13 capítulos
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1. Princípios Básicos dos Cuidadosde Enfermagem

Ellen Cristina et al. (org.) BERGAMASCO Grupo Gen PDF Criptografado

S E Ç Ã O

1

Princípios Básicos dos Cuidados de Enfermagem

Eduarda Ribeiro dos Santos

S U M Á R I O

1.1 Humanização no Cuidado de

Enfermagem

1

1.2 Aspectos Éticos e Legais do Cuidado de

Enfermagem

8

1.3 Comunicação com os Pacientes e Familiares

13

1.4 Processo de Enfermagem

20

1.5 Segurança do Paciente

25

1.1

Humanização no Cuidado de Enfermagem

Adriana da Silva Rodrigues, Tance Oliveira Botelho

1. INTRODUÇÃO

Nos últimos anos, a aplicação das palavras humanizar e humanização tem sido alvo de discussões e interesse no

âmbito da área da saúde. A enfermagem, especificamente, tem voltado a atenção sobre o tema cuidado humanizado, em razão da sua própria dinâmica de atuação, pois lida intimamente com o ser humano em várias dimensões, ultrapassando os limites da mera aplicação de técnicas com o objetivo de curar ou melhorar determinada condição patológica.

O significado de humanizar remete à condição de “tornar (-se) humano, dar ou adquirir condição humana; humanar (-se)”. Portanto, a humanização é a “ação ou efeito de humanizar, de tornar humano ou mais humano, tornar benévolo, tornar afável”.

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5. Cuidados de Higiene e Conforto

Ellen Cristina et al. (org.) BERGAMASCO Grupo Gen PDF Criptografado

S E Ç Ã O

5

Cuidados de Higiene e Conforto

Camila Takao Lopes

S U M Á R I O

5.1 Higiene Ocular

5.6 Banho no Leito

203

5.2 Higiene Oral e de Prótese Dentária

5.3 Higiene do Couro Cabeludo

206

5.5 Banho de Aspersão com Auxílio

231

5.8 Arrumação do Leito

212

5.4 Higiene Íntima e Troca de Fralda

5.7 Tricotomia

225

215

235

5.9 Preparo do Corpo Pós-morte

242

221

5.1

Higiene Ocular

César Augusto Guimarães Marcelino, Mara Nogueira de Araújo

1. INTRODUÇÃO

Os cuidados de higiene compreendem o emprego de práticas com o objetivo de evitar a disseminação de doenças, tais como lavagem adequada das mãos, do corpo e limpeza facial, além das denominadas “etiquetas de higiene”, que compreendem o ato de cobrir a boca e o nariz com lenço (ou, na ausência, utilizar a parte superior da manga) sempre que tossir ou espirrar.

Diversos fatores pessoais, culturais e sociais podem interferir no emprego de adequadas práticas de higiene, podendo afetar o conforto, a segurança e o bem-estar do indivíduo.

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13. Casos Clínicos

Ellen Cristina et al. (org.) BERGAMASCO Grupo Gen PDF Criptografado

S E Ç Ã O

13

Casos Clínicos

Eduarda Ribeiro dos Santos, Adriana da Silva Rodrigues

CASO 1

JAA, 26 anos, sexo masculino, antecedentes clínicos: diabetes melito tipo I, hipertensão e asma. Está internado na clínica cirúrgica no 1° dia pós-operatório de apendicectomia. Apresenta-se consciente, eupneico em ar ambiente, sons respiratórios normais, ausculta cardíaca sem alterações, abdome globoso, ruídos hidroaéreos normoativos, timpânico

à percussão, doloroso à palpação escore 5; mantendo curativo oclusivo em flanco direito com discreto exsudato sanguinolento. Acesso venoso periférico em membro superior direito. Tem prescrito os seguintes medicamentos:

Medicação

®

Keflin + soro fisiológico (SF) a 0,9% 60 mL

Dipirona

Plasil®

Heparina

SF a 0,9%

Dose

Via

Intervalo

850 mg 60 mL

2.000 mg

50 gotas

5.000 UI

500 mL

EV

IM

VO

SC

EV

6/6h Infundir em 40 minutos

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7. Nutrição

Ellen Cristina et al. (org.) BERGAMASCO Grupo Gen PDF Criptografado

S E Ç Ã O

7

Nutrição

Ellen Cristina Bergamasco

S U M Á R I O

7.1 Nutrição por Via Oral (Incluindo Alimentos com Espessante) 273

7.3 Nutrição por Gastrostomia

7.4 Nutrição Parenteral

287

292

7.2 Nutrição por Cateter Nasogástrico e Nasoenteral 278

7.1

Nutrição por Via Oral (Incluindo Alimentos com Espessante)

Flavia Fernanda Franco, Maria Clara Paoliello Barnack

1. INTRODUÇÃO

A alimentação é muito mais do que o aspecto de manutenção do aporte calórico necessário para sua sobrevivência.

Ela deve ser vista também como fonte de prazer, mediada por sabores, consistências e aparências diferentes.

O comprometimento do estado nutricional é bastante frequente em pacientes internados e pode ter influência sobre as taxas de morbidade e mortalidade. Segundo a American Public Health Association (APHA), o estado nutricional

é definido como a “condição de saúde de um indivíduo, influenciada pela ingestão e utilização de nutrientes e identificada pela correlação de informações obtidas por meio de estudos físicos, bioquímicos, clínicos e dietéticos”.

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2. Sinais Vitais e Outras Avaliações

Ellen Cristina et al. (org.) BERGAMASCO Grupo Gen PDF Criptografado

S E Ç Ã O

2

Sinais Vitais e Outras Avaliações

Camila Takao Lopes

S U M Á R I O

2.1 Pulso

31

2.5 Avaliação da Dor

58

2.2 Respiração

38

2.6 Oximetria de Pulso

65

2.3 Temperatura

42

2.7 Verificação de Glicemia Capilar

69

2.4 Pressão Arterial

49

2.1

Pulso

Agueda Maria Ruiz Zimmer Cavalcante, Evelise Helena Fadini Reis Brunori

1. INTRODUÇÃO

O pulso, decorrente de alterações da pressão intravascular arterial, é uma medida indireta do débito cardíaco, e caracteriza-se por um fluxo periódico, reflexo da frequência dos batimentos cardíacos, mensurado em batimentos por minuto (bpm). É perceptível à palpação de artérias superficiais, sobre superfícies ósseas, como ossos ou cartilagens, e sobre o ápice cardíaco.

A cada ejeção do volume sistólico, as paredes da artéria aorta se distendem e o sangue é ejetado para o interior do sistema arterial, gerando alterações no fluxo, na pressão e na dimensão dos vasos.

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