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CAPÍTULO 11 Habitats Costeiros

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

A areia espalhada nas cavernas frias e fundas,

Onde todos os ventos dormem;

Onde as luzes gastas tremem e cintilam;

Onde os animais marinhos que vagueiam ao redor

Se alimentam do lodo de sua pastagem.

~Matthew Arnold,The Forsaken Merman, 1849

Habitats Costeiros

11

Apresentação

As linhas costeiras são ambientes complexos porque representam um limite de transição entre o que verdadeiramente

é terra e o que é oceano. A costa representa a junção entre a área terrestre e água, a extremidade virtual do mar, dependendo de sua perspectiva. O termo costa denota uma ampla zona que inclui não somente o litoral, mas também muitos outros habitats e ecossistemas que são afetados pelos processos associados com este cenário único entre terra e

água. Assim, o litoral pode ser uma praia de cascalho confinando uma falésia rochosa, mas a costa daquela região pode incluir baías, enseadas, sapais, entradas de maré, estuários e lodaçais. No capítulo anterior, focamos principalmente nas praias e nas ilhas barreiras, salientando os processos físicos — ondas, correntes, marés — que moldam esses depósitos de areia. Aqui, vamos examinar as características gerais, os processos e a biota de cinco importantes cenários costeiros:

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CAPÍTULO 1 O Surgimento da Oceanografia

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Qual é o sentido de se ter um bom barco se você só navega em águas conhecidas?

~ George Miller, Oyster River

O Surgimento da

Oceanografia

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Apresentação

Um histórico completo sobre a exploração e pesquisa oceanográfica seria um empreendimento gigantesco. Os registros se estendem ao longo de vários milênios para uma época em que os antigos marinheiros construíam barcos e aventuravamse corajosamente no mar para explorar o desconhecido. No entanto, é necessário um breve esboço da história marítima em um livro que lida com a física, a química, os processos geológicos e biológicos do mar de uma forma rigorosamente científica. Em primeiro lugar, isso nos lembra que, há eras, existem pessoas no campo da “oceanografia” – pessoas com um desejo insaciável de fazer o desconhecido familiar. O conhecimento que hoje em dia é comum precisou de investigações meticulosas de inúmeros navegadores ao longo de séculos de exploração. Muitos com a intenção de se tornarem ricos, explorando recursos e controlando rotas marítimas para o comércio.Todos foram impulsionados por um desejo de compreender os mistérios da Terra e de seus mares.

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Capítulo 3. A biosfera

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

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CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 3.1  Os biomas terrestres são caracterizados pelas formas de crescimento da vegetação dominante.

CONCEITO 3.2  As zonas biológicas nos ecossistemas de água doce estão associadas à velocidade, profundidade, temperatura, transparência e composição química da água.

CONCEITO 3.3  As zonas biológicas marinhas são determinadas pela profundidade do oceano, disponibilidade de luz e estabilidade do substrato do fundo.

A biosfera

O Serengeti americano – 12 séculos de alterações nas Grandes Planícies: Estudo de Caso

Hoje em dia, a região que abrange a porção central da América do Norte, conhecida como as Grandes Planícies, mantém pouca semelhança com a Planície Serengeti da África. A diversidade biológica é muito baixa em muitas partes da paisagem atual, que contém grandes manchas uniformes de plantas cultivadas (que muitas vezes são até mesmo geneticamente iguais) e poucas espécies de herbívoros domesticados. No Serengeti, por outro lado, algumas das maiores e mais diversas manadas de animais selvagens do mundo vagam em uma pitoresca savana (Figura 3.1). Entretanto, se não fosse por uma série de importantes alterações ambientais, os dois ecossistemas poderiam parecer muito similares.

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Capítulo 18 - Dormência e Germinação da Semente e Estabelecimento da Plântula

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

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Dormência e

Germinação da Semente e Estabelecimento da Plântula

“Não está morto, está descansando.”

– Monthy Phyton

N

o Capítulo 17, foram discutidos os primeiros estágios da embriogênese que ocorrem nas sementes das angiospermas em desenvolvimento. Sementes são unidades dispersoras especializadas exclusivas da divisão Spermatophyta, ou plantas com sementes. Tanto nas angiospermas quanto nas gimnospermas, as sementes desenvolvem-se a partir dos rudimentos seminais (óvulos), que contêm o gametófito feminino, discutido no

Capítulo 21. Após a fecundação, o zigoto resultante desenvolve-se em um embrião. O empacotamento do embrião contido em uma semente foi uma das muitas adaptações que liberaram a reprodução vegetal da dependência da água. Por isso, a evolução das plantas com sementes representa um importante acontecimento na adaptação das plantas à terra firme.

Neste capítulo, segue a discussão da sequência do desenvolvimento pela descrição dos processos de germinação da semente e estabelecimento da plântula – pela qual passa a geração das primeiras folhas fotossintetizantes e de um sistema de raízes mínimo. Em geral, entre a embriogênese e a germinação, há um período de maturação da semente seguido pela quiescência, durante a qual a disseminação da semente ocorre. A germinação é, então, atrasada até que as condições de água, oxigênio e temperatura estejam favoráveis para o crescimento da plântula. Algumas sementes necessitam de tratamento adicional, como luz ou abrasão física, antes que possam germinar, condição conhecida como dormência.

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Capítulo 12 - Respiração e Metabolismo de Lipídeos

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

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Respiração e

Metabolismo de Lipídeos

A

fotossíntese fornece as unidades orgânicas básicas das quais dependem as plantas (e quase todos os outros organismos). Com seu metabolismo de carbono associado, a respiração libera, de maneira controlada, a energia armazenada nos compostos de carbono para uso celular. Ao mesmo tempo, ela gera muitos precursores de carbono para a biossíntese.

Este capítulo inicia revisando a respiração em seu contexto metabólico, enfatizando as conexões entre os processos envolvidos e as características especiais peculiares às plantas. A respiração será também relacionada aos recentes desenvolvimentos na compreensão da bioquímica e da biologia molecular das mitocôndrias vegetais e dos fluxos respiratórios em tecidos de plantas intactas. Em seguida, são descritas as rotas da biossíntese de lipídeos que levam à acumulação de gorduras e óleos, usados para a armazenagem de energia e carbono por muitas espécies vegetais. A síntese de lipídeos e sua influência sobre as propriedades das membranas também são examinadas. Finalmente, são discutidas as rotas catabólicas envolvidas na decomposição de lipídeos e na conversão de seus produtos da degradação em açúcares, que ocorre durante a germinação de sementes oleaginosas.

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CAPÍTULO 6 Ondas no Oceano

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Chega às margens do Céu o grão cortejo,

Donde descobre o Abismo imensurável

Que, semelhante ao Mar, todo se agita escuro, destrutivo, furibundo,

Com repelões dos ventos açoitado,

Erguendo vagas que afiguram Serras

Contra o Céu dirigidas, ameaçando

Mesclar-lhe em amplas ruínas Eixo e Polos.

~ John Milton, Paradise Lost, Livro vii*

Ondas no Oceano

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Apresentação

A água do oceano, que contém partículas em suspensão e dissolvidas, está sempre sendo agitada pelas correntes superficiais e profundas. As camadas superficiais do oceano se movem e meandram em resposta à tensão do vento. Já a água do fundo, responde às diferenças de densidade das massas de água. Esses dois estilos de movimento da água — correntes geostróficas e circulação termo-halina — agitam e misturam lentamente a coluna de água. Agora, vamos completar nosso estudo do movimento da água analisando as ondas. Se expressas como um marulho** regular de oceano aberto ou como enormes arrebentações quebrando sobre um costão rochoso coberto de algas, elas são o idioma próprio do mar.

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PARA EXERCITAR

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

FIGURA 1.23  �Logomarca do Ibama.

Para o desempenho de suas funções, o Ibama poderá atuar em articulação com os órgãos e as entidades da administração pública federal, direta e indireta, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama) e com a sociedade civil organizada, para a consecução de seus objetivos, em consonância com as diretrizes da política nacional de meio ambiente.

O Ibama tem como principais atribuições:

�� exercer o poder de polícia ambiental;

�� executar ações das políticas nacionais de meio ambiente, referentes às atribuições federais, relativas ao licenciamento ambiental, ao controle da qualidade ambiental, à autorização de uso dos recursos naturais e à fiscalização, ao monitoramento e ao controle ambiental;

�� executar as ações supletivas de competência da União de conformidade com a legislação ambiental vigente;

�� propor e editar normas e padrões de qualidade ambiental;

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Capítulo 3 - Água e Células Vegetais

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

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Água e Células

Vegetais

A

água desempenha um papel fundamental na vida da planta. A fotossíntese exige que as plantas retirem dióxido de carbono da atmosfera e, ao mesmo tempo, as expõe à perda de água e à ameaça de desidratação.

Para impedir a dessecação das folhas, a água deve ser absorvida pelas raízes e transportada ao longo do corpo da planta. Mesmo pequenos desequilíbrios entre a absorção e o transporte de água e a perda desta para a atmosfera podem causar déficits hídricos e o funcionamento ineficiente de inúmeros processos celulares. Portanto, equilibrar a absorção, o transporte e a perda de

água representa um importante desafio para as plantas terrestres.

Uma grande diferença entre células animais e vegetais, e que tem um impacto imenso sobre suas respectivas relações hídricas, é que as células vegetais têm paredes celulares. As paredes celulares permitem às células vegetais desenvolverem enormes pressões hidrostáticas internas, denominadas pressão de turgor. A pressão de turgor é essencial para muitos processos fisiológicos, incluindo expansão celular, abertura estomática, transporte no floema e vários processos de transporte através de membranas. A pressão de turgor também contribui para a rigidez e a estabilidade mecânica de tecidos vegetais não lignificados. Neste capítulo, considera-se de que forma a água se movimenta para dentro e para fora das células vegetais, enfatizando as suas propriedades moleculares e as forças físicas que influenciam seu movimento em nível celular.

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4.1 Introdução

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4.2  Características dos impactos ambientais

A preservação do meio ambiente e dos recursos naturais sempre foi tratada com certa irrelevância na lista de prioridades do setor produtivo, e os órgãos públicos ocuparam também uma relação de descaso e omissão sobre o assunto. A falta de investimentos em saneamento básico, de um plano diretor de urbanização e de leis rígidas para a punição dos infratores contribuiu para inúmeras ações inadequadas no uso dos recursos naturais em prol do desenvolvimento a todo custo e de um parque industrial em busca de resultados imediatos e sem compromisso com a questão ambiental.

O crescimento das grandes cidades é outro agravante na degradação ambiental, pois trouxe mazelas adicionais ou acentuou os problemas existentes em épocas anteriores. Dentre esses aspectos, temos:

�� a poluição atmosférica causada por veículos automotores e indústrias;

FIGURA 4.2  �A poluição sonora e visual das grandes cidades era o que faltava para acentuar ainda mais os impactos ambientais e a queda da qualidade de vida dos seres vivos em geral.

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10.7 Educação ambiental informal

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I - a difusão, por intermédio dos meios de comunicação de massa, em espaços nobres, de programas e campanhas educativas, e de informações acerca de temas relacionados ao meio ambiente;

II - a ampla participação da escola, da universidade e de organizações não governamentais na formulação e execução de programas e atividades vinculadas à educação ambiental não formal;

III - a participação de empresas públicas e privadas no desenvolvimento de programas de educação ambiental em parceria com a escola, a universidade e as organizações não governamentais;

IV - a sensibilização da sociedade para a importância das unidades de conservação;

V - a sensibilização ambiental das populações tradicionais ligadas às unidades de conservação;

VI - a sensibilização ambiental dos agricultores;

VII - o ecoturismo.

O diferencial da educação não formal é a promoção do meio ambiente por meio de programas e políticas privadas e públicas bem específicas, ou seja, ela contribui significativamente para a atração da população às questões ambientais, pois oferece melhorias na qualidade de vida e soluções de problemas sociais inerentes a sua realidade por meio de uma melhor gestão dos recursos naturais, gerenciamento dos seus resíduos, maximização das reservas naturais disponíveis, melhor ocupação do solo, saneamento do seu meio, observação dos seus direitos e obrigações legais etc.

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4.6 Impactos urbanos

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4.5.3  Destruição da camada de ozônio

A camada de ozônio é uma barreira localizada na estratosfera, que impede a passagem de raios ultravioleta do sol (raios UVA e UVB), e sua preservação é importante para a não disseminação de câncer de pele, cataratas e um eficiente processo de fotossíntese das plantas, que remove o CO2 do ar.

A destruição da camada de ozônio é causada pela influência de gases clorofluorcarbonos (CFC) e outras substâncias químicas halogenadas artificiais, que em reação com as moléculas de ozônio destroem essa barreira natural. Esses compostos eram utilizados na fabricação de propelentes de aerossóis e extintores de incêndio, gases de refrigeração e solventes orgânicos.

Os “buracos” abertos no escudo protetor do planeta, e suas consequências diretas, foram constatados em especial na Antártida e no

Ártico, onde essas substâncias químicas, em baixíssimas temperaturas, aceleram a mudança do CFC em cloro, que em reação com o ozônio destrói a barreira natural.

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4.4 Poluição das águas

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O acúmulo de diversos materiais com tantas características diferentes em seus componentes, além de ocasionar a degradação do solo, oferece outros riscos à segurança física dos transeuntes que frequentam esses locais, como os “catadores de lixo” e funcionários, destacando-se:

�� a produção de chorume (líquido ácido e de mau cheiro) dos resíduos orgânicos, que percola pelo solo e contamina as águas subterrâneas;

�� a disseminação de doenças por meio da proliferação de ratos, baratas, insetos, produtos químicos, tóxicos e lixo hospitalar;

�� contaminação radioativa de materiais não acondicionados em locais específicos, conforme as diretrizes da Comissão Nacional de Energia

Nuclear (CNAEN);

�� degradação humana e social, causada pela coleta de rejeitos por parte de “catadores de lixo”, sob o risco de serem vítimas de acidentes e doenças transmissíveis;

�� acumulação de gás metano, derivado do lixo orgânico, podendo haver risco de explosões;

�� queimadas, ocasionando o desgaste do solo e a emissão de gases tóxicos na atmosfera.

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6.3 Nosso Futuro Comum

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FIGURA 6.2  �Alagamentos em áreas habitadas era um dos impactos ambientais previstos em caso de desenvolvimento insustentável entre o homem e a natureza.

Portanto, a desigualdade existente entre a renda dos países ricos e a dos países pobres, o descontrole populacional e a miséria eram colocados como fatores preponderantes para o esgotamento dos recursos físicos do planeta. Com base nesses informes, em 1986, a Conferência de Ottawa estabeleceu cinco requisitos para se alcançar o desenvolvimento sustentável:

�� integração da conservação e do desenvolvimento;

�� satisfação das necessidades básicas humanas;

�� alcance da equidade e justiça social;

�� provisão da autodeterminação social e da diversidade cultural;

�� manutenção da integração ecológica.

6.3  Nosso Futuro Comum

O termo desenvolvimento sustentável ganhou notoriedade em 1987, quando a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e

Desenvolvimento (CMMAD, órgão independente criado pela ONU, em

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Capítulo 16 - Sinais da Luz Solar

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

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Sinais da Luz Solar

A

luz solar serve não só como uma fonte de energia para a fotossíntese, mas também como um sinal que regula diversos processos do desenvolvimento, desde a germinação da semente ao desenvolvimento do fruto e à senescência (Figura 16.1). Ela também fornece pistas direcionais para o crescimento das plantas, bem como sinais não direcionais para os seus movimentos. Já foram abordados diversos mecanismos de detecção de luz em capítulos anteriores. No Capítulo 9, foi visto que os cloroplastos se movem dentro das células do tecido paliçádico foliar, para orientar sua face ou borda em direção ao sol (ver Figura 9.12). As folhas de muitas espécies são capazes de alterar sua posição para acompanhar o movimento do sol através do céu, um fenômeno conhecido como acompanhamento do sol (solar tracking) (ver Figura 9.5). Como discutido no Capítulo 10, estômatos usam a luz azul como um sinal para a abertura, uma resposta sensorial que permite a entrada do CO2 na folha.

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3.1 Introdução

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

3.1  Introdução

O surgimento das mais variadas leis, normas técnicas e outras regulamentações, as quais têm como direcionamento a preservação ambiental e o melhor aproveitamento dos recursos naturais, foi fruto de acontecimentos históricos específicos em diversos países. As políticas ambientais foram sendo moldadas ao longo de anos, conforme as necessidades do momento e a análise dos interesses de todos os envolvidos: os poderes públicos, a iniciativa privada e a sociedade civil.

Desde a época das colonizações, passando pela Revolução Industrial, até o início do século XX, os recursos naturais existentes tinham como finalidade atender à demanda de matéria-prima para o desenvolvimento econômico a curto prazo – e, no caso específico do Brasil, para favorecer as classes dominantes em distintas fases de nossa história.

A degradação ambiental confunde-se com os vários ciclos das atividades econômicas brasileiras em períodos específicos, como:

�� a exploração do pau-brasil e outras madeiras nobres;

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