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Medium 9788520440018

10. Articulação do tornozelo e do pé

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do tornozelo e do pé

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A construção da articulação do tornozelo/pé é a mais intrigante.

Os 26 ossos (7 tarsais, 5 metatarsais e 14 falanges), os 19 grandes músculos, muitos pequenos músculos intrínsecos da planta do pé e mais de 100 ligamentos compõem a estrutura principal de cada articulação do tornozelo e do pé.

A transferência de peso da tíbia para o tálus e então para o calcâneo (osso do calcanhar) é um incrível ato de equilíbrio em que se recebe o peso de todo o corpo e, em seguida, impulsiona-o adiante para o restante do pé.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E DO PÉ

Articulações e ações da articulação do tornozelo e do pé

A articulação superior do tornozelo é o ponto de articulação entre a tíbia, a fíbula e o tálus.

Eles se encaixam firmemente; é uma articulação do tipo gínglimo, em que ocorrem as ações de flexão plantar e flexão dorsal. A articulação inferior, ou distal, do tornozelo é uma combinação das articulações talocalcânea e transversa do tarso. Os sete ossos tarsais estão localizados nessa área, e há diversos movimentos entre as várias articulações. A autora prefere simplificar as ações articulares da área utilizando os termos“pronação”e“supinação”(ver página 179).

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Apêndice: Mais experiências de aprendizagem

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice

Mais experiências de aprendizagem

Flutuar e socar

Resultados

Depois de participar desta experiência de aprendizagem, as crianças estarão aptas a:

Equipamentos necessários

Uma lista de ações de esforço (ver Fig. 1)

Instrumentos de percussão (tambor e triângulo ou

1. Movimentar-se empregando ações de esforço de flutuação e socos (Laban, 1976).

gongo)

2. Movimentar-se fazendo uso direto e indireto do espaço, peso intenso e leve, e cadência rápida e lenta.

3. Criar uma dança constituída de movimentos de flutuação e socos.

Música lenta e leve para os movimentos de flutuação, e música forte e rápida para os movimentos de soco

Introdução e aquecimento

Hoje, dançaremos empregando dois modos opostos de realizar movimentos. Um deles é um movimento forte e rápido, como

Organização

um soco direto. O outro modo é um movimento leve e lento,

Os alunos trabalham primeiro individualmente e, depois, em

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8. Tornozelos e pés

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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TORNOZELOS E PÉS

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és fortes e equilibrados servem como base para todo o corpo. O aprendizado sobre o alinhamento da perna associado à força do core e da pelve proporcionará a seus pés a potência de que você precisa para ser rápido e audaz. Como dançarino, é necessário que você tenha um conhecimento básico sobre o alinhamento preciso e a ação muscular para melhorar sua técnica. Existem 26 ossos e 34 articulações em seu pé, criando, portanto, muitas possibilidades de movimento. Ao suportar peso, qualquer movimento articular tem relação direta com outras articulações do pé. Você deve ser capaz de dançar como uma unidade, em que todas as articulações trabalham em harmonia.

O jazz, as danças moderna e de salão e a maior parte das danças folclóricas requerem movimentos similares de pés e tornozelos. Você deve ser capaz de se deslocar rapidamente com os pés e elevar-se sobre a cabeça dos metatarsais (“bola dos pés”) e na ponta dos dedos dos pés. Talvez você precise correr e pular usando sapatos de salto ou girar e dar impulsos com os pés descalços. Praticantes de sapateado, clog1 e flamenco realizam muitos movimentos difíceis de percussão com os pés que exigem potênca intensa. Girar, saltar, ficar na ponta, executar relevés e pliés são habilidades básicas necessárias para todas as técnicas de dança. Cada estilo requer posições incomuns dos pés, sem mencionar os calçados específicos, utilizados mais como efeito estético que para sustentação. O balé clássico requer amplitude extrema de movimento para o trabalho na ponta, mas este capítulo é dedicado a todos os estilos de dança e à importância do conhecimento de anatomia. É importante conhecer as estruturas de sustentação que mantêm seus arcos

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6. Fortalecendo o centro

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO6

Fortalecendo o centro

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força e a coordenação dos músculos da coluna lombar, do quadril e do abdome são importantes na dança.

No entanto, muitos dançarinos apresentam falta de força precisamente nessas áreas (Molnar e Esterson,

1997). O condicionamento desses músculos de forma equilibrada é uma tarefa complexa, mas, ao focar nas re­giões-chave – o diafragma, o iliopsoas, a região lombar e os músculos abdominais –, você pode garantir o fortalecimento do centro.

Este capítulo ensinará os passos necessários para o fortalecimento do centro. Em primeiro lugar, você aprenderá o que significa estar centrado. Em seguida, explorará o funcionamento do diafragma e por que sua força e elasticidade são importantes para o controle central e força. O próximo passo é criar uma força equilibrada no iliopsoas e nos extensores profundos da coluna lombar para permitir que você respire livremente ao se exercitar. Finalmente, você coordenará os músculos da coluna vertebral e os abdominais com imagem corporal, além de fortalecê-los usando faixa elástica.

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2. Apresentando o conteúdo essencial da dança infantil

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

2

Apresentando o conteúdo essencial da dança infantil

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ste capítulo traz uma descrição do conteúdo a ser empregado no ensino da dança como parte do currículo de educação física ou de educação artística. Nos dois programas, o objetivo principal é ensinar as crianças a se movimentar e a usar o movimento como forma de aprendizagem. A inserção da dança na condição de componente importante do currículo garante às crianças a oportunidade de combinar as funções do corpo e da mente e a possibilidade de compreender os movimentos como forma de expressão e comunicação daquilo que sabem e vivenciam. Por intermédio da dança, elas ampliam suas habilidades e usam a capacidade de pensar criticamente, quando solicitadas a aprender, executar e criar danças, assim como a responder aos estímulos por ela provocados.

Os elementos da dança – corpo e seus movimentos, espaço, tempo, peso, fluência e relacionamentos – constituem o fundamento do currículo da disciplina. Todos eles estão presentes em todo tipo de movimento que executamos; no entanto, a dança enfatiza e manipula elementos específicos para a expressão de ideias e sentimen-

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4. Core

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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CORE

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a dança, todos os movimentos são gerados a partir do tronco, que constitui sua base. Uma base estável proporciona consciência postural e estabilidade da coluna vertebral. Sua intenção é movimentar-se no espaço criando passos de dança mais desafiadores e interessantes com naturalidade, certo? Para atingir esse objetivo você precisa de músculos fortes no tronco. Um dos movimentos fundamentais da dança

é o plié e, quer seja executado com os membros inferiores em posição paralela ou rodados medial ou lateralmente, requer coordenação com a respiração e força no core.

Quando a coreografia exige que seu tronco se desestabilize, a força do core impede o colapso da coluna vertebral. Durante a extensão da coluna vertebral em um salto, a musculatura do core deve protegê-la, fixando-a como uma cinta. Todos os aspectos da dança podem interferir na posição da coluna vertebral. Quando você se prepara para movimentar-se, a ativação do core lhe proporciona maior controle de seus movimentos.

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2. Coluna vertebral

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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COLUNA VERTEBRAL

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ua coluna vertebral é capaz de gerar movimentos multidirecionais que o tornam capaz de executar vários estilos de dança com fluidez e suavidade. Sua coluna pode caracterizar-se pela flexibilidade, necessária para várias combinações contemporâneas, ou pode ter um aspecto mais rígido e estável, porém elegante, para execuções com parceiro. A postura de balé pode exigir que sua coluna seja forte, mas tenha um aspecto elegante e elevado. Tudo isso depende da posição, do equilíbrio e da organização das contrações musculares. Para melhorar a posição do corpo, você precisa de bom equilíbrio das ações musculares para manter o alinhamento adequado de sua coluna.

Este capítulo apresenta os músculos associados à posição ideal da coluna vertebral.

A dança pode sobrecarregar bastante seu dorso, especialmente os segmentos que possuem mais mobilidade. Aprender a utilizar toda a coluna e equilibrar a estabilidade e a flexibilidade pode melhorar suas habilidades e reduzir o risco de lesão.

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1. Condicionamento mente-corpo

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO1

Condicionamento mente-corpo

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lguns anos atrás, enquanto lecionava no Ballet da Ópera de Zurique, ajudei uma dançarina experiente com relação à execução de suas piruetas. Ela conseguia realizar de 3 a 4 piruetas de forma bem previsível, mas sua cabeça inclinava um pouco para o lado e sua pelve apresentava uma tendência de queda para a frente, ao final dos giros. Eu apontei essas observações e ela tentou novamente, mas suas piruetas não melhoraram. Esses desalinhamentos estavam embutidos em seus padrões de movimento, de forma que simplesmente estar ciente daquilo não ajudaria no aperfeiçoamento de suas piruetas. Ela então me perguntou o que deveria fazer para realizar piruetas mais eficientes, e eu disse que seria necessária alguma força adicional, mas que esta teria pouco efeito dentro do padrão de movimento que ela então exibia. Contudo, ela poderia melhorar seu nível se estivesse disposta a reaprender a postura de sua pirueta. Como os músculos são fortalecidos dentro da coordenação em que são usados, é preciso descobrir a melhor coordenação antes de fortalecer essas piruetas.

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6. Avaliando o aprendizado da dança pelas crianças

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Avaliando o aprendizado da dança pelas crianças

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avaliação, um aspecto importante de um currículo de dança abrangente, pode ser conduzida de diversas formas. O mais importante é que o tipo de avaliação escolhido deve estar diretamente relacionado com os resultados esperados para a experiência de aprendizagem.

Wiggins (1998) defende que o objetivo principal da avaliação deve ser a formação dos alunos e o incremento do nível de aprendizado, e não apenas sua medida. Sendo um componente essencial do processo de ensino e aprendizagem, a avaliação está totalmente inserida no currículo da dança. Aqueles que ensinam essa disciplina estão sempre procurando as melhores metodologias de avaliação daquilo que os alunos aprenderam. Esses profissionais buscam descobrir maneiras viáveis de medir, de modo válido e confiável, a criatividade, o desempenho, a cooperação no trabalho em grupo, a evolução pessoal e as mudanças em termos de atitudes e valores. Muitos métodos de avaliação usados na dança são projetados pelo professor e têm seu foco direcionado especificamente ao aprendizado que ocorre em uma aula ou unidade específica.

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5. Região do ombro

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Região do ombro

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A região do ombro é, na verdade, composta de cinco articulações: a articulação esternoclavicular (EC), a articulação acromioclavicular (AC), a articulação coracoclavicular, a articulação glenoumeral e a articulação escapulotorácica, em que a escápula desliza sobre a parede torácica. A articulação considerada especificamente como a do ombro

é a glenoumeral, enquanto as outras são articulações do cíngulo do membro superior.

A estrutura do ombro possibilita uma grande amplitude de movimento, tornando possível o posicionamento do braço e da mão. Os movimentos da região do ombro são determinados pelos músculos que estão localizados no tórax, costas e braços. Portanto, o que quer que a região do ombro esteja fazendo determina a aparência de grande parte da porção superior do corpo.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

REGIÃO DO OMBRO

São os movimentos dos braços que irão modelar a maior parte dos músculos das costas, assim como do tórax e do braço. Outros músculos nessas áreas são delineados pelos movimentos da escápula, na região das articulações do cíngulo do membro superior.

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7. Desenvolvendo potência nas pernas e nos pés

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO7

Desenvolvendo potência nas pernas e nos pés

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uitos dançarinos preocupam-se constantemente com a força, flexibilidade e estética das pernas e dos pés. Surpreendentemente, grande parte deles tem uma imagem negativa de seus pés. Uma vez eu estava treinando o plié de uma dançarina quando ela anunciou, como se para me avisar de uma maldição,

“eu tenho pés horríveis”. “Você tem pés horríveis?”, disse eu, olhando para os pés dela sem enxergar o que havia de errado. Perguntei: “Você quer dizer que gostaria de melhorar seus pés?” e ela concordou, com certo nervosismo.

Essa experiência e outras similares me convenceram de quão deletério o autojulgamento pode ser quando se trata do corpo do dançarino. Um dançarino que enxerga uma parte do corpo com uma forte imagem negativa bloqueia seu caminho para melhorar essa região. Pergunte a um grupo de dançarinas se elas gostam dos seus pés; muitas terão reservas. Depois, pergunte a elas como elas tratam alguém de quem não gostam, e elas começarão a entender a mensagem. Algumas vezes o resultado desse medo do pé é a prática excessiva de um treinamento em que os pés são forçados a se adaptarem à estética desejada. O segredo é integrar o aumento da força nos pés e nas pernas a um contexto corporal completo. A posição e o movimento dos pés reverberam-se ao longo do corpo; uma mudança na posição da coluna e da pelve influencia os pés. Portanto, melhorar a ação coordenada e o equilíbrio muscular ao fortalecer as pernas e os pés é a chave para um condicionamento bem-sucedido dos pés e das pernas.

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3. Equilíbrio reflexivo

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO3

Equilíbrio reflexivo

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equilíbrio é uma das habilidades mais importantes na dança, e, ainda assim, escapa à atenção de muitos dançarinos. O corpo equilibra-se habilmente em variadas posições a cada passo dado. Quando se está em uma postura centrada, com os ossos bem alinhados e os músculos bem coordenados, é preciso, na verdade, uma menor atividade muscular total do que quando se está desalinhado. Portanto, se você é um dançarino e seu atual objetivo é o de melhorar seu equilíbrio simplesmente recrutando mais músculos, está fazendo o oposto do que ocorre durante o equilíbrio alinhado. O equilíbrio alinhado exige menos esforço.

Para melhorar o equilíbrio, é necessária primeiramente uma percepção do que você está fazendo ao tentar se equilibrar. Você atinge essa percepção observando-se e ajustando progressivamente sua forma habitual de realizar um movimento, o que o leva a alcançar sua meta de equilíbrio sem esforço em todas as situações.

Veja um exemplo de como padrões de movimento são importantes para o equilíbrio. Se estiver tentando realizar um relevé em attitude e estiver caindo ou falhando em manter a posição, você pode estar movendo seu corpo em partes, e não como uma unidade completamente alinhada. Para realizar um relevé e mover-se para a posição demi-pointe ou pointe, é preciso inicialmente realizar um plié na perna de apoio. Se o ombro direito se mover mais do que o esquerdo e a coluna entortar, o corpo acabará ficando tenso em algumas partes para compensar a falta de equilíbrio nas pernas. À medida que você realiza o relevé, essa tensão torna difícil a sensação de que o corpo inteiro está se movendo de maneira uniforme para cima; um lado das costas e um braço movem-se mais rapidamente que o outro lado, e novamente você terá de compensar para ficar equilibrado. A compensação é complexa e é uma experiência muito mais difícil do que experimentar o corpo inteiro como um todo. Além disso, quando você perde o equilíbrio, já pondera o que deu errado dessa vez, o que o fará ficar ainda mais preocupado e tenso na próxima vez em que precisar se equilibrar.

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6. Pelve e quadris

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PELVE E QUADRIS

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dança requer um movimento repetitivo pouco comum da articulação do quadril que exige controle extremo. Movimentos rápidos e rebuscados do quadril constituem a marca da apimentada dança latina. Praticantes de dança moderna possuem força e agilidade para movimentar os quadris em todos os planos enquanto mudam o apoio do peso e ainda mantêm o equilíbrio. Sapateadores conseguem movimentar os pés e o restante dos membros inferiores com velocidade extraordinária enquanto a pelve permanece estável. Bailarinos exibem a altura do développé mantendo a força e a flexibilidade nos quadris. Todos os dançarinos precisam entender como as forças do movimento dos membros inferiores são distribuídas pelas articulações do quadril e pela pelve. Todo estilo de dança exige que a coxa trabalhe junto e, em vários momentos, em posições de rotação lateral ou medial. Entender como a pelve trabalha em harmonia com os membros inferiores pode melhorar sua técnica. Sua meta é realizar o movimento desejado dos membros inferiores sem perder o controle da pelve.

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9. Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

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lunos do terceiro, quarto e quinto anos já praticaram movimentos motores e não motores e podem empregá-los para a criação de danças individuais, em pares ou em pequenos grupos. Eles estão aptos a memorizar sequências de movimentos, mover-se em uníssono acompanhando os tempos dos movimentos e a organizar movimentos para a composição de uma dança. Você pode promover discussões a respeito dos contextos histórico, social e cultural dos conteúdos da dança, assim como pedir aos alunos que façam uma autoavaliação e avaliem seus pares. Embora seja possível que alguns alunos nessa faixa etária demonstrem certa relutância em dançar, as experiências de aprendizagem apresentadas neste capítulo proporcionam condições de envolvimento com a dança, sem riscos, usando movimentos já conhecidos. Para facilitar a seleção de experiências de aprendizagem, cada uma delas apresenta-se resumida na Tab. 9.1.

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10. Treinamento com faixa elástica

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO10

Treinamento comfaixa elástica

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treinamento com faixa elástica constitui uma série completa para o condicionamento de dançarinos. Os movimentos são derivados de técnicas de dança moderna e de balé, e proporcionam uma relação entre a construção de força e flexibilidade e os padrões de movimentos para a dança. A chave para o sucesso na sequência de exercícios a seguir é o bom alinhamento, respiração com relaxamento e iniciação correta de movimento.

Preparando para a sequência

Idealmente, você deve vestir calça ou meias longas, para que não seja atrapalhado pela fricção da faixa elástica contra a perna. Selecione uma faixa que tenha pelo menos 3 m de comprimento. Para determinar se a faixa tem o comprimento correto para a sua altura, coloque o centro da faixa elástica na cabeça. Ela deve ser longa o suficiente para tocar o solo em ambos os lados do corpo.

Faça um grande laço em uma extremidade da faixa e amarre-o com um nó (Fig. 10.1a). Você pode ter de experimentar o tamanho do laço que melhor serve no seu pé. Coloque o laço sobre o pé e faça o número oito com a faixa para criar um segundo laço (Fig. 10.1, b e c). Puxe o segundo laço para cima sobre o seu pé, para que o nó fique voltado para a frente. A faixa não deve ser muito apertada no pé ou restringirá o fluxo de sangue. Por outro lado, se estiver muito solta, escorregará durante os exercícios.

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