40 capítulos
Medium 9788520440018

6. Articulações do cotovelo e radiulnar

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulações do cotovelo e radiulnar

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Articulação do cotovelo

A articulação do cotovelo é composta pelo úmero (osso do braço), rádio e ulna (os dois ossos do antebraço, sendo a ulna o mais medial). Na extremidade distal do úmero estão a tróclea e o capítulo, que juntos formam parte da articulação do cotovelo com o rádio e a ulna.

Articulação radiulnar

Muitas vezes confundida com a articulação do cotovelo, a articulação radiulnar é uma articulação rotatória distinta, classificada como uma articulação em pivô. É uniaxial, atuando apenas no plano horizontal/transversal, realizando os movimentos rotacionais de supinação e pronação.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÕES DO COTOVELO E RADIOULNAR

Articulação do cotovelo

O cotovelo é uma articulação em dobradiça verdadeira (gínglimo), o que significa que atua apenas no plano sagital e pode realizar apenas as ações de flexão e extensão. Os ligamentos e músculos trabalham em conjunto para fornecer estabilidade e mobilidade à articulação.

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8. Desenvolvendo potência no tronco e nos braços

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO8

Desenvolvendo potência no tronco e nos braços

O

corpo humano foi singelamente construído de forma a proporcionar às mãos um inigualável repertório de movimentos. Punhos, cotovelo e ombros permitem que as mãos se movam com o máximo de destreza e tenham a habilidade de se ajustar às tarefas mais delicadas. Usar essas partes do corpo para mover os braços de maneira coordenada e graciosa ajuda a centrar o corpo inteiro e é primordial para melhorar a técnica de dança.

Tradicionalmente, aulas de dança enfatizam o treinamento das pernas, mas esse foco está mudando. Em algumas companhias de dança, dançar com os braços está se tornando parte do repertório padrão. Particularmente no treinamento de balé, braços e troncos dos dançarinos precisam ter força suficiente para realizar elevação e gestos rápidos do petit allegro. Desenvolver força nos braços e no tronco não apenas melhora todas as técnicas de dança, mas também elimina o tão comum desequilíbrio de força entre a parte superior e a inferior do corpo (ver também Cap. 4 sobre a liberação de tensão dos ombros e do pescoço). Os braços funcionam apropriadamente apenas quando sustentados por um tronco e um dorso fortalecidos e com equilíbrio muscular. As cadeias musculares que envolvem a parte superior do corpo criam a base a partir da qual você pode iniciar movimentos de braço potentes e graciosos.

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Medium 9788520440018

7. Punho e mão

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Punho e mão

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O punho e mão são compostos por 27 ossos, inúmeros ligamentos e muitos músculos e tendões, que fornecem motricidade aos dedos. O punho e a palma da mão abrigam os oito ossos do carpo, cuja fileira proximal compreende o escafoide, o semilunar, o piramidal e o pisiforme, articulando-se com o rádio e a ulna para formar a articulação radiocarpal.

É aqui que ocorrem as principais ações do punho; como uma articulação condiloide (elipsoide), pode realizar a flexão, a extensão, a abdução e a adução. A combinação dessas quatro ações é a circundução.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

PUNHO E MÃO

A fileira distal dos ossos carpais, que compreende o trapézio, o trapezoide, o capitato e o hamato, une-se aos cinco metacarpais, que se articulam com as falanges proximais. Do mínimo ao indicador, cada dedo tem três falanges, enquanto o polegar só tem duas. Essa articulação metacarpofalângica também é uma articulação condiloide. As articulações interfalângicas são articulações em dobradiça, em que ocorrem a flexão e a extensão dos dedos.

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5. Tornando o ensino mais efetivo

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

5

Tornando o ensino mais efetivo

A

efetividade do processo de ensino começa com o planejamento de uma experiência de aprendizagem que seja fundamentado no conhecimento do estágio de crescimento e desenvolvimento das crianças, assim como das formas pelas quais elas aprendem, do conteúdo do programa de dança e do processo de elaboração e implementação das aulas. O objetivo é proporcionar uma experiência de aprendizagem significativa que integre as necessidades das crianças com o conteúdo do programa de dança. Este capítulo apresenta estratégias que visam tornar mais positiva uma aula de dança, tanto para os alunos como para você, o professor.

aJuDanDo toDas as crianças a aprenDer

Cada criança tem suas características únicas. O processo de aprendizagem difere de uma para outra, o que requer que você adapte o conteúdo e o método pedagógico para ajudá-las a se tornarem aprendizes bem-sucedi-

das. Huebner observa: “As salas de aula dos dias atuais estão repletas de aprendizes que se diferenciam não apenas do ponto de vista cultural e linguístico, mas também em suas aptidões cognitivas, sua bagagem de conhecimentos e preferências em termos de aprendizado” (Huebner, 2010, p. 79). Embora essa diversidade deva ser acolhida com entusiasmo, ela impõe um desafio a você, na qualidade de professor. Aulas de dança e de educação física incluem crianças dotadas de um amplo leque de habilidades; para algumas, movimentar-se é uma das melhores formas de expressão de ideias e sentimentos. Essas crianças dominam bem o uso dos movimentos como meio de comunicação e respondem entusiasticamente aos sons e ritmos da música. Nem todas elas, no entanto, encontram facilidade em se movimentar ou sentem-se tranquilas executando os movimentos. Para estar à altura das necessidades educacionais das crianças, é necessário começar conhecendo as características físicas, cognitivas, emocionais e sociais que elas possuem. Esse conhecimento o ajuda a diferenciar as instruções apresentadas, introduzindo

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6. Fortalecendo o centro

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO6

Fortalecendo o centro

A

força e a coordenação dos músculos da coluna lombar, do quadril e do abdome são importantes na dança.

No entanto, muitos dançarinos apresentam falta de força precisamente nessas áreas (Molnar e Esterson,

1997). O condicionamento desses músculos de forma equilibrada é uma tarefa complexa, mas, ao focar nas re­giões-chave – o diafragma, o iliopsoas, a região lombar e os músculos abdominais –, você pode garantir o fortalecimento do centro.

Este capítulo ensinará os passos necessários para o fortalecimento do centro. Em primeiro lugar, você aprenderá o que significa estar centrado. Em seguida, explorará o funcionamento do diafragma e por que sua força e elasticidade são importantes para o controle central e força. O próximo passo é criar uma força equilibrada no iliopsoas e nos extensores profundos da coluna lombar para permitir que você respire livremente ao se exercitar. Finalmente, você coordenará os músculos da coluna vertebral e os abdominais com imagem corporal, além de fortalecê-los usando faixa elástica.

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