais direitos se pretende proteger e quais informações podem circular livremente pela rede, sem qualquer embaraço. O assunto é extenso e palpitante. A tentação é grande para expor neste espaço tudo o que diz respeito aos vícios presentes da internet.

Vícios dos adultos e vícios dos adolescentes!

O uso da internet em larga escala, como vem se desenvolvendo nos últimos anos, nos faz refletir sobre a relação do ser humano com o computador. Quando se trata de crianças e adolescentes que ainda não têm maturidade para discernir sobre os benefícios e os malefícios desse meio de informação/comunicação, a questão fica ainda mais séria, e alguns questionamentos pontuais são inevitáveis:

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Capítulo 2 - Uma Revisão sobre o Desenvolvimento da Personalidade

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FUNDAMENTOS BÁSICOS DAS GRUPOTERAPIAS

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CAPÍTULO 2

Uma Revisão sobre o

Desenvolvimento da

Personalidade

Desde Freud conhecemos o princípio básico de que o grupo e as individualidades são indissociados e se encontram em um permanente jogo dialético entre si. Este postulado justifica a necessidade de revisarmos os principais movimentos que processam a normalidade, ou a patologia, da formação da personalidade dos indivíduos.

As considerações que seguem não visam mais do que a uma tentativa de sistematizar os conceitos evolutivos, que são amplamente conhecidos mas também comumente acompanhados de uma certa imprecisão conceitual e de uma falta de ordenamento claro, o que se deve ao fato de as contribuições dos pesquisadores procederem de múltiplas escolas do pensamento psicanalítico com diversos vértices teóricos, os quais, sob diferentes denominações, muitas vezes se superpõem, convergem ou divergem, num complexo jogo combinatório.

Por esta razão, a sumarização que se apresenta a seguir resulta de uma livre utilização dos conhecimentos adquiridos, a partir dos autores mais representativos das diversas correntes psicanalíticas, sem privilegiar nenhuma, mas, sim, pelo critério de como eles estão elaborados em nós.

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