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Medium 9788580553505

Capítulo 23 - Síndrome do anticorpo antifosfolipídico

John Imboden; David B. Hellmann; John H. Stone Grupo A PDF Criptografado

23

Síndrome do anticorpo antifosfolipídico

Jonathan Graf, MD

FU NDAMENTO S DO DIAGNÓ S T IC O c c c c c

Trombose arterial ou venosa.

Abortamentos repetidos.

Autoanticorpos anti-fosfolipídeos ou b2-glicoproteína I.

Atividade de anticoagulante lúpico.

Pode ocorrer independentemente ou associada ao lúpus eritematoso sistêmico (LES).

c Considerações gerais

A síndrome do anticorpo antifosfolipídico (SAAF) é um distúrbio adquirido associado aos autoanticorpos circulantes anti-fosfolipídeos aniônicos (p. ex., cardiolipina) e seus complexos de ligação proteica. As principais manifestações clínicas dessa síndrome são tromboses (dos vasos arteriais ou venosos) e abortamento. A SAAF pode ocorrer independentemente e, neste caso,

é conhecida como SAAF primária, ou pode desenvolver-se em um paciente que tem outra doença autoimune (em geral, LES) e, nestes casos, é conhecida como SAAF secundária. O diagnóstico dessa síndrome baseia-se no reconhecimento das suas manifestações clínicas e na detecção dos anticorpos antifosfolipídicos por enzimaimunoensaios, ou pela presença de um anticoagulante

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Medium 9788580555875

Seção 13 - Distúrbios das Articulações e Tecidos Adjacentes

Dennis L. Kasper; Stephen L. Hauser; J. Larry Jameson; Anthony S. Fauci; Dan L. Longo; Joseph Loscalzo Grupo A PDF Criptografado

2216

SEÇÃO 3

DISTÚRBIOS DAS ARTICULAÇÕES E TECIDOS ADJACENTES

393

Abor

Abordagem aos distúrbios artic articulares e musculoesqueléticos

musculoesqueléticos são semelhantes no início, e alguns podem levar semanas ou meses (mas não anos) para evoluir até uma entidade diagnóstica reconhecível. Essa reflexão deve temperar o desejo de firmar o diagnóstico na primeira consulta.

John J. Cush

ARTICULAR VERSUS NÃO ARTICULAR

PARTE 15

Distúrbios imunomediados, inflamatórios e reumatológicos

As queixas

A que ueix i as musculoes musculoesqueléticas e quelé são responsáveis por > 315 milhões de con o sultas de pacientes am consultas ambulatoriais a cada ano e por quase 20% das cons sultas ambulatoriais nos Estados Unidos (EUA). Os Centers for Diseconsultas ase Control and Prevention estimam que 22,7% (52,5 milhões) da população norte-americana sejam portadores de artrite diagnosticada e que

22 milhões apresentem limitação funcional significativa. Embora muitos pacientes tenham condições autolimitadas que exigem uma avaliação mínima e terapia apenas sintomática além de tranquilização, manifestações musculoesqueléticas específicas ou sua persistência podem prenunciar uma condição mais grave que torna necessária uma avaliação adicional ou exames laboratoriais para estabelecer um diagnóstico. A avaliação musculoesquelética objetiva formular um diagnóstico diferencial que possa proporcionar um diagnóstico preciso e uma terapia empreendida no momento mais oportuno, ao mesmo tempo em que são evitados os exames complementares excessivos e tratamentos desnecessários (Quadro 393.1). Existem várias condições urgentes que devem ser diagnosticadas prontamente para evitar a ocorrência de sequelas mórbidas significativas ou mortais.

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Medium 9788580553505

Capítulo 47 - Artrite séptica

John Imboden, David Hellman, John Stone Grupo A PDF Criptografado

47

Artrite séptica

Monica Gandhi, MD, MPH

Richard A. Jacobs, MD, PhD

Chris E. Keh, MD

ARTRITE SÉPTICA BACTERIANA

FU NDAMENTO S DO DIAGNÓ S T IC O c O quadro clínico clássico começa repentinamente com dor, aumento da temperatura local e edema da articulação, em geral com padrão monoarticular envolvendo grandes articulações que sustentam peso. c As contagens de leucócitos do líquido sinovial geralmente são . 50.000 células/mL, com mais de 80% de neutrófilos. c Cultura positiva do líquido sinovial. c Staphylococcus aureus é o agente etiológico mais comum da artrite séptica das articulações naturais.

c Considerações gerais

De acordo com estudos publicados, a incidência anual de artrite séptica varia de dois a 10 casos por 100.000 habitantes na população em geral, embora com índices expressivamente mais altos entre os pacientes com artrite reumatoide (AR) ou próteses articulares (nestes dois grupos, cerca de 30 a 70 casos por 100.000 habitantes/ano). A incidência de artrite bacteriana é significativamente maior nas crianças que nos adultos.

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Medium 9788520446706

Apêndice D – Exemplo numérico para cálculo do movimento de um projétil

Joseph Hamill, Kathleen M. Knutzen, Timothy R. Derrick Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice D

Exemplo numérico para cálculo do movimento de um projétil

O movimento de um projétil pode ser analisado utilizando-se as equações de aceleração constante, pois enquanto um objeto está no ar a aceleração vertical é constante em −9,81 m/s 2 e a aceleração horizontal é constante em 0 m/s2. As equações exatas que você usa e a ordem em que as utiliza dependerão das informações disponíveis e das informações que precisam ser encontradas.

Há muitas possibilidades de exemplos a serem dados, portanto desenvolvemos um método que lhe permitirá resolver qualquer problema que envolva movimento de projéteis.

1) vf = vi + at

1

2

2) sf = si + vit + —

2 at

2

2

3) vf = vi + 2a(sf − si)

ápice

tpara baixo

tpara cima thoriz

Passo 1

Decomponha a direção vertical em uma fase para cima e uma fase para baixo. A direção horizontal terá uma única fase. Há seis variáveis usadas pelas equações de aceleração constante (duas posições, duas velocidades, aceleração e tempo). Se criarmos uma grade como a mostrada abaixo, teremos uma célula para cada variável em cada fase. Observe que as variáveis finais (f) para a fase VERTpara cima são as mesmas variáveis iniciais (i) para a fase VERTpara baixo. Além disso, a velocidade horizontal não se altera, de modo que vi e vf são as mesmas para HORIZ. E, ainda, tpara cima + tpara baixo = thoriz.

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Medium 9788520446706

4. Considerações neurológicas sobre o movimento

Joseph Hamill, Kathleen M. Knutzen, Timothy R. Derrick Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

CONSIDERAÇÕES

NEUROLÓGICAS SOBRE

O MOVIMENTO

ObJEtivOs

Após ler este capítulo, o estudante será capaz de:

1. Descrever a anatomia de uma unidade motora: vias do sistema nervoso central, estrutura do neurônio, junção neuromuscular e relação entre fibras inervadas e neurônios.

2. Explicar as diferenças entre os três tipos de unidade motora: tipo I, tipo IIa e tipo IIb.

3. Discutir as características do potencial de ação, enfatizando como ocorre uma contração ou o tétano e também a influência dos potenciais gradativos locais.

4. Descrever o padrão de contribuição da unidade motora a uma contração muscular, mediante discussão do princípio de tamanho, sincronização, recrutamento e código de frequência da atividade da unidade motora.

5. Discutir os componentes de uma ação reflexa e fornecer exemplos.

6. Descrever a anatomia do fuso muscular e suas características funcionais durante um alongamento do músculo ou durante a influência do motoneurônio gama.

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