135 capítulos
Medium 9786581335144

5 - Prescrição de plantas medicinais e fitoterápicos de acordo com a legislação

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Neste capítulo, será abordada a importância de utilizar a fitoterapia na clínica de forma correta e segura, de acordo com as legislações vigentes.

O uso de plantas medicinais para manutenção ou recuperação da saúde é frequente em todo o mundo, e a regulamentação dessa prática pode ocorrer de diferentes maneiras. Na Figura 5.1, estão dispostos alguns exemplos da cadeia de processamento das plantas medicinais. A regulamentação de produtos com base em plantas medicinais pode ser realizada de várias formas, como chás, drogas vegetais notificadas, medicamento fitoterápico industrializado ou manipulado e produto tradicional fitoterápico. Além da área farmacêutica, as plantas medicinais possuem possibilidade de uso como cosmético ou alimento.1

Figura 5.1

Cadeia de processamento de plantas medicinais.

Apesar de possuir uma das maiores biodiversidades do mundo e de ser um dos países que publica o maior número de artigos científicos sobre plantas medicinais e fitoterápicos, o Brasil ainda possui um número pequeno de fitoterápicos registrados contendo espécies vegetais brasileiras. Dessa forma, o conhecimento do sistema de vigilância regulatória em saúde, a participação no estabelecimento de normas regulatórias e a realização de testes de acordo com as normas vigentes são essenciais para o desenvolvimento positivo do setor e para que os fitoterápicos possam ser alavancados no registro de medicamentos e na melhoria do processo de registro de medicamentos fitoterápicos, visando produtos de qualidade, seguros e eficazes para a população.2

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532233

10.9 Tratado de educação ambiental para sociedades sustentáveis eresponsabilidade global

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

Implementar um repertório de boas práticas ambientais no âmbito da organização nem sempre é uma tarefa fácil, pois a iniciativa não se traduz necessariamente em benefícios concretos aos funcionários.

Ademais, estes podem enxergar nessa inciativa apenas uma forma de autopromoção da empresa na mídia e de cumprimento de aspectos legais, o que não é verdade, já que a conscientização ambiental agrega valores que vão além dos perímetros laborais, como os diversos acidentes ambientais ocorridos nos últimos anos podem comprovar.

Assim, é importante que se capacitem os trabalhadores envolvidos no Programa de Educação Ambiental, principalmente em temáticas de interesse comum que envolvam o gerenciamento de recursos (água, energia elétrica etc.), a redução e destinação de resíduos, o descarte de rejeitos de forma adequada, o consumo responsável e outras propostas que visem à prevenção de acidentes ambientais, acidentes do trabalho, doenças ocupacionais e desvalorização econômica da própria empresa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532233

9.3 Classificação de resíduos

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

9.1  Introdução

Resíduos

Sobras ou restos excedentes do processo produtivo ou de consumo que podem ser reutilizados ou reciclados.

Este capítulo aborda a questão do gerenciamento dos resíduos, suas características, destinação e complicações para o meio ambiente de forma geral.

Abrange as principais legislações que regulamentam o tema, como a Norma Regulamentadora (NR) 25, do Ministério do Trabalho, que regulamenta nacionalmente as questões relacionadas com os resíduos industriais; a NR-32, que regulamenta a Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde; e, finalmente, a Resolução Conama nº 358, de 29 de abril de 2005, que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.

FIGURA 9.1  �Aterro sanitário em Barueri, em São Paulo.

9.2  Resíduos industriais

A NR-251 do Ministério do Trabalho regulamenta nacionalmente as questões relacionadas com os resíduos industriais, abordando sua definição, uso e destinação final.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532233

8.2 Ecoeficiência

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

�� Produtos: reduzir os impactos negativos ao longo do ciclo de vida dos produtos até um design adequado.

�� Serviços: incorporar as preocupações ambientais aos projetos e fornecimentos de serviços.

Para alcançar os objetivos da PML, o empresariado deve conscientizar todo o seu corpo de funcionários sobre a essência do programa e praticá-lo, de modo a se alcançar uma padronização de conduta e procedimentos. Para isso, é necessário informação e capacitação para assimilação dessas diretrizes, o que deve ser feito por meio de orientação especializada. Essa orientação é oferecida pelos Centros Nacionais para a Produção Mais Limpa de cada país, que atuam em conjunto com a

Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial.

No Brasil, essa atribuição institucional está delegada ao SENAI/RS, que

é incorporado à Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul e tem como finalidade fornecer suporte técnico para a implantação do PML.

Para que se adequem à legislação ambiental, as pequenas e médias empresas que necessitam de recursos financeiros para investir em equipamentos e projetos que visem redução, controle e reciclagem dos resíduos e eficiência energética podem usar as linhas de crédito disponíveis em várias instituições bancárias. O Centro Nacional para Produção

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532233

6.2 Limites do crescimento

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

6.1  Introdução

No decorrer dos anos, a sociedade foi se desenvolvendo, de acordo com a evolução tecnológica e científica, que, por sua vez, fomentou o crescimento econômico individual e coletivo da humanidade.

Revolução Industrial

Apesar de ser um processo que sempre ocorreu ao longo da história, a ânsia em adquirir meios de produção que acelerassem o progresso econômico e viabilizassem conquistas em vários aspectos da vida moderna (financeiros, sociais, políticos, culturais, de conforto etc.) só pôde ser sentida em termos concretos e mais significativos após a

Revolução Industrial no século XVIII.

Mudanças que aconteceram na Europa nos séculos XVIII e XIX.

A principal mudança foi a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado e com o uso das máquinas.

FIGURA 6.1  �Foi na primeira Revolução Industrial que se desenvolveram os primeiros maquinários para o aumento da produção, como o moinho têxtil do século XVIII.

Desde então, em um processo contínuo e progressivo, o crescimento industrial no final do século XIX alcançou novos patamares de desenvolvimento na cadeia produtiva, com o aparecimento de novas tecnologias e métodos de organização laborais, como a invenção do motor a combustão e a adoção de linhas de montagem e cronometragem nos meios de produção para o aumento da produtividade.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos