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Medium 9788527726900

Capítulo 77 - Infecções por Protozoários Entéricos

GREENE, Craig E. Grupo Gen PDF Criptografado

820 

Seção 4 | Doenças Causadas por Protozoá­rios

Babesiose em Greyhound e

American Pit Bull Terrier

Dos 16.000 cães da raça Greyhound que foram adotados por inter­ médio de associações de resgate, em 1995, 20 a 60% provavelmente tiveram resultados positivos no teste sorológico para B. canis. Grande parte dessa triagem foi rea­li­zada antes da disponibilidade da PCR, e os resultados sorológicos tendem a superestimar a verdadeira preva­ lência da infecção. Essa preocupação relacionada com o desenvolvi­ mento de babesiose em cães da raça Greyhound adotados é comum entre proprietários que adotam animais, organizações de resgate dessa raça e veterinários. Não é fácil responder à questão sobre o que fazer com esses animais. A probabilidade de desenvolvimento de babesiose clínica no Greyhound adotado é baixa, assim como a probabilidade do cão de servir de fonte epidemiologicamente sig­ nificativa para a disseminação da doen­ça. Entretanto, o risco para outros cães é grande se o animal infectado for introduzido em um canil reprodutor, onde os cães são alojados juntos e onde o controle de carrapatos é inadequado, ou se o animal for usado como doador de sangue canino. O tratamento com dipropionato de imidocarb elimina o estado de portador de B. canis. Essa abordagem deve ser considerada em situações nas quais exista a probabilidade do risco de disseminação. Em outras situações, o proprietário deve estar atento para o estado soropositivo, de modo que, se surgirem sinais clínicos compatíveis com babesiose, o veterinário possa ser alertado sobre a possibilidade da doen­ça.

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Medium 9788541200936

Capítulo 12 - Genética e Doenças Infecciosas

OTTO, Priscila Guimarães Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 12

Genética e Doenças Infecciosas

Introdução

Ao terminar de estudar os conceitos discutidos neste capítulo, você deverá estar apto a resolver problemas, por exemplo, do tipo que se segue:

A bactéria Escherichia coli K88  causa diarreia neonatal em suí­nos que não são geneticamente resistentes a ela. Como a seleção pode ajudar a planejar um programa de eliminação das mortes por diarreia neonatal em uma criação?

Como já discutido (Capítulos  7 e 8), tanto as mutações gênicas como as cromossômicas ocorrem es­pon­ta­nea­men­te. Os agentes mutagênicos podem alterar a taxa de mutação, mas o fazem em todos os locos, indiscriminadamente.

O in­di­ví­duo mutante possui a mutação em todas as suas células, uma vez que ele a recebeu de seus progenitores. Assim, quando um in­di­ví­duo passa a estar mais bem adaptado a uma determinada mudança ambiental, isso quer dizer que ele já era pré-adaptado (herdou a mutação), e não que se tornou adaptado por causa da mudança no ambiente.

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Medium 9788527731355

15 - Sistema Renal | Estruturas e Funções

REECE, William O. (ed.) Grupo Gen PDF Criptografado

William O. Reece

Anatomia macroscópica dos rins e do sistema urinário, 153

Néfron, 153

Componentes do néfron, 155

Aparelho justaglomerular, 157

Inervação, 157

As duas principais funções dos rins consistem na excreção de escórias metabólicas e na regulação do volume e da composição do meio interno do corpo, o líquido extracelular (LEC). Nesse aspecto, foi aventado que a composição dos líquidos corporais não é determinada pelo que a boca ingere, mas sim pelo que os rins conservam. Outras funções essenciais consistem na secreção de hormônios e na hidrólise de pequenos peptídios. Os hormô‑ nios participam na regulação da dinâmica sistêmica e renal, pro‑ dução de eritrócitos e metabolismo do cálcio, fósforo e osso. A hidrólise de pequenos peptídios conserva os aminoácidos, desin‑ toxica os peptídios tóxicos e regula os níveis plasmáticos efetivos de alguns hormônios peptídicos. Em virtude dessas múltiplas funções, existem muitos sinais clínicos associados à doença renal.

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Medium 9788527726665

118 - Doenças do Cólon

JERICÓ, Márcia Marques Grupo Gen PDF Criptografado

118

Doenças do Cólon

Ricardo Duarte Silva

JJ

Colites crônicas

As colites crônicas são causas comuns de diarreia de intes‑ tino grosso. Cães e gatos com colite têm hematoquezia e fezes com muco. A consistência das fezes é va­riá­vel. Inicialmente as fezes podem ser aquosas e com volume aumentado, seguidas da eliminação de pequenas quantidades com muco e sangue.

Normalmente esses pacientes apresentam tenesmo, disquezia e urgência para defecar. Embora a definição “clássica” de diar‑ reia crônica seja diarreia que persiste por mais de 2 semanas, cães com colite crônica podem ter crises intermitentes que, com o passar do tempo, vão se tornando mais frequentes.

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Etiologia e fisiopatogenia

A etiologia e a fisiopatologia das colites de pequenos ani‑ mais são desconhecidas. Em seres humanos, as principais doen­ças inflamatórias do cólon são a doen­ça de Crohn e a colite ulcerativa. Embora a maior parte das colites crônicas de cães seja menos grave do que as doen­ças de seres humanos, uma etiologia semelhante é postulada.1,2

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Medium 9788527731294

Parte 11 - 46 - Equinos

GRIMM, Kurt A.; LAMONT, Leigh A.; TRANQUILLI, William J.; GREENE, Stephen A.; ROBERTSON, Sheilah A. Grupo Gen PDF Criptografado

46

Equinos

Regula Bettschart-Wolfensberger

Introdução, 850

Considerações pré-anestésicas, 850

Sedação em posição quadrupedal, 851

Sedação pré-anestésica, 851

Indução da anestesia, 852

Manutenção da anestesia geral, 852

Agonistas dos receptores a2-adrenérgicos, 853

Lidocaína, 853

Cetamina, 853

Opioides, 854

Introdução

A anestesia geral em equinos representa um desafio, e, apesar da disponibilidade de técnicas anestésicas e de monitoramento modernas, a anestesia de equinos comporta um alto risco.1 Desde a primeira e única série de estudos multicêntricos conduzidos sobre os casos de fatalidade peroperatória, já se passaram mais de 20 anos.2,3 Apesar do número limitado de técnicas anestésicas práticas, poucos estudos compararam diretamente as diferentes técnicas disponíveis para identificar as opções de menor risco para a anestesia de equinos.4,5 Existem ainda numerosas questões não estudadas e ainda sem respostas sobre a maneira de realizar a melhor anestesia em equinos. Este capítulo pretende fornecer um panorama das peculiaridades associadas aos equinos, com enfoque no controle da anestesia e soluções para problemas comuns.

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