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Medium 9788582715277

Capítulo 43. Psicoterapia das disfunções sexuais

Aristides Volpato Cordioli, Eugenio Horacio Grevet Grupo A PDF Criptografado

Psicoterapia das disfunções sexuais

43

Carmita H. N. Abdo

Este capítulo descreve a evolução das intervenções psicoterapêuticas para as disfunções sexuais do século XX até os modelos atuais. Apresenta a classificação das disfunções sexuais femininas e masculinas e a avaliação do paciente com disfunção sexual, com vistas à escolha da técnica psicoterápica mais adequada a cada tipo de disfunção e a cada caso. Além disso, diferentes modelos de terapia sexual são detalhadamente descritos e exemplos de intervenção são apresentados, com suas respectivas indicações. Dois exemplos clínicos ilustram os aspectos teóricos do capítulo e sua aplicação prática. O capítulo confirma que a psicoterapia das disfunções sexuais mostra-se, hoje, uma abordagem de primeira linha e parte integrante da perspectiva biopsicossocial para o tratamento das dificuldades sexuais de indivíduos, parceiros e casais.

Do início do século XX até a década de 1960, as disfunções sexuais foram tratadas predominantemente por terapias de base psicanalítica, para as quais os problemas sexuais se originavam de situações não resolvidas que remontavam à infância. O tratamento era focado em esclarecer conflitos intrapsíquicos, muitas vezes inconscientes, determinantes do bloqueio do funcionamento sexual saudável. Portanto, os sintomas não eram abordados diretamente, e a psicoterapia era de longo prazo.

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Medium 9788582715291

Doxepina

Stephen M. Stahl Grupo A PDF Criptografado

DOXEPINA

TERAPÊUTICA

Marcas 

• Sinequan, Silenor

Genérico? Sim

Classe

• Nomenclatura baseada na neurociência: multimodal de serotonina e norepinefrina (MM-SN)

• Antidepressivo tricíclico (ADT)

• Inibidor da recaptação de serotonina e norepinefrina

• Anti-histamínico

Comumente prescrita para

(em negrito, as aprovações da FDA)

• Paciente psiconeurótico com depressão e/ou ansiedade

• Depressão e/ou ansiedade associada a alcoolismo

• Depressão e/ou ansiedade associada a doença orgânica

• Transtornos depressivos psicóticos com ansiedade associada

• Depressão involutiva

• Transtorno maníaco-depressivo

• Insônia (dificuldade de manutenção do sono)

(somente Silenor)

Prurido/coceira (tópico)

• Dermatite atópica (tópico)

• Líquen simples crônico (tópico)

• Ansiedade

• Dor neuropática/dor crônica

• Depressão resistente ao tratamento

Como a substância atua

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Medium 9788582713570

Transtornos do neurodesenvolvimento

Alan F. Schatzberg PDF Criptografado

18

Manual de psicofarmacologia clínica

Por exemplo, a seção inicial inclui os transtornos do neurodesenvolvimento

(p. ex., espectro autista, transtorno de déficit de atenção/hiperatividade

[TDAH]) e, de modo contíguo a estes, os transtornos psicóticos (p. ex., esquizofrenia). Assim, o transtorno bipolar compartilha características com a esquizofrenia, os transtornos depressivos compartilham características com a depressão maior. Os transtornos de ansiedade do DSM-IV foram divididos em transtorno do estresse pós-traumático e transtorno obsessivo-compulsivo, agrupados nos transtornos relacionados a traumas e estressores e nos transtornos obsessivos-compulsivos e relacionados, respectivamente. A estrutura do capítulo continua contendo os transtornos do sono e relacionados e os transtornos neurocognitivos, entre outros (Tab. 2-1).

Embora o DSM-5 não seja radicalmente diferente do DSM-IV, vale a pena mencionar algumas alterações e implicações para o tratamento medicamentoso. Uma mudança é que os transtornos na infância, agora, estão distribuídos em outras 22 categorias diagnósticas. Por exemplo, um novo transtorno na infância – o transtorno disruptivo da desregulação do humor – está inserido no capítulo sobre depressão. A ansiedade de separação está relacionada nos transtornos de ansiedade. É importante mencionar que alguns transtornos anteriormente caracterizados como da infância, como o TDAH, agora estão classificados de forma a permitir seu diagnóstico em pacientes adultos. Geralmente é adicionado um critério considerando se os sintomas são esperados em determinado nível de desenvolvimento – por exemplo, ansiedade de separação em crianças jovens –, a fim de evitar que se classifiquem como patológicos alguns padrões normais de comportamento.

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Medium 9788582715277

Capítulo 42. Terapia cognitivo-comportamental no tratamento do transtorno de insônia

Aristides Volpato Cordioli, Eugenio Horacio Grevet Grupo A PDF Criptografado

Terapia cognitivo-comportamental no tratamento do transtorno de insônia

42

Regina Margis

O transtorno de insônia é o transtorno de sono mais frequente, e a terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem efetiva para seu tratamento. Assim, este capítulo aborda tópicos relacionados ao uso da TCC no tratamento da insônia. São apresentados fundamentos teóricos e diferentes abordagens e técnicas, como a higiene do sono, o controle de estímulos, a restrição de sono, a terapia cognitiva e a técnica de intenção paradoxal.

A insônia é o transtorno de sono mais f­ requente.

Ela pode se apresentar como um transtorno isolado ou estar associada a condições clínicas e psiquiátricas. As condições que podem atuar como fatores predisponentes e precipitantes são muitas. Por exemplo, a insônia pode ser desencadeada por situações médicas, por estressores sociais ou familiares (problemas profissionais ou financeiros, conflitos nas relações interpessoais) e ser perpetuada por hábitos disfuncionais.

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Medium 9788582713570

Antidepressivos

Alan F. Schatzberg PDF Criptografado

Capítulo 6

Agentes ansiolíticos

431

Antidepressivos

Uma vez que os ISRSs já foram considerados em detalhes no Capítulo 3, aqui receberão menos atenção. Embora vários desses medicamentos tenham sido aprovados pela FDA para um ou mais diagnósticos específicos de ansiedade (p. ex., paroxetina para fobia social, TAG, TOC, transtorno de pânico, TDPM e TEPT; sertralina para transtorno de pânico, TOC, TDPM, fobia social e TEPT), a nossa posição, conforme já dito, é de que, até que estudos demonstrem com clareza as diferenças entre esses medicamentos no tratamento de transtornos de ansiedade específicos, todos os ISRSs são racionalmente eficazes para todas as faixas desses transtornos. O uso em tais condições pode precisar de ajustes, mas isso se aplica ao transtorno específico e a toda a classe de ISRSs. (Por exemplo, no tratamento de indivíduos com pânico e agorafobia, iniciar com dosagens muito baixas; na terapia de pacientes com TOC, usar dosagens mais elevadas e esperar por mais tempo por uma resposta clínica.) Do mesmo modo, os IRSNs provavelmente são

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