284 capítulos
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13 Movimento Aéreo

ZATSIORSKY, Vladimir M. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 13

Movimento Aéreo

M.R. YEADON

Introdução

A maioria dos movimentos nos esportes apresenta uma fase aérea. No tiro de velocidade, o corredor gasta menos que a metade do tempo em contato com o solo (Hopper 1973), enquanto no salto triplo as fases aéreas são muito mais longas do que as fases de contato (Hay & Miller 1985). Os jogadores de tênis estão tipicamente fora do solo quando a bola é lançada (Elliott 1989), e os jogadores de basquetebol soltam a bola enquanto estão no ar

(Hay 1993). O mesmo acontece no arremesso do disco e nos lançamentos (Hay 1993). Nas atividades de salto é a fase aérea que

é avaliada para dar pontos ao desempenho. Nos eventos de saltos longos e altos, os deslocamentos horizontais e verticais durante a fase aérea são utilizados como medidas de desempenho, enquanto no trampolim a rotação do mergulho e a estética também estão incluídas na avaliação.

Na fase aérea de um movimento esportivo o atleta está caindo livremente sob a gravidade. No salto livre os mecanismos de equilíbrio do ouvido interno não operam normalmente, visto que eles também estão em queda livre (Graybiel 1970). O otólito e os canais semicirculares não podem mais prover informação de orientação da cabeça em relação à direção vertical. Entretanto, eles promovem informação de aceleração linear e angular (Wendt

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Medium 9788527728720

6 - Saltos

MATTHIESEN, Sara Quenzer Grupo Gen PDF Criptografado

Saltos

6

Introdução

São várias as provas de saltos no campo do atletismo, mas certamente todas elas, quer enfatizem a projeção horizontal, quer a projeção vertical, empolgam muito seus praticantes.

Não obrigatoriamente, devem ser ensinadas na se­quência aqui proposta. Contudo, é uma orientação interessante ensinar os saltos a partir do ensino das corridas. Assim, e para efeitos didáticos, sugere-se que, com base nos conhecimentos acerca das corridas, introduza-se o trabalho com os saltos, iniciando-se pelos saltos em projeção horizontal (distância e triplo) e, posteriormente, pelos saltos em projeção vertical (altura e vara), conforme veremos a seguir.

Salto em distância

Um pouco da história

Tendo em vista que já era praticado dentro da prova do Pentatlo nos Jogos Olímpicos da

Antiguidade, o salto em distância é considerado, dentre as provas de saltos, uma das mais antigas. Há, entretanto, registros de que era rea­li­zado com o auxílio de halteres de pedra, os quais, com formas e pesos diferenciados, eram segurados pelos atletas que consideravam que esse procedimento contribuiria para a extensão do salto (Tabelas 6.1 e 6.2).

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Medium 9788527723824

Capítulo 4 - Biomecânica dos Tendões e Ligamentos

NORDIN, Margareta; FRANKEL, Victor H. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

4

Biomecânica dos Tendões e Ligamentos

Angela Lis, Carlo de Castro e Margareta Nordin

Introdução

Composição e estrutura dos tendões

Composição e estrutura dos ligamentos

Propriedades biomecânicas dos tendões e ligamentos

Fatores que afetam as propriedades biomecânicas dos tendões e ligamentos

Resumo

Referências bibliográficas

Nordin Capítulo 04.indd 87

21/01/2014 09:42:58

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P a r t e 1  ●  Biomecânica dos Tecidos e Estruturas do Sistema Musculoesquelético

Introdução

As três principais estruturas que circundam e conectam as ar­ticulações do sistema esquelético são os tendões, os ligamentos e as cápsulas ar­ticulares. Embora estas estruturas sejam mecanicamente passivas (ou seja, não se contraem e nem produzem movimento como os m

­ úsculos), cada uma delas tem uma função essencial na mobilidade e estabilidade ar­ticular.

A função dos ligamentos e cápsulas ar­ ticulares, que conectam um osso a outro, é aumentar a estabilidade mecânica das ar­ ticulações, guiar o movimento ar­ ticular, evitar o movimento excessivo e contribuir para a propriocepção ou sentido de posição. Os ligamentos e as cápsulas ar­ticulares ­atuam como restrições estáticas. A função dos tendões é inserir os m

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Medium 9788527730150

Capítulo 20 - Sistema Endócrino | Organização e Respostas Agudas e Crônicas à Atividade Física

McARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Grupo Gen PDF Criptografado

Sistema Endócrino | Organização e Respostas Agudas e Crônicas

à Atividade Física

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

●●

Descrever as localizações das principais glândulas endócrinas do corpo

●●

Definir diabetes melito dos tipos 1 e 2 e os sintomas e efeitos de cada distúrbio

●●

Listar a sequência de eventos que mostram como os hormônios afetam as funções de “células-alvo” específicas

●●

Descrever três opções de testes para diagnosticar o diabetes melito

●●

●●

Esboçar o papel do mensageiro intracelular 39-59-adenosina monofosfato cíclico (AMP cíclico)

Listar as categorias de classificação da glicose sanguínea em jejum para o diabetes melito do tipo 2

●●

●●

Discutir como os hormônios afetam a atividade enzimática e o transporte de membrana mediado por enzimas

Listar os fatores de risco para diabetes melito do tipo 2 e os benefícios da atividade física regular para prevenir e tratar essa doença

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Medium 9788541203012

Capítulo 4 - Anamnese e atendimento nutricional

ROSSI, Luciana Grupo Gen PDF Criptografado

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Anamnese e atendimento nutricional

Introdução

Etimologicamente, a palavra anamnese é originária do grego e tem como significado aná – recordar e mnesis – memória, ou literalmente recordar de memória. Seu significado foi extensamente explorado na área da propedêutica nutricional e/ou semiologia, como instrumentos de prognóstico e/ou diagnóstico por profissionais de saúde. Na prática clínica, consiste, por parte do paciente, na rememoração de eventos pregressos relacionados à saúde; e por parte dos profissionais de saúde, na identificação dos sintomas e sinais atuais, procurando investigar/entender, com a maior precisão possível, o histórico dos sintomas e da doença que motivou a consulta ao especialista1,2.

A construção de anamnese apropriada, completa e não extensa auxilia, além de boa entrevista e coleta de dados, a possibilidade de realização de cálculos e investigação de sintomas, diagnóstico nutricional e possíveis intervenções futuras.

Os componentes da avaliação nutricional podem ser tão completos e complexos quanto se queira (Figura 4.1).

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