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7. Envolvendo todas as crianças na dança

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

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Envolvendo todas as crianças na dança

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oda criança tem necessidade de se expressar e de comunicar seus sentimentos e ideias, seja por intermédio da fala, da escrita, dos movimentos ou das artes visuais ou cênicas. Por meio da dança, crianças com deficiência têm condições de descobrir que os movimentos podem ser uma forma de elas expressarem as emoções, de expandirem o espectro de movimentos, de interagirem socialmente e de explorarem novas maneiras de se conhecer e tomar consciência do mundo que as rodeia. Na qualidade de professor de dança, você deve assumir o compromisso de ajudar cada aluno a desenvolver todo o potencial que possui. Encare as crianças por meio da lente das aptidões, e não das limitações. Reconheça em cada uma delas um indivíduo e evite olhá-las como membros de uma categoria deficiente ou rotulá-las. Todas as crianças são respeitadas por seu estilo próprio de aprender, e o sucesso é definido por meio da adoção de parâmetros individualizados. Tortora, terapeuta da dança, observa: “A individualidade emerge à medida que as diferenças individuais são apoiadas. As crianças são incentivadas a apren-

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5. Tornando o ensino mais efetivo

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

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Tornando o ensino mais efetivo

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efetividade do processo de ensino começa com o planejamento de uma experiência de aprendizagem que seja fundamentado no conhecimento do estágio de crescimento e desenvolvimento das crianças, assim como das formas pelas quais elas aprendem, do conteúdo do programa de dança e do processo de elaboração e implementação das aulas. O objetivo é proporcionar uma experiência de aprendizagem significativa que integre as necessidades das crianças com o conteúdo do programa de dança. Este capítulo apresenta estratégias que visam tornar mais positiva uma aula de dança, tanto para os alunos como para você, o professor.

aJuDanDo toDas as crianças a aprenDer

Cada criança tem suas características únicas. O processo de aprendizagem difere de uma para outra, o que requer que você adapte o conteúdo e o método pedagógico para ajudá-las a se tornarem aprendizes bem-sucedi-

das. Huebner observa: “As salas de aula dos dias atuais estão repletas de aprendizes que se diferenciam não apenas do ponto de vista cultural e linguístico, mas também em suas aptidões cognitivas, sua bagagem de conhecimentos e preferências em termos de aprendizado” (Huebner, 2010, p. 79). Embora essa diversidade deva ser acolhida com entusiasmo, ela impõe um desafio a você, na qualidade de professor. Aulas de dança e de educação física incluem crianças dotadas de um amplo leque de habilidades; para algumas, movimentar-se é uma das melhores formas de expressão de ideias e sentimentos. Essas crianças dominam bem o uso dos movimentos como meio de comunicação e respondem entusiasticamente aos sons e ritmos da música. Nem todas elas, no entanto, encontram facilidade em se movimentar ou sentem-se tranquilas executando os movimentos. Para estar à altura das necessidades educacionais das crianças, é necessário começar conhecendo as características físicas, cognitivas, emocionais e sociais que elas possuem. Esse conhecimento o ajuda a diferenciar as instruções apresentadas, introduzindo

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2. Músculo esquelético e mecânica muscular

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Músculo esquelético e mecânica muscular

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O corpo humano contém mais de 215 pares de músculos esqueléticos, que constituem cerca de 40% de seu peso. Os músculos esqueléticos são assim chamados porque a maior parte deles se une ao esqueleto e o move, sendo, portanto, responsáveis pelos movimentos corporais.

Os músculos esqueléticos têm um suprimento abundante de vasos e nervos sanguíneos, que estão diretamente relacionados com a contração, a principal função do músculo esquelético. Cada músculo esquelético geralmente tem uma artéria principal, para trazer nutrientes por meio do suprimento sanguíneo, e várias veias para eliminar os resíduos metabólicos.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

MÚSCULO ESQUELÉTICO E MECÂNICA MUSCULAR

O suprimento sanguíneo e nervoso geralmente penetra no músculo em sua porção central, mas às vezes adentra por uma das extremidades, eventualmente penetrando o endomísio em torno de cada fibra muscular.

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9. Treinamento corporal global

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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TREINAMENTO

CORPORAL GLOBAL

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campo da anatomia e da pesquisa em dança tem apresentado enorme crescimento, o que é um fator de motivação para todos aqueles que se dedicam a essa área.

Excelentes especialistas em medicina da dança podem ser encontrados em todo o mundo, e sua paixão por auxiliar os dançarinos continua a crescer. No entanto, o real valor desse desenvolvimento está em benecifiá-lo, quer você seja dançarino ou professor. Pesquisas em andamento publicadas em jornais médicos fornecem informações aos especialistas em medicina da dança para ajudar você. Por exemplo, estudos têm mostrado que incluir simples exercícios de condicionamento dos flexores do quadril em sua rotina diária pode melhorar a altura de seu développé. Pesquisas também concluem que o uso excessivo do quadríceps femoral com rotação lateral deficiente pode causar dor e lesão no joelho. Adicionar exercícios específicos para dança ao seu treinamento aumentará seu desempenho e diminuirá os riscos de lesão.

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Medium 9788520433027

9. Melhorando giros, saltos e rotações externas

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO9

Melhorando giros, saltos e rotações externas

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este capítulo, três das principais preocupações funcionais de um dançarino serão observadas de perto: saltos, giros e rotações externas (en dehors ou turn-out). Além dos limites fisiológicos e anatômicos de cada dançarino, ter ideias de como coordenar o movimento e alterar a imagem corporal pode ajudar a melhorar em muitos aspectos esses três grandes vilões. Neste capítulo, o foco será em ajudá-lo a melhorar sua técnica e, ao mesmo tempo, a dançar com segurança. Saltos mais altos, maior amplitude de giros e melhores rotações externas não devem comprometer a saúde do dançarino.

Girando sem medo

Até mesmo dançarinos que giram bem estão sempre buscando melhorar o número e a estética de seus giros.

Aprender a girar bem é tão divertido que você pode se apegar a essa prática. Por essas razões, costuma-se sentir o nível de tensão crescer no ambiente quando o momento da prática de giros se aproxima.

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2. Coluna vertebral

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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COLUNA VERTEBRAL

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ua coluna vertebral é capaz de gerar movimentos multidirecionais que o tornam capaz de executar vários estilos de dança com fluidez e suavidade. Sua coluna pode caracterizar-se pela flexibilidade, necessária para várias combinações contemporâneas, ou pode ter um aspecto mais rígido e estável, porém elegante, para execuções com parceiro. A postura de balé pode exigir que sua coluna seja forte, mas tenha um aspecto elegante e elevado. Tudo isso depende da posição, do equilíbrio e da organização das contrações musculares. Para melhorar a posição do corpo, você precisa de bom equilíbrio das ações musculares para manter o alinhamento adequado de sua coluna.

Este capítulo apresenta os músculos associados à posição ideal da coluna vertebral.

A dança pode sobrecarregar bastante seu dorso, especialmente os segmentos que possuem mais mobilidade. Aprender a utilizar toda a coluna e equilibrar a estabilidade e a flexibilidade pode melhorar suas habilidades e reduzir o risco de lesão.

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9. Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

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Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

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lunos do terceiro, quarto e quinto anos já praticaram movimentos motores e não motores e podem empregá-los para a criação de danças individuais, em pares ou em pequenos grupos. Eles estão aptos a memorizar sequências de movimentos, mover-se em uníssono acompanhando os tempos dos movimentos e a organizar movimentos para a composição de uma dança. Você pode promover discussões a respeito dos contextos histórico, social e cultural dos conteúdos da dança, assim como pedir aos alunos que façam uma autoavaliação e avaliem seus pares. Embora seja possível que alguns alunos nessa faixa etária demonstrem certa relutância em dançar, as experiências de aprendizagem apresentadas neste capítulo proporcionam condições de envolvimento com a dança, sem riscos, usando movimentos já conhecidos. Para facilitar a seleção de experiências de aprendizagem, cada uma delas apresenta-se resumida na Tab. 9.1.

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3. Coluna vertebral

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Coluna vertebral

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Do ponto de vista mecânico, a coluna vertebral é o “centro do universo” do corpo. É humanamente impossível mover o corpo no espaço sem a ajuda da coluna vertebral, curvar-se, virar-se, ficar em pé ou mover a cabeça para ver algo.

As funções da coluna vertebral são a sustentação, o equilíbrio, a conexão, a proteção e o movimento. Ela sustenta e equilibra a postura ereta. A coluna vertebral conecta os membros inferiores aos superiores. Protege a medula espinal, que se funde com o encéfalo. Juntamente às costelas, com as quais se articula, a coluna vertebral protege o coração e os pulmões.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

COLUNA VERTEBRAL

As ações (movimentos articulares) ocorrem nos três planos, movendo a cabeça e o tronco. As ações são diferentes das “funções” articulares (página 31). As ações articulares da coluna vertebral são a flexão, a extensão, a hiperextensão, a flexão lateral para a direita e esquerda e a rotação para a direita e esquerda. Cada parte da coluna vertebral exerce algumas ações melhor do que outras.

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5. Movimento alinhado para uma técnica aprimorada

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO5

Movimento alinhado para uma técnica aprimorada

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ssisto a uma aula de dança no estúdio da Broadway, na cidade de Nova York; “Alinhamento e eficiência de movimento estão interconectados”, diz o professor de balé e coreógrafo israelense Zvi Gotheiner. “Se o seu corpo não estiver alinhado, seu nível de tensão aumenta.” Ele vai além, “a tensão dificulta a técnica”. Seus alunos escutam, mas as mudanças acontecem de forma lenta, pois muitos desequilíbrios precisam de correção.

“Alinhe sua cabeça à pelve, ombros nem para a frente e nem para trás, pelve equilibrada e os pés e joelhos alinhados com a articulação do quadril.”

Por que essas alterações são tão difíceis de serem traduzidas de palavras para ações? Uma razão para isso é que, uma vez que seu corpo esteja acostumado a sustentar o aumento do nível de tensão, que é a marca do alinhamento incorreto, isso parece normal para você. Mudanças, mesmo se benéficas do ponto de vista biomecânico, podem parecer desconfortáveis no início.

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7. Punho e mão

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Punho e mão

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O punho e mão são compostos por 27 ossos, inúmeros ligamentos e muitos músculos e tendões, que fornecem motricidade aos dedos. O punho e a palma da mão abrigam os oito ossos do carpo, cuja fileira proximal compreende o escafoide, o semilunar, o piramidal e o pisiforme, articulando-se com o rádio e a ulna para formar a articulação radiocarpal.

É aqui que ocorrem as principais ações do punho; como uma articulação condiloide (elipsoide), pode realizar a flexão, a extensão, a abdução e a adução. A combinação dessas quatro ações é a circundução.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

PUNHO E MÃO

A fileira distal dos ossos carpais, que compreende o trapézio, o trapezoide, o capitato e o hamato, une-se aos cinco metacarpais, que se articulam com as falanges proximais. Do mínimo ao indicador, cada dedo tem três falanges, enquanto o polegar só tem duas. Essa articulação metacarpofalângica também é uma articulação condiloide. As articulações interfalângicas são articulações em dobradiça, em que ocorrem a flexão e a extensão dos dedos.

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4. Flexibilidade relaxada

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO4

Flexibilidade relaxada

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itmo, fluxo, postura e liberdade de movimento são conceitos-chave de dança relacionados ao nível de tensão e flexibilidade do seu corpo. Por exemplo, o músculo trapézio conecta a cabeça à coluna e às escápulas.

Quando ele é habitualmente encurtado, ele puxa a cabeça para trás e as escápulas para trás e para cima. Para encontrar o eixo central e liberar as pernas, você precisa relaxar esse músculo. É difícil realizar piruetas ou se equilibrar bem se o trapézio estiver tenso, mas ter o trapézio contraído é comum em muitos dançarinos.

Estar livre de tensão não representa apenas um sentimento agradável; isso é essencial para a dança. Este capítulo tem como objetivo ajudar a experimentar a relação entre flexibilidade e tensão e melhorar a técnica ao reduzir a tensão. O capítulo também descreve os princípios básicos do alongamento seguro e explica como acentuar o alongamento com a imagem corporal, abordando as principais áreas do corpo que sofrem tensão, como os ombros e pescoço, e descrevendo o papel dos órgãos na flexibilidade.

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5. Membros superiores – cíngulo e parte livre

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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MEMBROS SUPERIORES –

CÍNGULO E PARTE LIVRE

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odas as formas de dança requerem um trabalho eficiente dos membros superiores para proporcionar potência, beleza, equilíbrio e impulso. Seus membros superiores são fundamentais para giros e mudanças de direção. Professores e coreógrafos costumam dizer “isole os braços dos ombros” e “mantenha os ombros abaixados”, mas você realmente entende essas dicas? O foco deste capítulo é a obtenção da eficiência do movimento no complexo articular do ombro pela estabilidade da escápula. Após entender a coordenação do movimento do membro superior com a parte superior do corpo, seus ombros ficarão mais firmes, de modo que os braços, cotovelos e punhos possam mover-se livremente com estilo e graça.

A articulação do ombro, assim como o controle muscular, é complexa e bastante móvel. O cotovelo e o punho permitem movimentos ainda mais especializados a fim de criar fluidez durante o movimento do membro superior de uma posição para a outra.

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8. Tornozelos e pés

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

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TORNOZELOS E PÉS

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és fortes e equilibrados servem como base para todo o corpo. O aprendizado sobre o alinhamento da perna associado à força do core e da pelve proporcionará a seus pés a potência de que você precisa para ser rápido e audaz. Como dançarino, é necessário que você tenha um conhecimento básico sobre o alinhamento preciso e a ação muscular para melhorar sua técnica. Existem 26 ossos e 34 articulações em seu pé, criando, portanto, muitas possibilidades de movimento. Ao suportar peso, qualquer movimento articular tem relação direta com outras articulações do pé. Você deve ser capaz de dançar como uma unidade, em que todas as articulações trabalham em harmonia.

O jazz, as danças moderna e de salão e a maior parte das danças folclóricas requerem movimentos similares de pés e tornozelos. Você deve ser capaz de se deslocar rapidamente com os pés e elevar-se sobre a cabeça dos metatarsais (“bola dos pés”) e na ponta dos dedos dos pés. Talvez você precise correr e pular usando sapatos de salto ou girar e dar impulsos com os pés descalços. Praticantes de sapateado, clog1 e flamenco realizam muitos movimentos difíceis de percussão com os pés que exigem potênca intensa. Girar, saltar, ficar na ponta, executar relevés e pliés são habilidades básicas necessárias para todas as técnicas de dança. Cada estilo requer posições incomuns dos pés, sem mencionar os calçados específicos, utilizados mais como efeito estético que para sustentação. O balé clássico requer amplitude extrema de movimento para o trabalho na ponta, mas este capítulo é dedicado a todos os estilos de dança e à importância do conhecimento de anatomia. É importante conhecer as estruturas de sustentação que mantêm seus arcos

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8. Articulação iliofemoral (do quadril)

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação iliofemoral

(do quadril)

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A articulação iliofemoral é uma grande articulação esferoide

(em bola e soquete), formada pela junção entre o acetábulo da pelve (o soquete) e a cabeça do fêmur (a bola). Do ponto de vista arquitetônico, a pelve é a pedra angular e os fêmures são os pilares de uma estrutura em formato de arco. Essa estrutura torna a articulação do quadril muito estável.

Os músculos que atuam na articulação do quadril passam da pelve para o fêmur, alguns indo até mesmo além da articulação do joelho. Todos os grandes músculos dão formato

à coxa. Os músculos da parte anterior da coxa flexionam o quadril, os músculos da parte externa (lateral) abduzem, os músculos da parte posterior estendem e os músculos da parte medial (interna) aduzem. A maior parte dos músculos acima realiza também a rotação medial ou lateral, as duas últimas ações do quadril.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

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3. Costelas e respiração

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RESPIRAÇÃO

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mbora a respiração seja o processo natural de conduzir oxigênio aos pulmões, a maioria dos dançarinos tem dúvidas sobre como exatamente se deve respirar!

Tudo bem, você sabe como respirar, mas sabe usar sua respiração de modo eficiente para reduzir a tensão e melhorar a força do core? Quantas vezes você ouve instruções para “encolher a barriga”? Em geral, você puxa o abdome para dentro e levanta as costelas, o tórax e os ombros, aumentando, assim, a tensão na parte superior do corpo e, na verdade, tornando mais difícil a respiração. Desse modo, como é possível movimentar-se com naturalidade e beleza? A respiração é parte da dança e do movimento. Ao ministrar uma aula, você pode querer incluir exercícios de respiração nas combinações de dança. Você pode coreografar a respiração em exercícios com música, de modo que os dançarinos se tornem mais conscientes de seus padrões de respiração. Essa respiração rítmica e ordenada pode ser um grande instrumento para estabelecer gradualmente melhores hábitos de respiração.

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