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10.8 Educação ambiental na empresa

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

I - a difusão, por intermédio dos meios de comunicação de massa, em espaços nobres, de programas e campanhas educativas, e de informações acerca de temas relacionados ao meio ambiente;

II - a ampla participação da escola, da universidade e de organizações não governamentais na formulação e execução de programas e atividades vinculadas à educação ambiental não formal;

III - a participação de empresas públicas e privadas no desenvolvimento de programas de educação ambiental em parceria com a escola, a universidade e as organizações não governamentais;

IV - a sensibilização da sociedade para a importância das unidades de conservação;

V - a sensibilização ambiental das populações tradicionais ligadas às unidades de conservação;

VI - a sensibilização ambiental dos agricultores;

VII - o ecoturismo.

O diferencial da educação não formal é a promoção do meio ambiente por meio de programas e políticas privadas e públicas bem específicas, ou seja, ela contribui significativamente para a atração da população às questões ambientais, pois oferece melhorias na qualidade de vida e soluções de problemas sociais inerentes a sua realidade por meio de uma melhor gestão dos recursos naturais, gerenciamento dos seus resíduos, maximização das reservas naturais disponíveis, melhor ocupação do solo, saneamento do seu meio, observação dos seus direitos e obrigações legais etc.

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5.5 Organizações nãogovernamentais

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

5.5  Organizações não governamentais

Organizações Não Governamentais (ONGs) são instituições de origem privada, mas com finalidade pública, que atuam em diversas áreas, como assistência social, saúde, educação e também na preservação do meio ambiente. Seus recursos provêm de financiamentos do governo, empresas privadas, vendas de produtos e doações, e geralmente sua mão de obra é constituída por voluntários.

As ONGs ocupam um espaço importante na divulgação e na fiscalização dos problemas ambientais do planeta, exercendo pressão em favor de medidas eficazes para a preservação ambiental. Utilizando métodos presenciais para alertar a comunidade científica e a população, os militantes das ONGs ambientais procuram reivindicar suas pautas por meio de manifestações públicas, colocando as atividades funcionais das instituições públicas e privadas sob juízo. A tática é eficaz, pois seria catastrófico para a imagem de empresas e líderes governamentais a associação a prejuízos ambientais, econômicos e sociais para a comunidade.

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CAPÍTULO 5 Circulação Oceânica e Atmosférica

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Há um rio no oceano. Nas secas mais severas, ele nunca falha, e nas inundações mais intensas, ele nunca transborda.

Suas margens e seu fundo são de água fria, enquanto sua corrente é de água quente. O Golfo do México é sua nascente, e sua foz são os mares árticos. Esta é a Corrente do Golfo.

~ Matthew Fontaine Maury,The Physical Geography of the

Sea, 1855

Circulação Oceânica e Atmosférica

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Apresentação

Neste capítulo vamos tratar da circulação de grande escala dos oceanos. Primeiramente, revisaremos um modelo geral de circulação atmosférica. Em seguida, examinaremos as persistentes correntes oceânicas que transportam lentamente enormes volumes de águas superficiais e subsuperficiais por grandes distâncias horizontais em todo o globo. Em um mar perfeitamente calmo e liso, um barco com velas suspensas passivamente em seus mastros parece estar imóvel na água, mas na verdade está derivando com as lentas correntes de superfície. Mesmo bem abaixo da quilha do barco, a água está se movendo continuamente nas profundezas do oceano. Nossa intenção neste capítulo é explorar a natureza dessas correntes superficiais e profundas, e suas forças motrizes.

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4.2 Características dos impactos ambientais

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4.2  Características dos impactos ambientais

A preservação do meio ambiente e dos recursos naturais sempre foi tratada com certa irrelevância na lista de prioridades do setor produtivo, e os órgãos públicos ocuparam também uma relação de descaso e omissão sobre o assunto. A falta de investimentos em saneamento básico, de um plano diretor de urbanização e de leis rígidas para a punição dos infratores contribuiu para inúmeras ações inadequadas no uso dos recursos naturais em prol do desenvolvimento a todo custo e de um parque industrial em busca de resultados imediatos e sem compromisso com a questão ambiental.

O crescimento das grandes cidades é outro agravante na degradação ambiental, pois trouxe mazelas adicionais ou acentuou os problemas existentes em épocas anteriores. Dentre esses aspectos, temos:

�� a poluição atmosférica causada por veículos automotores e indústrias;

FIGURA 4.2  �A poluição sonora e visual das grandes cidades era o que faltava para acentuar ainda mais os impactos ambientais e a queda da qualidade de vida dos seres vivos em geral.

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7.1 Introdução

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7.1  Introdução

A gestão ambiental é a ciência que estuda e administra o exercício das atividades econômicas e sociais tendo em vista o uso racional dos recursos naturais, renováveis ou não, de modo a se preservar o meio ambiente saudável para todas as gerações. Essa ciência deve almejar o uso de práticas que garantam a conservação e a preservação da biodiversidade, a reciclagem das matérias-primas e a redução do impacto ambiental das atividades humanas sobre os recursos naturais.

Também fazem parte dos conhecimentos associados à gestão ambiental:

�� técnicas para a recuperação de áreas degradadas (solos improdutivos, por exemplo);

�� técnicas de reflorestamento;

�� métodos para a exploração sustentável de recursos naturais;

�� estudo de riscos e impactos ambientais para a avaliação de novos empreendimentos ou ampliação de atividades produtivas;

�� reaproveitamento de resíduos inservíveis (pneus, pilhas e baterias, entulho etc.).

FIGURA 7.1  �A gestão ambiental tem o objetivo de ordenar as atividades humanas para que estas não agridam o meio ambiente. Na foto, observa-se a melhoria das práticas agrícolas, que, além da atividade econômica, preservam o solo e melhoram a qualidade da água.

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CAPÍTULO 9 Produtividade Biológica no Oceano

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Tudo o que é dito do mar soa fabuloso ao habitante da terra, e todos os seus produtos possuem uma certa natureza fabulosa, como se eles pertencessem a outro planeta, da alga marinha ao conto do marinheiro, ou uma história de pesca! Os reinos animal e vegetal se encontram neste elemento e estão estranhamente misturados.

~ Henry David Thoreau

Cape Cod, 1865

Produtividade

Biológica no

Oceano

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Apresentação

A ecologia envolve o estudo dos sistemas naturais, incluindo as interconexões que existem entre todas as suas incontáveis partes viventes e não viventes. A vida existe por causa da ciclagem da matéria e da troca de energia. Os ecossistemas dependem da atividade das plantas. No oceano, as plantas são os sempre presentes fitoplânctons unicelulares. Por meio do processo bioquímico da fotossíntese, essas plantas microscópicas iniciam o ciclo nutricional pelo uso da energia solar para sintetizar (fabricar) alimento de substâncias inorgânicas simples dissolvidas na água do mar. Uma vez que a fotossíntese da planta é um elo crítico entre os mundos vivo e não vivo, focamos neste capítulo neste processo biológico crucial. Sem as plantas, os oceanos estariam escassamente povoados com animais.

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10.6 Educação ambiental não formal

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Art. 216 Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade,

à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:

I - as formas de expressão;

II - os modos de criar, fazer e viver;

III - as criações científicas, artísticas e tecnológicas;

IV - as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;

V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.

§ 1º O Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação.

§ 2º Cabem à administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem.

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PARA EXERCITAR

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2.6  Manejo Florestal

De maneira simplificada, podemos conceituar manejo florestal como o conjunto de boas práticas de planejamento e de técnicas especiais de exploração das florestas, que tem como principal objetivo conciliar o aproveitamento responsável dos recursos naturais e sua fiel conservação. Ao contrário do que ocorre na exploração convencional, o manejo recorre a atividades de planejamento a fim de se assegurar a manutenção da floresta para um ciclo futuro de corte.

O manejo florestal representa uma inovação para o bem-estar da flora brasileira. Embora de forma lenta, sua prática vem sendo cada vez mais adotada entre madeireiras ecologicamente corretas. O art. 22 da nº Lei 12.651/12 diz:

Art. 22 O manejo florestal sustentável da vegetação da

Reserva Legal com propósito comercial depende de autorização do órgão competente e deverá atender as seguintes diretrizes e orientações:

I - não descaracterizar a cobertura vegetal e não prejudicar a conservação da vegetação nativa da área;

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2.1 Introdução

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

2.1  Introdução

Mediante uma breve análise do constitucionalismo brasileiro, podemos afirmar que foi somente na Constituição de 1988 que se estabeleceu, de maneira específica, objetiva e global, a proteção ao meio ambiente.

Desde a Carta Magna de 1934,1 todas as constituições brasileiras mantiveram a proteção do patrimônio histórico, cultural e paisagístico do país.

Houve constante indicação no texto constitucional da função social da propriedade (1934, art. 115; 1946, arts. 147 e 148; 1967, art. 157, III,

§ 8º; 1969, arts. 160, III, e 163), solução que não tinha em mira – ou era insuficiente para – proteger efetivamente o patrimônio ambiental.

Até a promulgação da nossa atual constituição, o legislador jamais se preocupou em proteger o meio ambiente de forma específica e global, mas, sim, de maneira diluída e mesmo casual, referindo-se separadamente a alguns de seus elementos integrantes (florestas, caça, pesca) ou então disciplinando matérias a ele indiretamente relacionadas, como a mortalidade infantil, a saúde, a propriedade etc. (MILARÉ, 2000).

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3.1 Introdução

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

3.1  Introdução

O surgimento das mais variadas leis, normas técnicas e outras regulamentações, as quais têm como direcionamento a preservação ambiental e o melhor aproveitamento dos recursos naturais, foi fruto de acontecimentos históricos específicos em diversos países. As políticas ambientais foram sendo moldadas ao longo de anos, conforme as necessidades do momento e a análise dos interesses de todos os envolvidos: os poderes públicos, a iniciativa privada e a sociedade civil.

Desde a época das colonizações, passando pela Revolução Industrial, até o início do século XX, os recursos naturais existentes tinham como finalidade atender à demanda de matéria-prima para o desenvolvimento econômico a curto prazo – e, no caso específico do Brasil, para favorecer as classes dominantes em distintas fases de nossa história.

A degradação ambiental confunde-se com os vários ciclos das atividades econômicas brasileiras em períodos específicos, como:

�� a exploração do pau-brasil e outras madeiras nobres;

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5.2 Consequências mundiais

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

5.1  Introdução

Apesar de toda a sua carreira de sucesso ter se desenvolvido nos

Estados Unidos, Charles Chaplin, inglês de nascimento, jamais cogitou a possibilidade de naturalizar-se estadunidense. Quando questionado pelos seus desafetos políticos sobre o fato de não adotar a referida cidadania como forma de “agradecimento” à pátria que o acolhera e na qual obteve fama e fortuna, o cineasta resumiu o seu pensamento em uma frase: “Sou um cidadão do mundo”.

Com essa resposta, Chaplin sintetizava o objetivo de sua obra e sua responsabilidade como cidadão. Sua arte extrapolava fronteiras, diferenças culturais e interesses regionais; seu compromisso era oferecer o seu melhor à humanidade dentro do seu ramo de atividade, unindo o mundo pelo amor e pelo humor.

Clube de Roma

Grupo de pessoas se reúnem para debater assuntos relacionados a política, economia internacional e, principalmente, ao meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.

As consequências da deterioração ambiental em razão das mudanças climáticas também nos fazem lembrar de que só há um mundo, e os impactos ambientais ocasionados pelo aquecimento global igualmente extrapolam fronteiras, diferenças culturais e interesses regionais, fazendo a humanidade caminhar para o colapso socioeconômico e ambiental detectado pelas análises do Clube de Roma no livro Os limites do crescimento. Entre outras conclusões, o livro previa a escassez dos recursos naturais e sua influência sobre vários eventos em nosso meio, como convulsões sociais e desaceleração da economia. Nesse sentido, a degradação ambiental e as suas variáveis posicionam o homem como cidadão do mundo, confirmando a visão de Chaplin, mas no que ele tem de pior, unindo a humanidade pela dor e insegurança de um futuro incerto para as gerações futuras.

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Capítulo 9 - Fotossíntese: Considerações Fisiológicas e Ecológicas

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

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Fotossíntese:

Considerações

Fisiológicas e

Ecológicas

A

conversão da energia solar em energia química de compostos orgânicos é um processo complexo que inclui transporte de elétrons e metabolismo do carbono fotossintético (ver Capítulos 7 e 8). Este capítulo trata de algumas das respostas fotossintéticas da folha intacta a seu ambiente. As respostas fotossintéticas adicionais aos diferentes tipos de estresse são estudadas no Capítulo 24. Quando for discutida a fotossíntese neste capítulo, será referida a taxa fotossintética líquida, ou seja, a diferença entre a assimilação fotossintética de carbono e a perda de CO2 via respiração mitocondrial.

O impacto do ambiente sobre a fotossíntese é de interesse amplo, em especial para fisiologistas, ecólogos, biólogos evolucionistas, especialistas em mudanças climáticas e agrônomos. Do ponto de vista fisiológico, há interesse em compreender as respostas diretas da fotossíntese a fatores ambientais como luz, concentrações de CO2 do ambiente e temperatura, assim como as respostas indiretas (mediadas por efeitos do controle estomático) a fatores como umidade do ar e umidade do solo. A dependência de processos fotossintéticos em relação às condições ambientais é também importante para os agrônomos, pois a produtividade vegetal e, em consequência, a produtividade das culturas agrícolas dependem muito das taxas fotossintéticas prevalecentes em um ambiente dinâmico. Para o ecólogo, a variação fotossintética entre ambientes diferentes é de grande interesse em termos de adaptação e evolução.

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10.7 Educação ambiental informal

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

I - a difusão, por intermédio dos meios de comunicação de massa, em espaços nobres, de programas e campanhas educativas, e de informações acerca de temas relacionados ao meio ambiente;

II - a ampla participação da escola, da universidade e de organizações não governamentais na formulação e execução de programas e atividades vinculadas à educação ambiental não formal;

III - a participação de empresas públicas e privadas no desenvolvimento de programas de educação ambiental em parceria com a escola, a universidade e as organizações não governamentais;

IV - a sensibilização da sociedade para a importância das unidades de conservação;

V - a sensibilização ambiental das populações tradicionais ligadas às unidades de conservação;

VI - a sensibilização ambiental dos agricultores;

VII - o ecoturismo.

O diferencial da educação não formal é a promoção do meio ambiente por meio de programas e políticas privadas e públicas bem específicas, ou seja, ela contribui significativamente para a atração da população às questões ambientais, pois oferece melhorias na qualidade de vida e soluções de problemas sociais inerentes a sua realidade por meio de uma melhor gestão dos recursos naturais, gerenciamento dos seus resíduos, maximização das reservas naturais disponíveis, melhor ocupação do solo, saneamento do seu meio, observação dos seus direitos e obrigações legais etc.

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7.6 Valorização Ambiental

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

�� seleção de indicadores;

�� recolha e análise de dados;

�� confronto da informação com os critérios de desempenho ambiental preestabelecidos;

�� relato e comunicação dos resultados;

�� revisão periódica;

�� melhoria de todo o processo.

7.5.1  Fases da Avaliação de Gestão Ambiental

Seguindo a norma ISO 14031, a ADA integra três fases essenciais, a saber:

�� Planear: planeamento da avaliação de desempenho ambiental.

Essa fase engloba a seleção dos indicadores para avaliação do desempenho ambiental e inclui a determinação dos seguintes itens:

�� aspectos ambientais relevantes sob o controle da organização;

�� critérios de desempenho ambiental;

�� perspectivas das partes interessadas.

�� Executar: utilização dos dados originais e da informação.

Nessa fase, a ADA integra quatro passos fundamentais:

�� coleta de dados originais;

�� análise e conversão de dados;

�� avaliação da informação;

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Capítulo 4. Lidando com a variação ambiental: temperatura e água

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

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CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 4.1  Cada

espécie tem uma faixa de tolerâncias ambientais que determina sua distribuição geográfica potencial.

CONCEITO 4.2 

A temperatura de um organismo é determinada pelas trocas de energia com o ambiente externo.

CONCEITO 4.3 

O equilíbrio hídrico de um organismo é determinado pelas trocas de água e solutos com o ambiente externo.

Lidando com a variação ambiental: temperatura e água

Rãs congeladas: Estudo de Caso

No filme Austin Powers: um agente nada discreto, um superespião de 1960 concorda voluntariamente em ser congelado criogenicamente, de modo que suas habilidades possam ser recuperadas se o Dr. Evil, seu arqui-inimigo que foi congelado para evitar ser capturado por Austin, ressurgir no futuro. De fato, 30 anos depois, os dois são descongelados e continuam suas aventuras de tentar dominar o mundo e impedir essa dominação.

A ideia de suspensão da animação – a vida suspensa temporariamente

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