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UMA INVESTIGAÇÃO FILOSÓFICA ACERCA DA ORIGEM DAS NOSSAS IDEIAS DO SUBLIME E DO BELO

Edmund Burke Grupo Almedina PDF Criptografado

UMA INVESTIGAÇÃO FILOSÓFICAACERCA DA ORIGEM DAS NOSSASIDEIAS DO SUBLIME E DO BELO edmund burke

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PARTE UM - 5 - SCHOPENHAUER

Julian Young Grupo Gen PDF Criptografado

SCHOPENHAUER

5

Certo dia, em meados de novembro de 1865, logo após chegar a Leipzig, Nietzsche sentiu, apesar de seus parcos recursos financeiros, um impulso repentino:

Eu encontrei este livro na loja de livros usados do velho Rohn, peguei-o com cuidado e folheei as páginas. Não sei que demônio sussurrou-me: “Leve este livro para a casa.” Ao contrário do hábito de não me apressar na compra de livros, levei-o para casa. Em meu quarto joguei-me em um canto do sofá com o livro e deixei esse gênio enérgico e sombrio impregnar minha mente. Neste livro, no qual em cada uma de suas linhas havia sentimentos de renúncia, negação e resignação, eu vi um espelho em que eu descobri o mundo, a vida e minha mente refletidos com uma grandiosidade assustadora.1

Esse “gênio sombrio” era Schopenhauer e o livro O Mundo como Vontade e

Representação. (Ele fora publicado em Leipzig, mas as vendas foram péssimas e, portanto, muitos exemplares ainda eram encontrados nas lojas de livros usados.)

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Medium 9789724420943

13. O Efeito da Acumulação sobre os Operários. O ExércitoIndustrial de Reserva. Teoria do Crescimento do Pauperismo

Marx, Karl Grupo Almedina PDF Criptografado

13. O EFEITO DA ACUMULAÇÃO SOBREOS OPERÁRIOS(1)O EXÉRCITO INDUSTRIAL DE RESERVATEORIA DO CRESCIMENTO DO PAUPERISMOSe uma parte da mais-valia se vai juntar ao capital e, por consequência, é empregue como capital adicional, é evidente que este capital adicional tem, por sua vez, necessidade de operários. Mesmo que todas as outras circunstâncias continuem a ser as mesmas, que em particular a mesma quantidade de meios de produção (capital constante) exija sempre a mesma quantidade de força de trabalho (capital variável) para ser valorizada, a procura de trabalho aumentará necessariamente, e isso tanto mais depressa quanto mais rápido for o aumento do capital. Ora, o capital produz todos os anos uma mais-valia, da qual uma fração se vai anualmente juntando ao capital primitivo; essa mais-valia aumenta todos os anos, uma vez que — em consequência da acumulação — o capital se tornou maior; finalmente, sob o aguilhão do instinto de enriquecimento, pela abertura, por exemplo, de novos mercados, o nascimento de novas indústrias, consequência de novas necessidades sociais, etc., basta ao capitalista reduzir o consumo de pessoal para estar em condições de acumular uma quantidade muito maior de mais-valia. Por todas estas razões, pode acontecer que as necessidades de acumulação do capital sejam superiores ao aumento do número dos operários e que, por

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Medium 9789724415154

6. A paz perpétua

Immanuel Kant Grupo Almedina PDF Criptografado

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6.

/ A paz perpétua

Um projecto filosófico

(1795/96)

Pode deixar-se de lado a questão de se esta inscrição satírica na tabuleta de uma pousada holandesa, em que estava pintado um cemitério, interessa aos homens em geral, ou aos chefes de Estado em particular que nunca chegam a saciar-se da guerra, ou exclusivamente aos filósofos que se entregam a esse doce sonho. Mas o autor do presente ensaio põe como condição o seguinte: em virtude de o político prático estar em bons termos com o teórico e com grande autocomplacência o desdenhar como a um sábio académico que, com as suas ideias ocas, nenhum perigo traz ao Estado (este deve antes basear-se em princípios empíricos) e a quem se pode permitir arremessar de uma só vez os onze paulitos sem que o estadista, / conhecedor do mundo, com isso se preocupe, no caso de um conflito com o teórico, ele deve proceder de um modo consequente e não farejar perigo algum para o

Estado por detrás das suas opiniões, aventuradas ao acaso

/ B 3, 4

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Medium 9788520431528

IV – Ética, Moral e Metaética

Ghiraldelli Jr., Paulo Manole PDF Criptografado

IV

Ética, Moral e Metaética

De volta às escolas de filosofia moral

Ética e moral

Ética e moral não são a mesma coisa. Ética diz respeito a costumes, hábitos e valores relativamente coletivos, assumidos por indivíduos de um grupo social, uma sociedade ou uma nação. Moral diz respeito a hábitos, costumes e valores assumidos por indivíduos de um grupo social, uma sociedade ou uma nação; todavia, o comportamento desenvolvido por tal assunção está diretamente relacionado à psique de cada um, à personalidade e também ao que chamaríamos de suas idiossincrasias.

As origens etimológicas de ética e moral são diferentes. Enquanto ética vem do grego ethos, moral origina-se do latim mores. Delimitam, respectivamente, comportamentos sociais universais e comportamentos sociais particulares. Em sociedades ocidentais modernas e liberais, nas quais há um recorte claro e razoavelmente bem definido das esferas pública e particular, a ética cai no primeiro campo e a moral, no segundo. Não se quer dizer, com isso, que, em uma sociedade moderna, ocidental e liberal, que faz recortes razoavelmente delimitados entre o que é a esfera pública e o que é a esfera privada, o que é do âmbito moral não possa vir a público, ou seja, não possa ser exposto a um público. Em várias situações notáveis,

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