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PARA EXERCITAR

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

FIGURA 1.23  �Logomarca do Ibama.

Para o desempenho de suas funções, o Ibama poderá atuar em articulação com os órgãos e as entidades da administração pública federal, direta e indireta, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama) e com a sociedade civil organizada, para a consecução de seus objetivos, em consonância com as diretrizes da política nacional de meio ambiente.

O Ibama tem como principais atribuições:

�� exercer o poder de polícia ambiental;

�� executar ações das políticas nacionais de meio ambiente, referentes às atribuições federais, relativas ao licenciamento ambiental, ao controle da qualidade ambiental, à autorização de uso dos recursos naturais e à fiscalização, ao monitoramento e ao controle ambiental;

�� executar as ações supletivas de competência da União de conformidade com a legislação ambiental vigente;

�� propor e editar normas e padrões de qualidade ambiental;

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3.2 Primeiros instrumentos legais

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

3.1  Introdução

O surgimento das mais variadas leis, normas técnicas e outras regulamentações, as quais têm como direcionamento a preservação ambiental e o melhor aproveitamento dos recursos naturais, foi fruto de acontecimentos históricos específicos em diversos países. As políticas ambientais foram sendo moldadas ao longo de anos, conforme as necessidades do momento e a análise dos interesses de todos os envolvidos: os poderes públicos, a iniciativa privada e a sociedade civil.

Desde a época das colonizações, passando pela Revolução Industrial, até o início do século XX, os recursos naturais existentes tinham como finalidade atender à demanda de matéria-prima para o desenvolvimento econômico a curto prazo – e, no caso específico do Brasil, para favorecer as classes dominantes em distintas fases de nossa história.

A degradação ambiental confunde-se com os vários ciclos das atividades econômicas brasileiras em períodos específicos, como:

�� a exploração do pau-brasil e outras madeiras nobres;

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Capítulo 13. Predação e herbivoria

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

13

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 13.1  A maioria dos predadores tem dietas amplas, ao passo que a maioria dos herbívoros tem dietas relativamente restritas.

CONCEITO 13.2 

Os organismos desenvolveram uma ampla gama de adaptações que os ajudam a obter alimento e a evitar que se tornem presas.

CONCEITO 13.3 

A predação e a herbivoria podem afetar muito as comunidades ecológicas, às vezes transformando um tipo de comunidade em outro.

CONCEITO 13.4  Ciclos populacionais podem ser causados por interações exploratórias.

Predação e herbivoria

Os ciclos da lebre-americana:

Estudo de Caso

Em 1899, um comerciante de peles de Ontário, no Canadá, relatou para a Companhia Hudson’s Bay: “Os índios estão trazendo poucas caças.

Eles passaram fome durante toda primavera. Os coelhos estão escassos”

(Winterhalder, 1980). As “caças” referem-se a peles de castores e outros animais com peles de valor comercial, capturados por membros da tribo

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9 - Plantas alimentícias não convencionais (PANCs)

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Muitas vezes vistas como pragas ou ervas daninhas, diversas espécies denominadas vulgarmente como “matinhos” podem ser utilizadas na alimentação, agregando valor à culinária de forma sustentável. Neste capítulo, serão abordados alguns exemplos, levando o leitor à valorização dessas plantas muitas vezes ignoradas, mas de alto valor terapêutico e nutricional.

Desde a antiguidade, o homem lança mão das plantas com as mais distintas finalidades, incluindo a alimentícia. As plantas alimentícias não convencionais, mais comumente conhecidas como PANCs, estão ganhando adeptos de forma notável nos últimos anos. Anteriormente mais conhecidas e exploradas pelas comunidades rurais, gerando emprego e renda e contribuindo com a economia regional, atualmente vêm se popularizando não apenas no meio urbano, mas também em casas de culinária, mesmo com a tendência pelos fast foods em função da publicidade e praticidade.1

Cabe destacar algumas vantagens para o uso das PANCs. Além dos altos valores nutritivos e terapêuticos, que serão abordados ao longo do capítulo, inclui-se o baixo impacto na agricultura e na conservação ambiental, a facilidade de cultivo (muitas podem ser cultivadas em casa ou até mesmo em apartamentos), a diversidade alimentar (via saudável de alimentação) e as diferentes possibilidades de preparo na culinária, muitas delas podendo ser consumidas in natura.

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Capítulo 1. A teia da vida

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

1

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 1.1  Os eventos no mundo natural estão interligados.

CONCEITO 1.2  A ecologia

é o estudo científico das interações entre os organismos e seu ambiente.

CONCEITO 1.3  Os ecólogos avaliam hipóteses concorrentes sobre os sistemas naturais com observações, experimentos e modelos.

A teia da vida

Malformações e declínio em populações de anfíbios: Estudo de Caso

Em agosto de 1995, um grupo de estudantes de escolas de ensino fundamental e médio de Henderson, Minnesota, fez uma descoberta terrível ao coletar rãs-leopardo (Rana pipiens) para um trabalho de ciências no verão:

11 das 22 rãs coletadas estavam gravemente malformadas. Algumas delas tinham pernas adicionais ou ausentes, outras tinham pernas muito curtas ou curvadas em direções incomuns, e ainda outras tinham crescimentos

ósseos projetando-se de suas costas (Figura 1.1). Os estudantes relataram seus achados para a agência de controle de poluição do estado de Minnesota, que investigou e constatou que 30 a 40% das rãs na lagoa estudada eram malformadas.

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Medium 9788582713662

Capítulo 14 - Paredes Celulares: Estrutura, Formação e Expansão

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

14

Paredes Celulares:

Estrutura, Formação e Expansão

A

s células vegetais, diferentemente das células animais, são delimitadas por uma parede celular mecanicamente forte. Essa fina camada consiste em uma rede de microfibrilas de celulose incluída em uma matriz de polissacarídeos, proteínas e outros polímeros produzidos pela célula. A matriz de polissacarídeos e as microfibrilas de celulose unem-se em uma forte rede de uma mistura de ligações covalentes e não covalentes. A matriz pode também conter enzimas e outros materiais que modificam as características físicas e químicas da parede. Adicionalmente, a condição de hidratação da parede celular influencia bastante suas propriedades físicas e de resistência mecânica.

As paredes celulares de procariotos, fungos, algas e plantas diferem umas das outras na composição química e na estrutura molecular, ainda que cumpram, em comum, três funções: regulação do volume celular, determinação da forma celular e proteção mecânica ao delicado protoplasto contra ataques bioquímicos e físicos. As paredes celulares das plantas adquiriram funções adicionais não evidentes nas paredes celulares de outros organismos, e essas diversas funções se refletem na sua complexidade estrutural e diversidade de composição e forma.

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7.4 Avaliação do Ciclo de Vida

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

são conhecidos como autodeclarações, porque a parte que realiza a reivindicação ambiental a faz sem verificação independente.

�� Programas de 2ª- parte

São os programas que envolvem a rotulagem para produtos ou embalagens concedida por associações comerciais, que não estão ligadas à fabricação ou venda direta do produto. As categorias de informação desses programas podem ser estabelecidas pelo setor industrial ou por organismos independentes.

�� Programas de 3ª- Parte

São os programas que envolvem a rotulagem de produtos ou embalagens, independentemente da produção ou venda dos produtos, não estão ligados à sua fabricação ou venda. Como exemplo, temos as instituições governamentais, as instituições do setor privado e as organizações sem fins lucrativos.

7.4  Avaliação do Ciclo de Vida

A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma excelente forma de examinar o impacto total de um produto em cada etapa de sua vida, desde a obtenção de matéria-prima até o seu descarte final, passando pela forma como é fabricado, a venda no mercado e seu uso domiciliar. tento!

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7.2 Sistema de Gestão Ambiental (SGA)

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

7.1  Introdução

A gestão ambiental é a ciência que estuda e administra o exercício das atividades econômicas e sociais tendo em vista o uso racional dos recursos naturais, renováveis ou não, de modo a se preservar o meio ambiente saudável para todas as gerações. Essa ciência deve almejar o uso de práticas que garantam a conservação e a preservação da biodiversidade, a reciclagem das matérias-primas e a redução do impacto ambiental das atividades humanas sobre os recursos naturais.

Também fazem parte dos conhecimentos associados à gestão ambiental:

�� técnicas para a recuperação de áreas degradadas (solos improdutivos, por exemplo);

�� técnicas de reflorestamento;

�� métodos para a exploração sustentável de recursos naturais;

�� estudo de riscos e impactos ambientais para a avaliação de novos empreendimentos ou ampliação de atividades produtivas;

�� reaproveitamento de resíduos inservíveis (pneus, pilhas e baterias, entulho etc.).

FIGURA 7.1  �A gestão ambiental tem o objetivo de ordenar as atividades humanas para que estas não agridam o meio ambiente. Na foto, observa-se a melhoria das práticas agrícolas, que, além da atividade econômica, preservam o solo e melhoram a qualidade da água.

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Capítulo 21 - Gametófitos, Polinização, Sementes e Frutos

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

21

Gametófitos,

Polinização, Sementes e Frutos

A

ntes da descoberta da reprodução sexuada em plantas no final do século XVII, as sementes eram consideradas produtos de um processo assexuado e vegetativo similar à formação de gemas. Em meados do século XVIII, o papel do pólen na fecundação foi demonstrado experimentalmente, e, durante o XIX, os aspectos exclusivos do ciclo de vida vegetal começaram a ser reconhecidos. A diferença mais profunda entre a reprodução sexuada em plantas e animais é a presença, no ciclo de vida vegetal, de dois indivíduos haploides inteiramente separados, chamados gametófitos masculino e feminino. De modo mais exato, a própria flor não é uma estrutura sexual. As flores contêm os gametófitos masculino e feminino, que produzem as verdadeiras estruturas sexuais das angiospermas.

Esta discussão inicia apresentando uma visão geral do ciclo de vida vegetal e como ele evoluiu desde as formas mais simples de algas até as plantas floríferas. A seguir, é discutido o desenvolvimento dos gametófitos masculino e feminino, que produzem os gametas. Como organismos sésseis, as plantas dependem de vetores como o vento ou os insetos para realizar a polinização e a fecundação. Conforme será estudado, as plantas não são inteiramente passivas nesse processo: elas desenvolveram mecanismos complexos, tanto anatômicos quanto bioquímicos, que estimulam a polinização cruzada.

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Sumário

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

Estocolmo, Conferência de Copenhague (COP-15), Eco/92 e Protocolo de Kyoto. Mostra a importância da ONG Greenpeace e as principais militâncias ecológicas mundiais.

Capítulo 6 (Desenvolvimento Sustentável): aborda a temática no âmbito da sustentabilidade, para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social sem degradação dos recursos naturais, dos ecossistemas e dos principais indicadores de controle.

Capítulo 7 (Gestão Ambiental): trata da gestão ambiental nas empresas e órgãos públicos. Aborda o Sistema de Gestão Ambiental

(SGA), ISO 14001, certificados de excelência, auditorias ambientais, rotulagem ambiental e análise do ciclo de vida do produto. Explica coleta seletiva, sua finalidade e a destinação dos produtos, assim como o reaproveitamento de resíduos como pneus, pilhas, baterias, vidro, metais e entulho, e seus ganhos ambientais e econômicos.

Capítulo 8 (Produção Mais Limpa): trata da produção mais limpa e de seus objetivos, introduz os conceitos de ecoeficiência nos setores produtivos e o mercado de créditos de carbono. Também trata da compostagem.

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6.6 Protocolo verde

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[...] estratégias pensadas para orientar as ações das empresas em consonância com as necessidades sociais, de modo que a empresa garanta, além do lucro e da satisfação de seus clientes, o bem-estar da sociedade. A empresa está inserida nela e seus negócios dependerão de seu desenvolvimento e, portanto, esse envolvimento deverá ser duradouro. É um comprometimento (DIAS, 2007, p. 154).

Sendo o desenvolvimento sustentável uma política de valorização também do ser humano dentro do contexto ambiental – em que objetivos de erradicação da pobreza absoluta, controle populacional, melhor distribuição de renda, acessibilidade aos deficientes e outros temas são requisitos obrigatórios na sustentabilidade corporativa –, foi elaborado pelas Nações Unidas, em 1999, o Pacto Global, em que foram inseridos dez princípios universais para adoção das empresas, com a finalidade de humanização da globalização da economia.

6.5.1  Pacto Global

O Pacto Global é uma iniciativa desenvolvida pelo ex-secretário geral da ONU, Kofi Annan, com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção

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2.2 Direito Ambiental na Constituição Federal de 1988

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

2.1  Introdução

Mediante uma breve análise do constitucionalismo brasileiro, podemos afirmar que foi somente na Constituição de 1988 que se estabeleceu, de maneira específica, objetiva e global, a proteção ao meio ambiente.

Desde a Carta Magna de 1934,1 todas as constituições brasileiras mantiveram a proteção do patrimônio histórico, cultural e paisagístico do país.

Houve constante indicação no texto constitucional da função social da propriedade (1934, art. 115; 1946, arts. 147 e 148; 1967, art. 157, III,

§ 8º; 1969, arts. 160, III, e 163), solução que não tinha em mira – ou era insuficiente para – proteger efetivamente o patrimônio ambiental.

Até a promulgação da nossa atual constituição, o legislador jamais se preocupou em proteger o meio ambiente de forma específica e global, mas, sim, de maneira diluída e mesmo casual, referindo-se separadamente a alguns de seus elementos integrantes (florestas, caça, pesca) ou então disciplinando matérias a ele indiretamente relacionadas, como a mortalidade infantil, a saúde, a propriedade etc. (MILARÉ, 2000).

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1.3 Flora e fauna

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

É um país ideal para plantar, cultivar e colher os mais diversos produtos agrícolas, bem como para distribuí-los de forma igualitária, justa, com a natureza sendo valorizada e respeitada.

Organismos de proteção ambiental, como o Instituto Brasileiro do

Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), buscam incessantemente, por meio de conscientização, leis, regulamentações técnicas e pareceres normativos, preservar as belezas naturais brasileiras.

Veremos, ao longo desta obra, um pouco dessas belezas naturais, alguns problemas ambientais e soluções para uma vida igualitária.

1.2  Ecologia

O termo ecologia foi criado pelo biólogo alemão Ernest Heinric

Haeckel (1834-1919). Trata-se da união de palavras gregas oikos, que significa casa, e logos, que significa estudo. Logo, a ecologia é a ciência que estuda as casas naturais, ou seja, os diversos ambientes da natureza, incluindo as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente.

Essa ciência ajuda a compreender a importância de cada espécie na natureza e a necessidade de preservar os vários ambientes naturais que a Terra abriga.

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Apêndice

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

Algumas medidas métricas usadas em ecologia

Medidas de

Unidade

Equivalentes

Comprimento

metro (m)

unidade base

Área

Volume

Temperatura

Conversão inglesa

1 m = 39,37 polegadas = 3,28 pés

3

quilômetro (km)

1 km = 1.000 (10 ) m

centímetro (cm)

1 cm = 0,01 (10 ) m

1 km = 0,62 milha

–2

1 cm = 0,39 polegada

–3

milímetro (mm)

1 mm = 0,1 cm = 10 m

micrômetro (µm)

1 µm = 0,001 mm = 10 m

nanômetro (nm)

-9

1 nm = 0,0001 µm = 10 m

metro quadrado (m2)

unidade base

hectare (ha)

1 ha = 10.000 m

litro (L)

unidade base

mililitro (mL)

Massa

Métrica

1 mm = 0,039 polegada

-6

1 m2 = 1,196 jardas quadradas

2

1 ha = 2,47 acres

1 L = 1,06 quartos

–3

1 mL = 0,001 L = 10 L

1 mL = 0,034 onça líquida

–6

microlitro (µL)

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10.3 Educação ambiental e cidadania

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

Veja a seguir significado e o objetivo da educação ambiental descritos nos artigos da referida lei:

Art. 1º Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

[...]

Art. 5º São objetivos fundamentais da educação ambiental:

I - o desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos;

II - a garantia de democratização das informações ambientais;

III - o estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social;

IV - o incentivo à participação individual e coletiva, permanente e responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania;

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