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Medium 9788582712436

Capítulo 4 - Cultivar a atenção e a compaixão

Christopher K. Germer, Ronald D. Siegel, Paul R. Fulton Grupo A PDF Criptografado

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Cultivar a atenção e a compaixão

William D. Morgan

Susan T. Morgan

Christopher K. Germer

Cada um de nós literalmente escolhe, pela forma como dirige sua atenção, o tipo de universo que habita.

– WILLIAM JAMES (1890)

O

capítulo anterior identificou uma série de qualidades pessoais e insights gerados no terapeuta por meio do treinamento em mindfulness que podem afetar positivamente o tratamento. Este capítulo trata de dois deles: atenção e compaixão. Na pós-graduação, os aspirantes a terapeutas geralmente não são treinados para aumentar sua capacidade de atenção e compaixão. Supomos que, como terapeutas, temos razoáveis poderes de atenção, evidenciados por anos de estudo, e que somos pessoas de bom coração cuja compaixão natural continuará a crescer ao longo dos anos, de modo que, esperamos, não irá sucumbir à fadiga e ao esgotamento. Essas suposições levantam a questão: “Os clínicos podem usar técnicas específicas dentro e fora do consultório para aumentar sua capacidade de prestar atenção a seus pacientes e para aprofundar sua compaixão?”.

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Medium 9788565852708

Capítulo 19 - Ergonomia da Atividade: Uma Alternativa Teórico-Metodológica no Campo da Psicologia Aplicada aos Contextos de Trabalho

Livia de Oliveira Borges, Luciana Mourão Grupo A PDF Criptografado

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ERGONOMIA DA ATIVIDADE: UMA ALTERNATIVA

TEÓRICO-METODOLÓGICA NO CAMPO DA PSICOLOGIA

APLICADA AOS CONTEXTOS DE TRABALHO

Mário César Ferreira

Cleverson Pereira de Almeida

Magali Costa Guimarães

Introdução ....................................................................................................................................558

Identidade da ergonomia da atividade ........................................................................................559

Ergonomia: terminologia, conceitos e caracterização...............................................................562

Definições e classificação .........................................................................................................562

Ergonomia da atividade: caracterização ...................................................................................564

Fundamentos teóricos da ergonomia da atividade .....................................................................565

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Medium 9788536319414

2 As virtudes segundo os jovens

Yves de La Taille, Maria Suzana de Stefano Menin Grupo A PDF Criptografado

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As virtudes segundo os jovens

Yves de La Taille

Virtudes! Tema clássico da moralidade e do civismo. E também tema recorrente da antiga educação moral que, baseada no “verbo docente”, cantava as glórias de algumas delas e denunciava os terríveis riscos pessoais e sociais de seus opostos, os vícios. Lê-se, por exemplo, no livro Petite

Histoire de l’enseignement de la morale à l’école de Michel Jeury e JeanDaniel Baltassat, que uma atividade proposta às crianças era a de conjugar em vários tempos e modos frases do tipo “Eu preferiria me matar a faltar com o meu nome”, ou “Seja bom. Seja forte. Não seja maldoso. Tenha confiança. Não tenha medo. Escute, não se mexa! Acorde! Acabe sua lição.

Não se queixe” (Jeury; Baltassat; 2000, p.73). Como se vê, virtudes como honra, coragem, bondade, confiança, perseverança, tranquilidade, força, e outras mais eram, sem demais nuances, apresentadas como qualidade boas e necessárias ao adulto digno desse nome. Quanto aos vícios, eles eram evidentemente definidos como aspectos pessoais contrários às virtudes.

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Medium 9788582710869

Capítulo 9 - Instrumentos para Avaliação da Esperança: Escala de Esperança Disposicional e Escala de Esperança Cognitiva

Claudio Simon Hutz Grupo A PDF Criptografado

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INSTRUMENTOS PARA

AVALIAÇÃO DA ESPERANÇA:

ESCALA DE ESPERANÇA

DISPOSICIONAL E ESCALA

DE ESPERANÇA COGNITIVA

Juliana Cerentini Pacico e Micheline Roat Bastianello

Você conhece o mito de Pandora? Prometeu, um titã na mitologia grega, presenteou os homens com o fogo, para que por meio dele dominassem a natureza. Zeus, enfurecido, arquitetou uma vingança, pois Prometeu desobedecera as suas ordens. Criou Pandora, a primeira mulher, e enviou-a à Terra portando um jarro (sim, um jarro e não uma caixa!). Pandora foi advertida de jamais abri-lo sobre a superfície terrestre. Entretanto, assim que chegou à Terra, foi vencida pela curiosidade. Abriu o jarro e todos os males que estavam contidos nele escaparam, concretizando a vingança planejada por Zeus. Assustada, ela fechou rapidamente o jarro, sem perceber que no fundo havia ficado o único bem que ele carregava: a esperança (Snyder, 2000). Trágico, não? Mas reconfortante saber que no fundo sempre há esperança.

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Medium 9788527726320

18 - Técnicas de Relaxamento no Tratamento da Síndrome de Fibromialgia

Andréa G. Portnoi Grupo Gen PDF Criptografado

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Técnicas de Relaxamento no

Tratamento da Síndrome de Fibromialgia

Luiz Paulo Marques de Souza

Técnicas de relaxamento

As técnicas de relaxamento são métodos de recondicionamento psicofisiológico.

Elas podem ser a terapia principal ou adjuvante de outras modalidades terapêuticas.

São úteis para induzir descontração e tranquilização, especialmente para pessoas com transtornos ou sequelas musculares, bem como outras condições com ou sem componente psicogênico. São também instrumentos auxiliares na educação e nas artes. Não substituem o tratamento medicamentoso, mas podem acompanhar a psicoterapia de apoio.1

Embora exista tendência de definir o relaxamento como a ausência de tensão muscular, deve-se considerar que, em seu processamento, tanto componentes psíquicos como físicos interagem entre si e de maneira integrada, mesmo quando algumas modalidades de técnicas de relaxamento priorizam ou o uso da sugestão ou ainda meios físicos, como tensão e descontração muscular. Qualquer definição de relaxamento deve, portanto,

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Medium 9788580556292

Capítulo 6. Desenvolvimento físico e saúde durante os três primeiros anos

Gabriela Martorell, Diane E. Papalia, Ruth Duskin Feldman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

6

Sumário

Crescimento e desenvolvimento físico iniciais

Nutrição e métodos de alimentação

O cérebro e o comportamento reflexo

Capacidades sensoriais iniciais

Desenvolvimento motor

Saúde

Maus-tratos: abuso e negligência

Você sabia que…

NN

A Academia Americana de Pediatria recomenda que os bebês se alimentem exclusivamente por amamentação durante os 6 primeiros meses?

NN

Embora o desenvolvimento inicial do cérebro seja controlado geneticamente, sua estrutura está continuamente sendo modificada pela experiência ambiental, tanto de forma positiva como negativa?

NN

A visão é o sentido menos desenvolvido no nascimento?

NN

As práticas culturais, como o grau de liberdade que os bebês têm para se movimentar, podem afetar a idade em que eles atingem marcos do desenvolvimento motor?

Neste capítulo, exploramos como a percepção sensorial

é concomitante às capacidades motoras crescentes e molda o rápido desenvolvimento do cérebro.

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Medium 9788536326498

19. Maus-tratos contra crianças e adolescentes e o papel dos profissionais de saúde: estratégias de enfrentamento e prevenção

Luísa Fernanda Habigzang, Sílvia H. Koller Grupo A PDF Criptografado

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Maus-tratos contra crianças e adolescentes e o papel dos profissionais de saúde estratégias de enfrentamento e prevenção

Thais Helena Bannwart e Rachel de Faria Brino

O fenômeno dos maus-tratos contra crianças e adolescentes, embora venha ganhando destaque na mídia, parece ainda não ter o devido enfoque em termos de prevenção em seus diversos níveis. Dados de diversas pesquisas apontam que a maioria dos casos notificados ocorre dentro da família

(Abrapia, 2004; Azevedo e Guerra, 1989;

Guerra, 1985; Santos, 1991; Straus et al.,

1980), ou seja, os principais agressores se encontram próximos às vítimas e convivem com estas, em geral em relações desiguais, seduzindo-as ou forçando-as a se calar acerca das práticas abusivas. Esse panorama aponta para a necessidade de se incluir na prevenção dos abusos contra crianças e adolescentes pessoas não ligadas à família, como alternativa para possibilitar a revelação do

“segredo” que, em geral, fica encerrado nos muros da casa. O contato com profissionais que lidam diretamente com crianças e adolescentes pode trazer possibilidades de atuação na prevenção primária, secundária e terciária dos maus-tratos infantis.

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Medium 9788536314648

Capítulo 32: O papel do terapeutaem terapia familiar

Luiz Carlos Osorio, Maria Elizabeth Pascual do Valle Grupo A PDF Criptografado

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O papel do terapeuta em terapia familiar

Sandra Fedullo Colombo

UMA ÉTICA RELACIONAL

Quais crenças envolvem o lugar do terapeuta? O que cada um de nós pensa e, ainda mais importante, como vivencia o “ser terapeuta”? Qual o lugar que, como terapeuta, colocamo-nos na relação com o outro? Qual ideologia permeia nossas relações? Definimo-nos como profissionais que tratam pessoas doentes? Como profissionais que fazem intervenções para curar e modificar a vida das pessoas ou, além da vida, para modificar as próprias pessoas?

Acreditamos preponderamente na relação entre iguais com diferentes saberes ou no saber de um sobre o outro? O saber técnico, do especialista sobre o humano? Ou seria o profissional “além do humano” sobre o humano?

Deve-se refletir sobre a construção do lugar de cada um nas relações humanas, sejam profissionais ou pessoais, pois esse lugar reflete a ética com que vivemos: perceberemos se o outro é legitimado por nós como semelhante em sua humanidade e diferente em sua singularidade, ou se nossa ética relacional é construída sobre a crença de que alguns são melhores do que outros e de que sabemos sobre o outro mais do que ele mesmo.

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Medium 9788573078046

Introdução - As Dificuldades da Aprendizagem ou por que Aprender e Ensinar às Vezes É tão Difícil

Juan Ignácio Pozo Grupo A PDF Criptografado

I N T R O D U Ç Ã O

As Dificuldades da Aprendizagem ou por que Aprender e Ensinar

às Vezes É tão Difícil

Tenho o coração pesado de tantas coisas que conheço,

é como se carregasse pedras desmesuradas num saco, ou a chuva tivesse caído, sem descanso, em minha memória.

.....................................

.....................................

Assim, pois, do que lembro e do que tenho memória, do que sei e do que soube, do que perdi no caminho entre tantas coisas perdidas, dos mortos que não me ouviram e que talvez quisessem me ver, melhor que não me perguntem nada: toquem aqui, sobre o casaco, e verão como me palpita um saco de pedras obscuras.

PABLO NERUDA, “Não me perguntem”, Estravagario.

Quem nunca ficou preso nas redes de um programa de computador suficientemente inteligente para elaborar gráficos estilizados com nossos dados, mas não para nos entender quando lhe pedimos, por favor, que nos imprima esses mesmos gráficos de forma horizontal em vez de vertical? Claro que o problema não é do programa, é nosso, por não termos aprendido a lidar adequadamente com ele

(embora tenhamos estado duas horas tentando decifrar suas instruções). Quem

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Medium 9788582715079

Capítulo 9 - Plasticidade cognitiva e cerebral no desenvolvimento da leitura e na intevenção psicopedagógica da dislexia

Newra Tellechea Rotta, Cesar Augusto Nunes Bridi Filho, Fabiane Romano de Souza Bridi Grupo A PDF Criptografado

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PLASTICIDADE

COGNITIVA E

CEREBRAL NO

DESENVOLVIMENTO

DA LEITURA E NA

INTERVENÇÃO

PSICOPEDAGÓGICA

DA DISLEXIA

HELENA CORSO

S

abe-se hoje que a capacidade do sistema nervoso de sofrer modificações, adaptando-se a novas experiências, está na base da formação de memórias e da aprendizagem. Para além da compreensão ampla dos processos cognitivos como expressão de plasticidade, a consideração particular do aprendizado da leitura oferece um exemplo fascinante de como esse processo ocorre.

Os circuitos relacionados à leitura não são inatos, mas forjados pela experiência: a instrução dessa habilidade leva à criação de novos sistemas funcionais e anatômicos no cérebro humano. É possível identificar as marcas neuronais deixadas no cérebro pela aprendizagem das relações grafema/ fonema (rota fonológica) e da memória visual da palavra (rota lexical). O reconhecimento da palavra pela via fonológica marca o começo do desenvolvimento da leitura, processo que avança – com o reconhecimento automático da palavra pelo estabelecimento da via lexical – rumo

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Medium 9788536307442

Capítulo 25 - Medidas de valor final e retorno de investimento em avaliação de TD&E

Jairo E. Borges-Andrade, Gardênia da Silva Abbad, Luciana Mourão Grupo A PDF Criptografado

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

505

Medidas de valor final e retorno de investimento em avaliação de TD&E

Luciana Mourão, Jairo E. Borges-Andrade e Tatiana Junqueira Salles

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Definir o conceito de retorno de investimento em TD&E.

Descrever medidas de retorno de investimento em TD&E.

Identificar as principais variáveis relacionadas à avaliação de TD&E no nível de valor final.

Discutir o uso de indicadores para mensurar o retorno sobre o investimento em TD&E.

INTRODUÇÃO

As transformações no mundo do trabalho têm impulsionado mudanças importantes nos sistemas de treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E). Em decorrência desse cenário e como parte dele, tem ocorrido um aumento dos investimentos nesses sistemas.

Salas e Cannon-Bowers (2001) observaram que, nas décadas de 1970, 1980 e 1990, houve um grande crescimento de pesquisas para melhor compreender o funcionamento desses sistemas, que resultou em mais teorias, modelos, resultados empíricos, revisões e metanálises. Para esses autores, houve uma mudança dramática para melhor, com abundância de teorias.

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Medium 9788582710555

Capítulo 17 - Neuropsicologia do traumatismo craniencefálico e do acidente vascular cerebral

Daniel Fuentes, Leandro F. Malloy-Diniz, Candida Helena Pires de Camargo, Ramon M. Cosenza Grupo A PDF Criptografado

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Neuropsicologia do traumatismo craniencefálico e do acidente vascular cerebral

ANA PAULA ALMEIDA DE PEREIRA

AMER CAVALHEIRO HAMDAN

O traumatismo craniencefálico (TCE) e o

TRAUMATISMO CRANIENCEFÁLICO (TCE) acidente vascular cerebral (AVC) são considerados, junto com suas sequelas, proO TCE define-se por uma agressão traumáblemas importantes de saúde pública. Este tica que gera lesão anatômica ou comprocapítulo apresenta algumas características metimento funcional de couro cabeludo, desses insultos, discorre socrânio, meninges ou encébre as sequelas cognitivas, falo. Essa lesão pode ocorrer

O TCE define-se por uma agresemocionais e comportamensão traumática que gera ledevido a objeto penetrante e são anatômica ou comprotais mais frequentes e, por provocar uma fratura no crâmetimento funcional de coufim, aponta diretrizes para nio ou ser decorrente de um ro cabeludo, crânio, meninges intervenção e pesquisa. impacto que provoca lesão ou encéfalo. Essa lesão pode

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Medium 9788580556292

Capítulo 3. Formação de uma nova vida: concepção, hereditariedade e ambiente

Gabriela Martorell, Diane E. Papalia, Ruth Duskin Feldman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

Sumário

Concebendo uma nova vida

Infertilidade

Mecanismos da hereditariedade

Anomalias genéticas e cromossômicas

Natureza e ambiente: influências da hereditariedade e do ambiente

Algumas características influenciadas pela hereditariedade e pelo ambiente

Você sabia que…

NN

Gêmeos “idênticos” não são necessariamente iguais?

NN

Há mais de mil testes genéticos para ajudar os médicos a esclarecer diagnósticos, selecionar tratamentos adequados e identificar pessoas com alto risco de determinadas condições preveníveis?

NN

Mesmo em características com forte base hereditária, o ambiente pode ter um impacto substancial?

Começamos este capítulo examinando a forma como a vida é concebida. Consideramos os mecanismos e os padrões de hereditariedade – os fatores hereditários que afetam o desenvolvimento e a forma como o aconselhamento genético pode ajudar os casais a tomar a decisão de se tornarem pais. Examinamos como a hereditariedade e o ambiente trabalham juntos e como podem ser compreendidos seus efeitos sobre o desenvolvimento.

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Medium 9788582710470

Capítulo 18 - Atuação do Profissional da Psicologia na Avaliação e Intervenção em Situações de Violência Sexual contra Adolescentes

Luisa Fernanda Habigzang, Eva Diniz, Sílvia H. Koller Grupo A PDF Criptografado

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ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL

DA PSICOLOGIA NA AVALIAÇÃO

E INTERVENÇÃO EM SITUAÇÕES DE

VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA ADOLESCENTES

JEAN VON HOHENDORFF

LUÍSA FERNANDA HABIGZANG

O objetivo deste capítulo é apresentar subsídios teóricos e técnicos para avaliação e intervenção psicológicas efetivas relacionadas

à violência sexual (VS) contra adolescentes, tendo por base as terapias cognitivo-comportamentais. A VS é um fenômeno complexo que envolve aspectos sociais, jurídicos e de saúde. O trabalho desenvolvido por profissionais da psicologia deve constituir-se parte da intervenção que a rede de apoio social e de proteção proporciona às vítimas e suas famílias. Dessa forma, a psicologia integra um corpo interdisciplinar e interinstitucional de intervenção para garantir a proteção e os direitos de adolescentes em situação de violência. Este capítulo aborda aspectos teóricos para compreensão da dinâmica e das consequências da VS nos adolescentes. Além disso, discute a abordagem para revelação da violência, cuidados éticos e procedimentos para avaliação psicológica. Por fim, é apresentado um modelo de intervenção psicoterapêutica baseada em evidências para tratamento de adolescentes vítimas desenvolvido pelo Centro de Estudos Psicológicos de Novo Hamburgo (CEP-Rua/NH).

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Medium 9788522429844

12 LÍDER E LIDERANÇA

Agostinho Minicucci Grupo Gen PDF Criptografado

12

LÍDER E

LIDERANÇA

Liderança e líder são palavras muito usadas hoje. Os oradores, os políticos, os empresários, os gerentes, os professores empregam expressões como:

– Esse menino é um líder nato.

– Esse político não tem liderança nenhuma.

– Para dirigir bem é preciso ter liderança forte.

O que vem a ser liderança? O que é um líder?

Pensava-se que uma pessoa já nascia com as qualidades de líder:

– Puxa, tem boa voz, conversa bem, tem boa aparência, é inteligente.

Vai ser um deputado.

Esses eram os chamados líderes carismáticos, capazes de impressionar o povo, as multidões, como os grandes cantores e os artistas de televisão.

– Sou capaz de ir com ele até o inferno.

Porém, os pesquisadores não concordavam com tais características e um bom líder, e mais de 100 traços de personalidade foram alinhados para classificar um líder.

CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER

Começou a verificar-se que os líderes, ainda que tenham excelentes qualidades para dirigir, não trabalham sozinhos. Precisam lidar com seguidores, subordinados, dirigidos.

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