68 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521634478

CAPÍTULO 1 O Surgimento da Oceanografia

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Qual é o sentido de se ter um bom barco se você só navega em águas conhecidas?

~ George Miller, Oyster River

O Surgimento da

Oceanografia

1

Apresentação

Um histórico completo sobre a exploração e pesquisa oceanográfica seria um empreendimento gigantesco. Os registros se estendem ao longo de vários milênios para uma época em que os antigos marinheiros construíam barcos e aventuravamse corajosamente no mar para explorar o desconhecido. No entanto, é necessário um breve esboço da história marítima em um livro que lida com a física, a química, os processos geológicos e biológicos do mar de uma forma rigorosamente científica. Em primeiro lugar, isso nos lembra que, há eras, existem pessoas no campo da “oceanografia” – pessoas com um desejo insaciável de fazer o desconhecido familiar. O conhecimento que hoje em dia é comum precisou de investigações meticulosas de inúmeros navegadores ao longo de séculos de exploração. Muitos com a intenção de se tornarem ricos, explorando recursos e controlando rotas marítimas para o comércio.Todos foram impulsionados por um desejo de compreender os mistérios da Terra e de seus mares.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713662

Capítulo 7 - Fotossíntese: Reações Luminosas

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

7

Fotossíntese: Reações

Luminosas

A

vida na Terra depende, em última análise, da energia vinda do sol.

A fotossíntese é o único processo de importância biológica que pode aproveitar essa energia. Uma grande fração dos recursos energéticos do planeta resulta da atividade fotossintética em épocas recentes ou passadas (combustíveis fósseis). Este capítulo introduz os princípios físicos básicos que fundamentam o armazenamento de energia fotossintética, bem como os conhecimentos recentes sobre a estrutura e a função do aparelho fotossintético.

O termo fotossíntese significa, literalmente, “síntese utilizando a luz”.

Como será visto neste capítulo, os organismos fotossintetizantes utilizam a energia solar para sintetizar compostos carbonados complexos. Mais especificamente, a energia luminosa impulsiona a síntese de carboidratos e a liberação de oxigênio a partir de dióxido de carbono e água:

6 CO2

Dióxido de carbono

+

6 H2O

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714683

Capítulo 24. Ecologia da paisagem e manejo de ecossistemas

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

24

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 24.1  A ecologia da paisagem examina padrões espaciais e suas relações com os processos ecológicos.

 CONCEITO 24.2  Perda e fragmentação de hábitat diminuem as áreas de hábitat, isolam populações e alteram condições nas bordas dos hábitats.

 CONCEITO 24.3 

A biodiversidade pode ser mais bem preservada por grandes reservas conectadas através da paisagem e protegidas de áreas de uso humano intenso.

 CONCEITO 24.4  O manejo

de ecossistemas é um processo colaborativo cuja meta principal é a manutenção da integridade ecológica em longo prazo.

Ecologia da paisagem e manejo de ecossistemas

Lobos na paisagem de Yellowstone:

Estudo de Caso

Imagine que você tenha caminhado com calçados de neve até um local estratégico para observar a vida selvagem na parte norte do Parque Nacional de Yellowstone. Você tem seu binóculo apontado para um bando um tanto espalhado de alces que atravessa um campo congelado, afastando a neve com os cascos para alcançar tufos de grama encoberta. De repente, você percebe alguns animais erguendo a cabeça e dirigindo a atenção para o leste. Você olha para a mesma direção e percebe que uma matilha de lobos está se aproximando. O bando de alces se reúne e começa a se mover, fugindo descampado abaixo. Um jovem macho em más condições de saúde fica para trás, separa-se do bando e é cercado por lobos que pulam sobre seus quartos traseiros e pescoço. Ele cai e é rapidamente morto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521634478

Glossário

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Glossário

Abiótico Caracterizado pela ausência de vida.

Acumulados Acumulações lineares de destroços que são alinhados com o vento e que resultam, em geral, da convergência de correntes de superfície, associadas com a circulação de

Langmuir.

Advecção O transporte horizontal de líquido e ar contrastando com seu movimento vertical (convecção).

Afloramento A exposição de rocha na superfície terrestre.

Afloramento de diatomáceas na primavera Um período distinto de rápida produtividade biológica das diatomáceas que tende a ocorrer durante a estação da primavera em oceanos temperados.

Afloramento planctônico A repentina e rápida multiplicação de plânctons que resulta na densa concentração de células vegetais na água.

Água de fundo Um termo geral aplicado às densas massas de água que afundam para o “fundo” das bacias oceânicas.

Água hipersalina A água cuja salinidade é muito maior do que a água oceânica normal.

Água intersticial A água que preenche os espaços porosos de um depósito de sedimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714683

Capítulo 20. Produtividade

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

20

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 20.1  A energia nos ecossistemas origina-se com a produção primária pelos autótrofos.

CONCEITO 20.2 

A produção primária líquida

é limitada por fatores ambientais físicos e bióticos.

CONCEITO 20.3 

Os padrões globais de produção primária líquida são reflexo das limitações climáticas e dos tipos de biomas.

CONCEITO 20.4 

A produção secundária é gerada por meio do consumo de matéria orgânica pelos heterótrofos.

Produtividade

Vida nas profundezas submarinas:

Estudo de Caso

Ecólogos já consideraram as profundezas submarinas como equivalentes a um deserto. O ambiente físico a profundidades entre 1.500 e 4.000 m não parecia favorável à vida como conhecíamos. É completamente escuro nessas profundidades, não sendo viável a fotossíntese. A pressão da água alcança valores 300 vezes maiores do que aqueles da superfície do oceano, similar à pressão usada para esmagar carros em um ferro-velho. Pensava-se que os organismos que vivem nas profundezas do oceano adquiriam energia exclusivamente da precipitação eventual de materiais mortos oriundos da zona fótica nas camadas superiores, onde a luz solar penetra e os fitoplânctons fazem fotossíntese. A maioria dos organismos conhecidos das profundezas do mar se alimentava de detritos, como equinodermas (p. ex., estrelas-do-mar), moluscos, crustáceos e vermes poliquetas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713662

Capítulo 14 - Paredes Celulares: Estrutura, Formação e Expansão

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

14

Paredes Celulares:

Estrutura, Formação e Expansão

A

s células vegetais, diferentemente das células animais, são delimitadas por uma parede celular mecanicamente forte. Essa fina camada consiste em uma rede de microfibrilas de celulose incluída em uma matriz de polissacarídeos, proteínas e outros polímeros produzidos pela célula. A matriz de polissacarídeos e as microfibrilas de celulose unem-se em uma forte rede de uma mistura de ligações covalentes e não covalentes. A matriz pode também conter enzimas e outros materiais que modificam as características físicas e químicas da parede. Adicionalmente, a condição de hidratação da parede celular influencia bastante suas propriedades físicas e de resistência mecânica.

As paredes celulares de procariotos, fungos, algas e plantas diferem umas das outras na composição química e na estrutura molecular, ainda que cumpram, em comum, três funções: regulação do volume celular, determinação da forma celular e proteção mecânica ao delicado protoplasto contra ataques bioquímicos e físicos. As paredes celulares das plantas adquiriram funções adicionais não evidentes nas paredes celulares de outros organismos, e essas diversas funções se refletem na sua complexidade estrutural e diversidade de composição e forma.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521634478

CAPÍTULO 4 As Propriedades da Água do Mar

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Água não é só água. É uma substância vital, o sangue da Terra, de rica e infinita variedade.

~ L.Watson,The Water Planet, 1988

As Propriedades da Água do Mar

4

Apresentação

A água está em todo lugar. Sua presença no nosso planeta é crucial para nossa existência. “A Biologia”, disse Berg, “é molhada e dinâmica.” (BERG, H. C. Random Walks in Biology, 1983.)

Quais são exatamente as propriedades químicas e físicas da água, em geral, e da água do mar, especificamente? Quão variáveis são essas propriedades no tempo e no espaço? Como os elementos químicos entram nos oceanos e — uma vez lá — como eles interagem com outras substâncias, tanto com ou sem vida? A discussão sobre essas questões é a base deste capítulo. Aqui, iremos examinar a natureza química e física da água do mar e construir o alicerce para as próximas discussões sobre a circulação oceânica e a vida marinha. A conclusão deste capítulo integra essas ideias no ciclo global da

água e examina os oceanos como um complexo e dinâmico sistema biogeoquímico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713662

Capítulo 3 - Água e Células Vegetais

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

3

Água e Células

Vegetais

A

água desempenha um papel fundamental na vida da planta. A fotossíntese exige que as plantas retirem dióxido de carbono da atmosfera e, ao mesmo tempo, as expõe à perda de água e à ameaça de desidratação.

Para impedir a dessecação das folhas, a água deve ser absorvida pelas raízes e transportada ao longo do corpo da planta. Mesmo pequenos desequilíbrios entre a absorção e o transporte de água e a perda desta para a atmosfera podem causar déficits hídricos e o funcionamento ineficiente de inúmeros processos celulares. Portanto, equilibrar a absorção, o transporte e a perda de

água representa um importante desafio para as plantas terrestres.

Uma grande diferença entre células animais e vegetais, e que tem um impacto imenso sobre suas respectivas relações hídricas, é que as células vegetais têm paredes celulares. As paredes celulares permitem às células vegetais desenvolverem enormes pressões hidrostáticas internas, denominadas pressão de turgor. A pressão de turgor é essencial para muitos processos fisiológicos, incluindo expansão celular, abertura estomática, transporte no floema e vários processos de transporte através de membranas. A pressão de turgor também contribui para a rigidez e a estabilidade mecânica de tecidos vegetais não lignificados. Neste capítulo, considera-se de que forma a água se movimenta para dentro e para fora das células vegetais, enfatizando as suas propriedades moleculares e as forças físicas que influenciam seu movimento em nível celular.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713662

Capítulo 10 - Biologia dos Estômatos

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

10

Biologia dos

Estômatos

E

stômatos, termo derivado da palavra grega para “boca”, são estruturas dos órgãos aéreos da maioria das plantas. O termo estômato indica uma fenda microscópica ou ostíolo através da superfície do órgão vegetal, que permite a comunicação entre o seu interior e o ambiente externo, e um par de células especializadas – as células-guarda – que circundam a fenda.

As células-guarda respondem a sinais ambientais, alterando suas dimensões, regulando, assim, o tamanho da fenda estomática. De acordo com o botânico Hugo von Mohl (1856), as alterações de turgor nas células-guarda fornecem a força mecânica para as mudanças na fenda estomática (ver Capítulo 4). As células-guarda estão continuamente intumescendo ou contraindo-se, e as deformações da parede resultantes causam alterações nas dimensões da fenda. Essas alterações de dimensão são o resultado da percepção dos sinais ambientais pelas células-guarda.

Visualize a superfície externa de uma folha a partir da perspectiva de uma abelha (ver Figura 4.12C). Dentro de um mar de células epidérmicas, pares de células-guarda aparecem intercalados, com uma fenda no centro de cada par de células. Em algumas espécies, as células-guarda estão sozinhas; em outras, elas são acompanhadas por células subsidiárias especializadas que as distinguem das demais células epidérmicas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521634478

CAPÍTULO 6 Ondas no Oceano

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Chega às margens do Céu o grão cortejo,

Donde descobre o Abismo imensurável

Que, semelhante ao Mar, todo se agita escuro, destrutivo, furibundo,

Com repelões dos ventos açoitado,

Erguendo vagas que afiguram Serras

Contra o Céu dirigidas, ameaçando

Mesclar-lhe em amplas ruínas Eixo e Polos.

~ John Milton, Paradise Lost, Livro vii*

Ondas no Oceano

6

Apresentação

A água do oceano, que contém partículas em suspensão e dissolvidas, está sempre sendo agitada pelas correntes superficiais e profundas. As camadas superficiais do oceano se movem e meandram em resposta à tensão do vento. Já a água do fundo, responde às diferenças de densidade das massas de água. Esses dois estilos de movimento da água — correntes geostróficas e circulação termo-halina — agitam e misturam lentamente a coluna de água. Agora, vamos completar nosso estudo do movimento da água analisando as ondas. Se expressas como um marulho** regular de oceano aberto ou como enormes arrebentações quebrando sobre um costão rochoso coberto de algas, elas são o idioma próprio do mar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713662

Capítulo 1 - Arquitetura da Célula e do Vegetal

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

1

Arquitetura da Célula e do Vegetal

F

isiologia vegetal é o estudo dos processos vegetais – como as plantas crescem, desenvolvem-se e funcionam à medida que interagem com os ambientes físico (abiótico) e vivo (biótico). Embora este livro enfatize as funções fisiológicas, bioquímicas e moleculares das plantas, é importante reconhecer que, ao falar sobre a troca gasosa na folha, a condução de água no xilema, a fotossíntese no cloroplasto, o transporte de íons através das membranas, as rotas de transdução de sinal envolvendo luz e hormônios, ou a expressão gênica durante o desenvolvimento, todas essas funções dependem inteiramente das estruturas.

A função deriva de estruturas que interagem em cada nível de complexidade. Ela ocorre nas seguintes situações: (a) quando moléculas diminutas se reconhecem e se interligam, produzindo um complexo com funções novas; (b) quando uma folha nova se expande e quando células e tecidos interagem durante o processo de desenvolvimento da planta; e (c) quando organismos enormes se sombreiam, nutrem ou se cruzam uns com os outros. Em todos os níveis, a partir de moléculas até organismos, a estrutura e a função representam diferentes pontos de referência de uma unidade biológica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521634478

CAPÍTULO 9 Produtividade Biológica no Oceano

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Tudo o que é dito do mar soa fabuloso ao habitante da terra, e todos os seus produtos possuem uma certa natureza fabulosa, como se eles pertencessem a outro planeta, da alga marinha ao conto do marinheiro, ou uma história de pesca! Os reinos animal e vegetal se encontram neste elemento e estão estranhamente misturados.

~ Henry David Thoreau

Cape Cod, 1865

Produtividade

Biológica no

Oceano

9

Apresentação

A ecologia envolve o estudo dos sistemas naturais, incluindo as interconexões que existem entre todas as suas incontáveis partes viventes e não viventes. A vida existe por causa da ciclagem da matéria e da troca de energia. Os ecossistemas dependem da atividade das plantas. No oceano, as plantas são os sempre presentes fitoplânctons unicelulares. Por meio do processo bioquímico da fotossíntese, essas plantas microscópicas iniciam o ciclo nutricional pelo uso da energia solar para sintetizar (fabricar) alimento de substâncias inorgânicas simples dissolvidas na água do mar. Uma vez que a fotossíntese da planta é um elo crítico entre os mundos vivo e não vivo, focamos neste capítulo neste processo biológico crucial. Sem as plantas, os oceanos estariam escassamente povoados com animais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521634478

Apêndices

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice I

PROPRIEDADES DA TERRA

AS DIMENSÕES DA TERRA

Raio médio

6.371 quilômetros

3.956 milhas

Circunferência do equador

40.077 quilômetros

24.902 milhas

Quantidade de terra

149 milhões de quilômetros quadrados

58 milhões de milhas quadradas

Quantidade de oceanos e mares

361 milhões de quilômetros quadrados

140 milhões de milhas quadradas

Maior elevação (Monte Everest)

8.848 metros

29.028 pés

Maior profundidade (Fossa das Marianas)

11.035 metros

36.200 pés

OS OCEANOS DA TERRA

Oceano

(excluindo os mares)

Área

Área

Oceânica

Volume

Profundidade

Média

Oceano Atlântico

82,441  106 km2

31,822  106 milhas2

29,4 %

323,6  106 km3

77,7  106 milhas3

3.926 m

12.877 ft

Oceano Índico

73,443  106 km2

28,349  106 milhas2

20,6

291,0  106 km3

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714683

Capítulo 11. Dinâmica de populações

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

11

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 11.1  Padrões

de crescimento populacional abrangem crescimento exponencial, crescimento logístico, flutuações e ciclos regulares.

CONCEITO 11.2 

Dependência da densidade atrasada pode causar flutuações no tamanho das populações.

CONCEITO 11.3  O risco de extinção aumenta muito em populações pequenas.

CONCEITO 11.4  Nas metapopulações, grupos de populações espacialmente isoladas estão conectados pela dispersão.

Dinâmica de populações

Um mar em perigo: Estudo de Caso

Em 1980, a noz-do-mar (Mnemiopsis leidyi) (Figura 11.1) foi introduzida no Mar Negro, provavelmente pelo despejo de água de lastro de navios cargueiros. O momento dessa invasão dificilmente poderia ter sido pior.

Naquela época, o ecossistema do Mar Negro já estava em declínio devido aos elevados aportes de nutrientes como o nitrogênio de esgotos, fertilizantes e efluentes industriais (e, como veremos nas p. 266-267, a sobrepesca também pode ter contribuído para o declínio do ecossistema). O elevado aporte de nutrientes teve efeitos devastadores no norte do Mar Negro, onde as águas são rasas (menos de 200 m de profundidade) e susceptíveis a problemas causados pela eutrofização (um aumento desregulado na proporção de nutrientes de um ecossistema). À medida que foi aumentando a concentração de nutrientes nessas águas rasas, a abundância de fitoplâncton cresceu, a transparência da água reduziu, a concentração de oxigênio caiu e as populações de peixes sofreram mortalidades em massa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713662

Capítulo 20 - O Controle do Florescimento e o Desenvolvimento Floral

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

20

O Controle do

Florescimento e o

Desenvolvimento

Floral

A

maioria das pessoas aguarda ansiosamente a estação da primavera e a profusão de flores que ela traz. Alguns planejam cuidadosamente suas férias de forma a coincidir com estações específicas de florescimento:

Citrus ao longo da Blossom Trail no sul da Califórnia, tulipas na Holanda. Em

Washington, D.C., e no Japão, as florações das cerejeiras são festejadas com animadas cerimônias. Com a progressão da primavera para o verão, do verão para o outono e do outono para o inverno, as plantas nativas florescem em seu devido tempo. O florescimento na época correta do ano é crucial para o sucesso reprodutivo da planta; plantas de polinização cruzada devem florescer em sincronia com outros indivíduos de suas espécies, e também com seus polinizadores, em uma época do ano ideal para o desenvolvimento da semente.

Embora a forte correlação entre o florescimento e as estações seja de conhecimento comum, o fenômeno abrange questões fundamentais que serão consideradas neste capítulo:

Ver todos os capítulos

Carregar mais