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01. EXERCÍCIO E MEDITAÇÃO... JUNTOS?

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

Mauro Vaisberg

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04. EXERCÍCIO COMO FATOR DE EQUILÍBRIO

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

Mauro Vaisberg

Os capítulos anteriores trataram de alguns aspectos interessantes em relação ao funcionamento do nosso organismo, de como é possível potencializar nosso bem-estar quando compreendemos a intrínseca ligação entre corpo e mente e, consequentemente, da utilidade de técnicas meditativas como fator tranquilizador tanto para a mente quanto para o corpo.

Conforme vamos detalhar adiante, essa tranquilidade vinda da meditação, além das vantagens emocionais, tem grande importância no sentido de evitar que uma resposta de estresse se torne crônica, impedindo a produção excessiva de hormônios que, quando secretados continuamente pelo corpo, a longo prazo, podem desencadear doenças e riscos à saúde.

O movimento é uma função orgânica de fundamental importância na biologia dos seres vivos que possuem, entre suas características, a locomoção. Considerando nossa espécie e seu desenvolvimento, é importante lembrar que uma série de fatores foi necessária para moldar as funções fisiológicas consideradas parte de um estado de normalidade. Entre esses fatores, destaca-se a alternância entre períodos de movimento e de repouso, o que significa que a falta da função movimento é um fator de desequilíbrio orgânico e, portanto, gerador de doenças.

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Capítulo 16. Enfrentando Emoções Difíceis

Kristin Neff, Christopher Germer Grupo A PDF Criptografado

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ENFRENTANDO

EMOÇÕES DIFÍCEIS

A vida não é fácil. Frequentemente ela nos traz situações desafiadoras e, com elas, emoções difíceis como raiva, medo, preocupação e pesar. Com uma certa idade, aprendemos que não adianta correr dos nossos problemas; precisamos lidar com eles diretamente.

Contudo, quando nos voltamos para as emoções difíceis, mesmo com mindfulness e autocompaixão, nossa dor com frequência aumenta inicialmente e nosso instinto natural

é fugir. Mas, se quisermos nos curar, precisamos enfrentá-la – a única saída é enfrentar.

Precisamos ter a coragem de entrar em contato com a dor emocional se quisermos viver uma vida saudável e autêntica. Entretanto, isso significa que precisamos enfrentar todas

Precisamos as nossas emoções difínos voltar para ceis na sua intensidade nossas emoções absoluta? Felizmente, difíceis e estar não. Alguém certa vez com elas para perguntou ao professor que possamos de meditação Thich nos curar.

Nhat Hanh o quanto de sofrimento emocional devemos permitir entrar em nossa prática. Sua resposta foi “não muito!”.

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Capítulo 7. Abandonando a Resistência

Kristin Neff, Christopher Germer Grupo A PDF Criptografado

ABANDONANDO

A RESISTÊNCIA

Mindfulness não envolve apenas prestar atenção ao que está acontecendo no momento presente. Também envolve certa qualidade de atenção – aceitar o que está acontecendo, sem se perder em julgamentos de bom ou mau.

Essa atitude é frequentemente descrita como não resistência. Resistência se refere ao conflito que ocorre quando achamos que nossa experiência momento a momento deveria ser diferente do que é.

Por exemplo, a resistência ao trânsito na hora do rush poderia ser assim: Droga!

A rodovia está totalmente bloqueada. Vou me atrasar para o jantar mais uma vez! Não acredito que aquele idiota tentou cortar a minha frente logo na ladeira. Estou tão incomodado com isso que a minha vontade é de gritar!!

Aceitação significa que, mesmo que possamos não gostar do que está acontecendo, reconhecemos que está acontecendo e podemos relaxar quanto ao fato de que as coisas não são exatamente da forma como queremos que sejam.

A aceitação se apresenta mais desta forma:

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Capítulo 21. Autocompaixão e Perdão

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AUTOCOMPAIXÃO

E PERDÃO

Quando alguém nos prejudicou e ainda sentimos raiva e amargura, às vezes a coisa mais compassiva a fazer é perdoar. Perdão envolve abandonar da raiva por alguém que nos feriu.

Mas o perdão precisa passar pelo

O perdão depende luto antes de deixar de sermos capazes a raiva ir embora. de nos abrirmos

O ponto central da para a dor prática do perdão é causada, seja a que não podemos nós, seja por nós. perdoar os outros sem primeiro nos abrirmos para a dor que experimentamos.

Da mesma forma, para perdoar a nós mesmos, precisamos primeiro nos abrir para a dor, o remorso e a culpa de termos magoado outros.

Perdoar não significa desculpar um mau comportamento ou retomar um relacionamento que nos cause danos. Se estamos sendo prejudicados em um relacionamento, precisamos nos preservar antes que possamos perdoar. Se estamos magoando outra pessoa em um relacionamento, não podemos nos perdoar se estamos usando isso como uma desculpa para agir incorretamente. Precisamos primeiro interromper o mau comportamento, depois reconhecer e assumir a responsabilidade pelo dano que causamos. Ao mesmo tempo,

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06. SAÚDE, MOVIMENTO E YOGA

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

Roberto serafim Simões

Vivemos na sociedade do cansaço. O tempo é escasso e ninguém se permite desperdiçá-lo. Parece que se vive em constante estado de apneia. A alegoria parece exagerada, mas a respiração curta, como reflexo fisiológico, acarreta menor captação de oxigênio do ambiente e a sensação é de total esgotamento físico. Não é coincidência também a resposta trivial a perguntas bastante proferidas no dia a dia: “Como é que você está? Está fazendo o quê? O seu dia hoje, como o sente?”. A resposta é quase (obrigatoriamente) sempre a mesma (e com certo orgulho em alguns núcleos sociais): “Na correria!”.

Com isso, estamos contraindo doenças causadas não por agentes físicos, como um vírus ou bactéria, mas por agentes mentais ou subjetivos. Enquanto as primeiras podem ser identificadas por meio de exames e outras tecnologias disponíveis à medicina moderna, agentes mentais ou subjetivos, muitas vezes, são de difícil reconhecimento e solução. A ansiedade, a síndrome de burnout (esgotamento físico ou mental intenso), o transtorno de déficit de atenção e a depressão ecoam fisicamente. Desenvolvemos medicamentos para combater apenas os efeitos secundários (ecos corporais) dessas mazelas metafísicas, mas o aniquilamento de algo não material nunca poderá vir (definitivamente) via medicamentosa; é necessária uma resposta criativa, amorosa e da mesma natureza sutil de sua manifestação.

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Capítulo 24. Avançando

Kristin Neff, Christopher Germer Grupo A PDF Criptografado

AVANÇANDO

Este livro está chegando ao fim, e você aprendeu uma ampla variedade de princípios e práticas para cultivar autocompaixão. Você pode estar se perguntando sobre como integrar o que aprendeu à sua vida diária e como continuar praticando nos próximos meses e até mesmo anos.

Algumas vezes é levantada esta questão:

“Qual é a prática certa para mim?”. A melhor resposta vem da professora de meditação

Sharon Salzberg: “Aquela com a qual você estiver mais comprometido!”. Somente descobrimos em retrospectiva com quais práticas estamos mais comprometidos, mas um bom começo provavelmente são as práticas que foram mais fáceis e mais agradáveis. Quais são elas? Você terá a chance de refletir sobre isso a seguir.

Também é bom saber quais práticas foram especialmente significativas ou úteis para você.

Talvez você tenha esbarrado em algum limite

A melhor de evolução e sofrido prática para algum backdraft, mas você é aquela sente que existe libercom a qual dade dobrando a esquiestá mais na. Em caso afirmativo, comprometido. você pode tomar nota disso e retornar à prática quando se sentir pronto, sendo o tempo todo autocompassivo sobre como você pratica.

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Capítulo 3. Os Benefícios da Autocompaixão

Kristin Neff, Christopher Germer Grupo A PDF Criptografado

OS BENEFÍCIOS DA

AUTOCOMPAIXÃO

Na primeira noite do nosso curso, Marion estava muito cética. “Como a autocompaixão vai me ajudar? Eu tenho o costume de ser muito dura comigo mesma – isso é terrível, eu sei. Isso é o que me trouxe até onde estou hoje.

Por que eu deveria mudar? Eu posso mudar?

Como posso ter certeza de que essa é uma coisa segura a ser feita?”

Felizmente, Marion não tinha que confiar apenas na nossa palavra. Mais de mil estudos de pesquisa demonstraram os benefícios da autocompaixão na saúde mental e física.

As pessoas que são mais autocompassivas experimentam maior bem-estar:

MENOS

MAIS

Depressão

Ansiedade

Estresse

Vergonha

Felicidade

Satisfação na vida

Autoconfiança

Saúde física

Embora as pessoas variem naturalmente em termos do quanto são autocompassivas, também ocorre que a autocompaixão pode ser aprendida. Pesquisas mostraram que pessoas que fizeram o curso de MSC (o programa no qual este livro se baseia) aumentaram seus níveis de autocompaixão em uma média de 43%. A participação no curso também as ajudou a se tornarem mais conscientes e compassivas com os outros, a sentirem mais conectividade social, satisfação na vida e felicidade e perceberem menos deprimidas, ansiosas e estressadas. Os par-

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Capítulo 10. Bondade-Amorosa por Nós Mesmos

Kristin Neff, Christopher Germer Grupo A PDF Criptografado

BONDADE-AMOROSA

POR NÓS MESMOS

Para experimentar os benefícios da meditação da bondade-amorosa, algumas vezes é necessário personalizar a prática. O propósito deste capítulo, portanto, é ajudá-lo a encontrar frases de bondade-amorosa que realmente tenham um significado para você. Uma chave única que possa destrancar a porta do seu coração.

Ushi era uma dedicada praticante de meditação e já vinha realizando a prática da bondade-amorosa havia anos – desde que aprendeu com um de seus professores favoritos em um retiro.

No entanto, ela tinha um segredo. Sempre que dizia suas frases de bondade-amorosa, não sentia nada, como se fosse um robô repetindo palavras mecanicamente sem um sentimento sequer. Ela suspeitava que talvez simplesmente não tivesse o temperamento certo para sentir bondade-amorosa.

Os benefícios da meditação da bondade-amorosa chegam até nós quando personalizamos a prática.

Muitas das frases tradicionais usadas na meditação têm sido transmitidas por séculos, portanto não causa surpresa que possa ser um pouco difícil conectar-se com elas. Por essa razão, é importante encontrar frases de bondade-amorosa que tenham ressonância para você. Isso é especialmente verdadeiro quando queremos gerar sentimentos de bondade-amorosa para nós mesmos – eles devem parecer autênticos para que causem impacto.

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Capítulo 6. Mindfulness

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MINDFULNESS

Mindfulness (atenção plena) é o fundamento da autocompaixão. Precisamos sair do enredo do nosso sofrimento e nos voltarmos para a nossa dor conscientemente antes que possamos responder com bondade. Pode-se definir mindfulness como a “consciência da experiência no momento presente com aceitação”. Contudo, nenhuma definição capta adequadamente a natureza de mindfulness porque mindfulness envolve consciência pré-conceitual. Em outras palavras, quando estamos conscientes experimentamos o mundo diretamente, não apenas através das lentes do pensamento.

Pensamentos são representações – símbolos que representam a realidade, não a realidade em si. Você não pode cheirar, provar ou comer a palavra maçã. Quando nos situamos abaixo do nível do pensamento e fazemos contato direto com a experiência, somos capazes de entrar em contato com a natuNão podemos reza dinâmica da responder com realidade. Podemos compaixão ao abandonar a ideia de nosso próprio como achamos que a sofrimento até realidade “deve” ser que nos voltemos e nos abrirmos para para ele com o que ela é. Isso sigmindfulness. nifica que, quando estamos sofrendo, podemos deixar de lado o enredo do que está acontecendo e simplesmente “estar” com ele e com nós mesmos, com coragem e presença.

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Palavra Final

Kristin Neff, Christopher Germer Grupo A PDF Criptografado

UMA PALAVRA FINAL

Somos sinceramente gratos a vocês, nossos leitores, por se juntarem a nós neste caminho de mindfulness e autocompaixão. Sabemos que é preciso coragem e comprometimento para se abrir à plenitude da nossa experiência humana. Esperamos que seus esforços já tenham dado frutos, talvez na forma de um coração mais leve e feliz. A prática é assim paradoxal – quanto mais mergulhamos no sofrimento com mindfulness e compaixão, mais ela liberta o coração. No entanto, precisamos ser pacientes.

A prática de mindfulness e autocompaixão é uma jornada para toda a vida – nós

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nunca chegamos. Isso é bom porque torna cada momento de nossas vidas mais precioso, fazendo com que percebamos que cada momento é uma oportunidade para praticar.

Agradecemos especialmente a oportunidade de praticarmos juntos em comunidade. Esperamos que você se considere parte dessa comunidade em crescimento de uma forma que ela o abasteça.

Encerrando, que os frutos dos nossos esforços comuns possam ser dedicados a todos os seres e que nunca nos esqueçamos de nos incluirmos no grande círculo da compaixão.

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08. MEDITAÇÃO E EXERCÍCIO

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

convergência para promover uma vida melhor

Mauro Vaisberg

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02. MEDITAÇÃO COMO FATOR DE EQUILÍBRIO

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

espiritualidade, equilíbrio e equilíbrio Zen

Monja Coen

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03. A MEDITAÇÃO NO CAMPO DA SAÚDE

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

Elisa Harumi Kozasa

Roberta Foster

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09. COLOCANDO EM PRÁTICA

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

Juliana de Melo Batista dos Santos

Roberta Foster

Mauro Vaisberg

Neste capítulo, será apresentada uma nova visão de como praticar os exercícios aos quais você está habituado, por meio de uma nova abordagem, denominada SLOW FIT, que integra exercício e meditação. Trata-se de um modo de integrar os exercícios físicos já usualmente praticados com a meditação, independentemente de pertencerem a uma ou outra linha ou tradição, durante a própria sessão de trabalho.

Apoiando-se em fundamentos fisiológicos, a abordagem SLOW FIT propõe que o trabalho muscular é mais bem aproveitado quando o músculo parte de um estado de relaxamento. Após o aquecimento, já com o tônus adequado, realiza-se a contração desejada, obtendo, dessa forma, o melhor rendimento possível para o indivíduo. Nessa abordagem, a prática da meditação favorece tanto o relaxamento muscular como a autopercepção. O relaxamento é importante para que o músculo consiga passar por todas as fases fisiológicas envolvidas na contração. A autopercepção é fundamental para que o praticante do exercício, ao prestar atenção em seu corpo, possa sentir o real estado em que se encontra, se com tônus adequado ou com contraturas localizadas ou mesmo generalizada (de acordo com a “couraça muscular” de Reich, anteriormente citada). Observamos que, muitas vezes, um músculo enrijecido por contratura é confundido com um bom tônus muscular. Um músculo, mesmo exercitado, quando em repouso, deve estar relaxado e, quando contraído, deve assumir um estado endurecido. Assim, muitos atletas com lesões musculares de repetição apresentam, ao exame, contraturas que são a causa das lesões de repetição.

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