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1. A força das águas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

1

A força das águas

Se as guerras do século XX foram motivadas pela exploração do petróleo, os conflitos do século XXI estarão centrados no controle dos recursos hídricos. Quem controla a água controla a vida.

BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS, SOCIÓLOGO PORTUGUÊS

DIA 22 D E MA R ÇO É O D I A M U N DIAL DA ÁGUA . O BRASIL

tem o privilégio de ser uma das poucas regiões do mundo com enorme superávit desse bem, essencial à vida, que constitui cerca de 70% do corpo humano. Mais do que enaltecimentos vazios que se evaporam ao vento, esperam-se de todos ações concretas em defesa do ouro azul, cujo real valor perpassa aparentemente despercebido por entre milhares de mãos humanas.

Força motriz de toda a natureza – ou a única bebida para um homem sábio –, a água é uma dádiva indispensável à vida, essencial à manutenção da saúde e à garantia do bem-estar do ser humano. Para Tales de Mileto, esse elemento é o princípio de todas as coisas, e Guimarães Rosa dizia que a água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba.

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3. Impactos provocados por usinas hidrelétricas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

3

Impactos provocados por usinas hidrelétricas

A água que não corre forma um pântano; a mente que não trabalha forma um tolo.

VICTOR HUGO

A S M Ú LT I P L A S F U N Ç Õ E S E C O L Ó G I C A S E O S S E RV I Ç O S

ambientais prestados, gratuitamente, por cursos d’água são inúmeros e valiosos. Um rio não é um simples canal de água, é um rico ecossistema moldado ao longo de milhões de anos, com ritmos próprios de composição e decomposição. Verdadeiros corredores de biodiversidade fornecem água, ar puro, alimentos, terras férteis, equilíbrio climático, fármacos animais e vegetais, recreação, turismo ecológico, entre outros tantos serviços.

Os sistemas hídricos propiciam também estocagem e limpeza de água, recarga do lençol freático, regulagem dos ciclos biogeoquímicos, estocagem de carbono e habitat para inúmeras espécies, endêmicas ou não. Fornecem ainda outros benefícios, como pesca, agricultura de subsistência, via de transporte e auxílio na pecuária extensiva. Mexer com essa diversidade ecossistêmica única, que propicia tantos serviços aos privilegiados que usufruem dessas benesses, provoca discórdias de difícil consenso.

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4. Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

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4

Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

CIDADEZINHA QUALQUER

Um cachorro vai devagar

Casas entre bananeiras

Um burro vai devagar

mulheres entre laranjeiras

Devagar... as janelas olham

pomar amor cantar

Êta vida besta, meu Deus

Um homem vai devagar

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

P I R A J U, N O M E O R I G I N Á R I O D E E X P R E S S Ã O G UA R A N I ,

significa peixe (pira) dourado (yu). Esse peixe, símbolo da cidade, tem seu habitat no límpido rio Paranapanema, maior patrimônio pirajuense. Os dados mais concretos do início do povoamento da região são registrados somente a partir de 1859, com a chegada da família Arruda, que se uniu às famílias Faustino e Graciano, as quais já habitavam a região. Essas famílias doaram um terreno para a criação do patrimônio denominado São Sebastião do Tijuco Preto.

Distante 330 km da capital do Estado de São Paulo, a sudoeste do Estado, a Estância Turística de Piraju tem clima temperado, suaves colinas e temperatura média de 21°C. Com cerca de 29 mil habitantes distribuídos em uma área de 505 km2, a cidade foi transformada em estância turística em 2002, entrando para um seleto grupo de 29 municípios do Estado.

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2. A energia das águas represadas

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

2

A energia das águas represadas

Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza. Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido.

LEONARDO DA VINCI

A IDEIA DE QUE A HUMANIDADE CAMINHA RUMO A

níveis crescentes de bem-estar parece ser senso comum. Em sã consciência, ninguém é contrário ao desenvolvimento da sociedade. Mas ainda é raro construir qualquer projeto de desenvolvimento com objetivos claros, que contemplem e atendam, simultaneamente, os interesses econômicos, sociais, ambientais e culturais de uma comunidade. A exclusão social e a crise ambiental parecem não fazer parte da agenda de políticos e empresários.

O termo desenvolvimento deve ser entendido como mudança em favor de toda a sociedade, ou de sua maioria, e que promova avanços estruturais e qualitativos. Quaisquer projetos de desenvolvimento de uma comunidade devem priorizar serviços de qualidade em alimentação, educação, saúde, água, saneamento básico, transporte público e energia.

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Capítulo 12. Plantas no Hábitat

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Plantas no Hábitat

12.6.3

12.6.4

Estratégias de investimento em nitrogênio.

Heterogeneidade do solo, competição e simbioses na rizosfera . . . . . . . . . . . . . . . .

Nitrogênio e fósforo em uma abordagem global . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cálcio, metais pesados e “sais” . . . . . . . . . .

1001

1002

12.7

Crescimento e balanço do carbono . . .

1002

12.7.1

12.7.2

12.7.3

12.7.4

12.7.5

1004

1007

1008

1012

12.7.6

Ecologia da fotossíntese e da respiração. . .

Ecologia do crescimento . . . . . . . . . . . . . . . .

Análise funcional do crescimento. . . . . . . . .

O isótopo estável 13C na ecologia . . . . . . . . .

Biomassa, produtividade, ciclo global do carbono . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Estoque de biomassa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Capítulo 3. Os Tecidos das Angiospermas

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

Os Tecidos das Angiospermas

3.1

Tecidos formadores (meristemas) . . . .

124

3.1.1

3.1.1.1

3.1.1.2

3.1.2

Meristema apical e meristema primário . . .

Ápice do caule . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ápice da raiz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Meristemas laterais (câmbios) . . . . . . . . . . .

125

128

129

130

3.2

Tecidos permanentes . . . . . . . . . . . . . . .

130

3.2.1

3.2.2

3.2.2.1

3.2.2.2

Parênquima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Tecidos de revestimento . . . . . . . . . . . . . . . .

Epiderme e cutícula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Periderme . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

131

132

133

137

Um conjunto de células semelhantes denomina-se tecido.

A similaridade corresponde à aparência das células, mas, ao se tratar da equivalência geral, ela se aplica também às suas capacidades fisiológicas. Na verdade, os tecidos são unidades morfológicas. Unidades funcionais multicelulares são denominadas órgãos, muitas vezes compostos de vários tecidos. Os tecidos são o objeto de estudo da histologia (do grego, histós = tecido).

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Capítulo 7. Fisiologia dos Movimentos

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Fisiologia dos Movimentos

7.1 Conceitos fundamentais da fisiologia dos estímulos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

485

7.2 Movimentos livres. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

486

7.2.1 Taxias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.2.1.1 Quimiotaxia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.2.1.2 Fototaxia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.2.1.3 Outras taxias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.2.2 Movimentos intracelulares. . . . . . . . . . . . . . . . . .

488

488

490

493

494

7.3 Movimentos de órgãos vivos . . . . . . . . . . . . .

7.3.1 Tropismos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

7.3.1.1 Fototropismo e escototropismo . . . . . . . . . . . . . . .

499

505

506

506

506

507

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Capítulo 14. A Vegetação da Terra

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 14

A Vegetação da Terra

14.1

A vegetação das zonas temperadas . . .

14.1.1

Das terras baixas até o nível inferior das florestas das montanhas . . . . . . . . . . . . . . . .

Nível superior das florestas das montanhas e nível alpino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

1083

14.2

Os biomas da Terra. . . . . . . . . . . . . . . . .

1085

14.2.1

Florestas tropicais úmidas das terras baixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Florestas tropicais úmidas das montanhas . . .

Vegetação tropical e subtropical de altitude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Florestas semideciduais tropicais . . . . . . . .

Savanas tropicais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

14.1.2

14.2.2

14.2.3

14.2.4

14.2.5

1080

14.2.6

14.2.7

1080

14.2.8

14.2.9

14.2.10

14.2.11

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Capítulo 6. Fisiologia do Desenvolvimento

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Fisiologia do Desenvolvimento

6.1

Princípios fundamentais da fisiologia do desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . .

376

6.1.1

Crescimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

378

6.2

Bases genéticas do desenvolvimento .

380

6.2.1

6.2.1.1

6.2.1.2

6.2.1.3

6.2.2

6.2.2.1

6.2.2.2

6.2.2.3

Sistemas genéticos da célula vegetal . . . . .

Genoma nuclear . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Genoma plastidial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Genoma mitocondrial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Bases da atividade gênica . . . . . . . . . . . . . . .

Estrutura gênica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Processo de transcrição . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Controle da transcrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

380

380

396

396

399

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Capítulo 9. Evolução

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Evolução

9.1

Variação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

558

9.1.1

9.1.2

9.1.2.1

9.1.2.2

9.1.2.3

9.1.2.4

9.1.2.5

9.1.2.6

9.1.3

9.1.3.1

9.1.3.2

9.1.3.3

9.1.3.4

Plasticidade fenotípica. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Variação genética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mutação gênica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mutação cromossômica . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mutação genômica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Recombinação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Herança extranuclear . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Transferência gênica horizontal . . . . . . . . . . . . .

Sistema de recombinação . . . . . . . . . . . . . . .

Sistema de fertilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Polinização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Capítulo 11. Fundamentos de Ecologia Vegetal

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Fundamentos de Ecologia

Vegetal

11.1

Limitação, aptidão e ótimo . . . . . . . . . .

950

11.2

Estresse e adaptação . . . . . . . . . . . . . . .

951

11.3

O fator tempo e reações não lineares .

951

11.3.1

11.3.2

Fenologia e escala biológica de tempo . . . .

Não linearidade e frequência . . . . . . . . . . . .

951

953

11.4

Variação biológica . . . . . . . . . . . . . . . . .

954

11.5

O ecossistema e sua estrutura . . . . . . .

955

11.5.1

A estrutura da biocenose. . . . . . . . . . . . . . . .

955

A ecologia científica ocupa-se com as interações entre organismos e seu ambiente vivo e não vivo. Ela abrange todos os níveis de integração, desde o organismo individual até a biosfera, o que enseja uma grande multiplicidade de enfoques de pesquisa e de subdisciplinas (ver 11.6).

Como ciência relativamente jovem, a ecologia ainda tenta construir um arcabouço conceitual, que, de modo semelhante à física, se baseie em algumas afirmações fundamentais com caráter de validade geral. Tais premissas foram formuladas por autores como T.R. Malthus, C.

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Capítulo 4. Morfologia e Anatomia das Cormófitas

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Morfologia e Anatomia das

Cormófitas

4.1

Morfologia e anatomia . . . . . . . . . . . . . .

154

4.1.1

4.1.2

Homologia e anatomia . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cormo e talo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

155

158

4.2

Caule . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

158

4.2.1

4.2.2

4.2.3

4.2.4

4.2.5

4.2.5.1

4.2.5.2

4.2.5.3

4.2.5.4

Organização longitudinal do caule . . . . . . . .

Filotaxia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Rizomas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Formas de vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ramificação do caule . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Ramificações dicotômica e axilar . . . . . . . . . . .

Sistemas de ramificação axilares . . . . . . . . . . .

Inflorescências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Capítulo 10. Sistemática e Filogenia

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Capítulo 10

Sistemática e Filogenia

10.1

Métodos da sistemática. . . . . . . . . . . . .

610

10.1.1

10.1.2

Reconhecimento de espécies . . . . . . . . . . . .

Monografias, floras e chaves de identificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Pesquisa de parentesco . . . . . . . . . . . . . . . . .

Caracteres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Conflitos de caracteres . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sistemática numérica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sistemática filogenética: parcimônia máxima . . .

Verossimilhança máxima . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Inferência bayesiana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Análise estatística de hipóteses de parentesco . .

Filogenia e classificação . . . . . . . . . . . . . . . .

Nomenclatura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

610

10.1.3

10.1.3.1

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Capítulo 8. Alelofisiologia

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Alelofisiologia

8.1

Particularidades da nutrição heterotrófica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

522

8.1.1

8.1.2

Saprófitos e parasitos . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Plantas carnívoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

522

525

8.2

Simbiose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

526

8.2.1

Simbioses fixadoras de nitrogênio do ar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Bioquímica e fisiologia da fixação de N2 . . .

Micorrizas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Liquens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

526

532

534

536

8.2.2

8.2.3

8.2.4

Além de reagirem a estímulos físicos ou químicos do seu ambiente abiótico (ver 6.7), as plantas estabelecem múltiplas interações com outros seres vivos. As reações (governadas por fitocromos) ao sobreamento por outras plantas ou à luz refletida de plantas vizinhas já foram mencionadas como exemplo (ver 6.7.2.1). O estudo dos processos moleculares na interação de plantas com outros organismos constitui hoje um campo independente da fisiologia, aqui apresentado resumidamente sob o conceito de alelofisiologia (do grego, allélos = recíproco).

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Capítulo 5. Fisiologia do Metabolismo

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Fisiologia do Metabolismo

5.1

Energética do metabolismo. . . . . . . . . .

225

5.1.1

5.1.2

5.1.3

5.1.4

5.1.4.1

5.1.4.2

5.1.4.3

Fundamentos de bioenergética. . . . . . . . . . .

Energética dos sistemas fechados . . . . . . . .

Energética dos sistemas abertos . . . . . . . . .

Potencial químico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Definição geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Potencial hídrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Potencial químico de íons e potencial de membrana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Potencial redox . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Transformação de energia e acoplamento energético . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Catálise enzimática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Fundamentos da catálise. . . . . . . . . . . . . . . . . .

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