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Capítulo 2 - Estrutura do Genoma e Expressão Gênica

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

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Estrutura do Genoma e Expressão Gênica

O

fenótipo de uma planta é o resultado de três fatores principais: seu genótipo (todos os genes, ou alelos, que determinam as caracterí caracte sticas da planta), o padrão de modificações epigenéticas de seu

DNA (grupos químicos ligados a algumas das bases nitrogenadas do DNA

(gru

(g que afetam a atividade gênica) e o ambiente em que vive. No Capítuaf lo o 1,

1 foram revisados a estrutura fundamental e a função do DNA, seu se empacotamento dentro de cromossomos e as duas fases principais da expressão gênica: transcrição e tradução. Neste capítulo,

é discutido como a composição do genoma, além de seus genes, influencia a fisiologia e a evolução do organismo. Primeiro, são examinados a estrutura e a organização do genoma nuclear e os elementos extragene que ele contém. Em seguida, volta-se para os genomas citoplasmáticos que estão contidos dentro das mitocôndrias e dos plastídios. Também se discute sobre a maquinaria celular necessária para transcrever e traduzir os genes em proteínas funcionais, e é visto como a expressão gênica é regulada p tanto tan transcricional como pós-transcricionalmente. Por fim, são introduzidas algumas das ferramentas utilizadas para estudar a função tro odu gênica, com uma discussão sobre o uso da engenharia genética gênica a, concluindo c na pesquisa pesq qui e na agricultura.

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Medium 9788582714683

Capítulo 20. Produtividade

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

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CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 20.1  A energia nos ecossistemas origina-se com a produção primária pelos autótrofos.

CONCEITO 20.2 

A produção primária líquida

é limitada por fatores ambientais físicos e bióticos.

CONCEITO 20.3 

Os padrões globais de produção primária líquida são reflexo das limitações climáticas e dos tipos de biomas.

CONCEITO 20.4 

A produção secundária é gerada por meio do consumo de matéria orgânica pelos heterótrofos.

Produtividade

Vida nas profundezas submarinas:

Estudo de Caso

Ecólogos já consideraram as profundezas submarinas como equivalentes a um deserto. O ambiente físico a profundidades entre 1.500 e 4.000 m não parecia favorável à vida como conhecíamos. É completamente escuro nessas profundidades, não sendo viável a fotossíntese. A pressão da água alcança valores 300 vezes maiores do que aqueles da superfície do oceano, similar à pressão usada para esmagar carros em um ferro-velho. Pensava-se que os organismos que vivem nas profundezas do oceano adquiriam energia exclusivamente da precipitação eventual de materiais mortos oriundos da zona fótica nas camadas superiores, onde a luz solar penetra e os fitoplânctons fazem fotossíntese. A maioria dos organismos conhecidos das profundezas do mar se alimentava de detritos, como equinodermas (p. ex., estrelas-do-mar), moluscos, crustáceos e vermes poliquetas.

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Medium 9788536532233

Sumário

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

Estocolmo, Conferência de Copenhague (COP-15), Eco/92 e Protocolo de Kyoto. Mostra a importância da ONG Greenpeace e as principais militâncias ecológicas mundiais.

Capítulo 6 (Desenvolvimento Sustentável): aborda a temática no âmbito da sustentabilidade, para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social sem degradação dos recursos naturais, dos ecossistemas e dos principais indicadores de controle.

Capítulo 7 (Gestão Ambiental): trata da gestão ambiental nas empresas e órgãos públicos. Aborda o Sistema de Gestão Ambiental

(SGA), ISO 14001, certificados de excelência, auditorias ambientais, rotulagem ambiental e análise do ciclo de vida do produto. Explica coleta seletiva, sua finalidade e a destinação dos produtos, assim como o reaproveitamento de resíduos como pneus, pilhas, baterias, vidro, metais e entulho, e seus ganhos ambientais e econômicos.

Capítulo 8 (Produção Mais Limpa): trata da produção mais limpa e de seus objetivos, introduz os conceitos de ecoeficiência nos setores produtivos e o mercado de créditos de carbono. Também trata da compostagem.

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Medium 9788536532233

6.7 Sustentabilidade cívica

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

instituiu, em 1995, um instrumento legal de regulamentação para a liberação de financiamentos. Trata-se de um documento chamado

Protocolo Verde, que atende ao artigo 12 da Política Nacional do Meio

Ambiente (Lei nº 6.938/81), que especifica: “As entidades e órgãos de financiamento e incentivos governamentais condicionarão a aprovação de projetos habilitados a esses benefícios ao licenciamento, na forma desta Lei, e ao cumprimento das normas, dos critérios e dos padrões expedidos pelo Conama.”

O documento é o resultado do grupo de trabalho formado pelo governo brasileiro e os principais bancos nacionais (Caixa Econômica

Federal, Banco do Brasil, Banco da Amazônia, entre outros), responsáveis pela concessão de linhas de crédito; os Ministérios do

Meio Ambiente, Agricultura, do Abastecimento e Reforma Agrária, e Recursos Hídricos; e outros órgãos públicos ligados à União, com diretrizes, objetivos e princípios gerais de compromisso público, sendo eles:

�� financiar o desenvolvimento com sustentabilidade, por meio de linhas de crédito e programas que promovam a qualidade de vida da população, o uso sustentável dos recursos naturais e a proteção ambiental;

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4.3 Degradação natural do solo

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

�� o aumento da poluição nos efluentes causada por produtos químicos e biológicos;

�� o aumento do lixo orgânico, devido ao crescimento do consumo massificado;

FIGURA 4.3  �O lixo orgânico pode ser utilizado na produção de adubo orgânico, o qual pode ser utilizado na agricultura.

�� o aumento quantitativo (volume) do lixo causado por produtos não biodegradáveis.

FIGURA 4.4  �Área degradada por disposição de entulhos e outros tipos de rejeitos.

O legado dessa destruição silenciosa e progressiva do planeta são a poluição da água e do ar, a contaminação e degradação do solo, os desmatamentos, a extinção das espécies, o comprometimento da qualidade de vida e o desequilíbrio ecológico de todos os ecossistemas da biosfera

– consequências cada vez mais graves para a preservação da vida de todos os seres vivos, inclusive do homem, seu maior algoz e parte interessada nesse processo autodestrutivo.

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Meio Ambiente

Guia Prático e Didático

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