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Capítulo 18 - Dormência e Germinação da Semente e Estabelecimento da Plântula

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

18

Dormência e

Germinação da Semente e Estabelecimento da Plântula

“Não está morto, está descansando.”

– Monthy Phyton

N

o Capítulo 17, foram discutidos os primeiros estágios da embriogênese que ocorrem nas sementes das angiospermas em desenvolvimento. Sementes são unidades dispersoras especializadas exclusivas da divisão Spermatophyta, ou plantas com sementes. Tanto nas angiospermas quanto nas gimnospermas, as sementes desenvolvem-se a partir dos rudimentos seminais (óvulos), que contêm o gametófito feminino, discutido no

Capítulo 21. Após a fecundação, o zigoto resultante desenvolve-se em um embrião. O empacotamento do embrião contido em uma semente foi uma das muitas adaptações que liberaram a reprodução vegetal da dependência da água. Por isso, a evolução das plantas com sementes representa um importante acontecimento na adaptação das plantas à terra firme.

Neste capítulo, segue a discussão da sequência do desenvolvimento pela descrição dos processos de germinação da semente e estabelecimento da plântula – pela qual passa a geração das primeiras folhas fotossintetizantes e de um sistema de raízes mínimo. Em geral, entre a embriogênese e a germinação, há um período de maturação da semente seguido pela quiescência, durante a qual a disseminação da semente ocorre. A germinação é, então, atrasada até que as condições de água, oxigênio e temperatura estejam favoráveis para o crescimento da plântula. Algumas sementes necessitam de tratamento adicional, como luz ou abrasão física, antes que possam germinar, condição conhecida como dormência.

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Capítulo 8. Alelofisiologia

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Alelofisiologia

8.1

Particularidades da nutrição heterotrófica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

522

8.1.1

8.1.2

Saprófitos e parasitos . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Plantas carnívoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

522

525

8.2

Simbiose . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

526

8.2.1

Simbioses fixadoras de nitrogênio do ar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Bioquímica e fisiologia da fixação de N2 . . .

Micorrizas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Liquens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

526

532

534

536

8.2.2

8.2.3

8.2.4

Além de reagirem a estímulos físicos ou químicos do seu ambiente abiótico (ver 6.7), as plantas estabelecem múltiplas interações com outros seres vivos. As reações (governadas por fitocromos) ao sobreamento por outras plantas ou à luz refletida de plantas vizinhas já foram mencionadas como exemplo (ver 6.7.2.1). O estudo dos processos moleculares na interação de plantas com outros organismos constitui hoje um campo independente da fisiologia, aqui apresentado resumidamente sob o conceito de alelofisiologia (do grego, allélos = recíproco).

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Capítulo 10. Sistemática e Filogenia

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Sistemática e Filogenia

10.1

Métodos da sistemática. . . . . . . . . . . . .

610

10.1.1

10.1.2

Reconhecimento de espécies . . . . . . . . . . . .

Monografias, floras e chaves de identificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Pesquisa de parentesco . . . . . . . . . . . . . . . . .

Caracteres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Conflitos de caracteres . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sistemática numérica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Sistemática filogenética: parcimônia máxima . . .

Verossimilhança máxima . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Inferência bayesiana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Análise estatística de hipóteses de parentesco . .

Filogenia e classificação . . . . . . . . . . . . . . . .

Nomenclatura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

610

10.1.3

10.1.3.1

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Capítulo 17. Mudanças em comunidades

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

17

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 17.1  Agentes de mudança atuam sobre comunidades ao longo de múltiplas escalas temporais e espaciais.

CONCEITO 17.2  Sucessão

é a mudança na composição de espécies ao longo do tempo em resposta a agentes de mudança abióticos e bióticos.

CONCEITO 17.3 

Experimentos mostram que os mecanismos de sucessão são diversos e dependentes do contexto.

CONCEITO 17.4 

Comunidades podem seguir caminhos sucessionais diferentes e apresentar estados alternativos.

Mudanças em comunidades

Um experimento natural de proporções montanhosas: Estudo de Caso

A erupção do Monte Santa Helena foi um momento determinante para ecólogos interessados em catástrofes naturais. O Monte Santa Helena, situado no estado de Washington, é parte da geologicamente ativa Cordilheira Cascade, localizada na região do Noroeste Pacífico, na América do

Norte (Figura 17.1). A montanha de topo coberto por neve tinha uma rica diversidade de comunidades ecológicas. Se você tivesse visitado o Monte

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Capítulo 13. Predação e herbivoria

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

13

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 13.1  A maioria dos predadores tem dietas amplas, ao passo que a maioria dos herbívoros tem dietas relativamente restritas.

CONCEITO 13.2 

Os organismos desenvolveram uma ampla gama de adaptações que os ajudam a obter alimento e a evitar que se tornem presas.

CONCEITO 13.3 

A predação e a herbivoria podem afetar muito as comunidades ecológicas, às vezes transformando um tipo de comunidade em outro.

CONCEITO 13.4  Ciclos populacionais podem ser causados por interações exploratórias.

Predação e herbivoria

Os ciclos da lebre-americana:

Estudo de Caso

Em 1899, um comerciante de peles de Ontário, no Canadá, relatou para a Companhia Hudson’s Bay: “Os índios estão trazendo poucas caças.

Eles passaram fome durante toda primavera. Os coelhos estão escassos”

(Winterhalder, 1980). As “caças” referem-se a peles de castores e outros animais com peles de valor comercial, capturados por membros da tribo

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Capítulo 16 - Sinais da Luz Solar

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

16

Sinais da Luz Solar

A

luz solar serve não só como uma fonte de energia para a fotossíntese, mas também como um sinal que regula diversos processos do desenvolvimento, desde a germinação da semente ao desenvolvimento do fruto e à senescência (Figura 16.1). Ela também fornece pistas direcionais para o crescimento das plantas, bem como sinais não direcionais para os seus movimentos. Já foram abordados diversos mecanismos de detecção de luz em capítulos anteriores. No Capítulo 9, foi visto que os cloroplastos se movem dentro das células do tecido paliçádico foliar, para orientar sua face ou borda em direção ao sol (ver Figura 9.12). As folhas de muitas espécies são capazes de alterar sua posição para acompanhar o movimento do sol através do céu, um fenômeno conhecido como acompanhamento do sol (solar tracking) (ver Figura 9.5). Como discutido no Capítulo 10, estômatos usam a luz azul como um sinal para a abertura, uma resposta sensorial que permite a entrada do CO2 na folha.

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Capítulo 11. Fundamentos de Ecologia Vegetal

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Fundamentos de Ecologia

Vegetal

11.1

Limitação, aptidão e ótimo . . . . . . . . . .

950

11.2

Estresse e adaptação . . . . . . . . . . . . . . .

951

11.3

O fator tempo e reações não lineares .

951

11.3.1

11.3.2

Fenologia e escala biológica de tempo . . . .

Não linearidade e frequência . . . . . . . . . . . .

951

953

11.4

Variação biológica . . . . . . . . . . . . . . . . .

954

11.5

O ecossistema e sua estrutura . . . . . . .

955

11.5.1

A estrutura da biocenose. . . . . . . . . . . . . . . .

955

A ecologia científica ocupa-se com as interações entre organismos e seu ambiente vivo e não vivo. Ela abrange todos os níveis de integração, desde o organismo individual até a biosfera, o que enseja uma grande multiplicidade de enfoques de pesquisa e de subdisciplinas (ver 11.6).

Como ciência relativamente jovem, a ecologia ainda tenta construir um arcabouço conceitual, que, de modo semelhante à física, se baseie em algumas afirmações fundamentais com caráter de validade geral. Tais premissas foram formuladas por autores como T.R. Malthus, C.

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Capítulo 23 - Interações Bióticas

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

23

Interações Bióticas

E

m hábitats naturais, as plantas vivem em diversos ambientes complexos nos quais interagem com uma grande diversidade de organismos

(Figura 23.1). Algumas interações são claramente benéficas, se não essenciais, tanto para a planta quanto para o outro organismo. Tais interações bióticas mutuamente benéficas são denominadas mutualismos. Exemplos de mutualismo abrangem as interações planta-polinizador, a relação simbiótica entre bactérias fixadoras de nitrogênio (rizóbios) e leguminosas, as associações micorrízicas entre raízes e fungos, e os fungos endofíticos de folhas. Outros tipos de interações bióticas, incluindo a herbivoria, a infecção por patógenos microbianos ou parasitas e a alelopatia (guerra química entre plantas), são prejudiciais. Em resposta a esse último, as plantas desenvolveram mecanismos de defesa complexos para se protegerem contra os organismos nocivos, e estes desenvolveram mecanismos opostos para derrotar essas defesas. Tais processos evolutivos “olho por olho” são exemplos de coevolução, responsável pelas interações complexas entre plantas e outros organismos.

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4. Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

VECCHIA, Rodnei Editora Manole PDF Criptografado

4

Águas de Piraju – estudo de caso de uma nova usina hidrelétrica

CIDADEZINHA QUALQUER

Um cachorro vai devagar

Casas entre bananeiras

Um burro vai devagar

mulheres entre laranjeiras

Devagar... as janelas olham

pomar amor cantar

Êta vida besta, meu Deus

Um homem vai devagar

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

P I R A J U, N O M E O R I G I N Á R I O D E E X P R E S S Ã O G UA R A N I ,

significa peixe (pira) dourado (yu). Esse peixe, símbolo da cidade, tem seu habitat no límpido rio Paranapanema, maior patrimônio pirajuense. Os dados mais concretos do início do povoamento da região são registrados somente a partir de 1859, com a chegada da família Arruda, que se uniu às famílias Faustino e Graciano, as quais já habitavam a região. Essas famílias doaram um terreno para a criação do patrimônio denominado São Sebastião do Tijuco Preto.

Distante 330 km da capital do Estado de São Paulo, a sudoeste do Estado, a Estância Turística de Piraju tem clima temperado, suaves colinas e temperatura média de 21°C. Com cerca de 29 mil habitantes distribuídos em uma área de 505 km2, a cidade foi transformada em estância turística em 2002, entrando para um seleto grupo de 29 municípios do Estado.

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Capítulo 21 - Gametófitos, Polinização, Sementes e Frutos

Lincoln Taiz; Eduardo Zeiger; Ian Max Møller; Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

21

Gametófitos,

Polinização, Sementes e Frutos

A

ntes da descoberta da reprodução sexuada em plantas no final do século XVII, as sementes eram consideradas produtos de um processo assexuado e vegetativo similar à formação de gemas. Em meados do século XVIII, o papel do pólen na fecundação foi demonstrado experimentalmente, e, durante o XIX, os aspectos exclusivos do ciclo de vida vegetal começaram a ser reconhecidos. A diferença mais profunda entre a reprodução sexuada em plantas e animais é a presença, no ciclo de vida vegetal, de dois indivíduos haploides inteiramente separados, chamados gametófitos masculino e feminino. De modo mais exato, a própria flor não é uma estrutura sexual. As flores contêm os gametófitos masculino e feminino, que produzem as verdadeiras estruturas sexuais das angiospermas.

Esta discussão inicia apresentando uma visão geral do ciclo de vida vegetal e como ele evoluiu desde as formas mais simples de algas até as plantas floríferas. A seguir, é discutido o desenvolvimento dos gametófitos masculino e feminino, que produzem os gametas. Como organismos sésseis, as plantas dependem de vetores como o vento ou os insetos para realizar a polinização e a fecundação. Conforme será estudado, as plantas não são inteiramente passivas nesse processo: elas desenvolveram mecanismos complexos, tanto anatômicos quanto bioquímicos, que estimulam a polinização cruzada.

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Capítulo 12. Plantas no Hábitat

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Plantas no Hábitat

12.6.3

12.6.4

Estratégias de investimento em nitrogênio.

Heterogeneidade do solo, competição e simbioses na rizosfera . . . . . . . . . . . . . . . .

Nitrogênio e fósforo em uma abordagem global . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Cálcio, metais pesados e “sais” . . . . . . . . . .

1001

1002

12.7

Crescimento e balanço do carbono . . .

1002

12.7.1

12.7.2

12.7.3

12.7.4

12.7.5

1004

1007

1008

1012

12.7.6

Ecologia da fotossíntese e da respiração. . .

Ecologia do crescimento . . . . . . . . . . . . . . . .

Análise funcional do crescimento. . . . . . . . .

O isótopo estável 13C na ecologia . . . . . . . . .

Biomassa, produtividade, ciclo global do carbono . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Estoque de biomassa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Capítulo 9. Evolução

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Evolução

9.1

Variação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

558

9.1.1

9.1.2

9.1.2.1

9.1.2.2

9.1.2.3

9.1.2.4

9.1.2.5

9.1.2.6

9.1.3

9.1.3.1

9.1.3.2

9.1.3.3

9.1.3.4

Plasticidade fenotípica. . . . . . . . . . . . . . . . . .

Variação genética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mutação gênica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mutação cromossômica . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mutação genômica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Recombinação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Herança extranuclear . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Transferência gênica horizontal . . . . . . . . . . . . .

Sistema de recombinação . . . . . . . . . . . . . . .

Sistema de fertilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Polinização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Capítulo 14. A Vegetação da Terra

Andreas Bresinsky; Christian Körner; Joachim W. Kadereit; Gunther Neuhaus; Uwe Sonnewald Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 14

A Vegetação da Terra

14.1

A vegetação das zonas temperadas . . .

14.1.1

Das terras baixas até o nível inferior das florestas das montanhas . . . . . . . . . . . . . . . .

Nível superior das florestas das montanhas e nível alpino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

1083

14.2

Os biomas da Terra. . . . . . . . . . . . . . . . .

1085

14.2.1

Florestas tropicais úmidas das terras baixas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Florestas tropicais úmidas das montanhas . . .

Vegetação tropical e subtropical de altitude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Florestas semideciduais tropicais . . . . . . . .

Savanas tropicais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

14.1.2

14.2.2

14.2.3

14.2.4

14.2.5

1080

14.2.6

14.2.7

1080

14.2.8

14.2.9

14.2.10

14.2.11

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Capítulo 8. Ecologia comportamental

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

8

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 8.1  Uma

abordagem evolutiva ao estudo sobre o comportamento leva a predições testáveis.

CONCEITO 8.2  Animais fazem escolhas comportamentais que aumentam seu ganho energético e reduzem seu risco de se tornarem presas.

CONCEITO 8.3 

Os comportamentos de acasalamento refletem os custos e os benefícios do cuidado parental e da defesa do parceiro.

CONCEITO 8.4  Existem vantagens e desvantagens na vida em grupos.

Ecologia comportamental

Assassinos de filhotes: Estudo de Caso

Leões são únicos entre os felinos, pois vivem em grupos sociais (prides).

Um grupo típico de leões contém de 2 a 18 fêmeas adultas e seus filhotes, junto com alguns machos adultos. As fêmeas adultas são o núcleo do grupo e têm parentesco próximo: são mães, filhas, tias e primas. Os machos adultos em um grupo também podem ser parentes próximos (p. ex., irmãos ou primos), ou podem formar uma coalizão de indivíduos sem parentesco, que ajudam uns aos outros.

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Capítulo 3. A biosfera

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

3

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 3.1  Os biomas terrestres são caracterizados pelas formas de crescimento da vegetação dominante.

CONCEITO 3.2  As zonas biológicas nos ecossistemas de água doce estão associadas à velocidade, profundidade, temperatura, transparência e composição química da água.

CONCEITO 3.3  As zonas biológicas marinhas são determinadas pela profundidade do oceano, disponibilidade de luz e estabilidade do substrato do fundo.

A biosfera

O Serengeti americano – 12 séculos de alterações nas Grandes Planícies: Estudo de Caso

Hoje em dia, a região que abrange a porção central da América do Norte, conhecida como as Grandes Planícies, mantém pouca semelhança com a Planície Serengeti da África. A diversidade biológica é muito baixa em muitas partes da paisagem atual, que contém grandes manchas uniformes de plantas cultivadas (que muitas vezes são até mesmo geneticamente iguais) e poucas espécies de herbívoros domesticados. No Serengeti, por outro lado, algumas das maiores e mais diversas manadas de animais selvagens do mundo vagam em uma pitoresca savana (Figura 3.1). Entretanto, se não fosse por uma série de importantes alterações ambientais, os dois ecossistemas poderiam parecer muito similares.

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