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Medium 9788520431672

3. Costelas e respiração

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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COSTELAS E

RESPIRAÇÃO

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mbora a respiração seja o processo natural de conduzir oxigênio aos pulmões, a maioria dos dançarinos tem dúvidas sobre como exatamente se deve respirar!

Tudo bem, você sabe como respirar, mas sabe usar sua respiração de modo eficiente para reduzir a tensão e melhorar a força do core? Quantas vezes você ouve instruções para “encolher a barriga”? Em geral, você puxa o abdome para dentro e levanta as costelas, o tórax e os ombros, aumentando, assim, a tensão na parte superior do corpo e, na verdade, tornando mais difícil a respiração. Desse modo, como é possível movimentar-se com naturalidade e beleza? A respiração é parte da dança e do movimento. Ao ministrar uma aula, você pode querer incluir exercícios de respiração nas combinações de dança. Você pode coreografar a respiração em exercícios com música, de modo que os dançarinos se tornem mais conscientes de seus padrões de respiração. Essa respiração rítmica e ordenada pode ser um grande instrumento para estabelecer gradualmente melhores hábitos de respiração.

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Medium 9788520440018

3. Coluna vertebral

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Coluna vertebral

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Do ponto de vista mecânico, a coluna vertebral é o “centro do universo” do corpo. É humanamente impossível mover o corpo no espaço sem a ajuda da coluna vertebral, curvar-se, virar-se, ficar em pé ou mover a cabeça para ver algo.

As funções da coluna vertebral são a sustentação, o equilíbrio, a conexão, a proteção e o movimento. Ela sustenta e equilibra a postura ereta. A coluna vertebral conecta os membros inferiores aos superiores. Protege a medula espinal, que se funde com o encéfalo. Juntamente às costelas, com as quais se articula, a coluna vertebral protege o coração e os pulmões.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

COLUNA VERTEBRAL

As ações (movimentos articulares) ocorrem nos três planos, movendo a cabeça e o tronco. As ações são diferentes das “funções” articulares (página 31). As ações articulares da coluna vertebral são a flexão, a extensão, a hiperextensão, a flexão lateral para a direita e esquerda e a rotação para a direita e esquerda. Cada parte da coluna vertebral exerce algumas ações melhor do que outras.

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Apêndice: mandíbula e garganta

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice: mandíbula e garganta

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A mandíbula se articula com o crânio para formar a articulação temporomandibular; seus músculos produzem a mastigação. Outro movimento da alimentação é a preensão, ou apreensão dos alimentos pelos potentes músculos da mandíbula: o temporal, o masseter e os pterigóideos lateral e medial. Eles abrem e fecham a mandíbula e trituram com os dentes, uma ocorrência que produz estresse, às vezes durante o sono.

Pterigóideo lateral

(cabeça inferior)

Temporal

Masseter

Pterigóideo lateral

(cabeça superior)

Figura A1 Articulação temporomandibular.

Disfunção da articulação temporomandibular

Trata-se de uma disfunção da articulação temporomandibular (ATM) que é muito prevalente na atualidade, em muitos casos em razão do estresse. A tensão pode desalinhar o posicionamento da mandíbula e pinçar os nervos, levando a problemas adicionais e a uma possível cirurgia. Tenha em mente que esta não é a única razão para a disfunção da ATM; pode haver limitações ósseas ou outras causas. O alinhamento correto é, novamente, a solução.

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6. Articulações do cotovelo e radiulnar

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulações do cotovelo e radiulnar

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Articulação do cotovelo

A articulação do cotovelo é composta pelo úmero (osso do braço), rádio e ulna (os dois ossos do antebraço, sendo a ulna o mais medial). Na extremidade distal do úmero estão a tróclea e o capítulo, que juntos formam parte da articulação do cotovelo com o rádio e a ulna.

Articulação radiulnar

Muitas vezes confundida com a articulação do cotovelo, a articulação radiulnar é uma articulação rotatória distinta, classificada como uma articulação em pivô. É uniaxial, atuando apenas no plano horizontal/transversal, realizando os movimentos rotacionais de supinação e pronação.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÕES DO COTOVELO E RADIOULNAR

Articulação do cotovelo

O cotovelo é uma articulação em dobradiça verdadeira (gínglimo), o que significa que atua apenas no plano sagital e pode realizar apenas as ações de flexão e extensão. Os ligamentos e músculos trabalham em conjunto para fornecer estabilidade e mobilidade à articulação.

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8. Articulação iliofemoral (do quadril)

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação iliofemoral

(do quadril)

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A articulação iliofemoral é uma grande articulação esferoide

(em bola e soquete), formada pela junção entre o acetábulo da pelve (o soquete) e a cabeça do fêmur (a bola). Do ponto de vista arquitetônico, a pelve é a pedra angular e os fêmures são os pilares de uma estrutura em formato de arco. Essa estrutura torna a articulação do quadril muito estável.

Os músculos que atuam na articulação do quadril passam da pelve para o fêmur, alguns indo até mesmo além da articulação do joelho. Todos os grandes músculos dão formato

à coxa. Os músculos da parte anterior da coxa flexionam o quadril, os músculos da parte externa (lateral) abduzem, os músculos da parte posterior estendem e os músculos da parte medial (interna) aduzem. A maior parte dos músculos acima realiza também a rotação medial ou lateral, as duas últimas ações do quadril.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

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9. Melhorando giros, saltos e rotações externas

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO9

Melhorando giros, saltos e rotações externas

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este capítulo, três das principais preocupações funcionais de um dançarino serão observadas de perto: saltos, giros e rotações externas (en dehors ou turn-out). Além dos limites fisiológicos e anatômicos de cada dançarino, ter ideias de como coordenar o movimento e alterar a imagem corporal pode ajudar a melhorar em muitos aspectos esses três grandes vilões. Neste capítulo, o foco será em ajudá-lo a melhorar sua técnica e, ao mesmo tempo, a dançar com segurança. Saltos mais altos, maior amplitude de giros e melhores rotações externas não devem comprometer a saúde do dançarino.

Girando sem medo

Até mesmo dançarinos que giram bem estão sempre buscando melhorar o número e a estética de seus giros.

Aprender a girar bem é tão divertido que você pode se apegar a essa prática. Por essas razões, costuma-se sentir o nível de tensão crescer no ambiente quando o momento da prática de giros se aproxima.

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10. Articulação do tornozelo e do pé

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do tornozelo e do pé

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A construção da articulação do tornozelo/pé é a mais intrigante.

Os 26 ossos (7 tarsais, 5 metatarsais e 14 falanges), os 19 grandes músculos, muitos pequenos músculos intrínsecos da planta do pé e mais de 100 ligamentos compõem a estrutura principal de cada articulação do tornozelo e do pé.

A transferência de peso da tíbia para o tálus e então para o calcâneo (osso do calcanhar) é um incrível ato de equilíbrio em que se recebe o peso de todo o corpo e, em seguida, impulsiona-o adiante para o restante do pé.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E DO PÉ

Articulações e ações da articulação do tornozelo e do pé

A articulação superior do tornozelo é o ponto de articulação entre a tíbia, a fíbula e o tálus.

Eles se encaixam firmemente; é uma articulação do tipo gínglimo, em que ocorrem as ações de flexão plantar e flexão dorsal. A articulação inferior, ou distal, do tornozelo é uma combinação das articulações talocalcânea e transversa do tarso. Os sete ossos tarsais estão localizados nessa área, e há diversos movimentos entre as várias articulações. A autora prefere simplificar as ações articulares da área utilizando os termos“pronação”e“supinação”(ver página 179).

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3. Equilíbrio reflexivo

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO3

Equilíbrio reflexivo

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equilíbrio é uma das habilidades mais importantes na dança, e, ainda assim, escapa à atenção de muitos dançarinos. O corpo equilibra-se habilmente em variadas posições a cada passo dado. Quando se está em uma postura centrada, com os ossos bem alinhados e os músculos bem coordenados, é preciso, na verdade, uma menor atividade muscular total do que quando se está desalinhado. Portanto, se você é um dançarino e seu atual objetivo é o de melhorar seu equilíbrio simplesmente recrutando mais músculos, está fazendo o oposto do que ocorre durante o equilíbrio alinhado. O equilíbrio alinhado exige menos esforço.

Para melhorar o equilíbrio, é necessária primeiramente uma percepção do que você está fazendo ao tentar se equilibrar. Você atinge essa percepção observando-se e ajustando progressivamente sua forma habitual de realizar um movimento, o que o leva a alcançar sua meta de equilíbrio sem esforço em todas as situações.

Veja um exemplo de como padrões de movimento são importantes para o equilíbrio. Se estiver tentando realizar um relevé em attitude e estiver caindo ou falhando em manter a posição, você pode estar movendo seu corpo em partes, e não como uma unidade completamente alinhada. Para realizar um relevé e mover-se para a posição demi-pointe ou pointe, é preciso inicialmente realizar um plié na perna de apoio. Se o ombro direito se mover mais do que o esquerdo e a coluna entortar, o corpo acabará ficando tenso em algumas partes para compensar a falta de equilíbrio nas pernas. À medida que você realiza o relevé, essa tensão torna difícil a sensação de que o corpo inteiro está se movendo de maneira uniforme para cima; um lado das costas e um braço movem-se mais rapidamente que o outro lado, e novamente você terá de compensar para ficar equilibrado. A compensação é complexa e é uma experiência muito mais difícil do que experimentar o corpo inteiro como um todo. Além disso, quando você perde o equilíbrio, já pondera o que deu errado dessa vez, o que o fará ficar ainda mais preocupado e tenso na próxima vez em que precisar se equilibrar.

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Medium 9788520436271

1. Compreendendo a importância do ensino de dança para crianças

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Compreendendo a importância do ensino de dança para crianças

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magine uma sala de aula onde crianças pequenas correm no limite de sua capacidade, agitando fitas vermelhas sobre a cabeça, para depois rodar e descer vagarosamente até o solo, com as fitas flutuantes acompanhando o movimento de descida ao lado delas. As crianças podem, por meio desses movimentos de dança, demonstrar sua interpretação da figura de uma chama que queima rapidamente e vai aos poucos se extinguindo, ou, também, simular o espargimento de tinta vermelha por toda a sala.

Coloque-se, então, na posição do professor que projetou e apresentou essa ideia de dança à classe. As crianças respondem com grande entusiasmo e você se sente satisfeito em compartilhar essa experiência com elas. Seria maravilhoso se toda experiência com a dança propiciasse esse sentimento de satisfação tanto para o professor como para os alunos. O objetivo deste livro é fornecer a você o conteúdo adequado para elaborar e apresentar uma experiência de dança bem-sucedida aos alunos. Todas as experiências de aprendizagem nos capítulos 8 e 9 foram ensinadas pelos autores, e muitas delas foram adaptadas por profis-

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7. Punho e mão

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Punho e mão

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O punho e mão são compostos por 27 ossos, inúmeros ligamentos e muitos músculos e tendões, que fornecem motricidade aos dedos. O punho e a palma da mão abrigam os oito ossos do carpo, cuja fileira proximal compreende o escafoide, o semilunar, o piramidal e o pisiforme, articulando-se com o rádio e a ulna para formar a articulação radiocarpal.

É aqui que ocorrem as principais ações do punho; como uma articulação condiloide (elipsoide), pode realizar a flexão, a extensão, a abdução e a adução. A combinação dessas quatro ações é a circundução.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

PUNHO E MÃO

A fileira distal dos ossos carpais, que compreende o trapézio, o trapezoide, o capitato e o hamato, une-se aos cinco metacarpais, que se articulam com as falanges proximais. Do mínimo ao indicador, cada dedo tem três falanges, enquanto o polegar só tem duas. Essa articulação metacarpofalângica também é uma articulação condiloide. As articulações interfalângicas são articulações em dobradiça, em que ocorrem a flexão e a extensão dos dedos.

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1. O dançarino em movimento

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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O DANÇARINO EM

MOVIMENTO

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ovimento é qualquer ação física ou mudança de posição. Porém, quando se observa um dançarino em movimento, isso é muito mais que uma mudança física de posição. É uma arte visual vibrante de imagens rápidas criadas por força, equilíbrio e graça. A estética dessa forma de arte não pode ser sacrificada pela análise científica. Contudo, aprender princípios básicos de movimento permitirá que seu corpo se movimente de modo mais eficaz e seguro. Utilizaremos ilustrações de três posições de dança – jazz layout, attitude derrière e salto espacate (Figs. 1.1, 1.2 e 1.3) – para demonstrar os princípios do movimento neste capítulo.

Figura 1.1

Posição jazz layout.

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Figura 1.2 Posição attitude derrière.

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Anatomia da dança

Figura 1.3  Posição salto espacate.

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2. Imagem corporal

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO2

Imagemcorporal

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ocê já teve um pensamento que o fez sentir uma mudança física? Você nota o quanto dança melhor nos dias em que está com pensamentos positivos? Se a resposta for sim, você já teve a primeira percepção do que a conexão mente-corpo é capaz de fazer por você. Desde a menor célula do corpo, cada ato mental reverbera no seu ser físico, e cada processo químico e bioquímico do corpo ajuda a tecer os padrões de seus pensamentos. Se você conseguir entender essa interação, estará pronto para alcançar os picos mais altos de suas habilidades na dança.

Como dançarino, de que maneira você pode conectar-se com a inteligência do seu corpo? Torne-se atento à forma como você pensa a dança e conseguirá eliminar padrões prejudiciais de pensamento, que serão substituídos por um estímulo positivo, o que levará a uma melhor técnica e expressividade. Aprenda a sentir a influência da imagem do seu corpo sobre movimentos e ações de músculos e articulações. Qualquer passo de dança ou rotina de condicionamento que possa ser realizado com a presença tanto da mente quanto do corpo, bem como de um entendimento claro sobre o funcionamento do corpo, permitirá um ganho de força e flexibilidade muito mais rápido que a repetição desatenta do movimento. Os exercícios de condicionamento se tornarão mais interessantes, e até mesmo prazerosos, pois você sentirá de forma mais completa músculos, articulações e órgãos, além de seu funcionamento ideal para o movimento.

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Medium 9788520440018

2. Músculo esquelético e mecânica muscular

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Músculo esquelético e mecânica muscular

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O corpo humano contém mais de 215 pares de músculos esqueléticos, que constituem cerca de 40% de seu peso. Os músculos esqueléticos são assim chamados porque a maior parte deles se une ao esqueleto e o move, sendo, portanto, responsáveis pelos movimentos corporais.

Os músculos esqueléticos têm um suprimento abundante de vasos e nervos sanguíneos, que estão diretamente relacionados com a contração, a principal função do músculo esquelético. Cada músculo esquelético geralmente tem uma artéria principal, para trazer nutrientes por meio do suprimento sanguíneo, e várias veias para eliminar os resíduos metabólicos.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

MÚSCULO ESQUELÉTICO E MECÂNICA MUSCULAR

O suprimento sanguíneo e nervoso geralmente penetra no músculo em sua porção central, mas às vezes adentra por uma das extremidades, eventualmente penetrando o endomísio em torno de cada fibra muscular.

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9. Articulação do joelho

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do joelho

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Os joelhos são um exemplo perfeito de articulação: dois ossos articulados (unidos), mantidos conectados por ligamentos, com tendões musculares inseridos para mover a articulação, cartilagem para absorver impactos e líquido sinovial dentro de uma membrana para lubrificar. É a maior articulação do corpo, com os dois ossos longos (fêmur e tíbia) atuando como alavancas; no ponto em que eles se encontram há pouco movimento lateral.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO JOELHO

Côndilo lateral do fêmur

Ligamento cruzado posterior

Ligamento cruzado anterior

Côndilo medial do fêmur

Ligamento colateral fibular

Menisco medial

Ligamento colateral tibial

Menisco lateral

Côndilo medial da tíbia

Cabeça da fíbula

Ligamento patelar

Ligamento transverso do joelho

Faceta medial da patela

Patela

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5. Região do ombro

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Região do ombro

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A região do ombro é, na verdade, composta de cinco articulações: a articulação esternoclavicular (EC), a articulação acromioclavicular (AC), a articulação coracoclavicular, a articulação glenoumeral e a articulação escapulotorácica, em que a escápula desliza sobre a parede torácica. A articulação considerada especificamente como a do ombro

é a glenoumeral, enquanto as outras são articulações do cíngulo do membro superior.

A estrutura do ombro possibilita uma grande amplitude de movimento, tornando possível o posicionamento do braço e da mão. Os movimentos da região do ombro são determinados pelos músculos que estão localizados no tórax, costas e braços. Portanto, o que quer que a região do ombro esteja fazendo determina a aparência de grande parte da porção superior do corpo.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

REGIÃO DO OMBRO

São os movimentos dos braços que irão modelar a maior parte dos músculos das costas, assim como do tórax e do braço. Outros músculos nessas áreas são delineados pelos movimentos da escápula, na região das articulações do cíngulo do membro superior.

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