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Medium 9788582715079

Capítulo 18 - Aprendizagem e intervenção terapêutica

Newra Tellechea Rotta, Cesar Augusto Nunes Bridi Filho, Fabiane Romano de Souza Bridi Grupo A PDF Criptografado

18

APRENDIZAGEM

E INTERVENÇÃO

TERAPÊUTICA

NEWRA TELLECHEA ROTTA

FABIANE ROMANO DE SOUZA BRIDI

CÉSAR AUGUSTO BRIDI FILHO

A

o longo de doze anos de estudos, a pluralidade de saberes e conheci­ mentos construídos pelo Grupo de estudos avançados em neurologia para profissionais da saúde e educação, que deu origem a essa obra perpassa uma conta­ gem ou mesmo uma delimitação. Esse grupo

– que nasceu pequeno e da associação entre a neurologia e o campo da aprendizagem, em um primeiro momento ligado à psicopedago­ gia e sua prática – ganhou amplitude e com­ ponentes de diversas áreas do saber, se é que podemos dizer isso. Formações e gradua­ções em áreas diferentes não significam essen­ cialmente diferenças no pensar e no agir.

O grupo de estudos nos mostrou que, ainda que academicamente tivéssemos aportes teó­ ricos e campos de saberes diferentes, nosso direcionamento era o mesmo.

Para além das nossas formações e in­ formações, o ponto convergente de estudo e práticas sempre foi o sujeito singular que habitava em cada caso. Quer o invólucro fosse um transtorno, uma dificuldade ou um atraso, o que sempre foi nosso objeto de busca e intenção de ação foram as neces­ sidades do sujeito. Muitos eram crianças, muitos cresceram em nossas mãos, e em todos tivemos a felicidade de comparti­ lhar conquistas, dúvidas e expectativas.

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Medium 9788582710081

Capítulo 7 - Sessão 2 e Posteriores: Estrutura e Formato

Judith S. Beck Grupo A PDF Criptografado

Ca p ít u l o 7

SESSÃO 2 E POSTERIORES:

ESTRUTURA E FORMATO

A

sessão 2 usa um formato que é repetido em todas as sessões subsequentes. Este capítulo apresenta o formato e descreve o andamento geral da terapia a partir da

Sessão 2 até se aproximar do término. A fase final do tratamento é descrita no Capítulo 18, e os problemas típicos que surgem ao familiarizar o paciente durante as sessões iniciais são apresentados no Capítulo 8.

A pauta típica da segunda sessão e posteriores é a seguinte:

Parte Inicial da Sessão

1. Fazer uma verificação do humor.

2. Definir a pauta.

3. Obter uma atualização.

4. Revisar o exercício de casa.

5. Priorizar a pauta.

Parte Intermediária da Sessão

6. Trabalhar em um problema específico e ensinar habilidades da terapia cognitivo-comportamental naquele contexto.

7. Discutir o seguimento com a prescrição colaborativa de exercícios de casa relevantes.

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Medium 9788582714546

Habilidades de mindfulness

Marsha M. Linehan Grupo A PDF Criptografado

Habilidades de mindfulness

Introdução às fichas

Mindfulness (consciência plena) é o ato de conscientemente focar a mente no momento presente, sem julgamento e sem apego ao instante. Uma pessoa plenamente atenta está consciente no e do momento presente. Mindfulness é o oposto de estar no “piloto automático”, ou de agir apenas por hábito; tem a ver com a qualidade de consciência que uma pessoa leva para a vida cotidiana. É um modo de viver desperto, com os olhos bem abertos. Como um conjunto de habilidades, a prática de mindfulness é o processo intencional de observar, descrever e participar da realidade com uma postura não julgadora, fazendo uma coisa de cada vez e sendo efetivo (ou seja, usando meios hábeis). Podemos contrastar mindfulness com agarrar-se rigidamente ao momento presente, como se pudéssemos impedir que o “agora” mude caso nos agarremos a ele com força suficiente. Quando estamos plenamente atentos, estamos abertos à fluidez de cada momento que surge e se desvanece.

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Medium 9788521625216

Parte II - Capítulo 9 - Crenças Pessoais de Controle

Johnmarshall Reeve Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

9

Crenças Pessoais de Controle

MOTIVAÇÃO PARA SE EXERCITAR O CONTROLE

PESSOAL

Dois Tipos de Expectativa

AUTO-EFICÁCIA

As Fontes da Auto-Eficácia

História do comportamento pessoal

Experiência vicária

Persuasão verbal

Estado fisiológico

Efeitos da Auto-Eficácia sobre o Comportamento

Escolha: Seleção de atividades e ambientes

Esforço e persistência

Pensamento e tomada de decisão

Emocionalidade

Dotação de Poder

Dotando as Pessoas de Poder: Programa de Modelagem de Domínio

CRENÇAS PESSOAIS DE CONTROLE

Orientações Motivacionais de Domínio versus Orientações

Motivacionais de Desamparo

O que o futuro lhe reserva? Você se formará na faculdade?

As aulas a que assistirá serão interessantes? Você será aprovado? Você achará este Capítulo 9 interessante? Tratará este capítulo de tópicos importantes, ou o assunto apresentado não passará de algo árido e confuso? No próximo inverno, você ficará gripado? Na próxima vez que se candidatar a um emprego, você será bem-sucedido? Você vai se apaixonar? Deixará de ficar apaixonado? Se convidar alguém que você não conhece direito para um encontro, ou se vir seus sogros pela primeira vez, será que essas pessoas, que até então lhe eram estranhas, gostarão de você? Você encontrará alguém com quem compartilhar sua vida, como em um casamento? E quando pegar o carro para ir à escola amanhã, você ficará preso em um engarrafamento? Será multado por estacionar em local proibido? Quando der a partida, o automóvel funcionará na primeira tentativa? Será que você vai chegar aos 50 anos?

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Medium 9788582712207

Capítulo 21 - Transtornos neurocognitivos associados ao HIV

Flávia Heloísa dos Santos, Vivian Maria Andrade, Orlando Francisco Amodeo Bueno Grupo A PDF Criptografado

21

Transtornos neurocognitivos associados ao HIV

ELISABETE CASTELON KONKIEWITZ

FLÁVIA HELOÍSA DOS SANTOS

Este capítulo aborda os transtornos neurocognitivos associados ao HIV, ou HANDs

(HIV associated neurocognitive disorders), apresentando os desafios clínicos, neuro­ psicológicos e de pesquisa desse problema ainda pouco compreendido e, em nosso meio, bastante subestimado. Por fim, relatamos dados de estudos conduzidos em amostras brasileiras, evidenciando a relevância e a repercussão dessa condição em nossa população.

Há cerca de 30 anos, a aids surgiu como uma síndrome devastadora que acometia homossexuais masculinos, levando-os, inexoravelmente, à morte em poucos anos.

Com o advento da terapia antirretroviral combinada (CART, combination antiretroviral therapy), em meados dos anos 1990, houve uma queda drástica na mortalidade associada à infecção pelo HIV, que se tornou uma doença crônica, controlável, de ambos os sexos, atingindo pessoas de todas as idades, em especial adultos jovens, mas também adolescentes, idosos e heterossexuais. O avanço farmacológico trouxe consigo também novos desafios, uma vez que a vida durante décadas – com a persistência do vírus no organismo e sob um regime de medicação contínua – tem as suas complicações. Entre elas, estão os efeitos do vírus sobre o sistema nervoso central (SNC),

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Medium 9788536302393

3 A Utilização de Modelos Psicanalíticos

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

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DAVID E. ZIMERMAN

3

A Utilização de

Modelos Psicanalíticos

Bion sempre revelou uma preocupação básica em relação à comunicação dos seus escritos, qual seja, a necessidade de que os mesmos transcendessem o plano de uma mera sensorialidade e que, ao mesmo tempo, pudessem transmitir uma compreensão acompanhada de emoções. Para tanto, ele propunha a utilização de distintos tipos de modelos que possibilitassem variados vértices de observação e de entendimento. Da mesma forma, fundamentou as razões de por que considerava conveniente o uso de modelos, destacando a flexibilidade dos mesmos em contraste com a rigidez das teorias.

Pode-se dizer que a utilização de modelos tem vantagens e desvantagens. A principal vantagem é a de que um modelo é mais flexível que uma teoria e representa uma ponte entre as abstrações teóricas e a prática clínica; e a desvantagem é que a sua utilização exagerada pode saturar a mente e prejudicar a observação, de tal modo que o meio fica sendo um fim.

O próprio Bion nos explica melhor, com palavras pronunciadas em uma conferência em Buenos Aires, em 1968, intitulada “O Gênio e o Establishment” (Revista Gradiva, n. 20,

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Medium 9788573078046

Capítulo 5 - A Estrutura do Sistema Cognitivo

Juan Ignácio Pozo Grupo A PDF Criptografado

5

A Estrutura do Sistema Cognitivo

É preciso ter começado a perder a memória, mesmo que seja só aos pedaços, para se dar conta de que a memória é o que constitui toda nossa vida. Uma vida sem memória não seria vida, como uma inteligência sem possibilidade de se expressar não seria inteligência. Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento. Sem ela não somos nada... A memória, indispensável e portentosa, é também frágil e vulnerável. Não está ameaçada apenas pelo esquecimento, seu velho inimigo, mas também pelas falsas lembranças que a invadem dia após dia... A memória é invadida continuamente pela imaginação e o sonho e, já que existe a tentação de acreditar na realidade do imaginário, acabamos por fazer uma verdade de nossa mentira. O que, por outro lado, tem uma importância apenas relativa, já que uma é tão vital e pessoal quanto a outra.

LUIS BUÑUEL, Meu último suspiro

Locke, no século XVII, postulou (e reprovou) um idioma impossível em que cada coisa individual, cada pedra, cada pássaro e cada ramo tivesse um nome próprio;

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Medium 9788536321004

7. Análise comportamental do transtorno de ansiedade generalizada (TAG): implicações para avaliação e tratamento

Ana Karina C. R. De-Farias Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Análise Comportamental do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)

Implicações para Avaliação e Tratamento1

André Amaral Bravin2

Ana Karina Curado Rangel de-Farias

MEDO, ANSIEDADE FISIOLÓGICA

E TRANSTORNO DE ANSIEDADE

GENERALIZADA (TAG): UMA

QUESTÃO CONCEITUAL

A ansiedade tem sido descrita como estado interno desencadeado (eliciado e/ ou evocado) por situações ameaçadoras, em que o perigo é potencial, porém ainda não presente no ambiente; a esse caso, diz-se tratar-se de uma ansiedade natural, normal ou fisiológica. Esse estado interno

é composto por vários comportamentos3, dentre os quais, pensamentos e sensações

(como sensações e sentimentos difusos, desagradáveis e vagos de apreensão); comportamentos controlados pelo sistema neurovegetativo, o que envolve respostas como aumento na frequência respiratória e cardíaca; hipertensão arterial; diminuição no fluxo sanguíneo de vasos periféricos; midríase pupilar; exoftalmia;

1

O presente trabalho é parte da monografia de conclusão do curso de especialização em Análise Comportamental Clínica, no Instituto Brasiliense de Análise do Comportamento, defendida pelo primeiro autor, sob orientação da segunda autora.

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Medium 9788527726320

19 - Novos Caminhos no Tratamento da Síndrome de Fibromialgia e Método Rolfing®

Andréa G. Portnoi Grupo Gen PDF Criptografado

19

Novos Caminhos no Tratamento da Síndrome de Fibromialgia e Método Rolfing®

Paula Stall

A dor crônica generalizada, característica da síndrome de fibromialgia, relaciona-se com a história de vida de seus portadores. Há indícios de que os fibromiálgicos sejam mais sensíveis ao estresse psicológico e menos aptos a lidar com os conflitos do cotidiano. Apesar dos recentes avanços da medicina, o tratamento da dor crônica ainda não proporciona resultados totalmente satisfatórios, sobretudo quando sua natureza é neuropática ou musculoesquelética.

Saúde, dor e fibromialgia

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como “bem-estar físico, psíquico e social”, e o não reconhecimento do dualismo físico e emocional pode comprometer a eficácia do tratamento proposto. Atualmente, a dor é sintoma considerado como o

“quinto sinal vital”. O doente com dor deve ser ouvido e o componente afetivo expresso com a dor deve ser valorizado, uma vez que pode remeter a tempos precedentes às manifestações dolorosas e indicar sua origem.1

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Medium 9788582714911

Capítulo 2 - Tipos e Formas de Memória

Ivan Izquierdo Grupo A PDF Criptografado

2

TIPOS E FORMAS

DE MEMÓRIA

As memórias são classificadas:

(1) de acordo com sua função,

(2) de acordo com o tempo que duram e

(3) de acordo com seu conteúdo.

Tipos

de memória segundo sua função: memória de TrabalHo

Basicamente, há dois tipos de memória de acordo com sua função. Uma, muito breve e fugaz, serve para “gerenciar a realidade” e determinar o contexto em que os diversos fatos, acontecimentos ou outro tipo de informação ocorrem, se vale a pena ou não fazer uma nova memória disso ou se esse tipo de informação já consta dos arquivos. É a memória de trabalho, também chamada memória operacional. Basicamente, é uma memória “on-line”. Mantém, durante a aquisição e durante mais alguns segundos, no máximo poucos minutos, a informação que está sendo processada no momento. Ajuda a saber onde estamos ou o que estamos fazendo a cada momento, e o que fizemos ou onde estávamos no momento anterior. Dá continuidade, assim, a nossos atos.

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Medium 9788536305738

Parte VII - A PRÁTICA DA CLÍNICA PSICANALÍTICA

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

Parte VII

A PRÁTICA DA CLÍNICA PSICANALÍTICA

388.

Desde a criação da psicanálise até a atualidade, tem havido mudanças na prática da clínica psicanalítica?

Sem dúvida! Nestes cento e pouco anos que se passaram desde sua criação, acompanhando as modificações que se processaram em todas as áreas científicas e no pensamento humanístico em geral, também a psicanálise sofreu – e vem sofrendo – profundas transformações, a ponto de, na atualidade, se comparada com os tempos pioneiros de Freud, não ser exagero dizer que ela está quase irreconhecível. De uma forma altamente esquemática, a psicanálise pode ser dividida em três épocas: a ortodoxa, a clássica e a contemporânea. A psicanálise ortodoxa: caracteriza aquela praticada por Freud e algumas gerações de seguidores e, sobretudo, privilegiava a investigação dos processos psíquicos (por isso, os sonhos eram interpretados tão minuciosamente, ganharam tanta relevância e eram chamados de a “via régia do inconsciente”). O enfoque da análise era quase que exclusivamente centrado nos – proibidos – desejos edípicos reprimidos no inconsciente. O objetivo da prática da psicanálise de então era bastante rígido na aplicação das recomendações técnicas de Freud e visava, mais precipuamente,

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Medium 9788573074826

4 A Psicanálise Contemporânea

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

FUNDAMENTOS PSICANALÍTICOS

C A P Í T U L O

4

A Psicanálise

Contemporânea

A psicanálise comemorou recentemente um século de existência. Nestes 100 anos, acompanhando as modificações que se processaram em todas as áreas científicas e no pensamento humanístico em geral, também a psicanálise sofreu – e vem sofrendo – profundas transformações, a ponto de, na atualidade, se comparada com os tempos pioneiros de Freud, não exagerarmos ao dizer que ela está quase irreconhecível. Isso se deve não só ao crescimento do número de correntes psicanalíticas, cada uma delas com concepções contestadoras, inovadoras ou ampliadoras, mas também pelo fato de que cada uma delas também vem passando por sucessivas mudanças, desde as suas formulações originais.

Assim, talvez possa servir de exemplo, para ficar em um único, a forma como a escola kleiniana concebeu inicialmente o problema da “inveja” na teoria e técnica da psicanálise e como é hoje: para

M. Klein, mais precisamente a partir de 1957, a inveja primária é sinônimo de “pulsão de morte”, de sorte que ela é inata e, independentemente de alguma frustração externa, o bebê já nasce devotando um “ódio ao seio materno”, que ele vivencia como sendo “mau”. Essa postulação metapsicológica, seguindo o princípio de que toda mudança teórica é seguida de uma mudança técnica, e viceversa, acarretou para as gerações de analistas kleinianos uma forma de analisar que consistia primordialmente em encarar as manifestações transferenciais a partir desse vértice da inveja primária, ou seja, de ataques sádico-destrutivos contra as fontes geradoras de alimentos (mãe no passado, analista no presente), seguidos de culpas, medo de uma retaliação persecutória, necessidade de reparações, etc. Embora haja bastante respaldo nessa perspectiva, ela pecava pelo excesso e quase exclusivismo dessa abordagem na prática clínica,

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Medium 9788582715055

Capítulo 37. Sexualidade e psicopatologia

Paulo Dalgalarrondo Grupo A PDF Criptografado

37

Sexualidade e psicopatologia

O que será que me dá

Que me queima por dentro, será que me dá

Que me perturba o sono, será que me dá

Que todos os tremores me vem agitar

Que todos os ardores me vem atiçar

Que todos os suores me vem encharcar

Que todos os meus nervos estão a rogar

Que todos os meus órgãos estão a clamar

E uma aflição medonha me faz implorar

O que não tem vergonha, nem nunca terá

O que não tem governo, nem nunca terá

O que não tem juízo

Chico Buarque de Hollanda

A SEXUALIDADE HUMANA

A sexualidade, desejo fundamental do ser, ocupa um lugar central em nossa condição existencial. Ela compreende três dimensões básicas: biológicas, psicológicas e socioculturais (Basson, 2006).

As dimensões biológicas da sexualidade reúnem principalmente aspectos neuronais, hormonais e anatomofisiológicos genitais.

Os aspectos neuronais se revelam pela ativação de áreas e circuitos de estruturas subcorticais e do córtex cerebral relacionados com o desejo, a resposta e o comportamento sexuais. São ativados, na resposta sexual, por exemplo, circuitos relacionados à área septal, ao hipotálamo, ao hipocampo e à amígdala, assim como ao córtex do cíngulo (Federman, 2006; Yang; Shah, 2014).

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Medium 9788580554595

Capítulo 8 | Erikson: Teoria Pós-freudiana

Jess Feist, Gregory J. Feist, Tomi-Ann Roberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Erikson: Teoria Pós-freudiana

♦ Panorama da teoria pós-freudiana

♦ Biografia de Erik Erikson

♦ O ego na teoria pós-freudiana

Influência da sociedade

Princípio epigenético

♦ Estágios do desenvolvimento psicossocial

Lactância

Infância precoce

Idade do jogo

Erikson

Idade escolar

Adolescência

Início da idade adulta

Idade adulta

Velhice

Resumo do ciclo de vida

♦ Métodos de investigação de Erikson

Estudos antropológicos

♦ Pesquisa relacionada

A identidade precede a intimidade?

Generatividade versus estagnação

♦ Críticas a Erikson

♦ Conceito de humanidade

♦ Termos-chave e conceitos

Psico-história

Feist_08.indd 145

27/10/14 15:15

146

FEIST, FEIST & ROBERTS

Q

uando criança, Erik Salomonsen tinha muitas perguntas, mas poucas repostas, acerca de seu pai biológico. Ele sabia quem era sua mãe – uma bela dinamarquesa judia, cuja família se esforçava muito para parecer dinamarquesa, em vez de judia. Mas quem era o pai dele?

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Medium 9788582710555

Capítulo 16 - Neuropsicologia das psicoses

Daniel Fuentes, Leandro F. Malloy-Diniz, Candida Helena Pires de Camargo, Ramon M. Cosenza Grupo A PDF Criptografado

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Neuropsicologia das psicoses

LUIZ FERNANDO LONGUIM PEGORARO

ALEX DE TOLEDO CEARÁ

DANIEL FUENTES

BREVE HISTÓRICO

Hoje em dia, a esquizofrenia é o transtorno psicótico mais importante na psiquiatria, afetando aproximadamente 1% da população. O conceito de esquizofrenia, formulado há mais de 100 anos, passou por diversas reformulações. Ao longo da história, esse transtorno atraiu a atenção de inúmeros psiquiatras e neurologistas renomados por conta de sua complexidade.

Bénédict Morel (1809-1873), psiquiatra francês do século XIX, utilizou o termo démence précoce (demência precoce) para descrever pacientes que apresentavam um quadro de deterioração que havia se iniciado na adolescência.

Emil Kraepelin (1856-1926), importante psiquiatra alemão, considerado o pai da psiquiatria moderna, traduziu o termo de Morel como dementia precox para se referir a um processo degenerativo que afetaria a cognição (dementia) e que se iniciaria precocemente (precox).

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