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Medium 9788536325613

10. A violência como instrumento educativo: uma história sem fim?

Adriana Wagner Grupo A PDF Criptografado

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A violência como instrumento educativo

Uma história sem fim?

Denise Falcke

Larissa Wolff da Rosa

A agressão física, até pouco tempo atrás, era uma das formas mais utilizadas pelos pais para disciplinar seus filhos. Na fala dos pais, era comum ouvirmos dizer que era uma maneira de demonstrar sua autoridade perante os filhos. Será que o uso da força física demonstra autoridade? Ou se pode pensar em autoritarismo?

A autoridade refere­‑se a um lugar de destaque ocupado por alguém que detém experiência ou conhecimento e que assume as responsabilidades advindas do papel que desempenha. Na família, os pais são investidos de autoridade para que possam colocar limites nos filhos, levando­‑os a discriminar e reconhecer as normas sociais. O autoritarismo, diferentemente da autoridade, é um sistema que tem caráter de dominação, de imposição. Na educação infantil, quando prepondera um estilo educativo autoritário, a força física funciona como um instrumento de disciplina e afirmação do poder; ou seja, quem tem mais força, é quem manda.

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Medium 9788536325736

Capítulo 28 - Tricotilomania

Bernard Rangé; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

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Tricotilomania

Suely Sales Guimarães

Introdução

A tricotilomania (TTM) é um transtorno crônico caracterizado pela resposta recorrente de puxar e arrancar os cabelos, podendo ocasionar alopecia parcial ou total e importantes lesões na área afetada. As consequências da resposta podem incluir, além da perda do cabelo, lesão folicular, mudança estrutural nos cabelos que crescem após remoção, irritação e inflamação da área afetada. Consequências psicoemocionais incluem baixa autoestima, irritabilidade, depressão e isolamento social. Temendo a exposição, pacientes usam penteados extravagantes para esconder as falhas, evitam o convívio social e relações profissionais, íntimas ou afetivas, práticas de esportes, cabeleireiros e situações em que haja vento. A consequência imediata é a perda na qualidade de vida

(Odlaug, Won Kim e Grant, 2010; Twohig e

Woods, 2004).

Muitos pacientes não sabem que sua condição decorre de um transtorno que pode ser tratado. Embora os estudiosos da área também tenham ainda muitas questões a responder sobre a TTM, técnicas apropriadas para diagnóstico e tratamento desse transtorno já estão disponíveis. Intervenções psicológicas e médicas oferecem melhoras significativas na autoestima e na autoconfiança de pacientes responsivos, na medida em que se obtém redução nas taxas de arranque e o consequente aumento na qualidade de vida.

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Medium 9788565852708

Capítulo 13 - Recrutamento e Seleção de Pessoas

Livia de Oliveira Borges, Luciana Mourão Grupo A PDF Criptografado

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RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAS

Sonia Maria Guedes Gondim

Fabiana Queiroga

Introdução ....................................................................................................................................376

A história e os processos seletivos: justiça ou condição social? ...............................................377

Recrutamento e seleção: o descompasso entre a prática e a pesquisa....................................381

Em busca de uma metodologia de trabalho em recrutamento e seleção ..................................384

Considerações finais ....................................................................................................................399

Questões para discussão .............................................................................................................402

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem como principal objetivo discorrer sobre uma das práticas mais populares entre psicólogos que se dedicam a organizações, mas ainda muito pouco estudada pelos pesquisadores brasileiros. Reconhecemos que há muita literatura informativa disponível que orienta os procedimentos técnicos de recrutamento e seleção, mas há escassez de textos que promovam reflexões teóricas críticas sobre o assunto. Essa escassez também prejudica a capacidade de o profissional produzir conhecimento que o auxilie a tornar suas práticas mais efetivas e promotoras de bem-estar para o trabalhador e a organização.

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Medium 9788536307558

4. Aprendizagem pelas conseqüências: o controle aversivo

Márcio Borges Moreira, Carlos Augusto De Medeiros Grupo A PDF Criptografado

Moreira & Medeiros

CAPÍTULO

4

Aprendizagem pelas conseqüências: o controle aversivo

Como já sabemos, o comportamento operante é aquele que produz modificações no ambiente e que é afetado por elas.

Chamamos tais modificações no ambiente de conseqüências do comportamento. Já se conhece também um tipo dessas conseqüências: o reforço. Mais especificamente, foi abordado o reforço positivo (reforço porque aumenta a probabilidade do comportamento reforçado voltar a ocorrer; positivo porque a modificação produzida no ambiente era sempre a adição de um estímulo). Por exemplo, quando o rato pressiona a barra, aparece uma gota de água em seu ambiente; quando a criança pede um doce, ela recebe um doce (ela não tinha o doce, agora tem). Nos exemplos de reforço positivo vistos no Capítulo 3, o organismo comportava-se para que algo acontecesse, para que um estímulo fosse produzido.

Nesse capítulo, veremos que existem outros tipos de conseqüências do comportamento que também aumentam sua freqüência (reforço negativo), e outras que diminuem sua freqüência (punição positiva e punição negativa). A esses tipos de conseqüências damos o nome de controle aversivo do comportamento.

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Medium 9788582710081

Capítulo 15 - Outras Técnicas Cognitivas e Comportamentais

Judith S. Beck Grupo A PDF Criptografado

Ca p í tu lo 1 5

OUTRAS TÉCNICAS COGNITIVAS

E COMPORTAMENTAIS

V

árias técnicas cognitivas e comportamentais já foram apresentadas anteriormente, entre elas o questionamento socrático, experimentos comportamentais, role-plays intelectual-emocional, Planilha das Crenças Nucleares, imaginário e lista de vantagens e desvantagens das crenças. Este capítulo descreve outras técnicas importantes, muitas das quais são cognitivas e comportamentais por natureza. Conforme é descrito mais detalhadamente no Capítulo 19, você vai escolher as técnicas de acordo com a sua conceituação global e os objetivos para uma sessão em particular. Você também vai criar suas próprias técnicas à medida que tiver mais experiência como terapeuta cognitivo-comportamental.

As técnicas descritas neste capítulo, como é o caso de todas as técnicas de terapia cognitivo-comportamental, têm por objetivo influenciar o pensamento, o comportamento, o humor e a estimulação fisiológica do paciente. Elas incluem solução de problemas, tomada de decisões, refocalização, relaxamento e mindfulness, cartões de enfrentamento, prescrição gradual de tarefas, exposição, dramatização, a técnica da

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Medium 9788521629450

Glossário

Aronson, Wilson, Akert Grupo Gen PDF Criptografado

Glossário

Aceitação Privada  Conformar-se ao comportamento de outras pessoas devido a uma crença genuína de que o que fazem ou dizem é correto

Atitudes Explícitas  Atitudes que conscientemente endossamos e que podemos facilmente descrever

Acessibilidade  Medida de quanto os esquemas e os conceitos estão no primeiro plano da mente e, portanto, são mais suscetíveis de serem utilizados para fazer julgamentos sobre o mundo social

Atitudes Implícitas  Atitudes que são involuntárias, incontroláveis e, algumas vezes, inconscientes

Acessibilidade de Atitude  A força da associação entre um objeto de atitude e a avaliação da pessoa sobre esse objeto, medida pela velocidade com que a pessoa pode relatar como se sente sobre o objeto

Administração da Impressão  A tentativa de fazer com que os outros nos vejam como queremos ser vistos

Afinação Social  Processo por meio do qual as pessoas adotam as atitudes de outra pessoa

Agressão  Comportamento intencional com o objetivo de causar dor física ou psicológica em outra pessoa

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Medium 9788580554595

Capítulo 17 | Bandura: Teoria Social Cognitiva

Jess Feist; Gregory J. Feist; Tomi-Ann Roberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 17

Bandura: Teoria Social

Cognitiva

♦ Panorama da teoria social cognitiva

♦ Biografia de Albert Bandura

♦ Aprendizagem

Aprendizagem por observação

Aprendizagem enativa

♦ Causação recíproca triádica

Um exemplo de causação reciproca triádica

Encontros casuais e eventos fortuitos

♦ Agência humana

Características fundamentais da agência humana

Autoeficácia

Agência por procuração

Eficácia coletiva

♦ Autorregulação

Fatores externos na autorregulação

Fatores internos na autorregulação

Autorregulação por meio da agência moral

♦ Comportamento desadaptado

Depressão

Bandura

♦ Terapia

♦ Pesquisa relacionada

Autoeficácia e terrorismo

Autoeficácia e diabetes

A teoria social cognitiva “se torna global”

♦ Críticas a Bandura

♦ Conceito de humanidade

♦ Termos-chave e conceitos

Fobias

Agressividade

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Medium 9788536325736

Capítulo 13 - Técnicas cognitivas e comportamentais

Bernard Rangé; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

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Técnicas cognitivas e comportamentais

Suely Sales Guimarães

A prática da terapia clínica comportamental evoluiu por três importantes movimentos, reconhecidos como três gerações. Esses movimentos aconteceram em resposta aos resultados obtidos em estudos empíricos controlados na prática clínica. As três gerações de psicoterapia comportamental focaram, cada uma a seu tempo, o comportamento, a cognição, a emoção e a conscientização como eixos em torno dos quais os procedimentos interventivos foram desenvolvidos.

A primeira geração evoluiu na década de 1960, quando predominavam as terapias baseadas na teoria da aprendizagem e nas contingências de reforço. A segunda geração evoluiu na década de 1970, com o crescimento da psicoterapia cognitiva e a integração das suas práticas com as da terapia comportamental. Na década de 1980, o foco recaiu sobre o processo emocional presente na aprendizagem e na adaptação, culminando com a consolidação do modelo cognitivo­‑comportamental já no final do século. Esse modelo integrou as técnicas comportamentais e cognitivas, apontando a relevância e a interdependência de comportamentos, cognições e emoções no processo terapêutico (Arndorfer, Allen e Aljazireh,

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Medium 9788582711040

Capítulo 17 - Uso de drogas na escola

Gustavo M. Estanislau; Rodrigo Affonseca Bressan Grupo A PDF Criptografado

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Uso de drogas na escola

Carolina Meneses Gaya

Gustavo M. Estanislau

Patricia Manzolli

Clarice Sandi Madruga

O uso de substâncias psicotrópicas é um dos problemas de saúde pública mais importantes do Brasil. Nosso país tem maiores índices de consumo de drogas comparado a outros países em desenvolvimento, e esse consumo tende a aumentar conforme o crescimento econômico. Entre os jovens, a fiscalização das leis que proíbem a venda de cigarros e bebidas alcoólicas para menores de idade é quase inexistente, enquanto medicamentos e drogas inalantes podem ser comprados sem dificuldade. O fácil acesso, combinado a diversos fatores de risco pessoais e ambientais, estabelece os adolescentes como o grupo mais vulnerável ao uso nocivo dessas substâncias na população.

Nesse contexto, o objetivo deste capítulo é abordar a questão das drogas no ambiente escolar, dando maior ênfase ao álcool, ao tabaco e à maconha, devido a sua utilização mais prevalente, e apresentar alguns princípios da prática preventiva em escolas.

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Medium 9788580554595

Capítulo 15 | Buss: Teoria Evolucionista da Personalidade

Jess Feist; Gregory J. Feist; Tomi-Ann Roberts Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Buss: Teoria Evolucionista da

Personalidade

Panorama da teoria evolucionista

Biografia de David Buss

Princípios da psicologia evolucionista

Teoria evolucionista da personalidade

Natureza e criação da personalidade

Problemas adaptativos e suas soluções (mecanismos)

Mecanismos evoluídos

Origens das diferenças individuais

Buss

Teorias evolucionistas da personalidade neobussianas

♦ Mal-entendidos comuns na teoria evolucionista

Evolução implica determinismo genético (comportamento imutável e livre da influência do ambiente)

A execução de adaptações requer mecanismos conscientes

Os mecanismos visam a um ideal

♦ Pesquisa relacionada

Temperamento e ambiente pré e pós-natal

Genética e personalidade

Personalidade animal

♦ Críticas à teoria evolucionista da personalidade

♦ Conceito de humanidade

♦ Termos-chave e conceitos

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Medium 9788565852951

Capítulo 19 - Tecnoestresse e o cérebro em desenvolvimento

Cristiano Nabuco de Abreu; Evelyn Eisenstein; Susana Graciela Bruno Estefenon Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O 1 9

TECNOESTRESSE E O CÉREBRO

EM DESENVOLVIMENTO

EDUARDO JORGE CUSTODIO DA SILVA

EMMALIE TING

TECNOESTRESSE

Imagine-se nas seguintes situações:

� No dia mais quente do ano, o ar-condicionado ou ventilador param de funcionar.

� Você acabou de comprar um CD novo, mas o aparelho de som não o reconhece.

� A máquina de lavar roupas parou de funcionar.

� É o capítulo final de seu programa favorito, que não será reprisado, e a imagem da televisão insiste em falhar.

� A bateria do celular está prestes a acabar, não haverá como recarregá234

-la em breve e o dia está apenas começando. Ou pior, o celular foi esquecido em casa, e você só percebeu quando já era tarde demais para voltar e buscá-lo.

Você precisa enviar um documento com urgência máxima, mas o e-mail de seu computador nem abre, pois a internet está extremamente lenta.

Retornando de férias do lugar mais interessante que já visitou, você descobre que, acidentalmente, deletou todas as fotos recém-tiradas.

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Medium 9788582714874

Capítulo 16. Técnicas projetivas e expressivas para avaliação da personalidade

Claudio Simon Hutz, Denise Ruschel Bandeira, Clarissa Marceli Trentini Grupo A ePub Criptografado

As manchas de tinta elaboradas por Hermann Rorschach há quase um século têm grande credibilidade nos meios acadêmicos e profissionais, tendo passado por atualizações sistemáticas e constantes por meio de pesquisas realizadas em diversos países. A aplicação de um Rorschach, independentemente do sistema seguido, é de extrema riqueza para o conhecimento de uma pessoa. Com esse método de avaliação da personalidade, a partir das respostas dadas, podemos reconhecer inúmeras características de uma pessoa, o que, segundo Hertz e Rubenstein (1939, April), equivaleria à realização de “14 entrevistas” (p. 295). Desde seu surgimento, esse instrumento vem evoluindo, e sua validade e fidedignidade foram ampliadas com novos conhecimentos, propiciando um grande desenvolvimento de trabalhos que o aplicaram. John Exner (1969) impulsionou muito os estudos para garantir maior precisão nos resultados desse instrumento, conferindo ao método elevado status científico.

Diversos sistemas foram construídos e elaborados após a morte prematura de Hermann Rorschach, em 1922 – menos de um ano após a publicação de seu método de avaliação –, que deixou à comunidade científica um legado que merecia continuidade. Isso rapidamente ocorreu. No início, timidamente, na Suíça, seu país de origem, e, mais tarde, difundindo-se pelo con­tinente europeu – sendo que a França teve grande destaque no desenvolvimento ­científico do método de Rorschach –, e logo também chegou à América do Norte. Emil Oberholzer, psicanalista suíço, foi o grande responsável por es­sa missão e pela expansão do método, ainda na década de 1920. Também contribuíram Walter Morghentaler, psiquiatra e ­psicoterapeuta suíço, e Hans Binder, psiquiatra suíço. Este foi o primeiro a criar modificações no método de Rorschach, em 1932, introduzindo um importante estudo sobre as respostas de claro-escuro, ampliando a concepção original de Hermann Rorschach, que não teve tempo suficiente de desenvolver estudos sobre essa modalidade de respostas, embora tenha constatado sua importância.

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Medium 9788582710142

Capítulo 23 Envelhecimento saudável – aspectos nutricionais

Leandro F. Malloy-Diniz; Daniel Fuentes; Ramon M. Cosenza Grupo A PDF Criptografado

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Envelhecimento saudável – aspectos nutricionais

ENIO CARDILLO VIEIRA

Nutrição é uma ciência, baseada na química, que trata de processos químicos e fisiológicos relacionados com a transformação de nutrimentos em constituintes do organismo. A nutrição é um fator ambiental de grande influência sobre a habilidade de os seres vivos atingirem seu potencial genético pleno para crescimento, reprodução, saúde, longevidade e respostas a estímulos. Por essa razão, está associada com diversos estados patológicos.

A nutrição cumpre duas finalidades principais: fornecimento de energia e suprimento de substâncias essenciais ao organismo. Acrescente-se o prazer, função importante do alimento. A nutrição do idoso não difere substancialmente da nutrição de um adulto. Há alguns aspectos específicos, mencionados mais adiante, que merecem atenção e cuidado.

PROGRAMAÇÃO

No momento da concepção, o indivíduo adquire uma carga genética que determinará diversas características suas, tais como cor dos olhos, estatura máxima, compleição física, predisposição a doenças, etc.

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Medium 9788582714775

Capítulo 34. Escala Wechsler de Inteligência para Crianças (WISC-IV)

Malloy-Diniz, Leandro F.; Leandro F.; Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

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Escala Wechsler de Inteligência para

Crianças (WISC-IV)

GISELE ALVES

REGINA LUÍSA DE FREITAS MARINO

A Escala Wechsler de Inteligência para

Crianças (WISC-IV) (Wechsler, 2013) é um instrumento clínico de aplicação individual, composto por 15 subtestes, sendo 10 principais e 5 suplementares, que tem por objetivo avaliar a capacidade intelectual e o processo de resolução de problemas de crianças entre 6 anos e 0 meses a 16 anos e 11 meses. Entre os contextos de utilização, estão a estimativa cognitiva na avaliação (neuro) psicológica e psicoeducacional, o diagnóstico diferencial de condições neurológicas e psiquiátricas, bem como o planejamento de programas de reabilitação cognitiva. Entre os principais avanços dessa última versão, estão a atualização da base teórica, o reforço da utilidade clínica e o aperfeiçoamento das propriedades psicométricas. De modo mais detalhado, foram diminuídos os efeitos chão e teto da WISC-IV, que agora conta com a possibilidade de avaliação das pontuações de processos relativas a alguns subtestes.

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Medium 9788536309101

Capítulo 12. Terapia focada na solução

Michael P. Nichols, Richard C. Schwartz Grupo A PDF Criptografado

TERAPIA FAMILIAR

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Terapia focada na solução

Construindo sobre sucessos passados

A julgar por sua popularidade, a terapia focada na solução talvez seja o tratamento para a nossa época. Seu minimalismo pragmático, sua ênfase cognitiva e suas técnicas fáceis de ensinar se combinam para torná-la o que há de mais sensacional no circuito das oficinas – e sua promessa de soluções rápidas a tornam atraente para a indústria do gerenciamento de saúde. Na verdade, quando solicitados a indicar sua orientação terapêutica, muitos candidatos a provedores de atendimento pelo sistema de saúde denominam-se “focados na solução”, independentemente de sua formação profissional. A enxurrada de livros sobre o modelo

é outra evidência de sua popularidade (de

Shazer, 1988, 1991b, 1994; O’Hanlon e WeinerDavis, 1989; Walter e Peller, 1992; Furman e

Ahola, 1992; Cade e O’Hanlon, 1993; O’Hanlon e Martin, 1992; Miller, Hubble e Duncan, 1996;

Berg e Dolan, 2001; Lipchik, 2002), assim como da aplicação do modelo a casais (Weiner-Davis,

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