40 capítulos
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3. Costelas e respiração

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COSTELAS E

RESPIRAÇÃO

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mbora a respiração seja o processo natural de conduzir oxigênio aos pulmões, a maioria dos dançarinos tem dúvidas sobre como exatamente se deve respirar!

Tudo bem, você sabe como respirar, mas sabe usar sua respiração de modo eficiente para reduzir a tensão e melhorar a força do core? Quantas vezes você ouve instruções para “encolher a barriga”? Em geral, você puxa o abdome para dentro e levanta as costelas, o tórax e os ombros, aumentando, assim, a tensão na parte superior do corpo e, na verdade, tornando mais difícil a respiração. Desse modo, como é possível movimentar-se com naturalidade e beleza? A respiração é parte da dança e do movimento. Ao ministrar uma aula, você pode querer incluir exercícios de respiração nas combinações de dança. Você pode coreografar a respiração em exercícios com música, de modo que os dançarinos se tornem mais conscientes de seus padrões de respiração. Essa respiração rítmica e ordenada pode ser um grande instrumento para estabelecer gradualmente melhores hábitos de respiração.

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2. Coluna vertebral

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COLUNA VERTEBRAL

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ua coluna vertebral é capaz de gerar movimentos multidirecionais que o tornam capaz de executar vários estilos de dança com fluidez e suavidade. Sua coluna pode caracterizar-se pela flexibilidade, necessária para várias combinações contemporâneas, ou pode ter um aspecto mais rígido e estável, porém elegante, para execuções com parceiro. A postura de balé pode exigir que sua coluna seja forte, mas tenha um aspecto elegante e elevado. Tudo isso depende da posição, do equilíbrio e da organização das contrações musculares. Para melhorar a posição do corpo, você precisa de bom equilíbrio das ações musculares para manter o alinhamento adequado de sua coluna.

Este capítulo apresenta os músculos associados à posição ideal da coluna vertebral.

A dança pode sobrecarregar bastante seu dorso, especialmente os segmentos que possuem mais mobilidade. Aprender a utilizar toda a coluna e equilibrar a estabilidade e a flexibilidade pode melhorar suas habilidades e reduzir o risco de lesão.

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1. O dançarino em movimento

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O DANÇARINO EM

MOVIMENTO

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ovimento é qualquer ação física ou mudança de posição. Porém, quando se observa um dançarino em movimento, isso é muito mais que uma mudança física de posição. É uma arte visual vibrante de imagens rápidas criadas por força, equilíbrio e graça. A estética dessa forma de arte não pode ser sacrificada pela análise científica. Contudo, aprender princípios básicos de movimento permitirá que seu corpo se movimente de modo mais eficaz e seguro. Utilizaremos ilustrações de três posições de dança – jazz layout, attitude derrière e salto espacate (Figs. 1.1, 1.2 e 1.3) – para demonstrar os princípios do movimento neste capítulo.

Figura 1.1

Posição jazz layout.

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Figura 1.2 Posição attitude derrière.

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Anatomia da dança

Figura 1.3  Posição salto espacate.

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8. Tornozelos e pés

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TORNOZELOS E PÉS

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és fortes e equilibrados servem como base para todo o corpo. O aprendizado sobre o alinhamento da perna associado à força do core e da pelve proporcionará a seus pés a potência de que você precisa para ser rápido e audaz. Como dançarino, é necessário que você tenha um conhecimento básico sobre o alinhamento preciso e a ação muscular para melhorar sua técnica. Existem 26 ossos e 34 articulações em seu pé, criando, portanto, muitas possibilidades de movimento. Ao suportar peso, qualquer movimento articular tem relação direta com outras articulações do pé. Você deve ser capaz de dançar como uma unidade, em que todas as articulações trabalham em harmonia.

O jazz, as danças moderna e de salão e a maior parte das danças folclóricas requerem movimentos similares de pés e tornozelos. Você deve ser capaz de se deslocar rapidamente com os pés e elevar-se sobre a cabeça dos metatarsais (“bola dos pés”) e na ponta dos dedos dos pés. Talvez você precise correr e pular usando sapatos de salto ou girar e dar impulsos com os pés descalços. Praticantes de sapateado, clog1 e flamenco realizam muitos movimentos difíceis de percussão com os pés que exigem potênca intensa. Girar, saltar, ficar na ponta, executar relevés e pliés são habilidades básicas necessárias para todas as técnicas de dança. Cada estilo requer posições incomuns dos pés, sem mencionar os calçados específicos, utilizados mais como efeito estético que para sustentação. O balé clássico requer amplitude extrema de movimento para o trabalho na ponta, mas este capítulo é dedicado a todos os estilos de dança e à importância do conhecimento de anatomia. É importante conhecer as estruturas de sustentação que mantêm seus arcos

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9. Treinamento corporal global

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TREINAMENTO

CORPORAL GLOBAL

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campo da anatomia e da pesquisa em dança tem apresentado enorme crescimento, o que é um fator de motivação para todos aqueles que se dedicam a essa área.

Excelentes especialistas em medicina da dança podem ser encontrados em todo o mundo, e sua paixão por auxiliar os dançarinos continua a crescer. No entanto, o real valor desse desenvolvimento está em benecifiá-lo, quer você seja dançarino ou professor. Pesquisas em andamento publicadas em jornais médicos fornecem informações aos especialistas em medicina da dança para ajudar você. Por exemplo, estudos têm mostrado que incluir simples exercícios de condicionamento dos flexores do quadril em sua rotina diária pode melhorar a altura de seu développé. Pesquisas também concluem que o uso excessivo do quadríceps femoral com rotação lateral deficiente pode causar dor e lesão no joelho. Adicionar exercícios específicos para dança ao seu treinamento aumentará seu desempenho e diminuirá os riscos de lesão.

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