265 capítulos
Medium 9788520439579

1. Estrutura e funcionamento do sistema respiratório

LEVITZKY, Michael G. Editora Manole PDF Criptografado

Estrutura e funcionamento do sistema respiratório

1

Objetivos

O leitor será capaz de estabelecer as funções do sistema respiratório e de relacionar a organização estrutural do sistema a suas funções.

XX Descrever a troca de oxigênio e gás carbônico com a atmosfera e relacionar a troca gasosa ao metabolismo dos tecidos corporais.

XX Definir o papel do sistema respiratório no equilíbrio acidobásico.

XX Listar as funções não respiratórias dos pulmões.

XX Definir e descrever a unidade alveolocapilar – o local da troca gasosa nos pulmões.

XX Descrever o transporte de gás pelas vias aéreas de condução e para os alvéolos.

XX Descrever as características estruturais das vias aéreas.

XX Listar os componentes da parede torácica e relacionar as funções dos músculos respiratórios na circulação de ar para dentro e para fora dos alvéolos.

XX Descrever o papel do sistema nervoso central na respiração e a inervação dos músculos respiratórios.

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Medium 9788580556025

Capítulo 1. Equilíbrio eletrolítico e acidobásico

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Seção 1

1

CUIDADo Do PACIeNTe HoSPITALIZADo

equilíbrio eletrolítico e acidobásico

SÓDIO

+

Os distúrbios na concentração do sódio [Na ] resultam, na maioria dos casos, de

+ anormalidades da homeostasia da H2O, o que muda a proporção relativa de Na para

+

H2O. Diferentemente, os distúrbios do equilíbrio do Na estão associados a alterações no volume de líquido extracelular, quer hipo, quer hipervolemia. A manutenção da

“integridade circulatória arterial” é atingida em grande parte por alterações na excreção do sódio urinário e no tônus vascular, enquanto o equilíbrio da H2O é alcançado por alterações tanto na ingestão de H2O e na excreção urinária de H2O (Quadro

1.1). A confusão pode decorrer da coexistência de defeitos no equilíbrio da H2O e no equilíbrio do Na+. Por exemplo, um paciente hipovolêmico pode ter um Na+ urinário adequadamente baixo devido à maior reabsorção tubular renal do NaCl filtrado; um aumento concomitante na arginina-vasopressina (AVP) circulante – parte da defesa

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Capítulo 104. Infecções virais transmitidas por insetos e animais

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Infecções virais transmitidas por insetos e animais

CAPÍTULo 104

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para áreas endêmicas ou forem expostos ao poliovírus do tipo selvagem em suas comunidades ou locais de trabalho.

– Os adultos sob maior risco de exposição que receberam a sua série primária de vacinação devem receber uma dose única de VPI.

Para uma discussão mais detalhada, ver Cohen JI: Infecções por enterovírus, parechovírus e reovírus, Cap. 228, p. 1289, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição.

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Infecções virais transmitidas por insetos e animais

RAIVA

Microbiologia

A raiva é uma zoonose geralmente transmitida a humanos pela mordedura de um animal raivoso e causada pelo vírus da raiva – um vírus RNA não segmentado de fita simples e senso negativo, da família Rhabdoviridae. Cada reservatório animal abriga variantes distintas do vírus da raiva.

Epidemiologia

No mundo inteiro, a raiva canina é responsável por cerca de 55.000 mortes de humanos ao ano, em sua maior parte nas populações rurais e em crianças na Ásia e África.

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Capítulo 144. Infecções do trato urinário e cistite intersticial

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Infecções do trato urinário e cistite intersticial

CAPÍTULo 144

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Para uma discussão mais detalhada, ver Beck LH, Salant DJ: Doenças tubulointersticiais do rim, Cap. 340, p. 1856, do Medicina Interna de Harrison

Harrison, 19ª edição.

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Infecções do trato urinário e cistite intersticial

INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO

Definições

O termo infecção do trato urinário (ITU) abrange uma variedade de entidades clínicas: cistite (doença sintomática da bexiga), pielonefrite (doença sintomática do rim), prostatite (doença sintomática da próstata) e bacteriúria assintomática (BA). ITU não complicada refere-se à doença aguda em mulheres não gestantes em nível ambulatorial sem anormalidades anatômicas ou instrumentação do trato urinário; ITU complicada refere-se a todos os outros tipos de ITU.

Epidemiologia

A ITU ocorre com frequência muito maior em mulheres, embora a obstrução por hipertrofia prostática faça com que os homens > 50 anos tenham uma incidência de

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Capítulo 133. Trombose venosa profunda e tromboembolismo pulmonar

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

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Seção 9

Pneumologia

lactamase. Após a melhora clínica, o paciente pode passar para um esquema oral

(clindamicina, 300 mg 4 x/dia; ou amoxicilina/clavulanato).

• Nos abscessos pulmonares secundários, a cobertura antibiótica deve ser direcionada contra o patógeno identificado.

• A continuação do tratamento é recomendada até que os exames de imagem mostrem que o abscesso pulmonar desapareceu ou ficou reduzido a uma pequena cicatriz.

• Os pacientes que continuam a ter febre ≥7 dias após o início dos antibióticos e aqueles cujos exames diagnósticos iniciais não identificaram outro patógeno tratável podem necessitar de ressecção cirúrgica ou drenagem percutânea do abscesso.

Para uma discussão mais detalhada, ver Mandell LA, Wunderink

RG: Pneumonia, Cap. 153, p. 803; Baron RM, Baron Barshak M:

Abscesso pulmonar, Cap. 154, p. 813; e Baron RM, Baron Barshak

M: Bronquiectasias, Cap. 312, p. 1694, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição.

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