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Capítulo 6. Evolução e ecologia

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CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 6.1  A evolução

pode ser vista como variação genética ao longo do tempo ou como um processo de descendência com modificação.

CONCEITO 6.2  A seleção natural, a deriva genética e o fluxo gênico podem causar a variação na frequência de alelos em uma população ao longo do tempo.

CONCEITO 6.3  A seleção natural é o único mecanismo evolutivo que causa evolução adaptativa de modo consistente.

CONCEITO 6.4  Os padrões evolutivos de longo prazo são moldados por processos de larga escala, tais como especiação, extinções em massa e radiação adaptativa.

CONCEITO 6.5 

As interações ecológicas e a evolução exercem profunda influência recíproca.

Evolução e ecologia

Caça de troféus e evolução não intencional: Estudo de Caso

Os carneiros-selvagens (Ovis canadensis) são animais magníficos, maravilhosamente adaptados para a vida nas montanhas escarpadas nas quais eles são encontrados. A despeito de seu tamanho considerável (os machos podem pesar até 127 kg), esses carneiros podem equilibrar-se sobre bordas estreitas e saltar 6 metros de uma borda a outra. Os carneiros-selvagens são notáveis também pelos grandes cornos encurvados dos machos, usados em combates por fêmeas (Figura 6.1). Eles correm em velocidades de até 32 quilômetros por hora e batem suas cabeças uma contra a outra, disputando o direito de acasalar com uma fêmea.

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Capítulo 3. A biosfera

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CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 3.1  Os biomas terrestres são caracterizados pelas formas de crescimento da vegetação dominante.

CONCEITO 3.2  As zonas biológicas nos ecossistemas de água doce estão associadas à velocidade, profundidade, temperatura, transparência e composição química da água.

CONCEITO 3.3  As zonas biológicas marinhas são determinadas pela profundidade do oceano, disponibilidade de luz e estabilidade do substrato do fundo.

A biosfera

O Serengeti americano – 12 séculos de alterações nas Grandes Planícies: Estudo de Caso

Hoje em dia, a região que abrange a porção central da América do Norte, conhecida como as Grandes Planícies, mantém pouca semelhança com a Planície Serengeti da África. A diversidade biológica é muito baixa em muitas partes da paisagem atual, que contém grandes manchas uniformes de plantas cultivadas (que muitas vezes são até mesmo geneticamente iguais) e poucas espécies de herbívoros domesticados. No Serengeti, por outro lado, algumas das maiores e mais diversas manadas de animais selvagens do mundo vagam em uma pitoresca savana (Figura 3.1). Entretanto, se não fosse por uma série de importantes alterações ambientais, os dois ecossistemas poderiam parecer muito similares.

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PARA EXERCITAR

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FIGURA 6.6  �Incentivar a plantar é uma atividade saudável e que ajuda a natureza.

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Meio Ambiente

Guia Prático e Didático

PARA EXERCITAR

1

Trabalho em grupo. Cada aluno do grupo deve escolher um dos 10 princípios de orientação do Pacto Global e escrever suas conclusões quanto ao princípio escolhido no contexto do desenvolvimento sustentável.

2

Casos de trabalho escravo e infantil são uma realidade em algumas regiões remotas de nosso planeta, infelizmente. Pesquise casos do tipo, inclusive, relacionando os produtos, as atividades e como a situação foi resolvida. É importante lembrar a importância de se boicotar e denunciar empresas e serviços que comprovadamente exerçam essa prática em seus negócios.

3

Pesquise corporações que foram agraciadas com certificados oficiais de responsabilidade social e quais foram as suas contribuições para que conseguissem a certificação. Escreva os principais pontos.

4

A finalidade dos relatórios da GRI é: a) Adotar a coleta seletiva no lixo doméstico. b) Financiar o desenvolvimento da sustentabilidade. c) Declaração Universal dos Direitos Humanos. d) Desenvolver relatórios de sustentabilidade.

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5.4 Acordos internacionais

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5.3.7  Conferência de Copenhague

A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças

Climáticas de 2009, também conhecida como Conferência de

Copenhague, foi realizada na Dinamarca. Presidida pelo então primeiro-ministro Lars Loekke Rasmussen, teve a participação de mais de 190 delegações de todo o mundo, que discutiram as resoluções de prevenção às mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global.

Apesar da expectativa em torno do evento, houve pouco progresso nas negociações. Quanto à limitação das emissões de gases poluentes no planeta, os mesmos impasses de conferências anteriores se mantiveram, ou seja, os interesses econômicos dos países ricos, pobres e emergentes falaram mais alto, sempre se colocando em primeiro plano declarações políticas, em vez de novas propostas para o cumprimento dos compromissos firmados pela maioria dos participantes signatários da Convenção das

Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

Dessa vez, os países ricos não ficaram apenas na defensiva e acusaram os países pobres de não assumirem responsabilidades na cooperação para reduzir as emissões de gases; os Estados Unidos e a

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6.5 Responsabilidade social

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6.4.4  Índices de sustentabilidade

O índice de sustentabilidade é uma ferramenta para análise financeira do desempenho de empresas listadas no mercado de ações sob o aspecto da sustentabilidade corporativa. Baseia-se na eficiência empresarial em termos econômicos, ambientais, de justiça social e de governança corporativa.

Sua finalidade é demonstrar aos investidores o nível de confiabilidade das corporações para o devido investimento em empresas socialmente responsáveis, sustentáveis e rentáveis.

Por meio desses indicadores, é possível analisar as empresas e o seu comprometimento com o triple bottom line, base das obrigações empresariais no desenvolvimento sustentável, pois o demonstrativo tradicional de informações patrimoniais omitiria as tendências de risco das corporações.

Entre os vários índices de sustentabilidade, é importante destacar, por exemplo:

�� Dow Jones Sustainability Index World: foi lançado em 1999, sendo o primeiro indicador de desempenho financeiro de desenvolvimento sustentável. As empresas indexadas na bolsa de Nova

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Capítulo 17 - Embriogênese

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Embriogênese

A

s plantas mostram um intrigante contraste no desenvolvimento em relação aos animais, não somente com respeito às suas diversas formas, mas também em como essas formas surgem. Uma sequoia, por exemplo, pode crescer por milhares de anos antes de alcançar um tamanho suficientemente grande para um automóvel passar através de seu tronco. Por outro lado, um indivíduo de Arabidopsis pode completar seu ciclo de vida em pouco mais de um mês, dificilmente produzindo mais do que um punhado de folhas (Figura 17.1). Mesmo sendo diferentes, as duas espécies utilizam mecanismos de crescimento comuns a todas as plantas multicelulares, nas quais a forma é elaborada gradualmente por meio de processos adaptativos de crescimento pós-embrionário. Animais, em comparação, em geral têm um padrão de desenvolvimento mais previsível, no qual o plano básico corporal é amplamente determinado durante a embriogênese.

Essas diferenças entre plantas e animais podem ser compreendidas parcialmente em termos de estratégias de sobrevivência contrastantes. Sendo fotossintéticas, as plantas dependem de padrões de crescimento flexíveis que permitem a elas se adaptar a locais fixos onde as condições podem ser inferiores ao ideal, especialmente em relação à luz solar, e variar com o tempo.

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10.6 Educação ambiental não formal

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Art. 216 Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade,

à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:

I - as formas de expressão;

II - os modos de criar, fazer e viver;

III - as criações científicas, artísticas e tecnológicas;

IV - as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;

V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.

§ 1º O Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação.

§ 2º Cabem à administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem.

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1.3 Flora e fauna

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É um país ideal para plantar, cultivar e colher os mais diversos produtos agrícolas, bem como para distribuí-los de forma igualitária, justa, com a natureza sendo valorizada e respeitada.

Organismos de proteção ambiental, como o Instituto Brasileiro do

Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), buscam incessantemente, por meio de conscientização, leis, regulamentações técnicas e pareceres normativos, preservar as belezas naturais brasileiras.

Veremos, ao longo desta obra, um pouco dessas belezas naturais, alguns problemas ambientais e soluções para uma vida igualitária.

1.2  Ecologia

O termo ecologia foi criado pelo biólogo alemão Ernest Heinric

Haeckel (1834-1919). Trata-se da união de palavras gregas oikos, que significa casa, e logos, que significa estudo. Logo, a ecologia é a ciência que estuda as casas naturais, ou seja, os diversos ambientes da natureza, incluindo as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente.

Essa ciência ajuda a compreender a importância de cada espécie na natureza e a necessidade de preservar os vários ambientes naturais que a Terra abriga.

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Capítulo 16. A natureza das comunidades

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16

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 16.1 

Comunidades são grupos de espécies que interagem e ocorrem juntas no mesmo lugar e ao mesmo tempo.

CONCEITO 16.2 

Diversidade e composição de espécies são importantes descritores da estrutura das comunidades.

CONCEITO 16.3 

Comunidades podem ser caracterizadas por redes complexas de interações diretas e indiretas que variam em intensidade e direção.

A natureza das comunidades

“Alga assassina!”: Estudo de Caso

Em 1988, um estudante francês de biologia marinha mergulhou na água cristalina do Mar Mediterrâneo e fez uma descoberta inusitada. Sobre o fundo do mar, logo abaixo dos penhascos onde ficava o suntuoso Museu

Oceanográfico de Mônaco, crescia uma alga incomum, Caulerpa taxifolia

(Figura 16.1), nativa das águas tropicais quentes do Caribe. O estudante contou a Alexandre Meinesz, um especialista em algas tropicais e professor da University of Nice, sobre a espécie incomum. Ao longo do ano seguinte, Meinesz confirmou sua presença e descobriu que sua folhagem verde fluorescente, interconectada por caules subterrâneos reptantes chamados de rizomas, formava um carpete debaixo da água na área em frente ao museu.

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7 - Fitoterapia nos ciclos da vida: da gestação à terceira idade

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Muitas são as dúvidas quanto ao uso de plantas medicinais na infância, na gestação e no envelhecimento. Neste capítulo, serão abordadas as principais diferenças fisiológicas dessas fases e o modo de utilização da fitoterapia de forma segura e eficaz em cada uma delas.

O uso de recursos naturais, especialmente de plantas medicinais para prevenção e tratamento em crianças, é frequente e tradicional no Brasil e no mundo, sendo algo cultural, e, principalmente no cuidado primário, é utilizado para tratar distúrbios nas vias respiratórias, para aliviar cólicas ou para tranquilizar as crianças.1

A prática “cuidativa” das mães envolvendo esse recurso baseia-se em saberes repassados de geração a geração, com caráter preventivo e curativo. Em nível internacional, são poucos os estudos investigativos com populações representativas sobre o uso de produtos à base de plantas medicinais em crianças.2

Nos primeiros anos de vida, as crianças são acometidas por doenças corriqueiras, por isso os pais e/ou cuidadores utilizam terapias complementares, em especial a fitoterapia. Essa prática é influenciada por pessoas próximas, familiares ou amigos que já obtiveram resultados positivos e que, de forma empírica, vão repassando esses conhecimentos.3

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Apresentação

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Meio Ambiente

Guia Prático e Didático

Apresentação

Caro leitor, é com enorme satisfação que apresentamos a obra Meio ambiente: guia prático e didático. Ela é dedicada a todos os profissionais da área ambiental, incluindo professores e instrutores, e aos alunos de cursos técnicos e de graduação cujas disciplinas pertençam ao eixo tecnológico Ambiente e Saúde.

O livro, além de estar de acordo com o conteúdo programático exigido pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) aos cursos dessa

área, também é indicado aos autodidatas, pois aborda todos os assuntos com uma linguagem simples, objetiva e didática, de tal forma que, no final de cada capítulo, há a seção Para exercitar, com questões dissertativas e de múltipla escolha, para auxiliar na compreensão do conteúdo aprendido.

A obra é composta de dez capítulos e um apêndice, distribuídos da seguinte forma:

Capítulo 1 (Meio Ambiente): introduz os temas mais relevantes da área ambiental. Conceitua, de forma didática, a fauna e a flora brasileiras: ecossistemas, principais animais em extinção e seu habitat.

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Capítulo 14. Parasitismo

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14

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 14.1  Parasitas

normalmente alimentam-se apenas de um ou de alguns indivíduos hospedeiros.

CONCEITO 14.2 

Os hospedeiros têm adaptações para se defender dos parasitas, e os parasitas têm adaptações para superar essas defesas.

CONCEITO 14.3 

As populações de parasitas e hospedeiros podem evoluir juntas, cada uma em resposta

à seleção imposta pela outra.

CONCEITO 14.4 

Os parasitas podem reduzir a população de hospedeiros e alterar o resultado da interação de espécies, causando, assim, mudanças nas comunidades.

CONCEITO 14.5  Modelos simples da dinâmica hospedeiro‑patógeno sugerem formas para controlar o estabelecimento e a propagação de doenças.

Parasitismo

Parasitas escravizadores: Estudo de Caso

Em livros e filmes de ficção científica, os vilões algumas vezes utilizam o controle da mente ou dispositivos físicos para manipular os desejos e controlar as ações de suas vítimas. Nesse universo ficcional, uma pessoa pode ser forçada a agir de forma estranha ou grotesca, ou a machucar a si própria ou a outras pessoas – tudo contra sua vontade.

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Capítulo 10. Crescimento e controle populacional

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Crescimento e controle populacional

CONCEITOS-CHAVE

O crescimento da população humana:

Estudo de Caso

CONCEITO 10.1  Tabelas de vida mostram como taxas de sobrevivência e de reprodução variam com idade, tamanho ou estágio do ciclo de vida.

CONCEITO 10.2  Dados das tabelas de vida podem ser usados para projetar o futuro da estrutura etária, do tamanho e da taxa de crescimento de uma população.

CONCEITO 10.3 

Populações podem crescer exponencialmente quando as condições são favoráveis, mas o crescimento exponencial não continua indefinidamente.

CONCEITO 10.4 

O tamanho populacional pode ser determinado por fatores dependentes e independentes da densidade.

CONCEITO 10.5  A equação logística impõe limites ao crescimento e mostra como uma população pode se estabilizar em seu tamanho máximo: a capacidade de suporte.

Vista do espaço, a Terra parece uma linda bola azul e branca imersa em um vasto mar negro. Se usarmos imagens de satélite para explorar em detalhe a superfície dessa linda bola, encontraremos claros sinais de impactos antrópicos ao redor do globo. Esses sinais vão desde a devastação de florestas tropicais, até rios que antes meandravam, mas que agora correm em linha reta nos canais criados, além de padrões surrealistas formados pelas áreas de agricultura (Figura 10.1).

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2.1 Introdução

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2.1  Introdução

Mediante uma breve análise do constitucionalismo brasileiro, podemos afirmar que foi somente na Constituição de 1988 que se estabeleceu, de maneira específica, objetiva e global, a proteção ao meio ambiente.

Desde a Carta Magna de 1934,1 todas as constituições brasileiras mantiveram a proteção do patrimônio histórico, cultural e paisagístico do país.

Houve constante indicação no texto constitucional da função social da propriedade (1934, art. 115; 1946, arts. 147 e 148; 1967, art. 157, III,

§ 8º; 1969, arts. 160, III, e 163), solução que não tinha em mira – ou era insuficiente para – proteger efetivamente o patrimônio ambiental.

Até a promulgação da nossa atual constituição, o legislador jamais se preocupou em proteger o meio ambiente de forma específica e global, mas, sim, de maneira diluída e mesmo casual, referindo-se separadamente a alguns de seus elementos integrantes (florestas, caça, pesca) ou então disciplinando matérias a ele indiretamente relacionadas, como a mortalidade infantil, a saúde, a propriedade etc. (MILARÉ, 2000).

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9 - Plantas alimentícias não convencionais (PANCs)

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Muitas vezes vistas como pragas ou ervas daninhas, diversas espécies denominadas vulgarmente como “matinhos” podem ser utilizadas na alimentação, agregando valor à culinária de forma sustentável. Neste capítulo, serão abordados alguns exemplos, levando o leitor à valorização dessas plantas muitas vezes ignoradas, mas de alto valor terapêutico e nutricional.

Desde a antiguidade, o homem lança mão das plantas com as mais distintas finalidades, incluindo a alimentícia. As plantas alimentícias não convencionais, mais comumente conhecidas como PANCs, estão ganhando adeptos de forma notável nos últimos anos. Anteriormente mais conhecidas e exploradas pelas comunidades rurais, gerando emprego e renda e contribuindo com a economia regional, atualmente vêm se popularizando não apenas no meio urbano, mas também em casas de culinária, mesmo com a tendência pelos fast foods em função da publicidade e praticidade.1

Cabe destacar algumas vantagens para o uso das PANCs. Além dos altos valores nutritivos e terapêuticos, que serão abordados ao longo do capítulo, inclui-se o baixo impacto na agricultura e na conservação ambiental, a facilidade de cultivo (muitas podem ser cultivadas em casa ou até mesmo em apartamentos), a diversidade alimentar (via saudável de alimentação) e as diferentes possibilidades de preparo na culinária, muitas delas podendo ser consumidas in natura.

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