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Medium 9788520431672

9. Treinamento corporal global

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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TREINAMENTO

CORPORAL GLOBAL

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campo da anatomia e da pesquisa em dança tem apresentado enorme crescimento, o que é um fator de motivação para todos aqueles que se dedicam a essa área.

Excelentes especialistas em medicina da dança podem ser encontrados em todo o mundo, e sua paixão por auxiliar os dançarinos continua a crescer. No entanto, o real valor desse desenvolvimento está em benecifiá-lo, quer você seja dançarino ou professor. Pesquisas em andamento publicadas em jornais médicos fornecem informações aos especialistas em medicina da dança para ajudar você. Por exemplo, estudos têm mostrado que incluir simples exercícios de condicionamento dos flexores do quadril em sua rotina diária pode melhorar a altura de seu développé. Pesquisas também concluem que o uso excessivo do quadríceps femoral com rotação lateral deficiente pode causar dor e lesão no joelho. Adicionar exercícios específicos para dança ao seu treinamento aumentará seu desempenho e diminuirá os riscos de lesão.

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Medium 9788520440018

9. Articulação do joelho

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do joelho

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Os joelhos são um exemplo perfeito de articulação: dois ossos articulados (unidos), mantidos conectados por ligamentos, com tendões musculares inseridos para mover a articulação, cartilagem para absorver impactos e líquido sinovial dentro de uma membrana para lubrificar. É a maior articulação do corpo, com os dois ossos longos (fêmur e tíbia) atuando como alavancas; no ponto em que eles se encontram há pouco movimento lateral.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO JOELHO

Côndilo lateral do fêmur

Ligamento cruzado posterior

Ligamento cruzado anterior

Côndilo medial do fêmur

Ligamento colateral fibular

Menisco medial

Ligamento colateral tibial

Menisco lateral

Côndilo medial da tíbia

Cabeça da fíbula

Ligamento patelar

Ligamento transverso do joelho

Faceta medial da patela

Patela

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2. Coluna vertebral

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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COLUNA VERTEBRAL

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ua coluna vertebral é capaz de gerar movimentos multidirecionais que o tornam capaz de executar vários estilos de dança com fluidez e suavidade. Sua coluna pode caracterizar-se pela flexibilidade, necessária para várias combinações contemporâneas, ou pode ter um aspecto mais rígido e estável, porém elegante, para execuções com parceiro. A postura de balé pode exigir que sua coluna seja forte, mas tenha um aspecto elegante e elevado. Tudo isso depende da posição, do equilíbrio e da organização das contrações musculares. Para melhorar a posição do corpo, você precisa de bom equilíbrio das ações musculares para manter o alinhamento adequado de sua coluna.

Este capítulo apresenta os músculos associados à posição ideal da coluna vertebral.

A dança pode sobrecarregar bastante seu dorso, especialmente os segmentos que possuem mais mobilidade. Aprender a utilizar toda a coluna e equilibrar a estabilidade e a flexibilidade pode melhorar suas habilidades e reduzir o risco de lesão.

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Medium 9788520436271

8. Experiências de aprendizagem para pré-escola e primeiro e segundo anos

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Experiências de aprendizagem para pré-escola e primeiro e segundo anos

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rianças pequenas sentem grande alegria nas danças que envolvem imagens vívidas, histórias, animais e personagens bem conhecidos. Muitas das experiências de aprendizagem deste capítulo oferecem às crianças a oportunidade de expressar suas ideias a respeito de personagens circenses, animais e experiências reais ou imaginárias. Na qualidade de professor, você desempenha um papel importante quanto ao planejamento de tarefas adequadas às necessidades físicas, cognitivas, emocionais e sociais de uma faixa etária específica. Nas experiências de dança criativa apresentadas nesta obra, você orienta as crianças na criação e na expansão de movimentos dentro de uma estrutura planejada da dança da apoteose. Para facilitar sua seleção de experiências de aprendizagem, resumimos cada uma delas na Tab. 8.1.

Você verificará que cada experiência de aprendizagem

é esquematizada, em linhas gerais, em doze seções que identificam resultados e avaliações, equipamentos e organização, além de uma descrição detalhada de como im-

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Medium 9788520440018

10. Articulação do tornozelo e do pé

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do tornozelo e do pé

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A construção da articulação do tornozelo/pé é a mais intrigante.

Os 26 ossos (7 tarsais, 5 metatarsais e 14 falanges), os 19 grandes músculos, muitos pequenos músculos intrínsecos da planta do pé e mais de 100 ligamentos compõem a estrutura principal de cada articulação do tornozelo e do pé.

A transferência de peso da tíbia para o tálus e então para o calcâneo (osso do calcanhar) é um incrível ato de equilíbrio em que se recebe o peso de todo o corpo e, em seguida, impulsiona-o adiante para o restante do pé.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO E DO PÉ

Articulações e ações da articulação do tornozelo e do pé

A articulação superior do tornozelo é o ponto de articulação entre a tíbia, a fíbula e o tálus.

Eles se encaixam firmemente; é uma articulação do tipo gínglimo, em que ocorrem as ações de flexão plantar e flexão dorsal. A articulação inferior, ou distal, do tornozelo é uma combinação das articulações talocalcânea e transversa do tarso. Os sete ossos tarsais estão localizados nessa área, e há diversos movimentos entre as várias articulações. A autora prefere simplificar as ações articulares da área utilizando os termos“pronação”e“supinação”(ver página 179).

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Medium 9788520433027

6. Fortalecendo o centro

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO6

Fortalecendo o centro

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força e a coordenação dos músculos da coluna lombar, do quadril e do abdome são importantes na dança.

No entanto, muitos dançarinos apresentam falta de força precisamente nessas áreas (Molnar e Esterson,

1997). O condicionamento desses músculos de forma equilibrada é uma tarefa complexa, mas, ao focar nas re­giões-chave – o diafragma, o iliopsoas, a região lombar e os músculos abdominais –, você pode garantir o fortalecimento do centro.

Este capítulo ensinará os passos necessários para o fortalecimento do centro. Em primeiro lugar, você aprenderá o que significa estar centrado. Em seguida, explorará o funcionamento do diafragma e por que sua força e elasticidade são importantes para o controle central e força. O próximo passo é criar uma força equilibrada no iliopsoas e nos extensores profundos da coluna lombar para permitir que você respire livremente ao se exercitar. Finalmente, você coordenará os músculos da coluna vertebral e os abdominais com imagem corporal, além de fortalecê-los usando faixa elástica.

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Medium 9788520436271

5. Tornando o ensino mais efetivo

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Tornando o ensino mais efetivo

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efetividade do processo de ensino começa com o planejamento de uma experiência de aprendizagem que seja fundamentado no conhecimento do estágio de crescimento e desenvolvimento das crianças, assim como das formas pelas quais elas aprendem, do conteúdo do programa de dança e do processo de elaboração e implementação das aulas. O objetivo é proporcionar uma experiência de aprendizagem significativa que integre as necessidades das crianças com o conteúdo do programa de dança. Este capítulo apresenta estratégias que visam tornar mais positiva uma aula de dança, tanto para os alunos como para você, o professor.

aJuDanDo toDas as crianças a aprenDer

Cada criança tem suas características únicas. O processo de aprendizagem difere de uma para outra, o que requer que você adapte o conteúdo e o método pedagógico para ajudá-las a se tornarem aprendizes bem-sucedi-

das. Huebner observa: “As salas de aula dos dias atuais estão repletas de aprendizes que se diferenciam não apenas do ponto de vista cultural e linguístico, mas também em suas aptidões cognitivas, sua bagagem de conhecimentos e preferências em termos de aprendizado” (Huebner, 2010, p. 79). Embora essa diversidade deva ser acolhida com entusiasmo, ela impõe um desafio a você, na qualidade de professor. Aulas de dança e de educação física incluem crianças dotadas de um amplo leque de habilidades; para algumas, movimentar-se é uma das melhores formas de expressão de ideias e sentimentos. Essas crianças dominam bem o uso dos movimentos como meio de comunicação e respondem entusiasticamente aos sons e ritmos da música. Nem todas elas, no entanto, encontram facilidade em se movimentar ou sentem-se tranquilas executando os movimentos. Para estar à altura das necessidades educacionais das crianças, é necessário começar conhecendo as características físicas, cognitivas, emocionais e sociais que elas possuem. Esse conhecimento o ajuda a diferenciar as instruções apresentadas, introduzindo

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Medium 9788520440018

8. Articulação iliofemoral (do quadril)

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação iliofemoral

(do quadril)

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A articulação iliofemoral é uma grande articulação esferoide

(em bola e soquete), formada pela junção entre o acetábulo da pelve (o soquete) e a cabeça do fêmur (a bola). Do ponto de vista arquitetônico, a pelve é a pedra angular e os fêmures são os pilares de uma estrutura em formato de arco. Essa estrutura torna a articulação do quadril muito estável.

Os músculos que atuam na articulação do quadril passam da pelve para o fêmur, alguns indo até mesmo além da articulação do joelho. Todos os grandes músculos dão formato

à coxa. Os músculos da parte anterior da coxa flexionam o quadril, os músculos da parte externa (lateral) abduzem, os músculos da parte posterior estendem e os músculos da parte medial (interna) aduzem. A maior parte dos músculos acima realiza também a rotação medial ou lateral, as duas últimas ações do quadril.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

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8. Tornozelos e pés

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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TORNOZELOS E PÉS

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és fortes e equilibrados servem como base para todo o corpo. O aprendizado sobre o alinhamento da perna associado à força do core e da pelve proporcionará a seus pés a potência de que você precisa para ser rápido e audaz. Como dançarino, é necessário que você tenha um conhecimento básico sobre o alinhamento preciso e a ação muscular para melhorar sua técnica. Existem 26 ossos e 34 articulações em seu pé, criando, portanto, muitas possibilidades de movimento. Ao suportar peso, qualquer movimento articular tem relação direta com outras articulações do pé. Você deve ser capaz de dançar como uma unidade, em que todas as articulações trabalham em harmonia.

O jazz, as danças moderna e de salão e a maior parte das danças folclóricas requerem movimentos similares de pés e tornozelos. Você deve ser capaz de se deslocar rapidamente com os pés e elevar-se sobre a cabeça dos metatarsais (“bola dos pés”) e na ponta dos dedos dos pés. Talvez você precise correr e pular usando sapatos de salto ou girar e dar impulsos com os pés descalços. Praticantes de sapateado, clog1 e flamenco realizam muitos movimentos difíceis de percussão com os pés que exigem potênca intensa. Girar, saltar, ficar na ponta, executar relevés e pliés são habilidades básicas necessárias para todas as técnicas de dança. Cada estilo requer posições incomuns dos pés, sem mencionar os calçados específicos, utilizados mais como efeito estético que para sustentação. O balé clássico requer amplitude extrema de movimento para o trabalho na ponta, mas este capítulo é dedicado a todos os estilos de dança e à importância do conhecimento de anatomia. É importante conhecer as estruturas de sustentação que mantêm seus arcos

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2. Músculo esquelético e mecânica muscular

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Músculo esquelético e mecânica muscular

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O corpo humano contém mais de 215 pares de músculos esqueléticos, que constituem cerca de 40% de seu peso. Os músculos esqueléticos são assim chamados porque a maior parte deles se une ao esqueleto e o move, sendo, portanto, responsáveis pelos movimentos corporais.

Os músculos esqueléticos têm um suprimento abundante de vasos e nervos sanguíneos, que estão diretamente relacionados com a contração, a principal função do músculo esquelético. Cada músculo esquelético geralmente tem uma artéria principal, para trazer nutrientes por meio do suprimento sanguíneo, e várias veias para eliminar os resíduos metabólicos.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

MÚSCULO ESQUELÉTICO E MECÂNICA MUSCULAR

O suprimento sanguíneo e nervoso geralmente penetra no músculo em sua porção central, mas às vezes adentra por uma das extremidades, eventualmente penetrando o endomísio em torno de cada fibra muscular.

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8. Desenvolvendo potência no tronco e nos braços

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO8

Desenvolvendo potência no tronco e nos braços

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corpo humano foi singelamente construído de forma a proporcionar às mãos um inigualável repertório de movimentos. Punhos, cotovelo e ombros permitem que as mãos se movam com o máximo de destreza e tenham a habilidade de se ajustar às tarefas mais delicadas. Usar essas partes do corpo para mover os braços de maneira coordenada e graciosa ajuda a centrar o corpo inteiro e é primordial para melhorar a técnica de dança.

Tradicionalmente, aulas de dança enfatizam o treinamento das pernas, mas esse foco está mudando. Em algumas companhias de dança, dançar com os braços está se tornando parte do repertório padrão. Particularmente no treinamento de balé, braços e troncos dos dançarinos precisam ter força suficiente para realizar elevação e gestos rápidos do petit allegro. Desenvolver força nos braços e no tronco não apenas melhora todas as técnicas de dança, mas também elimina o tão comum desequilíbrio de força entre a parte superior e a inferior do corpo (ver também Cap. 4 sobre a liberação de tensão dos ombros e do pescoço). Os braços funcionam apropriadamente apenas quando sustentados por um tronco e um dorso fortalecidos e com equilíbrio muscular. As cadeias musculares que envolvem a parte superior do corpo criam a base a partir da qual você pode iniciar movimentos de braço potentes e graciosos.

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7. Membros inferiores

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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MEMBROS INFERIORES

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mágica da dança revela-se na beleza dos membros inferiores. Todos os estilos de dança exibem habilidades dos membros inferiores – eles desafiam a força da gravidade e contestam o que é humanamente possível. Essa qualidade estética é o meio pelo qual você se comunica com a plateia. Você sabe que deve dançar usando todo o corpo, mas este capítulo concentra-se na anatomia dos membros inferiores e destaca a precisão, ou seja, o grau de refinamento no movimento dos membros inferiores. O movimento preciso requer exatidão e velocidade coordenada das contrações musculares.

Vamos continuar a explorar os ossos e músculos que contribuem para a beleza dos membros inferiores. O fêmur, o osso mais longo e forte do corpo, dispõe-se angulado a partir da pelve para formar a parte proximal da articulação do joelho (Fig. 7.1) e apresenta vários músculos inseridos que o ajudam a criar precisão nos movimentos e habilidades da dança. A articulação do joelho é do tipo gínglimo (dobradiça) e

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Medium 9788520433027

10. Treinamento com faixa elástica

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO10

Treinamento comfaixa elástica

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treinamento com faixa elástica constitui uma série completa para o condicionamento de dançarinos. Os movimentos são derivados de técnicas de dança moderna e de balé, e proporcionam uma relação entre a construção de força e flexibilidade e os padrões de movimentos para a dança. A chave para o sucesso na sequência de exercícios a seguir é o bom alinhamento, respiração com relaxamento e iniciação correta de movimento.

Preparando para a sequência

Idealmente, você deve vestir calça ou meias longas, para que não seja atrapalhado pela fricção da faixa elástica contra a perna. Selecione uma faixa que tenha pelo menos 3 m de comprimento. Para determinar se a faixa tem o comprimento correto para a sua altura, coloque o centro da faixa elástica na cabeça. Ela deve ser longa o suficiente para tocar o solo em ambos os lados do corpo.

Faça um grande laço em uma extremidade da faixa e amarre-o com um nó (Fig. 10.1a). Você pode ter de experimentar o tamanho do laço que melhor serve no seu pé. Coloque o laço sobre o pé e faça o número oito com a faixa para criar um segundo laço (Fig. 10.1, b e c). Puxe o segundo laço para cima sobre o seu pé, para que o nó fique voltado para a frente. A faixa não deve ser muito apertada no pé ou restringirá o fluxo de sangue. Por outro lado, se estiver muito solta, escorregará durante os exercícios.

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Medium 9788520436271

7. Envolvendo todas as crianças na dança

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

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Envolvendo todas as crianças na dança

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oda criança tem necessidade de se expressar e de comunicar seus sentimentos e ideias, seja por intermédio da fala, da escrita, dos movimentos ou das artes visuais ou cênicas. Por meio da dança, crianças com deficiência têm condições de descobrir que os movimentos podem ser uma forma de elas expressarem as emoções, de expandirem o espectro de movimentos, de interagirem socialmente e de explorarem novas maneiras de se conhecer e tomar consciência do mundo que as rodeia. Na qualidade de professor de dança, você deve assumir o compromisso de ajudar cada aluno a desenvolver todo o potencial que possui. Encare as crianças por meio da lente das aptidões, e não das limitações. Reconheça em cada uma delas um indivíduo e evite olhá-las como membros de uma categoria deficiente ou rotulá-las. Todas as crianças são respeitadas por seu estilo próprio de aprender, e o sucesso é definido por meio da adoção de parâmetros individualizados. Tortora, terapeuta da dança, observa: “A individualidade emerge à medida que as diferenças individuais são apoiadas. As crianças são incentivadas a apren-

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6. Avaliando o aprendizado da dança pelas crianças

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Avaliando o aprendizado da dança pelas crianças

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avaliação, um aspecto importante de um currículo de dança abrangente, pode ser conduzida de diversas formas. O mais importante é que o tipo de avaliação escolhido deve estar diretamente relacionado com os resultados esperados para a experiência de aprendizagem.

Wiggins (1998) defende que o objetivo principal da avaliação deve ser a formação dos alunos e o incremento do nível de aprendizado, e não apenas sua medida. Sendo um componente essencial do processo de ensino e aprendizagem, a avaliação está totalmente inserida no currículo da dança. Aqueles que ensinam essa disciplina estão sempre procurando as melhores metodologias de avaliação daquilo que os alunos aprenderam. Esses profissionais buscam descobrir maneiras viáveis de medir, de modo válido e confiável, a criatividade, o desempenho, a cooperação no trabalho em grupo, a evolução pessoal e as mudanças em termos de atitudes e valores. Muitos métodos de avaliação usados na dança são projetados pelo professor e têm seu foco direcionado especificamente ao aprendizado que ocorre em uma aula ou unidade específica.

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