69 capítulos
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Capítulo 3. A biosfera

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

3

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 3.1  Os biomas terrestres são caracterizados pelas formas de crescimento da vegetação dominante.

CONCEITO 3.2  As zonas biológicas nos ecossistemas de água doce estão associadas à velocidade, profundidade, temperatura, transparência e composição química da água.

CONCEITO 3.3  As zonas biológicas marinhas são determinadas pela profundidade do oceano, disponibilidade de luz e estabilidade do substrato do fundo.

A biosfera

O Serengeti americano – 12 séculos de alterações nas Grandes Planícies: Estudo de Caso

Hoje em dia, a região que abrange a porção central da América do Norte, conhecida como as Grandes Planícies, mantém pouca semelhança com a Planície Serengeti da África. A diversidade biológica é muito baixa em muitas partes da paisagem atual, que contém grandes manchas uniformes de plantas cultivadas (que muitas vezes são até mesmo geneticamente iguais) e poucas espécies de herbívoros domesticados. No Serengeti, por outro lado, algumas das maiores e mais diversas manadas de animais selvagens do mundo vagam em uma pitoresca savana (Figura 3.1). Entretanto, se não fosse por uma série de importantes alterações ambientais, os dois ecossistemas poderiam parecer muito similares.

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Capítulo 14. Parasitismo

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

14

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 14.1  Parasitas

normalmente alimentam-se apenas de um ou de alguns indivíduos hospedeiros.

CONCEITO 14.2 

Os hospedeiros têm adaptações para se defender dos parasitas, e os parasitas têm adaptações para superar essas defesas.

CONCEITO 14.3 

As populações de parasitas e hospedeiros podem evoluir juntas, cada uma em resposta

à seleção imposta pela outra.

CONCEITO 14.4 

Os parasitas podem reduzir a população de hospedeiros e alterar o resultado da interação de espécies, causando, assim, mudanças nas comunidades.

CONCEITO 14.5  Modelos simples da dinâmica hospedeiro‑patógeno sugerem formas para controlar o estabelecimento e a propagação de doenças.

Parasitismo

Parasitas escravizadores: Estudo de Caso

Em livros e filmes de ficção científica, os vilões algumas vezes utilizam o controle da mente ou dispositivos físicos para manipular os desejos e controlar as ações de suas vítimas. Nesse universo ficcional, uma pessoa pode ser forçada a agir de forma estranha ou grotesca, ou a machucar a si própria ou a outras pessoas – tudo contra sua vontade.

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Capítulo 8. Alelofisiologia

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Alelofisiologia

8.1

Particularidades da nutrição heterotrófica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

522

8.1.1

8.1.2

Saprófitos e parasitos . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Plantas carnívoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

522

525

8.2

Simbiose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

526

8.2.1

Simbioses fixadoras de nitrogênio do ar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Bioquímica e fisiologia da fixação de N2 . . .

Micorrizas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Liquens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

526

532

534

536

8.2.2

8.2.3

8.2.4

Além de reagirem a estímulos físicos ou químicos do seu ambiente abiótico (ver 6.7), as plantas estabelecem múltiplas interações com outros seres vivos. As reações (governadas por fitocromos) ao sobreamento por outras plantas ou à luz refletida de plantas vizinhas já foram mencionadas como exemplo (ver 6.7.2.1). O estudo dos processos moleculares na interação de plantas com outros organismos constitui hoje um campo independente da fisiologia, aqui apresentado resumidamente sob o conceito de alelofisiologia (do grego, allélos = recíproco).

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Capítulo 11. Fundamentos de Ecologia Vegetal

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Fundamentos de Ecologia

Vegetal

11.1

Limitação, aptidão e ótimo . . . . . . . . . .

950

11.2

Estresse e adaptação . . . . . . . . . . . . . . .

951

11.3

O fator tempo e reações não lineares .

951

11.3.1

11.3.2

Fenologia e escala biológica de tempo . . . .

Não linearidade e frequência . . . . . . . . . . . .

951

953

11.4

Variação biológica . . . . . . . . . . . . . . . . .

954

11.5

O ecossistema e sua estrutura . . . . . . .

955

11.5.1

A estrutura da biocenose. . . . . . . . . . . . . . . .

955

A ecologia científica ocupa-se com as interações entre organismos e seu ambiente vivo e não vivo. Ela abrange todos os níveis de integração, desde o organismo individual até a biosfera, o que enseja uma grande multiplicidade de enfoques de pesquisa e de subdisciplinas (ver 11.6).

Como ciência relativamente jovem, a ecologia ainda tenta construir um arcabouço conceitual, que, de modo semelhante à física, se baseie em algumas afirmações fundamentais com caráter de validade geral. Tais premissas foram formuladas por autores como T.R. Malthus, C.

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Capítulo 9 - Fotossíntese: Considerações Fisiológicas e Ecológicas

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

9

Fotossíntese:

Considerações

Fisiológicas e

Ecológicas

A

conversão da energia solar em energia química de compostos orgânicos é um processo complexo que inclui transporte de elétrons e metabolismo do carbono fotossintético (ver Capítulos 7 e 8). Este capítulo trata de algumas das respostas fotossintéticas da folha intacta a seu ambiente. As respostas fotossintéticas adicionais aos diferentes tipos de estresse são estudadas no Capítulo 24. Quando for discutida a fotossíntese neste capítulo, será referida a taxa fotossintética líquida, ou seja, a diferença entre a assimilação fotossintética de carbono e a perda de CO2 via respiração mitocondrial.

O impacto do ambiente sobre a fotossíntese é de interesse amplo, em especial para fisiologistas, ecólogos, biólogos evolucionistas, especialistas em mudanças climáticas e agrônomos. Do ponto de vista fisiológico, há interesse em compreender as respostas diretas da fotossíntese a fatores ambientais como luz, concentrações de CO2 do ambiente e temperatura, assim como as respostas indiretas (mediadas por efeitos do controle estomático) a fatores como umidade do ar e umidade do solo. A dependência de processos fotossintéticos em relação às condições ambientais é também importante para os agrônomos, pois a produtividade vegetal e, em consequência, a produtividade das culturas agrícolas dependem muito das taxas fotossintéticas prevalecentes em um ambiente dinâmico. Para o ecólogo, a variação fotossintética entre ambientes diferentes é de grande interesse em termos de adaptação e evolução.

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