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Medium 9788580555448

Capítulo 7 - Parada cardíaca

C. Keith Stone, Roger L. Humphries, Dorian Drigalla, Maria Stepahn Grupo A PDF Criptografado

Seção II. Manejo de Problemas Comuns

Parada cardíaca

Joseph W. Heidenreich, MD, FACEP

J. Scott Wieters, MD

Andrew Morris, DO

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PARADA CARDÍACA EM CRIANÇAS

Ao contrário da parada cardiopulmonar em adultos, a maioria das paradas cardiopulmonares em crianças é precedida de falência respiratória, incluindo hipóxia e hipercarbia. Inúmeras condições podem levar à falência respiratória seguida de parada cardíaca, incluindo sepse, doença respiratória, submersão, trauma, anormalidades eletrolíticas e metabólicas e síndrome da morte súbita infantil infantil (SMSI). As paradas cardíacas com ritmos iniciais de fibrilação ventricular (FV) e taquicardia ventricular (TV) não precedidas por qualquer doença aparente, embora menos frequentes, também podem ocorrer.

Infelizmente, vítimas pediátricas de parada cardíaca têm baixas taxas de sobrevida. Embora as taxas de sobrevida de parada cardíaca em hospital tenham aumentado de 9 para 27% nos últimos 30 anos, nenhum aumento foi mostrado na taxa de sobrevida nas paradas cardíacas fora do hospital, com a sobrevida tendo estagnado em 6%. Os possíveis motivos para o aumento na sobrevida hospitalar incluem rápido reconhecimento da parada cardíaca infantil, equipes de resposta rápida e disponibilidade de especialistas pediátricos para fornecer cuidados imediatos a crianças gravemente enfermas, ao passo que fora do hospital não há essas vantagens. Embora a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) aumente a taxa de sobrevida, menos de 50% dos pacientes pediátricos com parada cardíaca recebem RCP de algum espectador.

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Capítulo 9 - Comprometimento da via aérea

C. Keith Stone, Roger L. Humphries, Dorian Drigalla, Maria Stepahn Grupo A PDF Criptografado

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Comprometimento da via aérea

Andrew L. Juergens II, MD

Jenny Glover, MS

Manoj P. Reddy, BS

CONSIDERAÇÕES ANATÔMICAS

DO PACIENTE PEDIÁTRICO

A intubação endotraqueal (IET) de crianças pode ser mais difícil comparada com a intubação de adultos devido às diferenças anatômicas. Inúmeras diferenças estão ilustradas na Figura 9-1.

As crianças têm uma pequena abertura da boca com uma distância hiomental de 1,5 cm ou menos, em um recém-nascido (RN) ou bebê, e 3 cm ou menos em uma criança maior. As crianças também têm um comprometimento da mobilidade da cabeça e pescoço, especialmente uma criança com síndrome de Down ou artrite reumatoide juvenil (ARJ).

As crianças têm via aérea que são em direção cefálica comparadas com adultos. Elas têm a laringe mais próxima ao nível espinal C3, ao passo que a laringe em adultos está no nível C4. A posição mais alta da laringe de uma criança permite que a língua esteja em uma posição mais alta na via aérea e em um ângulo mais agudo em relação à laringe; por isso, a laringe parece anterior à via aérea. Além do mais, a laringe pode ser parcialmente encoberta pelo osso hioide superiormente.

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Medium 9788536702704

Capítulo 62 - Emergências no paciente idoso: considerações gerais

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

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ATUALIZAÇÃO TERAPÊUTICA

domiciliares formais, instituição de longa permanência, hospitais, etc.), seu histórico de saúde e doença e sua funcionalidade são fundamentais para a compreensão do caso.

to maior o número de comorbidades e medicações em uso, maior a chance de haver apresentação atípica das doenças e, nesses casos, as dificuldades diagnósticas serão maiores, assim como os riscos de iatrogenias.

ATENÇÃO!

ATENÇÃO!

Quanto mais idoso for o indivíduo, maior será a probabilidade de ele sofrer o impacto de um evento agudo e tornar-se dependente, ficar com sequelas ou ir a óbito.

Todo idoso doente está fragilizado, mas nem todo idoso apresenta a síndrome da fragilidade. O diagnóstico desse fenótipo pode ser feito por meio do reconhecimento dos critérios de Fried (Tabela 62.1).

Muitas das causas que levam os idosos à emergência estão relacionadas com efeito adverso de medicações; descompensação de doenças crônicas; eventos cardiovasculares; infecção, principalmente respiratórias e urinárias; dor, particularmente abdominal; transtornos mentais e comportamentais; alterações neurológicas; complicações de neoplasias; traumas; quedas; abuso; negligência; envenenamento; dependência de álcool e parada cardiorrespiratória, entre muitas outras.

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Capítulo 35 - Emergências cardíacas

C. Keith Stone, Roger L. Humphries, Dorian Drigalla, Maria Stepahn Grupo A PDF Criptografado

Emergências cardíacas

Douglas Patton, MD

Eric William Stern, MD

MANEJO DE EMERGÊNCIA

DOS DISTÚRBIOS CARDÍACOS

As emergências cardíacas em crianças são relativamente comuns nos defeitos congênitos que afetam aproximadamente

1% dos nascidos vivos, não contando com as válvulas aórticas bicúspides, que afetam aproximadamente 1% das crianças.

Além disso, crianças com corações estruturalmente normais podem ter distúrbios eletrofisiológicos que se manifestam durante a infância e na idade adulta, podendo adquirir doenças cardíacas, como febre reumática e miocardite. Como na infância, a apresentação inicial da doença cardíaca pode ser inespecífica, um diagnóstico diferencial amplo deve ser investigado, incluindo sepse neonatal. Uma história familiar de morte súbita cardíaca e doença cardíaca congênita deve ser investigada.

Atenção cuidadosa à história e ao exame físico é essencial para que o clínico reconheça a etiologia cardíaca para a apresentação do paciente.

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Capítulo 36 - Crise tireotóxica

Emilia Inoue Sato, Álvaro N. Atallah, Angelo Amato, Lydia Masako Ferreira Grupo A PDF Criptografado

URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS

■■ REFERÊNCIA

1. Popoveniuc G, Chandra T, Sud A, Sharma M, Blackman MR, Burman KD, et al. A diagnostic scoring system for myxedema coma. Endocr Pract.

2014;20(8):808-17.

■■ LEITURAS SUGERIDAS

Dutta P, Bhansali A, Masoodi SR, Bhadada S, Sharma N, Rajput R. Predictors of outcome in myxoedema coma: a study from a tertiary care centre. Crit Care.

2008;12(1):R1.

Jonklaas J, Bianco AC, Bauer AJ, Burman KD, Cappola AR, Celi FS, et al.

Guidelines for the treatment of hypothyroidism: prepared by the american thyroid association task force on thyroid hormone replacement. Thyroid.

2014;24(12):1670-751.

Kwaku MP, Burman KD. Myxedema coma. J Intensive Care Med. 2007;22(4):22431.

Peterson RE, Wyngaarden JB, Guerra SL, Brodie BB, Bunim JJ. The physiological disposition and metabolic fate of hydrocortisone in man. J Clin Invest.

1955;34(12):1779-94.

Reinhardt W, Mann K. [Incidence, clinical picture and treatment of hypothyroid coma. Results of a survey]. Med Klin (Munich). 1997;92(9):521-4.

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