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Medium 9788527731232

15 - Comportamento Sexual Compulsivo, Dependência de Sexo ou Transtorno Hipersexual?

DIEHL, Alessandra; VIEIRA, Denise Leite Grupo Gen PDF Criptografado

15

Comportamento Sexual

Compulsivo, Dependência de Sexo ou Transtorno

Hipersexual?

Alessandra Diehl, Denise Leite Vieira e

Maria Clara Schnaidman Suarez

Pontos-chave:

• Fenômeno intimamente relacionado com o prazer e a gratificação cerebral. Tratase de constructo ainda controverso no meio científico, subdiagnosticado na população geral, com tratamento a longo prazo e que acarreta sofrimento e dificuldade real à intimidade do indivíduo. Pode estar associado a uma série de desfechos negativos, incluindo comportamento de alto risco para infecções sexualmente transmissíveis (IST) e HIV/AIDS

• Condição de caráter crônico, cursa com recaí­das, necessitando de abordagens multidisciplinares para seu tratamento.

Introdução

Na fantasia popular, a comportamento sexual compulsivo (CSC) tem, muitas vezes, uma conotação de “premiação”, algo que muitos se orgulhariam de ter. As diferentes modalidades de mídia, por sua vez, com fre­quência retratam a condição de maneira sensacionalista, utilizando o nome de algum artista que se declarou dependente de sexo ou foi internado para tratamento de reabilitação. Várias celebridades já tiveram seus nomes envolvidos de modo embaraçoso, como o ator norte-americano

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Medium 9788582715574

Capítulo 9. Avaliação psicológica de pessoas diagnosticadas com distúrbios cardiovasculares

Claudio Simon Hutz; Denise Ruschel Bandeira; Clarissa Marceli Trentini;Eduardo Remor Grupo A PDF Criptografado

9

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA DE

PESSOAS DIAGNOSTICADAS

COM DISTÚRBIOS

CARDIOVASCULARES

Camila de Matos Ávila

Eduardo Remor

E

ste capítulo apresenta as atividades e práticas avaliativas realizadas pelo psi cólogo no contexto da doença cardiovascular, com enfoque na prática de avalição do estado psicológico de pessoas com cardiopatia, a fim de observar a presença de fatores de risco psicossociais que possam contribuir para o agravamento da doença ou identificar o funcionamento psicológico atual e prévio que possa estar relacionado com o diagnóstico atual.

O capítulo aborda também a utilidade da escuta ativa (atenta, verbal e não verbal, empática e reflexiva) na identificação desses fatores de risco psicossociais, a fim de auxiliar a pessoa no processo de tomada de consciência e enfrentamento do diagnóstico e do a­ doecimento. Além disso, propõe o desenvolvimento de estratégias de prevenção secundária, do p

­ onto de vista psicológico, a fim de minimizar o sofrimento psíquico e reduzir a prevalência de transtornos psicológicos associados a ­distúrbio cardiovascular, bem como a i­ mplementação de mudanças que permitam desenvolver comportamentos mais saudáveis como meio para recuperar a qualidade de vida.

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Medium 9788536319414

Capítulo 7: Tecendo os sentidos atribuídos por professores do ensino fundamental ao médio profissionalizante sobre a construção de valores na escola

Yves La Taille; Maria Suzana De Stefano Menin Artmed PDF Criptografado

7

Tecendo os sentidos atribuídos por professores do ensino fundamental ao médio profissionalizante sobre a construção de valores na escola

Maria Teresa Ceron Trevisol

Se a educação sozinha não muda a sociedade, sem ela, tampouco a sociedade muda

Paulo Freire

INTRODUÇÃO

Mesmo não sendo um tema contemporâneo, percebemos, principalmente nestas últimas décadas, uma retomada da discussão sobre a moral e os valores. Um dos motivos que poderíamos elencar para o despertar dessa discussão encontra-se na situação de crise dessa base moral que orienta o agir dos indivíduos. Posicionar-se ante à temática moral e aos valores demanda tomar conhecimento de uma rede de fatores que interagem na constituição desse problema. Segundo Charlot (2007, p. 203)

é necessário entender o que está acontecendo com os valores em uma sociedade em que mudaram o trabalho, a família, as relações entre gerações e entre sexos, etc. Autores como Cortella e La Taille (2005) afirmam que a sociedade atravessa uma crise de valores ou, ainda, que os próprios valores estão passando por uma crise. “Crise de valores” traria a ideia de que os valores morais estariam “doentes” e, logo, correndo perigo de extinção. “Valores em crise”, por sua vez, é uma expressão que expõe o fato de que os valores morais não desapareceram, mas estão mudando de interpretação. Logo, “crise de valores” remeteria à presença ou à ausência de legitimação da moral, enquanto “valores em crise” faria-nos pensar em

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Medium 9788582710142

Capítulo 25 - Engajamento social, lazer e envelhecimento cognitivo

Leandro F. Malloy-Diniz; Daniel Fuentes; Ramon M. Cosenza Grupo A PDF Criptografado

25

Engajamento social, lazer e envelhecimento cognitivo

HENRIQUE SALMAZO DA SILVA

MÔNICA SANCHES YASSUDA

O interesse na relação entre atividades de lazer, estilo de vida e cognição se alicerça nas teorias que propõem que manter um estilo de vida ativo é um dos componentes do envelhecimento bem-sucedido, ressaltando que o ambiente exerce influência na trajetória de desenvolvimento cognitivo durante o curso de vida (Hertzog, Kramer, Wilson, & Lindenberger, 2009; Hultsch, Hertzog, Small, & Dixon, 1999; Rowe & Kahn,

1998). Salthouse (1991), ao discorrer sobre a teoria do desuso, propôs que idosos expostos a ambientes menos estimulantes reduziriam o uso de suas habilidades cognitivas, o que os levaria a um pior padrão de desempenho.

O lazer pode ser entendido como o conjunto de ocupações às quais o indivíduo se engaja por espontânea vontade, seja para repouso, diversão, entretenimento, acúmulo de informações ou participação social, livre das obrigações profissionais, familiares e sociais (Dumazedier, 1976). Mais recentemente, pesquisadores têm definido lazer como o uso voluntário do tempo livre destinado à realização de atividades não rotineiras e como um dos componentes essenciais de um estilo de vida saudável (Wang,

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Medium 9788536325279

Capítulo 14 - Além da Família: O Impacto da Cultura mais Ampla

Helen Bee, Denise Boyd Grupo A PDF Criptografado

Além da Família:

O Impacto da

Cultura mais Ampla

14

Objetivos da Aprendizagem

Cuidado não parental

14.1 Por que é difícil estudar os efeitos do cuidado não parental?

14.2 Como o cuidado não parental precoce afeta o desenvolvimento de bebês e crianças pequenas?

14.3 Como o autocuidado afeta o desenvolvimento de crianças em idade escolar?

O impacto das escolas

14.4 Como as várias abordagens à educação da primeira infância diferem e como a pré-escola afeta o desenvolvimento das crianças?

14.5 Que fatores contribuem para a educação escolar efetiva no nível fundamental e como o ensino fundamental influencia o desenvolvimento das crianças?

14.6 Como as metas de realização das crianças mudam durante a transição para o ensino médio?

V

14.7 O que os pesquisadores constataram sobre estudantes não envolvidos e envolvidos?

14.8 Por que alguns pais escolhem o ensino em casa para seus filhos?

O impacto da mídia de entretenimento

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Medium 9788521634263

Capítulo 4 Desenvolvimento Pré-Natal e Nascimento

BERGER, Kathleen Stassen Grupo Gen PDF Criptografado

4

C A P Í T U L O

Desenvolvimento

Pré-Natal e Nascimento n Desenvolvimento

O Q U E VO C Ê VA I S A B E R ?

1. Quais são os três estágios da gestação e quais são as principais mudanças desenvolvimentais em cada estágio?

2. O que normalmente acontece nos primeiros poucos minutos de vida de um recém-nascido?

3. Quais fatores determinam se uma substância ou circunstância potencialmente nociva terá realmente efeitos prejudiciais ao desenvolvimento do feto? Quais são as causas e as consequências do baixo peso ao nascer?

4. Que tipos de mudança o nascimento de uma criança causa nos relacionamentos familiares e o que os casais podem fazer para ajudar a garantir que eles se ajustem a essas mudanças da melhor maneira para a criança?

Os nascimentos são importantes. Um dia ou dois antes de cada 28 de fevereiro, eu envio um cartão de aniversário para meu irmão mais velho, um homem de 1,80 m de altura, avô de seis netos, nascido em 1936.

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Medium 9788536321806

6. A Conceituação Cognitiva do Transtorno do Pensamento Formal

Aaron T. Beck, Neil A. Rector, Neal Stolar, Paul Grant Grupo A PDF Criptografado

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A Conceituação Cognitiva do Transtorno do

Pensamento Formal

Bill é um ex-estudante universitário de 23 anos, solteiro e desempregado, que tem delírios de que escreveu novelas que foram publicadas, mas pelas quais não foi pago. Ele apresenta fala desorganizada, de modo que uma em cada três de suas frases não são compreensíveis em termos do significado pretendido.

As sentenças fazem sentido gramaticalmente, mas usam palavras de maneiras peculiares.

Um exemplo de uma resposta que foi pelo menos parcialmente compreensível é:

TERAPEUTA: O que você diria que quer da vida?

P ACIENTE : Estruturalmente falando, quero me manter firme.

Questionado pelo terapeuta sobre o que achou da última sessão:

PACIENTE: Eu estava falando com um cara de cabelo castanho.

Outro exemplo, quando foi interrompido por um familiar:

PACIENTE: Você está pisando no meu pé.

O terapeuta entendeu que essa última afirmação queria dizer que ele estava incomodado por seu familiar o interromper, e perguntou se era esse o caso. Ele respondeu que estava incomodado, e o familiar o deixou continuar.

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Medium 9788582713389

Capítulo 83 - Consequências Psicológicas da Corrupção

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A PDF Criptografado

83

CONSEQUÊNCIAS PSICOLÓGICAS

DA CORRUPÇÃO

De fato, não é novidade para ninguém que o Brasil se afunda na corrupção.

Todos os dias, de maneira incansável, somos bombardeados por notícias de desvios, subornos e atos ilícitos, dos mais baixos aos mais altos escalões.

Não duvido que tenha se tornado, de alguma maneira, folclórico, conviver com informações dessa natureza no País. Entretanto, além de corroer, como um câncer, a saúde e nosso equilíbrio econômico, acredito que estar exposto a esse tipo de ocorrência pode gerar efeitos psicológicos ainda maiores nas cabeças em formação.

Vários estudos já atestam a necessidade de, quando crianças, sermos conduzidos por pessoas que nos eduquem a partir de valores claros e bem delineados a respeito do mundo ao nosso redor e de nosso comportamento.

Por exemplo, pais que conseguem transmitir aos filhos valores precisos que envolvam segurança (apoio psicológico) e limites são os mais afortunados na criação de uma boa base de saúde mental para a vida futura de seus pequenos.

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Medium 9788580556292

Capítulo 4. Gravidez e desenvolvimento pré-natal

Gabriela Martorell; Diane E. Papalia; Ruth Duskin Feldman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

Sumário

Desenvolvimento pré-natal: três etapas

Desenvolvimento pré-natal: influências ambientais

Monitorando e promovendo o desenvolvimento pré-natal

Você sabia que…

NN

Apenas 10 a 20% dos óvulos fecundados são implantados na parede uterina e continuam a se desenvolver?

NN

Em estágios mais avançados da gravidez, os fetos podem aprender e lembrar enquanto estão no útero e reagem à voz da mãe?

NN

O número de partos de mulheres na faixa dos 40 anos mais do que duplicou entre 1990 e 2006?

Começamos por considerar a experiência da gravidez.

Acompanhamos como o óvulo fecundado torna-se um embrião e depois um feto, que já mostra sinais de uma personalidade própria. Discutimos os fatores ambientais que podem afetar a futura criança, as técnicas para determinar se o desenvolvimento está ocorrendo normalmente e a importância da assistência antes da concepção e no período pré-natal.

Gravidez e desenvolvimento pré-natal

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Medium 9788582714546

Introdução

Marsha M. Linehan Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Este livro contém fichas com informações para pessoas que estão aprendendo habilidades de terapia comportamental dialética (DBT). A meta geral do treinamento dessas habilidades é ajudar a aumentar sua resiliência e construir uma vida que valha a pena ser vivida. As habilidades em DBT visam ensinar uma síntese de como mudar e como aceitar aquilo que existe. Elas lhe ensinam a mudar comportamentos, emoções, pensamentos e acontecimentos indesejados que geram tristeza e mal-estar, assim como a viver no momento presente, aceitando o que existe. Há diferentes conjuntos de habilidades em DBT, e nenhum programa de treinamento incluirá todas as fichas deste livro. Seu instrutor ou terapeuta irá conduzi-lo para as fichas apropriadas para seu programa.

Como este livro é organizado

Este livro é dividido em cinco principais seções, e cada uma delas se inicia com uma breve introdução. Depois de uma primeira seção sobre habilidades gerais, há uma seção de fichas para cada um dos principais módulos de habilidades em DBT: habilidades de mindfulness, habilidades de efetividade interpessoal, habilidades de regulação emocional e habilidades de tolerância ao mal-estar. Existem subseções tópicas de fichas em cada módulo de habilidades, como descrito a seguir. Toda habilidade ou conjunto de habilidades tem uma ficha correspondente com instruções para sua prática. Quase todas as fichas explicativas têm ao menos uma

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Medium 9788582715215

Capítulo 8. Crianças em idade escolar

Fred R. Volkmar, Lisa A. Wiesner Grupo A PDF Criptografado

8

Crianças em idade escolar

As crianças com TEAs enfrentam novos desafios nos ensinos fundamental e médio. As expectativas mudam de acordo com a crescente maturidade psicológica e física, com novas perspectivas de independência e aprendizagem autodirigida. As transições dentro da escola e com frequência entre escolas apresentam outros desafios. Várias opções estão disponíveis – desde a educação totalmente convencional até a totalmente especial. Muitas das mesmas considerações sobre os problemas e os programas relevantes para crianças menores (Capítulo 7) continuam a se aplicar, embora com maior

ênfase no desempenho acadêmico.

No primeiro ano escolar surgem as primeiras divergências importantes na aprendizagem de muitas crianças com TEAs. Algumas delas terão feito progresso substancial, e outras continuarão a enfrentar desafios significativos. Ainda não sabemos por que algumas parecem se sair melhor do que outras, mesmo em programas que parecem muito parecidos e adequados.

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Medium 9788536326498

1. Rede de apoio social e representação mental das relações de apego de crianças vítimas de violência doméstica

Luísa Fernanda Habigzang, Sílvia H. Koller Grupo A PDF Criptografado

1

Rede de apoio social e representação mental das relações de apego de crianças vítimas de violência doméstica

Lísia Ramos Mayer e Silvia H. Koller

O presente capítulo tem por objetivo apre­ s­ entar a rede de apoio social e a re­presentação mental das relações de apego co­mo importantes aspectos a serem con­si­derados no desenvolvimento de crianças vítimas de violência do­méstica. Com ênfase na Abordagem Ecológica do Desenvolvimento Humano, postulada por Bronfenbrenner no final da década de 1970

(Bronfenbrenner, 1979/1996), as duas variáveis – redes de apoio e representação mental da relação de apego – são discutidas. O estudo e a identificação da rede de apoio social de crianças, principalmente diante de situações de risco, podem acrescentar novos conhecimentos e subsidiar ações que visem desenvolver meios para minimizar ou atenuar riscos.

Uma rede de apoio social e afetiva bem-estruturada e funcional permite que a criança desenvolva melhores condições para seu de­sen­ volvimen­to. O apego, por sua vez, é a base para o reconhecimento e o estabelecimen­to de relações estáveis e recíprocas, que são fundamentais para a formação de uma rede de apoio.

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Medium 9788536326474

8. Transferência de treinamento e impacto do treinamento em profundidade

Gardênia da Silva Abbad, Luciana Mourão, Pedro P. M. Meneses, Thaís Zerbini, Jairo Eduardo Borges-Andrade, Raquel Vilas-Boas Grupo A PDF Criptografado

8

Transferência de treinamento e impacto do treinamento em profundidade

Thaís Zerbini

Francisco Antonio Coelho Junior

Gardênia da silva Abbad

Luciana Mourão

Silvana Alvim

Elisabeth Loiola

A o final deste cap í t u lo, v o c ê dever á :

ü Discutir a importância da mensuração da transferência de treinamento em programas de TD&E e de

qualificação profissional.

Distinguir os conceitos de transferência de treinamento e de impacto, em profundidade e amplitude, do treinamento no trabalho.

Relatar o processo de construção e validação de instrumentos de impacto em profundidade e de transferência de treinamento.

Descrever procedimentos de aplicação de instrumentos de impacto em profundidade e de transfe‑ rência de treinamento em contextos de organizações e trabalho.

Analisar resultados provenientes da aplicação de instrumentos de impacto em profundidade e de transferência de treinamento.

ü

ü

ü

ü

Introdução

As organizações investem cada vez mais recursos em ações formais de Treinamento,

Desenvolvimento e Educação (TD&E) com a intenção de que os participantes, geralmente seus próprios empregados ou funcionários, aprendam e transfiram novos conhecimentos, habilidades e atitudes (CHAs) para o ambiente de trabalho. As organizações esperam, desse modo, que essas ações, daqui para a frente denominadas de “treinamentos” para facilitar a definição e utilização de termos neste capítulo, sejam capazes de produzir efeitos positivos sobre o desempenho posterior do egresso. Este capítulo

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Medium 9788565852708

Capítulo 18 - Avaliação de Desempenho

Livia de Oliveira Borges; Luciana Mourão Grupo A PDF Criptografado

18

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Adriano de Lemos Alves Peixoto

António Caetano

Introdução ....................................................................................................................................529

Uma breve história .......................................................................................................................530

Em que consiste o desempenho?.................................................................................................533

O que é avaliado? .........................................................................................................................535

A personalidade e as competências das pessoas .....................................................................536

Os comportamentos ..................................................................................................................538

Os resultados e o contexto ........................................................................................................538

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Medium 9788536302065

Capítulo 8 - Dinâmica da Transferência

R. Horacio Etchegoyen Grupo A PDF Criptografado

64

R. HORACIO ETCHEGOYEN

8

Dinâmica da Transferência

Neste capítulo, nós nos ocuparemos de “Sobre a dinâmica da transferência”, que Freud escreveu em 1912 e incluiu em seus trabalhos técnicos. É, na realidade, como assinala Strachey (AE, v.12, p. 95), um trabalho essencialmente teórico e de alto nível teórico. Freud propõe-se a resolver dois problemas: a origem e a função da transferência no tratamento psicanalítico. É necessário destacar que, nesse estudo, a transferência é, para Freud, um fenômeno essencialmente erótico.

NATUREZA E ORIGEM DA

TRANSFERÊNCIA

A origem da transferência deve ser buscada em certos modelos, estereótipos ou clichês que todos temos e que surgem como resultante da disposição inata e das experiências dos primeiros anos. Esses modelos de comportamento erótico repetem-se constantemente no curso da vida, embora possam mudar frente a novas experiências. Pois bem, apenas uma porção dos impulsos que alimentam esses estereótipos atinge um desenvolvimento psíquico completo: é a parte consciente que se dirige para a realidade e está à disposição da pessoa. Outros impulsos, detidos no curso do desenvolvimento, afastados da consciência e da realidade, impedidos de toda expansão fora da fantasia, permaneceram no inconsciente.

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