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Terceiro livro - Primeiro capítulo: Como Nietzsche compreende seu pensamento e como ele compreende a si mesmo

JASPERS, Karl Grupo Gen PDF Criptografado

Primeiro capítulo: Como Nietzsche compreende seu pensamento e como ele compreende a si mesmo

Vida e conhecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Unidade e divisão entre vida e conhecimento. – Pensar a partir de uma dialética real.

Consciência da forma lógica de pensamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Oposição e contradição. – O todo. – O sistema.

A possibilidade da comunicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Necessidade da comunicação. – O fundamento da imediatidade. – A comunicação indireta. – A necessidade e a verdade das máscaras. – Alegoria e canto. – Polêmica.

O que Nietzsche é para si . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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e o conhecer abandona o solo que ele possui em um objeto determinado, a fim de se voltar para o ser mesmo, então origem, realização e comunicação do pensar tanto quanto a autoconsciência deste pensar precisam ser diversos do que na lida cotidiana e na lida científica com tais coisas, que parecem estar presentes em palavras e conceitos de maneira inquestionada.

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Medium 9788536325187

Pluralismo de valores

Iain Mackenzie Grupo A PDF Criptografado

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Iain Mackenzie

cada parte – do indivíduo ou da cidade – cumprir seu papel em estabelecer a vida boa para o todo: a pessoa ou a polis.

Qual é a relação entre a forma da cadeira e a forma da justiça? Para

Platão, assim como os indivíduos e as cidades estão organizadas hierarquicamente, assim também, as formas: afinal, não faria sentido argumentar que a ideia de uma cadeira é igual à ideia da justiça. Assim sendo, não nos surpreende verificar que há uma forma no topo da hierarquia. Todas as formas, desde as de objetos até as de ideias como a da justiça, são essencialmente expressões da forma suprema “do Bem”: “contemplar o

Bem” é a missão suprema do filósofo em sua escalada à boca da caverna.

Isso é o que chamaremos agora a versão paradigmática do monismo do valor: a afirmação de que todos os valores se encaixam harmoniosamente e não conflitam um com o outro. Nesse caso, porque todos encontram seu lugar no âmbito de um ideal abrangente da vida boa. Uma sociedade verdadeiramente justa, portanto, é aquela em que todo mundo consegue realizar seu potencial e desenvolver seus talentos – como artesão, soldado ou governante, dependendo dos talentos de cada um – porque fazer assim vai vincular o indivíduo e a polis como uma única expressão harmoniosa da “vida boa.”

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Medium 9788530966058

CAPÍTULO IV: Saber (savoir = ça-voir/isto ver)

MAFFESOLI, Michel Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

SABER (SAVOIR =

ÇA-VOIR/ISTO VER)

O COMO: É ASSIM

Os deuses permanecem mudos!

Tu, fiques no entretanto e não perguntes por quê.

Goethe

Quão judiciosa é essa observação que se encontra, de uma maneira recorrente, na obra de Georg Simmel: é preciso saber identificar qual é o “rei secreto” do espírito para uma época.1 Ele está aí, e, no entanto, não o vemos.

Obnubilado que se é pelos valores instituídos; ao mesmo tempo, bem estabelecidos, e, contudo, tão frágeis que um acontecimento de pouca importância pode fazê-los desmoronar em um nada de tempo. É preciso, com efeito, “isto” ver [ça-voir = savoir/saber] o que está aí, mas que não se sabe, que não se quer, ver. É isso, que, com a ajuda do pensamento tradicional convém “inventar”.

1

G. Simmel, Philosophie de la modernité. Payot, 1990. p. 234.

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A ORDEM DAS COISAS

MICHEL MAFFESOLI

Para isso, há métodos experimentados, ainda que um pouco anômicos, para o saber estabelecido: a atitude compreensiva ou fenomenológica, a consideração a sério do imaginário social, ou ainda, ainda que o termo seja algo complicado, o que eu chamei o “formismo” sociológico.2 Ou seja, não procurar um por quê ilusório, uma causa explicativa, mas ater-se ao como das coisas.

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Medium 9788536309118

Capítulo 6 - Qualidades do caráter moral

Dwight Furrow Grupo A PDF Criptografado

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Ética

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Qualidades do caráter moral

Os capítulos precedentes deixam algumas questões fundamentais sem resposta. Quais processos cognitivos e emocionais usamos para fazer julgamentos morais confiáveis? O que quer dizer ser guiado por aquilo com que você se importa? Como devemos resolver conflitos entre obrigações, e entre obrigações e outras preocupações morais? Quais são as atividades decorrentes do cuidado? Uma vez que a obrigação constitui somente uma parte da moralidade, quais são as outras considerações específicas que desempenham um papel na reflexão moral?

Respostas a essas questões requererão a apresentação de uma abordagem do que significa ser uma boa pessoa. Essa questão nunca esteve longe de nossa discussão. Mas nós a temos discutido indiretamente, em parte devido ao fato de que grande parte da teoria moral tradicional a trata como uma questão secundária. O utilitarismo e a deontologia focalizam quais ações são certas e quais erradas. Eles definem uma boa pessoa como aquela que realiza ações corretas e evita as erradas, mas dirigem a sua atenção à definição do que seja uma ação correta. No entanto, a ética do cuidado começou a mudar esta discussão, porque ações corretas são definidas como ações que surgem de certos motivos, particularmente daqueles que demonstram cuidado. Assim, na ética do cuidado, a ideia de cuidar de uma pessoa é primordial e da qual se derivam as concepções de ações corretas ou erradas.

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Medium 9788530961930

Terceiro livro - Segundo capítulo: Como Nietzsche é compreendido por nós

JASPERS, Karl Grupo Gen PDF Criptografado

Segundo capítulo: Como Nietzsche

é compreendido por nós

Caminhos da crítica a Nietzsche . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Crítica lógica. – Crítica de conteúdo. – Crítica existencial.

A vontade do puro aquém. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

A posição da ausência de Deus – A substituição da transcendência e seu fracasso. – O transcender de Nietzsche – O filosofar em face da falta de Deus.

O novo filosofar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

A negatividade absoluta. – Tentativas. – Nietzsche como vítima. – O que

Nietzsche é e fez permanece em aberto.

A apropriação de Nietzsche . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ilusão por meio de Nietzsche. – O educador filosófico. – O comportamento em relação à exceção.

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