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Medium 9788536314648

Capítulo 4: Questões de gênero naterapia de família e casal

Luiz Carlos Osorio; Maria Elizabeth Pascual do Valle Grupo A PDF Criptografado

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Luiz Carlos Osorio, Maria Elizabeth Pascual do Valle & cols.

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Questões de gênero na terapia de família e casal

Rosa Maria Stefanini Macedo

As questões de gênero têm uma importância fundamental na terapia de família e casal por serem um aspecto da identidade do homem e da mulher que qualifica seus comportamentos marcados por expectativas transformadas em estereótipos frequentemente reguladores das relações sociais que se tornam, em consequência, envolvidas de preconceitos.

De acordo com Maturana (1995), conhecer é fazer distinções; portanto, é justificável a preocupação com a diferença entre homens e mulheres existentes nas ciências biológicas, humanas e sociais, pela necessidade de conhecer e melhor descrever seu objeto de estudo.

Às ciências biológicas interessam as diferenças do ponto de vista anatômico e fisiológico, e suas descrições são em termos de diferenças entre os sexos quanto à forma e ao funcionamento dos organismos de homens e mulheres, ou seja, funções específicas do organismo feminino ou masculino relacionados à evolução e à genética.

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Medium 9788582713099

Capítulo 13. Processos das famílias imigrantes

Froma Walsh Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

Processos das famílias imigrantes

Uma estrutura multidimensional

Celia Jaes Falicov

A

experiência de migração é um fluxo constante. Os contextos de migração atualmente diferem de forma significativa daqueles do passado. A movimentação dentro de um mundo globalizado impacta os processos de risco e resiliência nas famílias.

As mudanças impostas pela migração aos processos familiares merecem nosso estudo cuidadoso para melhor informar a oferta de serviços sociais, médicos e educacionais que estejam em sintonia com as necessidades especiais dos imigrantes. Os conceitos da teoria dos sistemas familiares e terapia de família, complementados por conceitos de estudos sobre migração, podem ser usados para aprofundar nossa compreensão das transformações familiares provocadas pela migração.

Este capítulo amplia os escritos anteriores a respeito dos dilemas das transformações pessoal, familiar e social enfrentados pelos imigrantes e a sua capacidade de encontrar soluções do tipo “ambos/e” em vez de forçar escolhas “ou/ou” referentes

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Medium 9788536324531

Capítulo 10: A avaliação da criançavítima de violência sexual

Maria Regina Fay de Azambuja; Maria Helena Mariante Ferreira Grupo A PDF Criptografado

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A avaliação da criança vítima de violência sexual

Maria Lucrécia Scherer Zavaschi

Cláudia Estrella

Fernanda Caldas Jardim

Fernanda Munhoz Driemeier

Introdução

O abuso sexual de crianças raramente envolve violência física detectável, uma vez que o perpetrador, tipicamente um cuidador conhecido, se utiliza da confiança da criança, e não da força física para cometer o crime. Frequentemente, o abuso ocorre em episódios repetidos, em que o perpetrador torna a relação progressivamente sexualizada. Em torno de um terço de todos os casos de abuso sexual na infância

é originário de incesto. O comportamento sexual inapropriado ou exacerbado na criança pode ser indicativo de abuso, mas nem sempre está presente, sendo, por vezes, difícil de distinguir do comportamento normal para a idade. Chamam atenção comportamentos sexualizados em público, seja expondo genitais ou imitando ato sexual, tendendo à repetição e persistência mesmo após intervenção de um cuidador.

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Medium 9788582712757

Capítulo 30. A insônia como elaboração

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

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A INSÔNIA COMO ELABORAÇÃO

Precisamos dormir. Privar-se de sono é uma tortura concreta. Dormindo, as crianças crescem, os adultos se recuperam. Todo mundo é a favor do sono, inclusive a medicina, com todo o seu arsenal. Medicamentos para dormir compõem uma fatia enorme do mercado. A ciência a ampara, o repouso agradece. Sonhar é fundamental, mas não sou contra a insônia.

Tentei encontrar aliados e achei um, o Chico Buarque. Ele canta:

Preciso não dormir

Até se consumar

O tempo da gente.

Tentei convencer alguns insones e não fui muito feliz. Cheguei a cantarolar a segunda estrofe:

Preciso conduzir,

Um tempo de te amar,

Te amando devagar e urgentemente.

Desafinei, vai ver foi isso. No entanto, o corpo é sábio. Ao inventar a diarreia ou o vômito, precisa devolver o que lhe faz mal. Ao doer, sinaliza as providências necessárias. Com a insônia, é igual: um jeito de cavar o tempo.

Todas as histórias são de amor, disse Mario Quintana. Ele estava acordado, e eu, o parodio sem sonolência: todas as insônias são de amor e suas respectivas mortes. Se o corpo não dorme, é porque a alma o cutuca

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Medium 9788582715277

Capítulo 22. Focos de atenção na fase adulta

Aristides Volpato Cordioli, Eugenio Horacio Grevet Grupo A PDF Criptografado

Focos de atenção na fase adulta

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Simone Hauck

Ives Cavalcante Passos

Pricilla Braga Laskoski

Luís Francisco Ramos-Lima

A idade adulta compreende a fase mais longa do ciclo vital e pode ser dividida em fase do adulto jovem (20 a 40 anos) e fase do adulto intermediário (40 a 65 anos). Na fase do adulto jovem, o indivíduo enfrenta alguns dos maiores desafios do ciclo vital, desde a definição de sua identidade e independização às escolhas relativas a trabalho e constituição de família.

O momento atual apresenta grandes modificações em termos tecnológicos e culturais, implicando aumento significativo da expectativa de vida e ampla reavaliação dos valores da sociedade em direção à busca da igualdade de oportunidades e de respeito às diferenças.

Tais mudanças permitem uma gama muito maior de possibilidades e exercício da individualidade. Nesse contexto, a fase de adulto intermediário, antes bastante marcada pela dita

“crise da meia-idade”, passa a ser uma janela de oportunidade para revisão das escolhas da fase anterior ou consolidação delas, em busca de uma vida mais satisfatória e autêntica.

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Medium 9788582715192

Capítulo 21. Terapias biológicas não farmacológicas não invasivas

João Quevedo, Antonio Egidio Nardi, Antônio Geraldo da Silva Grupo A PDF Criptografado

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Terapias biológicas não farmacológicas não invasivas

Andre Russowsky Brunoni

Bernardo de Sampaio

INTRODUÇÃO

O uso da eletricidade como forma de tratamento para doenças psiquiátricas não é ­novo.

Há relatos de uso médico da neuromodulação mesmo antes da invenção de armazenamento e descarga de energia elétrica. Por exemplo, Scribonius Largus, médico do imperador romano Claudius (10 a.C. a 54 d.C.), descreveu a descarga elétrica do “peixe torpedo” para o tratamento da cefaleia em seu livro Compositiones medicae. A partir do século XVIII, após o desenvolvimento da “pilha voltaica”, de Alessandro Volta, a investigação do uso terapêutico da estimulação elétrica foi impulsionada.

O maior avanço nessa área, entretanto, aconteceu no século XX, com o desenvolvimento da técnica de eletroconvulsoterapia

(ECT), introduzida por Ugo Cerletti e Lucino Bini, como uma forma mais segura de induzir convulsão em pacientes portadores de transtornos mentais graves em comparação

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Medium 9788582712757

Capítulo 86. O psicanalista palhaço

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

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O PSICANALISTA PALHAÇO

Hoje descobri que sou palhaço. Psicanalista e palhaço. Psicanalista eu já era e buscava ser na psicologia, na psiquiatria, na educação, mas não encontrava totalmente.

A educação me cabia, mas costumava acentuar a questão da obediência.

A psiquiatria também a fomentava, e a psicologia costumava exagerar na busca do significado. Achar o significado pode ser essencial, mas o que é excessivo perde a essência.

Vejo agora que ser palhaço abarca o mais importante. É que eu conheci a Lia Motta, palhaça com formação e prática da mesma forma que eu sou psicanalista. Ela é palhaça em tempo quase integral, feito eu sou psicanalista e, como já era um curioso (por ser psicanalista antes de ser palhaço), perguntei a ela como era ser palhaço.

Ela começou contando do começo, quando fez teatro. Ora, eu também fiz teatro no começo, vivendo a vida, este drama, este “como se”, como ela.

Ela disse que ser palhaço continuou para valer com um trauma. Fazendo teatro (como eu tentava fazer na vida), ela conheceu em Florianópolis uma discípula do clown francês Jacques Lecoq. Esse encontro abalou todas as suas convicções de atriz e deixou-a aturdida.

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Medium 9788536326467

17 - A família no judiciário

Makilim Nunes Baptista Grupo A PDF Criptografado

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A família no judiciário

Evani Zambon Marques da Silva

Sonia Liane Reichert Rovinski

Introdução

As importantes transformações operadas na sociedade durante o século XX, referentes aos papéis sociais de homens e mulheres, trouxeram mudanças significativas na constituição da família, refletindo maior diversidade decorrente da ampliação dos direitos individuais e das conquistas tecnológicas. Se antes os

“hábitos de família de classe média” guiavam o comportamento das pessoas e todas as demais formas eram consideradas “erradas”, agora o padrão das relações familiares pode ser considerado plural e em constante modificação (Tondo, 2001). A busca de legitimação e reconhecimento dessas mudanças na sociedade moderna passa, necessariamente, pela dimensão jurídica, trazendo a “judiciarização” das relações e dos conflitos interpessoais (Rifiotis, 2008). Nesse sentido, observa­‑se, nos dias atuais, um incremento no foco do Judiciário sobre o grupo familiar, na tentativa de legitimar direitos que vêm sendo conquistados por seus membros individualmente, como a guarda por genitores masculinos, ou por novas configurações que já obtiveram reconhecimento social, como a união de casais homoafetivos.

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Medium 9788536326368

2. A Chama Dupla

Leiblum, Sandra R. Grupo A PDF Criptografado

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A Chama Dupla

Reconciliando Intimidade e Sexualidade, Revivendo o Desejo

Esther Perel

“Amar é ter, e desejo é querer.” Essa é a premissa que orienta a terapia de

Esther Perel ao tratar casais que se queixam de perda do desejo. Segundo ela, a falta de desejo não reflete necessariamente um relacionamento perturbado, e as rotinas eróticas fazem parte da vivência de um casal amoroso, carinhoso. A autora também expõe um paradoxo: os ingredientes que nutrem o amor em geral são os mesmos que desgastam a paixão erótica. Ela reverte a abordagem terapêutica usual com a seguinte sugestão: primeiro melhore o sexo, e então o relacionamento melhorará.

A fim de conciliar o paradoxo que inevitavelmente existe entre o desejo por uma intimidade bem-conhecida e a paixão aumentada que acompanha a desconhecida e imprevisível, é necessário cultivar o mistério e tolerar a separação. Conforme ela observa: “O desejo falha em consistência e

é movido por ausência e saudade”. Fantasia e imaginação constituem ingredientes-chave para liberar e reacender o desejo, não insistência, exigências ou negociação. Não é atrás de técnicas inovadoras que a terapia está, mas da experiência de antecipação em torno do mistério do outro e do desconhecido em nós mesmos.

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Medium 9788527733151

2. Avaliação Psicológica em Saúde

BAPTISTA, Makilim Nunes; BAPTISTA, Rosana Righetto Dias; BAPTISTA, Adriana Said Daher Grupo Gen PDF Criptografado

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Avaliação

Psicológica em Saúde

Lisandra Borges   Makilim Nunes Baptista

Introdução

A avaliação psicológica no contexto da saú­de tem se mostrado uma á­ rea fundamental no auxílio da compreensão do adoecimento e de como o ser humano pode se manter saudável ao longo da vida (Capitão et al., 2005). Essa á­ rea de atuação do psicólogo tem como foco compreender e intervir nos aspectos psicológicos e comportamentais da saú­de física e mental em diferentes locais de prática, como hospitais, ambulatórios e outros serviços de saú­de (APA, 2016).

De maneira mais específica, os psicólogos que ­atuam na ­área da saú­de buscam compreender os fenômenos relacionados com a saú­de e a doen­ça, o processo de adoecimento e as maneiras pelas quais os in­di­ví­duos se mantêm saudáveis ao longo da vida. A atuação envolve ações de promoção da saú­de, prevenção e tratamento de pessoas portadoras de doen­ças (recupe­ração e reabilitação), bem como a elaboração de projetos que visem a melhorias no sistema e nas políticas públicas. Nesse sentido, a avaliação psicológica é de extrema importância, pois, de maneira sistemática, é possível avaliar diferentes aspectos (afetivos, cognitivos e comportamentais) do paciente, família, sistema de saú­de e do contexto sociocultural (Belar e Deardorff, 2009; Capitão e Baptista, 2015; Friedman e Silver, 2007).

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Medium 9788536314969

10. TERAPIA DO ESQUEMA NO TRANSTORNO DA PERSONALIDADE NARCISISTA

Young, Jeffrey E. Grupo A PDF Criptografado

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Young, Klosko & Weishaar

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TERAPIA DO ESQUEMA NO TRANSTORNO

DA PERSONALIDADE NARCISISTA

S

egundo nossa experiência, são os pacientes com transtornos da personalidade borderline ou narcisista que representam as dificuldades mais freqüentes para os terapeutas. De certa forma, esses dois grupos de pacientes apontam para dilemas opostos: os pacientes com transtorno da personalidade borderline são carentes demais e demasiado sensíveis, ao passo que os portadores de transtorno da personalidade narcisista costumam não se mostrar suficientemente vulneráveis ou sensíveis.

Ambos os grupos são ambivalentes com relação ao processo de terapia. Assim como acontece com o tratamento de pacientes com transtorno da personalidade borderline, nosso enfoque sobre os pacientes com transtorno da personalidade narcisista se baseia em modos. Foi, em grande parte, para tratar esses dois tipos de pacientes com mais êxito que desenvolvemos o conceito de modos. A abordagem fundamentada em modos nos permite construir uma aliança terapêutica com as partes do paciente que lutam por saúde, ao mesmo tempo em que lutamos contra as partes desadapatativas, isto é, as que avançam rumo ao isolamento, à autodestruição e ao prejuízo de outras pessoas.

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Medium 9788536324272

Capítulo 6. Identificação dos genes

Robert Plomin; John C. DeFries; Gerald E. McClearn; Peter McGuffin Grupo A PDF Criptografado

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Identificação dos genes

É necessário que haja muito mais pes-

quisa sobre genética quantitativa do tipo descrito no Capítulo 5 para que se identifiquem os componentes e o conjunto de componentes herdáveis do comportamento e para que se explorem as inter­

‑relações entre natureza e criação. Contudo, uma das direções mais empolgantes da pesquisa em genética comportamental

é a união da genética quantitativa com a molecular na tentativa de identificar os genes responsáveis pela influência genética no comportamento, mesmo em comportamentos mais complexos sobre os quais muitos genes e também muitos fatores ambientais estão atuando.

Conforme ilustrado na Figura 6.1, a genética quantitativa e a genética molecu­ lar iniciaram ambas por volta do início do século XX. Os dois grupos, biometristas

(galtonianos) e mendelianos, rapidamente­ entraram em discordância, conforme descrito no Capítulo 3. Suas ideias e pesquisas evoluíram independentemente, com os geneticistas quantitativos focados nas variações genéticas naturais e nos traços quantitativos complexos; e com os geneticistas moleculares analisando as mu­tações de genes únicos com frequência criadas artificialmente por substâncias químicas ou irradiação X. Durante a última década, contudo, a genética quantitativa e a molecular começaram a se aproximar para identificar genes de traços quantitativos complexos. Semelhante aos sistemas poligênicos, são chamados de loci de caracteres quantitativos (QTL; quantitative trait loci). Diferente dos efeitos monogênicos, que são necessários e suficientes para o

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Medium 9788582712245

Capítulo 21 - Percepção de Desenvolvimento Profissional

Katia Puente-Palacios, Adriano De Lemos Alves Peixoto Grupo A PDF Criptografado

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PERCEPÇÃO DE DESENVOLVIMENTO

PROFISSIONAL

Luciana Mourão

Katia Puente-Palacios

Juliana B. Porto

Ana Claudia Monteiro

O

desenvolvimento pessoal está diretamente relacionado com as atividades do dia a dia do profissional e deve fazer parte de um processo mais amplo de aprendizagem contínua. O foco do conceito de desenvolvimento profissional está em uma combinação de processos, que envolvem um conjunto de modalidades de aprendizagem, com enfoque tanto em aspectos cognitivos como também em comportamentais e afetivos, que favorecem o desempenho no trabalho e o avanço individual na carreira.

Entre as tendências que estão se configurando para a área de desenvolvimento profissional e que destacam a importância da geração de conhecimento sobre esse tema, podem ser citadas (Abbad & Borges-Andrade, 2004;

Abbad, Zerbini, & Souza, 2010; Aguinis & Kraiger, 2009; Mourão, 2009;

Rosseau, 1997; Salas & Cannon-Bowers, 2001; SamGnanakkan, 2010): a) a expansão de atuação da área, que deixa de ser apenas do interesse das organizações, caracterizando-se o desenvolvimento profissional como uma demanda social; b) o aumento da velocidade com que informações tornam-se obsoletas e a maior complexidade cognitiva no trabalho, gerando uma necessidade de qualificação e requalificação mais intensa e rápida; c) o crescimento das pesquisas em avaliação de treinamentos nas organizações e a manutenção da lacuna nas pesquisas sobre necessidade de trei-

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Medium 9788582712559

Capítulo 7 - Processo I para mudar uma segunda crença nuclear

Irismar R. Oliveira Grupo A PDF Criptografado

PROCESSO I PARA MUDAR UMA

SEGUNDA CRENÇA NUCLEAR

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Resumo de tópicos

• Explicando o Processo I para reestruturar uma segunda crença nuclear

• Convocando testemunhas para depor

Diálogo de ilustração de caso

• Apresentando o Processo I para reestruturar uma segunda crença nuclear

• Passo 1: Inquérito

• Atribuindo a tarefa de casa

Explicando o Processo I para reestruturar uma segunda crença nuclear

Não há diferença entre o Processo I implementado na Sessão 5 e o Processo I implementado para reestruturar uma segunda ou uma terceira crença nuclear (CN).

Contudo, como o paciente já está familiarizado com a técnica, o terapeuta pode ir mais longe e pedir a ele que acrescente testemunhas como novos personagens do

Processo I.

No trecho a seguir, o terapeuta e o paciente estão trabalhando em uma segunda

CN negativa: “Sou incapaz de ser amado.”

T:

P:

T:

P:

Paulo, na última sessão, você confirmou ser uma pessoa capaz, após recurso solicitado pelo promotor; não é verdade?

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Medium 9788536326313

1. HISTÓRICO DO CONSUMO DE CRACK NO BRASILE NO MUNDO

Ribeiro, Marcelo Grupo A PDF Criptografado

EPIDEMIOLOGIA

C A P Í T U L O

1

HISTÓRICO DO CONSUMO

DE CRACK NO BRASIL

E NO MUNDO

LUCIANE OGATA PERRENOUD / MARCELO RIBEIRO

O consumo de cocaína pela via pulmonar era praticamente desconhecido na América do Sul antes dos anos 1970.1 Na época, o hábito de fumar a pasta de folhas de coca começou a tornar-se popular, sofrendo aumento progressivo ao longo década, tanto nos países produtores quanto nos Estados

Unidos.2-4 A pasta de folha de coca, ou pasta básica (sulfato de cocaína), é obtida a partir da maceração ou pulverização das folhas de coca com solvente (álcool, benzina, parafina ou querosene), ácido sulfúrico e carbonato de sódio.2,5 Nos países andinos, é chamada de basuco, evocando a natureza da mistura

(alcalina) e a potência de seus efeitos psicotrópicos (bazuca).1

O consumo de cocaína pela via pulmonar era praticamente desconhecido na América do Sul antes dos anos 1970.1

A PASTA BÁSICA E O FREEBASING

Na transição para os anos 1980, surgiu nos

Estados Unidos a cocaína na forma de base livre, ou freebasing, sintetizada a partir da adição de éter sulfúrico a cocaína refinada em meio aquoso altamente aquecido.6 Devido ao risco de explosão, o freebasing era fabricado apenas em escala doméstica e acabou caindo em desuso.7 Assim como o consumo da pasta básica, o freebasing é considerado um precursor do consumo de crack nos Estados Unidos.8-10

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