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Capítulo 12. Comentários Finais

Robert L. Leahy Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Comentários Finais

A

terapia cognitiva é uma abordagem multifacetada que não se reduz a técnicas, conceituação de caso, módulos de tratamento, abordagens confirmadas empiricamente, trabalho com esquemas ou análise de resistência. Ela é todas essas coisas. Entretanto, acredito que as técnicas são realmente o principal aspecto por onde começar. Preciso reiterar meu apoio ao uso de abordagens experienciais, trabalho focado nos esquemas e conceituação de caso – mas estes não deveriam ser usados na ausência das técnicas que têm tornado a terapia cognitiva tão eficaz.

Freqüentemente, os praticantes novatos da terapia cognitiva acreditam estar fazendo boa terapia quando “conceituaram” ou “explicaram” os problemas dos pacientes. Esses terapeutas podem acreditar que a terapia envolve a construção de uma história de vida e uma teoria sobre os pacientes que os satisfaça (aos terapeutas). Ao contrário, a boa conceituação de caso envolve tanto o uso da história completa do caso quanto da conceituação dos vários níveis do processamento emocional e cognitivo, mas também inúmeras intervenções ativas para modificar os pensamentos automáticos negativos, os pressupostos, as regras condicionais e os esquemas centrais (ver Needleman, 1999; Persons, 1993). A

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Medium 9788580553444

Capítulo 1 - Introdução ao desenvolvimento infantil

Gabriela Martorell Grupo A PDF Criptografado

1

INTRODUÇÃO AO

DESENVOLVIMEN

Martorell_01.indd 18

12/12/13 17:05

20 O estudo do desenvolvimento infantil

O QUE VEM POR AÍ

20 Influências no desenvolvimento

25 Questões no desenvolvimento

27 Teorias do desenvolvimento infantil

35 Métodos de pesquisa

Em 1877, um jovem pai estava sentado observando seu filho recém-nascido e, com uma caneta na mão, fazia anotações meticulosas sobre os comportamentos da criança. “Durante os primeiros sete dias de vida, várias ações reflexas, por exemplo, espirrar, soluçar, bocejar, esticar-se e, obviamente, sugar e chorar, são bem executadas pelo meu bebê”, escreveu o orgulhoso novo pai. “No sétimo dia, toquei a sola nua de seu pé com um pedacinho de papel e ele o afastou, encurvando ao mesmo tempo seus dedos, como uma criança mais velha faz quando fazemos cócegas nela. A perfeição desses movimentos reflexos mostra que a extrema imperfeição dos movimentos voluntários não se deve ao estado dos músculos ou dos centros de coordenação, mas ao aparecimento da vontade.”

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Medium 9788536302393

10 Uma Teoria do Pensamento

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

BION – DA TEORIA À PRÁTICA

129

10

Uma Teoria do Pensamento

Como vimos, as experiências com grupos despertaram em Bion o seu interesse por analisar psicóticos, e, no curso dessas análises, ele ficou fortemente mobilizado para se aprofundar nos problemas da linguagem e da origem e função dos pensamentos.

Diferentemente dos demais importantes autores seguidores de Klein, que referiam Freud segundo a óptica que ela tinha dos trabalhos dele, Bion estudava diretamente nos textos de

Freud, como pode ser constatado nos seus artigos concernentes aos pensamentos. Dessa forma, em sua elaboração sobre a teoria do pensamento, Bion se inspira muito nas conceituações que Freud expôs em Dois princípios do suceder psíquico, de 1911, que trata do “princípio do prazer” e do “princípio da realidade”, além de fazer citações de outras idéias de Freud, como as presentes nos trabalhos Neurose e psicose, de

1924, e o O ego e o id, de 1923.

Da mesma forma, Bion utiliza as concepções expostas por Klein em “O Desenvolvimento da Criança”, de 1921 (ela, por sua vez, muito influenciada pelas idéias de Ferenczi, contidas em Sobre o desenvolvimento do sentido da realidade, de 1913), as quais se referem ao conflito que se estabelece na criança entre um inato impulso epistemofílico que busca o conhecimento da verdade versus o sentimento de onipotência.

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Medium 9788553131303

CAPÍTULO 16 - PROCESSOS GRUPAIS E INSTITUIÇÕES

Ana Mercês Bahia Bock, Maria de Lourdes T. Teixeira, Odair Furtado Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

s o s s e c o r

P

ç i u t i t s e in

A vida cotidiana se caracteriza pela vida em grupo e o pertencimento a instituições.

Desde que nascemos pertencemos a um grupo social: a família. Esse grupo social

é, também, considerado uma instituição.

E, ao longo da vida – a nossa biografia –, fazemos parte de vários grupos e instituições que determinam o conjunto de nossas experiências, nossa identidade. É onde as pessoas se socializam: aprendem uma língua, formam seu quadro de valores, os padrões de comportamento e adentram no mundo da cultura.

2 56  p a r t e

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Para compreender o modo de ser e estar no mundo de uma pessoa é relevante recuperar os seus grupos de referência ao longo de sua trajetória pessoal e os seus atuais grupos de pertencimento. Mesmo quando ficamos sozinhos, a referência de nossos devaneios e comportamentos (na frente do espelho, por exemplo) são os outros: nos vestimos de acordo com o encontro que teremos em seguida; resolvemos mudar compromissos que afetam a vida dos outros, lembramos da dificuldade de um amigo ou do último conflito com a família. O outro, o grupo ou a instituição a qual pertencemos, sempre está

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Medium 9788536326467

5 - Sistemas e psicodinâmica: uma visão binocular para a terapia de casal

Makilim Nunes Baptista Grupo A PDF Criptografado

5

Sistemas e psicodinâmica: uma visão binocular para a terapia de casal

Orestes Diniz Neto

Terezinha Féres­‑Carneiro

Introdução

O objetivo deste capítulo é descrever algumas contribuições das abordagens sistêmica e psicanalítica à terapia de casal, discutindo sua articulação em uma perspectiva epistemológica batesoneana orientada pelo conceito de dupla descrição. Esta tem como metáfora a visão binocular, na qual diferentes descrições, irredutíveis entre si, podem ser articuladas em suas diferenças e semelhanças, levando à emergência de uma nova descrição, com novas informações, e irredutível às visões anteriores. Aspectos teóricos de ambas as abordagens são delineados, relacionando diferentes perspectivas e posições em seu desenvolvimento histórico. As possibilidades de articulação de diferentes perspectivas e técnicas são discutidas em termos epistemológicos e metodológicos.

A expressão terapia de casal refere­

A expressão terapia de

‑se a uma vasta gama casal refere­‑se a uma de modalidades de vasta gama de modali‑ dades de tratamento tratamento que busque buscam modificar cam modificar o relao relacionamento con‑ cionamento conjugal jugal com o objetivo de com o objetivo de melhorar a satisfação melhorar a satisfação conjugal e superar difi‑ culdades do relaciona‑ conjugal e superar mento. dificuldades do rela-

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Medium 9788577260379

Capítulo 8: A abordagem deprocessamento da informação

SANTRONCK, John W. Grupo A PDF Criptografado

8

C A P Í T U L O

8

A abordagem de processamento da informação

A mente é algo encantador.

— Mariane Moore

Poeta norte-americana, século 20

Tópicos do capítulo

A natureza da abordagem do processamento da informação

Objetivos de aprendizagem

1

Descrever a abordagem do processamento da informação.

2

Caracterizar atenção e resumir suas mudanças ao longo do desenvolvimento.

3

Discutir memória em relação à codificação, ao armazenamento e ao resgate.

4

Tirar algumas lições do aprendizado a partir de como os especialistas pensam.

5

Explicar o conceito de metacognição e identificar algumas maneiras para melhorar a metacognição em crianças.

Informação, memória e raciocínio

Recursos cognitivos: capacidade e velocidade de processamento das informações

Mecanismos de mudança

Atenção

O que é atenção?

Mudanças do desenvolvimento

Memória

O que é memória?

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Medium 9788536324265

18. R epressão

Marco Callegaro Grupo A PDF Criptografado

18

Repressão

Os repressores

Existirão pessoas que têm maior probabilidade de usar o mecanismo da repressão em suas vidas? Alguns estudos indicam que de fato existem diferenças individuais importantes no uso da repressão, delimitando um subgrupo de indivíduos que se caracteriza por uma grande distância entre sua percepção subjetiva (o que declaram ter consciência) e aquilo que é obje­tivamente denunciado por seus indicadores biológicos de reações emocionais. Uma pessoa incluída nesse subgrupo pode, por exemplo, negar ativamente estar envergonhada ou constrangida em uma situação, mas ao mesmo tempo apresentar o rosto claramente ruborizado. Tais sujeitos foram chamados de “repressores” pelos estudiosos, pois manifestam e relatam baixos níveis de ­ansiedade e tensão, mesmo quando as medições fisiológicas objetivas indicam intensas reações emocionais a pessoas ou a situações. Uma

Os repressores têm uma série de pesquisas realizadas apontaram que os forte tendência a esque‑ repressores têm uma forte tendência a esquecer cer os acontecimentos os acontecimentos dolorosos ou humilhantes de dolorosos ou humilhantes suas vidas (Schacter, 2003). de suas vidas.

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Medium 9788536306209

Capítulo XVIII - UMA ESCOLA MÁGICA

Diana Lichtenstein Corso, Mário Corso Grupo A PDF Criptografado

Capítulo XVIII

UMA ESCOLA MÁGICA*

Harry Potter

Expansão do papel da escola na socialização – Negação do passado e obsessão pelo futuro –

Romance familiar do neurótico – Atitude crítica dos adolescentes – Devaneios adolescentes –

Puberdade – Importância dos segredos – Cisão da figura paterna –

Adolescência como ideal social – Papel das referências culturais no crescimento –

A magia na literatura infanto-juvenil – Dificuldades com a história familiar

O fenômeno o investigar o significado de

Harry Potter, abre-se uma porta para estudar a vida e o pensamento das crianças de nosso tempo. A história desse sucesso começa no terreno literário, depois passa a uma série filmada, transformada a seguir em uma grande gama de produtos infantis. A autora Joanne K. Rowling é uma inglesa que, antes desses títulos, não existia no cenário das letras. Foi com muita dificuldade que conseguiu o apoio de uma pequena editora para lançar a história

A

de seu bruxinho, o qual amargou certo ostracismo antes de ser descoberto por seu público. Foram mais uma vez as crianças, inicialmente numa divulgação boca a boca (repetindo um fenômeno que já ocorrera com outros clássicos como Pinocchio e Peter Pan), que fizeram dos livros dessa autora um sucesso mundial.

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Medium 9788582715475

Capítulo 7. Diálogos socráticos terapêuticos

Robert D. Friedberg, Jessica M. McClure Grupo A PDF Criptografado

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Diálogos socráticos terapêuticos

As crenças imprecisas das crianças nascem de aparências enganosas, lógica distorcida, pressupostos tendenciosos e raciocínios profundamente falhos (Bandura, 1986; A. T. Beck,

1976). Sendo assim, três aspectos básicos caracterizam o método socrático na prática clínica: o questionamento sistemático, o raciocínio indutivo e a construção de definições universais (Overholser, 1994, 2010).

QUESTIONAMENTO SISTEMÁTICO

Ao usar o questionamento sistemático, recomendamos que o terapeuta não considere irracionais ou disfuncionais todos os pensamentos automáticos dos jovens (Young,

Weingarten, & Beck, 2001). Em vez disso, o incentivamos a descobrir a origem das crenças e suposições das crianças. Se o terapeuta adotar uma postura gentil e curiosa, as crianças tenderão menos a ver o diálogo socrático como um interrogatório. De acordo com

Overholser (1993a):

Sob alguns aspectos, o processo é semelhante a ajudar uma criança a montar um quebra-cabeça. Se você entrega uma peça à criança, mas ela não consegue achar o lugar certo, você não continua entregando a mesma peça. Em vez disso, pode dar a ela outras peças. À medida que a imagem começa a se formar, a criança pode facilmente posicionar a peça originalmente difícil. (p. 72)

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Medium 9788536307787

Capítulo 20. Bender no adulto

Jurema Alcides Cunha Grupo A PDF Criptografado

Bender no adulto

Jurema Alcides Cunha

O ENFOQUE PROJETIVO

Regras básicas para a interpretação individual

As hipóteses interpretativas de caráter dinâmico não se aplicam quando: a) existe baixa escolaridade e, conseqüentemente, escassa experiência com lápis e papel; b) os desvios podem se associar, pelo menos, com uma suspeita de disfunção cerebral

(existem indicadores idênticos); c) há possíveis irregularidades no desenvolvimento (retardamento mental, por exemplo); d) existe déficit de visão.

As hipóteses interpretativas aplicam-se quando: a) vários sinais concorrem para se chegar a uma inferência, porque um sinal isolado, ainda que considerado significativo, é pouco válido (Hutt, 1975), sem confirmação; b) vários sinais concorrem para se chegar a uma inferência, para a qual não haja, no protocolo, uma evidência contraditória (Billingslea, 1965); c) podem ser considerados por seu caráter probabilístico (Brown, 1967), já que dificilmente se apresentam com consistência interna, devendo ser confirmados por outros dados da

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Medium 9788536302393

14 Teoria das Transformações

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

BION – DA TEORIA À PRÁTICA

165

14

Teoria das Transformações

Em 1965, Bion publicou As transformações, com o subtítulo: “Da aprendizagem ao crescimento”, que juntamente com os dois livros anteriores, O aprender com a experiência, de 1962, e Elementos de psicanálise, de 1963, constituem uma espécie de trilogia da parte epistemológica de sua obra científica.

Vimos como Bion costumava enfatizar que a psicanálise pode ser abordada a partir de três dimensões: a científica (com fundamentos lógico-matemáticos), a estética (artística) e a religioso-mística. Acho interessante o título As transformações por “coincidência” corresponder a uma época em que Bion começava a dar os primeiros sinais mais claros de transformações em seu pensamento científico para um modelo de natureza filosófica e progressivamente mística.

Dessa forma, esse livro contém uma mescla de elementos da lógica matemática (com a utilização de signos, pontos, linhas e conceitos extraídos da geometria moderna), da estética

(como a visualização que ele faz do caso

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Medium 9788582712900

Capítulo 22 - A estimulação cognitiva do idoso deprimido

Leandro F. Malloy-Diniz, Paulo Mattos, Neander Abreu Grupo A PDF Criptografado

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A estimulação cognitiva do idoso deprimido

MÔNICA VIEIRA COSTA

BRENO SATLER DINIZ

A estimulação cognitiva reflete a proposição de que os processos mentais superiores podem ser mantidos ou melhorados por meio do exercício cognitivo. Termos como “treinamento cerebral” são amplamente discutidos no contexto de livros de autoajuda e produtos virtuais. O objetivo deste capítulo é abordar o estudo científico da estimulação cognitiva como técnica de reabilitação para comprometimento cognitivo no idoso deprimido.

Há fortes indícios de que a plasticidade neural permanece ao longo da vida (Jones et al., 2006) e de que a reserva cognitiva está associada à redução de risco de comprometimento cognitivo em idosos. Os conceitos de reserva cerebral e cognitiva estão relacionados a sistemas compensatórios do indivíduo e à capacidade de otimizar ou maximizar o desempenho por meio de recrutamento diferencial das redes cerebrais

(Scarmeas & Stern, 2003). As reservas cognitiva e cerebral são consideradas fatores de proteção para declínio cognitivo. No diagnóstico precoce de síndromes demenciais, por exemplo, um bom desempenho cognitivo pré-mórbido pode proporcionar a oportunidade de planejamento do cuidado futuro e de adaptação, enquanto o paciente ainda é capaz de tomar decisões.

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Medium 9788582710142

Capítulo 23 Envelhecimento saudável – aspectos nutricionais

Leandro F. Malloy-Diniz; Daniel Fuentes; Ramon M. Cosenza Grupo A PDF Criptografado

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Envelhecimento saudável – aspectos nutricionais

ENIO CARDILLO VIEIRA

Nutrição é uma ciência, baseada na química, que trata de processos químicos e fisiológicos relacionados com a transformação de nutrimentos em constituintes do organismo. A nutrição é um fator ambiental de grande influência sobre a habilidade de os seres vivos atingirem seu potencial genético pleno para crescimento, reprodução, saúde, longevidade e respostas a estímulos. Por essa razão, está associada com diversos estados patológicos.

A nutrição cumpre duas finalidades principais: fornecimento de energia e suprimento de substâncias essenciais ao organismo. Acrescente-se o prazer, função importante do alimento. A nutrição do idoso não difere substancialmente da nutrição de um adulto. Há alguns aspectos específicos, mencionados mais adiante, que merecem atenção e cuidado.

PROGRAMAÇÃO

No momento da concepção, o indivíduo adquire uma carga genética que determinará diversas características suas, tais como cor dos olhos, estatura máxima, compleição física, predisposição a doenças, etc.

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Medium 9788521632603

5 - Os Estágios em Psicologia Organizacional e Psicologia do Trabalho tal como Acontecem: com a Palavra os Supervisionados

Dinael Correa Campos Grupo Gen PDF Criptografado

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Os Estágios em Psicologia

Organizacional e

Psicologia do Trabalho tal como Acontecem: com a Palavra os

Supervisionados

Dinael Corrêa de Campos

Introdução

O objetivo deste capítulo é oferecer ao leitor uma “troca” de percepções do que seja atuar nos estágios supervisio‑ nados. Mais do que uma simples troca de experiências, tem‑se a oportunidade de conhecer como a atuação no estágio pode oferecer oportunidades de atuação na área depois de cumpridas as obrigatoriedades do estágio.

O mundo de um estagiário se resume a realizar os estágios e elaborar relatórios, sob supervisões que às vezes podem decepcioná‑lo. É muito comum o senti‑ mento de “não vou dar conta” de tanto trabalho por fazer e a autoestima pode ficar comprometida. As horas parecem não passar, o estágio não termina “nunca”...

Porém, quando as primeiras intervenções por ele realizadas têm um retorno positivo, reforçador, o esta‑ giário começa a acreditar que a área do Trabalho é um estágio em que ele pode realizar muitas intervenções e promoção da saúde, bem como possibilitar a melhora da qualidade de vida nos espaços organizacionais.

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Medium 9788582715055

Capítulo 1. Introdução geral à semiologia psiquiátrica

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

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Introdução geral à semiologia psiquiátrica

Um dia escrevi que tudo é autobiografia, que a vida de cada um de nós a estamos contando em tudo quanto fazemos e dizemos, nos gestos, na maneira como nos sentamos, como andamos e olhamos, como viramos a cabeça ou apanhamos um objeto no chão. Queria eu dizer então que, vivendo rodeados de sinais, nós próprios somos um sistema de sinais.

José Saramago

O QUE É SEMIOLOGIA (EM

GERAL E SEMIOLOGIA MÉDICA

E PSICOPATOLÓGICA)

A semiologia, tomada em um sentido geral, é a ciência dos signos, não se restringindo, obviamente, à medicina, à psiquiatria ou à psicologia. É campo de grande importância para o estudo da linguagem (semiótica linguística), da música (semiologia musical), das artes em geral e de todos os campos de conhecimento e de atividades humanas que incluam a interação e a comunicação entre dois interlocutores por meio de sistemas de signos.

Já a semiologia psicopatológica, por sua vez, é o estudo dos sinais e sintomas dos transtornos mentais.

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