135 capítulos
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Apresentação

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

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Meio Ambiente

Guia Prático e Didático

Apresentação

Caro leitor, é com enorme satisfação que apresentamos a obra Meio ambiente: guia prático e didático. Ela é dedicada a todos os profissionais da área ambiental, incluindo professores e instrutores, e aos alunos de cursos técnicos e de graduação cujas disciplinas pertençam ao eixo tecnológico Ambiente e Saúde.

O livro, além de estar de acordo com o conteúdo programático exigido pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) aos cursos dessa

área, também é indicado aos autodidatas, pois aborda todos os assuntos com uma linguagem simples, objetiva e didática, de tal forma que, no final de cada capítulo, há a seção Para exercitar, com questões dissertativas e de múltipla escolha, para auxiliar na compreensão do conteúdo aprendido.

A obra é composta de dez capítulos e um apêndice, distribuídos da seguinte forma:

Capítulo 1 (Meio Ambiente): introduz os temas mais relevantes da área ambiental. Conceitua, de forma didática, a fauna e a flora brasileiras: ecossistemas, principais animais em extinção e seu habitat.

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Capítulo 19. Diversidade de espécies em comunidades

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

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CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 19.1 

A diversidade de espécies difere entre as comunidades por conta de variações no pool regional de espécies, nas condições abióticas e nas interações de espécies.

CONCEITO 19.2  Teoriza-se que a partição de recursos diminui a competição e aumenta a diversidade de espécies.

CONCEITO 19.3  Processos como distúrbio, estresse, predação e interações positivas podem mediar a disponibilidade de recursos, promovendo, assim, a coexistência e a diversidade de espécies.

CONCEITO 19.4  Muitos experimentos mostram que a diversidade de espécies é positivamente relacionada a funções da comunidade.

Diversidade de espécies em comunidades

Movido a pradaria? Estudo de Caso

Há 120 anos, enquanto as últimas caravanas cruzavam as vastas e belas pradarias das Grandes Planícies Norte-Americanas rumo ao oeste

(Figura 19.1), dois inventores alemães trabalhavam em um laboratório para desenvolver o primeiro carro movido a gasolina. Em 1889, Gottlieb

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2.3 Legislação Federal do Meio Ambiente

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

2.3  Legislação Federal do

Meio Ambiente

A legislação ambiental brasileira3 é considerada uma das mais bem elaboradas e completas do mundo. Abrange leis, decretos, resoluções e demais regulamentos que tratam do assunto. Segue um apanhado bastante completo de leis e outras normas que definem as obrigações, as responsabilidades e as atribuições tanto de empregadores e empregados quanto do Poder Público nas várias esferas (federal, estadual e municipal).

1. Lei nº 5.197, de 3 de janeiro de 1967: dispõe sobre a proteção à

fauna e dá outras providências.

2. Lei nº 5.318, de 26 de setembro de 1967: institui a Política

Nacional de Saneamento e cria o Conselho Nacional de Saneamento.

3. Lei nº 6.535, de 15 de janeiro de 1978: inclui no rol das áreas

de preservação permanente as florestas situadas em Regiões

Metropolitanas.

4. Lei nº 6.607, de 7 de dezembro de 1978: declara o pau-brasil

como “árvore nacional”, institui o Dia do Pau-Brasil e dá outras providências.

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3.1 Introdução

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

3.1  Introdução

O surgimento das mais variadas leis, normas técnicas e outras regulamentações, as quais têm como direcionamento a preservação ambiental e o melhor aproveitamento dos recursos naturais, foi fruto de acontecimentos históricos específicos em diversos países. As políticas ambientais foram sendo moldadas ao longo de anos, conforme as necessidades do momento e a análise dos interesses de todos os envolvidos: os poderes públicos, a iniciativa privada e a sociedade civil.

Desde a época das colonizações, passando pela Revolução Industrial, até o início do século XX, os recursos naturais existentes tinham como finalidade atender à demanda de matéria-prima para o desenvolvimento econômico a curto prazo – e, no caso específico do Brasil, para favorecer as classes dominantes em distintas fases de nossa história.

A degradação ambiental confunde-se com os vários ciclos das atividades econômicas brasileiras em períodos específicos, como:

�� a exploração do pau-brasil e outras madeiras nobres;

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10.5 Educação ambiental formal

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Art. 216 Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade,

à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:

I - as formas de expressão;

II - os modos de criar, fazer e viver;

III - as criações científicas, artísticas e tecnológicas;

IV - as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;

V - os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.

§ 1º O Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação.

§ 2º Cabem à administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem.

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8.5 Soluções ambientais

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8.4.3  Transgênicos

Os alimentos transgênicos são produzidos a partir de sementes geneticamente alteradas. Essas sementes são desenvolvidas para se fomentar um aumento da produtividade agrícola, pois elas têm uma composição que torna a planta mais resistente a parasitas e a agrotóxicos, aumentando-se a oferta de alimentos e resolvendo-se os problemas de desperdício nas lavouras e a fome no mundo. A introdução de transgênicos é extremamente combatida pelos militantes ambientalistas, que afirmam que esse modelo de produção agrícola oferece risco à biodiversidade no ramo de alimentos por causa do uso excessivo de agroquímicos e, consequentemente, a contaminação de sementes naturais, do solo e da vegetação ao redor.

O Greenpeace afirma que as sementes dos alimentos transgênicos são resistentes aos próprios agrotóxicos criados pelo setor de agroquímicos e que a aplicação contínua de inseticidas leva à resistência de ervas daninhas e insetos. Com isso, perde-se a funcionalidade de combate a que se propõem os transgênicos, pois é necessário aumentar a dose dos produtos químicos para o retorno de sua eficiência.

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Capítulo 24 - Estresse Abiótico

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

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Estresse Abiótico

A

s plantas crescem e se reproduzem em ambientes adversos, que contêm uma multiplicidade de fatores abióticos (não vivos) químicos e físicos, que variam conforme o tempo e a localização geográfica. Os parâmetros ambientais abióticos primários que afetam o crescimento vegetal são luz (intensidade, qualidade e duração), água (disponibilidade no solo e umidade), dióxido de carbono, oxigênio, conteúdo e disponibilidade de nutrientes no solo, temperatura e toxinas (i.e., metais pesados e salinidade). As flutuações desses fatores ambientais fora de seus limites normais em geral têm consequências bioquímicas e fisiológicas negativas para as plantas. Por serem sésseis, as plantas são incapazes de evitar o estresse abiótico simplesmente pelo deslocamento para um ambiente mais favorável. Como alternativa, elas desenvolveram a capacidade de compensar as condições estressantes, mediante alteração dos processos fisiológicos e de desenvolvimento para manter o crescimento e a reprodução.

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Capítulo 13. Predação e herbivoria

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

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CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 13.1  A maioria dos predadores tem dietas amplas, ao passo que a maioria dos herbívoros tem dietas relativamente restritas.

CONCEITO 13.2 

Os organismos desenvolveram uma ampla gama de adaptações que os ajudam a obter alimento e a evitar que se tornem presas.

CONCEITO 13.3 

A predação e a herbivoria podem afetar muito as comunidades ecológicas, às vezes transformando um tipo de comunidade em outro.

CONCEITO 13.4  Ciclos populacionais podem ser causados por interações exploratórias.

Predação e herbivoria

Os ciclos da lebre-americana:

Estudo de Caso

Em 1899, um comerciante de peles de Ontário, no Canadá, relatou para a Companhia Hudson’s Bay: “Os índios estão trazendo poucas caças.

Eles passaram fome durante toda primavera. Os coelhos estão escassos”

(Winterhalder, 1980). As “caças” referem-se a peles de castores e outros animais com peles de valor comercial, capturados por membros da tribo

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6.6 Protocolo verde

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[...] estratégias pensadas para orientar as ações das empresas em consonância com as necessidades sociais, de modo que a empresa garanta, além do lucro e da satisfação de seus clientes, o bem-estar da sociedade. A empresa está inserida nela e seus negócios dependerão de seu desenvolvimento e, portanto, esse envolvimento deverá ser duradouro. É um comprometimento (DIAS, 2007, p. 154).

Sendo o desenvolvimento sustentável uma política de valorização também do ser humano dentro do contexto ambiental – em que objetivos de erradicação da pobreza absoluta, controle populacional, melhor distribuição de renda, acessibilidade aos deficientes e outros temas são requisitos obrigatórios na sustentabilidade corporativa –, foi elaborado pelas Nações Unidas, em 1999, o Pacto Global, em que foram inseridos dez princípios universais para adoção das empresas, com a finalidade de humanização da globalização da economia.

6.5.1  Pacto Global

O Pacto Global é uma iniciativa desenvolvida pelo ex-secretário geral da ONU, Kofi Annan, com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção

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Capítulo 13 - Assimilação de Nutrientes Inorgânicos

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

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Assimilação de

Nutrientes Inorgânicos

A

s plantas superiores são organismos autotróficos que podem sintetizar todos os seus componentes orgânicos a partir de nutrientes inorgânicos obtidos do ambiente. Para muitos nutrientes minerais, o processo envolve a absorção de compostos do solo pelas raízes (ver Capítulo 5) e a incorporação em compostos orgânicos, essenciais ao crescimento e ao desenvolvimento. Essa incorporação dos nutrientes inorgânicos em substâncias orgânicas, como pigmentos, cofatores enzimáticos, lipídeos, ácidos nucleicos e aminoácidos, é denominada assimilação de nutrientes.

A assimilação de alguns nutrientes – em particular nitrogênio e enxofre

– envolve uma série complexa de reações bioquímicas que estão entre as reações de maior consumo energético dos organismos vivos:

• Na assimilação do nitrato (NO3 –), o nitrogênio do NO3 – é convertido em uma forma mais energética (mais reduzida), o nitrito (NO2–), e, depois, em uma forma ainda mais energética (mais reduzida ainda), o amônio (NH4+), e finalmente em nitrogênio amida da glutamina. Esse processo consome o equivalente a 12 ATPs para cada nitrogênio amida.

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9.5 Destinação de resíduos de saúde

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c) os recipientes sejam constituídos de material lavável, resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa provida de sistema de abertura sem contato manual, com cantos arredondados e que sejam resistentes ao tombamento; d) os recipientes sejam identificados e sinalizados segundo as normas da ABNT.

32.5.3.1 Os recipientes existentes nas salas de cirurgia e de parto não necessitam de tampa para vedação.

32.5.3.2 Para os recipientes destinados à coleta de material perfurocortante, o limite máximo de enchimento deve estar localizado 5 cm abaixo do bocal.

32.5.3.2.1 O recipiente para acondicionamento dos perfurocortantes deve ser mantido em suporte exclusivo e em altura que permita a visualização da abertura para descarte.

32.5.4 O transporte manual do recipiente de segregação deve ser realizado de forma que não exista o seu contato com outras partes do corpo, sendo vedado o arrasto.

32.5.5 Sempre que o transporte do recipiente de segregação possa comprometer a segurança e a saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios técnicos apropriados, de modo a preservar a sua saúde e integridade física.

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9.1 Introdução

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9.1  Introdução

Resíduos

Sobras ou restos excedentes do processo produtivo ou de consumo que podem ser reutilizados ou reciclados.

Este capítulo aborda a questão do gerenciamento dos resíduos, suas características, destinação e complicações para o meio ambiente de forma geral.

Abrange as principais legislações que regulamentam o tema, como a Norma Regulamentadora (NR) 25, do Ministério do Trabalho, que regulamenta nacionalmente as questões relacionadas com os resíduos industriais; a NR-32, que regulamenta a Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde; e, finalmente, a Resolução Conama nº 358, de 29 de abril de 2005, que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.

FIGURA 9.1  �Aterro sanitário em Barueri, em São Paulo.

9.2  Resíduos industriais

A NR-251 do Ministério do Trabalho regulamenta nacionalmente as questões relacionadas com os resíduos industriais, abordando sua definição, uso e destinação final.

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Capítulo 2 - Estrutura do Genoma e Expressão Gênica

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2

Estrutura do Genoma e Expressão Gênica

O

fenótipo de uma planta é o resultado de três fatores principais: seu genótipo (todos os genes, ou alelos, que determinam as caracterí caracte sticas da planta), o padrão de modificações epigenéticas de seu

DNA (grupos químicos ligados a algumas das bases nitrogenadas do DNA

(gru

(g que afetam a atividade gênica) e o ambiente em que vive. No Capítuaf lo o 1,

1 foram revisados a estrutura fundamental e a função do DNA, seu se empacotamento dentro de cromossomos e as duas fases principais da expressão gênica: transcrição e tradução. Neste capítulo,

é discutido como a composição do genoma, além de seus genes, influencia a fisiologia e a evolução do organismo. Primeiro, são examinados a estrutura e a organização do genoma nuclear e os elementos extragene que ele contém. Em seguida, volta-se para os genomas citoplasmáticos que estão contidos dentro das mitocôndrias e dos plastídios. Também se discute sobre a maquinaria celular necessária para transcrever e traduzir os genes em proteínas funcionais, e é visto como a expressão gênica é regulada p tanto tan transcricional como pós-transcricionalmente. Por fim, são introduzidas algumas das ferramentas utilizadas para estudar a função tro odu gênica, com uma discussão sobre o uso da engenharia genética gênica a, concluindo c na pesquisa pesq qui e na agricultura.

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4.4 Poluição das águas

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O acúmulo de diversos materiais com tantas características diferentes em seus componentes, além de ocasionar a degradação do solo, oferece outros riscos à segurança física dos transeuntes que frequentam esses locais, como os “catadores de lixo” e funcionários, destacando-se:

�� a produção de chorume (líquido ácido e de mau cheiro) dos resíduos orgânicos, que percola pelo solo e contamina as águas subterrâneas;

�� a disseminação de doenças por meio da proliferação de ratos, baratas, insetos, produtos químicos, tóxicos e lixo hospitalar;

�� contaminação radioativa de materiais não acondicionados em locais específicos, conforme as diretrizes da Comissão Nacional de Energia

Nuclear (CNAEN);

�� degradação humana e social, causada pela coleta de rejeitos por parte de “catadores de lixo”, sob o risco de serem vítimas de acidentes e doenças transmissíveis;

�� acumulação de gás metano, derivado do lixo orgânico, podendo haver risco de explosões;

�� queimadas, ocasionando o desgaste do solo e a emissão de gases tóxicos na atmosfera.

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2.1 Introdução

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2.1  Introdução

Mediante uma breve análise do constitucionalismo brasileiro, podemos afirmar que foi somente na Constituição de 1988 que se estabeleceu, de maneira específica, objetiva e global, a proteção ao meio ambiente.

Desde a Carta Magna de 1934,1 todas as constituições brasileiras mantiveram a proteção do patrimônio histórico, cultural e paisagístico do país.

Houve constante indicação no texto constitucional da função social da propriedade (1934, art. 115; 1946, arts. 147 e 148; 1967, art. 157, III,

§ 8º; 1969, arts. 160, III, e 163), solução que não tinha em mira – ou era insuficiente para – proteger efetivamente o patrimônio ambiental.

Até a promulgação da nossa atual constituição, o legislador jamais se preocupou em proteger o meio ambiente de forma específica e global, mas, sim, de maneira diluída e mesmo casual, referindo-se separadamente a alguns de seus elementos integrantes (florestas, caça, pesca) ou então disciplinando matérias a ele indiretamente relacionadas, como a mortalidade infantil, a saúde, a propriedade etc. (MILARÉ, 2000).

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