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13. O Efeito da Acumulação sobre os Operários. O ExércitoIndustrial de Reserva. Teoria do Crescimento do Pauperismo

Marx, Karl Grupo Almedina PDF Criptografado

13. O EFEITO DA ACUMULAÇÃO SOBREOS OPERÁRIOS(1)O EXÉRCITO INDUSTRIAL DE RESERVATEORIA DO CRESCIMENTO DO PAUPERISMOSe uma parte da mais-valia se vai juntar ao capital e, por consequência, é empregue como capital adicional, é evidente que este capital adicional tem, por sua vez, necessidade de operários. Mesmo que todas as outras circunstâncias continuem a ser as mesmas, que em particular a mesma quantidade de meios de produção (capital constante) exija sempre a mesma quantidade de força de trabalho (capital variável) para ser valorizada, a procura de trabalho aumentará necessariamente, e isso tanto mais depressa quanto mais rápido for o aumento do capital. Ora, o capital produz todos os anos uma mais-valia, da qual uma fração se vai anualmente juntando ao capital primitivo; essa mais-valia aumenta todos os anos, uma vez que — em consequência da acumulação — o capital se tornou maior; finalmente, sob o aguilhão do instinto de enriquecimento, pela abertura, por exemplo, de novos mercados, o nascimento de novas indústrias, consequência de novas necessidades sociais, etc., basta ao capitalista reduzir o consumo de pessoal para estar em condições de acumular uma quantidade muito maior de mais-valia. Por todas estas razões, pode acontecer que as necessidades de acumulação do capital sejam superiores ao aumento do número dos operários e que, por

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2. Estética da filosofia em Deleuze - notas adornianas sobre a teoria deleuziana da criação do conceito filosófico

MODERNO, João Ricardo Grupo Gen PDF Criptografado

ESTÉTICA DA FILOSOFIA EM DELEUZE

NOTAS ADORNIANAS SOBRE A TEORIA

DELEUZIANA DA CRIAÇÃO DO CONCEITO

FILOSÓFICO

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Gilles Deleuze e Félix Guatarri suscitaram um debate internacional a partir de 1991 com a publicação de Qu’est-ce que la philosophie, que até hoje o meio filosófico internacional se faz sensível e reverbera produtivamente, ainda que nem sempre criticamente. No

Brasil, o pensamento deleuziano tem trânsito livre em todas as áreas de letras e ciências humanas das universidades, e as faculdades de filosofia em especial o transformaram num credo acrítico ingênuo e reificado que termina por impor um silêncio sobre as consequências filosóficas desde as mais penetrantes até as mais superficiais. Veremos mais adiante que essa tendência acrítica é aquela apontada por Theodor W. Adorno como o mal-entendido da filosofia como concepção do mundo.

Tendência internacional de tomar filósofos como ídolos da indústria cultural ou de time de futebol e a filosofia como hobby, diletantismo ou um profissionalismo inconsequente, pois na verdade segue o ídolo mas não é capaz de criar conceitos, nem mesmo aqueles da filosofia como concepção do mundo, somente repetindo-os

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