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Medium 9788536324265

13. A descoberta da memória inconsciente

Callegaro, Marco Montarroyos Grupo A PDF Criptografado

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A descoberta da memória inconsciente

Uma breve história da memória

A memória humana não é um processo unitário, como se pensou até a metade do século XX. Devemos aos estudos de Karl Lashley, um dos mais influentes pesquisadores da psicologia fisiológica, a noção inicialmente difundida de que a memória estaria distribuída por todo o córtex cerebral. Lashley, apesar de brilhante, extraiu conclusões errôneas (Lashley, 1950) de uma cuidadosa série de experimentos com ratos, na qual usou várias tarefas de aprendizagem em labirinto para avaliar o efeito de lesões em áreas cerebrais específicas. Se o animal apresentar um desempenho fraco em uma tarefa já aprendida como resultado da lesão, raciocinou Lashley, é sinal de que a área danificada está envolvida na memória. No entanto, os ratos sempre achavam o caminho correto no labirinto, demonstrando estar com a memória perfeita mesmo após a retirada cirúrgica de várias porções corticais. Parecia clara a evidência de que a memória estaria distribuída em todo o córtex, não sendo função de nenhum sistema em particular.

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Medium 9788527731546

36 - Transtorno Bipolar e Psicodrama

PAYÁ, Roberta Grupo Gen PDF Criptografado

36

Transtorno Bipolar e

Psicodrama

Elisabeth Sene-Costa

Doen­ça mental e transtorno bipolar

A loucura humana é fonte de ódio, crueldade, barbárie, cegueira. Mas sem as desordens da afetividade e as irrupções do imaginário, e sem a loucura do impossível, não haveria élan, criação, invenção, amor, poesia.1

A frase de Morin1, embora genuí­na, causa certa inquietação, pois, em geral, falar sobre loucura, palavra popularmente empregada para designar qualquer doen­ça mental, é algo muito difícil para grande parte da sociedade: a tendência é fugir do assunto ou ignorá-lo.

O transtorno mental, independentemente de qual seja a característica dos sintomas e do diagnóstico, muitas vezes pode desencadear diversos tipos de reação naquele que está, aparentemente, do outro lado da fronteira.

A história da Psiquiatria conta que, entre os

­séculos 17 e 18, muitos casos absurdos levaram

à estigmatização da doen­ça mental. Alguns livros foram escritos no intuito de identificar bruxas possuí­das pelo demônio e, com isso, várias “Joanas d’Arc” foram queimadas. A classe social mais abastada se incomodava com os miseráveis que circulavam pelas ruas, entre os quais os doentes mentais, as crianças sem-teto, os criminosos etc.

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Medium 9788536302829

Capítulo 12 - Contratransferência

Zimerman, David E. Grupo A PDF Criptografado

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Contratransferência

Todo terapeuta tem direito de sentir difíceis sentimentos contratransferenciais, como medo, dúvidas, raiva, excitação, confusão, tédio, etc., pois, antes de ser médico, psicólogo, psicanalista, ele é um ser humano. Isso é possível desde que tenha capacidade, coragem e honestidade de reconhecê-los, de modo a não permitir que esses sentimentos se transformem numa contratransferência patológica e, melhor ainda, que possa transformá-los em empatia. Ele pode, sim, envolver-se afetivamente, porém jamais ficar envolvido nas perigosas malhas da contratransferência.

EVOLUÇÃO DO CONCEITO

O estudo do fenômeno da contratransferência está intimamente ligado ao da transferência, de forma que ambos são indissociáveis, um não existe sem o outro, pois, muitas vezes, se superpõem e se confundem entre si.

Da mesma forma também os fenômenos da

“resistência-contra-resistência” podem estar superpostos e confundidos com os da “transferência-contratransferência”.

A contratransferência costuma ser considerada como um dos conceitos fundamentais do campo analítico, ao mesmo tempo em que a sua conceituação é uma das mais complexas e controvertidas entre as distintas correntes psicanalíticas. Assim, discussões sobre suas possíveis inconveniências ou prováveis vantagens como um excelente instrumento da prática psicanalítica; o ocultamento ou a valorização exagerada desse fenômeno na literatura psicanalítica; problemas semânticos devido às diferentes formas de sua compreensão; a divergência quanto a se a contratransferência é um fenômeno unicamente inconsciente, ou também consciente; e a possibilidade de ela ser utilizada pelo psicanalista de forma benéfica ou inadequada e iatrogênica são alguns dos aspectos que têm acompanhado a sua história no curso das sucessivas etapas da psicanálise. Não obstante tudo isso, a importância da contratransferência continua plenamente vigente, tendo seu interesse aumentado à medi-

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Medium 9788527730686

20 - Demências Subcorticais

MIOTTO, Eliane Correa; LUCIA, Mara Cristina Souza de; SCAFF, Milberto Grupo Gen PDF Criptografado

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Demências Subcorticais

Márcia Radanovic

Introdução

O comprometimento cognitivo associado a lesões predominantemente subcorticais vem sendo reconhecido desde o inicio do século passado. Em 1906, Pierre-Marie1 descreveu o comprometimento da linguagem (anartria) em lesões vasculares dos núcleos da base.

Em 1932, Von Stockert2 relatou a deterioração intelectual presente em casos de parkinsonismo pós-encefalítico. No entanto, o termo transtorno neurocognitivo maior subcortical, em sua concepção atual, passou a ser utilizado a partir do trabalho de Albert et al.3, uma descrição de cinco casos de paralisia supranuclear progressiva (PSP). O transtorno neurocognitivo maior subcortical, segundo o conceito, se caracteriza por um quadro clínico de esquecimento, lentidão de pensamento (bradifrenia), incapacidade de utilizar o conhecimento previamente adquirido (disfunção executiva) e alterações do comportamento como apatia, depressão e irritabilidade. Esse conjunto de sintomas corresponde, aproximadamente, à síndrome de disfunção comportamental/executiva descrita por Mesulam.4

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Medium 9788582715536

Capítulo 3. Os Benefícios da Autocompaixão

Kristin Neff, Christopher Germer Grupo A PDF Criptografado

OS BENEFÍCIOS DA

AUTOCOMPAIXÃO

Na primeira noite do nosso curso, Marion estava muito cética. “Como a autocompaixão vai me ajudar? Eu tenho o costume de ser muito dura comigo mesma – isso é terrível, eu sei. Isso é o que me trouxe até onde estou hoje.

Por que eu deveria mudar? Eu posso mudar?

Como posso ter certeza de que essa é uma coisa segura a ser feita?”

Felizmente, Marion não tinha que confiar apenas na nossa palavra. Mais de mil estudos de pesquisa demonstraram os benefícios da autocompaixão na saúde mental e física.

As pessoas que são mais autocompassivas experimentam maior bem-estar:

MENOS

MAIS

Depressão

Ansiedade

Estresse

Vergonha

Felicidade

Satisfação na vida

Autoconfiança

Saúde física

Embora as pessoas variem naturalmente em termos do quanto são autocompassivas, também ocorre que a autocompaixão pode ser aprendida. Pesquisas mostraram que pessoas que fizeram o curso de MSC (o programa no qual este livro se baseia) aumentaram seus níveis de autocompaixão em uma média de 43%. A participação no curso também as ajudou a se tornarem mais conscientes e compassivas com os outros, a sentirem mais conectividade social, satisfação na vida e felicidade e perceberem menos deprimidas, ansiosas e estressadas. Os par-

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Medium 9788536302829

Capítulo 11 - Transferências. Transferência de impasse. Psicose de transferência

Zimerman, David E. Grupo A PDF Criptografado

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Transferências. Transferência de

Impasse. Psicose de Transferência

Na prática analítica o que é mais relevante? O clássico conceito de Freud de que a transferência resulta de uma compulsiva necessidade de repetição ou a tendência atual de considerá-la como uma repetição de necessidades, que não foram compreendidas e resolvidas no passado primitivo. Ou ambas têm a mesma importância?

EVOLUÇÃO DA CONCEITUAÇÃO

Embora o fenômeno transferencial esteja virtualmente presente em todas as inter-relações humanas, o termo “transferência” deve ficar reservado unicamente para a relação presente no processo psicanalítico, o qual, juntamente com a “resistência” e a “interpretação”, constitui o tripé fundamental da prática da psicanálise, dando-lhe o selo de genuinidade psicanalítica, entre outras modalidades psicoterápicas.

De forma extremamente genérica, podese conceituar o fenômeno transferencial como o conjunto de todas as formas pelas quais o paciente vivencia com a pessoa do psicanalista, na experiência emocional da relação analítica, todas as “representações” que ele tem do seu próprio self, as “relações objetais” que habitam o seu psiquismo, bem como os conteúdos psíquicos que estão organizados como

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Medium 9788582712757

Capítulo 49. Freud não explica, mas se implica

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

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FREUD NÃO EXPLICA,

MAS SE IMPLICA

A psicanálise nasce com a descoberta do inconsciente e tem nela um de seus pilares, talvez o maior. Relacioná-la à “explicação” faz o maior sentido e gera incômodo. Em defesa de certo mistério (essência da vida e da arte), muita gente boa criticou e ainda critica a psicanálise. O escritor

Elias Canetti via nela algo de pretensioso, não só por ele apostar mais fichas no social, mas por ter ojeriza ao fechamento de uma ideia. Outros intelectuais o acompanharam mundo afora e adentro. Julien Green amava e odiava a psicanálise e, por aqui, Paulo Hecker Filho não a via com bons olhos em sua prosa. Já Mario Quintana não perdia a oportunidade de zoá-la poeticamente.

A transformação do inconsciente em consciente a partir de uma interpretação (explicação) aparece nos primeiros trabalhos de Freud e, de certa forma, nunca desapareceu. A propósito, a expressão “Freud explica” pode ter nascido ali. A respeito disso, Sérgio Paulo Rouanet me contou uma história engraçada. Ao contrário de Canetti, Quintana e Hecker, ele sempre admirou a obra de Freud, em especial no aspecto literário. Quando foi dar um curso sobre ela, houve excesso de inscrições, e o filósofo precisou fazer uma peneira. Entre os candidatos, entrevistou uma senhora “muito perua” que, ao ser questionada sobre o seu interesse, disse apenas que adorava Freud. “O que, especificamente?” – Rouanet perguntou. “Não

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Medium 9788536327549

12. Gestação, parto e puerpério

De Marco, Mario Alfredo Grupo A PDF Criptografado

Psicologia médica

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a poesia de Chico Buarque. A gravidez é, na vida de uma mulher, de um casal e de uma família, um momento de grande complexidade. Nas palavras de Cláudia, 33 anos, 38 semanas de sua primeira gestação:*

É engraçado como as pessoas ficam atentas às grávidas, principalmente no último trimestre, quando a barriga está bem grande. São muito simpáticas, querem conversar conosco, as mulheres querem contar como foram suas próprias gestações, saber se é menino ou menina, etc. A coisa mais estranha que costumo escutar é “ah, que saudades de estar grávida assim!”. Confesso que não consigo entender quando ouço isso. Às vezes é uma amiga, às vezes uma vendedora de loja. Alguém na fila do banco ou no trabalho. A perspectiva da chegada da minha filha é muito boa, fico animada ao imaginá-la já nascida e gosto muito de sentir ela se movimentar dentro da minha barriga. Mas a gravidez em si é, na maior parte do tempo, um preço a se pagar pela alegria de ter um bebê. Para mim, não é um momento digno de saudades...

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Medium 9788536305738

Parte VI - TÉCNICA PSICANALÍTICA: PRINCÍPIOS BÁSICOS

Zimerman, David E. Grupo A PDF Criptografado

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David Zimerman

A “entrevista inicial” tem alguma diferença da “primeira sessão”?

337.

A entrevista inicial (pode ser mais de uma sessão) antecede o “contrato” de um trabalho analítico, em que analista e paciente vão combinar uma série de aspectos de ordem prática, como os dias e horários das sessões, honorários e plano de férias, que irão estabelecer as normas formais do andamento da análise. A primeira sessão, por sua vez, alude ao fato de que o tratamento psicanalítico já começou formalmente. A finalidade da entrevista inicial é dupla: 1. Possibilitar ao analista fazer uma avaliação de aspectos como: a motivação do paciente para fazer mudanças e para enfrentar uma jornada tão longa, custosa e difícil; fazer um levantamento da parte doente do paciente, juntamente com a sua reserva de capacidades positivas; avaliar as condições da realidade exterior do paciente, inclusive as de ordem econômica para que ele não se submeta a um sacrifício, ou que muito cedo se confronte com sérias dificuldades e necessidade de uma interrupção frustrante; a avaliação deve se estender às condições de analisabilidade e acessibilidade do paciente a um processo analítico; também é útil que o analista avalie as características diagnósticas do paciente e as perspectivas prognósticas. 2. Propiciar a possibilidade de o analista se auto-avaliar quanto às suas condições de bem analisar um determinado paciente e de o paciente se dar ao direito de avaliar se ele sentiu uma necessária empatia inicial, se é com essa pessoa que está à sua frente que ele quer entregar a sua vida íntima e esperar alívio para o seu sofrimento e melhorar a sua qualidade de vida.

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Medium 9788582712733

Capítulo 15 - Técnicas das Primeiras Recordações

Rosane Levenfus Grupo A PDF Criptografado

15

TÉCNICA DAS PRIMEIRAS RECORDAÇÕES

Mauro de Oliveira Magalhães

Inúmeras publicações têm descrito as com­ petências de autogestão de carreira neces­ sárias para o profissional contemporâneo.

Porém, essas competências idealizadas não podem ser pensadas à parte das vicissitudes dos processos socioemocionais do desen­ volvimento humano. As problemáticas tra­ zidas por clientes em orientação de carreira raramente são exclusivas do papel de traba­ lho. A maioria das teorias psicológicas re­ conhece a importância das experiências in­ fantis na formação dos estilos de compor­ tamento adulto, que podem ser mais ou menos funcionais em relação às demandas do desenvolvimento da carreira. A técnica das primeiras recordações tem uma longa história na psicoterapia e no aconselhamen­ to. Trata-se de uma técnica projetiva capaz de trazer pistas importantes sobre o siste­ ma de crenças que subjazem as problemá­ ticas de carreira. Este capítulo apresenta­ rá a técnica das primeiras recordações em suas­aplicações à orientação profissional e de carreira.

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Medium 9788584291427

Capítulo 8. Questões de significância

Christine Dancey, John Reidy Grupo A PDF Criptografado

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Questões de significância

VISÃO GER AL DO CAPÍTULO

Anteriormente, ensinamos como descrever e analisar relações entre variáveis e, também, como analisar diferenças entre duas condições. Naqueles capítulos, encorajamos o uso de métodos de análise diferentes para compreender os dados e oferecer aos seus leitores (geralmente os professores que estão avaliando o seu trabalho) o quadro mais completo possível. Portanto, aconselhamos você a descrever seus dados usando ilustrações gráficas, medidas de tendência central e variância; oferecemos um método simples pelo qual você pode calcular o efeito e apresentamos os intervalos de confiança

(IC). Finalmente, também o encorajamos a relatar o nível de significância atingido (NSA, o valor da probabilidade exata).

Neste capítulo, discutiremos os conceitos mencionados acima em maior profundidade. Discutiremos as questões que cercam o relato de níveis de probabilidade e apresentaremos um conceito novo – o conceito de poder. O poder é a habilidade de detectar um efeito significativo quando ele existe. É a habilidade que um teste tem de rejeitar a hipótese nula corretamente. É importante entender tais questões antes de conduzir seus próprios experimentos e estudos. Por esse motivo, elas são apresentadas agora.

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Medium 9788536324531

Capítulo 9: A intervenção interdisciplinarna família atingida pelo abuso

Maria Regina Fay de Azambuja; Maria Helena Mariante Ferreira Grupo A PDF Criptografado

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A intervenção interdisciplinar na família atingida pelo abuso

Ivone M. Candido Coelho de Souza

Maria Aracy Menezes da Costa

A integração das ciências psicológicas

às praticas do Direito moderno, sobretudo o de Família, centrado e mantido em torno do afeto, permite dispensar o reforço em argumentos que associem esses discursos. Nas ações jurídicas, por meio de várias rotinas, dentre as quais as perícias e as assessorias de partes são destaques, é possível observar com clareza os avanços benéficos dessa atual orientação de integração das duas

áreas, em que se destaca o decisivo papel do sentimento.

Embora tal tendência seja uma conquista, um avanço da contemporaneidade, ela não chega a ser inédita. Na Viena de 1906,

Freud fazia referências à confiabilidade de instrumentos que pudessem “desmascarar um criminoso”. Freud interessava­‑se, na verdade, pelas diferenças entre a “culpa inconsciente”, peculiar à neurose, em relação a delitos fantasiosos, e a “negatória consciente” em relação a crimes realmente praticados. De qualquer forma, a preocupação com o papel do técnico nas lides, sobretudo o do psicológo, aspecto de grande sensibilidade, despertara sua atenção já no começo do século

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Medium 9788522429844

9 TRANSAS E TRANSAÇÕES NA COMUNICAÇÃO

MINICUCCI, Agostinho Grupo Gen PDF Criptografado

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Figura 9.1

TRANSAS E

TRANSAÇÕES NA

COMUNICAÇÃO

Um diálogo entre juiz e bandeirinha.

TRANSAS E TRANSAÇÕES NA COMUNICAÇÃO

121

Na Figura 9.1 há um diálogo entre um juiz de futebol e um bandeirinha, isto é, aquele que corre pelas laterais do campo. Vamos ver o que eles dizem.

Que times jogam hoje?

Palmeiras e Corinthians.

Os quadros jogam com todos os titulares?

Sim.

Então vamos começar, que está na hora.

Se você se lembra dos Estados do Eu, vai ver que eles estão usando o Estado ADULTO (A). Não há emoções, sentimentos. Há apenas informações.

Quando duas pessoas dialogam, elas enviam mensagens. Assim, o juiz enviou uma mensagem ao bandeirinha, que respondeu.

Essa comunicação se chama transação. Numa relação interpessoal, de envio e recebimento de mensagem, há ações que passam de uma pessoa para outra. Essa ação se chama transação, isto é, ação que passa de um para outro

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Medium 9788582710845

Capítulo 9 - Socialização organizacional

José Carlos Zanelli; Jairo Eduardo Borges-Andrade; Antonio Virgílio Bittencourt Bastos Grupo A PDF Criptografado

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SOCIALIZAÇÃO ORGANIZACIONAL

Livia de Oliveira Borges e Francisco José Batista de Albuquerque

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

Conceituar socialização organizacional

Diferenciá-la de processos como socialização ocupacional e profissional

Contextualizar a importância do tema na psicologia do trabalho e das organizações

Identificar e diferenciar as diversas concepções do trabalho

Caracterizar os modelos mais recentes de socialização organizacional

Relatar a evolução das concepções, contextualizando-as nos cenários socioeconômicos em que surgiram

Compreender as tendências de tal evolução

Compreender que o processo de socialização conta com atravessamentos das trajetórias individuais, da inserção organizacional e societal

 Saber refletir sobre a realidade organizacional a partir dos modelos teóricos de socialização organizacional

 Compreender os limites de transferência dos conhecimentos sobre socialização organizacional para o ambiente das organizações brasileiras

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Medium 9788536324258

18. F antasias sexuais e conjugalidade

Osorio, Luiz Carlos Grupo A PDF Criptografado

capítulo 18

Fantasias sexuais e conjugalidade

Maria Cristina Milanez Werner

Aos casais contemporâneos, na eterna luta entre manter a segurança da tradição dos costumes e a ousadia da transgressão dos tempos modernos...

Introdução

A história deste capítulo começou em

2006, quando apresentei este tema no VII

Congresso Brasileiro de Terapia Familiar, da Abratef, organizado pela Associação

Paulista de Terapia Familiar (APTF), em

São Paulo. Era o último dia de congresso, um sábado à tarde e, para minha surpresa, apesar de ser “fim de festa”, a sala estava com sua capacidade esgotada, com pessoas

ávidas em ouvir e entender melhor o que são fantasias sexuais. Apesar de poder ter a palestra em mãos, através da filmagem feita pela empresa TV MED, os colegas me pediram que escrevesse a respeito. Fui adiando a demanda até receber o honroso e gentil convite feito pelos amigos Dr. Luiz Carlos

Osorio e Dra. Maria Elizabeth Pascual do

Valle, para mais uma vez participar do projeto Manual de Terapia Familiar brasileiro, já em seu segundo volume, que, assim, resgata essa solicitação e se mostra uma excelente oportunidade para expor ideias originais que venho construindo já há alguns anos.

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