40 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520440018

2. Músculo esquelético e mecânica muscular

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Músculo esquelético e mecânica muscular

2

O corpo humano contém mais de 215 pares de músculos esqueléticos, que constituem cerca de 40% de seu peso. Os músculos esqueléticos são assim chamados porque a maior parte deles se une ao esqueleto e o move, sendo, portanto, responsáveis pelos movimentos corporais.

Os músculos esqueléticos têm um suprimento abundante de vasos e nervos sanguíneos, que estão diretamente relacionados com a contração, a principal função do músculo esquelético. Cada músculo esquelético geralmente tem uma artéria principal, para trazer nutrientes por meio do suprimento sanguíneo, e várias veias para eliminar os resíduos metabólicos.

Cap. 2ok.indd 17

13/8/15 11:10 AM

18

Exercício e movimento: abordagem anatômica

MÚSCULO ESQUELÉTICO E MECÂNICA MUSCULAR

O suprimento sanguíneo e nervoso geralmente penetra no músculo em sua porção central, mas às vezes adentra por uma das extremidades, eventualmente penetrando o endomísio em torno de cada fibra muscular.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431672

4. Core

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

C

4

O

CORE

P Í T U

L

A

N

a dança, todos os movimentos são gerados a partir do tronco, que constitui sua base. Uma base estável proporciona consciência postural e estabilidade da coluna vertebral. Sua intenção é movimentar-se no espaço criando passos de dança mais desafiadores e interessantes com naturalidade, certo? Para atingir esse objetivo você precisa de músculos fortes no tronco. Um dos movimentos fundamentais da dança

é o plié e, quer seja executado com os membros inferiores em posição paralela ou rodados medial ou lateralmente, requer coordenação com a respiração e força no core.

Quando a coreografia exige que seu tronco se desestabilize, a força do core impede o colapso da coluna vertebral. Durante a extensão da coluna vertebral em um salto, a musculatura do core deve protegê-la, fixando-a como uma cinta. Todos os aspectos da dança podem interferir na posição da coluna vertebral. Quando você se prepara para movimentar-se, a ativação do core lhe proporciona maior controle de seus movimentos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520436271

9. Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

9

Experiências de aprendizagem para terceiro, quarto e quinto anos

A

lunos do terceiro, quarto e quinto anos já praticaram movimentos motores e não motores e podem empregá-los para a criação de danças individuais, em pares ou em pequenos grupos. Eles estão aptos a memorizar sequências de movimentos, mover-se em uníssono acompanhando os tempos dos movimentos e a organizar movimentos para a composição de uma dança. Você pode promover discussões a respeito dos contextos histórico, social e cultural dos conteúdos da dança, assim como pedir aos alunos que façam uma autoavaliação e avaliem seus pares. Embora seja possível que alguns alunos nessa faixa etária demonstrem certa relutância em dançar, as experiências de aprendizagem apresentadas neste capítulo proporcionam condições de envolvimento com a dança, sem riscos, usando movimentos já conhecidos. Para facilitar a seleção de experiências de aprendizagem, cada uma delas apresenta-se resumida na Tab. 9.1.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520440018

Apêndice: mandíbula e garganta

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice: mandíbula e garganta

191

A mandíbula se articula com o crânio para formar a articulação temporomandibular; seus músculos produzem a mastigação. Outro movimento da alimentação é a preensão, ou apreensão dos alimentos pelos potentes músculos da mandíbula: o temporal, o masseter e os pterigóideos lateral e medial. Eles abrem e fecham a mandíbula e trituram com os dentes, uma ocorrência que produz estresse, às vezes durante o sono.

Pterigóideo lateral

(cabeça inferior)

Temporal

Masseter

Pterigóideo lateral

(cabeça superior)

Figura A1 Articulação temporomandibular.

Disfunção da articulação temporomandibular

Trata-se de uma disfunção da articulação temporomandibular (ATM) que é muito prevalente na atualidade, em muitos casos em razão do estresse. A tensão pode desalinhar o posicionamento da mandíbula e pinçar os nervos, levando a problemas adicionais e a uma possível cirurgia. Tenha em mente que esta não é a única razão para a disfunção da ATM; pode haver limitações ósseas ou outras causas. O alinhamento correto é, novamente, a solução.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431672

9. Treinamento corporal global

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

C

9

O

TREINAMENTO

CORPORAL GLOBAL

P Í T U

L

A

O

campo da anatomia e da pesquisa em dança tem apresentado enorme crescimento, o que é um fator de motivação para todos aqueles que se dedicam a essa área.

Excelentes especialistas em medicina da dança podem ser encontrados em todo o mundo, e sua paixão por auxiliar os dançarinos continua a crescer. No entanto, o real valor desse desenvolvimento está em benecifiá-lo, quer você seja dançarino ou professor. Pesquisas em andamento publicadas em jornais médicos fornecem informações aos especialistas em medicina da dança para ajudar você. Por exemplo, estudos têm mostrado que incluir simples exercícios de condicionamento dos flexores do quadril em sua rotina diária pode melhorar a altura de seu développé. Pesquisas também concluem que o uso excessivo do quadríceps femoral com rotação lateral deficiente pode causar dor e lesão no joelho. Adicionar exercícios específicos para dança ao seu treinamento aumentará seu desempenho e diminuirá os riscos de lesão.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433027

6. Fortalecendo o centro

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO6

Fortalecendo o centro

A

força e a coordenação dos músculos da coluna lombar, do quadril e do abdome são importantes na dança.

No entanto, muitos dançarinos apresentam falta de força precisamente nessas áreas (Molnar e Esterson,

1997). O condicionamento desses músculos de forma equilibrada é uma tarefa complexa, mas, ao focar nas re­giões-chave – o diafragma, o iliopsoas, a região lombar e os músculos abdominais –, você pode garantir o fortalecimento do centro.

Este capítulo ensinará os passos necessários para o fortalecimento do centro. Em primeiro lugar, você aprenderá o que significa estar centrado. Em seguida, explorará o funcionamento do diafragma e por que sua força e elasticidade são importantes para o controle central e força. O próximo passo é criar uma força equilibrada no iliopsoas e nos extensores profundos da coluna lombar para permitir que você respire livremente ao se exercitar. Finalmente, você coordenará os músculos da coluna vertebral e os abdominais com imagem corporal, além de fortalecê-los usando faixa elástica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433027

2. Imagem corporal

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO2

Imagemcorporal

V

ocê já teve um pensamento que o fez sentir uma mudança física? Você nota o quanto dança melhor nos dias em que está com pensamentos positivos? Se a resposta for sim, você já teve a primeira percepção do que a conexão mente-corpo é capaz de fazer por você. Desde a menor célula do corpo, cada ato mental reverbera no seu ser físico, e cada processo químico e bioquímico do corpo ajuda a tecer os padrões de seus pensamentos. Se você conseguir entender essa interação, estará pronto para alcançar os picos mais altos de suas habilidades na dança.

Como dançarino, de que maneira você pode conectar-se com a inteligência do seu corpo? Torne-se atento à forma como você pensa a dança e conseguirá eliminar padrões prejudiciais de pensamento, que serão substituídos por um estímulo positivo, o que levará a uma melhor técnica e expressividade. Aprenda a sentir a influência da imagem do seu corpo sobre movimentos e ações de músculos e articulações. Qualquer passo de dança ou rotina de condicionamento que possa ser realizado com a presença tanto da mente quanto do corpo, bem como de um entendimento claro sobre o funcionamento do corpo, permitirá um ganho de força e flexibilidade muito mais rápido que a repetição desatenta do movimento. Os exercícios de condicionamento se tornarão mais interessantes, e até mesmo prazerosos, pois você sentirá de forma mais completa músculos, articulações e órgãos, além de seu funcionamento ideal para o movimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431672

3. Costelas e respiração

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

C

3

O

COSTELAS E

RESPIRAÇÃO

P Í T U

L

A

E

mbora a respiração seja o processo natural de conduzir oxigênio aos pulmões, a maioria dos dançarinos tem dúvidas sobre como exatamente se deve respirar!

Tudo bem, você sabe como respirar, mas sabe usar sua respiração de modo eficiente para reduzir a tensão e melhorar a força do core? Quantas vezes você ouve instruções para “encolher a barriga”? Em geral, você puxa o abdome para dentro e levanta as costelas, o tórax e os ombros, aumentando, assim, a tensão na parte superior do corpo e, na verdade, tornando mais difícil a respiração. Desse modo, como é possível movimentar-se com naturalidade e beleza? A respiração é parte da dança e do movimento. Ao ministrar uma aula, você pode querer incluir exercícios de respiração nas combinações de dança. Você pode coreografar a respiração em exercícios com música, de modo que os dançarinos se tornem mais conscientes de seus padrões de respiração. Essa respiração rítmica e ordenada pode ser um grande instrumento para estabelecer gradualmente melhores hábitos de respiração.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520440018

7. Punho e mão

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Punho e mão

7

O punho e mão são compostos por 27 ossos, inúmeros ligamentos e muitos músculos e tendões, que fornecem motricidade aos dedos. O punho e a palma da mão abrigam os oito ossos do carpo, cuja fileira proximal compreende o escafoide, o semilunar, o piramidal e o pisiforme, articulando-se com o rádio e a ulna para formar a articulação radiocarpal.

É aqui que ocorrem as principais ações do punho; como uma articulação condiloide (elipsoide), pode realizar a flexão, a extensão, a abdução e a adução. A combinação dessas quatro ações é a circundução.

Cap. 7ok.indd 117

13/8/15 11:19 AM

118

Exercício e movimento: abordagem anatômica

PUNHO E MÃO

A fileira distal dos ossos carpais, que compreende o trapézio, o trapezoide, o capitato e o hamato, une-se aos cinco metacarpais, que se articulam com as falanges proximais. Do mínimo ao indicador, cada dedo tem três falanges, enquanto o polegar só tem duas. Essa articulação metacarpofalângica também é uma articulação condiloide. As articulações interfalângicas são articulações em dobradiça, em que ocorrem a flexão e a extensão dos dedos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433027

9. Melhorando giros, saltos e rotações externas

FRANKLIN, Eric Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO9

Melhorando giros, saltos e rotações externas

N

este capítulo, três das principais preocupações funcionais de um dançarino serão observadas de perto: saltos, giros e rotações externas (en dehors ou turn-out). Além dos limites fisiológicos e anatômicos de cada dançarino, ter ideias de como coordenar o movimento e alterar a imagem corporal pode ajudar a melhorar em muitos aspectos esses três grandes vilões. Neste capítulo, o foco será em ajudá-lo a melhorar sua técnica e, ao mesmo tempo, a dançar com segurança. Saltos mais altos, maior amplitude de giros e melhores rotações externas não devem comprometer a saúde do dançarino.

Girando sem medo

Até mesmo dançarinos que giram bem estão sempre buscando melhorar o número e a estética de seus giros.

Aprender a girar bem é tão divertido que você pode se apegar a essa prática. Por essas razões, costuma-se sentir o nível de tensão crescer no ambiente quando o momento da prática de giros se aproxima.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520440018

3. Coluna vertebral

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Coluna vertebral

3

Do ponto de vista mecânico, a coluna vertebral é o “centro do universo” do corpo. É humanamente impossível mover o corpo no espaço sem a ajuda da coluna vertebral, curvar-se, virar-se, ficar em pé ou mover a cabeça para ver algo.

As funções da coluna vertebral são a sustentação, o equilíbrio, a conexão, a proteção e o movimento. Ela sustenta e equilibra a postura ereta. A coluna vertebral conecta os membros inferiores aos superiores. Protege a medula espinal, que se funde com o encéfalo. Juntamente às costelas, com as quais se articula, a coluna vertebral protege o coração e os pulmões.

Cap. 3ok.indd 31

13/8/15 11:12 AM

32

Exercício e movimento: abordagem anatômica

COLUNA VERTEBRAL

As ações (movimentos articulares) ocorrem nos três planos, movendo a cabeça e o tronco. As ações são diferentes das “funções” articulares (página 31). As ações articulares da coluna vertebral são a flexão, a extensão, a hiperextensão, a flexão lateral para a direita e esquerda e a rotação para a direita e esquerda. Cada parte da coluna vertebral exerce algumas ações melhor do que outras.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520440018

5. Região do ombro

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Região do ombro

5

A região do ombro é, na verdade, composta de cinco articulações: a articulação esternoclavicular (EC), a articulação acromioclavicular (AC), a articulação coracoclavicular, a articulação glenoumeral e a articulação escapulotorácica, em que a escápula desliza sobre a parede torácica. A articulação considerada especificamente como a do ombro

é a glenoumeral, enquanto as outras são articulações do cíngulo do membro superior.

A estrutura do ombro possibilita uma grande amplitude de movimento, tornando possível o posicionamento do braço e da mão. Os movimentos da região do ombro são determinados pelos músculos que estão localizados no tórax, costas e braços. Portanto, o que quer que a região do ombro esteja fazendo determina a aparência de grande parte da porção superior do corpo.

Cap. 5ok.indd 81

13/8/15 11:16 AM

82

Exercício e movimento: abordagem anatômica

REGIÃO DO OMBRO

São os movimentos dos braços que irão modelar a maior parte dos músculos das costas, assim como do tórax e do braço. Outros músculos nessas áreas são delineados pelos movimentos da escápula, na região das articulações do cíngulo do membro superior.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520440018

4. Core

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Core

4

O core do corpo recebe muita atenção, mas do que se trata realmente? Dependendo da fonte, pode ser qualquer coisa, desde os músculos abdominais até todo o tronco. Neste livro, será considerado como a área da parte lombar da coluna vertebral à pelve, geralmente chamada de core central. A parte inferior da coluna vertebral e a pelve são interdependentes; devem estar em equilíbrio e em alinhamento entre si para funcionar corretamente. Qualquer incongruência afetará outras

áreas, desde a parte superior da coluna vertebral até os pés; essencialmente, todo o comprimento do corpo.

Cap. 4ok.indd 51

13/8/15 11:14 AM

52

Exercício e movimento: abordagem anatômica

CORE

Região lombar da coluna vertebral

Existem cinco vértebras lombares (LI-LV), localizadas aproximadamente no centro do corpo. São maiores, mais espessas e, portanto, mais pesadas do que os outros ossos da coluna vertebral. Têm uma curva lordótica, ou seja, anteriorizada ou para a frente, que contrabalança a curva torácica posterior. Os discos intervertebrais (a cartilagem entre os ossos) têm um terço da espessura dos corpos vertebrais, o que possibilita uma maior mobilidade em flexão, extensão e inclinação lateral. A rotação é limitada, em razão das propriedades de projeção reta, comprimento curto e volume aumentado dos processos espinhosos posteriores, juntamente

Ver todos os capítulos
Medium 9788520436271

3. Estruturando um programa de dança

CONE, Theresa Purcell; CONE, Stephen L. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

3

Estruturando um programa de dança

O

ensino da dança não é apenas desafiador, é também muito gratificante. A escolha da melhor maneira para apresentar uma experiência de dança, ou de uma unidade de estudo, é um processo de aprendizagem contínuo. Em cada uma das aulas que ensina, você aprende algo novo sobre o conteúdo, a sequência da tarefa e a resposta esperada de seus alunos. É uma atividade dinâmica, através da qual você está constantemente avaliando suas aulas e introduzindo modificações para a próxima seção. Neste capítulo, apresentamos ideias para o desenvolvimento de um programa anual, assim como para unidades de estudo e aulas individuais. É possível que sua escola já conte com um currículo de dança que sirva de diretriz para suas aulas, mas também pode ser que a estruturação desse currículo dependa de você. Nas duas situações, o planejamento é essencial. Para começar, você deve procurar conhecer seus alunos, compreender os objetivos da escola e identificar os elementos fundamentais do programa de dança. Leve em conta os parâmetros educacionais em nível nacional, estadual e local, necessários

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431672

5. Membros superiores – cíngulo e parte livre

HAAS, Jacqui Greene Editora Manole PDF Criptografado

C

5

O

MEMBROS SUPERIORES –

CÍNGULO E PARTE LIVRE

P Í T U

L

A

T

odas as formas de dança requerem um trabalho eficiente dos membros superiores para proporcionar potência, beleza, equilíbrio e impulso. Seus membros superiores são fundamentais para giros e mudanças de direção. Professores e coreógrafos costumam dizer “isole os braços dos ombros” e “mantenha os ombros abaixados”, mas você realmente entende essas dicas? O foco deste capítulo é a obtenção da eficiência do movimento no complexo articular do ombro pela estabilidade da escápula. Após entender a coordenação do movimento do membro superior com a parte superior do corpo, seus ombros ficarão mais firmes, de modo que os braços, cotovelos e punhos possam mover-se livremente com estilo e graça.

A articulação do ombro, assim como o controle muscular, é complexa e bastante móvel. O cotovelo e o punho permitem movimentos ainda mais especializados a fim de criar fluidez durante o movimento do membro superior de uma posição para a outra.

Ver todos os capítulos

Carregar mais