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Medium 9788536326481

26. O uso dos recursos lúdicos na avaliação funcional em clínica analítico-comportamental infantil

Nicodemos Batista Borges, Fernando Albregard Cassas Grupo A PDF Criptografado

O uso dos recursos lúdicos 26

na avaliação funcional

em clínica analítico­ ‑comportamental infantil

Daniel Del Rey

Assuntos do capítulo

> Avaliação funcional no trabalho clínico com crianças.

> Estratégias para identificação de comportamentos­‑alvo na clínica infantil.

> Estratégias para identificação de possíveis reforçadores na clínica infantil.

> Estratégias lúdicas para identificação da história de vida e condições atuais.

> Identificação e caracterização de controle por regras pré­‑estabelecidas.

Ao se propor uma intervenção comportamental infantil, é fundamental que se estruture uma avaliação funcional. Isso significa fazer um levantamento de comportamentos que serão alvos da intervenção e elaborar hipóteses sobre as variáveis que evocam ou eliciam determinadas respostas e sobre as consequências que as mantêm. É importante destacar, a princípio, uma distinção entre os termos análise funcional e avaliação funcional. Enquanto a análise funcional manipula variáveis antecedentes e consequentes à resposta em questão, para que as hipóteses sejam testadas, a avaliação funcional tem uma abordagem mais hipotética em relação a tais relações.

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Medium 9788577260379

Capítulo 5: Diversidade sociocultural

John W. Santrock Grupo A PDF Criptografado

5

C A P Í T U L O

5

Diversidade sociocultural

Precisamos de todos os talentos humanos e não podemos nos dar ao luxo de negligenciar um que seja por causa de barreiras artificiais de sexo, raça, classe ou nacionalidade.

— Margaret Mead

Antropóloga norte-americana, século 20

Objetivos de aprendizagem

Tópicos do capítulo

Cultura e etnicidade

1

Discutir como as variações na cultura, status socioeconômico e origem étnica podem gerar necessidades especiais em sala de aula.

2

Descrever algumas maneiras de promover uma educação multicultural.

3

Explicar as várias facetas de gênero, incluindo semelhanças e diferenças entre meninos e meninas; discutir questões relacionadas ao gênero no ensino.

Cultura

Status socioeconômico (SSE)

Etnicidade

Bilingüismo

Educação multicultural

Habilitando estudantes

Ensino culturalmente relevante

Educação centrada em análise de problemas

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Medium 9788582712757

Capítulo 58. A poesia ajuda

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

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A POESIA AJUDA

Desde cedo, eu li muita poesia. Não sei como começou. Acho que com a mãe, com a negra Maria e com a vó Branquinha quando eu era bebê.

Mas isso vem da teoria que eu li depois. A poesia, para mim, sempre foi prática. Acontecimento visceral.

Lia por ler. Lia porque gostava. Não tinha a noção da importância, pelo contrário: lia pela inutilidade, pela “desimportância”. O dia, os pais, a escola impunham obrigações, e a poesia desobrigava, deixava livre, um brinquedo como qualquer outro do tipo jogar botão, bola, bater figurinha, andar de carrinho de lomba. Não era de ajudar, mas de viver.

Nunca imaginei que a poesia pudesse ajudar tanto e teria a ver com o mais importante da medicina, da psicanálise, do amor. A medicina que eu fiz não seria digna sem poesia. Seria técnica, fria, e a psicanálise, também. A fundação delas era poética, igual a quando a vida começou.

O amor nem aconteceria. O que seria dele sem a poesia do amor, escrita ou olhada, vivida ou contada?

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Medium 9788536307787

Capítulo 13. Avaliação prospectiva: o exame precoce da criança

Jurema Alcides Cunha Grupo A PDF Criptografado

Avaliação prospectiva: o exame precoce da criança

Aidyl L.M. de Queiroz Pérez-Ramos

É

necessário esclarecer, de início, que a avaliação prospectiva, quando se trata de contexto psicológico, e inclusive realizada o mais precocemente possível, é concebida sempre em termos probabilísticos. O prognóstico esperado depende não somente da natureza do quadro clínico, de sua severidade e complicações, mas também de uma série de fatores incidentes, sejam individuais, sejam ambientais, que surgem e vão se acumulando ao longo da infância e prosseguem em outras fases da vida do ser humano.

Há necessidade, em muitos casos, de realizar avaliação o mais cedo possível, acompanhada da oportuna intervenção, dando prosseguimento à atenção psicológica a esses primeiros anos, que são formadores da personalidade e ainda mais vulneráveis às mais diversas alterações. Prevê-se, portanto, que quanto melhor atendida for a criança, nos seus primeiros tempos, maior é a probabilidade de, futuramente, desenvolver-se de modo equilibrado.

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Medium 9788582713112

Capítulo 15 - Psicodiagnóstico interventivo

Claudio Simon Hutz, Denise Ruschel Bandeira, Clarissa Marceli Trentini, Jefferson Silva Krug Grupo A PDF Criptografado

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PSICODIAGNÓSTICO INTERVENTIVO

Vanessa Stumpf Heck

Valeria Barbieri

A

área da avaliação psicológica abrange uma das competências mais relevantes do psicólogo. Ela envolve a aplicação de conhecimento teórico no entendimento do funcionamento psicológico de pessoas ou grupos em relação a uma demanda específica de compreensão do comportamento (Primi, Muniz, & Nunes,

2009). Para Hutz (2009), o termo “avaliação psicológica” é usado para descrever um c­onjunto de procedimentos que tem por objetivo coletar dados para testar hipóteses clínicas, ­ produzir diagnósticos e descrever o funcionamento de indivíduos ou grupos em situações específicas.

De acordo com o Conselho Federal de Psicologia

([CFP], 2007, p. 8):

. . . a avaliação psicológica é um processo técnico e científico realizado com pessoas ou grupos de pessoas que, de acordo com cada

área do conhecimento, requer metodologias específicas. Ela é dinâmica, e se constitui em fonte de informações de caráter explicativo sobre os fenômenos psicológicos, com a finalidade de subsidiar os trabalhos nos diferentes campos de atuação do psicólogo, dentre eles, saúde, educação, trabalho e outros setores em que ela se fizer necessária.

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Medium 9788582712757

Capítulo 13. Casquinhas

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

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CASQUINHAS

Existe na dor uma realidade intensa, extraordinária.

Oscar Wilde

Ela tinha quinze anos e já sabia pensar sobre si mesma. O sintoma que a trouxe – urticárias refratárias – tinha quase desaparecido. Já estávamos em outra fase, refletindo sobre a relação com o primeiro namorado. Ela reclamava que ele era possessivo, ciumento, não a deixava fazer nada sem ele, como sair com as amigas, dançar balé, jogar tênis, “Nem cocô”.

Ela também era ciumenta, reconhecia, mas achava que nem tanto: “Ele pode pelo menos fazer xixi em paz”. Ziguezagueávamos já com algum humor entre isso e a relação com a mãe, vista mais no tempo das urticárias. Enfim, dependia muito da mãe para sair, voltar – estar ali. Se a mãe esquecia, não vinha. Se a mãe atrasava, também atrasava.

Comentávamos um atraso e uma falta decorrentes de falhas da mãe.

Ela tentava me explicar que não eram muitas faltas nem atrasos ao defender as dificuldades maternas com uma resistência (refratária) ao que eu dizia. Acolhi. Depois de um tempo em silêncio, tirou uma casquinha da perna e falou:

– Não sei por que tenho o hábito de tirar casquinhas.

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Medium 9788536325613

8. Mamãe, eu acho que estou... ligeiramente grávida! Uma reflexão sobre a gravidez na adolescência

Adriana Wagner Grupo A PDF Criptografado

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adriana wagner & Cols.

Ser adolescente no mundo atual... como é isso?

Ser adolescente no mundo atual parece ser fácil – em muitos casos, porém, não é assim que se apresenta. Na adolescência encontramos a preparação para a vida adulta como uma característica marcante. Assim, existe a possibilidade de experimentação sexual com o consentimento dos pais e de diálogo aberto com eles; de “curtir a vida” e não ter responsabilidade; há, também, um mundo de profissões para ser descoberto, uma diversidade de formas afetivas e sexuais de se relacionar com uma diversidade de pessoas; milhares de lugares para viajar e estudar e a possibilidade, ainda, de fazer muitas dessas coisas ao mesmo tempo e de várias maneiras!

De fato, muitas expectativas são geradas, pois adolescer é crescer, desenvolver­‑se. Portanto, no aspecto profissional, espera­‑se a finalização do

Ensino Médio e a escolha de uma profissão; no aspecto emocional, a experimentação sexual e afetiva, o fortalecimento das relações de amizades e o afastamento dos pais. Por fim, no aspecto físico, ocorre o amadurecimento gonadal (Santos, 2005; Papalia, Olds e Feldman, 2006).

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Medium 9788520430026

Ciúme patológico

BALLONE, Geraldo José Editora Manole PDF Criptografado

Ciúme patológico

A expressão ciúme patológico significa ciúme doentio. Na realidade, o ciúme patológico é, na maioria das vezes, mais um sintoma de alguma outra patologia psíquica do que uma doença em si. O ciúme exagerado, descrito anteriormente, é apenas um ciúme não normal, enquanto o ciúme patológico representa, como o próprio nome diz, uma patologia.

O ciúme patológico em sua forma mais grave também é conhecido como síndrome de Otelo, referindo-se à peça Otelo, escrita por

William Shakespeare em 1694, que mostra o lado obscuro desse sentimento capaz de produzir pensamentos irracionais e comportamentos inaceitáveis ou bizarros. A síndrome de Otelo homenageia a obra literária que descreve o homicídio cometido pelo marido que suspeita da traição de sua mulher e seu subsequente suicídio.

Muitos outros autores da literatura universal, entre eles Goethe,

Proust, Dante e Dostoiévski, retrataram em suas obras a angústia desse sentimento que, por vezes, assume um caráter avassalador.

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Medium 9788527731232

14 - Parafilias e Transtornos Parafílicos

DIEHL, Alessandra; VIEIRA, Denise Leite Grupo Gen PDF Criptografado

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Parafilias e Transtornos

Parafílicos

Marina Milograna Zaneti

Pontos-chave:

• A nova edição do DSM-5 possibilitou a distinção entre parafilias e transtornos parafílicos. A etiologia das parafilias permanece desconhecida

• A autonomia do médico deve prevalecer e os casos de quebra de sigilo precisam ser avaliados in­di­vi­dualmente, levando-se em conta as características do quadro clínico do paciente e os riscos de vulnerabilidade

• Até agora não há consenso sobre a melhor abordagem terapêutica aos transtornos parafílicos. Em amostras forenses, as melhores respostas ao tratamento foram alcançadas pela combinação de tratamento hormonal e psicoterapia.

Aspectos históricos

Perversão sexual era o termo utilizado durante a Idade Média e o Renas­ cimento para descrever qualquer prática sexual que não estivesse de acor­ do com as leis naturais de Deus, ou seja, que não tivesse como objetivo a procriação. O Antigo Testamento contém muitas proibições e advertências contra uma série de práticas sexuais, incluindo orientação pelo mesmo sexo, masturbação, sexo anal, cross-dressing e sexo com animais.1

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Medium 9788582712757

Capítulo 10. José não é propriedade

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

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JOSÉ NÃO É PROPRIEDADE

Eu tinha quase posto abaixo o consultório. Passara o mês de férias em reformas, e José foi o primeiro paciente na retomada. Doze anos, olhar agudo (para cima), observador. Muita coisa mudou por aqui, foi logo dizendo, e eu pensei no quanto ele havia mudado. Há dois anos, chegara com o olhar cronicamente para baixo, tinha um quadro dermatológico de psoríase e, sobretudo, uma relação de muita dependência e passividade com pais, colegas e professores. Falava pouco, chafurdado nos problemas alheios, e não era observador.

Olhei para a reforma do consultório (a mudança do divã, a nova cor da parede), e tudo pareceu menor do que a reforma no José. Ainda bem que parei de pensar, porque ele pensava também e avançava resoluto no assunto seguinte. Queria comprar com seu próprio dinheiro um game proibido para menores de dezesseis anos. Seus argumentos vinham sólidos: tinha economizado a quantia, o conteúdo do jogo (vampiros) não parecia impróprio para ele, os pais já tinham autorizado que visse outros filmes considerados impróprios para a sua idade. Tudo chegava de forma convincente e não recuei nem mesmo diante da possibilidade que aventara de comprar escondido.

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Medium 9788580554595

Capítulo 16 | Skinner: Análise do Comportamento

Jess Feist; Gregory J. Feist; Tomi-Ann Roberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

Skinner: Análise do

Comportamento

Panorama da análise do comportamento

Biografia de B. F. Skinner

Precursores do behaviorismo científico de Skinner

Behaviorismo científico

Filosofia da ciência

Skinner

Características da ciência

♦ Condicionamento

Condicionamento clássico

Condicionamento operante

♦ O organismo humano

Seleção natural

Evolução cultural

Estados internos

Comportamento complexo

♦ Psicoterapia

♦ Pesquisa relacionada

Como o condicionamento afeta a personalidade

Como a personalidade afeta o condicionamento

O reforço e o cérebro

♦ Críticas a Skinner

♦ Conceito de humanidade

♦ Termos-chave e conceitos

Controle do comportamento humano

♦ A personalidade desadaptada

Estratégias de combate

Comportamentos inapropriados

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TEORIAS DA PERSONALIDADE

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Medium 9788577260379

Capítulo 16: Avaliação em sala de aula

John W. Santrock Grupo A PDF Criptografado

16

C A P Í T U L O

1 6

Avaliação em sala de aula

Chamo minhas avaliações de “oportunidades” que dão aos alunos uma maneira diferente de pensar sobre eles.

—Bert Moore

Psicólogo americano contemporâneo

Objetivos de aprendizagem

Tópicos do capítulo

A sala de aula como um contexto de avaliação

1

Discutir a sala de aula como um contexto de avaliação.

2

Proporcionar algumas diretrizes para elaboração de testes tradicionais.

3

Descrever alguns tipos de avaliações alternativas.

4

2

Construir uma abordagem sólida para a atribuição de notas.

5

2

Identificar alguns usos de computadores na avaliação.

A avaliação como parte integral do ensino

Tornando a avaliação compatível com visões contemporâneas de aprendizagem e motivação

Criando metas de aprendizagem claras e apropriadas

Estabelecendo avaliações de alta qualidade

Tendências atuais

Testes tradicionais

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Medium 9788536319414

8 Valores morais do ponto de vista de professores de ensino fundamental e médio

Yves de La Taille, Maria Suzana de Stefano Menin Grupo A PDF Criptografado

186 La Taille, Menin & cols.

Sobre o trabalho com questões morais dentro do espaço escolar, a nossa sociedade conta com uma orientação pedagógica bem fundamentada sobre o tema, uma vez que em 1997 o Ministério da Educação trouxe a público os Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997) para o ensino fundamental e, posteriormente, foram publicados os parâmetros para os outros níveis do ensino. A finalidade de tais trabalhos é propor uma ação pedagógica que apresente a cidadania como eixo direcionador da educação, de maneira que crianças e adolescentes reflitam sobre os conteúdos trabalhados e, a partir disso, construam pontos de vista próprios a respeito dos mesmos. Um dos volumes dos Parâmetros é voltado para um conjunto de temas, que, por sua abrangência, passam a ser de responsabilidade de todos os professores e não de uma única disciplina. Esse conjunto de conhecimentos recebeu o nome de Temas Transversais e envolve assuntos como ética, orientação sexual, pluralidade cultural e outros.

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Medium 9788580552164

Capítulo 7 - Desenvolvimento físico e cognitivo na segunda infância

Diane E. Papalia; Ruth Duskin Feldman Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

pontos principais

pontos principais

DESENVOLVIMENTO FÍSICO

Aspectos do desenvolvimento físico

Saúde e segurança

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO

Abordagem piagetiana: a criança pré-operatória

Abordagem do processamento de informação: desenvolvimento da memória

Inteligência: abordagens psicométrica e vygotskiana

Desenvolvimento da linguagem

você sabia?

Desenvolvimento

Físico e Cognitivo na Segunda

Infância

Educação na segunda infância

As crianças vivem em um

você sabia que...

mundo de imaginação e

A principal causa de morte na segunda infância nos Estados

Unidos são os acidentes, e a maioria deles acontece em casa?

A forma como os pais conversam com uma criança sobre uma memória compartilhada pode afetar quão bem a criança se lembrará dela?

sentimento... Elas aplicam a forma que lhes agrada ao objeto mais insignificante, e veem nele tudo o que desejam ver.

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Medium 9788582710258

Capítulo 17 - Neuropsicologia dos transtornos cognitivos potencialmente reversíveis em idosos

Leonardo Caixeta, Antonio Lucio Teixeira Grupo A PDF Criptografado

17

Neuropsicologia dos transtornos cognitivos potencialmente reversíveis em idosos

THIAGO CARDOSO VALE

ANTONIO LUCIO TEIXEIRA

As demências podem ser classificadas em degenerativas primárias, de natureza progressiva e irreversível, e em potencialmente reversíveis, na qual há um caráter progressivo, porém secundárias a uma etiologia subjacente tratável. A busca de uma causa secundária diante de quadros demenciais em sua fase inicial deve ser realizada sistematicamente na prática clínica. Embora a história clínica e o exame clínico neurológico sejam essenciais para identificar sinais de causas secundárias de demência, os exames complementares laboratoriais, de líquido cerebrospinal, eletrofisiológicos e, principalmente, de neuroimagem também têm papel relevante nesse processo (Lowenthal,

Paran, Burgos, & Williams, 2007).

Não há uma definição consensual para

“demência reversível”. Seu conceito envolve condições que cursam com declínio cognitivo suficientemente grave para preen­cher os critérios formais (p. ex., DSM-IV) de demên­ cia, mas também condições que cursam com sintomas de declínio comportamental e cognitivo, sem preencherem, no entanto, os critérios de comprometimento sócio-ocupacional. O conceito abrange ainda condições com potencial variável de reversibilidade, não implicando necessariamente em reversibilidade total. Não é possível estabelecer o grau de reversibilidade a priori, apenas após o tratamento da causa subjacente (Burke,

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