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6. Fortalecendo o centro

Eric Franklin Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO6

Fortalecendo o centro

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força e a coordenação dos músculos da coluna lombar, do quadril e do abdome são importantes na dança.

No entanto, muitos dançarinos apresentam falta de força precisamente nessas áreas (Molnar e Esterson,

1997). O condicionamento desses músculos de forma equilibrada é uma tarefa complexa, mas, ao focar nas re­giões-chave – o diafragma, o iliopsoas, a região lombar e os músculos abdominais –, você pode garantir o fortalecimento do centro.

Este capítulo ensinará os passos necessários para o fortalecimento do centro. Em primeiro lugar, você aprenderá o que significa estar centrado. Em seguida, explorará o funcionamento do diafragma e por que sua força e elasticidade são importantes para o controle central e força. O próximo passo é criar uma força equilibrada no iliopsoas e nos extensores profundos da coluna lombar para permitir que você respire livremente ao se exercitar. Finalmente, você coordenará os músculos da coluna vertebral e os abdominais com imagem corporal, além de fortalecê-los usando faixa elástica.

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7. Envolvendo todas as crianças na dança

Theresa Purcell Cone, Stephen L. Cone Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Envolvendo todas as crianças na dança

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oda criança tem necessidade de se expressar e de comunicar seus sentimentos e ideias, seja por intermédio da fala, da escrita, dos movimentos ou das artes visuais ou cênicas. Por meio da dança, crianças com deficiência têm condições de descobrir que os movimentos podem ser uma forma de elas expressarem as emoções, de expandirem o espectro de movimentos, de interagirem socialmente e de explorarem novas maneiras de se conhecer e tomar consciência do mundo que as rodeia. Na qualidade de professor de dança, você deve assumir o compromisso de ajudar cada aluno a desenvolver todo o potencial que possui. Encare as crianças por meio da lente das aptidões, e não das limitações. Reconheça em cada uma delas um indivíduo e evite olhá-las como membros de uma categoria deficiente ou rotulá-las. Todas as crianças são respeitadas por seu estilo próprio de aprender, e o sucesso é definido por meio da adoção de parâmetros individualizados. Tortora, terapeuta da dança, observa: “A individualidade emerge à medida que as diferenças individuais são apoiadas. As crianças são incentivadas a apren-

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9. Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

Theresa Purcell Cone, Stephen L. Cone Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

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lunos do terceiro, quarto e quinto anos já praticaram movimentos motores e não motores e podem empregá-los para a criação de danças individuais, em pares ou em pequenos grupos. Eles estão aptos a memorizar sequências de movimentos, mover-se em uníssono acompanhando os tempos dos movimentos e a organizar movimentos para a composição de uma dança. Você pode promover discussões a respeito dos contextos histórico, social e cultural dos conteúdos da dança, assim como pedir aos alunos que façam uma autoavaliação e avaliem seus pares. Embora seja possível que alguns alunos nessa faixa etária demonstrem certa relutância em dançar, as experiências de aprendizagem apresentadas neste capítulo proporcionam condições de envolvimento com a dança, sem riscos, usando movimentos já conhecidos. Para facilitar a seleção de experiências de aprendizagem, cada uma delas apresenta-se resumida na Tab. 9.1.

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1. O dançarino em movimento

Jacqui Greene Haas Editora Manole PDF Criptografado

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O DANÇARINO EM

MOVIMENTO

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ovimento é qualquer ação física ou mudança de posição. Porém, quando se observa um dançarino em movimento, isso é muito mais que uma mudança física de posição. É uma arte visual vibrante de imagens rápidas criadas por força, equilíbrio e graça. A estética dessa forma de arte não pode ser sacrificada pela análise científica. Contudo, aprender princípios básicos de movimento permitirá que seu corpo se movimente de modo mais eficaz e seguro. Utilizaremos ilustrações de três posições de dança – jazz layout, attitude derrière e salto espacate (Figs. 1.1, 1.2 e 1.3) – para demonstrar os princípios do movimento neste capítulo.

Figura 1.1

Posição jazz layout.

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Figura 1.2 Posição attitude derrière.

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Anatomia da dança

Figura 1.3  Posição salto espacate.

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2. Apresentando o conteúdo essencial da dança infantil

Theresa Purcell Cone, Stephen L. Cone Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Apresentando o conteúdo essencial da dança infantil

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ste capítulo traz uma descrição do conteúdo a ser empregado no ensino da dança como parte do currículo de educação física ou de educação artística. Nos dois programas, o objetivo principal é ensinar as crianças a se movimentar e a usar o movimento como forma de aprendizagem. A inserção da dança na condição de componente importante do currículo garante às crianças a oportunidade de combinar as funções do corpo e da mente e a possibilidade de compreender os movimentos como forma de expressão e comunicação daquilo que sabem e vivenciam. Por intermédio da dança, elas ampliam suas habilidades e usam a capacidade de pensar criticamente, quando solicitadas a aprender, executar e criar danças, assim como a responder aos estímulos por ela provocados.

Os elementos da dança – corpo e seus movimentos, espaço, tempo, peso, fluência e relacionamentos – constituem o fundamento do currículo da disciplina. Todos eles estão presentes em todo tipo de movimento que executamos; no entanto, a dança enfatiza e manipula elementos específicos para a expressão de ideias e sentimen-

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10. Treinamento com faixa elástica

Eric Franklin Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO10

Treinamento comfaixa elástica

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treinamento com faixa elástica constitui uma série completa para o condicionamento de dançarinos. Os movimentos são derivados de técnicas de dança moderna e de balé, e proporcionam uma relação entre a construção de força e flexibilidade e os padrões de movimentos para a dança. A chave para o sucesso na sequência de exercícios a seguir é o bom alinhamento, respiração com relaxamento e iniciação correta de movimento.

Preparando para a sequência

Idealmente, você deve vestir calça ou meias longas, para que não seja atrapalhado pela fricção da faixa elástica contra a perna. Selecione uma faixa que tenha pelo menos 3 m de comprimento. Para determinar se a faixa tem o comprimento correto para a sua altura, coloque o centro da faixa elástica na cabeça. Ela deve ser longa o suficiente para tocar o solo em ambos os lados do corpo.

Faça um grande laço em uma extremidade da faixa e amarre-o com um nó (Fig. 10.1a). Você pode ter de experimentar o tamanho do laço que melhor serve no seu pé. Coloque o laço sobre o pé e faça o número oito com a faixa para criar um segundo laço (Fig. 10.1, b e c). Puxe o segundo laço para cima sobre o seu pé, para que o nó fique voltado para a frente. A faixa não deve ser muito apertada no pé ou restringirá o fluxo de sangue. Por outro lado, se estiver muito solta, escorregará durante os exercícios.

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8. Tornozelos e pés

Jacqui Greene Haas Editora Manole PDF Criptografado

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TORNOZELOS E PÉS

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és fortes e equilibrados servem como base para todo o corpo. O aprendizado sobre o alinhamento da perna associado à força do core e da pelve proporcionará a seus pés a potência de que você precisa para ser rápido e audaz. Como dançarino, é necessário que você tenha um conhecimento básico sobre o alinhamento preciso e a ação muscular para melhorar sua técnica. Existem 26 ossos e 34 articulações em seu pé, criando, portanto, muitas possibilidades de movimento. Ao suportar peso, qualquer movimento articular tem relação direta com outras articulações do pé. Você deve ser capaz de dançar como uma unidade, em que todas as articulações trabalham em harmonia.

O jazz, as danças moderna e de salão e a maior parte das danças folclóricas requerem movimentos similares de pés e tornozelos. Você deve ser capaz de se deslocar rapidamente com os pés e elevar-se sobre a cabeça dos metatarsais (“bola dos pés”) e na ponta dos dedos dos pés. Talvez você precise correr e pular usando sapatos de salto ou girar e dar impulsos com os pés descalços. Praticantes de sapateado, clog1 e flamenco realizam muitos movimentos difíceis de percussão com os pés que exigem potênca intensa. Girar, saltar, ficar na ponta, executar relevés e pliés são habilidades básicas necessárias para todas as técnicas de dança. Cada estilo requer posições incomuns dos pés, sem mencionar os calçados específicos, utilizados mais como efeito estético que para sustentação. O balé clássico requer amplitude extrema de movimento para o trabalho na ponta, mas este capítulo é dedicado a todos os estilos de dança e à importância do conhecimento de anatomia. É importante conhecer as estruturas de sustentação que mantêm seus arcos

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4. Criando um ambiente para o ensino da dança

Theresa Purcell Cone, Stephen L. Cone Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Criando um ambiente para o ensino da dança

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tarefa de ensinar fica mais fácil quando pode ser executada em um ambiente considerado ideal. Assim, a implementação de nosso planejamento ocorre sem percalços. O fato é que a condição de ensino que você encontra nem sempre disponibiliza todos os elementos necessários, o que o obriga a adaptar suas ideias de forma a tornar o aprendizado significativo, seguro e efetivo para os alunos. Todos nós compartilhamos algumas semelhanças... e algumas diferenças marcantes! Entre essas diferenças, encontramos: tamanho das turmas; frequência das aulas; duração de cada período de aula; instalações; equipamentos e materiais; comunidade; e um amplo conjunto de diferentes idades, aptidões e necessidades especiais, dentro da mesma classe de crianças (Newnam, 2002). Em

1995, a National Dance Association publicou, em colaboração com o Consortium of National Arts Education

Associations, o Opportunity-to-learn standards for dance education (Parâmetros de aprendizagem para o ensino de dança). Esses parâmetros descrevem as condições físicas e educacionais necessárias para que os alunos aprendam

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2. Coluna vertebral

Jacqui Greene Haas Editora Manole PDF Criptografado

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COLUNA VERTEBRAL

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ua coluna vertebral é capaz de gerar movimentos multidirecionais que o tornam capaz de executar vários estilos de dança com fluidez e suavidade. Sua coluna pode caracterizar-se pela flexibilidade, necessária para várias combinações contemporâneas, ou pode ter um aspecto mais rígido e estável, porém elegante, para execuções com parceiro. A postura de balé pode exigir que sua coluna seja forte, mas tenha um aspecto elegante e elevado. Tudo isso depende da posição, do equilíbrio e da organização das contrações musculares. Para melhorar a posição do corpo, você precisa de bom equilíbrio das ações musculares para manter o alinhamento adequado de sua coluna.

Este capítulo apresenta os músculos associados à posição ideal da coluna vertebral.

A dança pode sobrecarregar bastante seu dorso, especialmente os segmentos que possuem mais mobilidade. Aprender a utilizar toda a coluna e equilibrar a estabilidade e a flexibilidade pode melhorar suas habilidades e reduzir o risco de lesão.

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4. Flexibilidade relaxada

Eric Franklin Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO4

Flexibilidade relaxada

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itmo, fluxo, postura e liberdade de movimento são conceitos-chave de dança relacionados ao nível de tensão e flexibilidade do seu corpo. Por exemplo, o músculo trapézio conecta a cabeça à coluna e às escápulas.

Quando ele é habitualmente encurtado, ele puxa a cabeça para trás e as escápulas para trás e para cima. Para encontrar o eixo central e liberar as pernas, você precisa relaxar esse músculo. É difícil realizar piruetas ou se equilibrar bem se o trapézio estiver tenso, mas ter o trapézio contraído é comum em muitos dançarinos.

Estar livre de tensão não representa apenas um sentimento agradável; isso é essencial para a dança. Este capítulo tem como objetivo ajudar a experimentar a relação entre flexibilidade e tensão e melhorar a técnica ao reduzir a tensão. O capítulo também descreve os princípios básicos do alongamento seguro e explica como acentuar o alongamento com a imagem corporal, abordando as principais áreas do corpo que sofrem tensão, como os ombros e pescoço, e descrevendo o papel dos órgãos na flexibilidade.

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6. Pelve e quadris

Jacqui Greene Haas Editora Manole PDF Criptografado

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PELVE E QUADRIS

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dança requer um movimento repetitivo pouco comum da articulação do quadril que exige controle extremo. Movimentos rápidos e rebuscados do quadril constituem a marca da apimentada dança latina. Praticantes de dança moderna possuem força e agilidade para movimentar os quadris em todos os planos enquanto mudam o apoio do peso e ainda mantêm o equilíbrio. Sapateadores conseguem movimentar os pés e o restante dos membros inferiores com velocidade extraordinária enquanto a pelve permanece estável. Bailarinos exibem a altura do développé mantendo a força e a flexibilidade nos quadris. Todos os dançarinos precisam entender como as forças do movimento dos membros inferiores são distribuídas pelas articulações do quadril e pela pelve. Todo estilo de dança exige que a coxa trabalhe junto e, em vários momentos, em posições de rotação lateral ou medial. Entender como a pelve trabalha em harmonia com os membros inferiores pode melhorar sua técnica. Sua meta é realizar o movimento desejado dos membros inferiores sem perder o controle da pelve.

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3. Estruturando um programa de dança

Theresa Purcell Cone, Stephen L. Cone Editora Manole PDF Criptografado

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Estruturando um programa de dança

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ensino da dança não é apenas desafiador, é também muito gratificante. A escolha da melhor maneira para apresentar uma experiência de dança, ou de uma unidade de estudo, é um processo de aprendizagem contínuo. Em cada uma das aulas que ensina, você aprende algo novo sobre o conteúdo, a sequência da tarefa e a resposta esperada de seus alunos. É uma atividade dinâmica, através da qual você está constantemente avaliando suas aulas e introduzindo modificações para a próxima seção. Neste capítulo, apresentamos ideias para o desenvolvimento de um programa anual, assim como para unidades de estudo e aulas individuais. É possível que sua escola já conte com um currículo de dança que sirva de diretriz para suas aulas, mas também pode ser que a estruturação desse currículo dependa de você. Nas duas situações, o planejamento é essencial. Para começar, você deve procurar conhecer seus alunos, compreender os objetivos da escola e identificar os elementos fundamentais do programa de dança. Leve em conta os parâmetros educacionais em nível nacional, estadual e local, necessários

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Apêndice: Mais experiências de aprendizagem

Theresa Purcell Cone, Stephen L. Cone Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice

Mais experiências de aprendizagem

Flutuar e socar

Resultados

Depois de participar desta experiência de aprendizagem, as crianças estarão aptas a:

Equipamentos necessários

Uma lista de ações de esforço (ver Fig. 1)

Instrumentos de percussão (tambor e triângulo ou

1. Movimentar-se empregando ações de esforço de flutuação e socos (Laban, 1976).

gongo)

2. Movimentar-se fazendo uso direto e indireto do espaço, peso intenso e leve, e cadência rápida e lenta.

3. Criar uma dança constituída de movimentos de flutuação e socos.

Música lenta e leve para os movimentos de flutuação, e música forte e rápida para os movimentos de soco

Introdução e aquecimento

Hoje, dançaremos empregando dois modos opostos de realizar movimentos. Um deles é um movimento forte e rápido, como

Organização

um soco direto. O outro modo é um movimento leve e lento,

Os alunos trabalham primeiro individualmente e, depois, em

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1. Condicionamento mente-corpo

Eric Franklin Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO1

Condicionamento mente-corpo

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lguns anos atrás, enquanto lecionava no Ballet da Ópera de Zurique, ajudei uma dançarina experiente com relação à execução de suas piruetas. Ela conseguia realizar de 3 a 4 piruetas de forma bem previsível, mas sua cabeça inclinava um pouco para o lado e sua pelve apresentava uma tendência de queda para a frente, ao final dos giros. Eu apontei essas observações e ela tentou novamente, mas suas piruetas não melhoraram. Esses desalinhamentos estavam embutidos em seus padrões de movimento, de forma que simplesmente estar ciente daquilo não ajudaria no aperfeiçoamento de suas piruetas. Ela então me perguntou o que deveria fazer para realizar piruetas mais eficientes, e eu disse que seria necessária alguma força adicional, mas que esta teria pouco efeito dentro do padrão de movimento que ela então exibia. Contudo, ela poderia melhorar seu nível se estivesse disposta a reaprender a postura de sua pirueta. Como os músculos são fortalecidos dentro da coordenação em que são usados, é preciso descobrir a melhor coordenação antes de fortalecer essas piruetas.

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1. Compreendendo a importância do ensino de dança para crianças

Theresa Purcell Cone, Stephen L. Cone Editora Manole PDF Criptografado

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Compreendendo a importância do ensino de dança para crianças

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magine uma sala de aula onde crianças pequenas correm no limite de sua capacidade, agitando fitas vermelhas sobre a cabeça, para depois rodar e descer vagarosamente até o solo, com as fitas flutuantes acompanhando o movimento de descida ao lado delas. As crianças podem, por meio desses movimentos de dança, demonstrar sua interpretação da figura de uma chama que queima rapidamente e vai aos poucos se extinguindo, ou, também, simular o espargimento de tinta vermelha por toda a sala.

Coloque-se, então, na posição do professor que projetou e apresentou essa ideia de dança à classe. As crianças respondem com grande entusiasmo e você se sente satisfeito em compartilhar essa experiência com elas. Seria maravilhoso se toda experiência com a dança propiciasse esse sentimento de satisfação tanto para o professor como para os alunos. O objetivo deste livro é fornecer a você o conteúdo adequado para elaborar e apresentar uma experiência de dança bem-sucedida aos alunos. Todas as experiências de aprendizagem nos capítulos 8 e 9 foram ensinadas pelos autores, e muitas delas foram adaptadas por profis-

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