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Capítulo 14. A Vegetação da Terra

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 14

A Vegetação da Terra

14.1

A vegetação das zonas temperadas . . .

14.1.1

Das terras baixas até o nível inferior das florestas das montanhas . . . . . . . . . . . . . . . .

Nível superior das florestas das montanhas e nível alpino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

1083

14.2

Os biomas da Terra. . . . . . . . . . . . . . . . .

1085

14.2.1

Florestas tropicais úmidas das terras baixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Florestas tropicais úmidas das montanhas . . .

Vegetação tropical e subtropical de altitude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Florestas semideciduais tropicais . . . . . . . .

Savanas tropicais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

14.1.2

14.2.2

14.2.3

14.2.4

14.2.5

1080

14.2.6

14.2.7

1080

14.2.8

14.2.9

14.2.10

14.2.11

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Capítulo 7. Fisiologia dos Movimentos

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Fisiologia dos Movimentos

7.1 Conceitos fundamentais da fisiologia dos estímulos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

485

7.2 Movimentos livres. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

486

7.2.1 Taxias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.2.1.1 Quimiotaxia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.2.1.2 Fototaxia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.2.1.3 Outras taxias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.2.2 Movimentos intracelulares. . . . . . . . . . . . . . . . . .

488

488

490

493

494

7.3 Movimentos de órgãos vivos . . . . . . . . . . . . .

7.3.1 Tropismos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.3.1.1 Fototropismo e escototropismo . . . . . . . . . . . . . . .

499

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506

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Capítulo 9. Distribuição e abundância de populações

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

9

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 9.1  Populações são entidades dinâmicas que variam em tamanho no tempo e no espaço.

CONCEITO 9.2 

As distribuições e abundâncias de organismos são limitadas pela adequação do hábitat, fatores históricos e dispersão.

CONCEITO 9.3  Muitas espécies têm distribuição fragmentada de populações dentro de sua amplitude geográfica.

CONCEITO 9.4 

A distribuição de indivíduos dentro de uma população depende da localização dos recursos essenciais, dispersão e interações comportamentais.

CONCEITO 9.5 

As abundâncias e distribuições de populações podem ser estimadas por contagens em

áreas específicas, métodos de distâncias, estudos de marcação e recaptura e modelos de nicho.

Distribuição e abundância de populações

Das florestas de algas-pardas aos vazios de ouriços: Estudo de Caso

Estendendo-se através de 1.600 km no Oceano Pacífico ao oeste do Alasca, as montanhosas Ilhas Aleutas geralmente são castigadas por fortes tempestades e ficam ocultadas pela neblina. As ilhas têm algumas poucas árvores grandes e, exceto pelas ilhas do leste, que já fizeram parte do continente, não são encontrados os mamíferos terrestres presentes no continente, como ursos-pardos, renas e lemingues. Existe, no entanto, abundante vida selvagem marinha nas cercanias, incluindo aves, focas, baleias e grande diversidade de peixes e invertebrados.

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Capítulo 9 - Fotossíntese: Considerações Fisiológicas e Ecológicas

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

9

Fotossíntese:

Considerações

Fisiológicas e

Ecológicas

A

conversão da energia solar em energia química de compostos orgânicos é um processo complexo que inclui transporte de elétrons e metabolismo do carbono fotossintético (ver Capítulos 7 e 8). Este capítulo trata de algumas das respostas fotossintéticas da folha intacta a seu ambiente. As respostas fotossintéticas adicionais aos diferentes tipos de estresse são estudadas no Capítulo 24. Quando for discutida a fotossíntese neste capítulo, será referida a taxa fotossintética líquida, ou seja, a diferença entre a assimilação fotossintética de carbono e a perda de CO2 via respiração mitocondrial.

O impacto do ambiente sobre a fotossíntese é de interesse amplo, em especial para fisiologistas, ecólogos, biólogos evolucionistas, especialistas em mudanças climáticas e agrônomos. Do ponto de vista fisiológico, há interesse em compreender as respostas diretas da fotossíntese a fatores ambientais como luz, concentrações de CO2 do ambiente e temperatura, assim como as respostas indiretas (mediadas por efeitos do controle estomático) a fatores como umidade do ar e umidade do solo. A dependência de processos fotossintéticos em relação às condições ambientais é também importante para os agrônomos, pois a produtividade vegetal e, em consequência, a produtividade das culturas agrícolas dependem muito das taxas fotossintéticas prevalecentes em um ambiente dinâmico. Para o ecólogo, a variação fotossintética entre ambientes diferentes é de grande interesse em termos de adaptação e evolução.

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Capítulo 12. Competição

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

12

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 12.1 

A competição ocorre entre indivíduos de duas espécies que partilham um recurso que limita seu crescimento, sobrevivência ou reprodução.

CONCEITO 12.2 

A competição, tanto direta quanto indireta, pode limitar a distribuição e a abundância das espécies competidoras.

CONCEITO 12.3 

As espécies competidoras têm mais probabilidade de coexistir quando utilizam os recursos de maneiras diferentes.

CONCEITO 12.4 

O resultado da competição pode ser alterado por condições ambientais, interações de espécies, distúrbios e evolução.

Competição

Competição em plantas carnívoras: Estudo de Caso

Apesar de repetidos relatos de que plantas podiam comer animais, os primeiros cientistas eram céticos quanto a essas afirmativas. Em 1875,

Charles Darwin esclareceu essas dúvidas fornecendo claras evidências experimentais de hábitos carnívoros por plantas. Atualmente, mais de 600 espécies de plantas carnívoras foram identificadas, incluindo utriculárias, droseras, plantas-jarro e a bem conhecida vênus-papa-moscas.

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