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Medium 9788536532998

11 - QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

Luciano S. Leite Editora Saraiva PDF Criptografado

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QUALIDADE DE VIDA

NO TRABALHO

PARA COMEÇAR

Neste capítulo, veremos a importância da qualidade de vida dentro e fora da organização, que transforma a integridade e a autoconfiança do indivíduo, gerando fatores e dimensões de eficiência no trabalho.

Conforme o trabalho ocupa mais espaço na vida, também aumenta o interesse por tentar encontrar um equilíbrio, de modo que ele não prejudique a vida familiar e vice-versa.

Infelizmente, ainda é comum ouvir histórias de empresários ou funcionários bem-sucedidos que têm como frustração a certeza de que a dedicação à carreira atrapalhou a vida afetiva e o contato com os filhos.

Qualidade de vida é um assunto que tem crescido por parte das organizações, pois há muito tempo se sabe que, no longo prazo, um funcionário que se dedica demais ao trabalho e abre mão da família acaba com problemas que poderão refletir em sua saúde física e mental, motivação e desempenho profissional.

O termo qualidade de vida refere-se às condições de vida de uma pessoa e envolve diversos aspectos, como o bem-estar físico e mental, os relacionamentos sociais e familiares, a educação e o acesso a direitos como água tratada, saneamento de esgoto, acesso a hospitais, entre outros. A ONU criou um índice IDH para avaliar o desenvolvimento humano dos países.

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Medium 9788536320861

Capítulo 4. Emoção e falsas memórias

Lilian Milnitsky Stein Grupo A PDF Criptografado

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EmOçãO E fAlSAS mEmóRiAS

Gustavo Rohenkohl

Carlos Falcão de Azevedo Gomes

Ronie Alexsandro Teles da Silveira

Luciano Haussen Pinto

Renato Favarin dos Santos

A

emoção certamente é um dos temas que mais alimenta debates em diversos campos de conhecimento, das artes às ciências. Entretanto, a sua inclusão como objeto de estudo científico sempre veio acompanhada por muita controvérsia.

Possivelmente o primeiro estudo científico das emoções tenha sido realizado por

Charles Darwin. Em 1872, Darwin publicou 34 anos de pesquisa sobre o tema em um livro intitulado A expressão das emoções no homem e nos animais (Darwin,

1872/2000). Comparando centenas de fotografias de expressões emocionais em humanos e animais, Darwin apresentou evidências de que a emoção não é uma característica exclusiva dos humanos e, mais ainda, a forma com que expressamos algumas emoções são semelhantes à de outras espécies, portanto inata. Na época,

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Medium 9788520459850

08. Compreender os objetivos equivocados

Jane Nelsen, Kristina Bill, Joy Marchese Editora Manole ePub Criptografado

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A crença por trás do comportamento

Neste capítulo, trataremos da abordagem fundamental do comportamento infantil, como é entendida na psicologia adleriana, com uma ferramenta chamada Quadro dos objetivos equivocados. Nós usamos o quadro para identificar as crenças equivocadas e aprender a corrigir o mau comportamento de maneira positiva. Este capítulo será um pouco mais técnico, por isso pegue uma xícara de chá e se concentre aqui por um tempo! Mesmo que você precise reler algumas vezes, queremos enfatizar a importância de entender essa ferramenta fundamental da Disciplina Positiva. Se você dominar isso, terá uma chave para desvendar praticamente qualquer situação desafiadora de comportamento, inclusive com adultos. Ela é mesmo poderosa!

Perspectiva da Disciplina Positiva sobre o comportamento das crianças

Você se lembra das suas fantasias sobre como seria ter um filho antes de realmente ter um? Essa criança nunca teria o nariz escorrendo, estaria sempre bem-arrumada e seria muito querida, se comportaria bem e, certamente, nunca teria permissão para retrucar. A esta altura você já passou pelo despertar impactante, porque a verdade é que as crianças nem sempre se comportam da maneira que esperamos ou desejamos que o façam. Isso aumentou a sua sensação de estresse e de estar sobrecarregado? Sentir-se ainda mais estressado e sobrecarregado não significa que você seja um pai ou mãe ruim. Significa apenas que existe uma enorme diferença entre fantasia e realidade, que pode levar pais estressados a escolher, inconscientemente, estratégias parentais ineficazes (afinal, eles também se sentem desencorajados). O mau comportamento é uma parte normal tanto do desenvolvimento da primeira infância como do processo de individuação do adolescente. A psicologia adleriana fornece uma excelente estrutura para a compreensão do comportamento infantil. Neste capítulo, você aprenderá que é normal que as crianças se comportem mal à medida que crescem, desenvolvem e testam seus próprios limites. Isso deve ajudar a aliviar parte do estresse e ajudá-lo na escolha de métodos parentais encorajadores.

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Medium 9788582714546

Habilidades gerais: orientação e análise do comportamento

Marsha M. Linehan Grupo A PDF Criptografado

Habilidades gerais: orientação e análise do comportamento

Introdução às fichas explicativas e de tarefas

Existem dois conjuntos de fichas nesta parte do livro. O primeiro trata da orientação, que costuma ocorrer durante a primeira sessão de um novo grupo de treinamento ou quando novos membros se unem a um grupo já em andamento. Sua finalidade é apresentar os participantes uns aos outros e aos instrutores, bem como explicar a eles o formato, as regras e os horários do programa. Como descrito a seguir, as Fichas gerais 1 a 5 tratam dessas questões, junto com a Ficha de tarefas geral 1. As Fichas 6 a 8, e suas correspondentes fichas de tarefas, tratam de duas habilidades gerais importantes para analisar o comportamento: análise em cadeia e análise de missing links. Essas também são descritas a seguir.

Orientação

•• Ficha geral 1: Metas do treinamento de habilidades. Esta ficha apresenta as metas gerais e específicas do treinamento de habilidades em DBT. Use-a para pensar como você poderia beneficiar-se pessoalmente do treinamento de habilidades. Em que áreas está mais interessado? Use a Ficha de tarefas geral 1: Prós e contras de usar habilidades sempre que estiver em dúvida sobre os benefícios de praticar as habilidades da

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Medium 9788582716021

19 A família no Judiciário

Maycoln L. M. Teodoro, Makilim Nunes Baptista Grupo A ePub Criptografado

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As importantes transformações da sociedade durante o século XX nos papéis sociais de homens e mulheres trouxeram mudanças significativas na constituição da família pela maior diversidade decorrente da ampliação dos direitos individuais e da influência da tecnologia. Se antes os “hábitos de família de classe média” guiavam o comportamento das pessoas e todos os demais comportamentos eram considerados “errados”, agora o padrão das relações familiares pode ser considerado plural e em constante modificação (Tondo, 2001). A busca de legitimação e reconhecimento dessas mudanças na sociedade moderna passa, necessariamente, pela dimensão jurídica, fazendo emergir a “judicialização” das relações e dos conflitos interpessoais (Rifiotis, 2008). A partir desses processos, observa-se um incremento no foco do Judiciário sobre o grupo familiar como tentativa de legitimar direitos conquistados individualmente, como a guarda por genitores masculinos, ou novas configurações que já obtiveram reconhecimento social, como a união de casais homoafetivos.

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Medium 9788536307374

Capítulo 5 - O terapeuta: tarefas básicas

Irvin D. Yalom, Molyn Leszcz Grupo A PDF Criptografado

PSICOTERAPIA DE GRUPO

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O terapeuta: tarefas básicas

Agora que consideramos a maneira como as pessoas mudam na terapia de grupo, é hora de analisar o papel do terapeuta no processo terapêutico. Neste capítulo, considero as tarefas básicas do terapeuta e as técnicas pelas quais podem ser realizadas.

Os quatro capítulos anteriores sustentam que a terapia é um processo complexo que é composto de fatores elementares entrelaçados de maneira intricada. O trabalho do terapeuta de grupo é criar o equipamento da terapia, colocá-lo em ação e mantê-lo operando com efetividade máxima. Às vezes, penso no grupo de terapia como um dínamo enorme: o terapeuta mergulha no interior – trabalhando, experimentando, interagindo (e sendo influenciado pessoalmente pelo campo energético). Em outros momentos, ele veste roupas de mecânico e conserta o exterior, lubrificando, apertando porcas e parafusos, substituindo peças.

Antes de nos voltarmos a tarefas e técnicas específicas, eu gostaria de enfatizar algo ao qual retornarei muitas vezes nas próximas páginas. Subjacente a todas as considerações técnicas, deve haver um relacionamento consistente e positivo entre o terapeuta e o paciente. A postura básica do terapeuta com o paciente deve ser de interesse, aceitação, genuinidade, empatia. Nada, nenhuma consideração técnica, tem precedência sobre essa atitude. É claro que há momentos em que o terapeuta desafia o paciente, demonstra frustração e até sugere que, se não estiver disposto a trabalhar, o paciente deve pensar em deixar o grupo. Contudo, es-

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Medium 9788580554595

Capítulo 6 | Horney: Teoria Social Psicanalítica

Jess Feist, Gregory J. Feist, Tomi-Ann Roberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Horney: Teoria Social

Psicanalítica

♦ Panorama da teoria social psicanalítica

♦ Biografia de Karen Horney

♦ Introdução à teoria social psicanalítica

Comparação entre Horney e Freud

O impacto da cultura

A importância das experiências da infância

♦ Hostilidade básica e ansiedade básica

♦ Impulsos compulsivos

Horney

Necessidades neuróticas

Tendências neuróticas

Movimento em direção às pessoas

Movimento contras as pessoas

Movimento para longe das pessoas

♦ Conflitos intrapsíquicos

Autoimagem idealizada

Busca neurótica pela glória

Reivindicações neuróticas

Orgulho neurótico

♦ Psicologia feminina

♦ Psicoterapia

♦ Pesquisa relacionada

Desenvolvimento e validação de uma nova medida das tendências neuróticas de Horney

O neuroticismo pode vir a ser algo bom?

♦ Críticas a Horney

♦ Conceito de humanidade

♦ Termos-chave e conceitos

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Medium 9788527731546

16 - Depressão do Ponto de Vista Fenomenológico | Uma Abordagem Compreensiva

Roberta Payá Grupo Gen PDF Criptografado

16

Depressão do Ponto de Vista

Fenomenológico | Uma

Abordagem Compreensiva

João Laurentino dos Santos

Introdução

Ao abordar o tema da depressão, é importante levar em conta a existência de três áreas do conhecimento: a fenomenologia, a psiquiatria clássica e a psiquiatria fenomenológica.

A depressão é tida como uma enfermidade ligada a um transtorno do humor e tem sido tratada pela psiquiatria e pela psicologia. Considera-se a fenomenologia uma área do conhecimento que busca a compreensão dos fenômenos, bem como o desvelo de seus possíveis significados. Constitui um método de compreensão da construção do real.1-3 Do ponto de vista do comportamento, a fenomenologia se coloca como método de análise da existência humana, que se desdobra em uma miría­de de comportamentos. Assim, procura compreender os modos de existência das pessoas e como os significados são construí­dos por elas a partir do percurso que constroem ao longo da vida, fruto do exercício de sua liberdade, que se expressa pelas escolhas que rea­li­zam.

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Medium 9788521804963

IX. Tratamento Psicanalítico da Psicose

Antonio Quinet Grupo Gen PDF Criptografado

IX

TRATAMENTO PSICANALÍTICO DA PSICOSE

Que significa tratamento? Na linguagem psicanalítica significa tratamento por um intermédio de um discurso. É possível o tratamento da psicose pelo discurso do analista? Antes de chegarmos ao discurso do analista, vejamos por quais discursos o louco tem sido tratado.1

O louco nos quatro discursos

O louco é tratado pela psiquiatria, pela polícia, ou ainda, pela assistência social. A repressão trata o louco com a injunção à adaptação à norma para que ele produza trabalho. Aqui tem-se a estrutura do discurso do mestre:

S1

S/

S2 a

O agente da polícia, por exemplo, atua sobre o louco: (S1  S2) para que este produza o objeto (a) com o qual aquele poderá gozar: seja objeto de divertimento, sejam objetos de consumo produzidos pelo trabalho forçado dito terapêutico.

A psiquiatria universitária trata o louco não como sujeito, mas como objeto – de estudo, exames, cuidados, farmacopeia. Pode-se depreender da prática da psiquiatria a estrutura do discurso universitário:

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Medium 9788527731546

30 - Transtornos Alimentares | Obesidade na Visão Analítica

Roberta Payá Grupo Gen PDF Criptografado

30

Transtornos Alimentares |

Obesidade na Visão

Analítica

Liliana Liviano Wahba

Você tem sede de ­quê?

Você tem fome de ­quê?

Trecho da canção “Comida”, de Arnaldo Antunes,

Marcelo Fromer e Sérgio Britto.

Introdução

De modo amplo, entende-se por transtorno alimentar um desvio do comportamento que pode levar ao emagrecimento extremo (caquexia) ou à obesidade, entre outros problemas físicos e incapacidades. Estudos epidemiológicos demonstram aumento de incidência de alguns transtornos alimentares concomitantemente à evolução do padrão de beleza feminino para o corpo magro, ou seja, em parte, esses transtornos estariam ligados à cultura. Há de se levar em conta também a mudança de hábitos na sociedade ocidental, que favorece o consumo de alimentos prontos, repletos de gorduras e açúcares.

Os principais transtornos são a anorexia e a bulimia e, entre outros, existem a obesidade mórbida, a falta de apetite e a crise do comer compulsivo (binge eating disorder), que consiste em episódios de voracidade fágica, mas sem uso de método purgativo como na bulimia. Esse transtorno acomete três mulheres para cada dois homens, com prevalência de 2% na população geral e de 30% entre obesos que procuram tratamento para emagrecer.1 O Diagnostic and

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Medium 9788536324531

Capítulo 9: A intervenção interdisciplinarna família atingida pelo abuso

Maria Regina Fay de Azambuja, Maria Helena Mariante Ferreira Grupo A PDF Criptografado

9

A intervenção interdisciplinar na família atingida pelo abuso

Ivone M. Candido Coelho de Souza

Maria Aracy Menezes da Costa

A integração das ciências psicológicas

às praticas do Direito moderno, sobretudo o de Família, centrado e mantido em torno do afeto, permite dispensar o reforço em argumentos que associem esses discursos. Nas ações jurídicas, por meio de várias rotinas, dentre as quais as perícias e as assessorias de partes são destaques, é possível observar com clareza os avanços benéficos dessa atual orientação de integração das duas

áreas, em que se destaca o decisivo papel do sentimento.

Embora tal tendência seja uma conquista, um avanço da contemporaneidade, ela não chega a ser inédita. Na Viena de 1906,

Freud fazia referências à confiabilidade de instrumentos que pudessem “desmascarar um criminoso”. Freud interessava­‑se, na verdade, pelas diferenças entre a “culpa inconsciente”, peculiar à neurose, em relação a delitos fantasiosos, e a “negatória consciente” em relação a crimes realmente praticados. De qualquer forma, a preocupação com o papel do técnico nas lides, sobretudo o do psicológo, aspecto de grande sensibilidade, despertara sua atenção já no começo do século

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Medium 9788580554595

Capítulo 9 | Maslow: Teoria Holístico-Dinâmica

Jess Feist, Gregory J. Feist, Tomi-Ann Roberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Maslow: Teoria

Holístico-Dinâmica

♦ Panorama da teoria holístico-dinâmica

♦ Biografia de Abraham H. Maslow

♦ A visão de Maslow sobre a motivação

Hierarquia de necessidades

Necessidades estéticas

Necessidades cognitivas

Necessidades neuróticas

Discussão geral das necessidades

Maslow

♦ Autorrealização

A busca de Maslow pela pessoa autorrealizada

Critérios para a autorrealização

Valores das pessoas autorrealizadas

Características das pessoas autorrealizadas

Amor, sexo e autorrealização

Filosofia da ciência

Medindo a autorrealização

O complexo de Jonas

Psicoterapia

Pesquisa relacionada

Necessidades de suprir uma deficiência, valores B e autoestima

Psicologia positiva

♦ Críticas a Maslow

♦ Conceito de humanidade

♦ Termos-chave e conceitos

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Medium 9788527731546

73 - Conceitos Básicos na Terapia Cognitiva

Roberta Payá Grupo Gen PDF Criptografado

73

Conceitos Básicos na Terapia

Cognitiva

Neliana Buzi Figlie e Neide A. Zanelatto

Introdução

Neste capítulo, serão descritos alguns conceitos básicos que fazem parte da metodologia da terapia cognitiva, bem como algumas técnicas. O capítulo não se propõe a esgotar o tema, mesmo porque existe uma ampla variedade de técnicas.

O objetivo principal é fornecer ao leitor a definição de alguns conceitos-chave que embasam a prática, com vistas a obter a melhora das habilidades do cliente na solução de problemas, foco central da terapia cognitiva.

Esquemas cognitivos, crenças e pensamentos automáticos

Fundamentais para o modelo são os construtos conhecidos como esquemas cognitivos, crenças centrais e pensamentos automáticos.1 Esquemas são definidos como superestruturas cognitivas que organizam nossa percepção do real. Crenças são definidas como ideias tomadas pelo sujeito como verdades absolutas. Pensamentos automáticos refletem, em nível pré-consciente, a representação esquemática do real pelo sujeito.2,3

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Medium 9788580554595

Capítulo 14 | Teoria dos Fatores de Base Biológica de Eysenck

Jess Feist, Gregory J. Feist, Tomi-Ann Roberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Teoria dos Fatores de Base

Biológica de Eysenck

♦ Panorama da teoria dos traços de base biológica

♦ Biografia de Hans J. Eysenck

♦ Teoria dos fatores de Eysenck

Critérios para a identificação dos fatores

Hierarquia da organização do comportamento

Eysenck

♦ Dimensões da personalidade

Extroversão

Neuroticismo

Psicoticismo

♦ Medindo a personalidade

♦ Bases biológicas da personalidade

♦ Personalidade como um preditor

♦ Pesquisa relacionada

A biologia dos traços de personalidade

♦ Críticas à teoria de base biológica de Eysenck

♦ Conceito de humanidade

♦ Termos-chave e conceitos

Personalidade e comportamento

Personalidade e doença

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TEORIAS DA PERSONALIDADE

A

caso e fortuidade com frequência desempenham um papel decisivo na vida das pessoas. Um evento casual desses aconteceu a um jovem alemão de 18 anos que deixou seu país natal em consequência da tirania nazista. Ele acabou se estabelecendo na Inglaterra, onde tentou ingressar na Universidade de Londres. Tratava-se de um leitor ávido, interessado em artes e ciências, mas sua primeira opção de currículo foi física.

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Medium 9788536322124

Capítulo 1. Vínculos e Configurações Vinculares

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

1

Vínculos e

Configurações Vinculares

Vínculos

Etimologia e conceituação

O termo vínculo tem sua origem no étimo latino “vinculum”, o qual significa uma união, com as características de uma ligadura, uma atadura de características duradouras. Da mesma forma, vínculo provém da mesma raiz que a palavra “vinco” (com o mesmo significado que aparece, por exemplo, em ‘vinco’ das calças, ou de rugas, etc.), ou seja, este termo alude a alguma forma de ligação entre as partes que estão unidas e inseparáveis, embora elas permaneçam claramente delimitadas entre si.

Assim, cabe a afirmativa de que “vínculo” também significa um estado mental que pode ser expresso através de distintos modelos e com variados vértices de abordagem.

A noção de “vínculo” é de fundamental importância no desenvolvimento da personalidade da criança, sendo que essa afirmativa está baseada na inquestionável sentença de que “o ser humano constitui-se sempre a partir de um outro”. Isso não impede que, conforme a qualidade do vínculo, todo sujeito possa voltar toda sua libido para o seu próprio eu

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