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Medium 9789724420196

PORQUÊ A GUERRA? Reflexões a dois sobre o destino do mundo (1932)

Sigmund Freud, Albert Einstein Grupo Almedina PDF Criptografado

PORQUÊ A GUERRA?Reflexões a dois sobre o destino do mundo(1932)Carta de Einstein a FreudCaputh (Potsdam), 30 de julho de 1932Caro Senhor FreudA proposta que me foi feita pela Sociedade das Nações e pelo seuInstituto Internacional de Cooperação Intelectual de Paris, de convidar uma pessoa de minha escolha para uma troca franca de opiniões sobre um problema qualquer também escolhido por mim, ­oferece-me a feliz oportunidade de dialogar consigo em torno de uma pergunta que parece, na presente condição do mundo, ser a mais urgente entre todas aquelas que se põem à civilização. A  pergunta é: existe uma maneira de libertar os homens da fatalidade da guerra? É sabido que, com o progredir da ciência moderna, responder a esta pergunta tornou-se uma questão de vida ou de morte para a civilização por nós conhecida; e no entanto, apesar de toda a boa vontade, nenhuma tentativa de solução deu qualquer resultado v­ isível.Penso também que aqueles a quem compete encarar o problema profissional e praticamente, tornam-se dia a dia mais conscientes da sua impotência, e têm hoje um vivo desejo de conhecer as opiniões de pessoas absorvidas pela pesquisa científica, as quais por isso mesmo estão em condições de observar os problemas do mundo

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Medium 9788565848763

Capítulo 2 - Alfabetização e seus dilemas

Claudio de Moura Castro Grupo A PDF Criptografado

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Alfabetização e seus dilemas

Embora aparente uma relativa simplicidade, os assuntos de alfabetização geram batalhas ferozes por conta de divergências teóricas, doutrinárias e ideológicas. No lado da alfabetização de crianças, há divergências ásperas e defesas apaixonadas de diferentes métodos de alfabetização. Para os adultos analfabetos, além das mesmas colisões, não há acordo sobre a prioridade ou os resultados de tentar alfabetizar adultos bem mais velhos.

O “Novo Mobral” e os adultos analfabetos

É preciso insistir; a prioridade nacional deveria ser melhorar a escola básica. Há forte controvérsia acerca da prioridade a ser dada a programas para alfabetizar adultos, sobretudo, os bem mais velhos. Há sérias dúvidas a respeito da eficácia de programas curtos. Seja como for, o que importa é evitar os erros do passado. Deus nos livre dos “programas de emergência”. Tudo o que não focalizar a máquina em seu cotidiano passará longe do problema. O ensaio termina com uma surpresa!

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Medium 9789724420530

Privilégio do Rei

Nicolas Malebranche Grupo Almedina PDF Criptografado

Privilégio do Rei

Luís, pela graça de Deus, Rei de França e de

Navarra: Aos nossos amados e leais Conselheiros, encarregados das nossas Cortes do Parlamento,

Referendários gerais do Palácio, grande Preboste de Paris, Magistrados, Senescais, seus Adjuntos civis e outros nossos oficiais de Justiça, salve!

Michel David, livreiro em Paris, tendo-nos novamente pedido que desejaria mandar imprimir  um livro intitulado: Diálogo de um Filósofo Cristão e de um  Filósofo Chinês, solicitou-nos se era do nosso agrado só conceder-lhe a Carta de Privilégio para a Cidade de Paris. Permitimos e permitiremos com a P

­ resente ao dito David que mande imprimir o referido livro com a forma, margem, letra, e quantas vezes lhe parecer, vendê-lo e mandar vendê-lo por todo o nosso Reino por três anos consecutivos a contar da data da Presente. Proibimos a todas as pessoas de qualquer categoria e condição imprimir qualquer outra edição alheia a esta em qualquer lugar em que se nos deve obediência; a todos os

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Medium 9789724421810

Prefácio

Immanuel Kant Grupo Almedina PDF Criptografado

/ Prefácio

Quando a palavra natureza se toma simplesmente no sentido formal, se bem que ela signifique o primeiro princípio interno de tudo o que é inerente à existência de uma coisa(*), pode haver tantas ciências da natureza quantas as coisas especificamente diversas que existem, cada uma das quais deve conter o seu peculiar princípio interno das determinações próprias do seu ser. Toma-se, porém, a natureza também em sentido material, não como uma maneira de ser, mas como o complexo de todas as coisas enquanto podem ser objetos dos nossos sentidos e, por conseguinte, também objetos da experiência; entende-se, pois, por essa palavra a totalidade de todos os fenómenos, ou seja, o mundo dos sentidos, com exclusão de todos os objetos não sensíveis.

(*)  A essência é o primeiro princípio interno de tudo o que pertence

à possibilidade de uma coisa. Pelo que às figuras geométricas (porque no seu conceito nada se pensa que exprima um ser) se pode atribuir apenas uma essência, mas não uma natureza.

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Medium 9789724420158

A Quarta Petição

Martinho Lutero Grupo Almedina PDF Criptografado

a quarta petiçãoO pão nosso de cada dia nos dai hojeAté aqui empregámos as palavrinhas: vosso, vossa. Daqui em diante diremos: nosso, nós, nos, etc. Veremos que há uma razão para isto.Quando, nas três primeiras petições, Deus nos atende e em nós santifica o seu nome, introduz-nos no seu Reino, difundindo em nós a sua graça, que começa a justificar-nos. Logo que esta graça começa a fazer a vontade de Deus, descobre umAdão recalcitrante. Por isso, S. Paulo, lamentando-se, afirma que não faz o bem que quereria (1). De facto, o querer próprio, inato depois de Adão, resiste em todos os nossos membros contra as boas inclinações. Por isso, do fundo do coração, a graça faz subir até Deus o seu grito contra este mesmo Adão, e declara: «Seja feita a vossa vontade.» É que o homem se encontra rudemente oprimido por si mesmo. Portanto, quandoDeus ouve este grito, quer ir socorrer a sua graça muito amada e aumentar o seu Reino já começado; intervém com severidade e com força contra o cabecilha principal, o velho Adão, inflige-lhe todas as desgraças, aniquila tudo o que empreende, cega-o e ultraja-o de todos os lados. É o que acontece quando nos envia sofrimentos e adversidades de todo o género, e a tal se prestam necessariamente as más-línguas, as pessoas maldosas e pérfidas; e quando os homens não são suficientes, os demónios também contribuem a fim de que o nosso querer seja decapitado, com todas as suas más inclinações, para que

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Medium 9788530958978

[33 = Z II 10. Inverno de 1884-1885]

Friedrich Nietzsche Grupo Gen PDF Criptografado

[33 = Z II 10. Inverno de 1884-1885]

33 (1)

A boa ceia

Estávamos na metade desta longa ceia que já tinha começado

à tarde. Neste momento, alguém disse: “Ouvi como o vento lá fora zune e apita! Quem é que gostaria de estar agora lá fora no mundo!

É bom que nós estejamos sentados na caverna de Zaratustra.

Pois, por mais que ela seja uma caverna, para navios como nós somos, ela é de qualquer modo um bom porto. Que bom que nós estejamos aqui – no porto!”

Quando essas palavras foram ditas, ninguém respondeu, todos, porém, se entreolharam. O próprio Zaratustra, contudo, levantou-se de seu assento, colocou seus hóspedes à prova um depois do outro com uma curiosidade afável e falou finalmente:

“Eu me espanto convosco, meus novos amigos. Vós não tendes a aparência de homens desesperados. Quem poderia acreditar que vós estivestes há tão pouco tempo nessa caverna gritando com desespero!

Parece-me que vós não prestais para a sociedade, vós estragais o humor uns dos outros, quando vós vos sentais juntos? É preciso que haja alguém entre vós que vos faça rir –

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Medium 9788536325187

Cuidado e justiça

Iain Mackenzie Grupo A PDF Criptografado

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Iain Mackenzie

damente que contratos legais e transações do mercado livre. Talvez tenhamos que tornar a inclinar a balança da justiça para o lado da igualdade.

Mas o que é isso exigiria se pensarmos em justiça para as mulheres?

Cuidado e justiça

As diferenças entre homens e mulheres que descrevo convergem para uma tendência das mulheres e dos homens a cometer diversos erros relacionais – os homens, de pensar que, se conhecem a si mesmos, segundo o dito de

Sócrates, também conhecerão as mulheres, e as mulheres, de pensar que, se conhecerem outros, chegarão a conhecer­‑se a si próprias. Dessa forma, homens e mulheres entram tacitamente em conluio para não expressar as experiências das mulheres e estabelecer relacionamentos em torno de um silêncio que é mantido pelos homens por não conhecerem sua desconexão das mulheres e pelas mulheres, por não conhecerem a dissociação de si próprias. Muita conversa sobre relacionamentos e sobre o amor oculta cuidadosamente essas verdades. (Gilligan, 1993: xx)

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Medium 9788530939205

Parte I. Capítulo 4. Complementos

Leonidas Hegenberg Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

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Complementos

Sumário

Este capítulo contém algumas informações complementares que podem ser desprezadas pelo principiante. Talvez fosse oportuno apenas tomar conhecimento do fato de que o número de conectivos pode ser reduzido: em vez dos cinco utilizados, é possível empregar dois

(ou mesmo um, convenientemente definido). As demais questões tratadas (o problema de Post, da determinação de uma fórmula, dada a tabela de valores, e o da forma “normal”) não são de interesse geral, destinando-se mais especificamente aos que terão de usar a lógica sentencial em certas áreas restritas.

4.1. O problema de Post

Considere-se o seguinte problema. Imagine-se dado um quadro de valores com as colunas constituídas pelos átomos e todas as atribuições de valores possíveis, e uma coluna com valores arbitrariamente colocados (correspondentes a cada uma das atribuições). Pergunta-se se será possível obter um composto (com os átomos dados) cujos valores sejam exatamente os propostos.

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Medium 9788530935399

(16 = WII 7a Início do ano – Verão de 1888)

Nietzsche Grupo Gen PDF Criptografado

(16 = WII 7a Início do ano – Verão de 1888)

Turim, 21 de abril, a caminho.

16 (1)

“Meus irmãos” – disse o anão mais velho – “nós nos encontramos em perigo. Compreendo a atitude deste gigante. Ele está a ponto de nos irrigar. Quando um gigante irriga, há uma inundação.

Nós estamos perdidos, se ele se propuser a nos irrigar. E não estou falando sobre em que elemento terrível nós iremos nos afogar”.

“Problema” – disse o segundo anão – “como é que impedimos um gigante de realizar uma irrigação?”

“Problema” – disse o terceiro anão – “como é que impedimos alguém grande de fazer grandiosamente algo grande?”

“Agradeço” – respondeu o anão mais velho, honrosamente. “Com isso, o problema foi considerado de maneira mais filosófica, seu interesse foi duplicado; sua solução, preparada.”

“Precisamos assustá-lo” – disse o quarto anão.

“Precisamos fazer cócegas nele” – disse o quinto anão.

“Precisamos morder os 10 dedos de seus pés” – disse o sexto anão.

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Medium 9789724413846

CAPÍTULO I

Santo Agostinho Grupo Almedina PDF Criptografado

DIÁLOGO SOBRE A FELICIDADE19CAPÍTULO I1. Se o método racional e a própria vontade nos conduzisse ao porto da filosofia, a partir do qual já nos encaminhamos para a região sólida da felicidade(1), não sei se eu não diria, temerariamente, ó meu mui ilustre e grande Teodoro(2), que muito menos homens lá chegariam, ainda que, já agora, conforme se vê, são muito raros e poucos os que lá chegam.De facto, porque fomos lançados para este mundo, como que ao acaso e sem orientação, ou por Deus, ou pela natureza, ou pela necessidade ou a nossa vontade, ou pela confluência de algumas ou de todas estas causas(3) – assunto este, decerto, muito obscuro cujo esclarecimento, no entanto, tomaste a teu cargo –, quantos saberiam para que local se dirigir ou por onde regressar, a não ser que, um dia, alguma tempestade, considerada pelos ignorantes como algo de adverso, contra a nossa vontade e resistência, nos impelisse violentamente, viajantes ignorantes e errantes, para a mais desejada terra.

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Medium 9788536317175

6. Experimento

Steven French Grupo A PDF Criptografado

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Ciência

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Experimento

INTRODUÇÃO

Lembremo-nos do que vimos no último capítulo. Em primeiro lugar, o que você “vê” (isto é, as experiências perceptivas que você tem) não é determinado só pela imagem na retina; isso também depende da sua experiência, do seu conhecimento, das suas expectativas, das suas crenças, das suas pressuposições teóricas, etc., que o ajudam a selecionar o que é relevante, o que é real, o que é um artefato, e assim por diante. Em segundo lugar, o papel dos instrumentos na observação é crucial. Esse talvez seja um ponto óbvio, mas muitas vezes é negligenciado em certas discussões filosóficas. E, por fim, as observações são frequentemente guiadas pela teoria (lembre-se do exemplo de Hertz e de sua busca frustrada pelas ondas de rádio). Já podemos começar a ver que a observação na ciência – e, portanto, o processo pelo qual as teorias são justificadas – é um pouco mais complexo do que pensávamos inicialmente.

Em particular, o que esses pontos mostram é que as observações e os resultados experimentais em geral são revisáveis (lembre-se das estacas de Popper!). Porém, se isso é o caso, o que dizer sobre a base observacional segura da ciência?

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Medium 9789724420127

Apêndice – Questões histórico-bíblicas sobre o uso prático e o tempopresumível da duração deste livro sagrado

Immanuel Kant Grupo Almedina PDF Criptografado

APÊNDICEQUESTÕES HISTÓRICO-BÍBLICAS SOBREO USO PRÁTICO E O TEMPO PRESUMÍVELDA DURAÇÃO DESTE LIVRO SAGRADOQue, em toda a mudança das opiniões, ele ainda continuará a ser por muito tempo objeto de apreço é o que garante a sabedoria do governo, cujo interesse, quanto à concórdia e à tranquilidade do povo num Estado, se encontra aqui em estreita conexão. Mas propiciar-lhe a eternidade ou fazê-lo passar também, quiliasticamente, para um novo reino de Deus na Terra, eis o que ultrapassa todo o nosso poder de predição. – Que aconteceria, pois, se a fé eclesial houvesse um dia de ficar sem este grande meio de orientação do povo?Quem é o redator dos livros bíblicos (do Antigo e do NovoTestamento); em que época foi constituído o cânon?Serão sempre necessários conhecimentos de filologia antiga para a conservação da norma de fé uma vez aceite, ou será a razão, um dia, capaz de regular o uso desta para a religião, por si mesma e com universal concordância?

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Medium 9788530939205

Parte II. Capítulo 5. Principais Teoremas

Leonidas Hegenberg Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 5

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Principais Teoremas

Sumário

Conhecidos os axiomas e as regras de inferência do cálculo de predicados, podem ser apresentados numerosos teoremas desse cálculo. Seria exagero organizar lista que contivesse todos os resultados que

(por algum motivo) poderiam ser de interesse. Sem embargo, é viável reunir cerca de 30 resultados considerados fundamentais. Os teoremas serão inicialmente apresentados em sua “forma simples”, com apenas um quantificador, empregando-se, para isso, a versão (Seção 4.3, capítulo anterior) usual do cálculo de predicados, isto é, a Versão 4. Em seguida, são apresentados teoremas com dois quantificadores, ainda segundo esta Versão 4. Resultados gerais são apresentados, enfim, mas já adotando a Versão 2, para variar um pouco a abordagem.

5.1. Observações gerais

No cálculo sentencial (como se recordará1), a “dedução natural” foi apresentada depois de falar da dedução “estrita”. Ao lado dos axiomas e da regra modus ponens foram, a seguir, introduzidos o teorema da dedução, a técnica de demonstração por absurdo e, enfim, todas as regras “derivadas”, como a do silogismo disjuntivo, do dilema construtivo, da simplificação, e assim por diante.

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Medium 9789724420158

A Segunda Petição

Martinho Lutero Grupo Almedina PDF Criptografado

a segunda petiçãoVenha a nós o Vosso ReinoEsta segunda oração, como as outras, age duplamente: humilha-nos e exalta-nos. Humilha-nos, forçando-nos a confessar, com a nossa própria boca, a nossa miséria, que é grande e digna de lástima. Mas também nos exalta, mostrando-nos como nos devemos comportar nesta humilhação. Assim, toda a palavra de Deus tem a particularidade de incutir temor e reconfortar, ferir e curar, destruir e edificar, arrancar e replantar, humilhar e exaltar.Em primeiro lugar, humilha-nos, levando-nos a confessar publicamente que oReino de Deus ainda não se encontra no meio de nós. Ora isto, se for objeto de uma reflexão séria e de uma oração vinda do fundo de nós mesmos, é aterrador e, naturalmente, terá de causar aflição em todos os corações piedosos, despertando neles graves preocupações. A consequência é estarmos ainda reprovados, na miséria (1), entre cruéis inimigos e privados da mais querida das pátrias.De facto, estes são dois males execráveis e lamentáveis.

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Medium 9789724419268

CAPÍTULO VI. 1830–1840Começo da mais preciosa amizade da minha vida.Morte do meu pai. Escritos e actividade até 1840

John Stuart Mill Grupo Almedina PDF Criptografado

CAPÍTULO VI

1830–1840

Começo da mais preciosa amizade da minha vida. Morte do meu pai.

Escritos e actividade até 1840

Neste momento do meu desenvolvimento espiritual, iniciei a amizade que constitui a maior honra e a maior felicidade da minha vida, a que devo quase tudo o que fiz até aqui, e o que espero fazer ainda para melhorar as condições de vida da humanidade. Em 1830, fui apresentado à mulher que, depois de uma amizade de 20 anos, consentiu em tornar-se minha esposa.

Eu tinha então 25 anos e ela 23. Esta apresentação reatava entre mim e a família do seu marido velhas relações. Seu avô vivia em

Newington Green, numa casa vizinha da do meu pai; durante a minha infância, o velho gentleman convidava-me algumas vezes a brincar no seu jardim. Era um belo tipo de velho puritano escocês, grave, severo, forte, mas bondoso para as crianças, às quais os homens deste género fazem sempre grande impressão.

Decorreram vários anos entre o momento da apresentação a

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