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Medium 9788527732246

4 - Princípios Ativos, Apresentações e Doses para Aves, Coelhos, Hamsteres e Ferretes

ANDRADE, Silvia Franco Grupo Gen PDF Criptografado

4

Princípios Ativos,

Apresentações e Doses para Aves, Coelhos,

Hamsteres e Ferretes

Princípio ativo e classificação

Exemplo de nome comercial e apresentação

Acepromazina

(derivado fenotiazínico; tranquilizante maior)

Hamsteres

Ferretes

0,1 a 0,2 mg/kg 0,5 a 2 mg/kg

Acepran® 0,2%(V)

• Frasco-ampola de 20 ml

IV ou IM

IM com 2 mg/ml

• Gotas: frasco de 10 ml com

10 mg/ml

0,5 a 5 mg/kg

SC ou IM

0,1 a 0,5 mg/kg

IM ou SC

Ácido acetilsalicílico

(analgésico antitérmico)

Ácido acetilsalicílico(H)

• Caixa com 30 comp. de

100 e 300 mg

AAS®(H)

• Caixa com 20 comp. de

500 mg

• Caixa com 30 comp. de

100 mg

Monovin® C(V)

• Frasco-ampola de 20 ml com 15 g/100 ml

5 mg/kg VO a

100 mg/kg VO cada 8 h a cada 4 ou 6 h

325 mg/250 ml na água de bebida

240 mg/kg VO

10 a 20 mg/kg

VO a cada 12 h

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Medium 9788527731645

24 - Ordem Oxyurida

MONTEIRO, Silvia Gonzalez Grupo Gen PDF Criptografado

Ordem Oxyurida

Silvia Gonzalez Monteiro

Ordem Oxyurida

Superfamília Oxyuroidea

Família Oxyuridae

Principais características:

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●●

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●●

Boca trilabiada

Esôfago com bulbo posterior bem desenvolvido

Parasitos monóxenos

Todos os gêneros parasitam o intestino grosso

São chamados de verme alfinete, pois a parte anterior, mais grossa, afila‑se progressivamente até o final do corpo.

Gênero Oxyuris (pronúncia: Óxiuris)

Espécie Oxyuris equi

Características morfológicas

●●

●●

●●

●●

●●

Tamanho médio: as fêmeas têm 4 a 15 cm e os machos,

0,9 a 1,2 cm (Figura 24.1)

Esôfago oxiuriforme (com bulbo posterior), com istmo longo

Fêmeas brancas ou acinzentadas, com muitos ovos por toda a extensão do corpo e cauda longa e fina, que pode chegar a até 3 vezes o comprimento do corpo

Macho com um espículo e asa caudal com dois pares de papilas grandes e várias papilas pequenas

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Medium 9788582714997

Capítulo 62 - Astroviridae

P.J. Quinn; B.K. Markey; F.C. Leonard; E.S. Fitzpatrick; S. Fanning Grupo A PDF Criptografado

62

Astroviridae

Astroviridae

Vírus pequenos, não envelopados, de RNA fita simples, de simetria icosaédrica

Representação diagramática

• Replicam no citoplasma de células do hospedeiro

• São estáveis no ambiente

Aparência em micrografia eletrônica

Astrovírus bovino

Astrovírus felino

Astrovírus ovino

Astrovírus suíno

Astrovírus de mustelídeos

Infecções clínicas

Os astrovírus, ao quais estão distribuídos mundialmente, têm sido detectados em fezes de humanos, bovinos, suínos, ovinos, cães, gatos, cervos, frangos, patos e perus. A transmissão ocorre pela rota fecal-oral.

As infecções são pouco severas na maioria das espécies. Em geral, os isolados de diferentes espécies hospedeiras são antigenicamente distintos e espécie-específicos. No entanto, novas pesquisas indicam que a classificação com base no hospedeiro de origem não é completamente

confiável, em especial em relação aos astrovírus de aves e morcegos. O

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Medium 9788527731294

Parte 3 - 20 - Tratamento dos Distúrbios da Coagulação e das Plaquetas

GRIMM, Kurt A.; LAMONT, Leigh A.; TRANQUILLI, William J.; GREENE, Stephen A.; ROBERTSON, Sheilah A. Grupo Gen PDF Criptografado

20

Tratamento dos Distúrbios da Coagulação e das Plaquetas

Benjamin M. Brainard

Introdução, 375

Modelo de hemostasia fundamentado na célula, 375

Provas da coagulação e da função plaquetária, 375

Provas da função plaquetária(hemostasia primária), 375

Provas da coagulação, 376

Terapia anticoagulante, 376

Introdução

Nos últimos anos, houve um interesse renovado no processo da hemostasia, tanto normal como alterado, em pacientes veterinários, por causa, em parte, da disponibilidade de exames e técnicas mais modernos, capazes de ilustrar melhor o processo e os produtos da coagulação. Ao mesmo tempo, um novo entendimento da formação dos coágulos in vivo deixou claro que os exames tradicionais só proporcionam uma visão limitada dos mecanismos reais e da fisiopatologia da formação do coágulo e da função plaquetária.

Modelo de hemostasia fundamentado na célula

Tal modelo fornece o alicerce para o entendimento das interações complexas de componentes celulares, fatores solúveis e o endotélio vascular na formação de um coágulo. Em alguns casos, esse modelo explica por que certas condições (p. ex., deficiências de fatores) têm um fenótipo hemostático particular. Conforme descrita por esse modelo, a coagulação consiste em três fases: início, amplificação e propagação.1

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Medium 9788527726665

246 - Bases da Investigação Criminal

JERICÓ, Márcia Marques Grupo Gen PDF Criptografado

246

Bases da

Investigação

Criminal

Noeme Sousa Rocha

JJ

Introdução

A investigação criminal é o conjunto de atos praticados sob a direção dos agentes estatais da persecução penal para a coleta de dados e elementos de convicção indispensáveis à pre­ paração da ação penal, quer, desde logo, instruindo a denúncia ou queixa, quer, ainda, ofertando ao julgador a base provisória dos fundamentos da sentença a ser, oportunamente, proferida.

A coleta de dados ocorre no local/cena do crime ou no corpo de animal vivo ou morto. A justiça chama os dados de vestí­ gios, os quais devem receber proteção jurídica, da coleta ao laboratório e deste ao retorno à autoridade policial ou judiciá­ ria que requisitou a “cadeia de custódia”. O laboratório com essa finalidade é o forense. Pertence à rede pública e exibe apoio operacional: recurso humano qualificado; tecnologia adequada, sob a égide das Boas Práticas Laboratoriais (BPL); biossegurança e cumprimento de prazo legal para finalização do resultado e elaboração de relatório – 10 dias e 90 dias, prazo geral e especial, respectivamente. Devido à complexidade da investigação criminal, existem diferentes tipos de laboratório forense: para rea­li­zar exames de quí­mica e bioquí­mica; física e balística; genética e biologia; entomologia; botânica, entre outros. Considerando‑se a par­ticularidade desses laborató­ rios, é importante verificar se eles estão habilitados/credencia­ dos ao tipo de exame que se pretende rea­li­zar. É preciso soli­ citar do laboratório orientação sobre as condições nas quais as amostras devem ser preservadas e acondicionadas. Como se pode observar, o assunto é complexo; assim, pretende‑se, de maneira sucinta, apresentar as bases da investigação criminal para que se possa compreender o quanto um laboratório pode auxiliar a esclarecer questões de interesse da justiça.

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