3803 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788580556278

Capítulo 5. Edward Titchener e Hugo Münsterberg

David Hothersall Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Edward Titchener e

Hugo Münsterberg

E

dward Titchener e Hugo Münsterberg emigraram ambos para os Estados Unidos em 1892.

Cada um dirigiu um importante laboratório de psicologia: Titchener em Cornell e Münsterberg em Harvard. Eles viveram o resto de sua vidas nos Estados Unidos. Embora não tenham adquirido a cidadania norte-americana, ambos foram figuras influentes na psicologia norte-americana. Mas as semelhanças terminam aí.

As histórias da psicologia freqüentemente apresentam os sistemas psicológicos de Wundt e

Titchener como semelhantes, descrevendo o estruturalismo de Titchener como o legítimo representante norte-americano de Wundt. Mas, de fato, suas psicologias eram tão diferentes que um historiador descreveu a de Titchener como “o espelho equivocado” da de Wundt (Leahey, 1981).

A psicologia de Titchener tornou-se mais restrita e inflexível do que a de Wundt. Ele excluiu, do domínio da psicologia, tudo aquilo que não pudesse ser estudado por meio da introspecção rigidamente controlada. Conseqüentemente, dentro do sistema de Titchener, não havia espaço para a antropologia cultural de Wundt, a psicologia comparada ou a psicologia infantil. Titchener adotou apenas um aspecto da psicologia de Wundt – o estudo da sensação pela introspecção treinada –, refinou-o e transformou-o naquilo que denominou estruturalismo, o estudo da estrutura da mente consciente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715574

Capítulo 6. Avaliação psicológica e infecções virais emergentes e reemergentes

Claudio Simon Hutz; Denise Ruschel Bandeira; Clarissa Marceli Trentini;Eduardo Remor Grupo A PDF Criptografado

6

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA E

INFECÇÕES VIRAIS EMERGENTES

E REEMERGENTES

Larissa de Oliveira e Ferreira

Daniela S. Zanini

Karina Ferreira Leão Junqueira

Marília Dalva Turchi

O

processo de avaliação psicológica é complexo e exige dos psicólogos ha bilidades e conhecimentos para identificar o construto a ser avaliado, selecionar a melhor forma de medi-lo, escolher os instrumentos mais adequados ao contexto e­ specífico que pretendem avaliar, reunir as informações obtidas e integrá-las de forma a contribuir para a compreensão do funcionamento do ­indivíduo e sua relação com a sociedade. Dessa forma, a avaliação psicológica não é simplesmente uma

área técnica produtora de ferramentas profissionais, mas uma área da psicologia responsável pela operacionalização das teorias psicológicas em eventos observáveis (Primi & Nunes,

2010), com vistas a produzir hipóteses ou diagnósticos sobre uma pessoa ou um grupo (Hutz,

Bandeira, & Trentini, 2015). Na prática, agregar todas essas informações em uma análise que seja capaz de utilizá-las ainda é um desafio, sobretudo quando a avaliação psicológica ocorre em contextos que extrapolam o setting terapêutico estruturado da clínica ou quando envolve indivíduos em condições especiais. Um exemplo disso é a avaliação psicológica realizada em contextos de saúde e hospitalar. Além dos desafios típicos da avaliação psicológica, nesse contexto ainda existem os desafios das condições especiais em que se encontra o indivíduo,

Ver todos os capítulos
Medium 9788582715413

3 - Avaliação e formulação

Jesse H. Wright, Gregory K. Brown, Michael E. Thase, Monica Ramirez Basco Grupo A ePub Criptografado

O processo de avaliação dos pacientes para a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e de realização de conceitualizações de caso baseia-se em um modelo abrangente de tratamento. Embora os elementos cognitivos e comportamentais para a compreensão do transtorno do paciente recebam a maior ênfase, as influências biológicas e sociais também são consideradas características essenciais da avaliação e da formulação. Neste capítulo, discutiremos as indicações para a TCC, as características dos pacientes que são associadas a uma afinidade com essa abordagem e elementos principais que avaliam a adequação para a terapia. Também apresentaremos um método pragmático para organizar as conceitualizações de caso e desenvolver planos de tratamento.

A avaliação na TCC começa com os aspectos fundamentais utilizados em qualquer forma de psicoterapia: uma anamnese completa e um exame do estado mental. Deve-se estar atento aos sintomas atuais do paciente, às suas relações interpessoais, à sua base sociocultural e aos seus pontos fortes pessoais, além de levar em consideração o impacto da história de seu desenvolvimento, da genética, dos fatores biológicos e das doenças médicas. A avaliação detalhada das influências desses múltiplos domínios permitirá produzir uma formulação de caso multidimensional, como detalhado no próximo tópico, “Conceitualização de caso na terapia cognitivo-comportamental”.[NT]

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714874

Capítulo 17. Outras técnicas

Claudio Simon Hutz, Denise Ruschel Bandeira, Clarissa Marceli Trentini Grupo A ePub Criptografado

Em civilizações antigas, os contos eram formas de narrativas imaginárias, nas quais se destacavam costumes e valores da época, auxiliando na explicação da história de muitos países. Nesse período, grande parte da população não tinha acesso ao conhecimento científico como ferramenta de compreensão dos fenômenos da vida natural ou humana, sendo predominante o pensamento mágico em vez de lógico (Oliveira, 2005). Esses contos tiveram sua origem em povos da Ásia, retratando acontecimentos do cotidiano e não eram exclusivamente destinados ao público infantil. Assim, inicialmente eram histórias contadas para adultos no intuito de entretenimento, sendo o contador alguém que conseguia envolver emocionalmente sua plateia, acabando por abranger pessoas de todas as idades (Corso & Corso, 2006).

Os contos deixam claro, tanto para adultos quanto para crianças, que existem duas forças opostas no ser humano, o bem e o mal. Nos contos, é clara a escolha do bem mesmo que, ao longo da sua narrativa, os personagens vivenciem uma série de infortúnios. Assim, ao final o bem sempre acaba por vencer o mal. No que diz respeito especificamente às crianças, os contos de fadas passaram a ser destinados a elas a partir do século XIX, quando incluíram a fantasia, demarcando expressiva riqueza simbólica. Nessa perspectiva, os contos são importantes para o crescimento emocional das crianças, oferecendo um sentido às situações que elas tiveram ou têm ocasião de vivenciar, contendo assim um caráter terapêutico. Por muito tempo, tanto educadores quanto os pais das crianças tinham uma percepção de que os contos de fadas eram histórias irreais, porém para as crianças sempre significaram o que há de mais real, isto é, o real interno delas, e não o mundo externo visto pelo adulto. Não se trata do aqui nem do agora da realidade adulta, mas de um território fora do tempo e do espaço, retratando o mundo simbólico da criança (Bettelheim, 1980). Freud (1900/1987), ao abordar a análise dos sonhos, deixa clara a importância do simbolismo para o psiquismo, salientando a existência de uma realidade psíquica distinta da realidade material.

Ver todos os capítulos
Medium 9788565848633

Capítulo 1 - Introdução

Maria Cecília Calani Baranauskas; Maria Cecília Martins; José Armando Valente Grupo A PDF Criptografado

1

INTRODUÇÃO

Maria Cecília Calani Baranauskas

Maria Cecília Martins

José Armando Valente

A

temática das redes sociais está cada vez mais presente em diversos domínios do conhecimento, para além de seu uso como redes de relacionamento; os sistemas que viabilizam tais redes em geral são construídos de forma isolada de contextos de uso ou de seus potenciais membros. A proposta desta obra é mostrar o desenvolvimento de sistemas que suportem a constituição de redes sociais a partir da presença e participação do usuário em todo o processo de design do sistema. Este livro reflete a natureza do projeto e-Cidadania (Baranauskas, 2007), suas bases epistemológicas e as lições aprendidas ao longo da construção de sistemas computacionais, bem como os métodos que podem promover uma cultura de acesso ao conhecimento via essa tecnologia. Os diferenciais/as virtudes estão no tratamento da questão social em relação ao design e desenvolvimento de software, tema do quarto desafio da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) (Baranauskas e Souza, 2006;

Ver todos os capítulos
Medium 9788536325736

Capítulo 10 - Avaliação e conceitualização na infância

Bernard Rangé; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

10

Avaliação e conceitualização na infância

Marina Gusmão Caminha

Tárcio Soares

Renato M. Caminha

Introdução

4. a baixa capacidade de comunicação ver-

Estudos epidemiológicos indicam que cerca de uma em cada cinco crianças apresenta algum transtorno psiquiátrico ao longo da infância. Também existem evidências de que acometimentos psiquiátricos na infância têm altos níveis de continuidade (Costello,

Mustillo, Erkanli, Keeler e Angold, 2003) e estão relacionados a prejuízos importantes na vida futura dos indivíduos (Rohde et al.,

2000). Hoje, não há dúvidas de que a fase inicial da vida tem papel central na constituição física, cognitiva e emocional dos sujeitos (Piccoloto e Wainer, 2007).

Apesar disso, a área da saúde mental na infância ainda recebe pouca atenção de pesquisadores e clínicos (Rohde, Eizirik,

Ketzer e Michalowksi 1999; Rohde et al.,

2000; Caminha e Caminha, 2007). A situação é especialmente crítica na primeira e na segunda infâncias (do nascimento aos 3 anos e dos 3 aos 6 anos, respectivamente)

Ver todos os capítulos
Medium 9788536327549

2. Modelos de comunicação e comunicação em saúde

De Marco, Mario Alfredo Grupo A PDF Criptografado

2

Modelos de comunicação e comunicação em saúde

MARIO ALFREDO DE MARCO

A palavra comunicar vem do latim communicare, cujo significado se bifurca entre o ato de tornar comum ou repartir, e reunir ou associar. A raiz principal é mun, relacionada com palavras como comunidade (em inglês, com meaning; em alemão, gemeinschaft). Em latim, munus está relacionado a presentes, deveres ou jogos oferecidos publicamente pelos descendentes – inclusive exibições de gladiadores, tributos e ritos – em honra aos mortos. Há, assim, na etimologia da palavra comunicação, um sincretismo fundamental entre um sentido prospectivo de partilha de informação e um sentido retrospectivo e memorial de comunhão (Nöth, 2011).

A Enciclopédia Britânica (1987) define comunicação em dois planos distintos: o do intercâmbio de significados entre indivíduos, por meio de um sistema comum de símbolos, correspondendo aos sistemas socialmente construídos, e o plano do comportamento animal, englobando vários sinais. Assinala, também, que teorias e definições explícitas sobre o campo não foram formuladas até o século XX, quando os avanços na ciência e na tecnologia produziram o surgimento dos meios de comunicação em massa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582712757

Capítulo 72. Heitor, a criança sábia

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

72

HEITOR, A CRIANÇA SÁBIA

Ele tem seis anos e se chama Heitor. Estuda na escola Theodoro Bogen, de Canoas. Fui lá contar histórias. Esperava-me na porta e foi logo me passando o número do seu telefone com o endereço. Esqueceu-se do nome da rua, mas disse que não tinha problema, era só eu ligar antes de vir que ele descia para abrir a porta. Queria que eu fosse à sua casa para continuar contando histórias, pois seus pais eram muito ocupados.

Na hora da palestra, sentou-se na primeira fila. Desfiei, então, um de meus truques: dizer que tenho vergonha; em geral, faz as crianças ajudarem, ou seja, prestarem atenção. Dificilmente um adulto tem bala na agulha para entreter uma criança por muito tempo. Basta elas olharem para dentro que verão algo mais fascinante, mas o Heitor olhava para fora e foi logo dizendo que eu não precisava ter vergonha, tomasse uma água que passava. Tomei, e me passou que eu ainda precisava de alguns truques diante dos mais sábios. Na hora das perguntas, ele já tinha a primeira:

Ver todos os capítulos
Medium 9788521611875

5 - Interlúdio Filosófico

MARCUSE, Herbert Grupo Gen PDF Criptografado

5

Interlúdio Filosófico

A

teoria de civilização de Freud deriva da sua teoria psicológica; a sua visão do processo histórico promana da análise dos mecanismos mentais dos indivíduos, que são a substância viva da história. Essa concepção penetra a ideologia protetora, na medida em que encara as instituições culturais em termos do que elas fizeram dos indivíduos através dos quais funcionam. Mas a concepção psicológica parece fracassar num ponto decisivo; a história progrediu “sem o conhecimento” e

à margem dos indivíduos, e as leis do processo histórico têm sido aquelas que governam mais as instituições coisificadas do que os indivíduos.1 Contra essa crítica, argumentamos que a Psicologia de

Freud atinge uma dimensão do aparelho mental em que o indivíduo ainda é o gênero, o presente ainda passado. A teoria de Freud revela

à desindividualização biológica sob a sociológica – procedendo-se a primeira de acordo com os princípios de prazer e do Nirvana, a segunda sob o princípio de realidade. Em virtude dessa concepção genérica, a Psicologia freudiana do indivíduo é, per se, a Psicologia do gênero. E sua Psicologia genérica revela-nos as vicissitudes dos

Ver todos os capítulos
Medium 9788580553383

Capítulo 15 - Psicologia Social no Tribunal

David G. Myers Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U LO

Psicologia Social no Tribunal

15

“Um tribunal é um campo de batalha onde advogados competem pelas mentes dos jurados.”

—James Randi, 1999

F

oi o caso criminal com maior divulgação na história da humanidade: o herói do futebol, ator e comentarista O. J. Simpson fora acusado de assassinar brutalmente sua ex-mulher e seu compa-

nheiro. As evidências eram convincentes, argumentou a acusação. O comportamento de Simpson se ajustava a um antigo padrão de abuso da esposa e ameaças de violência. Os testes sanguíneos confirmaram que seu sangue estava na cena do crime e o sangue de sua vítima estava em sua luva, em seu carro e mesmo em uma meia encontrada em seu quarto. Sua viagem na noite do crime e a forma como ele fugiu quando a prisão era iminente constituiam, segundo os promotores, indicadores adicionais de sua culpa.

Quão confiável é o testemunho ocular?

Quais outros fatores influenciam a decisão dos jurados?

O que influencia o jurado individualmente?

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731232

7 - Sexualidade na Vida Adulta

DIEHL, Alessandra; VIEIRA, Denise Leite Grupo Gen PDF Criptografado

7

Sexualidade na

Vida Adulta

Cintia Pereira

Pontos-chave:

• O comportamento sexual na fase adulta manifesta-se como resultado de in­fluên­ cias vividas desde a concepção, vida intrauterina, infância e adolescência

• O momento sociocultural em que o in­di­ví­duo está inserido pressupõe comportamentos específicos, que variam com o tempo e os modelos sociais

• O comportamento sexual norteia códigos sociais e morais que passam por esferas políticas, religiosas, artísticas e tantas mais.

O que é ser adulto

É importante a compreensão do que significa “ser adulto” para que o comportamento sexual nessa fase possa ser analisado. Considerar a vida adulta uma categoria social é entender que esta implica problemas e características próprias.

O conceito tradicional de adulto-padrão assenta-se na ideia de que se possam alcançar maturidade e rea­li­zações definitivas. Nesse modelo, “ser adulto” está diretamente vinculado ao in­ di­ ví­ duo que constitui família própria, o que significa dizer que se casa, tem filhos e tem uma atividade profissional definida, com independência financeira e residencial.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731232

16 - Disfunções Sexuais Femininas

DIEHL, Alessandra; VIEIRA, Denise Leite Grupo Gen PDF Criptografado

16

Disfunções Sexuais

Femininas

Carolina Ambrogini, Maria Claudia de Oliveira Lordello e

Marina Milograna Zaneti

Pontos-chave:

• A disfunção sexual feminina é definida como uma persistente ou recorrente alteração no ciclo de resposta sexual, o que causa desconforto ou insatisfação durante o intercurso

• É multifatorial e influenciada por fatores físicos, psicológicos, emocionais e sociais

• Classifica-se em três grupos: transtorno do interesse/excitação sexual feminino; transtorno do orgasmo feminino; e transtorno da dor gênito-pélvica/penetração

• O tratamento deve ser realizado por equipe multidisciplinar, avaliando-se cada condição/transtorno, mas em geral inclui planejamento terapêutico, técnicas de terapia sexual e uso de medicamentos.

Introdução

A sexualidade é fator indissociável da estrutura mental do sujeito, se faz presente desde a vida intrauterina e durante todo o desenvolvimento humano, sendo modelada, a cada nova etapa vital, por elementos extrínsecos e intrínsecos ao indivíduo.1

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714164

Capítulo 18. Orientação de pais em grupos

Carmem Beatriz Neufeld, Bernard P. Rangé Artmed PDF Criptografado

18

ORIENTAÇÃO

DE PAIS

EM GRUPOS

Carmem Beatriz Neufeld

Thaís Barbosa Benedetti

Marina Gusmão Caminha

A escassez de estudos brasileiros sobre orientação de pais em grupos em uma perspectiva cognitivo-comportamental tem-se mostrado uma importante lacuna na literatura (Neufeld & Godoi, 2014). Além disso, não costuma haver homogeneidade sobre esse tema, visto que a literatura apresenta várias especificidades a respeito da orientação de pais (OP). Os estudos são, geralmente, focados em OP para manejo de transtornos e contextos específicos

(Neufeld & Maehara, 2011). Mesmo que escassos, os estudos brasileiros apresentam uma tendência semelhante aos internacionais e ressaltam a importância da qualidade do relacionamento entre pais e filhos no desenvolvimento das crianças e adolescentes (Carvalho & Gomide, 2005).

A literatura evidencia a relação entre os estilos parentais e a gênese posterior de problemas comportamentais infantis. Em função disso, diferentes intervenções com pais têm sido desenvolvidas para auxiliá-

Ver todos os capítulos
Medium 9788536307442

Capítulo 7 - Bases conceituais em treinamento, desenvolvimento e educação – TD&E

Jairo E. Borges-Andrade, Gardênia da Silva Abbad, Luciana Mourão Grupo A PDF Criptografado

TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

7

137

Bases conceituais em treinamento, desenvolvimento e educação – TD&E

Miramar Ramos Maia Vargas e Gardênia da Silva Abbad

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Descrever a origem da expressão treinamento e desenvolvimento (T&D).

• Diferenciar o uso da expressão treinamento e desenvolvimento (T&D) com relação à expressão treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E).

• Diferenciar ações de indução de aprendizagem: informação, instrução, treinamento, desenvolvimento e educação.

• Analisar o uso dos conceitos e princípios de educação aberta, educação continuada ou educação ao longo da vida, educação a distância e educação corporativa.

• Analisar o conceito e principais características das universidades corporativas.

• Analisar o conceito e principais características do e-learning.

• Explicar o uso da expressão treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E) em substituição a treinamento e desenvolvimento (T&D), analisando suas diferenças.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536327549

19. O adoecer como processo

De Marco, Mario Alfredo Grupo A PDF Criptografado

19

O adoecer como processo

MARIO ALFREDO DE MARCO

MARIELLA VARGAS DEGIOVANI

Conforme já pontuamos, a perspectiva a partir da qual estruturamos nossas intervenções pode fazer uma enorme diferença na condução das situações. Uma perspectiva corrente, ancorada, basicamente, no modelo biomédico, trabalha a partir de uma abordagem centrada na doença. Nessa perspectiva, o adoecer é um evento que acomete o organismo, e a finalidade é tratar ou prevenir essas doenças.

Para tanto, o aprendizado fundamental é o conhecimento dos mecanismos biológicos envolvidos na instalação das doenças.

Uma perspectiva alternativa visualiza o adoecer como um processo (perspectiva processual do adoecer), em que a doença é uma ocorrência que se instala a partir da confluência de uma série de fatores, em um horizonte de eventos, envolvendo as dimensões biológica, psicológica e social em interação dinâmica. Por seu turno, a doença, uma vez instalada, repercute na pessoa e em seu entorno, produzindo dinâmicas que podem acarretar danos e mais doenças. Nessa perspectiva, além do conhecimento e do manejo dos mecanismos biológicos, são necessários um conhecimento e um manejo das dinâmicas psicológicas e sociais.

Ver todos os capítulos

Carregar mais