152 capítulos
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6.1 Introdução

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

6.1  Introdução

No decorrer dos anos, a sociedade foi se desenvolvendo, de acordo com a evolução tecnológica e científica, que, por sua vez, fomentou o crescimento econômico individual e coletivo da humanidade.

Revolução Industrial

Apesar de ser um processo que sempre ocorreu ao longo da história, a ânsia em adquirir meios de produção que acelerassem o progresso econômico e viabilizassem conquistas em vários aspectos da vida moderna (financeiros, sociais, políticos, culturais, de conforto etc.) só pôde ser sentida em termos concretos e mais significativos após a

Revolução Industrial no século XVIII.

Mudanças que aconteceram na Europa nos séculos XVIII e XIX.

A principal mudança foi a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado e com o uso das máquinas.

FIGURA 6.1  �Foi na primeira Revolução Industrial que se desenvolveram os primeiros maquinários para o aumento da produção, como o moinho têxtil do século XVIII.

Desde então, em um processo contínuo e progressivo, o crescimento industrial no final do século XIX alcançou novos patamares de desenvolvimento na cadeia produtiva, com o aparecimento de novas tecnologias e métodos de organização laborais, como a invenção do motor a combustão e a adoção de linhas de montagem e cronometragem nos meios de produção para o aumento da produtividade.

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Capítulo 12 - Respiração e Metabolismo de Lipídeos

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

12

Respiração e

Metabolismo de Lipídeos

A

fotossíntese fornece as unidades orgânicas básicas das quais dependem as plantas (e quase todos os outros organismos). Com seu metabolismo de carbono associado, a respiração libera, de maneira controlada, a energia armazenada nos compostos de carbono para uso celular. Ao mesmo tempo, ela gera muitos precursores de carbono para a biossíntese.

Este capítulo inicia revisando a respiração em seu contexto metabólico, enfatizando as conexões entre os processos envolvidos e as características especiais peculiares às plantas. A respiração será também relacionada aos recentes desenvolvimentos na compreensão da bioquímica e da biologia molecular das mitocôndrias vegetais e dos fluxos respiratórios em tecidos de plantas intactas. Em seguida, são descritas as rotas da biossíntese de lipídeos que levam à acumulação de gorduras e óleos, usados para a armazenagem de energia e carbono por muitas espécies vegetais. A síntese de lipídeos e sua influência sobre as propriedades das membranas também são examinadas. Finalmente, são discutidas as rotas catabólicas envolvidas na decomposição de lipídeos e na conversão de seus produtos da degradação em açúcares, que ocorre durante a germinação de sementes oleaginosas.

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4.8 Zoneamento industrial

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

ambiental, dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental competente, sem prejuízo de outras licenças legalmente exigíveis.

4.7.1  Estudos ambientais

A Avaliação dos Impactos Ambientais é um instrumento jurídico exigido na Constituição de 1988, que tem como finalidade assegurar que projetos com enorme potencial modificador do meio ambiente não causem impactos ambientais de grande extensão, por meio de análises e pareceres técnicos de equipes multidisciplinares competentes, originando instrumentos documentais para a aprovação ou não desses empreendimentos de grande porte, no caso o EIA (Estudos de Impacto

Ambiental) e o RIMA (Relatório de Impacto Ambiental).

Esses procedimentos se estendem às políticas estaduais e municipais de meio ambiente, avalizados na Resolução Conama nº 001/86, em seu art. 2º:

Art. 2º Dependerá de elaboração de estudo de impacto ambiental e respectivo Relatório de Impacto Ambiental –

RIMA, a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente, e do Ibama em caráter supletivo, o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente

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Medium 9788521634478

CAPÍTULO 9 Produtividade Biológica no Oceano

Paul R. Pinet Grupo Gen PDF Criptografado

Tudo o que é dito do mar soa fabuloso ao habitante da terra, e todos os seus produtos possuem uma certa natureza fabulosa, como se eles pertencessem a outro planeta, da alga marinha ao conto do marinheiro, ou uma história de pesca! Os reinos animal e vegetal se encontram neste elemento e estão estranhamente misturados.

~ Henry David Thoreau

Cape Cod, 1865

Produtividade

Biológica no

Oceano

9

Apresentação

A ecologia envolve o estudo dos sistemas naturais, incluindo as interconexões que existem entre todas as suas incontáveis partes viventes e não viventes. A vida existe por causa da ciclagem da matéria e da troca de energia. Os ecossistemas dependem da atividade das plantas. No oceano, as plantas são os sempre presentes fitoplânctons unicelulares. Por meio do processo bioquímico da fotossíntese, essas plantas microscópicas iniciam o ciclo nutricional pelo uso da energia solar para sintetizar (fabricar) alimento de substâncias inorgânicas simples dissolvidas na água do mar. Uma vez que a fotossíntese da planta é um elo crítico entre os mundos vivo e não vivo, focamos neste capítulo neste processo biológico crucial. Sem as plantas, os oceanos estariam escassamente povoados com animais.

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2.6 Manejo Florestal

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

2.6  Manejo Florestal

De maneira simplificada, podemos conceituar manejo florestal como o conjunto de boas práticas de planejamento e de técnicas especiais de exploração das florestas, que tem como principal objetivo conciliar o aproveitamento responsável dos recursos naturais e sua fiel conservação. Ao contrário do que ocorre na exploração convencional, o manejo recorre a atividades de planejamento a fim de se assegurar a manutenção da floresta para um ciclo futuro de corte.

O manejo florestal representa uma inovação para o bem-estar da flora brasileira. Embora de forma lenta, sua prática vem sendo cada vez mais adotada entre madeireiras ecologicamente corretas. O art. 22 da nº Lei 12.651/12 diz:

Art. 22 O manejo florestal sustentável da vegetação da

Reserva Legal com propósito comercial depende de autorização do órgão competente e deverá atender as seguintes diretrizes e orientações:

I - não descaracterizar a cobertura vegetal e não prejudicar a conservação da vegetação nativa da área;

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8.3 Mercado de carbono

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

�� a dificuldade de vender os novos processos ou produtos;

�� a resistência em desenvolver a aprendizagem de novos processos, prejudicando a produtividade.

8.3  Mercado de carbono

O efeito estufa é um fenômeno natural que ocorre devido à concentração de gases como o dióxido de carbono (CO2), o ozônio (O3), o óxido nitroso (N2O), o metano (CH4) e entre outros na atmosfera. São gases que absorvem com maior intensidade a radiação vermelha e provocam o aumento da temperatura da Terra. Sem esse fenômeno natural, a manutenção da vida correria sérios riscos, devido ao resfriamento que ocorreria no ambiente.

A emissão de gases na atmosfera pela intervenção humana sempre existiu, mas de forma isolada e limitada. Em conjunto com as emissões ocasionadas por eventos naturais (como a decomposição animal e vegetal), não chegava a causar relevantes alterações no planeta. O problema

é que a emissão desmedida desses gases tem provocado um aquecimento excessivo, resultado direto dos altos volumes de poluentes expelidos na atmosfera. O crescimento das atividades industriais acentuou esse processo drasticamente, principalmente por alguns fatores:

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Capítulo 6 - Transporte de Solutos

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

6

Transporte de Solutos

O

interior de uma célula vegetal é separado da parede celular e do ambiente por uma membrana plasmática cuja espessura é de apenas duas camadas de moléculas lipídicas. Essa camada delgada separa um ambiente interno relativamente constante do entorno variável. Além de formar uma barreira hidrofóbica à difusão, a membrana deve facilitar e regular continuamente o tráfego de íons e moléculas selecionados para dentro e para fora, à medida que a célula absorve nutrientes, exporta resíduos e regula sua pressão de turgor. Funções semelhantes são realizadas por membranas internas que separam os vários compartimentos dentro de cada célula.

A membrana plasmática também detecta informações sobre o ambiente, sobre sinais moleculares vindos de outras células e sobre a presença de patógenos invasores. Com frequência, esses sinais são retransmitidos por mudanças no fluxo iônico através da membrana.

O movimento molecular e iônico de um local para outro é conhecido como transporte. O transporte local de solutos para dentro ou dentro de células é regulado principalmente por proteínas de membrana. O transporte, em maior escala, entre os órgãos vegetais ou entre eles e o ambiente também é controlado pelo transporte de membranas em nível celular. Por exemplo, o transporte da sacarose da folha à raiz pelo floema, denominado translocação, é governado e regulado pelo transporte de membrana para dentro das células do floema foliar e deste para as células de armazenagem da raiz (ver Capítulo 11).

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Capítulo 13. Predação e herbivoria

Michael L. Cain, William D. Bowman, Sally D. Hacker Grupo A PDF Criptografado

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CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 13.1  A maioria dos predadores tem dietas amplas, ao passo que a maioria dos herbívoros tem dietas relativamente restritas.

CONCEITO 13.2 

Os organismos desenvolveram uma ampla gama de adaptações que os ajudam a obter alimento e a evitar que se tornem presas.

CONCEITO 13.3 

A predação e a herbivoria podem afetar muito as comunidades ecológicas, às vezes transformando um tipo de comunidade em outro.

CONCEITO 13.4  Ciclos populacionais podem ser causados por interações exploratórias.

Predação e herbivoria

Os ciclos da lebre-americana:

Estudo de Caso

Em 1899, um comerciante de peles de Ontário, no Canadá, relatou para a Companhia Hudson’s Bay: “Os índios estão trazendo poucas caças.

Eles passaram fome durante toda primavera. Os coelhos estão escassos”

(Winterhalder, 1980). As “caças” referem-se a peles de castores e outros animais com peles de valor comercial, capturados por membros da tribo

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10.3 Educação ambiental e cidadania

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

Veja a seguir significado e o objetivo da educação ambiental descritos nos artigos da referida lei:

Art. 1º Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

[...]

Art. 5º São objetivos fundamentais da educação ambiental:

I - o desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos;

II - a garantia de democratização das informações ambientais;

III - o estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social;

IV - o incentivo à participação individual e coletiva, permanente e responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania;

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5.4 Acordos internacionais

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

5.3.7  Conferência de Copenhague

A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças

Climáticas de 2009, também conhecida como Conferência de

Copenhague, foi realizada na Dinamarca. Presidida pelo então primeiro-ministro Lars Loekke Rasmussen, teve a participação de mais de 190 delegações de todo o mundo, que discutiram as resoluções de prevenção às mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global.

Apesar da expectativa em torno do evento, houve pouco progresso nas negociações. Quanto à limitação das emissões de gases poluentes no planeta, os mesmos impasses de conferências anteriores se mantiveram, ou seja, os interesses econômicos dos países ricos, pobres e emergentes falaram mais alto, sempre se colocando em primeiro plano declarações políticas, em vez de novas propostas para o cumprimento dos compromissos firmados pela maioria dos participantes signatários da Convenção das

Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

Dessa vez, os países ricos não ficaram apenas na defensiva e acusaram os países pobres de não assumirem responsabilidades na cooperação para reduzir as emissões de gases; os Estados Unidos e a

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3.4 Políticas integrantes da PNMA

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

forma hierárquica e uniforme a coordenação das ações governamentais, agregando todos os órgãos públicos das esferas federal, estadual e municipal e o Distrito Federal.

3.4  Políticas integrantes da PNMA

Como forma de auxiliar a PNMA, foram elaboradas várias regulamentações adicionais, estabelecendo-se padrões de qualidade ambiental e critérios para o uso e manejo de recursos ambientais. Adicionalmente, normatizações específicas aprovadas por leis federais e resoluções do

Conama auxiliaram na criação de políticas ambientais distintas, para a prevenção da poluição do meio ambiente em casos específicos e diferenciados, seja na terra, na água ou no ar.

3.4.1  Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Política Nacional de Resíduos Sólidos é parte integrante da

Política Nacional do Meio Ambiente e tem como finalidade reunir um conjunto de princípios, objetivos, instrumentos, diretrizes, metas e ações adotadas, isoladamente ou em regime de cooperação com

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4.6 Impactos urbanos

Rildo Pereira Barbosa, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

4.5.3  Destruição da camada de ozônio

A camada de ozônio é uma barreira localizada na estratosfera, que impede a passagem de raios ultravioleta do sol (raios UVA e UVB), e sua preservação é importante para a não disseminação de câncer de pele, cataratas e um eficiente processo de fotossíntese das plantas, que remove o CO2 do ar.

A destruição da camada de ozônio é causada pela influência de gases clorofluorcarbonos (CFC) e outras substâncias químicas halogenadas artificiais, que em reação com as moléculas de ozônio destroem essa barreira natural. Esses compostos eram utilizados na fabricação de propelentes de aerossóis e extintores de incêndio, gases de refrigeração e solventes orgânicos.

Os “buracos” abertos no escudo protetor do planeta, e suas consequências diretas, foram constatados em especial na Antártida e no

Ártico, onde essas substâncias químicas, em baixíssimas temperaturas, aceleram a mudança do CFC em cloro, que em reação com o ozônio destrói a barreira natural.

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Medium 9786581335144

3 - Principais classes de princípios ativos naturais: métodos de obtenção e ações biológicas/farmacológicas

Valdir Cechinel Filho, Camile Cecconi Cechinel Zanchett Grupo A ePub Criptografado

Neste capítulo, serão abordadas as principais classes de princípios ativos encontrados nos fitoterápicos, incluindo especialmente os flavonoides, além de alcaloides e terpenos, abrangendo aspectos gerais, ocorrência, principais métodos de extração, além de exemplos práticos de substâncias marcantes nas áreas farmacêuticas e médicas.

Desde a antiguidade, a biodiversidade, especialmente as floras terrestre e marinha, tem sido de fundamental importância para a saúde da humanidade, produzindo substâncias das mais variadas classes e estruturas, dotadas de potencial terapêutico, seja de forma pura, em misturas ou servindo de inspiração para a síntese de moléculas com maior poder terapêutico. Acredita-se que cerca de 70% de todo o arsenal terapêutico disponível no mercado farmacêutico esteja relacionado, de forma direta ou indireta, com os produtos naturais.1,2

Portanto, é surpreendente quão pródiga é nossa natureza, que fornece substâncias tanto de estruturas simples (p. ex., o resveratrol) quanto de estruturas mais complexas (p. ex., o taxol), algumas inimagináveis pela mente humana, capazes de curar ou minimizar doenças que afligem a humanidade, das mais comuns às mais graves, como o câncer.

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Medium 9788582713662

Capítulo 16 - Sinais da Luz Solar

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

16

Sinais da Luz Solar

A

luz solar serve não só como uma fonte de energia para a fotossíntese, mas também como um sinal que regula diversos processos do desenvolvimento, desde a germinação da semente ao desenvolvimento do fruto e à senescência (Figura 16.1). Ela também fornece pistas direcionais para o crescimento das plantas, bem como sinais não direcionais para os seus movimentos. Já foram abordados diversos mecanismos de detecção de luz em capítulos anteriores. No Capítulo 9, foi visto que os cloroplastos se movem dentro das células do tecido paliçádico foliar, para orientar sua face ou borda em direção ao sol (ver Figura 9.12). As folhas de muitas espécies são capazes de alterar sua posição para acompanhar o movimento do sol através do céu, um fenômeno conhecido como acompanhamento do sol (solar tracking) (ver Figura 9.5). Como discutido no Capítulo 10, estômatos usam a luz azul como um sinal para a abertura, uma resposta sensorial que permite a entrada do CO2 na folha.

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Capítulo 23 - Interações Bióticas

Lincoln Taiz, Eduardo Zeiger, Ian Max Møller, Angus Murphy Grupo A PDF Criptografado

23

Interações Bióticas

E

m hábitats naturais, as plantas vivem em diversos ambientes complexos nos quais interagem com uma grande diversidade de organismos

(Figura 23.1). Algumas interações são claramente benéficas, se não essenciais, tanto para a planta quanto para o outro organismo. Tais interações bióticas mutuamente benéficas são denominadas mutualismos. Exemplos de mutualismo abrangem as interações planta-polinizador, a relação simbiótica entre bactérias fixadoras de nitrogênio (rizóbios) e leguminosas, as associações micorrízicas entre raízes e fungos, e os fungos endofíticos de folhas. Outros tipos de interações bióticas, incluindo a herbivoria, a infecção por patógenos microbianos ou parasitas e a alelopatia (guerra química entre plantas), são prejudiciais. Em resposta a esse último, as plantas desenvolveram mecanismos de defesa complexos para se protegerem contra os organismos nocivos, e estes desenvolveram mecanismos opostos para derrotar essas defesas. Tais processos evolutivos “olho por olho” são exemplos de coevolução, responsável pelas interações complexas entre plantas e outros organismos.

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