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9. Treinamento corporal global

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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TREINAMENTO

CORPORAL GLOBAL

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campo da anatomia e da pesquisa em dança tem apresentado enorme crescimento, o que é um fator de motivação para todos aqueles que se dedicam a essa área.

Excelentes especialistas em medicina da dança podem ser encontrados em todo o mundo, e sua paixão por auxiliar os dançarinos continua a crescer. No entanto, o real valor desse desenvolvimento está em benecifiá-lo, quer você seja dançarino ou professor. Pesquisas em andamento publicadas em jornais médicos fornecem informações aos especialistas em medicina da dança para ajudar você. Por exemplo, estudos têm mostrado que incluir simples exercícios de condicionamento dos flexores do quadril em sua rotina diária pode melhorar a altura de seu développé. Pesquisas também concluem que o uso excessivo do quadríceps femoral com rotação lateral deficiente pode causar dor e lesão no joelho. Adicionar exercícios específicos para dança ao seu treinamento aumentará seu desempenho e diminuirá os riscos de lesão.

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Medium 9788520433027

1. Condicionamento mente-corpo

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO1

Condicionamento mente-corpo

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lguns anos atrás, enquanto lecionava no Ballet da Ópera de Zurique, ajudei uma dançarina experiente com relação à execução de suas piruetas. Ela conseguia realizar de 3 a 4 piruetas de forma bem previsível, mas sua cabeça inclinava um pouco para o lado e sua pelve apresentava uma tendência de queda para a frente, ao final dos giros. Eu apontei essas observações e ela tentou novamente, mas suas piruetas não melhoraram. Esses desalinhamentos estavam embutidos em seus padrões de movimento, de forma que simplesmente estar ciente daquilo não ajudaria no aperfeiçoamento de suas piruetas. Ela então me perguntou o que deveria fazer para realizar piruetas mais eficientes, e eu disse que seria necessária alguma força adicional, mas que esta teria pouco efeito dentro do padrão de movimento que ela então exibia. Contudo, ela poderia melhorar seu nível se estivesse disposta a reaprender a postura de sua pirueta. Como os músculos são fortalecidos dentro da coordenação em que são usados, é preciso descobrir a melhor coordenação antes de fortalecer essas piruetas.

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Medium 9788520440018

3. Coluna vertebral

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Coluna vertebral

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Do ponto de vista mecânico, a coluna vertebral é o “centro do universo” do corpo. É humanamente impossível mover o corpo no espaço sem a ajuda da coluna vertebral, curvar-se, virar-se, ficar em pé ou mover a cabeça para ver algo.

As funções da coluna vertebral são a sustentação, o equilíbrio, a conexão, a proteção e o movimento. Ela sustenta e equilibra a postura ereta. A coluna vertebral conecta os membros inferiores aos superiores. Protege a medula espinal, que se funde com o encéfalo. Juntamente às costelas, com as quais se articula, a coluna vertebral protege o coração e os pulmões.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

COLUNA VERTEBRAL

As ações (movimentos articulares) ocorrem nos três planos, movendo a cabeça e o tronco. As ações são diferentes das “funções” articulares (página 31). As ações articulares da coluna vertebral são a flexão, a extensão, a hiperextensão, a flexão lateral para a direita e esquerda e a rotação para a direita e esquerda. Cada parte da coluna vertebral exerce algumas ações melhor do que outras.

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Medium 9788520436271

7. Envolvendo todas as crianças na dança

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Envolvendo todas as crianças na dança

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oda criança tem necessidade de se expressar e de comunicar seus sentimentos e ideias, seja por intermédio da fala, da escrita, dos movimentos ou das artes visuais ou cênicas. Por meio da dança, crianças com deficiência têm condições de descobrir que os movimentos podem ser uma forma de elas expressarem as emoções, de expandirem o espectro de movimentos, de interagirem socialmente e de explorarem novas maneiras de se conhecer e tomar consciência do mundo que as rodeia. Na qualidade de professor de dança, você deve assumir o compromisso de ajudar cada aluno a desenvolver todo o potencial que possui. Encare as crianças por meio da lente das aptidões, e não das limitações. Reconheça em cada uma delas um indivíduo e evite olhá-las como membros de uma categoria deficiente ou rotulá-las. Todas as crianças são respeitadas por seu estilo próprio de aprender, e o sucesso é definido por meio da adoção de parâmetros individualizados. Tortora, terapeuta da dança, observa: “A individualidade emerge à medida que as diferenças individuais são apoiadas. As crianças são incentivadas a apren-

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Medium 9788520440018

Apêndice: mandíbula e garganta

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice: mandíbula e garganta

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A mandíbula se articula com o crânio para formar a articulação temporomandibular; seus músculos produzem a mastigação. Outro movimento da alimentação é a preensão, ou apreensão dos alimentos pelos potentes músculos da mandíbula: o temporal, o masseter e os pterigóideos lateral e medial. Eles abrem e fecham a mandíbula e trituram com os dentes, uma ocorrência que produz estresse, às vezes durante o sono.

Pterigóideo lateral

(cabeça inferior)

Temporal

Masseter

Pterigóideo lateral

(cabeça superior)

Figura A1 Articulação temporomandibular.

Disfunção da articulação temporomandibular

Trata-se de uma disfunção da articulação temporomandibular (ATM) que é muito prevalente na atualidade, em muitos casos em razão do estresse. A tensão pode desalinhar o posicionamento da mandíbula e pinçar os nervos, levando a problemas adicionais e a uma possível cirurgia. Tenha em mente que esta não é a única razão para a disfunção da ATM; pode haver limitações ósseas ou outras causas. O alinhamento correto é, novamente, a solução.

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Medium 9788520440018

1. Direção anatômica, planos e movimentos

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Direção anatômica, planos e movimentos

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A posição anatômica fornece um ponto de referência padrão para um indivíduo. Nesta posição, o corpo está na vertical, a cabeça, os olhos e os artelhos estão voltados para a frente e os braços e as mãos estão pendentes na lateral do corpo, com as palmas das mãos voltadas para a frente.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

DIREÇÃO ANATÔMICA, PLANOS E MOVIMENTOS

Termos para descrever a direção

Anterior. Situado ou voltado à frente do corpo. (Também chamada de ventral.) Assim, um termo com o prefixo “antero” significa “antes”.

Posterior. Situado em direção à parte de trás do corpo (Também chamada dorsal.) “Postero” indica um modo combinado, denotando relação com a parte posterior, por exemplo, posterolateral.

Inferior. Situado abaixo, ou dirigido para baixo, afastando-se da cabeça.

Superior. Situado acima, em direção à cabeça.

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6. Avaliando o aprendizado da dança pelas crianças

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Avaliando o aprendizado da dança pelas crianças

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avaliação, um aspecto importante de um currículo de dança abrangente, pode ser conduzida de diversas formas. O mais importante é que o tipo de avaliação escolhido deve estar diretamente relacionado com os resultados esperados para a experiência de aprendizagem.

Wiggins (1998) defende que o objetivo principal da avaliação deve ser a formação dos alunos e o incremento do nível de aprendizado, e não apenas sua medida. Sendo um componente essencial do processo de ensino e aprendizagem, a avaliação está totalmente inserida no currículo da dança. Aqueles que ensinam essa disciplina estão sempre procurando as melhores metodologias de avaliação daquilo que os alunos aprenderam. Esses profissionais buscam descobrir maneiras viáveis de medir, de modo válido e confiável, a criatividade, o desempenho, a cooperação no trabalho em grupo, a evolução pessoal e as mudanças em termos de atitudes e valores. Muitos métodos de avaliação usados na dança são projetados pelo professor e têm seu foco direcionado especificamente ao aprendizado que ocorre em uma aula ou unidade específica.

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Medium 9788520436271

8. Experiências de aprendizagem para pré-escola e primeiro e segundo anos

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Experiências de aprendizagem para pré-escola e primeiro e segundo anos

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rianças pequenas sentem grande alegria nas danças que envolvem imagens vívidas, histórias, animais e personagens bem conhecidos. Muitas das experiências de aprendizagem deste capítulo oferecem às crianças a oportunidade de expressar suas ideias a respeito de personagens circenses, animais e experiências reais ou imaginárias. Na qualidade de professor, você desempenha um papel importante quanto ao planejamento de tarefas adequadas às necessidades físicas, cognitivas, emocionais e sociais de uma faixa etária específica. Nas experiências de dança criativa apresentadas nesta obra, você orienta as crianças na criação e na expansão de movimentos dentro de uma estrutura planejada da dança da apoteose. Para facilitar sua seleção de experiências de aprendizagem, resumimos cada uma delas na Tab. 8.1.

Você verificará que cada experiência de aprendizagem

é esquematizada, em linhas gerais, em doze seções que identificam resultados e avaliações, equipamentos e organização, além de uma descrição detalhada de como im-

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3. Costelas e respiração

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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COSTELAS E

RESPIRAÇÃO

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mbora a respiração seja o processo natural de conduzir oxigênio aos pulmões, a maioria dos dançarinos tem dúvidas sobre como exatamente se deve respirar!

Tudo bem, você sabe como respirar, mas sabe usar sua respiração de modo eficiente para reduzir a tensão e melhorar a força do core? Quantas vezes você ouve instruções para “encolher a barriga”? Em geral, você puxa o abdome para dentro e levanta as costelas, o tórax e os ombros, aumentando, assim, a tensão na parte superior do corpo e, na verdade, tornando mais difícil a respiração. Desse modo, como é possível movimentar-se com naturalidade e beleza? A respiração é parte da dança e do movimento. Ao ministrar uma aula, você pode querer incluir exercícios de respiração nas combinações de dança. Você pode coreografar a respiração em exercícios com música, de modo que os dançarinos se tornem mais conscientes de seus padrões de respiração. Essa respiração rítmica e ordenada pode ser um grande instrumento para estabelecer gradualmente melhores hábitos de respiração.

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5. Movimento alinhado para uma técnica aprimorada

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO5

Movimento alinhado para uma técnica aprimorada

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ssisto a uma aula de dança no estúdio da Broadway, na cidade de Nova York; “Alinhamento e eficiência de movimento estão interconectados”, diz o professor de balé e coreógrafo israelense Zvi Gotheiner. “Se o seu corpo não estiver alinhado, seu nível de tensão aumenta.” Ele vai além, “a tensão dificulta a técnica”. Seus alunos escutam, mas as mudanças acontecem de forma lenta, pois muitos desequilíbrios precisam de correção.

“Alinhe sua cabeça à pelve, ombros nem para a frente e nem para trás, pelve equilibrada e os pés e joelhos alinhados com a articulação do quadril.”

Por que essas alterações são tão difíceis de serem traduzidas de palavras para ações? Uma razão para isso é que, uma vez que seu corpo esteja acostumado a sustentar o aumento do nível de tensão, que é a marca do alinhamento incorreto, isso parece normal para você. Mudanças, mesmo se benéficas do ponto de vista biomecânico, podem parecer desconfortáveis no início.

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7. Membros inferiores

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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MEMBROS INFERIORES

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mágica da dança revela-se na beleza dos membros inferiores. Todos os estilos de dança exibem habilidades dos membros inferiores – eles desafiam a força da gravidade e contestam o que é humanamente possível. Essa qualidade estética é o meio pelo qual você se comunica com a plateia. Você sabe que deve dançar usando todo o corpo, mas este capítulo concentra-se na anatomia dos membros inferiores e destaca a precisão, ou seja, o grau de refinamento no movimento dos membros inferiores. O movimento preciso requer exatidão e velocidade coordenada das contrações musculares.

Vamos continuar a explorar os ossos e músculos que contribuem para a beleza dos membros inferiores. O fêmur, o osso mais longo e forte do corpo, dispõe-se angulado a partir da pelve para formar a parte proximal da articulação do joelho (Fig. 7.1) e apresenta vários músculos inseridos que o ajudam a criar precisão nos movimentos e habilidades da dança. A articulação do joelho é do tipo gínglimo (dobradiça) e

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Apêndice: Mais experiências de aprendizagem

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice

Mais experiências de aprendizagem

Flutuar e socar

Resultados

Depois de participar desta experiência de aprendizagem, as crianças estarão aptas a:

Equipamentos necessários

Uma lista de ações de esforço (ver Fig. 1)

Instrumentos de percussão (tambor e triângulo ou

1. Movimentar-se empregando ações de esforço de flutuação e socos (Laban, 1976).

gongo)

2. Movimentar-se fazendo uso direto e indireto do espaço, peso intenso e leve, e cadência rápida e lenta.

3. Criar uma dança constituída de movimentos de flutuação e socos.

Música lenta e leve para os movimentos de flutuação, e música forte e rápida para os movimentos de soco

Introdução e aquecimento

Hoje, dançaremos empregando dois modos opostos de realizar movimentos. Um deles é um movimento forte e rápido, como

Organização

um soco direto. O outro modo é um movimento leve e lento,

Os alunos trabalham primeiro individualmente e, depois, em

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7. Desenvolvendo potência nas pernas e nos pés

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO7

Desenvolvendo potência nas pernas e nos pés

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uitos dançarinos preocupam-se constantemente com a força, flexibilidade e estética das pernas e dos pés. Surpreendentemente, grande parte deles tem uma imagem negativa de seus pés. Uma vez eu estava treinando o plié de uma dançarina quando ela anunciou, como se para me avisar de uma maldição,

“eu tenho pés horríveis”. “Você tem pés horríveis?”, disse eu, olhando para os pés dela sem enxergar o que havia de errado. Perguntei: “Você quer dizer que gostaria de melhorar seus pés?” e ela concordou, com certo nervosismo.

Essa experiência e outras similares me convenceram de quão deletério o autojulgamento pode ser quando se trata do corpo do dançarino. Um dançarino que enxerga uma parte do corpo com uma forte imagem negativa bloqueia seu caminho para melhorar essa região. Pergunte a um grupo de dançarinas se elas gostam dos seus pés; muitas terão reservas. Depois, pergunte a elas como elas tratam alguém de quem não gostam, e elas começarão a entender a mensagem. Algumas vezes o resultado desse medo do pé é a prática excessiva de um treinamento em que os pés são forçados a se adaptarem à estética desejada. O segredo é integrar o aumento da força nos pés e nas pernas a um contexto corporal completo. A posição e o movimento dos pés reverberam-se ao longo do corpo; uma mudança na posição da coluna e da pelve influencia os pés. Portanto, melhorar a ação coordenada e o equilíbrio muscular ao fortalecer as pernas e os pés é a chave para um condicionamento bem-sucedido dos pés e das pernas.

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9. Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

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Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

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lunos do terceiro, quarto e quinto anos já praticaram movimentos motores e não motores e podem empregá-los para a criação de danças individuais, em pares ou em pequenos grupos. Eles estão aptos a memorizar sequências de movimentos, mover-se em uníssono acompanhando os tempos dos movimentos e a organizar movimentos para a composição de uma dança. Você pode promover discussões a respeito dos contextos histórico, social e cultural dos conteúdos da dança, assim como pedir aos alunos que façam uma autoavaliação e avaliem seus pares. Embora seja possível que alguns alunos nessa faixa etária demonstrem certa relutância em dançar, as experiências de aprendizagem apresentadas neste capítulo proporcionam condições de envolvimento com a dança, sem riscos, usando movimentos já conhecidos. Para facilitar a seleção de experiências de aprendizagem, cada uma delas apresenta-se resumida na Tab. 9.1.

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8. Tornozelos e pés

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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TORNOZELOS E PÉS

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és fortes e equilibrados servem como base para todo o corpo. O aprendizado sobre o alinhamento da perna associado à força do core e da pelve proporcionará a seus pés a potência de que você precisa para ser rápido e audaz. Como dançarino, é necessário que você tenha um conhecimento básico sobre o alinhamento preciso e a ação muscular para melhorar sua técnica. Existem 26 ossos e 34 articulações em seu pé, criando, portanto, muitas possibilidades de movimento. Ao suportar peso, qualquer movimento articular tem relação direta com outras articulações do pé. Você deve ser capaz de dançar como uma unidade, em que todas as articulações trabalham em harmonia.

O jazz, as danças moderna e de salão e a maior parte das danças folclóricas requerem movimentos similares de pés e tornozelos. Você deve ser capaz de se deslocar rapidamente com os pés e elevar-se sobre a cabeça dos metatarsais (“bola dos pés”) e na ponta dos dedos dos pés. Talvez você precise correr e pular usando sapatos de salto ou girar e dar impulsos com os pés descalços. Praticantes de sapateado, clog1 e flamenco realizam muitos movimentos difíceis de percussão com os pés que exigem potênca intensa. Girar, saltar, ficar na ponta, executar relevés e pliés são habilidades básicas necessárias para todas as técnicas de dança. Cada estilo requer posições incomuns dos pés, sem mencionar os calçados específicos, utilizados mais como efeito estético que para sustentação. O balé clássico requer amplitude extrema de movimento para o trabalho na ponta, mas este capítulo é dedicado a todos os estilos de dança e à importância do conhecimento de anatomia. É importante conhecer as estruturas de sustentação que mantêm seus arcos

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