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Medium 9788520431672

5. Membros superiores – cíngulo e parte livre

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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MEMBROS SUPERIORES –

CÍNGULO E PARTE LIVRE

P Í T U

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odas as formas de dança requerem um trabalho eficiente dos membros superiores para proporcionar potência, beleza, equilíbrio e impulso. Seus membros superiores são fundamentais para giros e mudanças de direção. Professores e coreógrafos costumam dizer “isole os braços dos ombros” e “mantenha os ombros abaixados”, mas você realmente entende essas dicas? O foco deste capítulo é a obtenção da eficiência do movimento no complexo articular do ombro pela estabilidade da escápula. Após entender a coordenação do movimento do membro superior com a parte superior do corpo, seus ombros ficarão mais firmes, de modo que os braços, cotovelos e punhos possam mover-se livremente com estilo e graça.

A articulação do ombro, assim como o controle muscular, é complexa e bastante móvel. O cotovelo e o punho permitem movimentos ainda mais especializados a fim de criar fluidez durante o movimento do membro superior de uma posição para a outra.

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9. Articulação do joelho

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação do joelho

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Os joelhos são um exemplo perfeito de articulação: dois ossos articulados (unidos), mantidos conectados por ligamentos, com tendões musculares inseridos para mover a articulação, cartilagem para absorver impactos e líquido sinovial dentro de uma membrana para lubrificar. É a maior articulação do corpo, com os dois ossos longos (fêmur e tíbia) atuando como alavancas; no ponto em que eles se encontram há pouco movimento lateral.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

ARTICULAÇÃO DO JOELHO

Côndilo lateral do fêmur

Ligamento cruzado posterior

Ligamento cruzado anterior

Côndilo medial do fêmur

Ligamento colateral fibular

Menisco medial

Ligamento colateral tibial

Menisco lateral

Côndilo medial da tíbia

Cabeça da fíbula

Ligamento patelar

Ligamento transverso do joelho

Faceta medial da patela

Patela

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Medium 9788520436271

6. Avaliando o aprendizado da dança pelas crianças

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

6

Avaliando o aprendizado da dança pelas crianças

A

avaliação, um aspecto importante de um currículo de dança abrangente, pode ser conduzida de diversas formas. O mais importante é que o tipo de avaliação escolhido deve estar diretamente relacionado com os resultados esperados para a experiência de aprendizagem.

Wiggins (1998) defende que o objetivo principal da avaliação deve ser a formação dos alunos e o incremento do nível de aprendizado, e não apenas sua medida. Sendo um componente essencial do processo de ensino e aprendizagem, a avaliação está totalmente inserida no currículo da dança. Aqueles que ensinam essa disciplina estão sempre procurando as melhores metodologias de avaliação daquilo que os alunos aprenderam. Esses profissionais buscam descobrir maneiras viáveis de medir, de modo válido e confiável, a criatividade, o desempenho, a cooperação no trabalho em grupo, a evolução pessoal e as mudanças em termos de atitudes e valores. Muitos métodos de avaliação usados na dança são projetados pelo professor e têm seu foco direcionado especificamente ao aprendizado que ocorre em uma aula ou unidade específica.

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Medium 9788520440018

3. Coluna vertebral

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Coluna vertebral

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Do ponto de vista mecânico, a coluna vertebral é o “centro do universo” do corpo. É humanamente impossível mover o corpo no espaço sem a ajuda da coluna vertebral, curvar-se, virar-se, ficar em pé ou mover a cabeça para ver algo.

As funções da coluna vertebral são a sustentação, o equilíbrio, a conexão, a proteção e o movimento. Ela sustenta e equilibra a postura ereta. A coluna vertebral conecta os membros inferiores aos superiores. Protege a medula espinal, que se funde com o encéfalo. Juntamente às costelas, com as quais se articula, a coluna vertebral protege o coração e os pulmões.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

COLUNA VERTEBRAL

As ações (movimentos articulares) ocorrem nos três planos, movendo a cabeça e o tronco. As ações são diferentes das “funções” articulares (página 31). As ações articulares da coluna vertebral são a flexão, a extensão, a hiperextensão, a flexão lateral para a direita e esquerda e a rotação para a direita e esquerda. Cada parte da coluna vertebral exerce algumas ações melhor do que outras.

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Medium 9788520433027

2. Imagem corporal

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO2

Imagemcorporal

V

ocê já teve um pensamento que o fez sentir uma mudança física? Você nota o quanto dança melhor nos dias em que está com pensamentos positivos? Se a resposta for sim, você já teve a primeira percepção do que a conexão mente-corpo é capaz de fazer por você. Desde a menor célula do corpo, cada ato mental reverbera no seu ser físico, e cada processo químico e bioquímico do corpo ajuda a tecer os padrões de seus pensamentos. Se você conseguir entender essa interação, estará pronto para alcançar os picos mais altos de suas habilidades na dança.

Como dançarino, de que maneira você pode conectar-se com a inteligência do seu corpo? Torne-se atento à forma como você pensa a dança e conseguirá eliminar padrões prejudiciais de pensamento, que serão substituídos por um estímulo positivo, o que levará a uma melhor técnica e expressividade. Aprenda a sentir a influência da imagem do seu corpo sobre movimentos e ações de músculos e articulações. Qualquer passo de dança ou rotina de condicionamento que possa ser realizado com a presença tanto da mente quanto do corpo, bem como de um entendimento claro sobre o funcionamento do corpo, permitirá um ganho de força e flexibilidade muito mais rápido que a repetição desatenta do movimento. Os exercícios de condicionamento se tornarão mais interessantes, e até mesmo prazerosos, pois você sentirá de forma mais completa músculos, articulações e órgãos, além de seu funcionamento ideal para o movimento.

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Apêndice: mandíbula e garganta

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice: mandíbula e garganta

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A mandíbula se articula com o crânio para formar a articulação temporomandibular; seus músculos produzem a mastigação. Outro movimento da alimentação é a preensão, ou apreensão dos alimentos pelos potentes músculos da mandíbula: o temporal, o masseter e os pterigóideos lateral e medial. Eles abrem e fecham a mandíbula e trituram com os dentes, uma ocorrência que produz estresse, às vezes durante o sono.

Pterigóideo lateral

(cabeça inferior)

Temporal

Masseter

Pterigóideo lateral

(cabeça superior)

Figura A1 Articulação temporomandibular.

Disfunção da articulação temporomandibular

Trata-se de uma disfunção da articulação temporomandibular (ATM) que é muito prevalente na atualidade, em muitos casos em razão do estresse. A tensão pode desalinhar o posicionamento da mandíbula e pinçar os nervos, levando a problemas adicionais e a uma possível cirurgia. Tenha em mente que esta não é a única razão para a disfunção da ATM; pode haver limitações ósseas ou outras causas. O alinhamento correto é, novamente, a solução.

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Medium 9788520436271

1. Compreendendo a importância do ensino de dança para crianças

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

1

Compreendendo a importância do ensino de dança para crianças

I

magine uma sala de aula onde crianças pequenas correm no limite de sua capacidade, agitando fitas vermelhas sobre a cabeça, para depois rodar e descer vagarosamente até o solo, com as fitas flutuantes acompanhando o movimento de descida ao lado delas. As crianças podem, por meio desses movimentos de dança, demonstrar sua interpretação da figura de uma chama que queima rapidamente e vai aos poucos se extinguindo, ou, também, simular o espargimento de tinta vermelha por toda a sala.

Coloque-se, então, na posição do professor que projetou e apresentou essa ideia de dança à classe. As crianças respondem com grande entusiasmo e você se sente satisfeito em compartilhar essa experiência com elas. Seria maravilhoso se toda experiência com a dança propiciasse esse sentimento de satisfação tanto para o professor como para os alunos. O objetivo deste livro é fornecer a você o conteúdo adequado para elaborar e apresentar uma experiência de dança bem-sucedida aos alunos. Todas as experiências de aprendizagem nos capítulos 8 e 9 foram ensinadas pelos autores, e muitas delas foram adaptadas por profis-

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2. Músculo esquelético e mecânica muscular

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Músculo esquelético e mecânica muscular

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O corpo humano contém mais de 215 pares de músculos esqueléticos, que constituem cerca de 40% de seu peso. Os músculos esqueléticos são assim chamados porque a maior parte deles se une ao esqueleto e o move, sendo, portanto, responsáveis pelos movimentos corporais.

Os músculos esqueléticos têm um suprimento abundante de vasos e nervos sanguíneos, que estão diretamente relacionados com a contração, a principal função do músculo esquelético. Cada músculo esquelético geralmente tem uma artéria principal, para trazer nutrientes por meio do suprimento sanguíneo, e várias veias para eliminar os resíduos metabólicos.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

MÚSCULO ESQUELÉTICO E MECÂNICA MUSCULAR

O suprimento sanguíneo e nervoso geralmente penetra no músculo em sua porção central, mas às vezes adentra por uma das extremidades, eventualmente penetrando o endomísio em torno de cada fibra muscular.

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5. Região do ombro

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Região do ombro

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A região do ombro é, na verdade, composta de cinco articulações: a articulação esternoclavicular (EC), a articulação acromioclavicular (AC), a articulação coracoclavicular, a articulação glenoumeral e a articulação escapulotorácica, em que a escápula desliza sobre a parede torácica. A articulação considerada especificamente como a do ombro

é a glenoumeral, enquanto as outras são articulações do cíngulo do membro superior.

A estrutura do ombro possibilita uma grande amplitude de movimento, tornando possível o posicionamento do braço e da mão. Os movimentos da região do ombro são determinados pelos músculos que estão localizados no tórax, costas e braços. Portanto, o que quer que a região do ombro esteja fazendo determina a aparência de grande parte da porção superior do corpo.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

REGIÃO DO OMBRO

São os movimentos dos braços que irão modelar a maior parte dos músculos das costas, assim como do tórax e do braço. Outros músculos nessas áreas são delineados pelos movimentos da escápula, na região das articulações do cíngulo do membro superior.

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4. Criando um ambiente para o ensino da dança

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

4

Criando um ambiente para o ensino da dança

A

tarefa de ensinar fica mais fácil quando pode ser executada em um ambiente considerado ideal. Assim, a implementação de nosso planejamento ocorre sem percalços. O fato é que a condição de ensino que você encontra nem sempre disponibiliza todos os elementos necessários, o que o obriga a adaptar suas ideias de forma a tornar o aprendizado significativo, seguro e efetivo para os alunos. Todos nós compartilhamos algumas semelhanças... e algumas diferenças marcantes! Entre essas diferenças, encontramos: tamanho das turmas; frequência das aulas; duração de cada período de aula; instalações; equipamentos e materiais; comunidade; e um amplo conjunto de diferentes idades, aptidões e necessidades especiais, dentro da mesma classe de crianças (Newnam, 2002). Em

1995, a National Dance Association publicou, em colaboração com o Consortium of National Arts Education

Associations, o Opportunity-to-learn standards for dance education (Parâmetros de aprendizagem para o ensino de dança). Esses parâmetros descrevem as condições físicas e educacionais necessárias para que os alunos aprendam

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1. Condicionamento mente-corpo

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO1

Condicionamento mente-corpo

A

lguns anos atrás, enquanto lecionava no Ballet da Ópera de Zurique, ajudei uma dançarina experiente com relação à execução de suas piruetas. Ela conseguia realizar de 3 a 4 piruetas de forma bem previsível, mas sua cabeça inclinava um pouco para o lado e sua pelve apresentava uma tendência de queda para a frente, ao final dos giros. Eu apontei essas observações e ela tentou novamente, mas suas piruetas não melhoraram. Esses desalinhamentos estavam embutidos em seus padrões de movimento, de forma que simplesmente estar ciente daquilo não ajudaria no aperfeiçoamento de suas piruetas. Ela então me perguntou o que deveria fazer para realizar piruetas mais eficientes, e eu disse que seria necessária alguma força adicional, mas que esta teria pouco efeito dentro do padrão de movimento que ela então exibia. Contudo, ela poderia melhorar seu nível se estivesse disposta a reaprender a postura de sua pirueta. Como os músculos são fortalecidos dentro da coordenação em que são usados, é preciso descobrir a melhor coordenação antes de fortalecer essas piruetas.

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6. Fortalecendo o centro

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO6

Fortalecendo o centro

A

força e a coordenação dos músculos da coluna lombar, do quadril e do abdome são importantes na dança.

No entanto, muitos dançarinos apresentam falta de força precisamente nessas áreas (Molnar e Esterson,

1997). O condicionamento desses músculos de forma equilibrada é uma tarefa complexa, mas, ao focar nas re­giões-chave – o diafragma, o iliopsoas, a região lombar e os músculos abdominais –, você pode garantir o fortalecimento do centro.

Este capítulo ensinará os passos necessários para o fortalecimento do centro. Em primeiro lugar, você aprenderá o que significa estar centrado. Em seguida, explorará o funcionamento do diafragma e por que sua força e elasticidade são importantes para o controle central e força. O próximo passo é criar uma força equilibrada no iliopsoas e nos extensores profundos da coluna lombar para permitir que você respire livremente ao se exercitar. Finalmente, você coordenará os músculos da coluna vertebral e os abdominais com imagem corporal, além de fortalecê-los usando faixa elástica.

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8. Desenvolvendo potência no tronco e nos braços

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO8

Desenvolvendo potência no tronco e nos braços

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corpo humano foi singelamente construído de forma a proporcionar às mãos um inigualável repertório de movimentos. Punhos, cotovelo e ombros permitem que as mãos se movam com o máximo de destreza e tenham a habilidade de se ajustar às tarefas mais delicadas. Usar essas partes do corpo para mover os braços de maneira coordenada e graciosa ajuda a centrar o corpo inteiro e é primordial para melhorar a técnica de dança.

Tradicionalmente, aulas de dança enfatizam o treinamento das pernas, mas esse foco está mudando. Em algumas companhias de dança, dançar com os braços está se tornando parte do repertório padrão. Particularmente no treinamento de balé, braços e troncos dos dançarinos precisam ter força suficiente para realizar elevação e gestos rápidos do petit allegro. Desenvolver força nos braços e no tronco não apenas melhora todas as técnicas de dança, mas também elimina o tão comum desequilíbrio de força entre a parte superior e a inferior do corpo (ver também Cap. 4 sobre a liberação de tensão dos ombros e do pescoço). Os braços funcionam apropriadamente apenas quando sustentados por um tronco e um dorso fortalecidos e com equilíbrio muscular. As cadeias musculares que envolvem a parte superior do corpo criam a base a partir da qual você pode iniciar movimentos de braço potentes e graciosos.

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8. Experiências de aprendizagem para pré-escola e primeiro e segundo anos

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

8

Experiências de aprendizagem para pré-escola e primeiro e segundo anos

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rianças pequenas sentem grande alegria nas danças que envolvem imagens vívidas, histórias, animais e personagens bem conhecidos. Muitas das experiências de aprendizagem deste capítulo oferecem às crianças a oportunidade de expressar suas ideias a respeito de personagens circenses, animais e experiências reais ou imaginárias. Na qualidade de professor, você desempenha um papel importante quanto ao planejamento de tarefas adequadas às necessidades físicas, cognitivas, emocionais e sociais de uma faixa etária específica. Nas experiências de dança criativa apresentadas nesta obra, você orienta as crianças na criação e na expansão de movimentos dentro de uma estrutura planejada da dança da apoteose. Para facilitar sua seleção de experiências de aprendizagem, resumimos cada uma delas na Tab. 8.1.

Você verificará que cada experiência de aprendizagem

é esquematizada, em linhas gerais, em doze seções que identificam resultados e avaliações, equipamentos e organização, além de uma descrição detalhada de como im-

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4. Flexibilidade relaxada

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO4

Flexibilidade relaxada

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itmo, fluxo, postura e liberdade de movimento são conceitos-chave de dança relacionados ao nível de tensão e flexibilidade do seu corpo. Por exemplo, o músculo trapézio conecta a cabeça à coluna e às escápulas.

Quando ele é habitualmente encurtado, ele puxa a cabeça para trás e as escápulas para trás e para cima. Para encontrar o eixo central e liberar as pernas, você precisa relaxar esse músculo. É difícil realizar piruetas ou se equilibrar bem se o trapézio estiver tenso, mas ter o trapézio contraído é comum em muitos dançarinos.

Estar livre de tensão não representa apenas um sentimento agradável; isso é essencial para a dança. Este capítulo tem como objetivo ajudar a experimentar a relação entre flexibilidade e tensão e melhorar a técnica ao reduzir a tensão. O capítulo também descreve os princípios básicos do alongamento seguro e explica como acentuar o alongamento com a imagem corporal, abordando as principais áreas do corpo que sofrem tensão, como os ombros e pescoço, e descrevendo o papel dos órgãos na flexibilidade.

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